Assistência ideal

Saulo Calderon Relatos, Relatos Waldo Vieira 4 Comments

24 de julho de 1979, terça feira. Recolhi-me ao leito às 20h 05 min. Dai a momentos, José Grosso* começou a manipulação de energias, acoplado, vindo a semiconsciência até às 21 horas. Fiquei sozinho, no quarto com a porta cerrada, e o amparador exercitou a exteriorização de forças, sentando-se no leito várias vezes. A equipe estrafísica*2 atendeu alguém à frente e à direita do corpo físico deitado em decúbito dorsal*3.

A minha consciência acordou fora do soma*4 numa rua não familiar em bairros de ruas regulares e algumas travessas íngremes na Zona Norte do Rio. Algo me dizia ser pouco mais da meia noite. Tive a nítida sensação de ter sido deixado na rua tranqüilamente.
Transitando numa das avenidas comerciais por bom espaço de tempo, examinando as cenas de ruas, em particular os locais com luzes e pequenos ajuntamentos de pessoas, bares, entradas de clubes, casas noturnas e, seguindo entre pessoas, normalmente, não experimentei qualquer abordagem por parte dos transeuntes extrafísicos.
Ao fim da rua principal, mais larga, na pequena praça de poucas árvores e bancos para sentar, encontrei uma consciex*5, com aparência de médico. Seu nome ressoou na minha mente livre, Calmene. Forte compleição atlética, alourado, aparentando uns 45 anos de idade, ali atendia consciexes carentes de assistência. Naquele trecho, a rua parecia mais iluminada do que as outras.
Ao trocar mensagens mentais com ele, explicou-me rapidamente fazer trabalho de rotina assistindo às pessoas carentes. À noite a tarefa especializada torna-se intensa junto com a equipe, porque as consciexes, em especial os doentes, entram em contato direto com as conscin*6 que dormem. Cada servidor, naquela atividade, dispõe de área definida de atendimento.
O movimento de veículos, exceto na rua principal, era reduzido.
Nas travessas quase não passavam carros e na pracinha havia muitos veículos estacionados.
O médico revelou-me os planos de ampliar a assistência com o emprego de outros companheiros principalmente à noite, em local próprio, em uma das travessas mal iluminadas e sem movimento, onde centralizará o atendimento.
O serviço não parecia muito simples. A partir das seis da noite, quando começa o período diário de maiores angústias, buscam minorar as depressões, desesperos, tristeza, carências, dúvidas, mágoas, ressentimentos, a solidão maior e as relações desestruturadas dos habitantes da megacidade.
A firmou-me que o aspecto menos agradável era o das criaturas que se recusavam ser assistidas, tanto conscins quanto consciexes, às vezes, nem desejavam ser abordadas, repelindo os assistentes extrafísicos.
O trabalho assistencial, bem mais complexo do que parecia, funciona buscando entrosamento com os núcleos policiais, prontos socorros, hospitais, templos diversos, Exército da Salvação, Centro de Valorização da Vida, Associação dos Alcoólicos Anônimos e outras equipes de finalidades assistenciais.
Deduz-se daí que a cidade toda deve ter serviço semelhante, bem como outras localidades, especialmente as grandes metrópoles.
antes de se despedir, Calmene pareceu concentra-se e ofereceu-me pequeno recado como exercício de fixação mental, mais ou menos nos termos transcritos a seguir, visando a assistência ideal.
“Todo ato de assistência social, por menor que seja, significa fraternidade, revela-se produtivo e merece louvor. Melhor um tipo qualquer de assistência humana do que nenhum. Contudo, a assistência social ideal tem características universalistas próprias inconfundíveis.
Não apresenta caráter oficial, sendo espontânea.
Não cisa deduções de impostos, nem sindica a aplicação da doação.
Não demostra rótulo profissional nem fim profissionalizante.
Não alimenta segundas intenções proselitistas ou políticas.
Não defende a imagem pessoal nem cultiva mitos.
Não incentiva a segregação de espécie alguma.
Não se restringe por preconceito nenhum.
Não espera gratidão nem aspira entendimento público.
Não divulga o ato assistencial, seja qual for a circunstância.
É a doação da consciência, simples, pura, direta, sem mediação, exigências nem condições. E que todos podem praticar em silêncio.
Na Terra, planeta com muitos países, criaturas, costumes, religiões e interesses, todos os habitantes são naturalmente irmãos. Feliz daquele que aprende o ângulo universal di maxifraternismo, ultrapassa as barreiras dos tabus e realiza a assistência universalista ainda na vida humana, pois recebe o benefício da libertação terrestre rumo a ascensões maiores”.
A mensagem poderia ser mais lógica? A explanação foi clara, categórica e isenta de ambigüidade.
Expressei meus agradecimentos e dei um adeus ao médico atencioso, que saio na direção de uma das travessas. Percorri a rua principal, passando entre transeuntes parados e consciexes vadias, luzes e sombras, e retornei imediatamente ao corpo.
Ao despertar-me, à 1h 43 min da madrugada, o meu corpo estava na mesma posição anterior, decúbito dorsal, braços estendidos e mãos separadas sobre as pernas numa imobilidade sem problemas.
*Projeções da Consciência: “Diário de Experiências Fora do Corpo Físico”;

