Encontro Amanhã (Parque da Jaqueira Recife) para fazermos Tai Chi.
Se der, leia o texto ouvindo a linda canção de Dean Evenson, ROOT CHAKRA! Uma melodia maravilhosa! Muito calma e ajuda na sintonia.
Olá, amigos.
Que tal amanhã cedinho(28 de setembro de 2011) a gente se encontrar à partir das 6 horas no parque da Jaqueira no Recife para fazermos Tai Chi?.
O horário é de 6 às 7 (mas só poderei fazer meia hora(pois trabalho), mas estarei lá sem falta! Seria ótimo para ajudar na sintonia do encontro em Foz do Iguaçu e também em toda quarta(pretendo ir toda quarta cedinho), a gente cuidar da sintonia e promover um pré-encontro espiritual.
Lembrando que chegarei um pouco mais cedo, por volta das 5:30 para alguma conversa sobre espiritualidade, pois depois só será silêncio e movimentações baianas (Tai Chi é a coisa mais baiana que já vi, é massa, mas cansa viu), rs.
Não poderemos depois ficar conversando que sairei de lá correndo pra casa pegar a esposa e ir pro trabalho. Acordarei umas 5 para deixar tudo pronto e comer algo bem leve (um isopor, etc… brincando..)rs.
Maiores informações sobre o professor Carlos Gomes:
http://www.taichipe.com.br/carlos.html .
Sei que o convide é repentino mas o chamado quando vem não escolhe horário, e esse é um deles!
Quem vai?
Tai Chi amanhã cedinho (às 6), no PARQUE DA JAQUEIRA
(06:00 às 07:00hs , atrás da quadra redonda, entrando pela Rua do Futuro.)
É um encontro espiritual, pra cuidarmos do corpo, das energias, ouvir músicas calmas, estar junto com pessoas na mesma egrégora…
Mais informações sobre o local na Jaqueira, aqui:
http://www.taichipe.com.br/praticas_jaqueira.html
Lembrando que meio que já usamos uma pequena técnica de Tai Chi na técnica completa 4, ou seja, vai fazer bem para todos nós isso.
Estarei lá e espero por mais alguns amigos daqui do Recife.
E quero avisar que estarei em Salvador em breve (visitando a família), e farei o mesmo lá. Sábado de manhã (uma vez por mês), tem Tai Chi em Salvador também, no parque de Pituaçu. Em breve daremos mais informações.
Estamos tentando estreitar mais a nossa sintonia com pequenos encontros periódicos…
Até amanhã cedinho.
Muita paz e estou aqui ansioso!!
Saulo
Encontro Astral em Foz do Iguaçu 04 de Janeiro
Cataratas do Iguaçú in South America
Isso deve ser sério, por favor aos mais criativos procurem não inventar. Pense que é um momento da gente se espiritualizar, de verdade, e mentor não vai levar a sério quem não estiver falando a verdade, acabará perdendo a chance de ser buscado pela equipe. Não importa se não conseguir chegar logo, só diga: não consegui ainda, senti as energias, mas não consegui sair. Estou me esforçando. E aguarde com carinho a próxima quarta-feira, o próximo encontro.
Vôo e amparo em Noronha (26 de maio)
Bom dia, amigos.
Por dormir próximo à esposa (o que é normal sempre que dormirmos perto de qualquer pessoa), a rememoração tanto da saída como do retorno fica relativamente comprometido. Por isso, a rememoração completa da experiência só veio depois, e sei que perdi muita coisa, mas vamos lá.
Ontem não tive um dia tranqüilo, até consegui mantê-lo relativamente bem mas abalei-me após passar por uma injustiça no resultado da prova de Java, rs. Eu havia respondido a prova quase toda certinha, mas esqueci de ver que tinha que justificar cada resposta falsa, e fiquei com nota baixa. Era de noite voltando da faculdade, eu estava muito bem conectado com a espiritualidade, sentia que a projeção era certa, mas meu emocional estava meio abalado, mas sabia que não era suficiente para me tirar a projeção.
