Amparando num cemitério.
Bom dia, amigos!
Essa noite foi tensa, até com dor de cabeça acordei. Só veio passar agora a pouco quando tomei uma Dipirona!
Tem momentos que repercute na gente, não tem jeito! Mas acontece e faz parte do processo.
Somos muito sensíveis, a maioria é insensível somente para percepção, mas somos totalmente susceptíveis às influências espirituais. Muito mais do que imaginamos…
Eu fui dormir cedo com grande cansaço por causa de uma gripe que estava já no finalzinho, mas fiquei acabado durante o dia.
A experiência começou totalmente inconsciente. Eu estava num local que haviam policiais e eles me levaram na viatura com eles. Durante o processo fiquei com medo deles. Percebia que não eram camaradas. Num certo momento um jogou um tipo de spray de pimenta nos meus olhos, fiquei quase que apagando de tão pouca lucidez. Eu nem sabia que estava fora do corpo até então.
Pararam o carro e me mandaram descer falando: Agradeça por não lhe matarmos (falaram isso com arma em punho).
Saí dali preocupado em como iria pra casa atordoado e no meio da madrugada, pois estava muito escuro.
Esfreguei os olhos e consegui começar a ver alguma coisa.
Nessa hora comecei a ter leve noção que poderia ser projeção, mas é curioso nosso nível de lucidez e variação fora do corpo, eu ainda não tinha despertado.
Vi um caminho para sair dali por um tipo de montanha. No caminho era um cemitério. Eu pensei em não ir por ali, mas resolvi ir mesmo assim, já tava na merda mesmo (pensei).
Subindo uma escada vi 3 pessoas (espíritos), mal encarados falando que não iria poder passar por ali, que era território deles. Nessa hora abri a lucidez de vez e vi meu falso engano. E falei: Amigos, sei que tô fora do corpo e numa situação ruim, pois nem voar agora eu to conseguindo. Não quero confusão, mas é por aí que vou passar. Eles abriram caminho falando que iam deixar, mas que soubesse que o local ali pertenciam a eles.
No meio do caminho a lucidez abriu ainda mais e me acalmei!
Parei na escada, juntei as mãos e me conectei com os amigos espirituais. Senti minha visão aumentar. Percebi a forma de pensar diferente e já falei em voz alta: Onde posso ser útil?
Impressionante que quando despertamos, mesmo num lugar como aquele ou em qualquer lugar, ao invés de vermos problemas e medo, começamos a ver oportunidade de ajudar, de amparar!
E olhando para aquele cemitério escuro e medonho, me vi pronto para ajudar!
E foi pensar isso e ser levado para um local ali mesmo. Vi uns barulhos de madeira. Havia um espírito preso no caixão ali. Ele percebia minha presença e gritava por ajuda:
- Me tira daqui, pelo amor de Deus.
Todo mundo passa e não me tira.
Por favor, me ajude!
A mão dele saia para fora da terra, e via partes das pernas também (Se é que poderia chamar aquilo de pernas), eram ossos com pedaços podres de carne.
Mas eu estava dominado por um amor grande, claro que não era meu. Era a sintonia com os amigos espirituais.
Invadi a terra e puxei o corpo dele inteiro para fora. Ele agarrou-me com força incrível, pude sentir a ponta dos ossos dos dedos dele nas minhas costas.
O cheiro era impressionante, carne apodrecida!
Senti fortemente. Mas não tive nenhuma vontade de sair dali, pelo menos dessa vez não.
Deitei ele no chão juntei e comecei a dar um passe passando as mãos sobre o corpo dele. Era um passe de toque. Sentia energias passando pelo meu corpo espiritual e indo para ele. Ele gemia de dor e ao mesmo tempo agradecia ter sido tirado dali.
A aparência dele estava de acordo com o corpo.
Não tinha nem globo ocular, imagino que ele enxergava pelo corpo espiritual, ou sei lá por onde, pois pelos olhos é que não podia, já que a cabeça era só uns poucos cabelos, ossos e carne pendurada.
Nessa hora comecei a rezar baixinho um Pai Nosso enquanto continuava a dar um passe e de olhos fechados.
Ele foi adormecendo, gemendo mais baixo até que dormiu ali no chão!
Percebi sua aparência então melhorar, não ficou perfeita, mas tava bem melhor.
Era um homem já com os seus 30 anos mais ou menos e não tinha mais aquela aparência do Freddy Krueger.
E falei pros mentores: agora que ele dorme vocês deixa ele bonito, na hora do VAMUVE tava tenso!
