Encontro Astral em Noronha 17 de agosto

Encontro Astral em Noronha 17 de agosto
Próximo encontro será dia 17 de agosto
Olá, amigos.
Vamos começar nosso projetinho de encontro.
Estamos nos unindo por um objetivo elevado e também com intuito de criarmos um alvo mental sadio, além das pesquisas.
Inicialmente quero falar da idéia.
Ela foi lançada no Curso Avançado Parte 8.

Vídeo com um batepapo sobre o encontro:
A idéia é que a gente consiga fazer um grupo de amparo no futuro, juntos criarmos um grupo de trabalho e também mais projetores que se dedicam especificamente na tarefa do amparo extrafísico.  É claro que o amparo físico, no corpo, também é de fundamental importância, sendo lá fora só uma mera consequência do que somos de verdade, em qualquer dimensão que estivermos.
A idéia é que duas quartas-feiras por mês a partir da 01:00 da manhã (madrugada de quinta), nos encontremos em Fernando De Noronha para fazemos juntos um trabalho de amparo. Um local onde podem acontecer palestras, onde possamos trocar experiências lá fora, onde possamos depois lembrar e trazer essas lembranças aqui para o fórum, trocando informações e criando uma bonita relação de espiritualidade entre nós.
Trecho adicionado 08 de dezembro de 2010.
Por que quarta-feira?
Quarta é um dia mais neutro por ser no meio da semana e não atrapalha os compromissos do fim de semana e nem vem com aquela correria e síndrome da segunda-feira.
Por que escolhemos Fernando De Noronha?
Primeiro que fica no meio do mar e tem por isso uma energia bem mais branda, fica bem distante da sociedade em massa. Segundo que é um lugar com características bem específicas, uma geografia fácil de identificar, terceiro que é um lugar muito lindo e a beleza dele fora do corpo também é maravilhosa.
Sabemos que muitos irão ter dificuldades, mas é bom ter uma meta. É bom ter um alvo, é bom ter algo que motive, saber que seus amigos estão naquele momento se esforçando para se encontrarem e juntos ajudarem a quem precisa, mesmo a gente ainda tendo tanto para aprender.
Saber que lá poderemos aprender e ter experiências que certamente mudarão nossa forma de ver as coisas.
Sabemos também que isso não acontecerá facilmente. Sabemos que terá dias que ninguém chegará. Sabemos que depende da dimensão, e que também terá vezes que só um, ou dois chegarão e mesmo assim os dois não se lembrarão, ou não se lembrarão exatamente da mesma forma. Mas é preciso começar.
É preciso criarmos uma sadia e forte meta e começarmos ela de forma bem intensa e espiritualizada.
Trecho adicionado 08 de dezembro de 2010.
Queria também comentar sobre a sintonia e afinidade que precisaremos para esse projeto.
A sintonia é a conexão com o alto. A forma de se manter elevado, principalmente na quarta-feira durante o dia. A afinidade é que, para acessarmos a mesma dimensão e conseguirmos nos encontrar, precisaremos estar conectados e também com o pensamento relativamente parecido, criando assim um magnetismo positivo que nos leve exatamente ao mesmo local. Sabendo que existem várias dimensões será exatamente a boa afinidade e sintonia que nos levará para um local agradável e assim podermos trabalhar.
Lembrando que normalmente nas dimensões mais densas o mar é bem bravio e como o encontro é bem próximo ao mar, pode ser que fique meio tenso a depender da freqüência dimensional que adentrarmos e mais uma vez a boa sintonia fará a diferença.
Andei olhando Fernando de Noronha e acho que encontrei o local perfeito.
É na Praia do Morro dois Irmãos. São como dois peitos grandes (olha lá, não deveria ter falado isso, vai ter é gente perdendo a consciência e agarrando ele por lá, rsrs).
Mas falando sério, vou colocar alguns vídeos e links de vários ângulos.
Essa é uma visão da praia, um vídeo com a visão direta da Praia e dos morros que falei:
Um outro vídeo com uma visão de outro ângulo, vendo eles lateralmente e a praia na frente deles:
Outra visão deles em vídeo:
Algumas imagens (Clique para dar zoom):
Queria deixar uma coisa clara, antes que isso no futuro cause algum tipo de problema:
Para o bem de todos nós, que vejamos esse ato com pureza e espiritualidade.
Há quem não vá conseguir, há os que vão desistir logo nas primeiras tentativas. Não percamos o foco. Vamos manter isso firme. Vamos manter a proposta sempre na linha reta. Não façamos das nossas tentativas traumas e não usemos nossas visões distorcidas como base. Tentar é louvável, tentemos quantas vezes forem necessárias. Com paciência e bom coração.
Não é algo para um verão só, iremos juntos com isso por anos.
É uma proposta que tá ainda na fecundação. Ainda vai nascer e vai aos poucos começar a crescer. É como um filhinho mesmo, vamos cuidar dela com carinho.
Esse post será editado sempre.
Próximo encontro será dia 17 de agosto.
O horário é a partir da 1(uma) da manhã.
Todos deverão cuidar das energias. Lembrando que MENTOR algum não vai fazer o papel por nós. É nossa responsabilidade manter a boa sintonia,a boa conexão, a lucidez e o equilíbrio emocional num bom patamar.
Mas como vou fazer, não sei chegar lá?
Veja as fotos. Deite pensando no lugar com força e fé. Acredite em si mesmo. Faça as técnicas e cuide de tudo com todo carinho, que aí sim, os mentores ajudarão. Não duvide da nossa capacidade extrafísica. Cuide da sua sintonia durante o dia. Aconselhamos ouvirem o cronograma do projetor astral, que temos tanto no curso básico como no CD Viagem Astral Volume 1.
Chegaremos lá, eu sei que sim.
Atenção:
Os posts deverão se colocados da forma mais prática possível.
Modelo:
- Como foi a sua quarta-feira durante o dia. Conseguiu se manter equilibrado e bem sintonizado com o trabalho da noite?
- Que horas deitou? (Lembrando que o encontro é a partir da 1 manhã.)
- Cuidou das energias?
- Qual técnica fez?
- Conseguiu sentir as energias?
-Conseguiu chegar lá?
Caso tenha conseguido sair consciente, relate sua tentativa e se conseguiu chegar a Noronha, no nosso cantinho dos Dois Irmãos. Relate o que viu e o que fez. Como estava o ambiente, etc…