24 de julho de 1979, terça feira. Recolhi-me ao leito às 20h 05 min. Dai a momentos, José Grosso* começou a manipulação de energias, acoplado, vindo a semiconsciência até às 21 horas. Fiquei sozinho, no quarto com a porta cerrada, e o amparador exercitou a exteriorização de forças, sentando-se no leito várias vezes. A equipe estrafísica*2 atendeu alguém à frente e à direita do corpo físico deitado em decúbito dorsal*3.
A minha consciência acordou fora do soma*4 numa rua não familiar em bairros de ruas regulares e algumas travessas íngremes na Zona Norte do Rio. Algo me dizia ser pouco mais da meia noite. Tive a nítida sensação de ter sido deixado na rua tranqüilamente. Transitando numa das avenidas comerciais por bom espaço de tempo, examinando as cenas de ruas, em particular os locais com luzes e pequenos ajuntamentos de pessoas, bares, entradas de clubes, casas noturnas e, seguindo entre pessoas, normalmente, não experimentei qualquer abordagem por parte dos transeuntes extrafísicos. Ao fim da rua principal, mais larga, na pequena praça de poucas árvores e bancos para sentar, encontrei uma consciex*5, com aparência de médico. Seu nome ressoou na minha mente livre, Calmene. Forte compleição atlética, alourado, aparentando uns 45 anos de idade, ali atendia consciexes carentes de assistência. Naquele trecho, a rua parecia mais iluminada do que as outras. Ao trocar mensagens mentais com ele, explicou-me rapidamente fazer trabalho de rotina assistindo às pessoas carentes. À noite a tarefa especializada torna-se intensa junto com a equipe, porque as consciexes, em especial os doentes, entram em contato direto com as conscin*6 que dormem. Cada servidor, naquela atividade, dispõe de área definida de atendimento. O movimento de veículos, exceto na rua principal, era reduzido. Nas travessas quase não passavam carros e na pracinha havia muitos veículos estacionados. O médico revelou-me os planos de ampliar a assistência com o emprego de outros companheiros principalmente à noite, em local próprio, em uma das travessas mal iluminadas e sem movimento, onde centralizará o atendimento. O serviço não parecia muito simples. A partir das seis da noite, quando começa o período diário de maiores angústias, buscam minorar as depressões, desesperos, tristeza, carências, dúvidas, mágoas, ressentimentos, a solidão maior e as relações desestruturadas dos habitantes da megacidade. A firmou-me que o aspecto menos agradável era o das criaturas que se recusavam ser assistidas, tanto conscins quanto consciexes, às vezes, nem desejavam ser abordadas, repelindo os assistentes extrafísicos. O trabalho assistencial, bem mais complexo do que parecia, funciona buscando entrosamento com os núcleos policiais, prontos socorros, hospitais, templos diversos, Exército da Salvação, Centro de Valorização da Vida, Associação dos Alcoólicos Anônimos e outras equipes de finalidades assistenciais.Deduz-se daí que a cidade toda deve ter serviço semelhante, bem como outras localidades, especialmente as grandes metrópoles. antes de se despedir, Calmene pareceu concentra-se e ofereceu-me pequeno recado como exercício de fixação mental, mais ou menos nos termos transcritos a seguir, visando a assistência ideal.
“Todo ato de assistência social, por menor que seja, significa fraternidade, revela-se produtivo e merece louvor. Melhor um tipo qualquer de assistência humana do que nenhum. Contudo, a assistência social ideal tem características universalistas próprias inconfundíveis. Não apresenta caráter oficial, sendo espontânea. Não cisa deduções de impostos, nem sindica a aplicação da doação. Não demostra rótulo profissional nem fim profissionalizante. Não alimenta segundas intenções proselitistas ou políticas. Não defende a imagem pessoal nem cultiva mitos. Não incentiva a segregação de espécie alguma. Não se restringe por preconceito nenhum. Não espera gratidão nem aspira entendimento público. Não divulga o ato assistencial, seja qual for a circunstância. É a doação da consciência, simples, pura, direta, sem mediação, exigências nem condições. E que todos podem praticar em silêncio. Na Terra, planeta com muitos países, criaturas, costumes, religiões e interesses, todos os habitantes são naturalmente irmãos. Feliz daquele que aprende o ângulo universal di maxifraternismo, ultrapassa as barreiras dos tabus e realiza a assistência universalista ainda na vida humana, pois recebe o benefício da libertação terrestre rumo a ascensões maiores”.
A mensagem poderia ser mais lógica? A explanação foi clara, categórica e isenta de ambigüidade. Expressei meus agradecimentos e dei um adeus ao médico atencioso, que saio na direção de uma das travessas. Percorri a rua principal, passando entre transeuntes parados e consciexes vadias, luzes e sombras, e retornei imediatamente ao corpo.
Ao despertar-me, à 1h 43 min da madrugada, o meu corpo estava na mesma posição anterior, decúbito dorsal, braços estendidos e mãos separadas sobre as pernas numa imobilidade sem problemas.
*Projeções da Consciência: “Diário de Experiências Fora do Corpo Físico”;

