Segue uma resposta que dei a uma questão que chegou por email.
Foi simples, mas talvez ajude mais alguém!

Abraços
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Olá, Carlos.

Apesar de toda busca ilusória, de toda tentativa de sermos pessoas melhores, no fim das contas quando nos relacionamos normalmente não paramos em bons lugares, raramente dá certo.
E o relacionamento acaba indo para brigas, sem um suportar o outro, colocando culpa e enfim, quase inimigos.
Não sei se é certo as pessoas se juntarem, sinceramente.
Vivemos num mundo de ilusão onde todo começo é lindo pois é falso.
Escondem suas personalidades, sua forma de ser, esforça-se muito para tentar ser o que não é, ou ser agradável enquanto é possível.
Porém, tem algo que inevitavelmente desmascara tudo: O tempo!

Com o tempo o fingimento some…
A realidade aparece.

E o pior é que o tempo passa e sem que olhemos para a gente, falamos:
Você não era assim, agora virou isso!
E voltamos a desejar novamente e idealizar alguém dos sonhos!
Alguém que faça tudo que queremos que seja feito.
Alguém perfeito dentro do molde da nossa cultura doentia…

Isso é se relacionar hoje em dia e por isso acredito que não nascemos para ficarmos juntos, não muito tempo!
Sei que isso vai de encontro ao que muita gente acredita, pois foi criada dentro disso. Seus pais, seus amigos, seus avôs, todos foram nesse caminho, é como uma religião, difícil de se enxergar algo diferente…
E depois de um longo convívio, a maioria das vezes, o que era “amor” vira inimizade, brigas, culpas, traumas…
Raras personalidades conseguem ficar perto por muito tempo sem que se maltratem.
A lucidez vai baixando e viramos verdadeiros bichos dominadores!
Mau humorados!
Culpando os outros, quem está ao lado pelas nossas dificuldades!
Nos achamos proprietários, donos dos outros!
Andávamos sós e reclamávamos e buscávamos alguém, ao acharmos ficamos como que doentes mentais, perdendo totalmente a noção de espaço e localização!

Não são todos os casos, mas a grande maioria dos relacionamentos atuais viraram verdadeiras prisões culturais!
Onde não se sabe bem por que estão juntos, afinal, essa é a visão da felicidade social:
Casar, morar junto e ter filhos!
E aí vamos como cavalos com viseira, só olhando em uma direção!
O problema todo não é viver junto, mas se APRISIONAR junto! Amortecidos por uma cultura que não necessariamente está certa, vide a personalidade humana tão complexa e de difícil convívio!

Sinceramente, acho que assim como existe carteira de motorista, deveria ter carteira de relacionamento!
Onde faríamos alguns exames para saber se somos pessoas boas para conviver!
E aí perguntaríamos antes:
Você tem Carteira?

Pois a grande maioria, a grande esmagadora maioria das pessoas estão com sérios problemas de convivência…

Perdeu-se a lucidez do que somos, dos propósitos, a convivência vai amortecendo de tal forma que não sabemos mais o que é ou não realidade, felicidade, etc…
Não acho que o problema seja somente viver junto, acho que o problema seja a percepção do que se é e do que o outro é! É valor mesmo!
De saber até onde se pode ir, do que se deve fazer, da gentileza, do cobrar, do achar que o outro está ali somente para servir ou sei lá o que.
De não perder com o tempo a percepção e o valor de estar junto com alguém!
É claro que estar junto também é dividir as dificuldades, os momentos!
Mas eu falei a palavra: DIVIDIR!

Ser feliz é algo que não depende de ninguém, é a verdade.
Se não somos sozinhos, não seremos juntos… E ponto final… Não adianta culpar o mundo todo!

A junção existe para que não se ande sozinho, não para dar a total razão da felicidade.

Acredito que a maioria não nasceu para se relacionar, para viver junto!
Acho que muita gente acaba sendo infeliz, nessa busca cega que andamos. E nisso leva um bando de vida junto: Os filhos! Que inocentes, sofrem bastante!
É uma mistura de instinto e cultura, onde não sabemos onde começa um e termina o outro!

Relacionamento deveria ser como amizade, quanto mais se tem mais se confia, mais se pode conversar sem medo!
Mas com o tempo a sinceridade começa a sair de perto da maioria dos tipos de relacionamento que temos.
Não podemos falar mais nada.
Nosso passado não pode ser tocado, pois não pode nem existir!
Tudo parece virar posse e mágoa!
Onde se olhar pro lado é sinal de infidelidade…etc…

Acho que nosso sistema atual de convívio é basicamente doentio e sem lucidez…

A única forma é ou começar tudo certo, conversando, mostrando os pontos, renovando a lucidez todo dia.
Ou REcomeçar!! E reciclar não é fácil.
Parar tudo e partir do zero é a coisa mais difícil que tem, pois o cérebro quando dá entradas ele não consegue mais mudar tão facilmente. Normalmente cobrará e jogará tudo na mesa sempre que possível.

