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  1. Today
  2. Obrigado @Fly.1978, eu ja tinha visto na net essa técnica de corte de cordão energético, e estava a procura dela. Comigo ocorre parecido com o que diz a nota da técnica. Se eu mentalizo amor e perdão ao desafeto pra desfazer qualquer ligação, não demora e a pessoa aparece perturbando, como se fosse uma necessidade dela. O Dalai Lama diz que encarar pessoas difíceis é uma oportunidade que temos de testar e aprimorar nossa paciência e compreensão, mas que se for daquelas bem difíceis é melhor sair correndo kkk.
  3. HOMEOPATIA NA UNIVERSIDADE PÚBLICA Bate-papo com a professora Dra Edazima Bulhões, especialista em homeopatia, sobre a criação da disciplina obrigatória Homeopatia e Práticas Integrativas da Faculdade de Medicina da Universidade do Estado da Bahia (UNEB). https://www.youtube.com/watch?v=Qj9IpJckyXQ
  4. Yesterday
  5. Eu acredito que haja sim muitas pessoas boas e que façam o bem, e ainda assim tenha uma "galerinha" colada , pra assediar. MInha mãe é um exemplo clássico. rs Voce nao citou as tecnicas que usa, enfim, acho que as que te falarei sao bem simples ,e ao menos comigo esta funcionando. Eu atualmente trabalho com um cara que é meu superior hierarquico. Pense num sujeito perturbado. Alem de bipolar, ele é RUIM, ruindade raiz mesmo, uma pessoa extremamente dificil, intempestiva e com pessimo astral, deixa o ambiente pesadissimo. Me gerava muito desconforto a presença dele ate chegar num ponto que fui pedir ajuda especializada pra "cortar" minha conexão com essa criatura, mesmo trabalhando com ele, so 3 x por semana ( juro, que se fosse todo dia, eu nao iria aguentar) comecei a fazer oraçoes especificas parar perdoar o mal que aquela pessoa me fazia ( ele é agressivo e chucro), e comecei a ir trabalhar com o umbigo tampado com um esparadrapo ( essa voce deve conhecer) nao sei se tentou essas coisas, ao menos pra mim esta ajudando um pouco, ja deu uma amenizada no clima, a baixa energia dele nao esta me "derrubando" como antes. mas o que me deixou mais em paz, foi fazer um ritual de " corte energetico" com a pessoa em questao. Achei no google em um site sobre espiritualidade, vou copiar e colar pra vc : Como fazer: Em primeiro lugar, é essencial que a nossa mente se encontre calma e segura, para conseguir agir com clareza e racionalidad, evitando que emoções negativas nos perturbem. Comece por expressar a intenção de se perdoar a si próprio e à outra pessoa, porque se não o fizer não conseguirá libertar-se dela, pois estará ainda preso ao ressentimento. Se tem dificuldade em perdoar, até porque há situações que de facto são imperdoáveis, pense que ao perdoá-la está a fazer um favor a si próprio, não a ela. Está a permitir-se A SI a seguir em frente. Nem todos os cordões energéticos estão localizados no chakra do coração ou no do plexo solar. É importante, por isso, identificar onde eles se encontram, para poder cortá-los. Deite-se de costas, feche os olhos e descontraia inspirando e expirando profundamente, durante alguns minutos. Concentre-se em cada parte do seu corpo, desde a ponta dos pés até à cabeça, devagar, e preste atenção ao que sente em cada uma delas. Faça este exercício sem pressa nem pressão, por vezes a urgência em obter um resultado impede-nos de o conseguir. Sinta-se a si próprio, simplesmente. A parte do seu corpo onde sente maior peso e densidade é aquela onde se encontra o maior cordão negativo que precisa de ser cortado. Preste atenção a uma sensação de cansaço numa área, um peso que pode ser maior ou mais ligeiro, uma espécie de sombra. Concentre-se nessa área e procure compreender que emoção ou crença nossa permitiu que aquele cordão ali fosse criado (por exemplo "Eu acreditei que ele era o homem da minha vida"). Uma dica para compreender quais são os cordões positivos e quais são negativos consiste em sentir, em cada área do seu corpo, se a energia entra ou se sai. Os cordões negativos "empurram" energia negativa para dentro de nós, fazendo-nos sentir como se algo estivesse a pesar, a forçar a entrada. Os cordões positivos emanam uma energia positiva a partir de nós, que irradia de uma forma leve e pura. Para além disso, normalmente os cordões negativos encontram-se no chakra do plexo solar, acima do estômago, já que é esse o nosso centro de poder e de controlo da nossa energia. Os cordões negativos são densos e nascem de emoções como o medo, a raiva, o controlo, a frustração, o desejo, o ressentimento, a insegurança, a rejeição, a procura de benefícios materiais, por exemplo. A sua vibração é densa. Quanto mais emoção, tempo e energia investimos numa relação com uma dada pessoa, mais forte