• advertisement_alt
  • advertisement_alt
  • advertisement_alt

Leaderboard


Popular Content

Showing content with the highest reputation since 08/21/2019 in all areas

  1. 2 points
    2- Se voce já leu o tópico POR ONDE COMECAR e o sobre o método do Raduga deve saber que sempre é mais facil apos cerca de 6 horas de sono. É apenas um fenômemo ligado á velocidade com que apagamos e a profundidade do apagamento. O conteudo é que as vezes é diferente: as de inicio de dia ou mesmo à tarde costumam ser mais "exploratórias do ambiente", enquanto que as de inicio da noite ou meio de madrugada costumam ser de " trabalho", " amparo", essas coisas.. 3- Tenho cismado também que parece ter gente "de plantao", como se estivessem vigiando. Esses dias mesmo, acho que no fim de semana passado, levantei do corpo e ao atravessas a parede apareceu um sujejto de capa e chapeu preto, meio assustado que eu estivesse saindo asssim.. e me interpelou , queee do sabenr onde eu iria. Repondi " Ué!?!? Vou sair a dar uma olhada por aí, aproveitar a projeçao ora!". Mas ele parecia ter sido pego desprevenido e disse que não podia me acompahar agora mas ia escalar outros três, que em seguida apareceram ali. Eu sei que em geral a gente tem alguma proteçao ao sair, mas achei ele meio preocupado. Ele não parecia estar tentando me impedir, mas preocupado em manter as coisas seguras. O que me faz pensar que o ambinte astral esteja mais " movimentado", o que noa surpreende, se a gente esta obsevando o jeito que o planeta anda piorando rápido de pouco tempo para cá
  2. 2 points
    Normalmente nesse tipo de magia nunca é o mago a fazer nada. É um trabalho em equipe, ele reúne materiais que possuem determinadas energias próprias, de acordo com sua natureza, mas que são necessárias ao trabalho planejado. Os espíritos que ele invoca é que pegarão essas energias e usarão de acordo com a metodologia que em geral só eles conhecem, porque trata-se de trabalho em outra dimensão, que tem suas próprias "leis da física". Normalmente o encarnado não conhece nada sobre isso. Por isso praticamente tudo que você vê por aí que recebe o nome de magia envolve o pretenso mago pedir para alguma entidade fazer algo, o que já mostra que o "mago" mesmo não sabe nada, não tem poder sobre nada, ele apenas terceiriza a tarefa. Se soubesse, faria ele próprio, sem chamar entidade alguma. Mesmo quando alguém junta materiais para fazer um trabalho, ele não está FAZENDO nada, ele está apenas entregando os materiais necessários ao técnico astral que é quem de fato fará o serviço. Em geral são "maquinas" astrais que são plasmadas e instaladas no local pelo técnico astral que foi contratado. Um trabalho só será cristalizado pelo encarnado que faz o serviço se ele conhece o mecanismo envolvido. Há coisas que a o encarnado pode fazer, usando visualização, plasmagens de formas geométricas, aberturas de portais etc... mas nesse caso ele precisa construir cada coisa dessas. E elas se dissiparão quando ele deixa de visualizá-las, motivo pelo qual rituais precisam ser repetidos regularmente se o objetivo for manter estável uma estrutura astral. Dependendo do que é feito ele também é responsável por mantê-las funcionando, mantendo-se focado nelas,o que exige energia . Então em geral o encarnado só pode fazer coisas que irão funcionar somente enquanto ele está focado nelas, o que limita sua atuação ao momento em que chega no local e atua na hora para resolver uma situação. Mas para mantê-las ativas por mais tempo ele precisa terceirizar a tarefa, já que encarnados precisam fazer muitas outras atividades pelo simples fato de estar encarnado né? Roger relato de ovóides.pdf Mas mesmo em astral se usa equipamentos, para ficarem ali funcionando no automático pelo tempo necessário. Se for trabalho de obsessão, costumam usar a próprio energia da vítima como fonte, daí a necessidade da vítima manter sua sintonia boa, para não permitir que esses dispositivos funcionem como projetado, e com o tempo sem uso eles podem se dissolver. Roger e Arnach dispositivos.pdf E aqui, da metade da página 90 em diante: Lacerda 1 Espírito - Matéria.pdf O caminho mais fácil é contatar a entidade que fez e convencê-la a desfazer. Se tiver que obrigá-la, vai ter que terminar a briga que começou, o que envolve uma briga com muitos espíritos, que precisarão ser capturados e destinados conforme a necessidade. Não é algo que se faça sozinho, mas sempre em equipe. É por isso que existem centros espíritas, centros de