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  1. Apresentação

    1. Apresentação

      Seja bem vindo ao GVA. Ao se cadastrar pedimos aos novos membros que se apresentem. Assim poderão receber o carinho e as boas vindas dos membros.
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  2. Viagem Astral

    1. Dúvidas sobre projeção astral

      Tire aqui suas dúvidas sobre Projeção astral, ajude e/ou participe das respostas.

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    2. Dúvidas sobre informações gerais

      Use essa área para informações sobre espiritualidade. Coloque aqui sua dúvida sobre qualquer outro assunto e/ou participe dos posts dos membros do GVA.

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    3. Relatos Astrais

      Poste aqui seu relato projetivo.

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    4. Chat Viagem Astral

      Bate-papo e Eventos online é aqui!

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    5. Encontro Astral quinzenal dos Projetores.

      Local para postarmos informações, relatos, tentativas, técnicas e marcarmos nossas tentativas de idas até Fernando De Noronha.

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    6. Grupo de Estudos

      Grupo de Estudos GVA. Aqui são abordados temas para estudarmos e debatermos semanalmente. Lembrando que o discordar é normal, mas sem a necessidade da ofensa! A idéia é criarmos um grupo de estudo sadio, responsável e com boa sintonia. Esses temas serão colocados também no FAQ, por isso lembre-se que ao postar nesse fórum você está aceitando que seus escritos sejam colocados nos vídeos diários, logo procure responsabilidade e boas colocações nas palavras.

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    7. Materiais Educativos do Saulo (em construção)

      Fórum destinado à troca de ideias, experiências, dúvidas, depoimentos sobre os materiais de ensino do Saulo, os cursos de projeção, as técnicas, etc.(visível apenas aos Administradores enquanto estiver sendo construído)

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    8. Materiais educativos de outros pesquisadores

      Fórum dedicado a divulgação de materiais de outros pesquisadores que tratam de PROJEÇÃO ASTRAL .

      A criação de um novo tópico necessita aprovação de um Adm.

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    9. Mensagens

      Poste aqui suas Mensagens e inspirações sobre Viagem Astral ou Espiritualidade.

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  3. Espiritualidade

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    2. Bom Humor Espiritualista

      Poste aqui seu relato engraçado, seu "Mico Projetivo". Ou bata um papo mais aberto com seus amigos do fórum, mas sempre utilizando-se do uso do bom senso e respeito peculiar ao nosso GVA!

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    3. Espiritualismo geral

      Espaço destinado ao estudo geral e troca de informações sobre espiritualidade ou qualquer outro assunto que estiver além à Viagem Astral.

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    4. Vibrações e/ou Mentalizações

      Este espaço é reservado para envio de energias, vibrações, mentalizações... Indique ou coloque o nome de um parente, amigo, "encarnado ou desencarnado".
      E sempre que puder, procure vibrar por todos que aqui pedirem ajuda, amanhã poderá ser um de nós a necessitar.

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    5. Vídeos / Dicas de Filmes / Áudios

      Post aqui vídeos sobre espiritualidade, bom humor e outros temas. Use o BBCode do Youtube.

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    6. Dicas de Livros

      Fórum destinado a compartilhar dicas de bons livros sobre temas relacionados a espiritualidade

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    7. Bem Estar

      Fórum destinado a compartilhar informações gerais sobre diversos assuntos/práticas/filosofias de vida que ajudem a pessoas a manter um ambiente geral de vida em harmonia. Tópicos podem ser sobre dicas de músicas relaxantes, práticas de exercícios, práticas energéticas, dicas de turismo para locais de "boa vibração", dicas para harmonia do lar, como cores de pinturas, plantas, etc, bem como práticas dietéticas que conduzam a pessoa a uma melhor harmonia física ou psicológica. etc. A ideia é compartilhar o que os usuários tenham experimentado e que ajudem a melhorar o "clima" externo e interno da sua vida física, porque muitas vezes se isso não está bem ajustado, pode acabar gerando algumas dificuldades energéticas ou psicológicas que criem complicações para a projeção.

