Relato de Ida até Noronha (19 de Janeiro)

Relato de Ida até Noronha (19 de Janeiro)

Bom dia, amigos. Agora são exatamente 4:49 da manhã.

Acabo de chegar de uma experiência e me encontrei com um grupinho de amigos em Noronha.

Deixa eu usar o modelo:

- Como foi a sua quarta-feira durante o dia. Conseguiu se manter equilibrado e bem sintonizado com o trabalho da noite?

Fiquei mais ou menos sintonizado.
Senti uma dorzinha de dente a noite, me incomodou bastante, mas consegui me manter bem espiritualizado, rs, apesar da sofrência, rs.

- Que horas deitou? (Lembrando que o encontro é a partir da 1 manhã.)

Fui deitar cedo, fui relapso não fiz técnica logo em princípio. Coloquei o despertador para me acordar meia noite e meia. Acordei, desliguei o despertador e falei: Hoje se eu for, é sem técnica, não vou perder meu soninho, rsrs.

- Cuidou das energias?

Ene, a, ó, Tio.. Não! Rsrsrs.

- Qual técnica fez?

A técnica baiana, deitar e dormir, rs.

- Conseguiu sentir as energias?

Até que senti, senti o corpo espiritual balançar e o frontal meio aberto, mesmo sem técnica.

-Conseguiu chegar lá?

Levantei para relatar isso.
Fiquei semi-consciente numa praia e tinha um Palco dessa vez, como foi dito por alguém nos relatos anteriores. No palco haviam pessoas, uma banda espiritual tocando. O Local estava todo arrumado, com barracas, estava meio escuro. E acho que os mentores meio que puxaram o encontro mais para dentro, pois não vi o Mar dessa vez. Acho que o MAR e seu magnetismo pode estar prejudicando, pois o mar é tenso em algumas dimensões. No palco uma banda quando me viu chegar começou a tocar (Que sacanagem), a música devagar é pressa. Daquela: Eitaaa, que preguiçaaa, que vontade de fazer nada, e depois descansar.
Eu dei muita risada, falando: caramba, como isso chegou do lado de cá? Rsrs.
Nessa hora eu tava conversando com duas pessoas. Uma rapaz meio mulato e um outro que não me lembro 100%.

Falávamos de mudança interna, de melhorarmos as ações sobre espiritualidade.

Depois disso nos encontramos tipo num mirante. Que de lá Dava pra ver Noronha de cima, dava pra ver o mar de cima. (PS: Achei uma IMAGEM e um mirante lá! Que beleeeeza, acabo de ver isso, vou postar aqui.
Era tipo uma casinha com teto de palha, bem simples, mas bonitinha, rústica. Ali ficaram algumas pessoas, e o cantor da banda foi lá também, o cara que estava cantando no palco. E parecia ter me testado, pois ele testou minha consciência brincando: Você viu a música que eu fiz? Eu falei: Você fez? Rsrs. Aquela música quem fez fui eu, rapaz, rsrs. Ele deu uma gargalhada falando: É, eu sei, to brincando.
Eu nessa hora comecei a perder a lucidez falando: Mas você não viu já o curso básico, intermediário, avançado, etc.. Ele rindo falava: Já vi!

Ainda me lembro de chegar nessa hora dois rapazes, haviam acabado de chegar. Um de cabelos bem curtos, parecia bem familiar, tão familiar que agora me confundo com meu irmão, mas sei que não era. Ele tinha o cabelo meio EMO, preto. Ele tava bem empolgado com o encontro, sendo apresentado para todos nós.
Eu brinquei falando: Olha, ele cortou o cabelo, ta uma  evolução só com esse cabelão agora! Modernidade! E ria brincando.

Foi quando terminei essa frase e abri os olhos. Estava amanhecendo e me lembrava do cara cantando a música: Devagar é

pressa, rsrs, que temos lááá´na sessão de humor do novo site.

Fiz um esforço enorme e levantei para anotar tudo que vinha me chegando.