umbanda, grupos de apometria, etc. Mesmo quando você acha que é um só encarnado que faz, por trás dele em astral terá uma equipe grande para fazer tudo que é necessário e manter o encarnado em segurança. Não é trabalho para quem não é médium, não vê espíritos, etc. O que você pergunta esta tudo misturado. Se usa algo "dos astros", a energia é emanada deles. Você construiria algum tipo de receptor/acumlador para concentrar isso e depois irradiá-lo por um tempo. Dá para pensar em algo como carregar energeticamente um cristal associado a um planeta, no qual é depositada a energia relacionada a esse planeta, e esse cristal é colocado numa sala para ficar irradiando ali. Mas essas coisas são como baterias, precisam ser recarregadas. Se você é o canalizador de uma energia "planetária", está apenas agindo como um tubo, não é a sua energia envolvida. É como a diferença entre o Reiki e o passe: -no Reiki você não usa sua energia, você apenas canaliza uma energia EXTERNA, que é o Reiki. -Já no "passe" você emite a SUA energia vital, e ficará com menso energia após usá-la em alguém Mas se você usar SUA energia numa plasmagem astral, em algo que agirá como receptáculo acumulador, você terá que repôr. E ainda tem esse perigo sim: Porque o que você cria é seu "filho", e há um laço entre você e sua criação. E sabe-se que criações da mente humana , como regra, se tornam malignas após pouco tempo, talvez porque nosso ego é maligno, por natureza, diferente do espírito. Então qualquer coisa criada precisa ser mantida sob vigilância e dissolvida ao menor sinal de alteração. Como uma pessoa que não enxerga espíritos, plasmagens, energias.. poderia trabalhar com isso de forma competente? Não pode, portanto trata-se de cegos tentando montar ou desmontar uma bomba e achando que pode dar certo.... O caso mais famoso é o da Alexandra David Neel, sobre a criação de um Tulpa (pesquise no google se não conhece o caso), mas o risco se aplica a todo tipo de plasmagem que a garota adora: os papinhos sobre servidores, guardiões, protetores, corpo de luz, etc.
  3. 2 points
    Não entendi o que "entidades evoluídas" tem a ver com o tema. Se entidades negativas fizeram esses trabalhos, precisa que outras entidades desmanchem isso. Magia é trabalho técnico, nao ~sao coisas vagas como "energias pesadas no local", são equipamentos astrais montados ali para ficar funcionando NO LOCAL, não interessa a qualidade interiores dos moradores. Tem que fazer "refroma íntima" DO LOCAL, ehehhe. Se não desmanchar o trabalho, não tem reforma íntima dos moradores que resolva a parada, a´te porque reforma íntima de qualquer um desaba na primeira unha encravada, diarréia ou gripe, pois se fica doente sua aura fica frágil, e pronto, está vulnerável e aí o efeito do trabalho te atinge. Trabalhos precisam ser desmanchados, ou se tornam uma bomba relógio pronta para estourar no primeiro vacilo. Bom, não deveria se for um centro de trabalhos com entidades que estão ali fazendo sua função para ajudar ou para LIMPAR SUA PRÓPRIA BARRA. Entidades evoluídas não fazem esses trabalhos PARA PREJUDICAR, mas entidades evoluídas não ajudam a desativar os trabalhos feitos pelas entidades negativas?? Vamos tirar o evoluídas do jogo, porque entidades evoluídas mesmo nem ficam se comunicando com encarnados, porque já estão distantes do nosso plano e fica difícil para elas. As entidades que ainda se comunicam conosco estão ainda trabalhando na própria evolução, algumas estão bem melhores que qualquer encarnado, outras nem tanto, e outras são entidades negativas que perceberam o erro e agora trabalham em grupos de desobsessão ajudando a desfazer o mesmo tipo de mal que elas antes faziam. É uma forma de ajudar os outros e de se ajudar. Assim como projetores podem fazer amparo no astral sem serem "evoluidos", ou no físico, se por exemplo tem o Reiki, e io não os torna melhor que o vizinho em nada, também entidades que trabalham nos grupos de desobsessão tem capacidade de ajudar, mas nem por isso são "mentores", embora esses grupos sempre tenham algum mentor mais evoluído, responsável por manter essas entidades de menor evolução na linha, desde que o próprio grupo não se abra (através de suas más atitudes com encarnados) para a atuação de entidades negativas que aí sim fingirão ajudar mas acabarão criando mai problemas. O grande desafio é achar um grupo de trabalho em que OS ENCARNADOS sejam minimamente evoluídos, para que não sejam instrumento de entidades negativas disfarçadas de mentores.