será esse cordão, apresentando maior resistência. Quando conseguir detetar o cordão visualize-o e veja-se a cortá-lo com uma tesoura ou com uma faca, com um golpe seco, completamente. Depois, veja-se a enviar energia positiva, de amor, para o local onde o cordão foi cortado. Esta energia pode ser branca, luminosa, dourada, cor-de-rosa, sendo sempre leve e positiva. Não deixe a ferida aberta, para que ninguém possa tirar-lhe energia a partir dela. Pense naquilo que mais ama e envie essa energia. Repita este corte em todas as áreas do seu corpo onde sente que existem cordões emocionais negativos. Depois, peça ajuda ao seu Anjo da Guarda e ao Arcanjo Miguel para o libertar de todos os cordões negativos, dizendo em voz alta: Peço aos meus Anjos e Guias Espirituais que me ajudem a libertar para sempre de (dizer o nome da pessoa). Que vamos os dois em frente livres de amarras e da ligação que tivemos nos passado. Peço ajuda para seguir em frente. Agradeço as lições que aprendi e que dei, mas de hoje em diante já nada me liga a esta pessoa. Peço que neste momento todos os cordões energéticos e físicos sejam cortados, e que todos os laços entre nós sejam dissolvidos e libertados, e que toda a energia regresse ao sítio de onde veio. É minha vontade que não haja mais trocas energéticas entre mim e (dizer o nome da pessoa). Comperdão e paz peço que se afastem de mim e que eu me afaste dele/a. Invoco agora o Arcanjo Miguel para que com a sua espada sagrada corte todos os cordões que me prendiam e que limpe a minha energia com a energia pura do amor de Deus. Ámen. É natural que se sinta um pouco confuso, instável e inseguro depois de fazer estes cortes. Procure estabilizar, concentrando-se naquilo que mais importa na sua vida. Sinta-se ligado à energia do Céu e da Terra e sinta que faz parte do Universo, que tem um propósito e uma razão de existir, e que a sua vida importa mais do que todas as ligações que estabelece ao longo dela. Se não acredita que este ritual pode realmente resultar, pense que TUDO NO UNIVERSO É ENERGIA. Ao fazer um corte energético, ao visualizar-se a fazer esse corte, está a emitir essa energia. E é isso que se manifesta depois no plano físico, na sua vida. NOTA MUITO IMPORTANTE: Quando cortamos um cordão emocional negativo com outra pessoa, essa pessoa pode senti-lo energeticamente, porque deixa de conseguir retirar energia de si para se alimentar a si própria. Por isso, é possível que entre em contacto consigo e que procure uma reaproximação, para voltar a criar novos cordões energéticos. Tenha cuidado. Lembre-se que aquilo que não nos faz bem não tem razão de existir na nossa vida. Pode fazer este ritual em qualquer altura, mas ele é especialmente eficaz em períodos de viragem energética, tais como o início do ano, o início das estações, os equinócios e solstícios, a primeira noite de Lua Nova ou de Lua Cheia. Não acho que haja limites para a proteção, tudo depende do seu estado de espírito, voce nao pode deixar a vibração ruim da pessoa ter ressonancia em voce. use o maximo de tecnicas que forem necessarias, quanto mais seguro se sentir, menos influencia a pessoa terá sobre voce. Vou te falar que ha muitos anos eu nao me encontrava numa situacao tao dificil, lidando com uma pessoa tão trevosa e baixa energeticamente. Esta sendo um grande desafio para mim. Boa sorte para nos !
  6. Não esqueça que pela teoria do big bang teria havido uma suposta grande explosão, que deu origem ao nosso universo material. So.cientistas acreditavam nisso e que o universo ainda estábse expandindo em função dessa primeira explosão.... Há quem veja nisso a " boca de saída" de um buraco negro, ou seja, o ponto central de expansao da matéria aqui neste universo seria o buraco negro de outro universo. Da mesma forma como os buracos negroa do nosso universo podem ser ralos de escoamento de matéria para outros universos, se do o big bang deles. Porque como o universo nunca parou de expandir, isso sugere algum tipo de fluxo que se extende a uma taxa constante. Pare entender melhor leia "Uma Breve Historia do Tempo", de Stephen Hawking ( mas é provável que os livros seguintes dele também sirvam. Mas como eu só li esse primeiro, em 1989, não temho certeza se os outroa tratam disso também. Se não me engano o "Universo numa casca de noz" é basicamente o mesmo livro, porém ilustrado)
  7. Questionamento oreganizado da madrugada. Alguém tem alguma teoria sobre qual a função do buraco negro? Sempre pesquisei mas nunca achei nada, não sei se há em algum livro psicografado ou algo do tipo. É muito provável que as galáxias tem 1 buraco negro super massivo no centro, mas qual a utilidade de algo que devora a matéria?
