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Relatos

Leia aqui vários relatos de experiências extracorpóreas.

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  1. Relato de Ida até Noronha (19 de Janeiro)

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    Bom dia, amigos. Agora são exatamente 4:49 da manhã.

    Acabo de chegar de uma experiência e me encontrei com um grupinho de amigos em Noronha.

    Deixa eu usar o modelo:

    – Como foi a sua quarta-feira durante o dia. Conseguiu se manter equilibrado e bem sintonizado com o trabalho da noite?

    Fiquei mais ou menos sintonizado.
    Senti uma dorzinha de dente a noite, me incomodou bastante, mas consegui me manter bem espiritualizado, rs, apesar da sofrência, rs.

    – Que horas deitou? (Lembrando que o encontro é a partir da 1 manhã.)

    Fui deitar cedo, fui relapso não fiz técnica logo em princípio. Coloquei o despertador para me acordar meia noite e meia. Acordei, desliguei o despertador e falei: Hoje se eu for, é sem técnica, não vou perder meu soninho, rsrs.

    – Cuidou das energias?

    Ene, a, ó, Tio.. Não! Rsrsrs.

    – Qual técnica fez?

    A técnica baiana, deitar e dormir, rs.

    – Conseguiu sentir as energias?

    Até que senti, senti o corpo espiritual balançar e o frontal meio aberto, mesmo sem técnica.

    -Conseguiu chegar lá?

    Levantei para relatar isso.
    Fiquei semi-consciente numa praia e tinha um Palco dessa vez, como foi dito por alguém nos relatos anteriores. No palco haviam pessoas, uma banda espiritual tocando. O Local estava todo arrumado, com barracas, estava meio escuro. E acho que os mentores meio que puxaram o encontro mais para dentro, pois não vi o Mar dessa vez. Acho que o MAR e seu magnetismo pode estar prejudicando, pois o mar é tenso em algumas dimensões. No palco uma banda quando me viu chegar começou a tocar (Que sacanagem), a música devagar é pressa. Daquela: Eitaaa, que preguiçaaa, que vontade de fazer nada, e depois descansar.
    Eu dei muita risada, falando: caramba, como isso chegou do lado de cá? Rsrs.
    Nessa hora eu tava conversando com duas pessoas. Uma rapaz meio mulato e um outro que não me lembro 100%.

    Falávamos de mudança interna, de melhorarmos as ações sobre espiritualidade.

    Depois disso nos encontramos tipo num mirante. Que de lá Dava pra ver Noronha de cima, dava pra ver o mar de cima. (PS: Achei uma IMAGEM e um mirante lá! Que beleeeeza, acabo de ver isso, vou postar aqui.
    Era tipo uma casinha com teto de palha, bem simples, mas bonitinha, rústica. Ali ficaram algumas pessoas, e o cantor da banda foi lá também, o cara que estava cantando no palco. E parecia ter me testado, pois ele testou minha consciência brincando: Você viu a música que eu fiz? Eu falei: Você fez? Rsrs. Aquela música quem fez fui eu, rapaz, rsrs. Ele deu uma gargalhada falando: É, eu sei, to brincando.
    Eu nessa hora comecei a perder a lucidez falando: Mas você não viu já o curso básico, intermediário, avançado, etc.. Ele rindo falava: Já vi!

    Ainda me lembro de chegar nessa hora dois rapazes, haviam acabado de chegar. Um de cabelos bem curtos, parecia bem familiar, tão familiar que agora me confundo com meu irmão, mas sei que não era. Ele tinha o cabelo meio EMO, preto. Ele tava bem empolgado com o encontro, sendo apresentado para todos nós.
    Eu brinquei falando: Olha, ele cortou o cabelo, ta uma  evolução só com esse cabelão agora! Modernidade! E ria brincando.

    Foi quando terminei essa frase e abri os olhos. Estava amanhecendo e me lembrava do cara cantando a música: Devagar é

    pressa, rsrs, que temos lááá´na sessão de humor do novo site.