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  4. Dúvidas sobre o GVA(fórum)

    1. Dúvidas e Sugestões

      Deixe aqui sua dúvida ou sugestão para o bom funcionamento do nosso GVA.

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  • Posts Recentes

    • Contextualizando:   O título do relato se refere a dois objetivos que já venho há algum tempo tentando realizar. Também já venho há algum tempo visitando casas de vizinhos em astral, porém recentemente decidi aumentar o desafio tendo alvos mais específicos e distantes.   Um desafio que consegui recentemente foi chegar na casa de um amigo que fica no quarteirão ao lado do meu, o que dá cerca de 50 metros de distância da minha casa. Porém descobri na prática que isso não era tão fácil como eu pensava, pois em astral tudo aparece diferente, e algumas vezes completamente diferente, o que inviabiliza o experimento. Mas nas vezes em que aparece "um pouco diferente" é ainda possível identificar qual é a casa física que cada casa astral representa, e assim, verificando e identificado uma a uma, e tomando algumas referências óbvias (como o quarteirão e o lado para o qual se está indo), é possível encontrar a versão astral de alguma casa física, ou, em termos mais simples, visitar alguma casa em astral.   Quanto a translocação, que aparece primeiro no relato de hoje, é algo que já venho treinando há anos, e somente agora venho tendo algum sucesso mais consistente, apesar de ainda estar longe de dominar, pois muitas vezes ela simplesmente não funciona.  A translocação me pareceu um recurso muito útil dentro dessas experiências que estou tentando fazer, principalmente como uma forma de "voltar para casa" após ter despertado em astral em lugar desconhecido (sem ter realizado a saída consciente). Assim a translocação me permite voltar para casa (sem ser retornando para o corpo e saindo novamente), e a partir da referência da minha casa seguir para o alvo desejado. É claro que a translocação também permite seguir diretamente para qualquer alvo desejado, mas pra mim isso tem sido muito mais difícil do que fazer a translocação para a minha casa, usando os "alvos" com os quais já sou acostumado.  Então adotei como prática para desenvolver a translocação, tentar sempre alguns alvos próximos com maior insistência, ao mesmo tempo em que vou tentando aos poucos alguns alvos mais difíceis que em algum momento poderão funcionar.  Admito que o único alvo que eu realmente domino até hoje na translocação é a porta do meu quarto, há poucos metros de distância do meu corpo, pois me acostumei a fazer a saída com translocação tendo ela como alvo (o que provou ser uma excelente técnica de saída). Apenas recentemente consegui ampliar a distância em alguns metros, para a porta de uma varanda depois do meu quarto, e consigo sair me translocando diretamente para lá, mas ainda não tenho tanta prática com isso. O que consegui no relato de hoje foi me translocar de lugar desconhecido de volta para casa, com alvo nessa porta da varanda. 26/02/2024 - Translocação para casa e visita a uma casa no físico Estava em estado de transe tentando sair, quando vi algo como uma janela iluminada bem acima de mim. A princípio me pareceu retangular. Tentei entrar nessa luz e me elevei um pouco, mas ainda não conseguia passar para o outro lado. Então apareceram muitas mãos, como se fossem pessoas dispostas a me ajudar a passar para o outro lado. Devia haver pelo menos meia dúzia de pessoas estendendo os braços para baixo. Me pareceu que havia uma certa importância na escolha da mão da qual eu aceitaria ajuda. Talvez cada mão me levasse para algum lugar diferente. Segurei em uma daquelas mãos e com essa ajuda consegui passar para o outro lado.  Me encontrei em um local que parecia ser um shopping. Não reparei em nenhum sinal daquela luz de onde eu tinha saído, nem vi a pessoa dona da mão que me ajudou, mas também não me lembrei de tentar ver nenhuma dessas coisas. Saí de dentro daquele lugar e estava em uma cidade aparentemente comum. Decidi tentar a translocação para a minha casa tendo como alvo o portão da varanda, e isso foi legal demais.  