Wallpaper – Mente Aberta 1800 x 1650

Wallpaper – Mente Aberta 1800 x 1650

Bom dia amigos do GVA. Estamos disponibilizando mais um wallpaper para download.


(clique na imagem para ampliá-la)

Este foi elaborado pelo nosso amigo Leandro Perez Freire. Mente aberta!! :)

Muita paz e luz a todos nós.

Abrçs
Renato Figueiredo – Santos/SP

 

Relato de Ida até Noronha (19 de Janeiro)

Relato de Ida até Noronha (19 de Janeiro)

Bom dia, amigos. Agora são exatamente 4:49 da manhã.

Acabo de chegar de uma experiência e me encontrei com um grupinho de amigos em Noronha.

Deixa eu usar o modelo:

- Como foi a sua quarta-feira durante o dia. Conseguiu se manter equilibrado e bem sintonizado com o trabalho da noite?

Fiquei mais ou menos sintonizado.
Senti uma dorzinha de dente a noite, me incomodou bastante, mas consegui me manter bem espiritualizado, rs, apesar da sofrência, rs.

- Que horas deitou? (Lembrando que o encontro é a partir da 1 manhã.)

Fui deitar cedo, fui relapso não fiz técnica logo em princípio. Coloquei o despertador para me acordar meia noite e meia. Acordei, desliguei o despertador e falei: Hoje se eu for, é sem técnica, não vou perder meu soninho, rsrs.

- Cuidou das energias?

Ene, a, ó, Tio.. Não! Rsrsrs.

- Qual técnica fez?

A técnica baiana, deitar e dormir, rs.

- Conseguiu sentir as energias?

Até que senti, senti o corpo espiritual balançar e o frontal meio aberto, mesmo sem técnica.

-Conseguiu chegar lá?

Levantei para relatar isso.
Fiquei semi-consciente numa praia e tinha um Palco dessa vez, como foi dito por alguém nos relatos anteriores. No palco haviam pessoas, uma banda espiritual tocando. O Local estava todo arrumado, com barracas, estava meio escuro. E acho que os mentores meio que puxaram o encontro mais para dentro, pois não vi o Mar dessa vez. Acho que o MAR e seu magnetismo pode estar prejudicando, pois o mar é tenso em algumas dimensões. No palco uma banda quando me viu chegar começou a tocar (Que sacanagem), a música devagar é pressa. Daquela: Eitaaa, que preguiçaaa, que vontade de fazer nada, e depois descansar.
Eu dei muita risada, falando: caramba, como isso chegou do lado de cá? Rsrs.
Nessa hora eu tava conversando com duas pessoas. Uma rapaz meio mulato e um outro que não me lembro 100%.

Falávamos de mudança interna, de melhorarmos as ações sobre espiritualidade.

Depois disso nos encontramos tipo num mirante. Que de lá Dava pra ver Noronha de cima, dava pra ver o mar de cima. (PS: Achei uma IMAGEM e um mirante lá! Que beleeeeza, acabo de ver isso, vou postar aqui.
Era tipo uma casinha com teto de palha, bem simples, mas bonitinha, rústica. Ali ficaram algumas pessoas, e o cantor da banda foi lá também, o cara que estava cantando no palco. E parecia ter me testado, pois ele testou minha consciência brincando: Você viu a música que eu fiz? Eu falei: Você fez? Rsrs. Aquela música quem fez fui eu, rapaz, rsrs. Ele deu uma gargalhada falando: É, eu sei, to brincando.
Eu nessa hora comecei a perder a lucidez falando: Mas você não viu já o curso básico, intermediário, avançado, etc.. Ele rindo falava: Já vi!

Ainda me lembro de chegar nessa hora dois rapazes, haviam acabado de chegar. Um de cabelos bem curtos, parecia bem familiar, tão familiar que agora me confundo com meu irmão, mas sei que não era. Ele tinha o cabelo meio EMO, preto. Ele tava bem empolgado com o encontro, sendo apresentado para todos nós.
Eu brinquei falando: Olha, ele cortou o cabelo, ta uma  evolução só com esse cabelão agora! Modernidade! E ria brincando.

Foi quando terminei essa frase e abri os olhos. Estava amanhecendo e me lembrava do cara cantando a música: Devagar é

pressa, rsrs, que temos lááá´na sessão de humor do novo site.

Fiz um esforço enorme e levantei para anotar tudo que vinha me chegando.

Haviam dessa vez mais pessoas, mas não muitas. As pessoas acho que chegavam em horários diferentes. Mas ta valendo.
Uma coisa percebi: Mudaram a cidade para o encontro, há até uma festinha espiritual. Estamos mobilizando muita energia para lá, a ponto de organizarem a cidade para nos receberem.
Noronha no astral, lá naquele lugar, não era só uma ilha com praia, era tipo um festival espiritual, com shows, barracas e um mirante espiritual para conversarmos. Era de noite lá, como se estivesse amanhecendo mesmo.

Enfim,, essas são as lembranças de Painho aqui.

Muita paz e haha, vou voltar a dormir, oxee! :)

Saulo Calderon

Técnica Projetiva Completa 1

Técnica Projetiva Completa 1

Essa foi a primeira técnica, lançada em 2007. A técnica já avançou e está na versão 4, mas ainda deixamos as versões anteriores disponíveis, pois tem quem use.

Muita paz.

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Ajudando num Centro Esotérico

Ajudando num Centro Esotérico

27/11/2001

Fui me deitar às 06:30 da manhã mais ou menos, fiquei trabalhando a noite toda no PC. Posição: decúbito dorsal(barriga para cima), estava um pouco frio, quer dizer, para nós da Bahia qualquer vento é frio :)

Fiquei na cama trabalhando as energias, e acho que um tempo depois, não sei quanto, ¨apaguei¨.

Despertei a lucidez num tipo de centro esotérico, eu já trabalhando a um tempo por lá, como cheguei ali? Não faço idéia…

Entrou uma mulher(entidade) no ambiente, e me disse que estava sentindo a presença de uma outra entidade ligada ao Egito, e eu não conseguia ver, pois estava sutil demais. Então o espírito incorporou na mulher, e tomou controle total do seu corpo. Conheci o espírito, era um amigo de muito tempo, porém não me lembro de nada agora… Estranho? Não, isso é perfeitamente normal, esse nosso cérebro limitado, não consegue trazer nem as nossas experiências extracorpóreas, imagine lembranças de outras eras…

Ele não parou para falar muito comigo, me saudou, e me chamou imediatamente para o trabalho.