Haviam dessa vez mais pessoas, mas não muitas. As pessoas acho que chegavam em horários diferentes. Mas ta valendo.
Uma coisa percebi: Mudaram a cidade para o encontro, há até uma festinha espiritual. Estamos mobilizando muita energia para lá, a ponto de organizarem a cidade para nos receberem.
Noronha no astral, lá naquele lugar, não era só uma ilha com praia, era tipo um festival espiritual, com shows, barracas e um mirante espiritual para conversarmos. Era de noite lá, como se estivesse amanhecendo mesmo.

Enfim,, essas são as lembranças de Painho aqui.

Muita paz e haha, vou voltar a dormir, oxee! :)

Saulo Calderon

Técnica Projetiva Completa 1

Técnica Projetiva Completa 1

Essa foi a primeira técnica, lançada em 2007. A técnica já avançou e está na versão 4, mas ainda deixamos as versões anteriores disponíveis, pois tem quem use.

Muita paz.

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Sexo fora do Corpo

Sexo fora do Corpo

Salvador 07-02-2001

Olá pessoal…

Amigos, tive uma experiência que mudou um pouco minha maneira de pensar sobre sexo no astral.A mensagem pode ser até um pouco polêmica, porem é muito simples e natural e acontece com todos de alguma forma.Deitei para sair do corpo ontem lá pelas duas da madruga.Após um tempo de treinos, e muita dificuldade para ir controlando a mente enquanto o corpo ia ao encontro de morfeu, saí do corpo numa decolagem clássica, de frente indo da horizontal para vertical bem lentamente.Não tive nenhuma dificuldade para me afastar do corpo, o que é bem anormal no meu caso. E Olhei para o Céu, após flutuar baixinho até a varanda. Vi a lua cheia, que emanava um brilho muito lindo, diferente do que conheço com os olhos do corpo. Comecei a sentir uma forte sentimento de compaixão que não sabia de onde vinha. E derepente me deu uma louca vontade de voar e voar. E nem precisei pensar muito, decolei como um eject, e alcancei em segundos uma altura que deixou as casas bem pequenas. Resolvi aumentar a velocidade, e fantasticamente aconteceu, começou a ficar tão rápido que não conseguia mais ver onde estava e nem por onde passava, e parei de vez como num freio ABS. risos…Olhei estava próximo a uma montanha, e vi um vilarejo bem próximo.Fui até lá. Vi pessoas andando, tentei falar com eles, mas não me viam, pois acho que estavam no corpo, sei lá. Nunca sei o que é espírito nem o que é pessoa. No meio dessas pessoas vi uma jovem mulher me olhando. Senti um amor tão grande por ela, que não sei de onde vinha, mas um magnetismo incontrolável me dominou. Até pensei que não era certo me aproximar, pois poderia perder a consciência, mas olhei de novo para ela, tão linda, quem era aquele anjo? Meu Deus, lágrimas caíram de meus olhos, não consegui, e fui ao encontro. Abracei, e senti uma das melhores sensações da minha vida, um amor tão forte se aponderou de mim, que parecia que um rio de lágrimas saiam dos meus olhos. Ela nada falou, só me olhou. Beijei com muita vontade, e após isso já imaginam o que aconteceu.

Não perdi a consciência que estava fora do corpo, nem por um segundo. Muito pelo contrário, fiquei mais lúcido, pois o amor que estava sentindo não era meu, não era humano. Quando olhei para ela, e quis beijar seus pés, mas infelizmente, acordei. Meu corpo também se encontrava em lágrimas, e fiquei banhado por esta energia muito tempo. Eram 5:30 da manhã.

Bem. Depois disso que passei. Acho que cresci muito nos sentimentos por tudo. Não sei porque, mas estou sentindo uma forte compaixão por tudo. Talvez ainda seja reflexo das energias que fiquei.Hoje, se eu sair do corpo, e estiver um mostro na minha frente, sei que ele não poderá comigo. Não porque vou atacar, mas porque ele não poderá se aproximar de mim, pois será invadido por um amor que nem eu conheço direito.