E ao dar uma risada senti o puxão do corpo.
Abri os olhos e ainda estava de noite.
O cabeçudo aqui resolveu voltar a dormir, tal era o sono!
Pela manhã ainda lembrava de tudo e me mantive em silêncio montando todas as lembranças.
É interessante como o mundo espiritual e aqui ao nosso lado agora tem gente para ser ajudado!
Alguns estão indiferentes, eu diria: Inconscientes!
Se mudar a forma de ver as coisas, a moldura da vida, o quadro se transforma na sua frente!
Como vemos a coisas?
Vivemos em sua maioria somente para nossas preocupações, é a verdade.
Todos nós!
A ajuda está no ar, é um sutil chamado que chega para todos.
A maioria precisa pedir ajuda.
Mas é só colocar-se à disposição que percebemos que mesmo pequenos, podemos ser imensamente úteis!
Um ótimo dia, irmãos encarnados!
Saulo
Um espírito amargurado
Bom dia!
Essa noite estive em vários lugares fora do corpo.
Fiz dois amparos e também num tipo de casa com um lindo jardim no mundo espiritual.
Mas a experiência que mais me marcou foi de um senhor que morava sozinho e meio que aprisionado numa casa. Ele não saia nem deixava ninguém entrar!
Disse que só o neto dele entrava!
Aí fingi ser o neto dele falando por uma pequena visão da janela:
eu sou seu neto!
Era um senhor de cabelos brancos, bem magro, olhos profundos e cheios de ódio.
Não entendia bem, mas ele estava num processo extremo de loucura.
Assim que falei que era seu neto ele se acalmou e me deixou entrar.
Começou a reclamar comigo que o mundo era injusto, que ninguém tinha o deixado fazer o que queria, que foi atrapalhado por todos.
Aí comecei a conversar com ele que esse não é mesmo um mundo fácil. Que aqui a sensação de injustiça é bem grande por vezes mesmo, que não era só com ele que isso acontecia.
Nessa hora ele ficou muito bravo e começou a se descontrolar.
Meio que quis me atacar esquecendo até mesmo que eu era o Neto(e não era).
Sua aparência ficou avermelhada, o ódio deixou seus olhos vermelhos e agarrei ele e joguei no chão para que não me atacasse.
Nessa hora ele com muito ódio mordia meu ante-braço que claramente parecia ser tirado pedaços de carne, percebia a raiva dele. Seus dentes afiados e pontiagudos.
Ele rosnava e saia até uma baba branca de tanto ódio. Pedia para que o soltasse aos berros. Era como se fosse um bicho!
Larguei ele e ele foi para o canto e pediu para eu sair dali gritando!
Não deu para fazer mais nada e acabei saindo!
Quando dei um passo fora da casa abri os olhos no corpo!
Acordei meio assustado, a repercussão foi levada ao corpo físico.
Abri os olhos e com muito sono falei baixinho: POOORRA!
(Desculpe o termo, mas foi o que falei).
Rezei e adormeci.
Difícil compreender as coisas no mundo espiritual às vezes. O nível de consciência das criaturas é algo que fico de boca aberta. Acho que preciso estudar mais a mente humana, sério!
De todo jeito tentei fazer algo.
E o mais curioso é que não são poucas as consciências nessa situação.
Tanto aqui como do lado de lá!
Fica aqui registrado essa tentativa de amparo.
Um grande abraço,
Saulo
Ah! Voar…
Bom dia, queridos irmãos que nem eu, no chão agora!
Clique play no vídeo antes se possível!
É uma versão do Joe Satriani chamada: Flying in the Blue Dream, ela meio que me lembra a sensação de liberdade voando.
Não é new age, mas vale a pena ouvir!
Amigos, VOAR É BOM DEMAIS!
Fui dormir uma e meia da manhã mais ou menos. Fiquei sem sono e aproveitei e estudei algumas coisas para a faculdade.
Lá pelas 3 da manhã comecei a sentir um sono e resolvi relaxar com a visualização mental de sair do corpo, como existe na técnica do relato projetivo, contida no cd Viagem astral Volume I (Nunca fizemos o volume II, ainda não).
Senti o corpo começar a dar umas balançadas, o corpo astral, claro.
Logo senti a catalepsia projetiva e como estava brincando com a mente de sair, o alvo mental foi forte e numa saída forte me afastei do corpo indo até a janela da sala!