Fui assistir o jogo do Santos na Libertadores, que ganhou (eita ilusão boa, rs).
Após isso peguei meu Ipodre e fui fazer a técnica completa 4.
Porém senti a sintonia bater forte, senti o frontal abrir a ponto de sentir a testa pulsando muito forte. Fiz uma pequena exteriorização seguida de EV e relaxei o corpo, sem fazer a técnica em áudio.
Lembro claramente da decolagem, voltei-me para o meu corpo e o da esposa(Autobilocação consciencial), não consegui observar claramente pois por experiência quis me afastar dali o mais rápido possível, mas vi os dois corpos enrolados em cobertores.
Ao sair do quarto senti um forte puxão e tudo ficou preto na minha frente. Pensei que ia ser puxado ao corpo, quando olho a visão volta e estou na ponta de um monte de pedra. Estou exatamente no ponto mais alto da ilha de Noronha, naquela montanha que parece um dedo. Era noite e estava relativamente escura, pensei que meu frontal não estava bem, mas percebi que enxergava as coisas com clareza, mas via como se estivesse uma lua cheia forte, conseguia observar toda a ilha praticamente, mas ainda assim a escuridão era notável. Era um ponto bem apertadinho, eu ficava meio que de lado na pedra, pois não dava para ficar em pé com segurança ali, pelo menos era tão alto que não me sentia totalmente tranquilo, rs.
Dois amigos chegaram ali. Eram pessoas encarnadas também, mas não as conhecia. Sentamos na ponta da montanha e começamos a falar sobre 2012. Um deles que disse que seu nome era Cláudio, comentou: “por que as pessoas precisam tanto de um fim? De um momento que mudará de vez?
Eu respondi brincando:
Pior que vai passar 2012 e vão continuar inventando novas datas, novas polêmicas.
Cláudio disse: Poxa, eu to achando que posso voar, e pulou, dei uma volta ao redor da montanha, uma pirueta e pousou novamente falando: vai você agora!
Eu falei:
Vou nada, vou é cair que nem jaca podre se for…
E ele falou – Que nada! Enquanto me deu um empurrão e cai uns 10 metros, mas consegui voar retornando lá e falando: poxa, sacanagem! Enquanto ria. E brincando dei também um empurrão nele, jogando não só pra frente, mas pra cima. Foi quando falei: vamos lá na praia ver se tem alguém, talvez até algo para fazermos, sermos úteis.
O outro rapaz que estava conosco tava meio sonolento, e depois o baiano sou eu!
Saimos voando e lembro claramente da visão da praia, da beleza e da liberdade que é voar, a força da impulsão que eu estava tendo não era normal, penso que algum mentor estava por ali, ajudando de forma invisível.
Olhamos para a praia e vimos um grupo de pessoas. Nessa hora não vi mais o Cláudio. Pousei e vi que um grupo de pessoas de mãos dadas passavam energias para uma mulher. Ela estava vestida de marrom, e aparentava uma grande tristeza. Pedi licença e dei as mãos a todos e fui participar do envio de energias. Ninguém notou minha presença, de tão concentrados que estavam na doação de energias.
Vi que no grupo tinham pessoas vestidas de branco, pessoas de bermuda, uns pareciam ciganos, havia alguém vestida tipo baiana de acarajé, parecia uma mãe de santo ou algo parecido,mas parei de olhar as pessoas e tentei me concentrar no envio de energias.
Recebi a intuição que aquela mulher estava muito depressiva na vida, sem vontade de viver, e estava tentando dar uma guinada através da espiritualidade e que havia sido levada ali para sair da faixa baixa de sintonia.
Senti a tristeza dela, cheguei a chorar enquanto enviava energias, pois percebi que não é muito difícil qualquer uma pessoa sentir o que ela sentia, me vi nela em alguns momentos.
