Joyce Muzy (Primeiro Relato)
Projeções, defesas e o pensamento
Corpo da mensagem:
Tenho experiências com projeções desde pequena, mas não sabia o que era. Quando eu tinha uns 15 anos até participei de um grupo de gnose buscando respostas. Eu me lembro de sentir muito medo, até mesmo daqueles que hoje identifico como mentores. São inumeras histórias, mas o que gostaria de relatar é que tem períodos que vou com frequencia junto a grupos de resgate ou socorristas, principalmente em períodos que antecedem a catastrofes ecológicas, geralmente na noite que antecede. Tb sempre estou dando um rolezinho no umbral, envolvida em inumeras situações. Nesses momento gostaria de ter o senso de humor do saulo e lidar melhor com as criaturas fofas q encontro, mas não tenho muito jogo de cintura (estou tentando melhorar isso!!!) Qdo encontro alguma criatura fofa, a minha primeira reação é me defender de alguma forma e na maioria das vezes qdo volto da projeção, me toco q o fofo só estava alí no canto dele e eu que acabei me apavorando sem necessidade. Na maioria das vezes só me defendo (mesmo sem ter sido atacada, rs..só no susto mesmo) e para isso já utilizei símbolos do Reiki, escudo energético e a ultima foi um cilindro de fogo ao meu redor.
Outra coisa, outro dia em uma projeção, eu estava sozinha (pelo menos não conseguia ver ninguém) aí me dei conta que todo pensamento que tinha fazia eco, era como se eu estivesse falando alto. Fiquei observando e me toquei que os meus pensamentos podiam ser ouvidos.
Isso acontece? De qq maneira ficou o recado: p policiar os pensamentos durante as projeções ou qdo acordada.
Joyce Muzy
Melch (Primeiro Relato)
Como fui apresentado à espiritualidade
Corpo da mensagem:
Bem pessoal, eu não diria que foi uma projeção consciente de fato, mas foi um momento muito bonito de descoberta do verdadeiro sentido da projeção astral. Foi bem recente mesmo, ano passado (2010), acho que era Janeiro, se não me engano (não sabia da importância de um diário projetivo, rsrs) e eu estava com 24 anos; já estudava bastante coisa na internet sobre projeção, chacras e energias, sempre fui fascinado por mistérios, porém não me aprofundava em algo dado como misterioso pois não via sentido algum ou porquê continuar estudando, isso sempre me desmotivava… Até que um dia, após ler uma apostila encontrada num blog eu deitei e dormi. Na madrugadinha eu despertei na esquina do meu trabalho e estava ao lado de uma amparadora; ela era negra, tinha tranças, e uma aparência simples, nada fantasiosa, bem amigável e acessível e me preencheu de um amor que não tinha sentido antes. Neste momento avistei um mendigo que ficava muito na outra esquina e fomos até ele, perguntavamos como ele estava, se precisava de algo… Neste momento caí em devaneios, mas acordei com uma linda sensação que me fez querer muito estudar e praticar a projeção, pois ela acabara de ganhar um lindo sentido na minha vida, daí achei o Iva, os cursos, os amigos do Gva… estamos que estamos, encarando os desafios de peito aberto e tentando manter a sintonia do amparo, um dia a gente consegue ser um serenão!
O amparo é uma realidade, começa aqui, na densidade e pode sim ser levado conosco durante o sono de uma forma linda…
É isso aí pessoal e Saulo, obrigado pela chance de rememorar este primeiro contato com a espiritualidade!
Paz e luz.
Melch.
Rafhael Oliveira (Primeiro Relato)
Primeiro passeio!.
Corpo da mensagem:
Bom dia!
Este meu relato não lembro direito quando foi, não possui uma data e nem um horário preciso, Não lembro direito o dia mas era de madrugada entre 3hs e 4hs.
Após algum tempo praticando as técnicas passei a ter pelo menos uma vez por semana uma catalepsia projetiva. Na maioria das vezes não consegui sair por falta de maturidade mesmo para lhe dar com a situação.