Olhei para o céu e vi as estrelas, parecia estar amanhecendo… O céu fica sempre assim fora do corpo quando estamos lúcidos…
Que força, que lindo! Senti meu corpo espiritual totalmente vibrar. Uma alegria tomou conta de mim.
Foi mais forte que eu. Num pulo e num impulso de turbina voei e subi numa velocidade impressionante! Havia uma força propulsora nos meus pés.
Dei piruetas no ar, descia e subia. Brincava com essa força. Subia e descia sem problemas, e olha que tinha problemas para descer, dessa vez foi fácil!
Peguei velocidade e fui até perto do mar! Fiquei brincando com isso. Subia numa altura de mais de 1KM com certeza, e descia de vez, sentindo aquele frio gostoso na barriga até encostar as mãos no mar. E voltava a subir!
Recife estava linda, O mar estava até calmo (diferente do que via).
Vi um barquinho parado num porto em algum local mais distante. Em segundos cheguei nele. Sentei no cantinho e fiquei ali olhando para aquela visão maravilhosa!
Calmo, lúcido e sentindo uma paz e liberdade indescritível fechei os olhos e pedi a algum mentor que viesse até ali falando:
- Normalmente nem gosto de ver mentores, até para não ser enganado, mas hoje queria bater um papo. Tenho certeza que é difícil ser assediado nesse momento.
E uma voz feio forte de um amigo flutuando em cima da alma, olhei e reconheci ele. Sabia quem era, apesar de agora já não me lembrar dele. Abracei ele falando com toda certeza: POOXA, to encarnado já há um tempãoo, que saudade!
Ele abraçado comigo e rindo muito falava: Você não perde essa mania de ficar voando por aí!
Eu meio com a consciência pesada falava brincando: EITa, é! Podia estar ajudando por aí!
O amigo não me deixou me sentir culpado falando: Calma, calma, tudo ao seu tempo, curta um pouco essa liberdade, ela faz bem!
E falei: RAPAZ, bem que todos poderiam sentir isso, amigo.
E ele falou de novo: – Muitos sentem, só não lembram!
Todos são libertos, as prisões que existem são conscienciais! São mentais!
Para chegar nisso é preciso um despertar, acordar em si mesmo.
Não adianta a gente entrar e bater na porta, eles quem tem que abrir a porta interna e sair.
Todos são livres, só não descobriram ainda isso!
O batepapo demorou!
Fiquei um tempão falando sobre liberdade.
Até que falei: Amigo, vou pegar essa onda no céu de novo, é bom demais voar!
Ele deu uma gargalhada gostosa e foi comigo.
Quando cheguei a uma altura que mal dava para ver as ondas do mar se mexendo falei: Vou voltar pro corpo, não quero esquecer nada disso!
E foi imediato!
Senti tudo ficar preto e novamente a sensação de frio na barriga!
Abri os olhos não lembrando de quase nada.
Fui me lembrando aos poucos mas não levantei da cama. Começava a amanhecer mesmo. Tinha meia hora até meu despertador me acordar para o trabalho.
Acordei agora cedo e fiquei quietinho esperando tudo se juntar para não esquecer de nada!
Resolvi dividir essa experiência, mas queria mesmo que todos pudessem sentir a felicidade que é estar livre fora do corpo.
Aqui é bom, mas não se compara ao mundo espiritual, e olha que estou voando estando encarnado, ou seja, ainda limitado pelo cordão de prata e nível consciencial baixo!
Estamos tão adormecidos, não temos noção do quanto!
Tão adormecidos que achamos que somos daqui, risos.
É o mesmo que pensar que somos a roupa que vestimos, é meio ridículo assim!
Um ótimo dia, amigos.
E linda páscoa (2012) para todos.
E repito: amigos, VOAR É BOM DEMAIS!
Do amigo voador à todos os voadores,
Saulo
PS: Eu devo ter perdido a consciência em algum momento, ou ter tido alguma variação pois a sensação de estar fora do corpo foi de aproximadamente uns 30, ou 40 minutos! E como fui dormir lá para 3, acredito que deva ter adormecido a consciência por um tempo grande. Mas como fora do corpo a sensação do tempo é bem estranha e relativa, fica aqui algo curioso a ser estudado: o tempo e espaço fora do corpo em relação ao que estamos acostumados na dimensão física!
Projetado com minha Mãe em Alegre Espirito Santo
Recife 19 de março de 2012!
Essa experiência Aconteceu de domingo pra segunda.
No começo parecia sonho.
Tava em cima de um edifício e estava muito escuro.
