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  1. Yesterday
  2. Suponho que você siga uma rotina de autodefesa psíquica, preparando o ambiente todos os dias, certo?
  3. E olha... é um processo mundial em grande escala, como eu citei lá no link anterior, que leva ao post sobre hospital astral. Melhor ficarem ligados como esses manipuladores agem, para não caírem vítimas deles. Vou deixar aqui um pdf de um livro muito esclarecedor, escrito por um autor estrangeiro, em 2018. Ele não fala nada do Brasil, mas ainda assim descreve perfeitamente o que rola por aqui porque é o mesma estratégia aplicada em diversos países. Exatamente por isso é bom conhecerem as características dessa maré, para não nadarem na direção errada por falta de consciência Jason Stanley, Bruno Alexander (Translator) - Como Funciona O Fascismo-L&PM (2019).pdf
  4. Last week
  5. Hoje, refletindo sobre esta polarização político/ideológica que estamos vivendo, que foi primariamente fomentada através de redes sociais, me lembrei de um vídeo do Hélio Couto, gravado em 2011, onde em duas passagens ele fala sobre os negativos e Internet. https://youtu.be/zs0nCS-UCQk?t=4657 (redes sociais/derrubada de governos) https://youtu.be/zs0nCS-UCQk?t=5521 (redes sociais/interação massiva/não raciocinar) Não consegui deixar de fazer uma paralelo com o que está acontecendo a pleno vapor por aqui e em outros países.
  6. Manobras energéticas: https://www.consciencialucida.com.br/2010/10/listagem-das-40-manobras-energeticas.html
  7. Olá Viajantes, Estamos vivendo um período cármico complicado devido às escolhas da maioria que foi, é e será manipulada durante gerações. Devemos ter cuidado com o que relatamos aqui para não darmos munição a essa orda densa que vem tentando dominar o ocidente na última década. Dá um pouco de pena por serem pessoas que caíram na coleira do ego, usam praticamente a mesma vestimenta, carros, gravatas e diálogo. Um imenso rebanho de almofadinhas materialistas presos ao chão, não passando além da real time (onde atuam). Vão todos servir de peões de uma pirâmide energética que mantém um grupo de pessoas no topo. Esse grupo está tão complicado historicamente que suas chances de ascenção ou são muito baixas ou quase nulas - se conformando com a sua permanência densa neste plano e desenvolvendo rituais para que reencarnem dentro dos mesmos grupos e no topo. ... Venho recebendo ataques sistemáticos dessa matilha desde os últimos dias de abril mas agora aprendi como fazê-los voar longe. Nessa encarnação posso afirmar sem falsa modéstia que nunca caí nos contos do álcool, cigarro, drogas, mídia, manipulação em massa e coleiras do ego. Eles, durante séculos, adestraram a população para o seu rebanho utilizando os mesmos estímulos de sempre e continuam lá no topo. Pesquisam novas substâncias para transformar em moda e inserir estímulos na mídia em massa para que arrebanhem mais almas. O povo sempre cai. SEMPRE. Sei que quem realmente passa por experiencias aqui acaba (e deve) ocultar a maior parte dos detalhes e transmitir apenas a técnica. Percebo muita gente aqui que sabe bem mais do que parece e é experto o suficiente para se fazer de ovelha. ... Durante alguns dias despertei na real time sendo atacado por uns seres cinzentos com aspecto de borracha mas visual de trajes de executivos e gravatas vermelhas. Os rostos são desfigurados, muito magros e parecem drogados. Alguns são mulheres. Eles tendem a "grudar" e sugam sua energia ou propagam suas campanhas. No começo, eu revidava e ficava num empate eterno. Nos últimos dias resolvi fazer OLVE durante o ataque e desejar o bem para o ser informando que ele não passa de um escravo e que pagará juntamente com os outros em breve se não se arrepender. O ser foi jogado contra a parede e foi sumindo aos poucos. Desejei amparo e resgate. Em determinado dia, fui atacado moralmente por um deles via psicofonia e me jogou uma energia ruim e fiquei cansado. Queria me assustar, sinal óbvio de que estão com medo. Agora tiro sarro e pergunto se não devia ir sugar outros do mesmo baixo nível existencial dele e se tá curtindo ficar cada vez mais preso no Umbral e me dando cada vez mais bonus kármico. Perguntei se a burrice ultrapassa as barreiras dimensionais e o que ele sinceramente acha que vai acontecer com sua turma de escravos. Sempre se resume a me satirizar por não ser escravo do álcool e etc. mas logo percebem que a vibe não me atinge. Uso cristal na cabeceira, água com sal grosso SEMPRE no quarto, incenso e já faço eles sumirem rapidinho. hehehe ... Minha esposa despertou na real time e viu um ser almofadinha desses andando pela parede externa da nossa casa como se fosse uma aranha mas sem conseguir entrar. Estão desesperados pois estou compartilhando com várias pessoas que o amor é 3 vezes mais forte do que o medo e que essa orda está ficando sem saída em todo o planeta. Paz e luz a todos e vamos lá limpando a 3D e a 4D dessa turma pedindo instrução, resgate, tratamento e amparo. OLÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉ!