Certo dia, ao deitar para dormir sem fazer nenhuma técnica, meu corpo trava e uma euforia muito grande me tomava conta, senti que estava evaporando, meu corpo esquentava abruptamente como se estivesse em chamas, um mantra derrepente penetrou involuntariamente na minha mente, era o “moolamantra”, pude perceber em pensamento que uma entidade irradiava uma luz de cor violeta sobre mim neste momento.
Quando me dei conta já estava de pé no meu quarto, que apesar de estar com as luzes apagadas eu podia enxergar perfeitamente.
Surpreso com a situação, me dirigi até a porta que estava fechada, consciente que estava fora do corpo pensei em atravessá-la. Sem sucesso, tive que abrir do jeito convencional o que me pareceu bem estranho.
Passando pelo corredor de frente a porta do quarto de minha irmã, pude ver através da parede, ela dormia e o quarto dela estava claro e bagunçado como sempre rsrs! como se estivesse com a luz acesa. Continuei até chegar na porta que dá acesso ao lado de fora. Nesse momento não me lembro de como atravessei esta porta, quando percebi já estava do lado de fora no meio da rua vazia.
O céu estava bonito e a certeza de estar fora do corpo aumentou, pois diferente de um sonho eu tinha o controle da situação, poderia ir para onde eu quiser, quando comecei a pular, pude ver a parte de cima do telhado da garagem de casa, uma felicidade muito grande me veio por estar desperto. Decidi então me concentrar e pedi para meu mentor:
__Já que estou aqui, se houver alguém que eu possa ajudar, estou a disposição…fechei os olhos e meu corpo acordou.
A princípio estranhei, mas acho que entendi a mensagem rsrsrs….Ainda ontem tive um daqueles sonhos lúcidos e todas as vezes que tento ajudar alguém eu acordo na mesma hora. Deve ter alguém bem perto de mim precisando de ajuda eu acho rsrs!!!
Excelente essa oportunidade de cada pessoa escrever o seu próprio relato, dessa forma cada um pode refletir sobre sua própria experiência percebendo e aprendendo coisas sobre ela mesma para melhores projeções futuramente.
Até mais!
Rafhael Oliveira
Marcia Olivetti (Primeiro Relato)
Iniciação
A primeira vez aconteceu há 7 anos atrás, quando conheci uma pessoa que amo muito e com certeza faz parte de toda minha existência, mas que nessa vida e naquele momento não poderia e nem deveria pensar em ficarmos juntos, eu estava deitada muito triste por ter que deixa-lo e ao mesmo tempo muito feliz por tê-lo encontrado, pensava muito nele até que adormeci. Então escutei uma batida na porta e me levantei, mas meu corpo travou, não conseguia me mexer. Caí no chão desesperada, senti que estava morrendo, era tão lúcido… Quando vi que não tinha jeito me acalmei e esperei a morte tranquilamente, minha respiração foi se apagando até que morri. Então acordei.
Passei muito tempo sem entender o que foi aquilo, cheguei até a pensar que morri aquele dia e o que aconteceu depois foi sonho… Até que vi no youtube um curso de projeção do Saulo e resolvi escutar por curiosidade. O interesse tomou conta de mim, tanto que coloquei no mp3 e passava o dia todo escutando, e depois de perder o medo comecei a praticar. Eu sempre vi espíritos desde criança e mesmo com o costume tinha um medo danado, felizmente agora, depois do curso, já não me abalo com eles.
Passei noites sem dormir esperando a tal projeção. Tentei todas as técnicas que encontrei na net, fazia troca de energias trocentas vezes por dia e nada. Então comecei a pensar no que despertou a primeira projeção e resolvi fazer a troca de energia com a pessoa em quem pensava na primeira vez. Então aconteceu:
A após as técnica e adormecer, saí do corpo e estava ao lado da cama pra bebendo água e vi pela janela a porta da casa da minha filha, que fica ao lado, aberta, tinha um homem muito nervoso lá dentro. Quando olhei melhor, a porta já estava fechada e vi um vulto pequeno de mulher se aproximar da minha porta. Atravessei a porta e voei para fora, mas no mesmo instante pensei no meu amor e disse “só quero vê-lo”. Como não o vejo há vários anos e não sei onde ele está, vi apenas uma luz circulando. Então voltei a corpo.