Via Patrícia e Natália (Minha cunhada e esposa) comigo. Patrícia meio que reclamava de ter árvore dentro da casa e eu brincava com isso. Ela saiu voando de cima do prédio.
Natália tentou também mas caiu e ouvi ela falar que caiu em cima de uma piscina.
Eu fui tentar mas percebi que ia cair se tentasse.
Voltei e perguntei a um povo que estava sentado:
Vocês viram os mentores por aí? Eles me largaram semi-consciente aqui (engraçado eu saber que estava semi-consciente.
E aí acordo em catalepsia após isso.
Eu estava deitado e preso ao corpo quando olhei uma porta semi-aberta.
Estava meio escuro e vi minha mãe
Senti uma queda para o lado e levantei da cama, fiquei na dúvida se estava fora do corpo pois estava muito igual. (normal, sempre faço isso).
Fui até o quarto de minha mãe que parecia bem ao lado.
Ela estava deitada, eu cheguei brincando e falei:
MAE, quer ir dar uma voada?
(Nesse momento enquanto escrevo, são 2:50 da manhã, sinto os característicos arrepios pôs projeção.)
Ela vamos, filho vamos!
Ela falou muito feliz.
Aí perguntei: onde quer ir, mãe?
ela falou: EM ALEGRE, sem dúvidas.
Alegre é a cidadezinha no Espírito Santos onde ela nasceu.
Peguei a mão dela e decolei voando com ela numa facilidade impressionante!
Era muito fácil voar! Estávamos acompanhados, com certeza.
A alegria de minha mãe em fazer aquilo era como se fosse uma menina de novo. Mas esbanjava alegria.
Era lindo ver ela feliz.
Brinquei com ela no ar, mostrando as coisas embaixo e falei: Mãe, pense em alegre que os mentores vão nos puxar, não se assuste que vai ficar tudo meio que preto.
E aconteceu. Tudo ficou meio que preto, olhei para ela e ela continuou feliz.
E senti que além de viajarmos para lá, estávamos voltando no tempo, com aparência de Alegre no passado!
Senti claramente isso!
Chegamos a cidade, ela lembrava o nome das ruas.
Eu olhava com ela e falava: olha, essa rua é dali, né?
Aí ela me falou de uma tal de Jaboticabeira, algo assim, claro, árvore de jabuticaba.
Voávamos baixo, e ela queria ir nessa árvore que nunca ouvi ela citar antes.
Falei para ela pensar, que os mentores ajudariam, mas não conseguimos ir não.
Então essa hora ficou meio confuso. Ela pousou e falei: Mãe, temos que voltar, muito tempo fora do corpo podemos não lembrar. Ela: Não, não vamos perder essa oportunidade. E repeti: Mas mãe, a consciência da gente vai se alterar.
Ela não, vamos ali!
E ela chegou num tipo de loja que tinham caixões para vender. Era um vendedor de caixão, que coisa louca!
Nessa hora eu estava ainda bem lúcido, mas percebi que ela não!
E ela sumiu!
E pensei: Pronto, voltou ao corpo! Tenho que voltar agora também!
Pensei no corpo e abri os olhos em catalepsia.
Ainda via o quarto como na hora que vi ela, com portas semi-abertas.
Como se eu estivesse em outra dimensão e o corpo na física, pois era diferente.
Meu queixo batia forte por causa da catalepsia. Se movimentava para lá e para cá procurando o comando do corpo.
Engraçado isso pois sinto isso sempre, o queixo meio que fica solto, parece uma semi-epilepsia.
Até que com muito esforço e sem perder nada de lembrança abri os olhos.
Quer dizer, aparentemente não perdi nada!
Estou aqui acordado e tentando falar com minha Mãe.
Sei que ela vai tomar um susto comigo ligando essa hora.
Mas é preciso, senão ela não vai mais se lembrar!
LIGUEI!
Acordei ela, ela estava sonhando e não se lembra de quase nada, que pena!
Mas era um sonho lúcido.
Mas ela falou que tinha mesmo uma jaboticabeira que gostava de ir, e era bem perto de Alegre (Cidade que fomos), e que ela ia lá às vezes e tinha boas lembranças e que é mesmo um lugar que ela gostaria de ir.
Ela nunca havia me falado nessa jaboticabeira.
Bem, vou voltar a dormir!
De manhã corrijo o texto, sono DUCARAMBA(Pra não falar palavrão).
Paz e luz.