  4. 2 points
    Olá, eu sou praticante de Ho'oponopono há quase dois anos. Sim, para mim funcionou muito bem. Comecei por questões espirituais e de saúde, mas também usei nesta aqui: Ano passado, quando voltei de licença maternidade, fui transferida para atuar numa área diferente da minha, naquele momento até achei interessante o desafio, mas chegou um momento que eu não me identificava com aquela rotina, parecia improdutiva, fora o ritmo de trabalho do meu novo chefe (lentoooo demais por sinal), e comecei a me sentir deslocada e preterida. Foi na época que comecei a ler sobre Ho'oponopono, li alguns livros e comecei a seguir dois canais bem interessantes a respeito. Eu não fazia Ho'oponopono para voltar para meu antigo cargo, mas sim para limpar algumas questões profissionais na minha vida. Foi questão de tempo para meu antigo chefe se desculpar e me chamar para assumir meu antigo cargo. Detalhe, eu não fazia questão de voltar, porque eu estava almejando outro cargo em outro setor...ehehe. Sim, eu também fui chamada pro setor que eu estava almejando, mas achei por bem, não declinar do convite do antigo chefe, até mesmo por ser diretor da organização onde trabalho. Caso tenha interesse, a abordagem que mais me agrada é da psicóloga Regina Tavares e também gosto da Maria Silvia Orlovas. Tem muitos que pregam o Ho'oponopono como "modinha", eu conheço desde 2003, mas somente agora resolvi praticar, pois vejo que é uma filosofia de vida, trata-se de cura para você e para outros com quem você convive. Quando você faz Ho'oponopono, vc está conversando com sua Centelha Divina, com seu Eu Superior, não tem como dar errado.
  5. 2 points
    Boa noite pessoal 😁 Graças ao Reiki, sabemos que nossas mãos basicamente funcionam como antenas, captam e emitam energia. Com isso, neste tópico irei falar sobre um assunto que particularmente me interessa bastante, Psi Ball, ou seja, uma bola de energia programada para realizar algo que seja de sua intenção mentalizada. Como por exemplo, auxiliar na cura de alguém que esteja passando por problemas de saúde, tanto no corpo físico, quanto no espírito ou então até mesmo amparar alguma pessoa que esteja passando por uma obsessão. Ela poderá ser útil em infinitas ocasiões, tudo dependerá da sua mentalização e fé. OBS: Não sou reikiano, apenas gosto de estudar e pesquisar sobre. Como criar uma Psi Ball (como eu realizo) 1º Passo - Posição, a principio é necessário encontrar uma posição confortável para realizar essa técnica, pode ser feita deitado, sentado, de pé, ou de qualquer outra forma que mais lhe faça se sentir confortável. (É importante que seja feito em um ambiente tranquilo e sereno, e caso você queira realizar uma prece, ela será muito bem vinda) 2º Passo - Respiração e relaxamento, para este feito é necessário que sua respiração esteja adequadamente controlada e sutil, e com o corpo e mente relaxada, para isso, inale todo o ar que conseguir pelo nariz e exale pelo mesmo, ou pela boca, como preferir. (Este passo deve ser realizado durante toda mentalização) 3º Passo - Posicionamento das mãos, a posição que as mãos devem ter pode variar do gosto do praticante, uma palma mais longe ou mais perto da outra, dedos mais juntos ou mais separados, tudo depende da