Levantei voo e reparei que o céu estava escuro, me perguntando se isso poderia interferir negativamente com a técnica. Procurei ir rumo a algum lugar evitando nuvens escuras e me concentrei no alvo, especificamente a mureta ao lado da porta da varanda e fechei a visão. Imediatamente passei a sentir que estava me deslocando rapidamente, e observei que eu conseguia sentir a direção para a qual estava indo, contrariamente ao que o Anthony Borgia diz no livro “A vida nos mundos invisíveis”, que é possível sentir o movimento, mas não se sente para qual direção se está indo.   Ao longo do percurso, que estava demorando, mudei algumas vezes o alvo, pensando na porta do meu quarto, e também simplesmente lembrando da visão que se tem da frente da minha casa quando se olha da rua. Fiz isso para tentar corrigir a técnica caso não estivesse dando certo, e vejo agora que talvez isso não tenha sido uma boa ideia, mas de qualquer forma funcionou. De repente me dei conta de que o movimento parou e verifiquei que estava sentindo a mureta que era o meu alvo, e pude confirmar quando senti a quina. Logo a visão abriu, apesar de estar ruim, mas pude ver que estava no local desejado e saí pela porta, decidido a visitar a casa da E.   A visão estava insatisfatória, mas pensei que deveria melhorar conforme eu me afastasse do ponto de chegada (de forma semelhante ao que ocorre ao se afastar do corpo após a saída). Segui para os fundos da casa tendo em mente que meu objetivo seria volitar até o quarteirão dos fundos e procurar pela casa certa, então eu já tinha em mente a direção na qual deveria ir e todas as referências necessárias para encontrar a casa.  A visão continuava deixando a desejar, mas segui em frente. Quando cheguei no último muro nos fundos de casa tive alguma dificuldade para sair, pois eu não estava conseguindo volitar facilmente para passar com folga sobre o muro e tive que passar próximo dos arames farpados e eles se enroscavam em mim. (Após acordar me dei conta de que esses arames farpados e o muro tal como encontrei na projeção, era exatamente o que existia lá alguns anos atrás, antes de o muro novo ser construído. Deixo registrado aqui que essa característica antiga da casa apareceu de forma bem fiel em astral)  Essa característica de “enrosco” ou “grudez” que encontrei nos arames farpados ao tentar passar sobre o muro, esteve presente como uma característica marcante nessa projeção, talvez pela frequência em que eu me encontrava, ou por alguma qualidade da minha energia, pois ela vai aparecer outra vez logo a frente no relato.   O que aconteceu após eu ter vencido os enroscos para passar sobre o muro e sair da minha casa, foi que consegui volitar sobre o restante do quarteirão (que no físico é terreno baldio e em astral não me recordo de ter observado) até chegar no quarteirão seguinte que era o alvo. Mas me lembro de não ter muita convicção de estar no quarteirão certo, nem saber ao certo para que lado seguir, pois realizei um pouso forçado antes de chegar na casa desejada e estimei da melhor maneira que pude, que, para chegar na casa alvo eu teria que escalar o muro da casa onde eu tinha “caído” e depois seguir em determinada direção por mais alguns metros.   Nesse muro que eu tentava escalar começaram a surgir muitos “enroscos” e eu só conseguia progredir muito lentamente. Eu pisava em coisas que faziam barulho, em botões que ligavam máquinas (e eu me preocupava em desligar para não chamar atenção dos moradores) ou disparavam alarmes. Lembro que fiquei tentando vencer esses obstáculos e escalar o muro sem sucesso, até uma mulher ter se aproximado de mim, acho que alguma moradora da casa (contra a qual usei o pentagrama sem nenhum resultado, apesar de ela talvez não representar ameaça), e logo fui puxado de volta ao corpo.  