Saulo
Relato: Menina no mundo espiritual – Confirmação
Antes de ler o relato, se possível ouça a canção pois para escrever procurei uma música que se encaixasse com a sintonia, ela sintoniza muito com a energia que senti.
Recife, domingo 4 de Março de 2012
Essa noite tive um relato curioso!
Fui dormir após gravar o FAQ 100 com muita alegria no coração, muito feliz!
Deitei e senti um sono muito gostoso, fiz uma pequena técnica mas não consegui terminar pois perdi a consciência.
Lembro-me claramente de estar numa casa e ser chamado para cuidar de uma menina do lado de fora.
Era uma menina loirinha, entre 3 e 4 anos.
Ela brincava numa praça e me senti tutor dela.
Senti um amor muito grande.
Eu estava bem lúcido e não entendia muito bem por qual motivo havia estado ali, só que me sentia praticamente como pai dela, como protetor.
Ela brincava enquanto eu sabia que sua mãe viria vê-la.
Nessa hora a mãe dela chegou e ficou nos observando de longe.
Ao se aproximar percebi claramente que a menina correu, correu pra longe.
Fiquei preocupado e fui atrás dela.
Até que achei ela e chamei a atenção pegando no braço dela.
Nessa hora ela ficou pequenina e pareceu uma bonequinha nas minhas mãos, percebi que ela estava doente, claramente ela me parecia com algum problema. Ainda briguei com ela assim mesmo falando: Você não vai correr mais não!
E a levei de volta para onde estávamos.
Só que perdi a lucidez após isso, pelo menos não me lembro de nada mais.
Ao despertar no corpo a sensação era muito forte. Lembrei-me sem dificuldades.
Comentei com minha esposa de manhã, contando cada detalhe.
Falei que alguma coisa aconteceu, ou aquela menina era minha filha e estava doente, ela chega falou: Vira essa boca pra lá, Saulo!
Mas falei:
- Natália, eu vi essa menina, não sei por qual motivo, acho que foi algum amparo então.
Foi uma experiência que me marcou. A sensação de Zelo pela menina, ela correndo de mim, a minha preocupação, vê-la doentinha! A mãe dela por perto. Sei que alguma coisa certamente aconteceu.
E deu saudade dela, pois a sensação foi muito forte.
Muita paz e luz para a menininha e sua família.
CONTINUA ABAIXO A SEGUNDA PARTE DO RELATO:
Segunda parte.
No finalzinho da tarde de segunda-feira recebi uma mensagem de uma mulher(cujo o nome vou deixar no anonimato por respeito), pelo facebook com o seguinte conteúdo:
Respondi a ela com o relato que eu não havia escrito por não saber a procedência, nem saber se aquilo só existia no mundo espiritual. Ela já respondeu a mensagem muito emocionada e comentando alguns fatos curiosos sobre data e que também um centro espírita havia dito a ela que a menina estava como tamanho que relatei mais ou menos.
Fica aqui confirmada a presença dos amigos mentores, que não procuram pessoas perfeitas para o trabalho (Senão não achariam ninguém), somente aqueles que se colocam à disposição do amparo.
Que vibremos para que todos fiquem em paz.
Muita paz e luz.
Saulo
Relato: Questionando Deus fora do Corpo – 01/03/2012
Questionando Deus fora do corpo.
Peço se possível que leiam o relato ouvindo essa canção abaixo. É o Adágio da Sonata ao Luar, de Bethoven. Uma versão linda da velha e boa novela BRAVO!, que meu pai assistia e aprendi a ouvir desde pequeno.
Essa noite após brincar de novo com a visualização de voar antes de dormir, acabei me vendo lúcido fora do corpo.
Apareci num tipo de morro onde lá de cima podia ver boa parte da cidade, não sei qual cidade estava…
Vi algumas pessoas me insinuarem idéias sobre sexo, antes que se aproximassem sai voando dali por um tipo de varanda de uma casa.
Desci e fiquei voando baixo para não acabar caindo, pois quando fico muito alto sempre me dou mal.
Fui baixinho e vi várias pessoas pela rua, não sei se encarnados no corpo ou fora, ou desencarnados.
Mas eram tantas ilusões…
Vi dois caras semi-desnudos e com garrafas de cachaça nas mãos, mas segui adiante por perceber que não poderia ser útil ali.
Eu procurava algo para fazer.
Mais a frente vi uma mulher andando em pequenos círculos. Aproximei-me e percebi que ela repetia quase gritando: CADÊ ELA, CADÊ ELA, EU PEGO ELA!