  8. Last week
  9. Tem razão Ju, vou começar a fazer essas práticas no cotidiano Obrigado
  10. Oi, Saulo. Postei este relato no Youtube no seu FAQ 496. Oi, Saulo, tudo bem com você? Parabéns pelo jeito que lidou com a desencarnação da sua mãe. Realmente deve ser difícil, mas com o conhecimento espírita as coisas ficam mais claras e podemos entender melhor. Espero que ela esteja num lugar bom e acolhedor para ela continuar sua jornada. Tenho um relato a fazer e gostaria de saber se pode comentar um pouco sobre ele. Anteontem tive um "sonho" (ainda não sei se foi sonho lúcido ou saída do corpo) onde eu me via em uma casa de praia que era da minha família, aparentemente eu estava em espírito lá. Depois fui subitamente puxado, flutuando, para um local perto da casa, que era parecido com um terreiro de macumba. Sou puxado até próximo a uma mulher que está falando e fazendo tipo um ritual de evocação no centro do lugar e me vejo no meio de um círculo perto dela desenhado no chão, na areia, com algumas coisas nele, que não me lembro o que eram. A mulher continua a falar umas coisas que também não lembro e gesticular bastante com as mãos e todo o corpo. Outra pessoa por trás de mim fala algo que consigo lembrar, como "Chegou um tipo F1" ou coisa parecida, não entendi o que ela quis dizer. Eu estava semi-consciente e sentindo bastante medo e lembro de ter sido puxado de novo para outra parte no mesmo lugar ainda. A mulher continuou a gesticular mais e mudar a forma do rosto para algo bem feio. Então pude falar "Mas eu sou bom, sou uma pessoa boa...". Não sei porque falei isso, não lembro, mas disse. Depois, com um pouco mais de consciência do que estava acontecendo, chamei pelo meu mentor, dentro da minha mente apenas, e pedi ajuda, para me tirar daquele lugar. Foi quase que instantânea a resposta dele na forma de que voltei ao corpo e acordei de supetão, como se literalmente meu espírito estive sido trazido abruptamente para o corpo. Foi bastante estranha a experiência e bem real também. Sou espírita, faço evangelho no lar, respeito as outras religiões, não tenho nada contra umbanda, macumba, mas não frequento nenhum lugar desses. O que você acredita que aconteceu ai? Obrigado!
  11. Legal sempre trazer esse assunto, embora já tenha sido tema de vários tópicos aqui. Dá uma pesquisada pelo fórum que devem ter algumas discussões respeito que podem ajudar 😉 https://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/19364-como-conciliar-materialidade-e-espiritualidade-na-vida-cotidiana/
  12. Muito legal a dica, Sandro, vou ouvir! É bom até pra servir como exemplo para que a gente evite ficar tentando doutrinar as pessoas a pensar da maneira que a gente pensa, coisa que eu mesma ainda me flagro fazendo umas tantas vezes, bem "crente chato" kkkk. Existem tantos pontos de vista diferentes sobre o mesmo assunto...
  13. Rafael, Não trabalho no momento e minha faculdade é a noite, então certamente minha rotina não é tão corrida quanto a sua. Eu ainda tenho liberdade de horário de sono por exemplo (aliás, meu horário de acessar o GVA é sempre madrugada kkkk) e normalmente tenho tempo livre durante a tarde. Mas mesmo assim sempre tenho uns afazeres e não tenho tanto tempo livre assim, raramente consigo dedicar uns minutos pra meditar propriamente, então acho que a dica aplica. E a dica é aplicar a espiritualidade fazendo as coisas simples. Por exemplo tentando praticar o controle dos pensamentos e aplicando o mindfulness quando está andando na rua, no ônibus, comendo. Assim mesmo que você não consiga dedicar aqueles minutos diários meditando ou com suas práticas você também tá exercitando a capacidade de ficar lúcido em vigília, que é o que rege a lucidez nos teus sonhos lúcidos ou projeções depois, quando você irá dormir. Depois que comecei a ficar mais ligada comecei a ter uns sonhos bem lúcidos, coisa que NUNCA tinha acontecido. E olha que minha lembrança pra sonho sempre foi bem boa, é raríssimo eu não lembrar de pelo menos uns 3 sonhos por noite, isso desde criança. Outra coisa, vale lembrar que até ano passado eu aplicava o EV diariamente mas nunca tinha lucidez em sonhos. Esse ano comecei a fazer só a "limpeza mental" e consegui ter lucidez. Então pode funcionar.