Converse com a pessoa, coloque na mesa tudo que vê, tudo que acha certo.
Bata um papo sobre a busca que tiveram, se foi isso que desejaram para si mesmo!
Sem brigar, sem que um culpe o outro!
Marque uma hora específica para conversar, assim vai criar um momento de seriedade, faça assim:

Fulana, quero conversar sério com você!
Vai ser tal hora em casa!
Ela vai falar: Fale agora!
você diz: Não!
Falaremos com calma, nessa hora se puder!
Ela precisa de um tempo pensando em tudo e se sentir mesmo na parede, para que pense direitinho e sinta a seriedade do momento.

Coloque na mesa tudo, sem ofender, sem falar somente dos erros dela. Mostre os erros do Casal e também, a sua parte humana, pois todos nós erramos.
A única forma de ter alguma saída e a pessoa entender a importância um do outro, que um não é propriedade do outro e que se quiser ficar perto terão que batalhar, conquistando e se RESPEITANDO!
A conquista não pode terminar!
Isso não é fácil, mas para relacionamento desgastado é a única saída e se chama:
Abrir a lucidez!
E isso desperta a percepção do amor!
Nós seres humanos normalmente só percebemos as coisas quando perdemos.
Seja Saúde, amizade, liberdade ou AMOR!

Abraços!

FAQ 247 – Assédio em Família, Técnica estranha, Energias de Casa

Bronca de um espírito que pedia ajuda

Bronca de um espírito que pedia ajuda

Bronca de um espírito que pedia ajuda

Olá, amigos.

Essa noite cheguei quase 23 horas em casa.
Estava cansado, mas ainda assim fiz uma técnica.
Trabalhei o chacra frontal e fiz uma movimentação nas energias, porém perdi a consciência.
Despertei em catalepsia projetiva sentindo grandes varreduras energéticas.
Forcei a saída e consegui me afastar do corpo físico.
Cheguei na sala e percebi que havia mudado de frequência, pois a aparência dela não era a mesma. Isso é comum em projeção e com o tempo vamos nos acostumando.

Percebi no íntimo que havia algum trabalho para fazer, algum mentor em dimensão mais sutil me acompanhava.
Nessa hora juntei minhas mãos e fechei os olhos falando: Nesse momento me coloco à disposição de quem precisa, apesar de limitado sei que posso ser útil e ficaria feliz em ajudar. É tipo uma prece que faço que me sutiliza e facilita o acesso dos mentores a mim e eu a eles.
Ao abrir os olhos vejo no ambiente um senhor chorando. Cabelos bagunçados, todo sujo, roupa rasgada (se é que poderia chamar aquilo de roupa), pois era toda cinza e se misturava a pele, não sabia dizer onde começava e terminava o que.
Ele estava no canto da sala, sentado atrás da porta da entrada. Jogado de lado, chorando e com as duas mãos na cabeça, como se tivesse com dor.
Sabia que ele não me via naquele momento. Criei coragem e fui me aproximando falando algumas palavras, para ele não se assustar e na hora tive medo de colocar as mãos nele e ele me morder. Parece loucura mas pensei assim: Vou com calma e falando daqui, vai que ele me morda eu vou acabar voltando ao corpo e perdendo a projeção. E então falei:
Opa amigo, posso ajudar em alguma coisa?
Nessa hora entrei em sintonia com ele. Ele levantou a cabeça e falou repetindo: Até que enfim, até que enfim! Até que ENFIM você me viu, veio a mim!
Estou esperando por você tem vários dias!
Falaram que você sabia sair do corpo e podia ajudar! Por que você dorme se pode ajudar? Por que você dorme? por que não levanta se pode ajudar os outros? E chorou mais ainda!
Eu não sabia se me culpava ou se ficava surpreso, pois pelo que entendi estou sendo vigiado por ele há alguns dias!
Mas então falei:
Desculpe, meu irmão… Não é tão fácil sair desse corpo, também sou limitado e necessitado de ajuda para isso!
E ele falou:
Você não sabe o quanto sofro!
Não aguento mais a dor de cabeça, me ajude. Preciso dormir um pouco e não consigo!
Estou cansado de correr, não quero ficar mais aqui, sou obrigado a ser ruim aqui e a maioria das vezes nem sei quem sou direito, me ajude!
Ajoelhei-me e peguei em sua cabeça dando um passe. Senti forte energia passando pelo meu corpo e comecei a falar:
Sua cabeça vai melhorar, vai aliviar! Perceba essa energia boa!
Ele agradeceu enquanto adormecia…