Isso deve ser sério, por favor aos mais criativos procurem não inventar. Pense que é um momento da gente se espiritualizar, de verdade, e mentor não vai levar a sério quem não estiver falando a verdade, acabará perdendo a chance de ser buscado pela equipe.  Não importa se não conseguir chegar logo, só diga: não consegui ainda, senti as energias, mas não consegui sair. Estou me esforçando. E aguarde com carinho a próxima quarta-feira, o próximo encontro.

A gente chegou a pensar em não colocar o post aberto, e as pessoas iriam enviar seus dados e só depois de alguns dias serem divulgados. Isso ainda pode estar em aberto. A depender da situação vamos moderar esse post, para que todos posteriormente consigam chegar a uma visão realmente mais precisa dos acontecimentos.
Caso consiga chegar no local e não veja ninguém. Concentre-se e faça uma pequena prece chamando seus amigos espirituais e os amigos que trabalham no projeto. Certamente terão mentores por perto e após essa elevação mental enfim, conseguirá sentir ou ver algo.
E ao chegar em Noronha, procure pelo ponto que marcamos, provavelmente já até aparecerá logo por lá. E só se apresente dizendo fazer parte do grupo de Amparo Do GVA. E se não tiver nada para fazer (o que duvido muito),  sempre há, procure manter-se o mais lúcido possível para relatar posteriormente os acontecimentos vistos.
Está aqui lançado o nosso novo Alvo Mental.
Está aqui lançado o início do nosso Grupo de Amparo Astral.
Muita paz a todos nós e que a luz esteja conosco nessa nova Jornada.
Saulo e equipe IVA.

Escravidão no Astral – Quilombo Projetivo

Escravidão no Astral – Quilombo Projetivo

Recife, 04 de setembro de 2008

 

Por favor, quando for ler se possível clique na música abaixo para melhorar na sintonia do relato. Essa música tem uma melodia e a voz da Virgínia chega bem próximo da energia que senti nessa experiência…

Segue:
Depois Que O Il√™ Passar – Virginia Rodrigues by saulocalderon
Quilombo Projetivo

Fui dormir sem fazer técnica alguma e mais cedo do que o normal, por volta das 21h00 h, porém essa projeção aconteceu durante a madrugada.