Comecei a fazer a técnica novamente e tive uma segunda projeção.
Saí correndo para fora para ficar longe do corpo, quando cheguei na rua, fechei os olhos e pedi para ajudar, aprender… Apareceu novamente uma luz circulando. Fui levada até um lugar escuro e com muita gente e na minha frente tinha uma pequena criatura que não consegui entender no primeiro momento, parecia que ela não me via, depois entendi que era uma criança mas já estava acompanhada de adultos que pareciam seus pais. Comecei a segui-los na multidão, mas perdi de vista a pequena. Saí procurando e uma mulher pegou na minha mão e fez um gesto de coçar, tipo uma cantada, recusei a proposta e ela saiu rindo. Continuei procurando a pequena menina e fui levada a uma mulher com 3 bebês no colo. Pedi pra segurar um e ela disse que só segurar, mas não ia dar nenhum. Retruquei, mas você tem 3… mesmo assim ela disse que não dava. Peguei no colo o pequeno menino que parecia bem raivoso, e comecei a dizer: “ Que coisa mais linda, você é muito lindo, sabia?” Ele me olhava sem entender, e de repente tudo desapareceu e estava novamente em minha cama.
Marcia Olivetti
Rafhael Oliveira (Primeiro Relato)
Bom dia!
Este meu relato não lembro direito quando foi, não possui uma data e nem um horário preciso, Não lembro direito o dia mas era de madrugada entre 3hs e 4hs.
Após algum tempo praticando as técnicas passei a ter pelo menos uma vez por semana uma catalepsia projetiva. Na maioria das vezes não consegui sair por falta de maturidade mesmo para lhe dar com a situação.
Certo dia, ao deitar para dormir sem fazer nenhuma técnica, meu corpo trava e uma euforia muito grande me tomava conta, senti que estava evaporando, meu corpo esquentava abruptamente como se estivesse em chamas, um mantra derrepente penetrou involuntariamente na minha mente, era o “moolamantra”, pude perceber em pensamento que uma entidade irradiava uma luz de cor violeta sobre mim neste momento.
Quando me dei conta já estava de pé no meu quarto, que apesar de estar com as luzes apagadas eu podia enxergar perfeitamente.
Surpreso com a situação, me dirigi até a porta que estava fechada, consciente que estava fora do corpo pensei em atravessá-la. Sem sucesso, tive que abrir do jeito convencional o que me pareceu bem estranho.
Passando pelo corredor de frente a porta do quarto de minha irmã, pude ver através da parede, ela dormia e o quarto dela estava claro e bagunçado como sempre rsrs! como se estivesse com a luz acesa. Continuei até chegar na porta que dá acesso ao lado de fora. Nesse momento não me lembro de como atravessei esta porta, quando percebi já estava do lado de fora no meio da rua vazia.
O céu estava bonito e a certeza de estar fora do corpo aumentou, pois diferente de um sonho eu tinha o controle da situação, poderia ir para onde eu quiser, quando comecei a pular, pude ver a parte de cima do telhado da garagem de casa, uma felicidade muito grande me veio por estar desperto. Decidi então me concentrar e pedi para meu mentor:
__Já que estou aqui, se houver alguém que eu possa ajudar, estou a disposição…fechei os olhos e meu corpo acordou.
A princípio estranhei, mas acho que entendi a mensagem rsrsrs….Ainda ontem tive um daqueles sonhos lúcidos e todas as vezes que tento ajudar alguém eu acordo na mesma hora. Deve ter alguém bem perto de mim precisando de ajuda eu acho rsrs!!!
Excelente essa oportunidade de cada pessoa escrever o seu próprio relato, dessa forma cada um pode refletir sobre sua própria experiência percebendo e aprendendo coisas sobre ela mesma para melhores projeções futuramente.
Até mais!