PESSOAL, SAIR DO CORPO É MUITO MAIS DO QUE PESQUISA E FENOMENO. É entrar em contato direto com seres espirituais, com O MUNDO ESPIRITUAL. Busquem sim a saída do corpo, mas para a espiritualidade, com amor. Pois seres como Jesus, BUDA, KRISNA, RAMAKRISNA, FRANCISCO DE ASSIS, RAMATIS, ENTRE TANTOS, nos ensinaram e ainda vivem falando em amor, será que estão errados? Não! Nós que ainda levamos muita coisa para o lado duro e sem coração. Nós que somos espiritualistas e estudiosos da projeção, temos a obrigação em ensinar a projeção com espiritualidade, com amor. Para que se crie uma egrégora de estudos cheia de harmonia e boa sintonia.

Muita Paz, luz e amor na consciência e nos estudos espirituais de todos vocês, especialmente os iniciantes nos estudos projeciológicos.

Turismo Astral

Turismo Astral

29 de Abril de 1998

Por volta das 1:30 da madrugada
Chovia muito, e eu estava no computador, arrumando algumas placas (hardwares), quando me deu sono, e senti que podia me projetar após deitar na cama, e sentir a energia circular livremente por livre espontânea.
Deitei na posição supina, (Costas) , e novamente sentia as energias, fiz uma prece e pensei numa razão nobre para pedir ajuda no plano espiritual. Por uma vez quase sai, após uma pequena descoincidência, e voltei rápido após o barulho da chuva. Acordei abri os olhos e relaxei novamente. Desta vez começaram uns choques por todo o corpo, sinal que a energia circulava, e logo a descoincidência, e não sai de primeira, tive uma oscilação astral, e decolei numa posição clássica para frente e para cima, sinceramente eu não sei como tive esta decolagem, pois foi um ato natural, eu não pensei. E sai pelo lado do meu corpo e sem vê-lo direito falei para ele: Fica quietinho ai, não sai daí. E Fui para cozinha, prestando atenção se não tenha nenhum espírito. Após decolar pela janela como num eject, senti uma liberdade maior, e a consciência aumentar, pois quando sai do corpo estava meio “bêbado”, devido estar nas proximidades do mesmo. E lembrei da minha prece que pedi, e pensei: a prece hoje foi para conhecer o mundo dos espíritos! Então voei numa velocidade fantástica, que até ouvi uma voz assim dentro de mim: Vá devagar, senão poderá perder lucidez, e cheguei numa parte em que eu não estava mais sintonizado com o mundo material, eu já vivia o mundo espiritual em sua essência, não ligava se eu voava, achava natural, e nem ligava se eu via os muitos espíritos que estavam naquele local, uns numa situação de luta, pareciam que todos gostavam de lutar, pois eram bem grandes, e como fui chegando perto falei assim: Tô vendo que sou o menor por aqui, não iriam brigar com um cara raquítico como eu? Muitos riram, e passei numa boa. Eu estava com um conhecido do mundo material, acho que era ele projetado, ou poderia ser uma outra coisa sei lá, mais a conversa rolou assim: – saulo acho que estou sonhando, eu falei:- não está não, acabei de estar em casa no meu corpo, fazendo minhas coisas normais, e sai e deixei ele lá, estou projetado, e você também. Vi a reação de surpresa dele, e sai porque senti que o ambiente não estava favorável, e decolei após me despedir de todos, com carinho. Logo eu estava num lugar bonito, com um céu lindo e florestas lindas, parecia um jardim, voava para lá e para cá, e uma pessoa me falava coisas bonitas, como: o bom daqui e que pode mudar a cena, se quiser pode colocar esta montanha para lá, e esta parte para cá, eu estava achando o máximo, quando perdi um pouco de lucidez, após voar muito rápido por um lugar baixo. E voltar ao corpo pensando umas coisas ilógicas, eu pensava que alimentava um porco e ele queria comer meu dedo, eu dizia que não ia mais dar comida, ele só mordia o meu dedo, e acordei num pulo, em menos de 2 segundos, tudo veio a minha mente como num FLASH, e fiquei deitado um pouco a lembrar de todo. Engraçado, que quando estamos fora nem reparamos a situação de projetor, mais quando voltamos ao corpo, pensamos assim, Eu estava projetado! Isso mostra que o mundo espiritual é natural para nós! Nós é que não lembramos ao voltar para o corpo dos nossos conhecimentos, que são mais abertos em modo projetado.
Eram mais ou menos, 3:15 da madrugada, na mesma posição.

Técnica de saída passada por um mentor Engraçado.