preferência de quem está realizando a Psi Ball. 4º Passo - Mentalização e programação, mentalize uma bola de energia surgindo do seu corpo inteiro ou até mesmo do universo e sendo canalizada entre suas mãos, recomendo que ela seja da cor branco, dourado ou azul (pra quem já assistiu Dragon Ball essa não será uma tarefa muito difícil 😂). Deposite seus sentimentos, sua fé e sua intenção nessa mentalização, como por exemplo, se você quer auxiliar na cura de alguém diga para sua mente "Eu programo essa energia para auxiliar na cura de fulano devido tal doença", essa programação com certeza pode ser com suas palavras e suas intenções, mas é muito importante que você repita algumas vezes na sua mente e tenha fé na programação. 5º Passo (final) - Envio, para finalizar o envio da Psi Ball mentalize o lançamento da bola de energia até a pessoa que você quer amparar, você pode joga-la pra cima com suas mãos mesmo e imaginar a Psi Ball caindo sobre seu alvo, ou então, saindo de suas mão e chegando até quem você quer energizar, tudo depende da sua mente. Finalização Agradeço a todos que leram meu post, comentem abaixo seu feedback, o que gostaram, ou o que não gostaram, toda opinião é muito bem vinda. Que Deus abençoe todos vocês 🤩🙏
  6. 2 points
    esse é um tema bastante espinhoso, como deixar para tras pessoas que gostamos? e quando ha um abismo de distancia cultural/ moral / espiritual ? complicado hein. Eu sou da opinião de que temos que manter um afastamento saudável. Nem se isolar demais, nem se envolver demais com quem quer que seja eu tento por isso em pratica, mas as vezes exagero por que AMO ficar sozinho lendo e estudando, e o tempo passou e a maioria dos meus poucos amigos se afastaram por questoes naturais da vida e cada um seguiu seu rumo. dificilmente vc vai encontrar pessoas da sua idade e do seu circulo social interessadas em evolucao espiritual, energias, ocultismo etc. A maioira esmagadora das pessoas so vive na paranoia desse mundinho aqui, pensando em dinheiro / trabalho / casa / prazeres futeis, etc Nao que isso seja de todo ruim, mas isso uma hora acaba e voltamos ao pó. E ai ? o que vc vai levar de bagagem ? rs. Tente manter o equilibrio, saia com sua galera, interaja, mas nao deixe de lado sua evolução nao. abraços.
  7. 1 point
    Realmente, o único amparo que lembro ter feito foi exatamente após ter me projetado por volta de 4:30/5:00hrs.. Eu tenho algumas informações sobre a correlação entre as ondas cerebrais e de como escolher o período do sono onde a onda está mais propícia, e que esse fator facilita em muito as experiências mais lúcidas, mas eu realmente não sabia que chegava ao ponto de influenciar o teor das projeções assim.. Quanto ao patrulhamento que parece estar se intensificando, antes de entrar em recesso projetivo, todas as vezes que me projetei na real time esse ano, observei políciamento astral bloqueando ruas próximas, e quando se chegava perto da barreira deles, vinha um aviso mental dando um alerta de que era proibido ir adiante. Creio que meu recesso projetivo também possa ter sido por isso, pois curioso como sou, eu deva ter furado esses bloqueios quando estou inconsciente kk.. Muito obrigado por suas explanações irmão, muito didáticas, irei ler os conteúdos!