Comments 4

  1. Gosto muito ler as coisas que o Sr,Waldo escrevem,porém sinto uma certa arrogância nas palavras dele,principalmente quando ele disse que não considera os mentores como seres superiores a ele.Acredito que são no ponto de vista de que já estão na condição de mestres,orientadores do astral que é uma dimensão mais ampliada que a nossa, do ponto de vista que eles já sabem manu]ipular energias que nós ainda não sabemos e realizam trabalhos de forma integral,coisa que nós para garantirmos nossas necessidades de sobrevivência no plano físico não conseguimos.
    Ele também coloca seus estudos como a melhor das opções na espiritualidade e não é …é apenas mais um caminho que poderá levar ao pai dentro da sua infinita misericórdia.

  2. Igualmente, especialmente no livro de sua autoria – Projeciologia – no qual ele sugere que todos as outras técnicas de crescimento e caminhos evolutivos são ruins quando comparado com a instituição Instituto Internacional de Projeciologia, o que é uma falácia.

  3. Muuito bacana isso, estou aqui no site vendo as novidades, e técnicas praticamente todos os dia. Parabéns mesmo pelo site.
    Nem me interessava pelo assunto, mas depois de ver seus videos na internet, seu site e outas histórias e assuntos relacionados por aí, passei a me interessar mais, e hoje estou aqui bastante interessado. Obrigado pelo seu trabalho.

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