    Fiz um esforço enorme e levantei para anotar tudo que vinha me chegando.

    Haviam dessa vez mais pessoas, mas não muitas. As pessoas acho que chegavam em horários diferentes. Mas ta valendo.
    Uma coisa percebi: Mudaram a cidade para o encontro, há até uma festinha espiritual. Estamos mobilizando muita energia para lá, a ponto de organizarem a cidade para nos receberem.
    Noronha no astral, lá naquele lugar, não era só uma ilha com praia, era tipo um festival espiritual, com shows, barracas e um mirante espiritual para conversarmos. Era de noite lá, como se estivesse amanhecendo mesmo.

    Enfim,, essas são as lembranças de Painho aqui.

    Muita paz e haha, vou voltar a dormir, oxee! 🙂

    Saulo Calderon

  2. Ajudando num Centro Esotérico

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    27/11/2001

    Fui me deitar às 06:30 da manhã mais ou menos, fiquei trabalhando a noite toda no PC. Posição: decúbito dorsal(barriga para cima), estava um pouco frio, quer dizer, para nós da Bahia qualquer vento é frio 🙂

    Fiquei na cama trabalhando as energias, e acho que um tempo depois, não sei quanto, ¨apaguei¨.

    Despertei a lucidez num tipo de centro esotérico, eu já trabalhando a um tempo por lá, como cheguei ali? Não faço idéia…

    Entrou uma mulher(entidade) no ambiente, e me disse que estava sentindo a presença de uma outra entidade ligada ao Egito, e eu não conseguia ver, pois estava sutil demais. Então o espírito incorporou na mulher, e tomou controle total do seu corpo. Conheci o espírito, era um amigo de muito tempo, porém não me lembro de nada agora… Estranho? Não, isso é perfeitamente normal, esse nosso cérebro limitado, não consegue trazer nem as nossas experiências extracorpóreas, imagine lembranças de outras eras…

    Ele não parou para falar muito comigo, me saudou, e me chamou imediatamente para o trabalho.

    Estavam muitas ¨pessoas¨ sentadas em cadeiras, enquanto alguns médiuns se preparavam para dar um passe energético em todos. O amigo espiritual me pediu para ajudar, e não pensei duas vezes. Ele apontou para um médium em frente a uma pessoa e disse: vai Saulo ali, e passe energia para a pessoa através do médium, e assim fiz.

    Num determinado momento o amigo me pediu para colocar as mãos no chacra coronário de um homem, e pedir mentalmente para ele relaxar, e colocar as mãos abertas sobre as pernas, para melhor receber o passe energético.

    Então coloquei as mãos sobre sua cabeça dei um jato energético no coronário, e falei: Meu irmão, relaxe! Tenha calma, estamos aqui com você, procure sintonizar com o alto, esqueça um pouco os problemas da vida, e deixe que a gente te ajude um pouco, somos seus irmãos espirituais, e viemos tentar ajudar.. (Quando falei isso, ele sorriu como se estivesse entendendo, fechou os olhos, e parou de balançar as pernas. Depois pedi carinhosamente para ele colocas as duas mãos abertas sobre a perna, e o pedido foi aceito quase que instantaneamente, apesar de ele não ter reparado minha presença… Isso nos mostra o quanto nossa vida é controlada, o quanto que somos levados pelos espíritos, não só em ajuda, mas em assédio principalmente…

    Fui conversar com a entidade amiga depois que a seção de passe terminou, ele ainda estava incorporado no corpo da mulher. E eu disse: amigo, sei que também sou ligado ao Egito antigo, você pode me dizer algo sobre, sei que isso não é importante¨. Quando terminei ele respondeu com um sorriso: – Você mesmo já tem a resposta, não é importante, o que temos que fazer é trabalhar agora, o passado é passado. Abaixei a cabeça dando razão para o amigo, e fui caminhar para um lindo jardim que tem na frente do local. Olhando umas flores, reparei que elas tem uma cor mais bonita, são mais vivas e passam uma tranqüilidade fora do comum, fiquei meio hipnotizado com elas.