Rafhael Oliveira
Erika (Sahaja-GVA) – (Primeiro Relato)
Minha primeira saída do corpo com lucidez
Corpo da mensagem:
Em 2009, aos 44 anos, tive minha primeira projeção astral lúcida. Resolvi deitar um pouco à tarde (por volta de 15hs), para fazer um relaxamento e meditar um pouco. Consegui entrar num relaxamento profundo, percebendo parte a parte do meu corpo, e sentindo ele cada vez mais pesado… comecei a sentir um formigamento percorrendo meu corpo todo. Começou pelos braços, depois as pernas, depois ele subia dos pés à cabeça e voltava para os pés… a intensidade desse formigamento e a velocidade, iam aumentando cada vez mais, ao ponto de eu não conseguir mais controlá-la. Senti meu corpo sacudir, como se eu estivesse tendo uma convulsão, e nessa hora ouvi um barulho intenso como o de uma turbina em minha cabeça, e um estalo muito alto. Logo após, tudo se acalmou, e me senti muito leve. Flexionei meu tronco à frente, como se fosse sentar, porém percebi que minhas pernas desceram passando por dentro do colchão e fiquei de pé bem no meio da cama. Vi meu corpo deitado, e resolvi sair do meu quarto. Quando fui na direção da porta, vi um homem atravessando o meu quarto. Ele vestia uma roupa branca, e era moreno. Ele apenas virou o rosto pra mim, como se me desse um “olá”. Aí fiquei com medo, e quando vi já estava deitada em corpo físico novamente. Infelizmente, o medo atrapalhou a minha primeira experiência lúcida, que poderia ter sido muito mais rica… mas só o fato de ter estado lúcida durante todo o processo de saída, já foi muito bom!! E esse acontecimento foi um grande incentivo pra eu continuar me esforçando para ter novas experiências!
Erika (Sahaja-GVA)
Nathan Nazareno (Primeiro Relato)
Sexta-feira, dia 23 de setembro de 2011, 23 horas e 30 minutos em Goiânia, Goiás.
Saulo: Seria legal escrever, caso seja um relato.
Eu: He, He! Ontem Eu tava tão corrido que não tive como escrever o relato. Vou te contar aqui e depois Eu pego a conversa e reescrevo. Lembra que falei que Eu nunca consegui sair consciente apesar de sonhos reais.
Saulo: Sim, me lembro.
Eu: De sexta para sábado, cheguei em casa meio cansado. Após as ações costumeiras antes de dormir (banho, comida, etc.), deitei com sede. Lembrei de uma de suas técnicas projetivas e pensei: não custa tentar. Detalhe: na sexta-feira eu faço curso de Passe na Casa Espírita Kardecista que frequento. O que facilita o equilíbrio energético. Então deitei e com pouca respiração já estava sentindo o “balonamento” do corpo. Concentrei minhas energias no chakra frontal e meus pés e minhas mãos começaram a formigar e logo depois adormecer… O adormecimento começou a subir e desta vez meu coração não me atrapalhou. Eu havia relatado que quando estava a um passo do desacoplamento do corpo físico meus batimentos cardíacos não diminuem, aumentam, fazendo-me reanimar. Houve aí um blackout que não sei quanto tempo durou. Talvez milésimos de segundos e talvez muitos minutos.
Vi-me em pé ao lado da cama. Levantei os braços, disse: GRAÇAS A DEUS! Lembrei de emitir agradecimentos a você e em seguida disse: NÃO ACREDITO QUE CONSEGUI! Não olhei para o meu corpo pois pensei: Não vou olhar para não acontecer de voltar. Mas senti ainda meus batimentos cardíacos que gradativamente iriam desaparecer à medida que eu me afastasse.
Percebi que Eu estava a uns 50cm acima do chão e primeiro pensei vou pisar no chão para ver… pisei lentamente o pé esquerdo. Senti o frio da cerâmica e logo o pé direito. Naturalmente real.
Saulo: hehe, que legal
Eu: Eu disse: Vou vazar na braquiaria! quero andar para tudo que é lado! Fui à porta de saída que fica perto da cozinha e falei: Não quero nem saber de água! Meu corpo não vai morrer! Abri a porta e fui ao elevador. Havia alguns espíritos tentando usar o elevador, mas não entendi o que faziam lá. Sei que não eram pessoas encarnadas porque o que iriam fazer agrupadas naquele horário no mesmo nível de altitude do elevador, uns do lado de fora outros do lado de dentro e alguns pareciam que estavam no meio da parede, sem fisionomias definidas, meio sombra, meio gente. Não parei para interagir com ninguém.