E repetia isso o tempo todo.
Pensei em talvez ajudar, mas fui contido por alguma força, certamente de algum mentor por perto.
Continuei e vi mais dois caras armados logo adiante.
Brincavam com a arma em ver quem conseguia assustar mais a região.
Também não me atrevi a chegar perto.
Um deles olhou para mim e apontou a arma falando e rindo: Aquele pássaro ali é ótimo para matarmos, e deu uma gargalhada monstruosa.
Mas não fez nada.
Senti um certo puxão magnético quando ele falou isso, mas não cheguei a cair do vôo.
Vi o mar distante e fui voando até lá.
Vi uma praia cheia de sujeira. Certamente ali era uma dimensão bem densa, não sei informar qual, mas ou a primeira ou a segunda.
Pousei na praia e senti meus pés afundarem na areia pegajosa. Sim, parecia uma lama!
Tentei voar e não consegui mais.
Nessa hora me ajoelhei naquela lama, com as mãos já meladas por aquela areia rezei procurando Deus.
E perguntei a Ele:
Deus…
Pai…
Sei que isso faz parte da evolução e do nível de consciência que no momento estamos, mas… Por que não podemos ajudá-los?
Por que temos que ficar tão inconscientes e fazendo coisas tão impensadas?
Estou nesse momento fazendo um esforço grande para manter a lucidez e pedir ajuda a ti.
Nem sei se perderei a consciência aqui nesse lugar e durante a prece.
Nessa hora senti uma energia muito forte ao meu lado, meu corpo vibrou por completo e não tive uma resposta com voz, mas senti meu corpo espiritual sendo puxado para o meio de um local onde haviam vários espíritos.
Senti uma força enorme dentro de mim, e percebi que ao meu redor vários espíritos começaram a me olhar.
Eu já havia passado por aquilo antes.
E vi que através do meu corpo uma luz foi jogada em direção a pelo menos uns 10 espíritos. Que se aproximavam.
Nessa hora ouvi algo bem forte mais ou menos assim:
É através da boa vontade que podemos atuar.
É preciso que se coloquem à disposição, pois a ajuda chega por vocês mesmo.
Quando vocês começarem a se amar mais, tudo ficará mais fácil.
O sofrimento é fruto além da inconsciência das atitudes pessoais, da falta de compreensão uns com os outros.
Na pista da vida na Terra, o homem ainda vive demais só pra si mesmo, por isso sofre tanto.
A força foi tão grande que perdi a lucidez e não lembro mais de nada.
Acordei sem quase lembrar de nada, era madrugada ainda.
Acabei adormecendo e pela manhã fui montando o cenário.
Meu cardíaco tá muito aberto hoje.
Essa experiência mexeu demais comigo.
Estamos conectados..
Não percebemos, mas não dá para ser feliz enquanto alguém está andando sem rumo.
É preciso além de respeitar cada coisa, saber colocar-se à disposição.
A gente não pensa muito em ajudar.
O que vi fora do corpo foi muito forte, mas parando para pensar agora é somente o reflexo do que nós somos…
Nós somos assim, todos nós.
Em alguns momentos ficamos insanos, perdidos, até mesmo loucos…
A grande dificuldade é que raras criaturas conseguem olhar para o lado sem ter raiva, julgamento e estando verdadeiramente desprendido de si mesmo.
É preciso na verdade uma coisa que parece simples, mas que estamos muito longe ainda de compreender:
AMOR!
Amor na sua forma mais simples.
Amar sem perguntar por quê!
Amar sem julgar.
Amar e fazer a sua parte em silêncio.
Com fé que não estamos sós e que algo lá em cima parece procurar alguém que queira ajudar compreendendo o momento de cada serzinho nesse planeta.
Assim como esses irmãos de luz ou essa coisa que falou comigo faz: ama e ajuda sem esperar que sejamos perfeitos, sem nos perguntar nada, só faz a sua parte e procura ser útil.
O mundo espiritual nas zonas densas é o reflexo do que somos aqui.
Questionei Deus pois eu sei que alguma coisa maior, não sei se uma, se várias, mas tem melhor lucidez do que a gente, pode entender e dar uma visão mais profunda do por quê tanta ilusão.
Na teoria nós sabemos muito bem isso, mas quando vemos pessoalmente e na prática é bem diferente…
No momento sinto-me dormindo, apagado…
Apagado como se no fundo fôssemos muito mais do que somos, e andar por essas zonas lúcido não quer dizer absolutamente nada. É triste na verdade, muito triste. Faz parte do que somos e da repercussão de nossas atitudes, é assim que aprendemos, mas mesmo assim continua sendo triste.