  8. O que aprendi ? Não devo ficar tentando ir até as pessoas ‘atoa’, devo usar melhor o meu tempo lúcido. As consciências encontradas em certos ambientes, não possuem a menor lucidez. O Céu pode servir de portal. A densidades de diferentes plasmagem, também possuem diferentes níveis de energia, sendo mais ou menos densa a depender sempre do ambiente ou dimensão. Deitei quatro e pouco da manhã, fazendo técnicas para relaxar meu corpo e minha mente, estava balançando minha consciência mas acho que estava ansioso forçando a saída por algum tempo até demorar muito e eu me desconcentrar no físico, cansei e virei de lado,um pouco mais confortável e continuando somente a técnica de visualização e desprendimento, até me cansar e não consegui apagar, e vendo que tinha passado muito tempo e eu não desligava o corpo, resolvi desistir e dormir, mesmo temendo pesadelos, deitei de bruço para dormir. Logo tive um sonho que se parecia muito real, eu estava sentado na minha cama mexendo no celular até que perdi as forças me deitando e ajeitando rapidamente, logo sentindo muito forte o estado vibracional das minha energias, despertei a consciência, me relaxando, senti uma mão puxando minha perna, mantive a calma e foi vibrando mais forte e puxando mais forte, até que veio o zumbido e fui arremessado. Logo percebi que estava fora do meu corpo e sai no meu quintal, como sempre meu portão estava aberto e do outro lado da rua uma ‘’moça’’ entrava em seu portão e umas bicicletas, observei, olhei para o céu(devia ter lembrado de tentar me colocar à disposição ou algo do tipo), cometi a burrice de voltar para casa e logo voltei a vibrar acima de meu corpo, mas logo saí novamente. Fui na minha irmã aqui do lado,primeiro tentando passar pela parede, deu errado, e logo passei por uma porta que não existe no real, lá estava um pouco diferente e com mais pessoas deitadas, fui no quarto da minha mãe e estava exatamente como na realidade, com ela lá deitada quando sai, a imagem de meu irmão me perguntou oque eu ia fazer, disse que ia ver o que meu pai, que mora nos fundos, estava fazendo, e fomos juntos. Chegando no meu pai, lá havia uma luz diferente e ‘’ele’’ comeu algumas frutas, fiquei super feliz, repeti algumas vezes -Falei que iria te encontrar fora do corpo; ele nem dava bola kk, falei um pouco com ele, que se empolgou conversando com meu irmão, então eu pedi licença e sai. Decidi ir no meu vizinho(brinquei com ele que qualquer dia ei ia o visitar no astral), não lembro se chamei ele mentalmente, tentei atravessar a parede e deu errado, então entrei no portão e logo vieram algumas meninas, uma delas, linda veio puxar assunto comigo, eu disse que estava fora do corpo e ela puxando assunto, quando ela me chamou pra sentar com ela e ficar ali eu disse que queria muito ver como o meu amigo está, e ela pegou em meu braço pedindo e fui arrogante, dizendo que sabia que ela era um espírito e que eu estava fora do corpo e podia ajudá la, mas não ia ficar ali, ela me olhou assustada, eu saltei e atravessei o teto, ficando sobre o telhado, logo fui para cima dos meus telhados, olhei para o céu, tentei saltar alto, tudo rodou e eu parei próximo ao meu portão, no chão. Neste momento um rapaz atrás de mim disse para mim acompanhá lo, olhei e perguntei onde ele estava indo e porque eu devia acompanhá lo, então ele só repetiu, vamos ali comigo eu novamente disse que não e logo perguntei se ele estava precisando de ajuda, ele deu um sorrisinho, disse que não, agradeceu e disse vai lá, então virei e fui, meio que me arrependo de não ter dialogado mais nesse momento, porque pensando depois, a energia daquele ser era muito positiva. Desci a avenida e um rapaz que sempre me pergunta a mesma coisa, gritou: Que dia vamos fazer minha tatuagem Maycon, eu disse: qualquer dia ai, logo subiram umas meninas umas bicicletas bonitas, reparei ela mas pareciam muito novas, quase perdi a lucidez cumprimentando uma das pessoas que me chamou de longe e teoricamente eu a conhecia, mas despedi e segui na avenida, de repente, apareci na casa da minha tia, que estava diferente, havia uma criança lá, que perguntei e minha tia falou como se ela estivesse morta, fiquei ali conversando um pouco com ela que arrumava a casa, me despedi e saí, acho que olhei para o céu porque lembro que mudei de lugares duas vezes assim, mas não exatamente se foi antes ou agora, então olhei para o céu. Fui parar em um corredor largo, andando parecia uma vila, quando ví umas cinco casas no