Percebi-me consciente numa floresta fechada. Estava escuro e sentia uma energia pulsante no peito. Além da sensação forte, uma questão: o que estava fazendo ali? A sensação espiritual fazia-me sentir algum trabalho pela frente. Estava aparentemente sozinho , mas muito sutilmente percebia a presença de algum mentor,  e não era uma energia comum.
Ao longe vi uma cabana feita de sapê e segui intuitivamente em sua direção.
Antes de entrar recebi espiritualmente a sugestão de que era um tipo de senzala ou espíritos que estavam presos. Na frente vi um espírito mal encarado, me olhando feio. Ameaçou me atacar, mas algo o fez ficar com medo e pular na escuridão, correndo. Não sei o que ele viu, pois olhou atrás de mim, como se algo me acompanhasse e o olhar de desespero dele foi claro e então tive certeza: não estava sozinho ali. Ele parecia um tipo de vigia cuidando para que ninguém fugisse.

Entrei naquela casa.  Ainda sentia o cheiro de suor, o cheiro de casa velha. Era uma energia tão intensa que parecia que havia voltado no tempo.  Haviam vários negros acorrentados, meio que adormecidos, a maioria parecia dormir profundamente. Alguns reclamavam em silêncio. Não pude deixar também de observar o rosto de sofrimento de um dos negros, era tão forte seu semblante que fui a sua direção. Abaixei-me para pegar em sua mão, mas ele puxou imediatamente. E falei: – Calma, irmão, eu só vim tirar essas correntes. Ele respondeu:
- Não quero ajuda de branco, você vai me levar para outro lugar ruim, eu sei!
Por um momento me vi nele, era como se eu já tivesse passado por aquela situação, senti todo o  medo dele, toda a sua revolta, como se não tivesse escolha e aceitasse a vida ali sem analisar muito, um escravo, enfim.

Abaixei-me mais ainda, ficando sentado no chão praticamente e falei: – não, irmão. Deus não desampara seus filhos, está livre, olha! Falei isso enquanto puxava a corrente e ela se quebrava em minhas mãos. Certamente os mentores haviam feito isso de alguma forma. Ele olhou para as mãos e perguntou: Mas para onde vou? Não adianta fugir, eles nos caçam, moço, eles nos pegam e vou apanhar depois e não quero morrer! Eu respondi: – Não irá apanhar e nem morrer, a morte não existe.  Comecei a mandar energias de paz para ele, mas senti no meu corpo espiritual uma energia estranha. Era um grupo de espíritos ligados a eles, eram os mentores daqueles espíritos ali.  Uma energia forte. Meus olhos se encheram de lágrimas quando ouvi um canto numa língua que não entendia, mas sabia o que falavam. Era um canto de revolta, mas havia muita fé. O canto levava a lembrança dos tempos em que eles  trabalhavam sem opção, sem poder falar nada. O canto trazia saudade, trazia a lembrança da esperança da liberdade. Aquele canto parecia sair através da energia que eu exteriorizava em direção a eles. E aquela energia parecia ter entrado no  ambiente através de mim,  mas eu  não fazia nada, eram eles ( os mentores) que faziam. Um canto negro, um canto forte, e mesmo que eu tentasse  explicar eu não conseguiria de maneira alguma.

Aquele rapaz negro tentou se ajoelhar em minha direção, mas não deixei , explicando que não era eu quem fazia aquilo (pois ele só via a mim). Eram os amigos espirituais deles que tinham vindo buscá-los. Muitos nessa hora começaram a se aproximar de mim, agora já não viam mais um branco que ameaçava , sentiam um chamado de confiança e todos pediam ajuda, como se suas orações tivessem sido ouvidas. E alguns pareciam cantar também, aquele canto espiritual parecia estar sendo ouvido por toda a senzala.

A energia foi tanta que perdi a consciência  e não lembro mais de nada além do que relatei.
Acordei muito tempo depois com a lembrança bem pequena e fui lembrando devagar.

Quando sentei para escrever o relato, senti uma energia forte no meu corpo, fiquei arrepiado por  vários minutos.

Que Deus ampare esse povo lindo!

Que essa energia que senti envolva todos os corações. Viva o povo que passou por isso!
Viva nossos espíritos, pois somos hoje os negros de ontem! E ainda somos eles, pois eu me vi lá, senti a corrente no pulso, senti o cheiro da terra, senti o suor escorrendo na pele, senti a injustiça na alma!