É extremamente confuso e triste ver tanto ser em sofrimento.
Eu consegui listar algumas coisas que vi nesse saída, mas como por aí estamos apagados, cheios de conceitos, presos em nós mesmos, todos nós.
Não sei o que respondeu, mas alguma coisa chegou perto e resolveu mostrar que somos nós quem temos que fazer algo. Que a ajuda está aí a todo momento, mas é uma questão de colocar-se à disposição. De abrir a rádio, a sintonia para isso e sei que de alguma forma também compreende até esse nosso momento de pensar demais só em si mesmo.
Um lindo dia amigos, e que façamos a nossa parte.
Sem julgar, sem condenar, sem apontar.
Mas desprendidos de verdade, que amemos as pessoas como elas são.
Sem cobrar que sejam perfeitas, pois longe estamos disso…
Bem longe…
Muita paz e amor.
Saulo
RELATO: Ajudando fora do corpo e nível de Consciencia…
Olá, bom dia amigos espirituais encarnados!
Se possível peço que leiam o texto ouvindo a canção do Secret Garden (Sona), pois escrevi o mesmo ouvindo-a. Vai ajudar a entrar na sintonia do relato.
É só clicar play logo abaixo:
sona.mp3
Essa noite tive uma projeção de amparo que mexeu muito comigo.
O tempo que ficamos fora do corpo é pequeno…
A verdade é que não conseguimos ficar muito tempo lúcido fora do corpo, talvez ainda fiquem mais aqueles que estejam perto do amparo, da assistência, pois se aproximam dos mentores e são ajudados nisso.
Sempre que me vejo fora do corpo é difícil não me colocar à disposição!
Ontem a noite fui deitar pouco mais de meia noite.
Fiquei brincando com a visualização de voar, de me ver saindo do corpo.
Acabei adormecendo e me vi mesmo lúcido fora do corpo numa região umbralina. Percebi isso pois tudo ao redor era mais ou menos escuro e sentia o pesado clima natural dessas regiões.
Sentir a lucidez bem elevada. Olhei para o céu e estava lindo! Com um escuro meio azulado.
Não agüentei e peguei um vôo mas não subi muito. Pousei logo na frente em meio a algumas pessoas passando.
Nessa hora ouço uma mulher que estava sentada numa calçada, no chão.
Aproximei-me por intuição e ouvi ela reclamando:
- Não faz sentido… Pra quê esse sofrimento todo, não agüento mais essa vida sem sentido…
- Por que a vida simplesmente não acaba, não faz sentido…
Totalmente intuido me aproximei dela e falei:
- Olá, querida amiga!
Quer sair dessa situação?
Ela respondeu:
- Mas como, como?
Eu não tinha controle do meu corpo nesse momento.
Levantei minha mão para ela e falei totalmente controlado pelos mentores:
Venha… Vou te mostrar uma coisa…
Ela levantou a cabeça e pegou em minha mão.
Segurei seus dois braços por trás, e decolei voando com ela numa velocidade impressionante.
Em segundos estava numa altura que dava para ver toda a cidade e o Mar lindo se misturando com o azulado escuro do céu.
Ela começou a sorrir numa alegria contagiante enquanto falava alto:
Deus existe! Deus existe! Que lindo, que lindo!
E gritava falando isso.
Senti voar ainda mais alto e para cima, passamos por entre as nuvens e falei a ela ainda controlado:
Vai com Deus, amiga. E joguei ela para cima e percebi que mãos invisíveis a pegaram e só percebi ela sumindo, provavelmente mudando de dimensão…
Senti uma alegria me dominar, um amor fora de série, uma sensação de fazer parte de uma união maior, senti a conexão que temos com todos.
Ao mesmo tempo uma vontade grande de ajudar a todos.
Olhei para o horizonte, LINDO, LINDO!
E aí a merda começou!
Resolvi descer voando e ainda não aprendi a fazer isso!
Desci rápido demais e aquele frio na barriga que incomoda muito ficou muito intenso. E como sempre volto por corpo ao fazer isso.
Abri os olhos no corpo lembrando de tudo e falei baixinho:
Poxa, mentores! Sacanagem, pelo menos vocês poderiam ter me deixado no chão de novo, e dei um sorriso na cama.
Acordei pensando naquela mulher.