  14. Boa noite. Vou postar uma live com uma das maiores especialistas em abdução do mundo. É uma brasileira. Aqui está um link sobre ela: https://brazilianspace.blogspot.com/2018/08/psicologa-gilda-moura-ministra-palestra.html A live (como muitos assunto interessantes): https://youtu.be/4LOLDGXmD0k
  15. Olá, boa noite ! Estava lendo um artigo de revista de Filosofia , e achei interessante digitalizar e postar aqui para debates. Vou pensar em algumas indagações... eis o texto em baixo: Assunto: Individualista, Eu ? [Pensadores destacam o lado positivo desse comportamento?] De individualista, ninguém gosta ser chamado. É quase uma ofensa. O termo ganhou significado pejorativo ao ser relacionado com egoísta , de quem só pensa em si. Mas essa livre associação não é de todo correta. Alguns pensadores até valorizam o individualismo , em seu lado positivo , é claro. E sim, ele tem um lado bom: o de consolidar os direitos subjetivos, como a liberdade individual , por exemplo. O problema está no extremo, a pessoa individualista pode desenvolver um descaso pelo coletivo e tornar-se auto-referente. O individualismo é produto do nosso tempo , assim como o coletivismo predominou em outras épocas. Hoje, somos culturalmente condicionados a agir dessa forma. E, se não há escolha, é bom entender melhor o que é isso. A ideia mais comum que se tem sobre o individualista é a de alguém que só pensa em si mesmo, não se importa com os outros e nem com o mundo. Seriam pessoas com dificuldade de relacionamento e isoladas da sociedade. “ Essa é uma noção meio moral sobre o que é individualismo. Mas, antes de pensar dessa forma, precisamos entender as raízes do seu comportamento” , explica Dulce Critelli, professora titular da pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e terapeuta existencial. Do ponto de vista filosófico, a noção de individualismo está radicada lá em Aristóteles. Para ele, todas as coisas são indivíduos em si, ou seja, são o que são, independentemente do meio em que se encontram. Sendo assim, um vaso é sempre um vaso por si mesmo, explica Dulce. A noção que vingou entre nós foi a aristotélica. “ Nós desconstruímos tudo: a medicina, a educação, a política, a convivência social. Tudo o que fazemos é com a crença de que o que existe é de forma individual e por si só. Essa é nossa concepção de base”, explica Dulce. Mas os gregos antigos não entendiam o mundo dessa maneira. Para eles, a vida cotidiana se dava de forma isolada. Na origem de nossa civilização ocidental, a experiência era conjunta , de uma vida com os outros. O que cada um dizia , o testemunho do outro sobre nossas ações, isso era o importante. É na Idade Média que essa condição começa a se modificar, lembra Dulce. E o que muda ? A preocupação do grego era com o bem comum e o ideal máximo era a conquista da imortalidade. Eles percebiam que a natureza era cíclica , tudo morria e nascia de novo. Já o homem , apesar do nascimento e da morte , não se repetia como a natureza. Cada um era exclusivo. A única forma de se imortalizar era deixar na memória das gerações futuras. Assim surge o ideal dos heróis gregos, que lutam e dominam outros povos não para saquear e subjugar, mas para mostrar que são bons guerreiros. Esse ideal grego de glória , sempre perseguido , garantia uma lembrança futura , seja por ações em batalhas ou por discursos. 'E o que essa história toda tem a ver com o comportamento individualista da época contemporânea ? ' - pode-se perguntar. É que o ponto de partida para uma concepção mais individualista da vida é exatamente o desaparecimento desse ideal dos heróis gregos. Se antes se perseguia a imortalidade , na Idade Média essa busca vai dar lugar ao desejo de eternidade. Quem passa a ser imortal e eterna é a alma e não mais a memória de alguns homens , lembrados por várias gerações por seus feitos. E o caminho para que a alma se torne eterna quem conhece são os padres, eles têm o poder de salvar a alma humana. O homem deixa de procurar a glória ou o bem comum e começa a cuidar de seus próprios negócios , de sua vida particular. A vida em comum é deixada aos cuidados dos reis e dos padres. “ A alma passa a ser uma questão da igreja e a vida pública , uma questão do governo. Com isso, há um afastamento dos homens”, explica Dulce. Ela explica que nossa noção de indivíduo é politicamente conveniente, porque para os governos é mais fácil que cada um cuide de si e não participe da vida comum . Como foi conveniente na Idade Média esse afastamento da vida pública para os reis e a igreja. “ É importante provocar essa reflexão ou a discussão fica muito superficial. Parece que as pessoas teriam, sozinhas, a escolha de ser ou não individualistas, quando é a cultura e a própria estrutura de vida que provoca isso nelas”, afirma Dulce. Foram vários os fatores históricos, além da morte do ideal de um herói grego, que colaboraram para o surgimento do individualismo. Já vimos como a igreja , ao introduzir a crença na salvação da alma, afastou os homens da vida pública. Mas a interferência religiosa não pára por aí. A Reforma Protestante foi uma forma de valorização do indivíduo , explica Cesar Augusto Ramos, professor de Ética e Filosofia Política da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR). Com a Reforma , a religiosidade passou a ser um fenômeno do coração e da consciência , o crente conquistou o direito de sozinho falar com Deus e de ler a Bíblia em seu próprio idioma, fiz Ramos. Mas nem todo o pensamento individualista foi desenvolvido a partir de interferências religiosas. Fatores econômicos também contribuíram. Com o surgimento da manufatura e, logo depois, da indústria e do capitalismo, o homem passou a ser ele próprio uma força de produção. O trabalho assume a forma de uma atividade individualizada , explica Ramos. Outro