    Após um tempo sentado num banco na frente do jardim, senti ficar tudo preto, e conheci o velho puxão do cordão de prata…

    Perdi a consciência por um tempo, quanto? E despertei, com aquela sensação de ter que lembrar de algo… porém as lembranças chegaram vivas e prontas, levantei, e os arrepios já conhecidos da pós projeção não deixaram dúvidas da experiência..

    Eram mais ou menos 10:45, fiquei isso tudo fora do corpo? não sei, só acordei no meio do processo.

    =========================================

    Bem, essa projeção foi impressionante, pois consegui me sentir como se já estivesse trabalhando definitivamente do lado de lá, além do controle que a espiritualidade tem sobre as pessoas, o quanto somos influenciados…

    Abraços amigos

    Paz, luz e trabalho

  3. Amparando Torcedores

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    Recife 25 de maio de 2009

    Fui deitar com muito sono. Mas ainda consegui fazer  alguma prática energética.

    Perdi a consciência e despertei num local com um espírito ao meu lado falando: – Saulo, Saulo, acorda!Temos que ir lá buscá-lo, ele está preso.

    Entendi o que era para fazer, captando os pensamentos do rapaz que ali estava.
    Ele não era um mentor, era algum espírito que queria ajudar um amigo, mas sabia que não estava sozinho.

    Percebi o ambiente que estava. Eram corredores de casas bem simples, parecia algum tipo de favela.  Tivemos o seguinte diálogo:

    – Chame os seres de luz, não vá entrar lá sozinho, tem gente ruim lá. Falou ele.

    – Tudo bem, não estamos sós!

    – Mas cadê eles então? Só vejo você!

    – Calma, estão aqui, mas é que eles ficam invisíveis… Ah, vamos lá ver então esse “povo ruim”, a gente não tem que ir buscar seu amigo? Se vamos, mesmo com medo, vamos com bom humor e sorrindo (eu sentia o ambiente pesado, também estava com medo, mas procurei disfarçar isso).

    Eu vi um portão pequeno. Era um muro alto com um portão de madeira onde tive que me encurvar para passar. Ao passar ali o ambiente ficou mais escuro e as vibrações ficaram densas.  Fui à frente e o rapaz logo atrás. Andando rápido, eu sabia onde tinha que ir, como eu sabia, eu não sei agora, mas eu sabia o caminho naquele momento. Até que vi outra porta e abri. Lá tinha um cachorro nervoso, olhei para ele levantei as mãos e falei: – venho em paz! O animal continuava rosnando, ameaçou pular em nossa direção, mas ficou travado no canto, parecia que uma corrente o prendia pelo pescoço, certamente preso pelos mentores.

    Adentramos e num quarto estava o amigo dele, que não conseguia fugir por causa daquele animal. Chamei-o e falei: – vamos, amigo. Vem conosco, está livre. E ele falou: – estou com fome, estou com fome, tem algo aí? E comentei brincando: – calma, vamos passar no MAC Donald´s e comprar um MAC lanche feliz para você. Os dois deram uma gargalhada.
    Saímos dali e falei: – bem, ele não está mais preso, amigo. Mas não é aconselhável ficarem aqui, por que não aproveitam a oportunidade para sair dessa freqüência? Os amigos espirituais aqui podem levar vocês para um lugar melhor, sem essa perseguição! Um olhou para o outro e falou: – Mas, a gente gosta de futebol, lá tem isso? Não vamos poder mais ir para os jogos!  – Para estádio não, mas tem uma TV instalada lá que passam TODOS os jogos! Falei para eles. (Que mentira a minha, espero que tenha mesmo, pois usei de psicologia barata). E um olhou para o outro novamente e falou: – Vamos então, Bé?(apelido que ele chamou). E assim, percebi os dois sumirem na minha frente, e segundos depois eu também voltei ao corpo.