Apesar de estar em Recife, sinto uma saudade imensa da Bahia. Que Deus nos ilumine, e que isso nos faça entender que o preconceito não é nada mais que negar a nossa própria existência, pois somos nós os negros de ontem, e somos ainda negros, pois é um passado que ainda existe nos cantos espirituais do Brasil. Há um canto de revolta ainda em cada gueto, é só elevar o coração e o amor que entraremos em contato com essa energia e perceberemos o quanto podemos ser úteis a nós mesmos.

Somos pequenos para um trabalho desse porte, agradeço a Deus a oportunidade de ser útil a mim mesmo. Queria poder cantar o que ouvi: um canto tão lindo que acho impossível sentir novamente algo desse porte.

Que Deus nos abençoe!

Saulo Calderon

Projeção Astral e Mental

Projeção Astral e Mental

02/04/2002

Fui dormir quando os pássaros já começavam a cantar, estava amanhecendo, por volta das 5:25. Deitei-me pensando na projeção. Após algum tempo de relaxamento, somente deitado, sem praticar nenhuma técnica, e tentando controlar a consciência para não “apagar”, reparei que minha mente já queria começar a ter sonhos oníricos. Achei muito engraçado, pois comecei a ter idéias estranhas, mesmo não querendo, até que abri os olhos para controlar melhor minha mente. É fantástica a força do inconsciente, ele quer nos levar a todo custo, e aprender a controlar a lucidez é o grande desafio.

Senti, sem nenhum exercício a expansão da minha aura, então senti que a projeção era quase certa, e não perdi tempo, comecei a ajudar exteriorizando energias. Acho que estava com essa soltura energética, devido um banho prolongado de piscina durante o dia. E isso causa uma soltura muito boa, e ajuda muito na projeção.

Depois de algum tempo, não sei quanto, perdi totalmente a consciência, e já despertei fora do corpo, numa sala com entidades conhecidas, porém não me lembro de nada agora.

Vi que estava numa sala de espera, e já sabia por intuição que tinha sido levado lá para algum motivo. Chegou minha vez, e entrei com mais duas entidades que estavam me acompanhando, pareciam muito com índios devido o tipo de cabelo e cor de pele, mas usavam roupas normais.

Vi que um rapaz tirou algo de dentro de uma gaveta, e apontou em minha direção, reparei ser uma Zarabatana. Minha reação foi instantânea, pensei em fugir, mas fui segurado pelas duas entidades que me acompanhavam. Até que fui atingido no pescoço. Instintivamente passei a mão no local, e peguei o objeto que me atingira. Era um pedacinho de madeira pequeno e pontudo. Só deu tempo de pegar, e sentir o corpo astral desfalecer, e ao cair, ainda senti me segurarem, e deitarem meu corpo astral numa cama ao lado.

Já totalmente sem controle do corpo astral, senti o uma energia muito característica ao EV quando saímos do corpo. Porém, pensei: como posso estar saindo de novo do corpo, se já fiz isso. E reparei que devia estar saindo em corpo mental, e tentei controlar ao máximo minha lucidez para perceber quais seriam as reações de estar em um corpo mental.

Senti meu afastamento do corpo astral, porém sentia-me centrado, igual no corpo astral, mas com uma lucidez inexplicável. Ainda ouvi eles falando: Ele já deve estar vendo. E pensei: – Vendo, vendo o que?

E vejo entrar na sala, uma mulher toda de branco, com uma luz muito forte por todo seu corpo. Era realmente uma figura de anjo. Me aproximei, e reparei seus olhos. Eram as coisas mais lindas que já tinha visto. Não olhava como se fosse para uma mulher, não havia desejo, mas algo que não sei explicar. Ela transmitia um amor tão grande, tão dominador, que me ajoelhei (ou pelo menos em corpo mental me senti ajoelhando, mesmo nao vendo forma) e comecei a chorar copiosamente. Tentei me levantar para abraçá-la, mas foi em vão, minhas forças tinham ido embora. Ela por hora alguma teve qualquer reação visivelmente emocional, porém a energia que vinha dela era o mais puro amor que já tinha visto. Não daria de forma alguma, para interpretar com essas letrinhas, o que se passou naquele momento. Me sinto pequeno em tentar descrever tamanho sentimento.

Minha emoção foi tanta, que abri os olhos já no corpo físico.
Meus olhos físicos estavam encharcados de lágrimas.