Estavam muitas ¨pessoas¨ sentadas em cadeiras, enquanto alguns médiuns se preparavam para dar um passe energético em todos. O amigo espiritual me pediu para ajudar, e não pensei duas vezes. Ele apontou para um médium em frente a uma pessoa e disse: vai Saulo ali, e passe energia para a pessoa através do médium, e assim fiz.

Num determinado momento o amigo me pediu para colocar as mãos no chacra coronário de um homem, e pedir mentalmente para ele relaxar, e colocar as mãos abertas sobre as pernas, para melhor receber o passe energético.

Então coloquei as mãos sobre sua cabeça dei um jato energético no coronário, e falei: Meu irmão, relaxe! Tenha calma, estamos aqui com você, procure sintonizar com o alto, esqueça um pouco os problemas da vida, e deixe que a gente te ajude um pouco, somos seus irmãos espirituais, e viemos tentar ajudar.. (Quando falei isso, ele sorriu como se estivesse entendendo, fechou os olhos, e parou de balançar as pernas. Depois pedi carinhosamente para ele colocas as duas mãos abertas sobre a perna, e o pedido foi aceito quase que instantaneamente, apesar de ele não ter reparado minha presença… Isso nos mostra o quanto nossa vida é controlada, o quanto que somos levados pelos espíritos, não só em ajuda, mas em assédio principalmente…

Fui conversar com a entidade amiga depois que a seção de passe terminou, ele ainda estava incorporado no corpo da mulher. E eu disse: amigo, sei que também sou ligado ao Egito antigo, você pode me dizer algo sobre, sei que isso não é importante¨. Quando terminei ele respondeu com um sorriso: – Você mesmo já tem a resposta, não é importante, o que temos que fazer é trabalhar agora, o passado é passado. Abaixei a cabeça dando razão para o amigo, e fui caminhar para um lindo jardim que tem na frente do local. Olhando umas flores, reparei que elas tem uma cor mais bonita, são mais vivas e passam uma tranqüilidade fora do comum, fiquei meio hipnotizado com elas.

Após um tempo sentado num banco na frente do jardim, senti ficar tudo preto, e conheci o velho puxão do cordão de prata…

Perdi a consciência por um tempo, quanto? E despertei, com aquela sensação de ter que lembrar de algo… porém as lembranças chegaram vivas e prontas, levantei, e os arrepios já conhecidos da pós projeção não deixaram dúvidas da experiência..

Eram mais ou menos 10:45, fiquei isso tudo fora do corpo? não sei, só acordei no meio do processo.

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Bem, essa projeção foi impressionante, pois consegui me sentir como se já estivesse trabalhando definitivamente do lado de lá, além do controle que a espiritualidade tem sobre as pessoas, o quanto somos influenciados…

Abraços amigos

Paz, luz e trabalho

Amparando Torcedores

Amparando Torcedores

Recife 25 de maio de 2009

Fui deitar com muito sono. Mas ainda consegui fazer  alguma prática energética.

Perdi a consciência e despertei num local com um espírito ao meu lado falando: – Saulo, Saulo, acorda!Temos que ir lá buscá-lo, ele está preso.

Entendi o que era para fazer, captando os pensamentos do rapaz que ali estava.
Ele não era um mentor, era algum espírito que queria ajudar um amigo, mas sabia que não estava sozinho.

Percebi o ambiente que estava. Eram corredores de casas bem simples, parecia algum tipo de favela.  Tivemos o seguinte diálogo:

- Chame os seres de luz, não vá entrar lá sozinho, tem gente ruim lá. Falou ele.

- Tudo bem, não estamos sós!

- Mas cadê eles então? Só vejo você!

- Calma, estão aqui, mas é que eles ficam invisíveis… Ah, vamos lá ver então esse “povo ruim”, a gente não tem que ir buscar seu amigo? Se vamos, mesmo com medo, vamos com bom humor e sorrindo (eu sentia o ambiente pesado, também estava com medo, mas procurei disfarçar isso).

Eu vi um portão pequeno. Era um muro alto com um portão de madeira onde tive que me encurvar para passar. Ao passar ali o ambiente ficou mais escuro e as vibrações ficaram densas.  Fui à frente e o rapaz logo atrás. Andando rápido, eu sabia onde tinha que ir, como eu sabia, eu não sei agora, mas eu sabia o caminho naquele momento. Até que vi outra porta e abri. Lá tinha um cachorro nervoso, olhei para ele levantei as mãos e falei: – venho em paz! O animal continuava rosnando, ameaçou pular em nossa direção, mas ficou travado no canto, parecia que uma corrente o prendia pelo pescoço, certamente preso pelos mentores.

Adentramos e num quarto estava o amigo dele, que não conseguia fugir por causa daquele animal. Chamei-o e falei: – vamos, amigo. Vem conosco, está livre. E ele falou: – estou com fome, estou com fome, tem algo aí? E comentei brincando: – calma, vamos passar no MAC Donald´s e comprar um MAC lanche feliz para você. Os dois deram uma gargalhada.
Saímos dali e falei: – bem, ele não está mais preso, amigo. Mas não é aconselhável ficarem aqui, por que não aproveitam a oportunidade para sair dessa freqüência? Os amigos espirituais aqui podem levar vocês para um lugar melhor, sem essa perseguição! Um olhou para o outro e falou: – Mas, a gente gosta de futebol, lá tem isso? Não vamos poder mais ir para os jogos!  – Para estádio não, mas tem uma TV instalada lá que passam TODOS os jogos! Falei para eles. (Que mentira a minha, espero que tenha mesmo, pois usei de psicologia barata). E um olhou para o outro novamente e falou: – Vamos então, Bé?(apelido que ele chamou). E assim, percebi os dois sumirem na minha frente, e segundos depois eu também voltei ao corpo.

Levantei de madrugada com um sono terrível e não tive coragem de levantar para relatar. Mas escrevo agora. Não sei se lembro de tudo, mas foi uma experiência simples, porém curiosa.  Quer dizer que esses dois queriam ficar no umbral só para assistirem jogos de futebol nos estádios? Isso que é amor! Devem ser corinthianos! Rsrs. (Brincadeira!)

Muita paz, amigos, e “bons jogos”!