Técnica de saída passada por um mentor Engraçado.

Recife 26 de novembro de 09

Técnica de saída passada por um mentor Engraçado!

Olá, bom dia.

Essa madrugada estive em vários lugares fora do corpo. Um deles foi perto do mar, onde novamente me impressionei com a força das ondas e a forma violenta que ele apresentava. Era GIGANTE, estava tão bravo que estava por inteiro espumante. Ondas gigantes para todo lado. Toda vez que vejo o mar fora do corpo em dimensões mais densas (pois era numa dessas que estava), vejo dessa forma.

Já deveria ser umas 5 ou 6 da manhã, pois estava com um leve sol, estava amanhecendo nesse momento.
Lembro de ter chegado num ambiente onde havia um mentor falando de espiritualidade para as pessoas.
Ele olhou para mim e falou: você estuda experiências fora do corpo! Brincando falei que sim, mas que sair do corpo ainda não era algo tão fácil na nossa evolução. Até que ele rindo me passou uma técnica engraçada, dizendo que era funcional. Ele fez os gestos da técnica falando:
Quando terminar as técnicas diárias, faça o seguinte:
Relaxe e force o corpo para frente, levando ele mesmo até uns centímetros saindo da cama, e deixe voltar. Faça isso quando ficar mais ou menos cansado, com sono. Vai parecer que irá perder o sono, mas vai chegar uma hora que quando fizer isso sairá com corpo astral. Como é um gesto repetitivo não o deixará sem sono ou dificultar o sono físico. É uma técnica meio grosseira, mas funcional para quem quer sair do corpo. Tá certo que preguiçoso não vai gostar muito, e deu um leve sorriso.

Lembro-me do rosto dele, do ambiente que estava e tudo mais naquele momento.
Ele era bem sério e se portava de um jeito bem característico, apesar do bom humor que apresentou. Tinha um porte daquele tipo de pessoas que respeitamos. Um olhar sereno e fixo quando me olhava, parecia entrar na minha alma e que sabia sobre mim muito mais coisa do que eu mesmo.

Antes de eu ir embora, ainda o vi saindo do ambiente e se despedindo de mim. O local aparentemente era protegido, algum tipo de centro esotérico ligado a Yoga, pois havia vários objetos espirituais por ali, a decoração era simples, mas bonita, havia almofadas no chão para meditação. Não sei se nesse momento eu estava numa dimensão densa ou sutil, mas por estar me lembrando com certa facilidade da experiência eu acredito que foi um encontro numa dimensão mais densa mesmo, mas num local protegido.
Comentando sobre a técnica indicada:
Bem, só foi algo que algum espírito me falou. Nunca testei isso. Achei lógico na hora o que ele falou e concordei que poderia facilitar e concordo até agora, mas é preciso treinar, verificar se isso é verdade.

Estou passando adiante para que todo aquele que ler e desejar uma técnica engraçada para treinar, aí vai uma passada um por um espírito com um excelente bom humor.

Após fazer a técnica energética  começar a levantar o corpo meio que rápido, repetidas vezes. Não totalmente, levanta só o tronco, como se fosse levantar da cama, mas volta em seguida. Segundo o que me falou,  uma hora a pessoa faz o gesto já estando fora do corpo.

Vale a pesquisa!

( Pra quem dorme com alguém ao lado, vai provavelmente ser chamado de doido, rs, porém, mais vale um doido que saí pra um recreio no plano espiritual do que um “normal” preso no corpo).

Muita paz e boas práticas espirituais…. E físicas… :)

Saulo Calderon

Uma lição

Uma lição

Salvador 28 de janeiro de 2005

Agora a pouco fui deitar para descansar um pouco, pois passei a madrugada escrevendo este livro de relatos e a apostila do curso. E ao deitar passei mentalmente essa idéia aos amparadores:
– Amigos. Nesse momento estou indo deitar. Coloco-me a disposição de vocês para qualquer trabalho que houver. Porém se possível depois da assistência, me passem alguma experiência ou informação para que eu possa escrever no livro…