Ela sentiu esperança voando…
Os mentores sabiam que só precisava injetar motivação nela, e fizeram isso da forma que tinha certeza que mudaria ela.
Sair do corpo como falei acima, é algo que dura muito pouco tempo.
Cada um faz o que quiser nessas horas.
Alguns vão para dimensões mais altas, outros ficam inconscientes.
Alguns encontram ETS, ou até vão para outros planetas…
Tudo é válido…
Eu prefiro me colocar à disposição do amparo.
Além da satisfação de poder ser útil e participar de um projeto lindo, a sensação interna que fica é algo que nada pode dimensionar!
Agora cedinho vindo pro trabalho (tô escrevendo isso aqui). Vim ouvindo essa canção Sona que postei acima.
Minha esposa vinha conversando comigo e eu pensando em como podemos ser úteis a cada criatura aqui.
De como podemos ter alguns raros atributos de Super Heróis, como ajudar quem precisa, como ter paciência, compreensão.
Escrevi sobre isso antes de dormir, numa imagem que postei no FaceBook.
Nessa hora vi um cachorrinho chorando atravessando a rua.
Meu coração passou do limite.
Pisei no freio e tomei uma bronca do carro atrás.
Quase parei o carro na pista e quase larguei o carro para ir ajudar o cachorrinho que percebi que algum carro havia machucado ele ou batido…
Com lágrimas nos olhos não desci do carro. Pois não tinha onde parar o carro.
E pensei em cada ser do ambiente.
Em cada um ser humano, ou qualquer animal que sofre por vários motivos.
Tadinha da esposa, que ia conversando e não mais prestava atenção a ela.
A imagem do cachorro sofrendo me derrubou.
Deixei ela no trabalho e fui sozinho com a canção em modo Repeat e meditando sobre o mundo que vivemos.
Nessa hora percebi o quanto podemos ser úteis, para todos.
O que para muitos é um lugar pesado, para raras criaturas que abrem a lucidez, esse mundo é como um PRATO CHEIO! Um lugar único e cheio de oportunidade de servir, a qualquer momento…
Que Deus nos abra a lucidez.
Que usemos a nossa inteligência para o bem…
Que gastemos nossas energias ajudando a todos que precisam.
E essa ajuda começa aqui e agora, a qualquer momento.
O triste é que nem sempre vamos poder ajudar a todos que estão no nosso caminho.
Mas se cada um fizer a sua parte, seja no corpo ou fora dele, melhoraremos MUITO o nosso planetinha!
Muita paz e luz.
De um amigo encarnado tentando ficar lúcido para o que somos…
Saulo
Encontro fora do corpo com a Turma do GVA!
Encontro fora do corpo com a Turma do GVA!
Essa noite estivemos juntos, amigos do GVA.
Não sei dizer com precisão quem estava lá, mas foram vocês quem vieram me procurar.
Eu estava ainda no quarto quando alguém me chamou falando:
Saulo, tem uma turma lhe esperando!
Fui até a porta ainda de pijama e semi-consciente falei com a baianês peculiar:
Pera que vou já!
E voltei e adormeci! haha, dormi mesmo!
Aí o povo veio de novo e eu falei: VIXE, Desculpe!
Nessa hora melhorei a lucidez e fui voando até eles.
Estávamos todos sentados num tipo de parque com árvores bem altas.
Haviam algumas mesas de madeira e várias cadeiras.
Eu vim voando baixo, dei uma pirueta no ar e cai em pé meio que tirando onda e brincando falando: Não façam isso, só projetor baiano que sabe!
Todos riram!
Ficamos ali sentados conversando e batendo um papo sobre espiritualidade.
Haviam mais de 20, mas certamente alguns não tinham corpos físicos, eram desencarnados nos acompanhando.
Uma hora sentado brincaram com uma rodada de coca cola falando:
Segura aí, Saulo, essa é astral e pode tomar à vontade.
Demos muitas risadas e falamos sobre União, sobre a importância da boa sintonia, como conseguir se lembrar.
Alguns falaram que sabiam que não iam se lembrar.
Eu mesmo falei que era possível não me lembrar também!
Por sorte lembrei durante o banho e na hora que abri os olhos sabia que tinha que lembrar de algo importante.
Bem, o que consegui postei.
Por favor, membros! Quem tiver alguma lembrança, alguma pálida sensação, postem pra gente aqui nos comentários.
Coincidência ou não, foi numa quarta-feira de Madrugada, dia que marcamos mesmo para nos encontrar.
Abraços,
Saulo