Saulo Calderon

Amparando Travestis

Amparando Travestis

Recife 30 de Novembro de 2010
Hoje pela tarde estava finalizando o planejamento da parte 8 do curso avançado senti um sono incomum. Daqueles que parece que uma droga foi dada a você, não há outra coisa a fazer senão ir deitar. Mesmo querendo muito continuar com o que fazia, não houve jeito e pensei: vou deitar só quinze minutinhos e retorno.
Deitei de barriga pra cima com os dois braços perto da cabeça em cima do travesseiro. Comecei a sentir uma forte pressão no chacra frontal. Parecia empurrões, que vinham em tempos não consecutivos e deslocava alguns centímetros a aura da cabeça e com isso acredito que até o corpo astral balançava.
Senti duas varreduras de EV fortíssimas e percebi claramente que a projeção era certa.
Não fiz técnica alguma, mas tive certeza que os mentores estavam ali.
Ouvi um forte estalo e senti meu corpo astral se movimentando para fora do corpo. Ainda de olhos fechados procurei não tentar abrir, por saber que muitas vezes penso em abrir os olhos e acabo voltando pro corpo e abrindo os olhos físicos.
Senti uma forte movimentação e aí abri os olhos. Fui parar aparentemente sozinho num local que mais me lembrava o Peulourinho. Casas velhas, coloridas com pequenas varandas com aparência antiga. Percebi a lucidez aumentar muito e falei a mim mesmo: ok, Saulo. Está fora do corpo e lúcido. Fui trazido aqui por algum motivo. E me concentrei nisso. Quando olho adiante uma escada e senti que era para subir. Era uma escadaria de uma daquelas casas.
Senti uma forte energia se instalar em mim, era o EV, algo me avisava para ficar alerta. Quando olhei para o lado vi um rapaz todo de preto com um cachorro rosnando para mim. Ele falou alto: Saia enquanto é tempo. Confiante nos mentores e no que ali estava para fazer, me acalmei e falei: venho em paz. Que a luz esteja conosco nesse momento. O rapaz tomou um susto e pareceu respeitar ao falar: não adianta, esses aí não tem jeito, não adianta tentar. Muitos já vieram… Se fosse você nem perdia seu tempo.
Educadamente pedi licença e entrei no local.
Havia um espírito deitado e outros dois andando de um lado para o outro no quarto, falando: quero meu corpo de volta, quero meu corpo de volta. Isso é injusto..
E entendi imediatamente o que havia acontecido. Eram travestis que haviam sido assassinados. Um deles estava numa situação lastimável, nem conseguia se levantar.
Quando falei eles notaram minha presença: Olá, meus irmãos. Que Deus esteja conosco.
Vim em paz. Apesar de só estarem me vendo, estou acompanhado de amigos que vieram ajudar vocês.
E um deles falou: Por favor, ajuda a Lê, ajuda a lê, apontando pro chão. Abaixei-me e peguei em sua cabeça enquanto passava energias. Rapidamente ela sumiu das minhas mãos. Entendi que haviam sido ajudadas. E algo tomou conta da minha voz e falou usando meu corpo:
Vamos, queridos irmãos. Venham conosco e deixem essa vida de sofrimento e ilusão. Vamos que irão encontrar um local para serem cuidados e descansarem.
Após isso comecei a ter sonhos oníricos. Perdi a consciência durante essa incorporação astral. Não sei porque. Mas tive a sensação quase imediata de despertar e todo arrepiado, como é costume nas projeções. Havia passado mais ou menos meia hora que tinha ido deitar.
Queria deixar claro que o trabalho não é de FORMA alguma feito por mim. Ali só sou um instrumento. A parte mais densa inclusive, que faz com que o trabalho seja possível por causa do meu acesso a eles pela natural densidade do corpo físico que fico interligado.
E também queria tentar passar as impressões energéticas que senti ali.
Era um local realmente pesado. Uma energia densa, de tristeza, de ilusão, de extremo sofrimento. O local era uma bagunça. Cheirava a mofo, a coisa suja. Havia lixo e roupa jogada por todo lado. E aquele cara na frente com o animal não me pareceu ser ruim e não sei ao certo qual era a sua intenção ao quardar a entrada e ele realmente ia atacar mas sentiu certamente que eu não estava sozinho e por esse motivo ele se segurou. Ele ficou em posição de correr quando falei aquilo. Fez que ia debandar mas eu deixei bem claro com os gestos que não estava ali para atacar e nem para brigar.
Não sei porque fui levado ali, não entendi muito bem o que houve com aqueles espíritos que em vida física haviam sido travestis, ou algo do tipo. Não sei como se denomina isso ou o termo correto, mas percebi claramente que só precisavam de ajuda e carinho.
Fico pensando. Eu tava sentado em casa escrevendo a parte 8 do curso avançado (que é com a técnica completa 4), quando algo em algum lugar solicitou ajuda. O que fez essa energia chegar até mim e saber que eu poderia ir até La? Meu Deus, deve haver tantos chamados como esses e a gente quase nunca está preparado para servir. Sei que a ajuda sempre chega de algum jeito. Mas fica aqui uma lição que pretendo me concentrar cada vez mais: tentar sempre me manter conectado dentro daquela máxima: Quando o trabalhador está pronto o serviço aparece.
99% das vezes não estou pronto. Estou sem sintonia ou trabalhando, ou qualquer outra coisa. Nesse dia eu estava bem sintonizado e por isso devo ter sido chamado.
Estejamos prontos, irmãos… O trabalho REALMENTE urge.
Há um chamado, a cada momento. Nossos ouvidos os ouvem?
Muita paz..
Saulo Calderon
Recife 30 de Novembro de 2010Hoje pela tarde estava finalizando o planejamento da parte 8 do curso avançado senti um sono incomum. Daqueles que parece que uma droga foi dada a você, não há outra coisa a fazer senão ir deitar. Mesmo querendo muito continuar com o que fazia, não houve jeito e pensei: vou deitar só quinze minutinhos e retorno.Deitei de barriga pra cima com os dois braços perto da cabeça em cima do travesseiro. Comecei a sentir uma forte pressão no chacra frontal. Parecia empurrões, que vinham em tempos não consecutivos e deslocava alguns centímetros a aura da cabeça e com isso acredito que até o corpo astral balançava.Senti duas varreduras de EV fortíssimas e percebi claramente que a projeção era certa.Não fiz técnica alguma, mas tive certeza que os mentores estavam ali.
Ouvi um forte estalo e senti meu corpo astral se movimentando para fora do corpo. Ainda de olhos fechados procurei não tentar abrir, por saber que muitas vezes penso em abrir os olhos e acabo voltando pro corpo e abrindo os olhos físicos.
Senti uma forte movimentação e aí abri os olhos. Fui parar aparentemente sozinho num local que mais me lembrava o Peulourinho. Casas velhas, coloridas com pequenas varandas com aparência antiga. Percebi a lucidez aumentar muito e falei a mim mesmo: ok, Saulo. Está fora do corpo e lúcido. Fui trazido aqui por algum motivo. E me concentrei nisso. Quando olho adiante uma escada e senti que era para subir. Era uma escadaria de uma daquelas casas.Senti uma forte energia se instalar em mim, era o EV, algo me avisava para ficar alerta. Quando olhei para o lado vi um rapaz todo de preto com um cachorro rosnando para mim. Ele falou alto: Saia enquanto é tempo. Confiante nos mentores e no que ali estava para fazer, me acalmei e falei: venho em paz. Que a luz esteja conosco nesse momento. O rapaz tomou um susto e pareceu respeitar ao falar: não adianta, esses aí não tem jeito, não adianta tentar. Muitos já vieram… Se fosse você nem perdia seu tempo.
Educadamente pedi licença e entrei no local.Havia um espírito deitado e outros dois andando de um lado para o outro no quarto, falando: quero meu corpo de volta, quero meu corpo de volta. Isso é injusto..E entendi imediatamente o que havia acontecido. Eram travestis que haviam sido assassinados. Um deles estava numa situação lastimável, nem conseguia se levantar.Quando falei eles notaram minha presença: Olá, meus irmãos. Que Deus esteja conosco.Vim em paz. Apesar de só estarem me vendo, estou acompanhado de amigos que vieram ajudar vocês.E um deles falou: Por favor, ajuda a Lê, ajuda a lê, apontando pro chão. Abaixei-me e peguei em sua cabeça enquanto passava energias. Rapidamente ela sumiu das minhas mãos. Entendi que haviam sido ajudadas. E algo tomou conta da minha voz e falou usando meu corpo:Vamos, queridos irmãos. Venham conosco e deixem essa vida de sofrimento e ilusão. Vamos que irão encontrar um local para serem cuidados e descansarem.
Após isso comecei a ter sonhos oníricos. Perdi a consciência durante essa incorporação astral. Não sei porque. Mas tive a sensação quase imediata de despertar e todo arrepiado, como é costume nas projeções. Havia passado mais ou menos meia hora que tinha ido deitar.
Queria deixar claro que o trabalho não é de FORMA alguma feito por mim. Ali só sou um instrumento. A parte mais densa inclusive, que faz com que o trabalho seja possível por causa do meu acesso a eles pela natural densidade do corpo físico que fico interligado.E também queria tentar passar as impressões energéticas que senti ali.Era um local realmente pesado. Uma energia densa, de tristeza, de ilusão, de extremo sofrimento. O local era uma bagunça. Cheirava a mofo, a coisa suja. Havia lixo e roupa jogada por todo lado. E aquele cara na frente com o animal não me pareceu ser ruim e não sei ao certo qual era a sua intenção ao quardar a entrada e ele realmente ia atacar mas sentiu certamente que eu não estava sozinho e por esse motivo ele se segurou. Ele ficou em posição de correr quando falei aquilo. Fez que ia debandar mas eu deixei bem claro com os gestos que não estava ali para atacar e nem para brigar.
Não sei porque fui levado ali, não entendi muito bem o que houve com aqueles espíritos que em vida física haviam sido travestis, ou algo do tipo. Não sei como se denomina isso ou o termo correto, mas percebi claramente que só precisavam de ajuda e carinho.
Fico pensando. Eu tava sentado em casa escrevendo a parte 8 do curso avançado (que é com a técnica completa 4), quando algo em algum lugar solicitou ajuda. O que fez essa energia chegar até mim e saber que eu poderia ir até La? Meu Deus, deve haver tantos chamados como esses e a gente quase nunca está preparado para servir. Sei que a ajuda sempre chega de algum jeito. Mas fica aqui uma lição que pretendo me concentrar cada vez mais: tentar sempre me manter conectado dentro daquela máxima: Quando o trabalhador está pronto o serviço aparece.99% das vezes não estou pronto. Estou sem sintonia ou trabalhando, ou qualquer outra coisa. Nesse dia eu estava bem sintonizado e por isso devo ter sido chamado.
Estejamos prontos, irmãos… O trabalho REALMENTE urge.Há um chamado, a cada momento. Nossos ouvidos os ouvem?
Muita paz..
Saulo Calderon