Desci e vi que novamente estava em cima de novo. Desci novamente e estava no mesmo lugar… repeti de quatro a seis vezes.
Até que me vi próximo a rua. A paisagem havia perdido a cor… tudo estava cinza em diversos tons.
Havia apenas um carro branco de modelo sedan parecido com um Mondeo ou Siena arredondado, e um rapaz desesperado a se debater atrás do carro como se ameaçasse esmurrar o carro e puxar os cabelos… Pensei diversas coisas a respeito, como problema mecânico do carro dele ou uma ele estava tentando roubar o carro. Mas não o julguei.
Levantei os braços, com as mãos estendidas em direção a ele, os dedos entreabertos e relaxados com as pontas dos dedos virados para ele, a uns cem metros de distância. Comecei a dizer: Fique calmo! Se acalme! Calma! Calma!… Vi alguma coisa em volta das minhas mãos como se fosse uma fumaça verde que fluía em direção a ele.
Pensei imediatamente: as pessoas vão me ver de mãos para cima e vão me achar louco e abaixei os braços. Mas logo disse: O problema é de quem achar que sou louco, mas o rapaz precisa da minha ajuda. Então continuei.
Logo fui arrastado para o corpo com o som de um alarme de um carro disparado na rua… Levantei preocupado e com uma culpa de que Eu não havia feito nada de bom para ninguém exceto me divertir. Mas logo me lembrei do rapaz desesperado e me conformei. Olhei no relógio e era uma hora da manhã. Havia se passado uma hora e meia desde a hora que tinha deitado. Então tomei a água (fisicamente) e voltei a dormir.
Saulo: Manda sim, Para não perdermos o relato.
Eu: Então foi isso. Posso enviar o relato como se estivesse conversando com você. Acho que fica melhor e mais gostoso de ler.
Por Nathan Nazareno.
Fabio Henrique (Primeiro Relato)
PROJEÇÃO PATROCINADA
30/09/11
Acordei por volta de 03h20min de uma manhã de quarta, me esqueci de anotar a data, mas foi agora em setembro. Acordei como sempre espirrando, pois tenho rinite, e resolvi fazer algumas técnicas mesmo minha esposa estando ao meu lado. Estava lá na cama e o meu nariz me agoniava muito então resolvi desistir da projeção.
Adormeci e então comecei a ver uma janela abrindo diante de mim, havia uma luz muito bonita. Comecei a ver claramente as coisas então pensei: – Consegui, consegui sair do corpo. Uma alegria muito forte preenchia meu ser. Eu estava em um lugar muito bonito, muito parecido com essa praia acima, sentia o ar passando por mim, passava a mão para um lado e areia se movimentava juntamente com as folhas das árvores que ali estavam, como se eu tivesse poder sobre o ar. Vi muitas pessoas de branco, com roupas simples e bonitas ao mesmo tempo. Uma moça muito bonita veio até mim e disse: – Oi Fabio, você veio finalmente e me abraçou como se me conhecesse de muito tempo. Aquele momento foi mágico, porém logo fui levado a uma cidade onde mulheres seminuas e até nuas passavam por mim o tempo todo, e então não conseguindo me conter fui até uma casa com três mulheres. Fui fortemente assediado a praticar sexo com elas. Estava lá, não conseguia me controlar, tinha absoluta certeza de que não podia fazer aquilo, porém era cada vez mais forte então ouvi uma voz no meu ouvido esquerdo, era uma voz feminina, não sabia de quem era. Ela disse: – VOLTA, então acordei no mesmo ato, me lembrando de tudo e sem sono algum. Logo olhei pra minha esposa que estava dormindo ao meu lado e me envergonhei muito, porém não contei a ela sobre o acontecido. Espero ter outras projeções e que eu seja útil das outras vezes.
Fabio Henrique