  8. 1 point
    Dentre outras informações de alta relevância para quem estuda as energias e projeção astral, no vídeo a seguir o pesquisador Sérgio Felipe de Oliveira afirma que a pineal não calcifica. Achei importante colocar essa informação no grupo, pois frequentemente esse assunto surge. https://www.youtube.com/watch?v=yeRdo9Lc2zg&feature=youtu.be
  9. 1 point
    É exatamente isso que to tentando fazer, muito obrigado pela dica! 😊
  10. 1 point
    Essa explicação é muito interessante, Sandro, você pode me tirar algumas dúvidas? Primeiro, como esses "mecanismos" instalados no astral foram colocados lá? Pois pelo que entendi aqui, a pessoa fez os ritos, se conectou com espíritos ligados a tal coisa, e então por meio do trabalho que o encarnado teve, em construir o ritual e os simbolismos no plano material, colocar as velas e tal, depois disso, ou esse trabalho psíquico foi cristalizado por ela ou foi literalmente trabalho dos espíritos? Ou, os dois? Eu tenho dúvida nisso. Com isso, ao destruir isso, que foi "plantado" ali, qual a melhor forma de fazer isso? você consegue fazer isso sozinho? Pois veja, eu tô pensando que a pessoa tem que desfazer o "trabalho" da pessoa, e depois contatar espíritos para ir no astral desfazer os "fragmentos" da coisa, do que sobrou. Mas você não pode ir lá em astral e enfrentar os espíritos que foram contratados e desfazer a ccoisa por você mesmo? Ótimo, com isso, o problema agora seria lidar com essas pessoas desencarnadas, que provavelmente iria lhe assediar. Bem, como resolver isso? kkkk Outra pergunta, se você souber, como funciona esse mecanismo? se já foi feito, e está ativo, e enviando as energias que ele está programado para enviar, para tal coisa, então, para que a pessoa tá precisando de desencarnado? Ou não é possível criar uma magia assim? que aja por meio de VOCÊ, digamos, que eu queira trabalhar com magia dos astros, usar energia de cura e com isso eu "crio", por meio da magia, claro, essa forma cristalizada em astral para o envio dessa energia, me usando como canalizador, ou seja, eu mesmo enviando a energia para aquela "máquina" para ela agir, bem, agora o problema seria se essa forma cristalizada virasse um vampiro inconsciente, já li sobre, como resolver isso também? Acho importante saber como essas coisas funcionam. Obrigado pela atenção, Paz e Luz a todos.
  11. 1 point
    Ah, quem trabalha nesses grupos está na linha de tiro e algum estilhaço pode acabar lhe atingindo. Quando eu fazia parte da Umbanda era semelhante, vira e mexe tinha alguma repercussão. No meu caso, nada grave de fato, mas às vezes sentia uma ansiedade esquisita, tinha pesadelos de arrepiar e quando comentava com o Caboclo da minha mãe de santo, ele sempre recomendava alguma magia de proteção, algumas vezes ele fazia, outras, mandava que eu mesma fizesse. Eu acredito que tenhamos proteção de mentores e guias, mas ninguém está livre de sofrer alguma repercussão.
  12. 1 point
    Uma coisa que eu achava estranha no meu grupo é que sempre apareciam rolos de obsessão ligados aos membros do grupos. Trabalhava-se um tempo 2 ou 3 semanas com um , então aquilo passava e acontecia com o outro. Depois li num fórum, de uma pessoa que trabalhou com apometria, que é comum isso: primeiro se trabalha com os obsessores dos membro do grupo, acho que para dar uma limpada e o cara poder trabalhar mais leve. Já que você é novato, deve ser a "bola da vez" no seu grupo. Deve notar isso por umas poucas semanas, então vai passar. Mas é por ciclos, as vezes após uns meses tem um novo trabalho com as mesmas pessoas.
  13. 1 point
    10 coisas “espirituais” que as pessoas fazem e são uma total besteira Ninguém nunca me disse que a espiritualidade poderia ser uma armadilha de autossabotagem do ego. Eu passei três anos lendo sobre ensinamentos espirituais e os incorporando em minha vida, antes de aprender que a espiritualidade tem um lado sombrio. Naturalmente, fiquei surpreso. Eu me senti meio traído. Como algo que parece ser tão puro pode ser prejudicial? A resposta tem a ver com algo que os psicólogos chamam de escape espiritual. No começo da década de 1980, o psicólogo John Welwood cunhou o termo “escape espiritual” para se referir ao uso de práticas espirituais e crenças para evitar o confronto com sentimentos desconfortáveis, feridas não resolvidas e necessidades emocionais e psicológicas fundamentais. De acordo com o psicoterapeuta Robert Augustus Master, o escape espiritual faz