Aprendendo a Voar

Aprendendo a Voar

Deitei às 22:00 pensando em me projetar. Relaxei e comecei a circular as energias.

Despertei fora do corpo, olhando uma rua praticamente deserta, com um morro bem alto na sua frente. Comecei a voar baixo, olhei para o morro e tentei voar até o topo. Só que chegava a uma certa altura e caía. Tentei várias vezes e nada. Até que senti que tinha alguém comigo, porém eu não podia ver. Então perguntei como poderia fazer para chegar ao topo, e a resposta veio como um voz interior viva, igual num telefone mais ou menos assim:

¨Concentre-se nas palmas da sua mão, vizualize uma boa energética azul em cada palma da mão, e cada uma também na sola dos pés. Quando for voar, solte energia pelos pés, e puxe pelas mãos, então a energia do ambiente passará por dentro de você, e conseguirá deslizar melhor por qualquer ambiente.¨

Tentei fazer, e deu certo, subi o morro facilmente numa decolagem parecida com um eject de avião.

Cheguei ao topo, vi uma casa com luzes acessas. Avistei algumas entidades no ambiente, e fui até lá. Cheguei pedindo licença para entrar, o que foi aceito com muito interesse de todos. Eles me perguntaram quem eu era.

Respondi que estava fora do corpo, e que estava aprendendo a dominar uma técnica para voar, disse que eu ajudava outras pessoas a saírem dos seus corpos na Dimensão material. Só que reparei que o ambiente era propício ao sensualismo, pois vi algumas das entidades semi-despidas, e por sintonia com o amparador, tive a idéia de sair dali urgente, e fiz de imediato, decolando novamente por sobre o morro, sobre uma grande altitude.

Fiquei voando, dando piruetas e testando a nova técnica. Eu não conseguia alcançar uma velocidade muito grande, porém ia a qualquer lugar e altura que queria sem medo de cair.

Pensei no corpo, pois não queria esquecer o aprendizado da técnica, voltei para o corpo. O corpo continuava imóvel. Como já estou acostumado com a catalepsia projetiva, eu fico brincando com as energias enquanto não recobro os movimentos. Até que senti o ¨encaixe¨.