    Levantei de madrugada com um sono terrível e não tive coragem de levantar para relatar. Mas escrevo agora. Não sei se lembro de tudo, mas foi uma experiência simples, porém curiosa.  Quer dizer que esses dois queriam ficar no umbral só para assistirem jogos de futebol nos estádios? Isso que é amor! Devem ser corinthianos! Rsrs. (Brincadeira!)

    Muita paz, amigos, e “bons jogos”!

    Saulo Calderon

  4. Amparando Travestis

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    Recife 30 de Novembro de 2010
    Hoje pela tarde estava finalizando o planejamento da parte 8 do curso avançado senti um sono incomum. Daqueles que parece que uma droga foi dada a você, não há outra coisa a fazer senão ir deitar. Mesmo querendo muito continuar com o que fazia, não houve jeito e pensei: vou deitar só quinze minutinhos e retorno.
    Deitei de barriga pra cima com os dois braços perto da cabeça em cima do travesseiro. Comecei a sentir uma forte pressão no chacra frontal. Parecia empurrões, que vinham em tempos não consecutivos e deslocava alguns centímetros a aura da cabeça e com isso acredito que até o corpo astral balançava.
    Senti duas varreduras de EV fortíssimas e percebi claramente que a projeção era certa.
    Não fiz técnica alguma, mas tive certeza que os mentores estavam ali.
    Ouvi um forte estalo e senti meu corpo astral se movimentando para fora do corpo. Ainda de olhos fechados procurei não tentar abrir, por saber que muitas vezes penso em abrir os olhos e acabo voltando pro corpo e abrindo os olhos físicos.
    Senti uma forte movimentação e aí abri os olhos. Fui parar aparentemente sozinho num local que mais me lembrava o Peulourinho. Casas velhas, coloridas com pequenas varandas com aparência antiga. Percebi a lucidez aumentar muito e falei a mim mesmo: ok, Saulo. Está fora do corpo e lúcido. Fui trazido aqui por algum motivo. E me concentrei nisso. Quando olho adiante uma escada e senti que era para subir. Era uma escadaria de uma daquelas casas.
    Senti uma forte energia se instalar em mim, era o EV, algo me avisava para ficar alerta. Quando olhei para o lado vi um rapaz todo de preto com um cachorro rosnando para mim. Ele falou alto: Saia enquanto é tempo. Confiante nos mentores e no que ali estava para fazer, me acalmei e falei: venho em paz. Que a luz esteja conosco nesse momento. O rapaz tomou um susto e pareceu respeitar ao falar: não adianta, esses aí não tem jeito, não adianta tentar. Muitos já vieram… Se fosse você nem perdia seu tempo.
    Educadamente pedi licença e entrei no local.
    Havia um espírito deitado e outros dois andando de um lado para o outro no quarto, falando: quero meu corpo de volta, quero meu corpo de volta. Isso é injusto..
    E entendi imediatamente o que havia acontecido. Eram travestis que haviam sido assassinados. Um deles estava numa situação lastimável, nem conseguia se levantar.
    Quando falei eles notaram minha presença: Olá, meus irmãos. Que Deus esteja conosco.
    Vim em paz. Apesar de só estarem me vendo, estou acompanhado de amigos que vieram ajudar vocês.
    E um deles falou: Por favor, ajuda a Lê, ajuda a lê, apontando pro chão. Abaixei-me e peguei em sua cabeça enquanto passava energias. Rapidamente ela sumiu das minhas mãos. Entendi que haviam sido ajudadas. E algo tomou conta da minha voz e falou usando meu corpo:
    Vamos, queridos irmãos. Venham conosco e deixem essa vida de sofrimento e ilusão. Vamos que irão encontrar um local para serem cuidados e descansarem.
    Após isso comecei a ter sonhos oníricos. Perdi a consciência durante essa incorporação astral. Não sei porque. Mas tive a sensação quase imediata de despertar e todo arrepiado, como é costume nas projeções. Havia passado mais ou menos meia hora que tinha ido deitar.