Ao ser puxado de volta não consegui permanecer em estado de transe (prática que ainda preciso recuperar!), e despertei fisicamente. Arriscando comprometer toda a memória anterior, decidi tentar adormecer novamente para tentar fazer mais uma saída. Consegui entrar em estado de transe e comecei a me focar no portão de ferro que tenho como alvo na casa da E. mas em vez de eu me sentir sendo deslocado para lá, comecei a sentir que o portão estava prestes a se formar na minha mão, e de alguma forma eu sabia que ele se formaria tendo o lençol entre a minha mão e ele. Então me livrei do lençol e continuei me focando no portão, mas ele simplesmente se formou ali na minha mão (bem como eu já tinha percebido que aconteceria), não me levando a lugar algum. Então saí do corpo e retomei o trajeto para os fundos de casa, me mantendo no mesmo plano de visitar a casa da E. mas, indo até lá volitando, da mesma forma que tentei fazer antes.  Dessa vez a passagem por dentro da minha casa até os fundos foi muito rápida, tanto que nem me lembro de ter feito esse percurso e só encontro na minha memória o momento em que saí volitando a partir do terreno dos fundos da minha casa, passando por cima do muro. Volitei até o quarteirão dos fundos (novamente sem me atentar para registrar o cenário que apareceria no lugar onde no físico é terreno baldio no meu quarteirão, acredito que por estar muito concentrado no alvo, então me limitei às referências imprescindíveis para realizar o trajeto), e entrei volitando por cima do quarteirão seguinte.  Dessa vez não tive dificuldade de voo, nem pouso forçado, mas me lembro de ter tido o receio de ter complicações, como por exemplo, ser puxado para o solo por algum desses pequenos animaizinhos que sempre aparecem. Mas o voo foi fácil e me surpreendi com a forma como encontrei rapidamente a casa alvo, que apesar de estar um pouco diferente do físico eu pude reconhecer facilmente.   Pousei primeiro próximo à porta que fica pelo lado do quintal. Eu estava agitado e com pressa para não perder o tempo que eu tinha para completar a experiência, então chamei pela E. ali naquela porta, sem querer entrar a princípio. Volitei rapidamente até a outra porta, a que fica na frente da casa, e chamei por ela. Ela não respondia, e não lembro detalhadamente quantas vezes fui de porta em porta. Mas talvez tenha sido exatamente isso: fui novamente na porta dos fundos e empurrei descobrindo que ela se abria facilmente. Aqui devo ter chamado novamente. Fui outra vez até a porta da frente e decidi entrar na casa.   Finalmente fiz contato com as moradoras da casa. Entrei até os fundos e onde no físico é a cozinha, parecia estar o quarto que encontrei em astral onde as duas dormiam em camas de solteiro dispostas de forma paralela, com cerca de dois metros de distância entre elas e com os pés voltados a oeste (não exatamente a oeste, pois as camas estavam alinhadas com as paredes da casa).  Acho que não posso ter certeza, mas ao que tudo indica aquelas duas mulheres eram as mesmas que moram na casa, a E. e a mãe dela. Logo que entrei na casa e enquanto me dirigia até o quarto, eu chamava continuamente por ela, para que ela viesse me receber. Eu sempre preferia chamar em vez de entrar na casa sem ser convidado, mas conforme o tempo passava e ela não vinha me receber eu seguia entrando na casa, e assim foi até eu chegar no quarto e ver as duas deitadas na cama, aparentemente tentando dormir ali em astral, naquela inconsciência comum de quem não sabe que pode sair para passear no plano extra-físico, bem como acontece também com qualquer projetor quando não desperta fora do corpo.    Então a E. se comportou de forma muito diferente em astral do que ela se comporta no físico, e me escorraçou daquele lugar. Ela estava inconformada que eu tinha ido visitar ela no meio da noite, e não gostou nem um pouco da minha abordagem íntima. Nem ao menos me cumprimentou da forma que costumamos fazer no físico.  Saí pela porta da frente da casa e ali apareceram alguns seres estranhos, fora de contexto, talvez elementais. Uma garota que me deu a entender naquele momento ser filha da E.