nós nos retirarmos de nós mesmos e de outros, a nos esconder atrás de um tipo de máscara espiritual de crenças e práticas metafísicas. Ele diz: “Não apenas nos distancia da nossa dor e nossos problemas pessoais, mas também da nossa própria espiritualidade autêntica, nos prendendo em um limbo metafísico, uma zona de gentileza exagerada, bondade e superficialidade”. Percepções dolorosas: meu próprio escape espiritual No livro inovador de Robert Augustus Masters, “Spiritual Bypassing: When Spirituality Disconnects Us From What Really Matters”, ele escreve: "Os aspectos do escape espiritual incluem desapego exagerado, anestesia emocional e repressão, excesso de ênfase no positivo, raivafobia, cegueira ou compaixão tolerante demais, limites fracos ou muito pobres, desenvolvimento desequilibrado (a inteligência cognitiva geralmente está bem à frente da inteligência emocional e moral), julgamento prejudicado sobre a negatividade ou o lado sombrio de alguém, desvalorização do pessoal em relação ao espiritual e a ilusão de ter alcançado um nível mais alto de ser." Eu encontrei o conceito de escape espiritual pela primeira vez no trabalho de Masters. Embora eu estivesse relutante em admitir, eu imediatamente soube que, em algum nível, este conceito se aplicava a mim. Conforme continuei refletindo sobre o escape espiritual, eu percebi cada vez mais aspectos inconscientes da espiritualidade, e percebi que eu estava, sem saber, colocando em prática vários deles em determinados momentos. Embora dolorosas, essas foram algumas das percepções mais importantes que eu já tive. Elas me ajudaram a parar de usar uma forma distorcida de “espiritualidade” como um levantador de ego e a começar e ter mais responsabilidade para direcionar minhas necessidades psicológicas e os problemas que surgem na minha vida. Coisas “espirituais’ que as pessoas fazem e sabotam seu crescimento A melhor maneira de entender o escape espiritual é através de exemplos, então agora é hora de um pouco de “amor bruto”. Eu irei descrever em detalhes dez tendências inconscientes específicas de pessoas espirituais. Cuidado: algumas delas podem parecer muito familiares. Lembre-se: Você não precisa ter vergonha de admitir que alguns itens desta lista se aplicam a você. Eu suspeito que alguns deles se aplicam a todos que já tiveram interesse em espiritualidade. A maioria deles se aplicava a mim em determinado momento e, em alguns deles, eu ainda estou progredindo. O objetivo aqui não é julgar, mas aumentar a autoconsciência para progredir em direção a uma espiritualidade mais honesta, capacitada e útil. Vamos lá. 1. Participar de atividades “espirituais” para se sentir superior a outras pessoas. Provavelmente este é o aspecto inconsciente mais universal da espiritualidade, que assume várias formas. Algumas pessoas se sentem superiores porque leem Alan Watts. Ou vão para o trabalho de bicicleta. Ou abstêm-se de assistir TV. Ou consomem uma dieta vegetariana. Ou usam cristais. Ou visitam templos. Ou praticam yoga ou meditação. Ou usam drogas psicodélicas. Perceba que eu não estou dizendo nada sobre o valor de participar destas atividades. Eu adoro Alan Watts e acho que a meditação é bastante benéfica. O que estou dizendo é que é perigosamente fácil permitir que suas ideias e práticas espirituais se tornem uma armadilha do ego – acreditar que você é tão melhor e mais iluminado do que todo aquele “povo-gado”, porque você está fazendo todas essas coisas radicais. Em última análise, esse tipo de atitude em direção à “espiritualidade” não é melhor que acreditar que você é melhor que todo mundo porque você é um Democrata ou um fã dos Lakers. Essa disfunção, na verdade, inibe a espiritualidade genuína, fazendo nos focar em ser melhor que outras pessoas, ao invés de cultivar um senso de conexão com o cosmos, sentindo uma maravilha poética com a sublime grandeza da existência. 