Até aí tudo bem, fiz os exercícios energéticos.
Deitado no sofá, após um tempo entro em catalepsia, finalmente consigo levantar do corpo, e logo ao me afastar já vejo um velho amigo amparador em pé me olhando. Fiquei em silencio na expectativa de aguardar alguma orientação. Mas ele continuava me olhando serenamente, como se estivesse lendo a minha mente, e sabia da minha curiosidade, e sorria de forma sutil.
Até que não agüentei e falei:
– Ouviu minha prece?
Ele respondeu:
– Alto e Claro, eu estava do seu lado no momento inclusive. Vamos lá trabalhar?
Eu indaguei.
– E sobre passar alguma coisa nova?
Ele me olhou com aquela cara de quem já esperava essa pergunta e disse:
– Quando você escrever tudo que já tem e já te passamos, aí quem sabe a gente não lhe dê mais responsabilidades.
Eu claro, calei-me envergonhado, abaixei a cabeça e falei:
– Aonde vamos mesmo?

Em alguns minutos eu estava no meio de um local que mais parecia uma favela daquelas bem horríveis, tipo alagados, pois tinha um lodo em baixo das casas.

Nesse momento eu já não via o amigo Amparador que estava comigo e falei cheio de humor querendo esconder o meu medo de mim mesmo: – Olha que esperto, agora ele some e me deixa aqui na barra pesada… Ninguém é bobo, e me fez lembrar o desenho que via na infância, Caverna do Dragão. Onde o Mestre dos Magos sempre sumia quando algo estava para acontecer.

Senti força íntima de olhar para baixo, e vi uma entidade caída no lodo que passava, eu só via o rosto, um pedaço do ombro e um braço. O Cheiro que vinha daquele lodo era horrível.
Fiquei ali olhando, pensando no que tinha que fazer. Quando ouço uma voz conhecida na mente: – Você vai ficar olhando?
Então entendi, eu tinha que entrar ali.
E pensei:
– Aí meu Deus… Lá vou eu de novo.

Pulei no lodo. Senti uma energia fortíssima me proteger nesse momento, eu estava ali no meio do lodo, mas não era praticamente afetado pela energia densa que estava por todo lado, a não ser pelo cheiro insuportável que me dava náuseas. Peguei na mão do espírito caído, e ele ficou desesperado falando: – Não, por favor, não me machuque mais, eu não vou mais andar por aí, prometo que fico aqui caído, não me machuque mais…
Senti uma força interna me controlar, pois eu quase chorei por causa da reação dele, e meio que controlado pelo amigo invisível falei:
– Calma… Deus não desampara seus filhos. Acabou seu sofrimento. Vamos meu irmão, me dê a sua mão e confie. Você não ficará mais nesse lugar feio.

Ele quase sem força, levantou sua mão, enquanto eu via o lodo que mais parecia uma cola preta. Ele tentava respirar, mas saia uma gosma preta esverdeada das suas narinas, ele estava meio que sufocado. E saímos dali às pressas. Chegamos num local mais calmo, perto de uma praça. Dei um passe de limpeza nele, tirando a matéria densa e senti durante o passe uma forte condução magnética vindo de algum lugar. Comecei a acalmar ele, e nesse momento ele adormeceu. Caindo num sono realmente pesado a ponto de eu dar umas balançadas nele e não obter respostas. Era como se fosse um momento de paz no meio de anos de guerra e sofrimento.

Reparei uma luz caindo sobre ele, até que ele sumiu na minha frente.
E perguntei mentalmente ao amigo:
Poxa, quer dizer que nem os assistentes eu consigo ver? Eu to encalhado pelo jeito, e dei uma boa risada, pois nesse momento eu não via nada, mas sabia que tinha alguém no ambiente.

A resposta veio forte na mente:
– Melhor voltar pro corpo agora, pra poder lembrar disso pois, não vai me dizer que deseja que passemos informação mais importante que essa?

Ouvindo o conselho do amigo, pensei no corpo e voltei imediatamente.

Abri os olhos e senti aquele velho e gostoso banho energético, limpando qualquer resquício de energia densa.

E pensei:

Que tipo de informação eu penso em passar no livro? Acho que eles estão preocupados com o trabalho enquanto eu com algo novo. Meditando agora, percebo que não é necessário ter tanta coisa nova, uma vez que o básico que é ajudar e que todos dizem saber, ninguém faz.