elemento econômico e jurídico é o fato de o indivíduo tornar-se capaz de contratar e de ser contratado. A força de trabalho de cada um começa a poder ser vendida no mercado. “ Antes , as pessoas, junto com os instrumentos de produção , estavam vinculadas à terra e aos costumes. As relações de trabalho eram comunitárias. Com essa mudança, os indivíduos se isolaram um dos outros”, diz Ramos. Um aspecto que ajudou nessa transformação foi a constituição dos direitos subjetivos ; entre os mais importantes deles está a liberdade individual. Cada indivíduo passou a ser visto como um sujeito dotado de capacidade para agir e para pensar por si próprio. Antes disso, a liberdade era objetiva , explica Ramos. “ Para os antigos, era livre quem não era escravo. A liberdade era um status social, não se conhecia a ideia de um direito subjetivo” , diz o professor. Esses e outros fatores levaram à constituição de um novo paradigma de comportamento : o individualismo. Com uma fase positiva e outra negativa, o individualismo é contraditório. Se por um lado é uma conquista da sociedade , na medida em que se conhecem determinadas qualidades importantes para o desenvolvimento do ser humano e da humanidade – como a dignidade da pessoa , a autonomia dos indivíduos, a privacidade, a subjetividade e os direitos individuais, sobretudo a liberdade individual – por outro lado traz determinados riscos. E o risco maior é a exacerbação do individualismo. Quando essa atitude é superdimensionada, o indivíduo passa a sofrer uma certa patologia. Na tentativa de valorizar sua autonomia e seus direitos, ele se isola e se torna auto-referente, explica Ramos. Assume atitudes egoístas de rompimento com os laços comunitários, o que leva a dois fenômenos descritos por alguns autores, como R. Sennet e Lipovetsky: a morte do espaço público e, junto com essa morte, a cultura do eu. Para esses autores, o indivíduo contemporâneo e pós-moderno , em vez de valorizar a dimensão filosófica que dá a individualidade o caráter de traço essencial do ser humano, acabou valorizando a dimensão psicológica e intimista desta. Com isso, chegou-se a uma era a que se pode chamar de consumo da consciência , com práticas de alcance espetacular de mercado, como a autoajuda, o esoterismo, o culto do corpo e a religiosidade como fuga da vida pública, explica Ramos. “Paulo Coelho é um fenômeno que explica isso. A autoajuda é uma busca de forças pessoais , uma forma de realização ligada ao indivíduo. São características da exacerbação ligada ao individualismo e da autorreferência”, diz Ramos. O homem passa a buscar em si mesmo tudo o que é necessário para torná-lo feliz, sem precisar da ajuda do outro. “ Há progresso e desenvolvimento das capacidades do ser humano, mas alienação”, afirma o professor. Qual seria a solução para esse mal ? Voltar à forma de vida em que há predomínio do coletivo ? Para Ramos , é complicado defender esse retorno. As condições sociais, econômicas e filosóficas tornaram difícil retornar a integração do sujeito à totalidade. “ Por outro lado, observamos, a despeito da cultura do do individualismo, formas cada vez mais intensas de recuperação de laços comunitários”, afirma o professor. Ele dá como exemplo a internet. Ao mesmo tempo que é isolada e autorreferente (continua o usuário a um espaço solitário, compartilhando apenas com o computador), a internet conecta um ao outro. É uma inovação tecnológica que permite ao homem se defrontar com essas duas tendências fortes do ser humano: o coletivismo e o individualismo. O ideal, segundo Ramos, não é abandonar o individualismo e retornar ao coletivismo , mas , sim, conciliar esses dois comportamentos. “No extremo, os dois são negativos. O holismo [coletivismo] exacerbado pode propor a existência de um partido único ou de um guia único que salva a todos. Já o individualismo não se preocupa com a política, não se interessa em fazer eleição ou não se envolve com a direção do governo”, explica Ramos. Essa tensão, entre comunitarismo e individualismo, existe nos dias atuais e pode ser notada nos conflitos entre o público e o privado, entre os direitos individuais e os direitos coletivos. Um exemplo é a crise do meio ambiente e todas as manifestações que tentam reverter essa situação. “ A degradação do meio ambiente vem da ideia básica e individualista do direito de consumo : 'eu compro um carro porque o dinheiro é meu e pago imposto'. Não se pensa nos prejuízos para gerações futuras”, diz Ramos. É uma questão que envolve o ecossistema, a totalidade, e precisa ser resolvida por uma mentalidade que abandone o sujeito como centro. A professora Yolanda Gloria Gambua Muñoz, do curso de Filosofia da Universidade São Judas Tadeu, vai contra essa corrente que divide os comportamentos em individualistas ou coletivistas. Para ela, o individualismo não é uma questão que pode ser deslocada do todo integrado. “ O individualismo está ligado ao coletivo sempre. Os dois ocorrem ao mesmo tempo”, explica. E vai além. Gloria segue uma corrente de pensadores que valorizam o individualismo. “Mas sem pensar em indivíduos isolados”, diz. O valor negativo estaria na palavra sujeito, que carrega a sujeição a modelos dados. A professora defende uma nova forma de subjetividade , que procura seguir não os padrões estabelecidos pela massa, mas um outro modelo, o “não-dado”. É uma sujeição a si próprio e não ao outro”, explica Gloria. Contra esse nivelamento imposto ao sujeito, o filósofo dinamarquês Soren Kierkegaard foi um dos primeiros a levantar críticas. Para Kierkegaard , a finalidade do homem deve ser tornar-se um indivíduo, ou seja, um ser de relações consigo mesmo , com os outros e com Deus, explica Silvia Saviano Sampaio, professora de Filosofia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) . O indivíduo é o oposto