final, um circo com uma árvore, um barzinho parecido com uma lanchonete, duas mesas, em uma delas estavam se jogando algo com cartas(parecido truco), um dos integrantes puxou assunto comigo, e me perguntou o que eu estava fazendo, disse que estava fora do corpo e foi muito engraçado, ele me perguntou - Porque não volta para ele então ? eu achei muito engraçado e percebi algumas coisas, disse para ele que estava passeando, fiquei um pouco mais por ali e depois saí, voltei a vibrar no meu corpo físico e não consegui despertar, relaxei e sai novamente, mas dessa experiência não me lembro nada, acordei na mesma posição que havia deitado, de bruços, às cinco e vinte da manhã,muito feliz, com todas lembranças(inclusive da última perdida). Comecei a fazer o áudio e na hora que terminei a parte da vila e voltei a vibrar, foi apagado completamente da minha mente. Ainda assim fiquei muito feliz, em contato com as pessoas que se envolveram, ninguém se lembrou de nada, mas isso é normal e mesmo o relato parecendo um sonho, sei muito bem ao menos isso, qualquer projetor, iniciante que seja sabe quando está projetado(ou não está lúcido).
  9. Mais de 100 mil brasileiros já estão recuperados da COVID-19 https://www.saude.gov.br/noticias/agencia-saude/46897-mais-de-100-mil-brasileiros-ja-estao-recuperados-da-covid-19 Brasil já tem mais de 100 mil recuperados da Covid-19 https://pleno.news/brasil/brasil-ja-tem-mais-de-100-mil-recuperados-da-covid-19.html
  10. Earlier
  11. Uma consciência que desenvolveu a Vontade ao grau de poder escolher o que bem entender pra si mesma.
  12. Segundo a gnose existe sim. A questão é que todo universo se origina da Fonte, do Absoluto, e as coisas vão se dividindo à medida que se afastam da fonte. Então quando mais afastados da fonte, mais a mecanicidade domina, mais leis regem o plano em que vivemos, e mais sujeitos estamos a algum grau de entropia, de caos. Então há margem para acidentes também, não é tudo 100% sob controle.
  13. Olá pessoal! Gostaria de compartilhar com vocês o relato de uma retrocognição projetiva muito marcante que tive no ano de 1998. Espero que gostem! Abraço a todos! RETROCOGNIÇÃO PROJETIVA Data: 28 de outubro de 1998 – Quarta-feira. Antes de relatar essa experiência de retrocognição projetiva, gostaria de fazer um breve preâmbulo. Desde pequeno eu tinha interesse por estratégia militar. Desenhava cenários de combates. Tinha sonhos bastante lúcidos em que me via como militar em terra distante em determinadas ações: 1 – em determinada época “sonhava” por noites seguidas numa espécie de campo de concentração. Eu não era mais uma criança de seus 10 anos: era um adulto de no máximo 25 anos. Na minha companhia estavam dezenas de outros homens. Pareciam ser militares, e assim como eu, tentava fugir daquele local, escavando uma espécie de túnel subterrâneo. Eu “sonhava” direto com aquele cenário. E parecia que eu conhecia bem alguns daqueles homens que estavam comigo naquele ambiente nada agradável. Este “sonho” se repetia muitas e muitas vezes. 2 – Em outras oportunidades tinha sonhos bastante lúcidos e me via como paraquedista descendo sobre casas. Perpassava pelos telhados das casas (que me pareciam ser de algum país da Europa). Em outras situações me via descer em campos e áreas abertas. Cresci com muita vontade de servir às forças armadas. Tentei fazer aos 17 anos o concurso para a AMAN (Academia Militar das Agulhas Negras) e não fui aprovado. Me interessava bastante por filmes de guerra, principalmente filmes ligados às intervenções dos EUA na Ásia (Coréia e Vietnan). Em certas ocasiões me “sentia” no filme como um legítimo militar norte-americano. O tempo foi passando e ao amadurecer ponderei bastante sobre essas “estranhas lembranças”, além dos sonhos bastante lúcidos que tinha de forma recorrente quando me via como adulto, em companhia de pessoas vestidas com trajes militares e que me pareciam – algumas delas – me serem familiares, conhecidos naqueles momentos. No mês de outubro de 1998 fiquei por várias noites pensando nessas lembranças e “sonhos” de outrora. Eu, de alguma forma, “sentia” que tinha participado como militar de algum conflito belicista, provavelmente como membro de alguma tropa norte-americana. Até que na madrugada do dia 28 daquele mês, tive uma marcante experiência de retrocognição projetiva, à qual tive a certeza do que ocorrera em minha última série existencial (ou reencarnação, como queiram), visualizando o cenário da minha morte física (desencarne, dessoma), que acontecera em terras longínquas do meu (então) país de origem. Essa experiência de retrocognição não foi a única, mas repito, foi a mais marcante. Tive algumas outras depois durante saídas do corpo (2001 e agora em 2014). O interessante é que no momento do meu desencarne (dessoma – descarte do soma) eu lembrei da minha família (esposa e filha) que ficara na América,várias coisas se passaram como um filme, o que é bastante comum em situações próximas à morte física. Vamos então ao que interessa: ao relato desta experiência retrocognitiva. Segundo sono: 3h57 da madrugada de uma quarta-feira (28 de outubro de 1998). Levanto da cama e vou em direção à janela. Fico debruçado ali visualizando a Avenida Paralela (Luiz Viana Filho) que liga o Iguatemi até o Aeroporto de Salvador. Me viam lembranças vagas do primeiro sono. Parecia estar conversando com uma espécie de ancião bem sereno de aproximadamente 1,50m de altura. Ele me falava algo sobre a vida da consciência em diversos corpos, tempos e épocas. Ele manuseava um instrumento de natureza brilhante, que não me recordo mais seus detalhes. Depois de uns 10 minutos volto pro quarto e deito. Mas a minha mente estava meditando no “porquê” de eu ter esse interesse (ainda que contido) por estratégia militar, além de me recordar dos “sonhos” – quando criança -, de estar uniformizado como oficial em terras estrangeiras. Como estava com o corpo bastante cansado, fui adormecendo lentamente. Quando a minha consciência despertou não estava no ambiente do quarto: eu estava numa área formada por um extenso jardim – na verdade um campo verdejante. Pensei comigo: o que vim fazer aqui? Foi aí que surgiu um velhinho (aparentava ter seus 80 anos) com um sorriso sereno no rosto. Olhou para mim em silêncio e aí percebi: “era o ancião do primeiro sono pô” Ele estava usando um instrumento que parecia uma batuta que os maestros usam para reger as orquestras. Ele não mexia os lábios e através de um comando mental falou: “Luciano, deite na relva.” Eu obedeci de forma incontinenti, Aí ele me disse: “Vou lhe conduzir através de um exercício psiconsciencial a uma regressão que o levará para a sua última série existencial acessando a sua holomemória.” Já deitado no gramado, ele pediu-me que fechasse os olhos extrafísicos. E após, isso ele encontrou a pontinha daquele instrumento (que tinha uma pulsação energética bem suave e vibrante) no meio da minha testa. Aos poucos fui me sentindo em outro lugar. Me via num área descampada. Eu me via com um uniforme militar. Eu que estava acompanhado de um colega – também militar – fugia de um inimigo ou inimigos que desejavam e muito nos aniquilar. Corríamos muito de forma desesperada. Até chegarmos numa espécie de uma construção em ruína. Estávamos desarmados. Sentíamos que estávamos a sós naquele ambiente hostil. Eu aparentava ter no máximo uns 32-33 anos, era louro, de compleição física atlética. Ao entrarmos naquela construção abandonada, subimos as escadas e nos metemos cada um, em ambientes distintos. Eu me escondi debaixo de uma cama de solteiro. Eu estava literalmente apavorado em cair nas mãos do inimigo. Estava cansado, com forme, sem víveres e desarmado. Momentos depois, ouço ruídos lá embaixo. Os inimigos estavam lá embaixo. Ouvi um estampido de um projétil. Pensei comigo mesmo: pegaram o meu colega. Logo depois, ouvi os sons de pisadas de botas subindo as escadas vindo na direção do quarto onde eu estava escondido. Foi aí que eu vi a porta ser arrombada. Vi cerca de 10 militares orientais armados até os dentes com fisionomia de raiva e ódio. Vi que eles se aproximariam de mim em questão de segundos. Foi aí que lembrei da minha esposa, da minha filha (que naquela época não tinha nem 10 anos de idade), da minha casa – típica casa americana com aquele jardim de frente para a rua. Lembrei-me da minha família como um todo e um “filme” rodou na minha mente. O “filme da minha vida.” Longe de casa, em terra estranha e próximo da morte. Olhei para os orientais e eles me viram. Me deu um medo danado. E fui voltando daquele transe regressivo, abri lentamente os paraolhos, enquanto eu ouvia a voz serena do ancião mais ou menos com as seguintes palavras : “Você foi oficial do exército norte-americano, primeiro em missão na Europa ocupada pelos nazistas, notadamente na França, durante a Segunda Guerra Mundial. Anos mais tarde, já no início dos anos 50 você foi convocado para servir na Guerra da Coréia, onde você foi executado pelos comunistas