Fui abrindo os olhos, e ainda vi uma entidade ao lado da cama, mas quando focalizei as vistas ela sumiu como se não estivesse ali.

Bem, esse relato também serve como técnica energética para voar, pelo menos funcionou às maravilhas comigo.

Boas decolagens!

Aprendendo a Voar II

Aprendendo a Voar II

28-12-2001

Estava Viajando para tocar no Interior do Piaui, deitado numa poltrona do ônibus. Sabia que ali seria um péssimo local para tentar a projeção, devido o acoplamento áurico de vários companheiros da banda. Mas mesmo assim, não abri mão do meu direito de sair, e me cobrei lucidez, e por momento nenhum deixei essa idéia sair do meu campo mental.

Trabalhei com muita vontade as energias, tive dificuldade para senti-las, mas consegui…

Despertei sobrevoando uma cidade, senti a presença de mais umas três entidades, que naquele momento me disseram que iriam me ensinar a voar com velocidade, pois há uma dificuldade de se fazer isso com os projetores, pois uma descida muito brusca, dá uma sensação muito forte com repercussões como: frio na barriga, sensação de queda, etc…

Então eles pediram para eu não me assustar, pois estaria seguro, que iriam me treinar minha mente para aprender a lidar com a sensação de velocidade…

Eu estava a uma altura considerável, vendo as casas como formigas, os quarteirões pareciam pequenos terrenos. E derepente começaram a me descer numa velocidade incrível, tão rápido que em menos de um segundo eu já estava no chão, a um metro de altura mais ou menos… Senti um calafrio na espinha(pelo menos só assim que consigo explicar como foi a sensação)…

E me subiram de novo, então voando rápidíssimo para frente, vi um local cheio de pessoas, ou eram entidades?

E novamente praticamente fui jogado, e desci rapidamente…

Isso se repetiu inúmeras vezes, até que eu me acostumei, e pedi para ir sozinho…e fiz numa boa…

Após isso, senti uma pequena variação de consciência, e já sabia que era hora de voltar…

Não me lembro de entrar no corpo, só sei que despertei sem perder nenhuma das experiências que tive de, como aprender a voar com velocidade.

Acho que não consegui visualizar a saída nem a entrada, devido o acoplamento das muitas auras no ambiente, deixando o mesmo pesado…

Abraços a todos

Assistência

Assistência

25/07/02

Cansado devido o dia de trabalho, praticamente me joguei na cama, sem qualquer idéia voluntária da saída extrafísica.

Deitei-me de barriga para cima(decúbito dorsal), e ali perdi a consciência.

Minha percepção da projeção, se deu quando senti um forte EV no corpo astral. Estava junto com duas entidades já conhecidas por mim.

Estávamos a caminho de algum local, porém ainda não sabia o que iria fazer.

Voávamos baixo, mas com uma certa velocidade, até que nos aproximamos de um local cheios de pequenas casas coloridas, muito parecido com o Pelourinho.

E entramos em uma dessas casas.

Na entrada, vi uma entidade com aparência de idosa, muito lenta, ele virou para trás olhando para mim(estranho que ela só me comprimentou, o que me faz crer que só eu estava visível, devido a densidade), e disse: – Entra meu filho…

Ao entrar, vi algumas entidades no ambiente, e juntamente com uma senhora conhecida por mim. Tomei um pequeno susto, pois acompanhei o desencarne dessa senhora a uma semana atrás, e vi que ela não estava numa situação muito boa.

Me aproximei e peguei em sua mão. Ela estava deitada no piso que parecia de madeira. Fiz uma oração, e senti uma forte energia passar por dentro de mim, em direção à senhora. A energia passava um amor e tranqüilidade tão grande, que chorei sem poder controlar, porém sem desequilibrar.

E senti a entidade da senhora ir sumindo, até sair de minhas mãos e nada mais ver…

Perguntei o que tinha acontecido, e ao olhar para uma das entidades que comigo estava, ela balançou a cabeça positivamente, e como se tivesse falado mentalmente comigo entendi: Ela foi ajudada, e levada para local de tratamento. Eu não conseguia ver todos os amparadores, devido à densidade das minhas energias, por estar ligado ao corpo.

Perguntei também o por quê de aquela entidade ainda estar naquela situação. O amigo me respondeu que tudo é questão de sintonia, vibração e conseqüência da vida física que ela havia levado.

Ele pegando no piso onde a senhora estava deita me disse: – Pega aqui e sentirá as entidades que a acompanham, e verá que o problema maior dela é esse, assédio…
Eu respondi que não precisava, pois já estava um pouco abalado com o amparo.

E senti a volta ao corpo físico.

Só que fiquei em hipnagogia(no estado entre o sono e a vigília), e não acordava. E nisso aconteceu algo interessante. Um besouro do tamanho de um pombo, veio voando em minha direção, e se bateu com minha cabeça, e eu despertei aos pulos batendo a mão em todo lugar. Senti uma risada, e entendi: Os amigos espirituais, plasmaram o besouro energético, para me acordar, e não fazer que perdesse as lembranças… Essa é boa! Rs

Abraços a todos

Assédio VS Sintonia

Assédio VS Sintonia

09 de Janeiro de 2004

Trabalhei até depois das 2 da madrugada no PC, inclusive preparando alguns tópicos para o IVA o Livro. Respondi uns 10 emails do site, ouvindo músicas calmas, uma série especial do Oliver Shanti, que ganhei de presente de um amigo do GVA.

Bem, resolvo ir deitar. Meu colchonete já está arrumado no estúdio, que é um lugar onde tenho para a banda, mas como está sem instrumento algum, só tem as espumas que isolam totalmente o som, e ainda coloquei uma luz azul, que ajuda muito no relaxamento e no trabalho energético.

Sentindo uma energia ótima, estou relaxado, em paz.

Após começar a exteriorizar energias, imagens sexuais começa a chegar na minha mente de todo lugar. Interessante é que eram tantas ao mesmo tempo, que chegavam a me deixar com um questionamento : Como seria possível, eu mesmo imaginar isso tudo, nessa velocidade, uma vez que nem queria pensar isso? Então comecei a entoar um mantra bonito. E como magia, tudo sumiu de vez do meu campo mental. A paz volta a reinar, então relaxei novamente e começo a absorver energias da natureza. Outra vez as energias voltaram, mais fortes ainda. Imagens horríveis chegam a minha casa mental. Sexualidade outra vez. Então noto claramente, a imagem de uma entidade se esfregando no meu corpo energético. Então noto o assédio claro, e tento me defender com um EV. Consigo tirar a entidade das minhas energias, porém, seus pensamentos chegam até mim. Noto a entidade com aparência feminina me olhando com raiva e totalmente desequilibrada, me enviando pensamentos pesados, que rompiam o EV com facilidade monstruosa. Reparei que o EV só me defendia da energia dela, não dos pensamentos nocivos.