do homem da massa e do homem hermético, isolado dos outros homens. Silvia explica que, para Kierkegaard, “o importante é que o homem deixe de viver por hábito e encontre uma verdade pela qual queira viver e morrer. A violência e a brutalidade são consequências da ausência de interioridade. Pois, sem interioridade não se possui nada, nem individualmente, nem em comum”. Buscar algo que interesse só a si próprio é um traço de individualismo que pode parecer egoísta. Mas Gloria não encara isso como negativo. Ela vê no individualismo de algumas ações meios para promover o benefício do todo. “Mesmo que a princípio não fosse esse o objetivo”, diz a professora. Para explicar esse raciocício , ela recorre a Nietzsche. O filósofo desmistifica a ideia de que se deve trabalhar por grandes ideais coletivos, ou para se ficar na história. Para ele, o trabalho deve ser feito é bom e gosta de praticá-lo, explica Gloria. E uma ação que em tese é restrita aos interesses de uma pessoa em particular pode vir a se tornar útil a todos. “ Um estudo científico pode ser muito específico e, em teoria, só interessar a uma pessoa, que gosta da área. Mas ele pode acabar proporcionando descobertas que beneficiem outros seres. Ser egoísta , neste sentido, não é algo negativo”, afirma Gloria. Outro exemplo dado é o de um colecionador particular de arte. Seria egoísmo puro e negativo se a coleção permanecesse restrita àquela pessoa. As ações e motivações podem ser individualistas , mas é preciso extrapolar para o coletivo em algum momento, explica Gloria. Os pensadores que defendem esse raciocínio não trabalham com divisões dicotômicas – como o Bem e o Mal, o individual e o coletivo. “Tudo faz parte de um mesmo novelo, está interligado”, diz a professora. E, como está entrelaçada, às vezes uma ação individual serve ao coletivo , não por objetivo, mas por consequência “, explica Gloria. Para a professora, os homens alteram os momentos mais individualistas ou mais coletivistas. “ Em certas épocas , uma pessoa pode ser totalmente individualista. Talvez esteja muito mal. Mas depois que se recupera , passa a ajudar. Não se deve rejeitar o egoísta porque ele pode estar passando por um estágio transitório. As forças costumam se voltar contra si próprio em certos momentos ; o condenável é ficar nisso para sempre. Essas forças devem extrapolar e ir para o coletivo”, diz Gloria. O individualismo é condenável no sentido de acumular coisas e nunca pensar no próximo. Mas, se o coletivo permeia todas as relações, de onde vem a crítica ao individualismo de nosso tempo ? O abandono que se nota não é das relações coletivistas , mas do espaço coletivo. “ As pessoas, hoje em dia, ficam mais isoladas em casa , não existe mais a força da praça pública. E a saudade que se tem é disso, destes espaços onde ocorriam os atos públicos”, diz Gloria. Os espaços públicos, por outro lado, começam a ser criados de maneira diferente. Não existem mais a praça, mas surgiram os sites na internet, onde as pessoas se vigiam. “ Ainda não morreram os espaços coletivos , deixando as pessoas isoladas”, explica Gloria. Mas, de fato, eles perderam força. Hoje em dia, cada um cuida da limpeza da própria casa, mas deixa a praça pública de lado , por exemplo. “ É um pensamento de que o espaço coletivo não é dele e pronto. Essas críticas ao individualismo, em certo nível, são pertinentes”, afirma Gloria.
  16. Doctor Strange’s first class https://www.youtube.com/watch?v=eT5VSjGmELM The Ancient One: The language of the mystic arts is as old as civilization. The sorcerers of antiquity called the use of this language spells. But if that word offends your modern sensibilities you can call it a program, the source code that shapes reality. We harness energy drawn from other dimensions of the Multiverse to cast spells to conjure shields and weapons to make magic. Dr. Stephen Strange: But even if my fingers could do that my hands would just be waving in the air. How do I get from here to there? The Ancient One: How did you get to reattach severed nerves and put a human spine back together bone by bone? Dr. Stephen Strange: Study and practice, years of it. https://www.moviequotesandmore.com/doctor-strange-best-quotes/ https://translate.google.com.br/
  17. Boa tarde como vocês conciliam a rotina pesada do dia dia e a espiritualidade e experiência extra corpórea? Antes eu só trabalhava mas agora comecei a faculdade também , então saio bem cedo e chego bem tarde em casa, e chego bem cansado , e está difícil conciliar a rotina diária e a espiritualidade , fazer as técnicas por exemplo, voltei a ter aquele apagões ( dormir a acordar sem nem mesmo me recordar dos sonhos. Acredito que muitos aqui já passaram ou ainda passam por essa rotina pesada, então abri o tópico para saber como conseguem " burlar" o dia dia e conciliar a espiritualidade. Abraço.
  18. Eu tenho com alguma frequência esse tipo de experiência em que, num estado alterado de consciência entre a vigília e o sono, ouço por um breve período o que me parecem ser meus próprios pensamentos expressos pela minha própria voz, mas sem a sensação comum de que eu estou no controle desse pensar. Para mim, estou ouvindo claramente a minha mente, nada externo. O meu entendimento é de que é simplesmente minha mente funcionando de forma autônoma enquanto minha consciência vacila. A minha experiência com meditação já me sugere que a mente tem uma "vida própria" e que a nossa identificação habitual com ela é equivocada, como afirmam diversas tradições espirituais. É uma experiência interessante, pode ser um pouco chocante nas primeiras vezes, mas não acho nada "de outro mundo". Penso que vale observar e a partir daí levantar, pela própria experiência, esse tipo de reflexão sobre o ego, a inexistência de um eu unificado no ser humano comum, etc.