naquele prédio abandonado. Você era um oficial durão, mas ao mesmo tempo era cordato com os seus subordinados. Além disso, você era excessivamente profissional no que fazia, pois gostava de cumprir as suas missões de forma irretocável. Seu nome encontra-se nos registros militares do Pentágono.” Em segundos, aquele velhinho mudou o tom de voz tornado-se mais grave e de forma enfática assinalou: “Luciano, essas lembranças não são boas para você. Lhe conectam a um passado recente de violência e destruição. Essas lembranças foram autorizadas pelos mentores, de forma sucinta, para lhe conscientizar de que a Paz interior suplanta todas as formas de adversidade e belicismo humanos. O conflito segrega. A Paz une e conscientiza.” Após isso, o ancião me orientou que eu voltasse pro corpo para reter boa parte daquelas informações: “Pense no corpo, meu filho” Disse-me suavemente. Senti o famoso aviso admonitório do cordão de prata me fisgando. Me senti “mergulhar” no corpo, para logo despertar. Fiquei deitado na cama rememorando aquela experiência que tinha acabado de ter, e as lembranças vieram-me em bloco, gradualmente. Minutos depois levantei e consultei o relógio do som: 4h47 da madruga. Fico na janela meditando sobre aquela experiência marcante. Me lembrando dos eventos extrafísicos, da lembrança como militar, das imagens da regressão, da voz serena do amparador. Mas quem seria aquele velhinho? Ele me parecia familiar durante a projeção. Mas agora, encaixado no corpo não me recordo dele. Assim como outros contatos anteriores, quando voltava ao corpo, determinada consciência nos parece ser familiar projetado e quando voltamos ao rememorar os eventos extrafísicos essa “familiaridade” desaparece. Anos mais tarde tive outras experiências de retrocognição que confirmaram e consolidaram as informações que tive acesso naquele estado alterado de consciência fora do corpo. Em 2001 tive uma experiência retrocognitiva de estar na beira de um lago à noite escondido por entre a vegetação visualizando botes com nazistas em um lago no interior da França ocupada pelos alemães. Agora este ano – 2014, no mês de março, tive outra experiência de retrocognição me vendo cercado juntamente com os demais colegas militares americanos por tropas de coreanos comunistas. Me recordo de ter solicitado apoio aéreo, pois o “bicho estava pegando.” Recordo de cenas bem fortes neste evento: cheiros de corpos queimados, militares chorando a perda de colegas, explosões, rajadas de metralhadoras, gritos, o som dos voos rasantes dos aviões da força aérea dos EUA. Além disso, vi um cenário de completa destruição: dezenas de cadáveres, armamentos jogados ao chão, trincheiras abandonadas. Despertei do corpo com essas sensações bem fortes. Pareciam bem reais, assim como, aquela primeira experiência retrocognitiva que tive em 1998. A experiência retrocognitiva nos confirma de forma subjetiva e pessoal, a reencarnação (série existencial em outros corpos somáticos) e nos deixa “cara a cara” com nossas lides pretéritas. No meu caso, confirmaram os “sonhos” que eu tinha desde criança com ambientes de cenários militares. E outro detalhe: a presença de um amparador nos conduzindo naquela experiência de regressão da “holomemória”, acessando aos registros akáshicos. Este amparador parecia obedecer às ordens superiores dos mentores extrafísicos que por sua vez, autorizavam a liberação desses registros existenciais. Nenhuma informação é liberada pela Espiritualidade de forma aleatória. Tudo possui uma razão, uma finalidade e uma necessidade visando o amadurecimento da consciência, que por sua vez é multiexistencial, multidimensional e multienergética. E essa informação extrafísica, me foi bastante importante para entender o meu presente e confirmar algumas questões de ordem bem íntima e pessoal. E o melhor: não precisei gastar um centavo com terapeutas que trabalham com terapias regressivas, em várias “praças”, Brasil afora. “Há corpos de agora com almas de outrora. Corpo é vestido, alma é pessoa.” – Eça de Queiroz. Akash ou registro Acásico (do Sânscrito: “Akáshico”, oriundo de “Akash” ou “Éter”, a energia cósmica plasmadora). Em determinados momentos esses registros podem ser acessados, através de manipulação do inconsciente, de ordem extrafísica, patrocinado por consciências extrafísicas, e no intrafísico, desenvolvido por terapeutas sérios e responsáveis, que visam desbloquear problemas, fobias e recalques do passado que atrapalham a consciência no presente.