Logo após a prece( não lembro de quase nada que rezamos), mas fizemos em voz alta. Lembro de pedir licença e falar que ia voltar, pois já estava há algum tempo fora do corpo e queria me lembrar.
Só que não consegui despertar na hora. Sei que acordei de madrugada lembrando mais ou menos de tudo, mas acabei adormecendo (Ô preguiça danada!).
Mas enfim, foi o que consegui lembrar.
E queria avisar como falamos no vídeo e na mensagem sobre o encontro: que continuemos fortes, conectados e sintonizados no objetivo. É o tempo que mostrará o que é ou não fogo de palha e ilusão.
Vamos em frente.
Haviam muitas pessoas lá.
Pelo menos umas 15, e todas lúcidas e muito conscientes com um trabalho de amparo.
Senti um grande amor naquele trabalho.
Sinto carinho por esse projeto.
Sinto que somos uma equipe.
E estamos só engatinhando ainda.
Muita paz ao nosso grupo de amparo,
Saulo
Voando para Noronha.
Bom dia, amigos. Segue meu relato da tentativa 27 de abril de 2011.
- Como foi a sua quarta-feira durante o dia. Conseguiu se manter equilibrado e bem sintonizado com o trabalho da noite?
R:O dia foi corrido eu estou ainda gripado, mas me mantive calmo sim.
- Cuidou das energias?
R:Não, fui deitar realmente cansado, mas pensei na hora de deitar em Noronha e fiz uma mentalização somente, pois sabia que não ia segurar o adormecimento.
-Conseguiu sentir as energias?
R: Apesar de tudo eu senti as energias, senti um pouco a expansão da aura após começar a pensar em Noronha.
-Conseguiu chegar lá?
R:Apaguei completamente no início. Mas despertei às 3 mais ou menos por causa de muita muriçoca por perto, bicho chato do caramba! Levantei e fiz várias desencarnarem com minha raquete de choque, RS.
Deitei novamente mas só pra dormir.
Pouco tempo depois desperto sobrevoando o mar em alta velocidade, certamente ou eu já estava lúcido e me lembro a partir daí, ou fui levado até ali por mentores, não sei dizer.
Sabia que estava voando para Noronha, avistei a uma praia pois voava baixo e não vi o contorno da Ilha. Vi o morro em forma de Dedo, grande. Pousei acima da praia, num tipo de barranco pois o mar(pra variar), tava bravo “pacaramba”. Mesmo lá de cima senti medo, as ondas eram MONSTRUOSAS.
Aproximou-se de mim duas pessoas(um homem de meia idade, e uma mulher que aparentava uns 25 anos) falando que haviam ido pro encontro. Perguntei se eram encarnadas ou desencarnadas( é estranho isso mas quase nunca sei), falaram que estavam fora do corpo mas que tinham ali mentores por perto, porém eu não via nada.
Conversamos sobre a inconscencia, sobre a beleza de podermos nos lembrar.
O rapaz falou uma hora assim;
“Olha, anota meu telefone: Só que me lembrei de tudo na hora e até quando tava voando de volta, mas agora só me lembro que era: 3349-(e não sei o resto e não posso garantir se esse começo esteja certo).
Falou que caso se lembrasse ia me contar, RS, massss, não lembro de mais nada.
Após ele falar o telefone e o NOME dele(que eu NÃO me lembro), eu peguei vôo pensando em voltar. Voava com facilidade, mas foi tão bom esse vôo que dei um mergulho rasante perto do mar bravo, mas não consegui mais subir, forcei a subida e nada. Eu só sei subir, se eu descer já era, é sempre assim. E dali ficou tudo confuso, pois comecei a viajar mentalmente. Vi um olho na onda e perdi a consciência(coisa de doido mesmo).
E despertei cedo não me lembrando de quase nada, mas as lembranças foram chegando em blocos não consecutivos.