  19. Parece que sim. Quse ninguém fala nisso, porque os chacrkas sao assunto que interessa aos encarnados, já que o corpo fisico nãk tem chacrkas, ter órgãos, mas o corpo etérico tem chacrkas, que correspondem a certos orgaos. Como a funcão do corpo etérico é fazer uma ponte entre o corpo astral e o fisico, então dá para supor que o corpo astral também tem chacrkas. Pimortanto o desencarnado tambén ten chackras. Mas oarece meio redundante, ja que a troca de energias estando em corpo astral parece acontecer por todo o corpo. Mas... vá lá: http://avidanomundoespiritual.com.br/aula-23-chacras-segundo-andre-luiz/
  20. Bom dia irmãos, hoje acredito que tive uma experiência, ou talvez um sonho lúcido. Ou os dois! Bem vou resumir aqui. Fui dormir muito tarde já eram 3:15 da manhã. Pedi a Espiritualidade amiga desculpa pelo ocorrido. E fechei os olhos. Quando despertei estava na Espiritualidade. Fiquei feliz pois pude voar! Amo voar! Consciente que era um desdobramento. Porém um espírito plasmado em um "Crush" rsrs veio ao meu encontro para me beijar. Neste momento a lucidez caiu. Senti meu chakras colando nele. Tipo velcro. Mas logo dei conta e o empurrei. Dali pra frente apareceram outros espíritos. Até mesmo meu falecido marido. Mas conto em outro relato projetivo. A dúvida é que : o espírito desencarnado possui chakras? Sei que os encarnados possuem e os desencarnados, o que fica no lugar? Pois um espírito me explicou porém não tenho certeza da veracidade. Alguém poderia dividir conhecimento sobre o assunto. Paz e luz a todos.
  21. Earlier
  22. Vou deixar aqui uma dica, uma série de entrevistas feitas pelo jornalista Luciano Potter, da rádio gaucha. Este é o link da série toda, para quem gostar da proposta: https://m.soundcloud.com/potterentrevista Foram quatro temporadas ate agora, as três primeiras são políticas, mas a mais recente é " Deus existe?", e hoje eu passei um pedaço da tarde ouvindo 4 delas e por isso resolvi trazer para este tópico essa dica, já que tem a ver com o tema. A metodologia em todas as temporadas é sempre a mesma: uma mesma pergunta é feita para diferentes entrevistados, que podem falar o que pensam com poucas interrrupções ( coisa rara no jornalismo). Mas por que estou trazendo isso para cá, já que não se tratam de espiritualistas???? Porque me chamou atencão alguns aspectos contrastantes quando se ouve ESSES TRÊS na sequência que sugiro. São dois filósofos e um jornalista: -Um dos filosofos, o Leandro Karnal, foi jesuíta antes de virar ateu. E passou por uma situacão de quase-morte ( mas não uma EQM, apenas uma quase queda de avião. https://m.soundcloud.com/potterentrevista/deus-existe-com-leandro-karnal -O outro, Luiz Felipé Pondé, veio de família cética e por necessidade acadêmica passou um tempo dando aulas de Filosofia da Religião, e nunca passou por uma situação desafiadora da sobrevivência. https://m.soundcloud.com/potterentrevista/deus-existe-com-luiz-felipe-ponde -O terceiro, o jornalista, recentemente superou um câncer que tinha data marcada para matá-lo. https://m.soundcloud.com/potterentrevista/deus-existe-com-david-coimbra Achei interessante ouvir como essas três pessoas se relacionam com essa idéia a partir de bases bem diferentes. Embora os dois filósofos tenham a mesma base, uma abordagem historico- racionalista, o fato de um deles já ter investido anos de sua vida na carreira religiosa os diferencia um do outro. Ao mesmo tempo, ambos analisam a idéia de um ponto de vista bem diferente do jornalista, que apela para outros referenciais para defender sua posição. Não vou dar aqui minha posição sobre isso ( sei que já comentei em algum tópico mas não me recordo em qual), porque sinceramente acho que o que importa é perceber que quando as pessoas olham para lados diferentes, não surpreende que algumas enxerguem respostas claras, enquanto outras pareçam não encontrar resposta alguma.