  14. Agora entendi. A maneira que eu havia entendido ia de contra o que tínhamos falado antes, por isso resolvi esclarecer. Obrigado. Mas seria possível ocorrer acidentes reais, sem que esteja ligado a uma carma? Ou tudo realmente tem motivo?
  15. O "eu" que estava ligado ao evento do acidente, CASO TENHA SIDO ELIMINADO PELO TRABALHO DE MORTE DO EGO, elimina tambem a conexao com aquele acidente. Você achou que era ter morrido daquele acidente que matou o ego, mas nao , no desenho acima foi o fato de ter descoberto NA VIDA SEGUINTE como matar o ego, e ter feito o trabho em cima DAQUELE EGO ESPECIFICO. Um exemplo bem simples: o cara tinha um eu que gostava de fazer pehas de carro e por isso morreu numa vida, num acidente desses. Na visa seguinte descobrindo como eliminar esse eu, ele nunca fará os pegas, entao nao tem como repetir o evento. Mas se ele só controlou um pouco, ele pode acabar participando como espectador no dia e hora da repeticao , ou seja, há uma imantacao que atrai o ator para a cena carmica. E ai acontece um acidente nao fatal entre os corredores, mas um pneu se solta e acaba atingindo ele la na torcida, " por acaso".... Só elimimando o ator ( eliminando aquele eu) essas imantacoes nao o pegam mais.
  16. Os karmas que te atingem nesta vida sao sempree de vida anterior. Os que você adquirir nesta só te atingem na proxima, porque o balanço geral só e feito no momento após o desencarne. Carma é efeito educativo das ações, pense nele como um boleto a pagar. Ego é o executante das ações.Pense nele como um comprador compulsivo. Ninguém elimina o comprador eliminando o boleto. O contrário é que e verdadeiro: eliminando o comprador, novos boletos nao surgirão. Um número excessivo de boletos pode tornar tão desagradavel a vida do comprador que ele pode começar a se educar e comprar menos. Mas não sao os boletos que fazem isso, é sempre a decisão interna de algo superior em você, que passará a controlar o lado inferior, o desejo de comprar. Sem eliminar esse desejo, sempre serao feitas novas compras. O karma tem finalidade educativa mas a oessoa pode continuar sem aprender e tudo ir se agravando vida apos vida. O comprador pode ficar cada vez mais compulsivo apesar do acúmulo de boletos. Por isso karma nao elimina o ego, o carma apenas equilibra a relacao de causa e efeito desequilibrada por uma acao do ego. Apensas o esforço CONSCIENTE pode eliminar o ego, as punições automáticas do samsara apenas geram condicionamento, usam a relacao estímulo/ resposta, prémio/ punicao, para manter o robô humano mais ou menos dentro de certos limites. Mas exatamente porque o carma é um processo mecânico do samsara , nao pode produzir consciencia, pelo mesmo motivo que maquinas nao geram vida, apeana vida gera vida. Apenas esforcos da consciência geram consciencia. É como na projecao astral: nenhuma tecnica por si mesma consegue gerar o despertar da lucidez. Você pode usar uma técnica muito eficar e perder a conwixdncia tao logo descola do corpo. Consegue sair, mas apaga, porque a técnica, por ser algo mecânico, nao consegue produzir conciencia. É apenas o esforço para manter-se consciente que pode te manter consciente. Por isso técnicas de teste em astral, como o saltinho, ou esricar o dedo, falham apos as primeiras poucas tentativas bem sucedidas, porque após a novidade ( que gera um estado de alerta consciencial) a prática se torna " mecânica", você não a faz mais com a mesma atenção das primeiras vezes. Assim como na lembrança de si e auto-observacao é apenas o esforço para "não se identificar" que pode impedir que você se identifique.
  17. Ando um tanto decepcionado com algumas descobertas que podem (tomara) serem apenas uma interpretação minha. Sinto que, num plano logo acima do nosso, ainda existe uma pirâmide social com seres sendo energizados para obter poder. Eu esperava um universo mais moderno, pratico e otimizado para o bem comum mas infelizmente acho que alguns grupos / famílias acharam um jeito de manter poder e controlar massas. Triste. Ainda existem consciências de planos superiores atuando como médicos sem fronteiras mas acho que começaram a perder o foco. A massa está controlada por algo ligado ao álcool, tabaco e outras substâncias que devem transmitir algo para a real time. Tente lutar contra essas forças e você já sente o contra ataque imediato. Somos mantidos com baixa lucidez para mantermos sempre os mesmos grupos. O negócio é nos fazermos de massa, opiniaozinha padrão da semana, repetir os memes de sempre, fugir dos noticiários e buscarmos conhecimento em silêncio e proteger nossas famílias.