Enfim, não foi lá a melhor experiência do mundo, mas foi o que deu pra lembrar.
Abração.
Saulo Calderon
Centros
Música feita para o Grupo de encontro em Noronha no Plano Astral.
Letra: Natália Almeida e Saulo Calderon
Arranjos: Saulo Calderon
Voando em Noronha e vendo Igrejinha – 2 de Março.
Olá, bom dia amigos.
Nessa quinta-feira de carnaval lembro-me claramente da ida até Noronha.
Fui dormir após meu Santos empatar na Libertadores, motivo que me fez querer ir pro umbral, risos.
Fiz um pouco de técnica, com EV e senti a aura entrar em balonamento, mas não me lembro de ter sentido a decolagem.
A lembrança chegou a partir do momento que me via voando em meia altura, num vilarejo. Poucas casas, uma igrejinha branca com faixas amarelada ficou clara também da altura que estava. Eu certamente estava em Noronha e era de dia já, como se amanhecesse. Ou seja, foi perto das 5 ou 6 da manhã essa experiência.
Como voava com muita facilidade, me afastei e ganhei altura. Fui bem alto, a ponto de ver o desenho da costa e quase toda a ilha. Percebi o desenho de uma baía, desci um pouco mais e avistei novamente a igrejinha, só que agora ela de frente pra esse local. Desci e pousei perto de um muro bemmm velho. Mas tava tão bom voar que ganhei altura novamente e pensei: Vou procurar o povo, to aqui brincando e pode ter gente no encontro.
Até que cheguei um tipo de barranco, estranho o local, mas era assim mesmo.
Um rapaz de cor negra veio até mim e começamos a conversar. Ele tinha ido ao encontro. Ele me falou seu nome, mas não consigo de jeito algum lembrar. Conversamos também sobre o fato de pouca gente estar ali, e eu ainda falei que já deveria ser num horário diferente, que muita gente passa em momentos e outros horários por ali. Haviam mais umas 3 pessoas ao nosso redor, mas não consigo me lembrar das características de nenhuma delas.
Depois de um tempo me despedi falando que ia voltar ao corpo, mas antes ia dar uma outra voadinha, risos.
Só que nessa hora comecei a viajar na maionese. Na hora de voar imaginei uma prancha de SURF e sai remando no ar, mas fiquei preocupado pois o meu “elastik” não tava ali, meu Deus é impressionante a variação de lucidez. E ainda pensei: “se vier uma onda vai levar minha prancha”. Isso enquanto voava com a prancha que nem doido pelo ar, remando todo feliz.
Até que despertei no corpo com MUITO Sono, me lembrando do que relatei acima. Não levantei na hora. A preguiça foi tanta que acabei dormindo e devo ter perdido alguma coisa nas lembranças por esse motivo.
Bem, não foi lá uma experiência maravilhosa, mas foi o que deu pra fazer.
Um abração
PS: Se alguém quiser pegar onda no Ar, avisa aí que marcamos, rs.Nova modalidade, Surf Air.
PS2: Achei a imagem da igreja que vi, e num ângulo muito parecido do que vi, eu só estava mais alto.
Relato de Ida até Noronha (19 de Janeiro)
Bom dia, amigos. Agora são exatamente 4:49 da manhã.
Acabo de chegar de uma experiência e me encontrei com um grupinho de amigos em Noronha.
Deixa eu usar o modelo:
- Como foi a sua quarta-feira durante o dia. Conseguiu se manter equilibrado e bem sintonizado com o trabalho da noite?
Fiquei mais ou menos sintonizado.
Senti uma dorzinha de dente a noite, me incomodou bastante, mas consegui me manter bem espiritualizado, rs, apesar da sofrência, rs.
- Que horas deitou? (Lembrando que o encontro é a partir da 1 manhã.)