    Queria deixar claro que o trabalho não é de FORMA alguma feito por mim. Ali só sou um instrumento. A parte mais densa inclusive, que faz com que o trabalho seja possível por causa do meu acesso a eles pela natural densidade do corpo físico que fico interligado.
    E também queria tentar passar as impressões energéticas que senti ali.
    Era um local realmente pesado. Uma energia densa, de tristeza, de ilusão, de extremo sofrimento. O local era uma bagunça. Cheirava a mofo, a coisa suja. Havia lixo e roupa jogada por todo lado. E aquele cara na frente com o animal não me pareceu ser ruim e não sei ao certo qual era a sua intenção ao quardar a entrada e ele realmente ia atacar mas sentiu certamente que eu não estava sozinho e por esse motivo ele se segurou. Ele ficou em posição de correr quando falei aquilo. Fez que ia debandar mas eu deixei bem claro com os gestos que não estava ali para atacar e nem para brigar.
    Não sei porque fui levado ali, não entendi muito bem o que houve com aqueles espíritos que em vida física haviam sido travestis, ou algo do tipo. Não sei como se denomina isso ou o termo correto, mas percebi claramente que só precisavam de ajuda e carinho.
    Fico pensando. Eu tava sentado em casa escrevendo a parte 8 do curso avançado (que é com a técnica completa 4), quando algo em algum lugar solicitou ajuda. O que fez essa energia chegar até mim e saber que eu poderia ir até La? Meu Deus, deve haver tantos chamados como esses e a gente quase nunca está preparado para servir. Sei que a ajuda sempre chega de algum jeito. Mas fica aqui uma lição que pretendo me concentrar cada vez mais: tentar sempre me manter conectado dentro daquela máxima: Quando o trabalhador está pronto o serviço aparece.
    99% das vezes não estou pronto. Estou sem sintonia ou trabalhando, ou qualquer outra coisa. Nesse dia eu estava bem sintonizado e por isso devo ter sido chamado.
    Estejamos prontos, irmãos… O trabalho REALMENTE urge.
    Há um chamado, a cada momento. Nossos ouvidos os ouvem?
    Muita paz..
    Saulo Calderon
    Recife 30 de Novembro de 2010Hoje pela tarde estava finalizando o planejamento da parte 8 do curso avançado senti um sono incomum. Daqueles que parece que uma droga foi dada a você, não há outra coisa a fazer senão ir deitar. Mesmo querendo muito continuar com o que fazia, não houve jeito e pensei: vou deitar só quinze minutinhos e retorno.Deitei de barriga pra cima com os dois braços perto da cabeça em cima do travesseiro. Comecei a sentir uma forte pressão no chacra frontal. Parecia empurrões, que vinham em tempos não consecutivos e deslocava alguns centímetros a aura da cabeça e com isso acredito que até o corpo astral balançava.Senti duas varreduras de EV fortíssimas e percebi claramente que a projeção era certa.Não fiz técnica alguma, mas tive certeza que os mentores estavam ali.
    Ouvi um forte estalo e senti meu corpo astral se movimentando para fora do corpo. Ainda de olhos fechados procurei não tentar abrir, por saber que muitas vezes penso em abrir os olhos e acabo voltando pro corpo e abrindo os olhos físicos.
    Senti uma forte movimentação e aí abri os olhos. Fui parar aparentemente sozinho num local que mais me lembrava o Peulourinho. Casas velhas, coloridas com pequenas varandas com aparência antiga. Percebi a lucidez aumentar muito e falei a mim mesmo: ok, Saulo. Está fora do corpo e lúcido. Fui trazido aqui por algum motivo. E me concentrei nisso. Quando olho adiante uma escada e senti que era para subir. Era uma escadaria de uma daquelas casas.Senti uma forte energia se instalar em mim, era o EV, algo me avisava para ficar alerta. Quando olhei para o lado vi um rapaz todo de preto com um cachorro rosnando para mim. Ele falou alto: Saia enquanto é tempo. Confiante nos mentores e no que ali estava para fazer, me acalmei e falei: venho em paz. Que a luz esteja conosco nesse momento. O rapaz tomou um susto e pareceu respeitar ao falar: não adianta, esses aí não tem jeito, não adianta tentar. Muitos já vieram… Se fosse você nem perdia seu tempo.