  18. Se a pessoa morreu de acidente devido a um carma na vida atual, na vida posterior o Ego que deu origem e esse carma não existirá mais?
  19. Você me trouxe paz! Estava sendo torturado por um pensamento continuo que veio depois de umas “experiências” e umas filosofadas. Acho que essa sua linha faz sentido. Muito obrigado e muita paz!
  20. Bem, vou escrever a SUPOSIÇÃO que eu tenho desse conceito, que é baseada em certos estudos. Primeiro, é preciso visualizar que nós habitamos no que escritores teosóficos chamaram de planos cósmicos. Os 7 planos frequentemente estudados (físico, astral, mental, etc.) são sub-divisões de um plano cósmico, que na Teosofia se chama de plano físico cósmico. Além dele existem outros planos cósmicos, tais com plano astral cósmico, plano mental cósmico, etc. cada um também com 7 sub-divisões. Assim, cada plano nosso é uma representação de um plano maior. Eu não concordo com a nomenclatura específica desses planos dados pela teosofia., mas isso não importa, porque expliquei isso apenas para você visualizar que chegar a ascensão aqui na Terra é apenas completar uma etapa, pois existem outras. O Eu-Superior seria o eu futuro de toda entidade, que habita no sexto plano cósmico. O seu Eu-Superior seria o seu eu que se desenvolveu até certo ponto nesse sexto plano, que se volta para trás e guia seu próprio eu passado. É algo meio confuso, porque lida com a esfericidade do tempo. Não é questão de alimentar outro ser, porque ele é você mesmo.
  21. Só passando para lembrar que esse tipo de visão é como você estar lá no sonho achando que seu eu da vigília é "outra forma de vida" que recebe "suas informaçoes" depois que "ele" acorda e "você" morre no mundo dos sonhos.
  22. Ando filosofando sobre planos existenciais, experiências e o tal "higher self". Lendo o que o povo diz por aí parece que o higher self é uma versão nossa mais lúcida e aperfeiçoada que habita planos superiores enquanto a nossa versão "roots" passa por testes aqui. Ocorreu-me um pensamento de uma hipótese meio sombria na qual nascemos, crescemos, aprendemos errando e acertando, sentimos dor, pagamos boletos, corremos atrás de condições de sustento, estudamos o máximo que nos é possível na 3D e tempo disponível, passamos medo, ficamos doentes, ficamos internados e terminamos a existência gerando pontos negativos que são eliminados no plano e pontos positivos que alimentam a existência de um ser superior. Tomara que a nossa individualidade sobreviva ao fim da carne e que não sejamos apenas uma versão bruta feita apenas para gerar pontos positivos e aprendizados para uma outra forma de vida que recebe nossas informações. Algo meio Black Mirror. As vezes, muito as vezes, deixam alguma parte de nossa interface entre planos relembrar de lugares que pode ser os quais nem venhamos a habitar, como alento por passarmos pelas provações para a construção de uma ser diferente baseado em nosso feedback. Prefiro (tomara!) que a teoria mais aceita seja a correta e que nossa consciência apenas passe de plano em plano numa evolução.
  23. Opa! Fui ver e deletaram os subs sobre "lastro" em inglês. Tentei fazer uma postagem e recebi um "I am a bot, and this action was performed automatically. Please contact the moderators of this subreddit if you have any questions or concerns." Dá para concluir que ... Sobraram umas desse tipo: https://www.reddit.com/r/FringeTheory/ (Mas já estão implantando pé grande e gigantes para ridicularizar).
  24. A sua descrição é muito semelhante ao que eu presenciei! No momento em que eu fui intuído a direcionar energias ao espírito, ficou muito claro que isso deveria ser feito com sentimento de compaixão, pois se tratava de alguém que não respondia por seus atos. Quase que um amparo de um sofredor.