Boa lição tomei.

Abraços

Uma Projeção Assistencial com Bezerra de Menezes*

Uma Projeção Assistencial com Bezerra de Menezes*

Salvador, 29 de dezembro de 2002.

Fui deitar-me após as 03h30min da madrugada.

Relaxado, fiz as técnicas projetivas com calma, sem nenhuma pressa.

Senti algumas presenças no quarto, mas não liguei, continuando no meu trabalho com as energias.

Após certo tempo, senti algo quente pegar na minha nuca. Então, um estalo forte se deu na minha cabeça, e depois disso senti um forte estado vibracional circular livremente pelo meu corpo. Abri os olhos ainda no corpo, mas não vi nada.

Depois de um tempo, vi um espírito de branco me olhando e reparei que ele estava sorrindo para mim.

Perguntei-lhe: “Você não vai me ajudar a sair daqui não?”

Ele respondeu bem humorado: “Eu? Eu, não… Já fiz até demais para um cara que se diz projetor. Levanta daí, preguiçoso, pois vamos precisar ir num lugar juntos.”

Com a sensação de que tinha que vencer, me concentrei e forcei para sair.

Tentei uma, duas, três, e não consegui.

Até que numa tentativa meia que desesperada, consegui levantar e saí do corpo parecendo avião.

Saí do quarto, e olhei para trás procurando a entidade extrafísica.

Foi quando senti uma mão no meu ombro, e uma voz dizendo-me novamente com bom humor: “É… você está ceguinho hoje. Vou lhe ajudar.”

Senti um tipo de tapa no centro da testa, e comecei a ver duas entidades a mais, além daquela que pegou no meu ombro.

Uma também estava de branco, a outra vestida de índio.

Senti meu coração espiritual bater acelerado, quando vi que era um amigo da família…

Era o Sr. Balthazar, um espírito que trabalha no grupo, e pelo qual tenho um carinho muito grande.

Quando fui abraçá-lo, ele me disse assim: “Vamos, meu filho, temos que visitar uma pessoa.”

E saímos rapidamente. Achei interessante, pois um dos amigos de branco me pegou pela nuca, e simplesmente tudo sumiu na minha frente. Senti uma sensação estranha na barriga, um frio. E logo estávamos na frente de um prédio grande e branco.

Todos estavam em silêncio, e reparei ser um hospital (não sei se espiritual somente).

Entramos todos no lugar. Várias entidades circulavam com calma, mas via nos semblantes que estavam todos trabalhando com vigor.

Tudo limpo, arrumado. Sensação boa.

Chegamos a uma ala diferente, e um senhor de barba veio nos atender.

Quando Sr. Balthazar o viu, falou: “Dr. Bezerra de Menezes, que honra recebê-lo.”

Tomei um susto…

Pensei: “Bezerra de Menezes na minha frente?”

Vi o amigo índio querer se abaixar para saudar o Dr. Bezerra, mas o mesmo não deixou, dizendo assim: “Não, meu amigo, levante-se. Aqui quem tem que cantar de índio sou eu. Vejo que o meu irmão tem sucessivas vidas simples, ajudando o próximo com muita fé no Criador. Posso ter o diploma de Dr,
mas para nosso Pai Celestial, são os espíritos simples, de grande coração, que são os grandes doutores.”

Fiquei bobo com a reação dele…

Ele comentou com todos: “Esse é o rapaz que vai doar energias?”

Pegou no meu ombro, e disse: “Bom trabalho a todos. Preciso ir, fiquem com o Pai Celeste.”

Em segundos estávamos sós num quarto, com várias entidades com aparência de tristeza e sofrimento.Vi uma moça sem cabelos, totalmente careca.
Aproximei-me dela, peguei em sua mão e perguntei-lhe: “O que houve com você, querida?

Ela respondeu: “Morri de câncer, as drogas que me deram não me ajudaram a sobreviver, mas estou melhorando com a ajuda desses anjos daqui.”

Nisso, ao pegar em sua mão, senti uma energia dourada sair de minhas mãos, e olhei para trás, e estava cercado pelos amigos espirituais, todos de olhos fechados, bem concentrados.

Não entendi, mas parece que por intuição eu tinha ido ao lugar certo.