    Educadamente pedi licença e entrei no local.Havia um espírito deitado e outros dois andando de um lado para o outro no quarto, falando: quero meu corpo de volta, quero meu corpo de volta. Isso é injusto..E entendi imediatamente o que havia acontecido. Eram travestis que haviam sido assassinados. Um deles estava numa situação lastimável, nem conseguia se levantar.Quando falei eles notaram minha presença: Olá, meus irmãos. Que Deus esteja conosco.Vim em paz. Apesar de só estarem me vendo, estou acompanhado de amigos que vieram ajudar vocês.E um deles falou: Por favor, ajuda a Lê, ajuda a lê, apontando pro chão. Abaixei-me e peguei em sua cabeça enquanto passava energias. Rapidamente ela sumiu das minhas mãos. Entendi que haviam sido ajudadas. E algo tomou conta da minha voz e falou usando meu corpo:Vamos, queridos irmãos. Venham conosco e deixem essa vida de sofrimento e ilusão. Vamos que irão encontrar um local para serem cuidados e descansarem.
    Após isso comecei a ter sonhos oníricos. Perdi a consciência durante essa incorporação astral. Não sei porque. Mas tive a sensação quase imediata de despertar e todo arrepiado, como é costume nas projeções. Havia passado mais ou menos meia hora que tinha ido deitar.
    Queria deixar claro que o trabalho não é de FORMA alguma feito por mim. Ali só sou um instrumento. A parte mais densa inclusive, que faz com que o trabalho seja possível por causa do meu acesso a eles pela natural densidade do corpo físico que fico interligado.E também queria tentar passar as impressões energéticas que senti ali.Era um local realmente pesado. Uma energia densa, de tristeza, de ilusão, de extremo sofrimento. O local era uma bagunça. Cheirava a mofo, a coisa suja. Havia lixo e roupa jogada por todo lado. E aquele cara na frente com o animal não me pareceu ser ruim e não sei ao certo qual era a sua intenção ao quardar a entrada e ele realmente ia atacar mas sentiu certamente que eu não estava sozinho e por esse motivo ele se segurou. Ele ficou em posição de correr quando falei aquilo. Fez que ia debandar mas eu deixei bem claro com os gestos que não estava ali para atacar e nem para brigar.
    Não sei porque fui levado ali, não entendi muito bem o que houve com aqueles espíritos que em vida física haviam sido travestis, ou algo do tipo. Não sei como se denomina isso ou o termo correto, mas percebi claramente que só precisavam de ajuda e carinho.
    Fico pensando. Eu tava sentado em casa escrevendo a parte 8 do curso avançado (que é com a técnica completa 4), quando algo em algum lugar solicitou ajuda. O que fez essa energia chegar até mim e saber que eu poderia ir até La? Meu Deus, deve haver tantos chamados como esses e a gente quase nunca está preparado para servir. Sei que a ajuda sempre chega de algum jeito. Mas fica aqui uma lição que pretendo me concentrar cada vez mais: tentar sempre me manter conectado dentro daquela máxima: Quando o trabalhador está pronto o serviço aparece.99% das vezes não estou pronto. Estou sem sintonia ou trabalhando, ou qualquer outra coisa. Nesse dia eu estava bem sintonizado e por isso devo ter sido chamado.
    Estejamos prontos, irmãos… O trabalho REALMENTE urge.Há um chamado, a cada momento. Nossos ouvidos os ouvem?
    Muita paz..
    Saulo Calderon

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