E fui puxado ao corpo quase no mesmo momento.
Ainda em catalepsia projetiva pensei em tudo que aconteceu.
Sai do transe e de tudo me ficaram as palavras dele:
“por que dorme?”
Sei que não é nem um pouco fácil e que não posso me culpar por ter dificuldades em abrir a lucidez, mas é fato que não me comprometo da forma certa.
Que me falta seriedade para a compreensão do que acontece ao redor.
Que me falta maturidade para compreender os bastidores espirituais.
Que poderia sim me cuidar mais energeticamente.
Mas falta lucidez não só para sair do corpo, mas para a compreensão!
Para sintonizar da forma certa.

Estamos sendo vigiados, observados, procurados e não sabemos.
Há urgência em sermos boas pessoas, não só fora do corpo, mas aqui também!
E faltam pessoas preparadas e com boa vontade.

A cada dia percebo o quanto estou mergulhado em minhas coisas somente.
Sei que a principal obrigação é com o equilíbrio e com a manutenção da vida, incluindo manter-se bem internamente e segurando o barco por aqui.
Mas não temos controle de nada.
Não sabemos quando iremos sair daqui e quem está pedindo ajuda. E a verdade é que mesmo aprendizes, nós somos úteis! E há seres em situações bem piores que a nossa.
E no fundo, dá e MUITO para fazer a nossa parte.

Apesar de saber colocar minha cabeça no lugar certo sobre a culpa, eu confesso que fiquei envergonhado com o que ouvi…
Preciso me aplicar mais…

Abraços!

Batepapo sobre a importância da seriedade com a Espiritualidade

Batepapo sobre a importância da seriedade com a Espiritualidade

Um bate-papo simples e direto sobre a importância do que acontece nos bastidores. Sobre a forma inconsciente que muitos de

Por que a projeção é única no que diz respeito à comprovação?

Por que a projeção é única no que diz respeito à comprovação?

Mesmo já saindo do corpo há mais de 20 anos e já tendo comprovado diversas vezes, ainda me espanto com a sensação de liberdade e lucidez fora do corpo.
E mais, com a capacidade de não duvidar e de reorganizar a fé e qualquer dúvida que eventualmente nos pega.
Quando ficamos com recesso projetivo ou sem sair do corpo por algum tempo, mesmo o mais experiente dos projetores, ele pode começar a duvidar e questionar. E isso é positivo!
Ruim seria acreditar em tudo cegamente.

E eu faço sempre isso, toda vez que estou fora do corpo procuro quando possível aproveitar a oportunidade para comprovar ou testar.
Mas o que quero falar nesse texto é sobre a sensação que sentimos a certeza íntima da continuidade da vida alguns dias após uma projeção lúcida.

Essa noite estive voando por cima de uma cidade com uma lucidez muito alta.
Não me lembrei do momento da decolagem, já acordei lá fora.
Isso acontece mais frequentemente quando durmo no apartamento e ainda perto da esposa, por causa do acoplamento áurico, é impressionante a dificuldade de sair do corpo tanto em prédio como ao dormir com alguém por perto, já testei isso diversas vezes…

No momento que voava eu sentia que era uma dimensão inferior, porém como voava com certa facilidade acredito ser a segunda ou terceira frequência.
Parei por um momento em cima de uma casa e peguei voo novamente alcançando uma altura considerável. Sentindo que estava no auge da lucidez pensei: Como pode a maioria estar tão apagada para a realidade da continuidade, do que está não lá, mas ao LADO da gente?
Aproveitei e pensei no corpo, pois como não havia me lembrado da saída, fiquei com receio de perder a lucidez e a lembrança daquele momento. Ao pensar no corpo, quase que imediatamente abri os olhos no corpo físico e lembrando de tudo que relatei, pelo menos a sensação foi de que não havia perdido nenhuma lembrança, mas sei que não é bem assim.
Várias partes não são lembradas e outras o cérebro faz relacionamento com o que é possível assimilar, dentro do conhecimento e capacidade de processamento, que é pelo menos 80% mais limitado…

Queria aqui deixar claro a importância das projeções para a comprovação pessoal.
Para uma forma mais limpa de enxergar a simples continuidade da vida após a morte do corpo físico. E como é possível alcançar alguma liberdade ainda durante a passagem pelo corpo físico.

Um abraço e nos vemos por aí!