Era aquela mulher que tínhamos ido ajudar. Mas, por quê? Como eu fiz aquilo, mesmo sem saber, se eram tantas no quarto?

Não tive chance nem de perguntar.

Acordei no corpo, em lágrimas

Não estava chorando, o corpo é que tinha tido essa reação por si mesmo.

Fica aqui a saudade daquela mulher. Os seus olhos eram simplesmente lindos.
Vivos, de alguém que sei que verei em breve.

Deus a ajude, pois o amor que senti, e a gratidão dela, não haverá nada nessa vida que chegue perto disso.

Abraços a todos.

* O Dr. Bezerra de Menezes é um médico extrafísico muito famoso no meio
espírita brasileiro.

Viagem Espiritual na Amazônia

Viagem Espiritual na Amazônia

Olá, meus amigos.

Vou relatar essa linda experiência que passei, onde senti uma energia tão forte, um amor e visão que nem de perto imaginava existir.

* * *

Fui me deitar às 02h45min da madrugada, após meditar um pouco.

Deitei-me com um sentimento muito bacana, pois na meditação me conectei com um local muito bonito e senti uma energia muito boa.

Na posição sobre as costas (decúbito dorsal), pensei em algum local legal para absorver energias e imaginei uma floresta virgem, e nessa visão comecei a ver várias coisas.

Então, algum tempo depois (não sei quanto, pois perdi a noção do tempo na visualização que estava fazendo), senti uma pequena energia circular no meu corpo e me concentrei nela, e a sensação foi aumentando.

E logo entrei em Estado Vibracional – EV*.

Deixei que o EV ficasse por mais algum tempo, para facilitar o desprendimento e o desbloqueio dos chacras. Então me concentrei na saída do quarto, e ao abrir os olhos espirituais, vi a porta do meu quarto e corri em sua direção, e com isso consegui sair do corpo facilmente.

Senti uma liberdade incrível, estava em dimensão astral, pois olhei para a varanda e me joguei no ar, voando com uma liberdade incomum no meu caso.

Sem entender bem porque, atingi uma velocidade incrível e apareci num local cheio de árvores, rios… E ao avistar uma grande árvore, resolvi dar uma de passarinho e

pousei nela para aproveitar a liberdade, ao mesmo tempo que observava com lucidez o que estava à minha volta.

Ao sentar no topo da árvore, comecei a observar o ambiente com calma. Naquele momento, pensei: “Eu poderia fazer qualquer coisa, voar, ajudar…”

Porém, a sensação de estar lúcido fora do corpo e de poder meditar com mais liberdade, meditar em um corpo mais sutil, era para mim o bastante. Sentia-me leve e, pensando nas pessoas apegadas e em alguns amigos que não querem saber de espiritualidade, olhei para aquela linda floresta, e vendo como é gostosa a energia daquele local, e mesmo assim as pessoas a destroem, juntei isso tudo, e comecei a chorar.

Pensei: “Como é possível que as pessoas sejam tão apagadas?”

Depois, ao levantar-me, vi um ser totalmente diferente à minha frente. Parecia um pequeno índio, porém era todo verde, como um gnomo. Ele me olhou, subiu no meu ombro e enxugou uma lágrima minha. E, parecendo sorrir, apontou e pulou na direção das árvores, e sumiu. Entendendo o seu gesto, fiz o mesmo.

Ao descer, vi outros iguais a ele, vi vários seres pequenos e uma pessoa normal. Estava sentindo uma energia bem alegre, pois todos transmitiam paz e uma alegria que me dominava. E perguntei àquela entidade: “Olá, amigo. Desculpe-me, nem sei o que estou fazendo aqui, pois normalmente minhas projeções são em locais mais pesados, acho que nem mereço estar aqui, mas, me diga, que lugar é esse? O que faço aqui?

Ele me olhou com uma serenidade que me fez ajoelhar. Que magnetismo

que aquele ser passava…

Então pegou em minhas mãos, me levantando, e disse:

“Olá, Saulo. Você se conectou com esse local na sua meditação. Você está no coração do Brasil, na Amazônia, só que as florestas não existem somente no plano material. A Amazônia desse plano não é desmatada, e por isso esses seres vivem tão alegres; eles são espíritos da natureza.”