Resolvo apelar às autoridades maiores, e rezo um Pai Nosso. Uma sensação de paz incrível começa a reinar novamente. Sinto uma energia no meu peito, e um grande amor crescer na minha mente. Sinto pena da entidade, e vontade de ajudar.

Fico por mais de 20 minutos em paz. E logo após sinto um estalo forte, e abro os olhos, com minha para-cabeça fora do corpo.

Porém, meu umbigo está preso. Começo a exteriorizar energias por ali, e consigo me soltar.
Imediatamente ao sair, me afastei do estúdio. Chegando a anti-sala, a primeira coisa que fiz, foi passar o olho por toda a região, atrás da entidade.
Não consigo vê-la. Mas ao olhar para o canto, próximo à lavanderia, vejo ela sentada chorando, com a cabeça entre as pernas…

Com um sentimento de piedade e amor, resolvo me aproximar, porém, sinto um EV forte se instalar, e uma frase assim: -“ cuidado, se ela perceber você aqui, vai tentar lhe desequilibrar”.
Eu com minha mania de não ouvir muito conselhos, resolvo ir assim mesmo.

Porém, falei de longe: – Olá, por que está me atacando dessa forma?
Então, ela levantou a cabeça… Era uma mulher linda, porém seus jeitos só atiravam sexualidade pesadíssima. Totalmente desequilibrada, e agora com um leve sorriso de sarcasmo no rosto me disse: – Atacar? Eu? Você não sabe o que é atacar meu bemzinho…

E jogou em mim uma energia forte novamente.

Tento me equilibrar, e sinto o desequilíbrio interno.

Ela consegue pegar no meu braço, e eu caio de joelhos…

Quando ela chega na minha aura, já começa a fazer de tudo, imaginem…

Tento me defender em vão, é o tempo de eu sentir uma puxada forte na nuca, e abrir os olhos totalmente arrepiado…
Arrependido, e muito decepcionado por perder a experiência, levanto e vou até o banheiro.

Porém, continuo sentindo a presença da entidade.

Volto para o estúdio, e resolvo tentar sair de novo, mas em vão…

Acho que o amparador resolveu abandonar o projetor teimoso por hoje, risos…

Eu tinha que fazer isso né?

Que mania de confiança que tenho…

É bom que aprendo…

Paz e luz

Ataque Extrafísico

Ataque Extrafísico

Olá meus amigos.

Saudações luminosas a todos… Fui Viajar para tocar em Juazeiro Interior da Bahia que faz Fronteira com Petrolina – Pernambuco. Como o ônibus era leito, dá para ficar relativamente deitado, mesmo que com um pouco de incômodo.

Não me lembro quando saí do corpo, pois minha consciência despertou dentro de um veículo que mais parecia um Trem bem grande, e comigo estavam muitas outras entidades que eu já sabia serem amparadores e outros projetores. Não sei como, mas eu tinha total consciência que estava sendo levado para um lugar extrafísico muito denso, para ajudar a retirar algumas consciências de lá. Porém fomos avisados que poderíamos sofrer ataques dos guardiões daquela dimensão inferior, que não deixam qualquer coisa entrar ou sair de lá, uma das entidades me disse que não poderíamos acessar aquela dimensão sem o veículo que estávamos utilizando, pois ali não teríamos a capacidade de flutuar, e muita dificuldade energética, pois dentro do veículo estamos relativamente mais protegidos. O Veículo estava indo bem baixo, quase igual um carro comum, por sobre um tipo de pista. Quando entrou numa ribanceira, um tipo de morro, e avisaram para começarmos a nos preparar para ataques, pois estávamos entrando na dimensão inferior. Logo que começamos a descer o morro, já sentimos o impacto com o ambiente, o barulho foi bem extremo, e em segundos por todo lado um grupo enorme de assediadores começaram a querer invadir o veículo a Toda força. Alguns não conseguiam passar, mas outros simplesmente atravessavam com muita facilidade pelo veículo e todos começaram a exteriorizar energias em direção aos agressores. Eu também. Um me viu de fora, e veio com muita bravura em minha direção, ainda me lembro do seu rosto (interessante isso, porque quase nunca me lembro de rostos em projeção), uma aparência muito aterrorizante, seus olhos eram grandes e meios avermelhados. Exteriorizei energias em sua direção e ele continuou a vir, até que me concentrei fortemente e soltei jatos de energias bem fortes, o que fez ele recuar imediatamente, desistindo da invasão. Fui para o outro lado, pois vi um outro entrando, e consegui tirar esse também. Até que vieram dois em minha direção, uma entidade amiga me disse que eu estava fazendo a coisa certa, e me aconselhou a continuar, e tomar cuidado para não desequilibrar, pois eles querem isso. Eu estava dominando a situação com as duas entidades, porém veio uma pelo lado tão rápido que nem deu para ver direito, e me agarrou pelas costas. Senti toda a sua fúria, as outras entidades duas estavam vindo me agarrar, e não tive escolha. Pensei no corpo, e voltei imediatamente, porem fiquei em catalepsia projetiva. Olhei de dentro do corpo em estado de descoincidência com o corpo espiritual, e vi um amparador que veio me trazer ao corpo, não deixando que eu volte sozinho. Senti um banho energético confortante, pois andei em dimensões pesadas, e provavelmente iria ficar com uma impressão energética forte. Saí da catalepsia, e continuava a sentir o amparador no ambiente.

Após alguns minutos a sensibilidade pós- projeção que todos temos foi indo embora. Essa sensibilidade, inclui: Clarividência, Clariaudiência, intuição forte, sensações energéticas gerais, entre outros. Isso acontece devido ainda estarmos com o duplo etérico(nossa energias), muito solto.

Pessoal abraços a todos. O mundo espiritual é assim mesmo, uma fantástica e ilimitada aventura, em que o que não falta são experiências e conhecimentos para serem narrados, estudados e ensinados a todos nós.

Paz & luz

Ataque Magnético

Ataque Magnético

Recife, 16 de Julho de 2009

Olá, amigos.
Essa noite deitei sem fazer nenhuma técnica, só virei para o lado e adormeci, devido o cansaço físico.
Acordei às 2:40, levantei e fiquei um pouco no Computador. Voltei a dormir pouco depois.