  25. Convém lembrar que esse tipo de experiência em geral é apenas captação das tensões astrais. Daí a elas se materializarem no físico é um mundo à parte. Meus primeiros sonhos com "planeta intruso" ameaçando por fim à vida na terra são de 1990, porque estando perto da virada do milênio essas fantasias apocalípticas sempre reaparecem na mente grupal e você acaba sintonizando com elas . Mas simplesmente isso AINDA não aconteceu apos 30 anos... Assim como o Saulo relatava experiências com pancadarias na época do impeachment e a Meire relatava algo ligado a hospitais.. acho que como uma turma aí estava tão pilhada pelo ódio que a mídia estimulou neles acabavam criando esses bolsões e quem estava sintonizado com eles acabava indo parar lá, ao se projetar: https://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/17672-hospital-astral-sendo-construído-tensão-energética-de-mesmo-tamanho-da-ocorrida-nos-anos-3040/ Mas nada disso se materializou,como em geral é regra para esse tipo de experiência. Nós aqui no físico reprimimos muita coisa e depois "soltamos a franga" em astral, nos sonhos: tem orgias, guerras, torturas, fora as tsunamis, furacões, vulcões, asteróides, bomba nuclear .. mas nada disso chega aqui... como regra geral. Mas de vez em quando, de tanto errar, a gente acerta, eheheh. Essas atividades astrais coletivas costumam ser apenas catarses emocionais e mentais dos encarnados acontecendo no astral. São eventos reais lá, mas não chegam a descer para cá. PODEM chegar a descer? Claro. Se elas estão acontecendo no astral, é porque estão acontecendo dentro de nós, em vigília, o tempo todo. Mas para se materializarem é outro papo, tem que superar todos os freios do consciente, o que não é tão fácil. O que é perigoso quando o clima está assim é participar de atividades grupais, manifestações populares e tal, porque o grupo pensa e reage como um só ser, a individualidade da maioria das pessoas será sufocada quando em um grande grupo, e fatores mais inconscientes podem dominar a todos, gerando uma reação em cadeia que pode ser difícil para um indivíduo isolado resistir. Agora, vi uma postagem nas redes sociais esses dias que achei ótima para nos fazer botar os pés no chão: Aí lembrei que a expectativa média de quem nascia no início do século XX era 40 anos. Ou seja, essa geração aí praticamente SÓ VIVEU O APOCALIPSE. Quanto entraram na adolescência começou o inferno e muitos morreram sem ver o final dele. Muito triste isso. Mas essa "limpa" permitiu que a humanidade respirasse um clima um pouquinho mais pacífico pelas décadas seguintes. O que me preocupa um pouco é que, em geral, se uma pessoa não teve uma morte abrupta antes da hora ela vai passar desencarnada o tempo similar ao que passou encarnada. Então quem desencarnou em 1945 deve ter nascido de novo em 1990. Ou seja, podemos SUPOR que boa parte da geração que precisou passar por esses conflitos todos é a mesma que está agora encarnada como jovens adultos, o que pode explicar porque coisas tão bizarras como fascismo reapareceu. Não é idêntico claro, mas tem grupos que ressuscitaram o integralismo (o fascismo brasileiro) e tenho visto esquerdistas alegarem que Stálin foi injustiçado (hein????). A impressão que dá é que estamos presos num bolsão de espíritos dos anos 30, todos muito interessados em apagar os livros de história, e isso pode acabar atraindo a repetição de "experiências educativas" para a coletividade, como atraiu naquela época, já que tem um pessoal que não aprendeu. Esse lance de "regimes ditatoriais" ACHO que deve ser o mesmo caso daquelas fantasias apocalípticas de virada de milênio: De uns anos para cá os grupos que mais gostam de regimes ditatoriais começaram a requentar teorias conspiratórias antigas sobre uma "Nova Ordem Mundial ditatorial", algo que tem origem uns 10 anos antes da revolução francesa e que a cada poucas décadas reaparece com uma nova roupagem... e estão enchendo a cabeça das pessoas com isso, criando nelas o medo de algo que não tem um motivo mundial nenhum para acontecer, porque ditaduras são sempre fenômenos locais, fruto de interesses das elites nacionais. O uso dessa estratégia manipuladora decolou com a pandemia, mas em geral qualquer assunto será usado como desculpa para criar paranóias em quem costuma alimentar seus medos infundados . É verdade que de uns 10 anos para cá, ou mais, todos passamos a incorporar um novo hábito que é vigiar se não há potinhos com água parada, desde que a dengue chegou ao Brasil, mas isso não é um "plano maligno para controlar a humanidade", é apenas estratégia adequada para um problema que não desapareceu, simples assim. É como tomar banho, escovar os dentes, lavar as mãos apos usar o banheiro, apenas estratégias incorporadas às nossas rotinas pelo simples fato que se mostraram efetivas em controlar certos problemas que antes afligiam a humanidade, e não porque "algum grupo sinistro decidiu impôr essas regras , tirando nossa liberdade de não segui-las". Certamente essa crise expõe as falhas da administração pública de crises, nos diversos estados nacionais, e muita coisa precisará ser APERFEIÇOADA, para que não sejamos pegos de surpresa outra vez .E isso é ótimo, mas deve ter milhares de pessoas no Brasil, milhões no mundo ,que acreditam nas teorias conspiratórias que criam uma fantasia futurista negativa sobre tudo isso, e isso alimenta o medo do futuro. Essas fantasias coletivas, regadas a medo, vão acabar aparecendo no astral também, tal como as cenas apocalípticas ou de desastres naturais, porque são idéias potencializadas pelas emoções inferiores (o medo que instiga quem acredita nisso)
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