Fiquei na cama deitado ainda com a energia do local onde estivera. Estou no momento morrendo de saudades daquela consciência, quem será?

Não entendi bem porque estive lá, porém estou me sentindo muito bem. E o mais interessante, é que estou sentindo a pontada no pescoço, no mesmo local onde fui atingido pela zarabatana.

Nunca tinha ouvido falar de nada parecido com isso. Sinceramente, o mundo espiritual cada dia que passa me mostra o quanto é ainda desconhecido. Nada sabemos. Nada. Para começar simples, não sabemos nada de Amor. Sabe, não consigo sentir nem 10% do que senti naquele momento. Não haveria homem tão endurecido que não mudasse naquele momento.

Muita paz e amor

Turismo Astral

Turismo Astral

29 de Abril de 1998

Por volta das 1:30 da madrugada
Chovia muito, e eu estava no computador, arrumando algumas placas (hardwares), quando me deu sono, e senti que podia me projetar após deitar na cama, e sentir a energia circular livremente por livre espontânea.
Deitei na posição supina, (Costas) , e novamente sentia as energias, fiz uma prece e pensei numa razão nobre para pedir ajuda no plano espiritual. Por uma vez quase sai, após uma pequena descoincidência, e voltei rápido após o barulho da chuva. Acordei abri os olhos e relaxei novamente. Desta vez começaram uns choques por todo o corpo, sinal que a energia circulava, e logo a descoincidência, e não sai de primeira, tive uma oscilação astral, e decolei numa posição clássica para frente e para cima, sinceramente eu não sei como tive esta decolagem, pois foi um ato natural, eu não pensei. E sai pelo lado do meu corpo e sem vê-lo direito falei para ele: Fica quietinho ai, não sai daí. E Fui para cozinha, prestando atenção se não tenha nenhum espírito. Após decolar pela janela como num eject, senti uma liberdade maior, e a consciência aumentar, pois quando sai do corpo estava meio “bêbado”, devido estar nas proximidades do mesmo. E lembrei da minha prece que pedi, e pensei: a prece hoje foi para conhecer o mundo dos espíritos! Então voei numa velocidade fantástica, que até ouvi uma voz assim dentro de mim: Vá devagar, senão poderá perder lucidez, e cheguei numa parte em que eu não estava mais sintonizado com o mundo material, eu já vivia o mundo espiritual em sua essência, não ligava se eu voava, achava natural, e nem ligava se eu via os muitos espíritos que estavam naquele local, uns numa situação de luta, pareciam que todos gostavam de lutar, pois eram bem grandes, e como fui chegando perto falei assim: Tô vendo que sou o menor por aqui, não iriam brigar com um cara raquítico como eu? Muitos riram, e passei numa boa. Eu estava com um conhecido do mundo material, acho que era ele projetado, ou poderia ser uma outra coisa sei lá, mais a conversa rolou assim: – saulo acho que estou sonhando, eu falei:- não está não, acabei de estar em casa no meu corpo, fazendo minhas coisas normais, e sai e deixei ele lá, estou projetado, e você também. Vi a reação de surpresa dele, e sai porque senti que o ambiente não estava favorável, e decolei após me despedir de todos, com carinho. Logo eu estava num lugar bonito, com um céu lindo e florestas lindas, parecia um jardim, voava para lá e para cá, e uma pessoa me falava coisas bonitas, como: o bom daqui e que pode mudar a cena, se quiser pode colocar esta montanha para lá, e esta parte para cá, eu estava achando o máximo, quando perdi um pouco de lucidez, após voar muito rápido por um lugar baixo. E voltar ao corpo pensando umas coisas ilógicas, eu pensava que alimentava um porco e ele queria comer meu dedo, eu dizia que não ia mais dar comida, ele só mordia o meu dedo, e acordei num pulo, em menos de 2 segundos, tudo veio a minha mente como num FLASH, e fiquei deitado um pouco a lembrar de todo. Engraçado, que quando estamos fora nem reparamos a situação de projetor, mais quando voltamos ao corpo, pensamos assim, Eu estava projetado! Isso mostra que o mundo espiritual é natural para nós! Nós é que não lembramos ao voltar para o corpo dos nossos conhecimentos, que são mais abertos em modo projetado.
Eram mais ou menos, 3:15 da madrugada, na mesma posição.