Percebi a catalepsia projetiva. Fiz esforço para sair, mas senti a prisão do umbilical forte. Exteriorizei energias pela região, mas mesmo assim não consegui me afastar.  Após algum esforço e prática energética finalmente senti o corpo astral deslocar. E me afastei rapidamente do corpo enquanto pensava: deveria ter feito prática, recomendo tanto isso e sou o mais cara de pau, agora sofro por bobagem.

Olhei o ambiente, mas não quis perder tempo olhando a casa e mentalmente sugeri aos mentores que me levassem a algum lugar onde poderia ser útil.
Quase que imediatamente sou arrastado para um local que parecia um tipo de favela (pra variar, esse é o tipo de local onde normalmente vou). Percebi espíritos morrendo de medo e falando: eles estão vindo, eles estão vindo!
E já recebendo a intuição pelos mentores (que estavam invisíveis, como sempre), sabia que eram espíritos que os dominava naquela dimensão.
E falei: calma, pessoal! Vamos nos sintonizar para podermos nos defender juntos. Se ficarmos bem eles não poderão fazer nada.
Fiz uma prece (o Pai Nosso), e falei: pronto, agora nos acalmemos, pois não estamos sozinhos.
Mesmo assim, todos correram para a parte de cima da casa, e fui para lá. Eles falavam: Eles estão perto!
Praticamente controlado pelos mentores, levantei uma das mãos e senti magneticamente por onde eles vinham. Logo apareceram dois caras totalmente de pretos.
Vinham com uma força descomunal. Um magnetismo que raramente eu vi fora do corpo.
Pularam em cima da gente, mas joguei uma energia de controle e eles foram bloqueados.
Começaram a correr ao meu redor (percebendo que eu era a ameaça), numa velocidade incrível. Sentia-me praticamente incorporado pelos amparadores, não controlava mais meu corpo. E um jato de energia jogou um deles bem distantes. Mas eles tinham uma auto-confiança e tanto. Os dois juntos plasmaram um tipo de moto, ou triciclo gigante e vieram com velocidade pra cima de mim. Senti então uma energia mental forte, e num golpe a moto e os dois foram jogados em cima de uma pequena casa. Eles saíram de lá cambaleando, mas ainda atacando. Dessa vez um veio pra cima de mim, e o outro foi pra cima do pessoal que se escondia na casa, atrás do muro. Nesse momento, um rapaz que lá estava começou a rezar (Pai nosso que estais no céu…), e eu falei meio que com bom humor: Agora não é mais pra rezar, acredite que não está só e se defenda, eles estão conosco. Só que o rapaz ficou com medo, não sentia fé nisso, e tomou um soco, voou e caiu desacordado.
Eram espíritos que dominavam aquele seres. Tinham um grande poder magnético. Com esses espíritos não havia argumento, precisava mostrar força para que eles parassem com aquela perseguição. Eu sempre procurei resolver tudo com carinho e conversa, mas sabia que ali era impossível.
Então os mentores pegou aquele rapaz e novamente o empurraram com força. Eles enfim entraram em desespero e covardemente correram. Perceberam que eram fracos. Plasmaram ou entraram num carro e partiram rapidamente dali. Senti meu corpo controlado e voei em direção ao carro, retirando os dois dali.
E uma voz saiu de mim (não era eu controlando nada mais ali). Enquanto os dois eram levantados numa parede, eu falava totalmente incorporado: Nós acreditamos que vocês podem usar esse conhecimento para o bem, e não para se aproveitarem dos outros. Vocês dessa vez serão liberados para pensarem sobre isso, mas se voltarem a aprisionar novamente, voltaremos para os levar para um lugar de onde só sairão quando se arrependerem do que andam fazendo.

E eles correram desesperados dali.

Despertei já era manhã, estava claro.
Fiquei pensativo em relação a essa experiência. Quem sou eu para fazer algo desse tipo? Um trabalho desse? Sempre fiz amparos com carinho, com seres que querem ajuda, raramente entro em atrito com qualquer tipo de ser, e não entraria se não tivesse sido controlado para isso.
Eram pessoas ruins, eles. Eram entidades malvadas, perdidas no domínio e na escravidão de outros espíritos. Eu sentia  o pavor daqueles seres. Não sei se foram ajudados, pois não tive a oportunidade de saber, ou então não me lembro, mas acredito que sim.

Quanto mais me projeto mais me admiro em relação a esse mundo que é o Astral, e mais vejo o quão pequeno sou, para entender algo de uma profundidade tão absurda.

Vivendo e aprendendo, como dizem…

Não ando mais relatando, dei uma parada de escrever os relatos, até por naturalidade nas experiências, mas voltarei a fazer.

Muita paz,

Saulo Calderon

Carnaval. Relato muito interessante com índios

Carnaval. Relato muito interessante com índios

19/02/2000

Carnaval. Estando em casa, pois nesse dia não toquei, comecei a sentir uma boa presença trabalhando a minha energia. Eram mais ou menos 23:30. Sabendo por intuição que era um convite para a projeção, não perdi tempo e fui-me deitar. Coloquei meu abajur de luz florescente virado para o canto da parede, deixando o quarto com uma luz bem fraquinha, porém dando total visão caso precisa-se na saída do corpo.

Tempo bom, noite estrelada, fazia um pouco de calor, então deixei a janela entre aberta.
Deitei-me na posição supina(barriga para cima), com os braços apoiados por dois travesseiros para não causar incomodo(muito tempo nessa posição, sem movimentação, causa uma certa agonia nas articulação, por isso procurar uma posição bem confortável é essencial).

Comecei a exercitar as energias. Lembro de ficar mais de hora e já estava quase perdendo a consciência, quando sinto um estalo no Chacra frontal. Então senti as energias darem uma circulada bem forte e parar. Comecei a me concentrar na saída, e procurei não me preocupar com as repercussões fortes energéticas. Até que entrei em EV(estado vibracional). A sensação energética estava fortíssima, então não perdi tempo, e comecei a tentar flutuar. Consegui uma saída em Tredelemburg(quando saí o corpo todo, só ficando a cabeça interiorizada). Forcei novamente a saída, e consegui soltar a para-cabeça.

Sempre que estou me afastando do corpo, tenho a sensação de que minha consciência está alternando entre o corpo físico e o astral, como se estivesse em ambigüidade, numa velocidade fantástica, até que me afasto e começo a me sentir centrado no corpo astral, e controlo melhor o processo.