(porém tinha um corpo muito esguio e pequeno, deixando a suspeita de não ser humana, provavelmente algum ser impondo sugestões hipnóticas para me fazer pensar que era uma filha da E.), um cachorro Rottweiler preto (que ainda posso verificar se em algum momento a família já possuiu), o gato Leo da minha casa, e até a minha irmã mais nova na versão de criança apareceu ali.  Eu não soube gerenciar essa confusão toda de seres e não me lembrei de usar o pentagrama. Apenas me despedi de todos, e antes de sair volitando a minha “irmã” (provavelmente um impostor qualquer do astral) me deu alguma coisa de presente pra eu levar, algo como um lenço branco que eu levei abanando no ar como forma de agradecimento, só para não jogar fora logo (caindo nas ilusões). Fui volitando em direção a minha casa e observei na partida que ali nas proximidades da casa da E. estava aparecendo um estilo de casas campestres e antigas. Fui puxado de volta ao corpo antes que pudesse chegar em casa volitando.   Obs: Após acordar ficou evidente que ter dado atenção àqueles seres estranhos fez decair a minha lucidez.      
    • Sim, mas é que essa questao é pertinente. Todo mundo que tem nocao da cultura geral ocultista conhece a "treta" sobre qual seria a real identidade doa seres que encontramos no astral. Mas o fato é que nemhuma conceituaçao tem capacidade de responder isso . As pessoas apenas escolhem o rótulo que mais lhes agrada sem terem nenhum critério para justificar a razao pela qual sua escolha é melhor que outra. Em geral trara-se apenas de repetir o que sua tradição preferida falou. Seja ela budista, espirita, ocultista. Então discutir rótulos  vira um papo que não leva a nada.  É claro que um budista que está reeducando sua cultura para aprender a enxergar o mundo de acordo com os ensinamentos budistas precisa usar os conceitos budistas sobre isso para construir uma visao de mundo e uma compreensao da vida que tenha coerência interna DE ACORDO COM O SISTEMA QUE ADOTOU. O mesmo faz o oculstista ocidental. Mas fora isso faz mais sentido tomar as coisas pelo que parecem ser, sob pena de impor dogmas à experiência, o que anularia todo o valor de buscar ter experiencias né?  Ou seja, se voce sai do corpo em astral e encontra pessoas, fala com elas como fazemos aqui no fisico, e elas falam sobre quando estavam encarnadas. é muito mais racional supor que sejam o que parecem ser, pessoas, e nao elementais ou seres de outra evolução só porque uma antiga cultura assim os denominava, quando as crenças sob   a criação  eram outras.    Só que... na prática mesmo, no frigir dos ovos, é impossível ter certeza sobre a real identidade de seres que habitam os planos imateriais. Tem lá  Leadbeater alegando que os mentores do espiritismo sao elementais, tem ocultista alegando que  ETs sao apenas o " povo do reino das fadas" ( o que tbém pode ser o contrário, fadas ninca teriam existido, seria apenas ETs)... Tem o religioso tradicional alegando que os mortos nao se comunicam com os vivos, apenas os anjos ( "mensageiros", criaturas autorizadas a transitar entre os planos), e nesse caso seriam " anjos caidos", que nao perdem sua capacidade de transitar, mas que visam ludibriar a humanodade, blábláblá. Não tem como ter certezas sobre isso. Pode-se usar fórmulas de banimentos mas quando elas  NÃO dao resultado para afugentar o ser,  como ter certeza que se a entidade "passou no teste" é x e nao y? Pode ser que você é que nao  teve força suficiente para aplicar aquilo direito naquele dia, como acontece com técnicas de defesa energética ou uso de mantras, que num dia podem botar para correr todo mundo, no outro dia só os fazem rir.  Atribuir infalibilidade a essas fórmulas acho que é meio arriscado como critério de selecao.  Nesse sentido que acho que esses seres podem ser os mesmos desde sempre, apenas recebem nomes e atributos diferentes em cada época. Daí que faria mais sentido usar fontes atuais de interpretacao disso. Mas claro, sempre " dormindo com um olho aberto"...