Fui deitar cedo, fui relapso não fiz técnica logo em princípio. Coloquei o despertador para me acordar meia noite e meia. Acordei, desliguei o despertador e falei: Hoje se eu for, é sem técnica, não vou perder meu soninho, rsrs.
- Cuidou das energias?
Ene, a, ó, Tio.. Não! Rsrsrs.
- Qual técnica fez?
A técnica baiana, deitar e dormir, rs.
- Conseguiu sentir as energias?
Até que senti, senti o corpo espiritual balançar e o frontal meio aberto, mesmo sem técnica.
-Conseguiu chegar lá?
Levantei para relatar isso.
Fiquei semi-consciente numa praia e tinha um Palco dessa vez, como foi dito por alguém nos relatos anteriores. No palco haviam pessoas, uma banda espiritual tocando. O Local estava todo arrumado, com barracas, estava meio escuro. E acho que os mentores meio que puxaram o encontro mais para dentro, pois não vi o Mar dessa vez. Acho que o MAR e seu magnetismo pode estar prejudicando, pois o mar é tenso em algumas dimensões. No palco uma banda quando me viu chegar começou a tocar (Que sacanagem), a música devagar é pressa. Daquela: Eitaaa, que preguiçaaa, que vontade de fazer nada, e depois descansar.
Eu dei muita risada, falando: caramba, como isso chegou do lado de cá? Rsrs.
Nessa hora eu tava conversando com duas pessoas. Uma rapaz meio mulato e um outro que não me lembro 100%.
Falávamos de mudança interna, de melhorarmos as ações sobre espiritualidade.
Depois disso nos encontramos tipo num mirante. Que de lá Dava pra ver Noronha de cima, dava pra ver o mar de cima. (PS: Achei uma IMAGEM e um mirante lá! Que beleeeeza, acabo de ver isso, vou postar aqui.
Era tipo uma casinha com teto de palha, bem simples, mas bonitinha, rústica. Ali ficaram algumas pessoas, e o cantor da banda foi lá também, o cara que estava cantando no palco. E parecia ter me testado, pois ele testou minha consciência brincando: Você viu a música que eu fiz? Eu falei: Você fez? Rsrs. Aquela música quem fez fui eu, rapaz, rsrs. Ele deu uma gargalhada falando: É, eu sei, to brincando.
Eu nessa hora comecei a perder a lucidez falando: Mas você não viu já o curso básico, intermediário, avançado, etc.. Ele rindo falava: Já vi!
Ainda me lembro de chegar nessa hora dois rapazes, haviam acabado de chegar. Um de cabelos bem curtos, parecia bem familiar, tão familiar que agora me confundo com meu irmão, mas sei que não era. Ele tinha o cabelo meio EMO, preto. Ele tava bem empolgado com o encontro, sendo apresentado para todos nós.
Eu brinquei falando: Olha, ele cortou o cabelo, ta uma evolução só com esse cabelão agora! Modernidade! E ria brincando.
Foi quando terminei essa frase e abri os olhos. Estava amanhecendo e me lembrava do cara cantando a música: Devagar é
pressa, rsrs, que temos lááá´na sessão de humor do novo site.
Fiz um esforço enorme e levantei para anotar tudo que vinha me chegando.
Haviam dessa vez mais pessoas, mas não muitas. As pessoas acho que chegavam em horários diferentes. Mas ta valendo.
Uma coisa percebi: Mudaram a cidade para o encontro, há até uma festinha espiritual. Estamos mobilizando muita energia para lá, a ponto de organizarem a cidade para nos receberem.
Noronha no astral, lá naquele lugar, não era só uma ilha com praia, era tipo um festival espiritual, com shows, barracas e um mirante espiritual para conversarmos. Era de noite lá, como se estivesse amanhecendo mesmo.
Enfim,, essas são as lembranças de Painho aqui.
Muita paz e haha, vou voltar a dormir, oxee!
Saulo Calderon