Me afastei do corpo, e ao sair do quarto, reparei o ambiente idêntico, vi que estava projetado na dimensão troposférica(dimensão em que podemos ver tanto espíritos como pessoas, ou essa mesma em que estamos, só que uma freqüência acima). 95% das projeções que tenho é nessa dimensão. Já me perguntei muito o por quê de só acordar nessa dimensão, porém a resposta me veio com o tempo, quando reparei que o melhor lugar para ser útil e ali. Normalmente é zona de sofrimento, ilusão, onde espíritos vagam, onde as pessoas saem projetadas(por sintonia), e podemos dar uma força, e também onde os amparadores mais trabalham.

Quando resolvi descer a escada para dar uma “olhadinha pela casa”, gosto muito de fazer isso, alias, quem não gostaria de saber o que temos dentro da nossa casa? O que tem na espiritualidade? Espíritos, objetos. Porém, quando penso em descer, sinto um puxão pelo braço, e já apareço em um local com vários índios, inclusive velhos conhecidos. Vai parecer estranho isso que vou falar, mas lá eu conhecia quase todos, mas agora não lembro de quem eram, como era, seus nomes, NADA! Estranho não? Pois é, mas essa é a limitação que o cérebro físico nos dá. Um magnetismo fantástico, que não deixa passar muita coisa.
A tempos atrás pensei que o cérebro era a evolução, hoje já acho que ele é a limitação :), claro, se bem treinado, pode ser uma ferramenta poderosa.

Vendo os amigos índios, abracei muitos, recebi passes, até me jogaram para cima na hora, a sensação que tive foi que subi uns 10 metros, muito gostosa.

Um deles falou para todos:

Agora vamos ao trabalho.

Trabalho ? Indaguei! Onde?

Relaxe e dance, respondeu um outro ao meu lado.

Dance?

Sorri achando graça do bom humor daquela consciência.

Estava me sentindo muito bem.

Numa velocidade que não dá para contar com palavras, aparecemos num local lotado de pessoas, com muito barulho. Reparei que estávamos no meio de alguma festa, quando vejo o Trio Elétrico entendi, e perguntei: o que fazemos aqui?

Vamos trabalhar dançando!

Como? Perguntei!

Sim.., respondeu o Índio. Não imagina como funciona as coisas no nosso Pai Oxalá. Até em locais como esse, tem espíritos trabalhando, centenas deles.. Só que não podemos acessar esse ambiente sem disfarce, pois iríamos gastar muita energia para defesa, e seria quase impossível fazer isso. Então o que fazemos? Entramos disfarçados de “pessoas comuns”.

Não entendi direito o que ele quis dizer, ele apontando para mim disse:vamos, o pessoal já está a caminho, agora olhe para sua roupa?

Tomei um susto, eu estava como todos ali, com roupas de folião.

Vendo minha cara de curiosidade, ele disse:

Agora vamos dançando, finja ser “normal”, como todos, dance, e concentre-se no amparo, pois viemos buscar algumas entidades.

Simplesmente estranho! Mas fazer o que?

Meio que sem graça, fui dançando com eles, passando pelo meio do povo, apesar de estar de noite, conseguia ver tudo muito bem no meio de tanta gente.

Todos nem ligavam para nós, até que vi uma moça dançando com gestos muito sensuais, e comecei a entrar na onda. Então, senti um puxão pelo pescoço, e tomei uma”porrada” de um índio, então ele me disse:

Controle-se, não se deixe levar, se vacilar, vai despertar no corpo sem lembrar de nada. Não deixe que seus pensamentos saiam, não entre nas energias do local, só finja, lembre-se, estamos disfarçados.

Fiquei muito envergonhado da minha ação, e vi algo na mão dele, acho que foi com aquilo que ele me deu a “porrada”, um galho de alguma planta, qual?

O Grupo maior, que tinha se afastado mais, estava voltando com um espírito adormecido em um tipo de maca, mais parecia um lençol.

O amigo que me acompanhava, disse que já tinham conseguido chegar ao objetivo, e que eu continuasse a me controlar..

Olhando a cena, comecei a pensar em como tudo é inteligente. Como é que pode? Tanta ignorância nossa nesse mundo. Só pensamos em lazer, prazeres carnais, enquanto esses espíritos incansáveis arrumam nossas bagunças. Olhei para um grupo de pessoas dançando, e desviando por alguns segundos o caminho que estava, me prendi cena que via:

Já não sei dizer o que era espírito e o que era pessoas, pois alguns me encaravam, outros não, e um dos que me olhava, pareceu vir em minha direção, tomei um susto tão grande, que senti o EV no corpo todo. Coloquei a mão no coração para sentir como estava, e vi a bobagem que fiz. Quando pensei em ver meu coração, foi fazer isso, e voltar para o corpo na mesma hora.

Despertei fazendo o gesto da mão ao coração.

Fiquei parado um pouco na cama, e dei uma viradinha no pescoço, e tudo se formou na minha mente, juntamente com um banho energético, e um cheiro presente de planta no quarto.
Olhei para o lado, e vi no vídeo cassete, que eram 1:30 da madruga, porém a sensação foi que fiquei mais de 4 horas fora.
E vi o quanto faltou de experiência em mim.

Fiquei um pouco triste, pois foi uma projeção incrível, e me deixei levar mesmo sendo avisado diversas vezes..

Também. Tinha tanta gente, tantas pessoas bonitas, mulheres com danças sensuais, de tirar o fôlego do mais controlado. Quem sou eu para agüentar isso? Afinal, também sou filho de Deus, não? Risos, essa é a desculpa mais esfarrapada que tem :).

Bem, ficou para mim, essa experiência maravilhosa. Ainda mais porque sou músico, e não tinha essa visão de como funciona o amparo em zonas desse tipo, com multidões etc..

A perfeição da Criação, cada dia que passa fica mais viva em minha mente. Me faz crer, que tudo está exatamente onde tem que estar. É simplesmente impossível no meu ver, que tudo já não esteja programado. A evolução não acontece dessa forma só aqui na Terra. Deve haver milhares de planetas na mesma situação. Outros que já passaram pela fase que estamos, e essa é só mais uma escola, que tem às “séries”, programadas.

Somos alunos :), pequenos alunos no jardim de infância :)

É como disse um cara legal que passou por aqui:

“Deixai vir a mim as crianças, pois delas é o Reino de Deus”.

Muita paz, luz e amor nos nossos corações de criança.