    • Apesar de eu ter colocado sobre minha teoria dos mentores serem Daemons, acho que não era esse o ponto que eu queria trazer mas se fosse para defender eu ficaria sim com os antigos , mesmo entendendo seu ponto, na questão x contra y , apesar de eu só ver os "modernos" criticarem os antigos como se fosse burros e supersticiosos, o contrário eu quase não vejo.... Aqui no brasil acredito ter ocorrido uma censura nos estudos ocultos, aqui tudo é repaginado, até rito maçonico aqui é adaptado, cultos afros sincretizados e hoje é o positivismo colocando a ciência como deus...outro ponto é guerra cultural e política, e falta de acesso até nos estudos básicos do ensino fundamental e médio. Jogarei a culpa aqui na igreja e nos militares , até hoje tem assuntos no sentido esotérico que só fica entre as ordens secretas/discretas e o que é passado ao público é só o "salário mínimo". Ou uma única versão dos fatos. É que quando se altera mesmo que seja só um símbolo, ou uma palavra nova, isso muda tudo, apesar da língua ser "viva" é criado como se fosse uma segunda "língua" E eu acho isso bastante literal mesmo. E proposital pois com isso acaba excluindo "ciencias" que se unem até cair em uma "pseudo" e perder o efeito, e mantendo a origem apenas a um grupo que se denominam iniciados e mestres dentro de ordens. Onde eles mantém os sentidos das palavras. ao ocultar ou repaginar um termo muda toda uma estrutura...por exemplo esse assunto levaria a estrutura da alma e do processo reencarnatorio na passagem da alma pelos planetas....apesar de mudar uma "doutrina" para outra. Uma palavra alterou a doutrina.... Eu falando parece uma teoria da conspiração, mas se aprofundarmos nas origens vai ver que a questão da linguagem e alteração das palavras é bastante real e inclusive é cartilha militar. e não estou aqui para atacar x ou y, nem quem usa esse termo e ideia como o Saulo e outros... só colocando uma segunda visão , pq se eu falar que uma coisa é diferente da outra , sem falar que uma coisa é a outra repaginada....já vou criar uma salada mista só para agradar gregos e troianos....  
    • Acredito que não era sonho, na verdade, deveria ser projeção semi-consciente. Porque eu estava no quarto quando decidi fazer o experimento, e logo depois que me deitei na cama já fiquei lúcido que estava em projeção. Só não percebi isso na hora.
    • Só acho que quando alguém elabora uma hipótese de que "X pode ser apenas Y", muitas vezes para essa pessoa X é a versão mais recente, entendida como modelo cultural surgido na época tal, enquanto Y é " a verdade", porque é o " conceito original" , "mais antigo".  Outros tendem a considerar "a verdade" o que for mais moderno,sugerindo que " agora conhecemos melhor, no passado havia muita crendice, muita superstição".   A questao é que tanto X quanto Y sao produtos culturais, são definições elaboradas de acordo com a compreensão daquela época, gerada pelo substrato cultural especifico daquele povo que criou aquele conceito. Então como tanto X quanto Y sofrem dessa limitação parece fazer mais sentido usar definições que tenham a ver com nossa época e substrato cultural, porque mesmo as religiôes sofrem essa adaptação para que cada revelação tenha maior utilidade para a mentalidade da época e do povo na qual foi gerada. Caso contrário bastaria todos os povos usarem a religião mais antiga do planeta  como única referência válida, descartando todas as demais que foram criadas em outras culturas e épocas.  Daí que não faz muito sentido, a meu  ver, buscar nas concepçôes antigas as explicações do que experimentamos atualmente, porque esses pedaços de informação, definições, classes de seres, só fazem sentido para aquele antigo  "sistema de relações". Por "sistema de relações" quero dizer,  por exemplo, como "anjos, demonios, humanos, Deus" sao vistos nas religioes de origem semitica, e tem relações e hierarquia bem definida,  mas  esses mesmos termos ficam "sobrando", sem lugar de encaixe num sistema que enxerga tudo como humanos em graus diferentes de uma jornada evolutiva.  
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