  23. É que nós saímos quando estamos numa curta "fase de transição" do estado de vigília para o estágio REM. E para voltar, idem: só conseguimos colar no corpo de novo se fizemos a reentrada no momento que ele está voltando do estágio REM para a vigília. Quando você vai tentar se projetar, é como se você estivesse dentro de um elevador que está se deslocando com a porta aberta e você precisa saltar para fora quando identificar que ele passando pelo andar desejado. Caso não consiga saltar, você será levado pelo elevador até o andar indesejado: a perda de consciência e a criação das fantasias mentais, os sonhos Se você conseguiu saltar do elevador no momento certo, você se projetou. O elevador seguira seu rumo sem você, mas isso significa que sua mente física vai começar a sonhar em algum momento. Enquanto o corpo ainda não tiver apagado completamente, sua projeção é meio instável, qualquer ruído, ou problmea respiratório, ou ronco, te puxará de volta. Por isso a maioria das projeções no início duram de poucos segundos a uns 3 minutos. Mas após o corpo ter apagado totalmente e você ter conseguido se manter lá fora, você não acordará mais por "acidente". Sua estada lá é mais duradoura e para voltar, você precisa forçar seu corpo a acordar (precisa fazer o elevador voltar a passar por aquele mesmo ponto, para que você pule para dentro dele agora). Se tentar voltar sem que o corpo tnha acordado, voce pode ver-se deitado na cama de novo, mas ao levantar, não grudou, estará num falso despertar. Um dos jeitos que a gente força o corpo a acordar é esse que você cita, de apertar fortemente os olhos. Eu também fazia isso quando pequeno, pra interromper ms sonhos lúcidos. Isso acontece porque pelo que se diz, nosso corpo fica paralisado quando dormimos (dizem né? um monte de gente se mexe dormindo), mas os olhos nunca ficam, então é a única parte que podemos acessar com facilidade, para gerar um movimento e fazer nosso corpo acordar na marra, e aí a gente volta. Pode ficar preso? Pode. Mas todos as noites tem equipes de resgate libertando os presos, ehehe. Então não dura muito, exceto se tem algum problema cármico que impede o resgate, ou se o sujeito vive se drogando, porque aí está pedindo para ficar preso mesmo, uma hora vai e não volta, porque a paciência em socorrer quem procura por problemas e más companhias astrais uma hora acaba.
  24. Eu já prendi alguns assim, não precisa arma, você prende o espírito com energia e traz ele até você. Talvez você tenha visto uma arma porque sua mente torceu as coisas para justificar o que sentiu. Em astral essas distorções acontecem o tempo todo, como pode ver aqui . Mas as vezes a gente usa armas também.
  25. Porque o primeiro post sempre fica a espera de liberação, para evtiar que bots se cadastrem no fórum e então encham o fórum de propaganda antes que a gente saiba. No nosos primeiro ataque de bos, um só deles postou 600 propagandas... todas em russo,kkkk. Agora quando algum deles faz isso, vocês não enxerga né? Porque eu enxergo, vou lá e deleto o cara e tudo que ele postou. Mas vendo que é um humano, eu livero, como liberei o seu agora. Está demorando um pouco para eu liberar porque estamos com o serviço de email desativado e o Saulo ainda não reativou. Enoa não sou mais informado por email, toda vez que alguém posta algo aqui. Preciso lembrar de entrar no fórum e procurar para ver se tem algo pendente.
  26. Por não ter visto seu corpo não é problema, raramente alguém vê, porque ao estar projetado você está usando sentidos do corpo astral, não do físico. Então não tem porque esperar ver objetos do físico. Você pode ver espíritos porque eles estarão na mesma dimensão que você, mas seu corpo físico não está na mesma dimensão que seu corpo astral, então a regra é quase nunca ver mesmo. Mas entrar em espelho não é uma boa, não há nada ali, lembre-se que espelhos são um pedaço de vidro pintado com tinta metálica. É o mesmo que querer entrar numa placa de madeira. Espelhos apenas criam a ilusão visual de um mundo paralelo, coisa que poderia enganar um silvícola apenas. Quando você entra numa estrutura assim esperando achar algo, sua mente sonhadora via começar a criar fantasias sem parar, e a experiência será apenas um sonho lúcido, uma viagem numa sucessão das plasmagens mentais e personagens que não existem de fato no plano astral. Pode ser divertido para quem gosta de fantasiar, mas tem tanto valor quanto "ter experiências" jogando um game.
  27. Tive uma projeção lúcida recente com essa questão de lançar energia com as mãos: Eu caminhava por uma estrada de pedras coloridas quando fiquei lúcido. Continuando a caminhada me lembrei de uma dica daqui e fiquei repetindo “mais clareza”. No final dela cheguei numa casa bem iluminada e colorida tambem. Me deparei com uma pessoa. Com medo tentei lançar energia na direção dele com as maos mas nao saiu nada. Ele me olhou com uma cara de esperteza e carregou nas maos dele uma energia azul fluorescente, na hora pensei que eu ia perder a lucidez ao ser atingido, mas fui atingido e nao perdi. Parece que ele estava me mostrando como é que fazia. Eu tentei novamente lançar a energia com as minhas maos mas saiu somente um pequeno filete de energia. Depois já nao lembro.
  28. Veja o que ele fala naquele topico que citei: Antes de dormir, observando o sono, num determinado estado podemos ouvir várias vozes conversando na nossa cabeça e que não podemos controlar. Em estado vibratório ( EV, o estado antes do desdobramento astral) também acontece de se ouvir milhares de vozes conversando entre si, que são os eus se preparando pra entrar no astral. Em meditação também podemos ouvir vozes internas e num estágio mais avançado até conversar com nosso demônio interno, como se fossem duas pessoas diferentes. Isso é prova direta que a Ego existe, não se trata apenas de uma mera crença, numa teoria. Ha uma resposta do sandro la tambem.
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