Mas, amigo, perguntei-lhe: “Esse local é maravilhoso. Como podemos fazer o que estamos fazendo com a nossa Amazônia? É triste, irmão, é muito triste.”

Ele me olhou sorrindo e deu um tchau acenando com a mão, e quando ele saiu, todos os espíritos começaram a sair também. Uns se jogavam nas árvores e plantas pequenas, e simplesmente desapareciam.

Ainda dei boas gargalhadas com um, que era meio gordinho e pulava como um sapo. Ele, reparando que eu estava achando engraçado, olhou-me com cara de bravo, mas sorriu depois e se jogou na terra.

Que seres lindos!

Como fiquei só no ambiente, e não queria perder de jeito algum a projeção, pensei em voltar imediatamente para o corpo, porém, antes disso, peguei uma folha e coloquei no meu chacra frontal extrafísico (por que fiz isso? Não sei, intuição, talvez), para, quem sabe, rememorar com mais facilidade a maravilhosa e rara experiência que eu estava tendo.

Então, numa velocidade mental, abri os olhos no corpo e me levantei sem lembrar de nada. Só que aquela velha sensação de que tinha que lembrar de algo estava forte, e ao dirigir-me para ir ao banheiro, senti uma varredura energética presente. Então já tinha certeza da projeção e fechei os olhos um pouco. Aí o quebra cabeça se formou perfeitamente, em blocos não ordenados.

Talvez tenha perdido algumas lembranças para o subconsciente, mas o que me lembrei, escrevi.

* * *

Estou banhado de uma energia gostosa, agora são 05h23min, e está começando a amanhecer aqui em Salvador. Olhei para a janela e vi algumas árvores, pois onde moro é bem arborizado. Porém senti um aperto no coração ao me lembrar daquela linda floresta e saber o que estamos fazendo com nosso planeta.

Senti novamente uma tristeza e não pude conter algumas lágrimas.

O que fazer, meu Deus? Quando vamos perceber que esse mundo é só uma passagem, e parar de pensar em ambição e destruição? Parar de pensar em si mesmo e ver que o planeta é de todos?

E os nossos filhos, amanhã? E os seres de amanhã? O que deixaremos para eles?

É triste. Nesse momento queria salvar o mundo, queria salvar as florestas, queria não ver sofrimento, não deixar uma criança chorar, nem ver um doente sofrer ou a fome existir, mas o que posso fazer? Se eu conseguir levar minha consciência para ser livre, já será uma grande salvação, mas, infelizmente não posso mudar o mundo sozinho.

Sozinhos não somos nada, somente juntos poderíamos fazer isso.

Juntos somos um!

Que a luz ilumine nossa consciência.

Paz e luz a todos nós

Salvador, 30 de abril de 2002.

* Estado vibracional: é um dos sintomas projetivos que muitas vezes antecede uma projeção da consciência. Trata-se da aceleração das vibrações do corpo espiritual em relação ao seu desprendimento do corpo físico.
A pessoa sente como se uma poderosa carga de eletricidade vibrasse velozmente por todo o seu corpo (muitas vezes com forte zumbido ou estridência dentro da cabeça)
Fazendo uma analogia para facilitar o entendimento desse sintoma projetivo, é algo semelhante ao funcionamento do motor de um carro a álcool. Quando está muito frio, o motorista precisa esquentar bem o motor para depois dar a partida com segurança de que o mesmo irá “pegar”. Então, o carro faz aquele barulho característico do motor em funcionamento: “Vrummmm… Vrummmm… Vrummm…”
Da mesma forma, o corpo espiritual (psicossoma, perispírito, corpo astral) também acelera as suas vibrações para escapar da inércia do corpo físico (que apresenta um padrão vibracional mais lento por ser mais denso)
Podemos dizer que ele está esquentando a máquina para decolar para fora do corpo denso. Nesse instante, o projetor sente poderosas descargas energéticas varrendo internamente o seu corpo (e também atuando na soltura do duplo etérico, campo vibracional adstrito ao corpo físico).
Muitas vezes, tais descargas apresentam-se como se anéis energéticos envolvessem o corpo por fora em alta velocidade.