2. Usar “espiritualidade” como justificativa para o fracasso ao assumir a responsabilidade dos seus atos. A essência deste ponto é que é muito fácil distorcer certos mantras ou ideias espirituais em justificativas para ser irresponsável e não confiável. “É o que é.” ou “O universo já é perfeito.” ou “Tudo acontece por uma razão.” Tudo pode funcionar como excelentes justificativas para não fazer nada e nunca realmente examinar o comportamento de alguém. Não estou comentando se as afirmações acima são verdadeiras ou não. Só estou dizendo que, se você se atrasa constantemente para compromissos, se frequentemente negligencia seus relacionamentos pessoais, se seus colegas de quarto não podem contar com você para pagar o aluguel, talvez você deva parar de dizer a si mesmo: “Tudo bem, cara, a realidade é uma ilusão mesmo”. E começar a se tornar alguém com quem outras pessoas possam contar. Em uma via similar, é surpreendentemente fácil enganar a si mesmo ao pensar que toda vez que alguém tem um problema com o seu comportamento, é porque essa pessoa “não honra a minha verdade” ou “precisa crescer espiritualmente”. É muito mais difícil de reconhecer os momentos nos quais agimos brutalmente, egoisticamente ou irrefletidamente e causamos sofrimento a outra pessoa. É muito mais difícil admitir que estamos muito longe da perfeição e que o crescimento e o aprendizado são processos que nunca acabam. 3. Adotar novos hobbies, interesses e crenças simplesmente porque são a última mania “espiritual”. Seres humanos querem se encaixar em algum lugar. Nós temos profunda necessidade de sentir que fazemos parte de algo. E formamos grupos de todos os tipos para satisfazer esta necessidade. Espiritualidade é uma área de interesse onde as pessoas formam todos os tipos de grupos. Potencialmente, isso é ótimo, mas também tem um aspecto inconsciente. Para muitas pessoas, “espiritualidade” é um pouco mais do que uma coisa hippie que muitas pessoas parecem se importar. Essas pessoas têm a ideia de que querem entrar nesse movimento espiritual, então começam a praticar yoga, usar artigos da Nova Era, ir a festivais de música, beber ayahuasca, etc, e dizem para si mesmos que essas coisas os fazem “espirituais”. Esses “encenadores espirituais” atenuam a importância do aprofundamento espiritual genuíno, da contemplação, da experiência e da percepção. Eles também, na minha experiência, tendem a ser pessoas “espirituais” que usam a “espiritualidade” como motivo para se sentirem superiores aos outros. 4. Julgar outras pessoas por expressar raiva ou outras emoções fortes, mesmo quando necessário. Este foi um dos primeiros padrões que eu percebi em mim após ser apresentado ao escape espiritual. Eu percebi que quando pessoas ficavam chateadas ou bravas comigo, minha reação era dizer coisas como: “Ficar nervoso não resolve nada” ou “Eu acho que poderíamos ter menos problemas se pudermos permanecer calmos”. Internamente, eu silenciosamente julgaria a outra pessoa, pensando: “Se ela fosse mais iluminada, poderíamos evitar esse drama”. Em muitas situações, essa era a minha maneira de evitar problemas profundos que precisavam ser direcionados. Quando você se interessa pela espiritualidade, uma das primeiras citações que você encontra provavelmente é: “guardar a raiva é como segurar um carvão em brasa com a intenção de atirá-lo em alguém; é você que acaba se queimando.” Esta citação é comumente atribuída de forma errônea à Buda, embora na verdade seja uma interpretação de uma declaração feita por Budagosa no século V. O ponto sutil desta citação é que nós não devemos guardar a raiva; nós devemos senti-la, expressá-la se necessário, e então deixá-la para trás. Porém, é muito comum para um leigo assumir que isso significa que raiva, em qualquer forma, é um sinal de que a pessoa não é sábia nem espiritual. Isso não é verdade. A raiva é uma emoção humana natural e uma reação perfeitamente justificada em várias situações. Com frequência, a raiva é um indicador de que há sérios problemas que precisam ser ponderados por alguém ou seus relacionamentos. Ironicamente, muitas pessoas espirituais reprimem todas as emoções “não-espirituais” e artificialmente elevam emoções/traços “espirituais” como compaixão, bondade e equanimidade. Isso leva à falsidade. A pessoa tem dificuldades de constantemente se apresentar como calma, gentil, legal e em um estado de paz perpétua, e acaba parecendo como uma fraude. 5. Usar “espiritualidade” como justificativa para uso excessivo de drogas. Muitas pessoas, inclusive eu, acreditam que drogas psicodélicas podem causar experiências místicas e elevar a espiritualidade. Até aí tudo bem, mas algumas pessoas levam essa percepção longe demais, usando-a como uma forma de racionalizar padrões autodestrutivos de uso de drogas e para cegar a si mesmas para o lado sombrio de várias substâncias. Nos casos mais extremos, pessoas “espirituais” acabam “realizando cerimônias de cannabis” durante todo o seu período acordado; usando drogas psicodélicas com muita frequência ou em contextos inapropriados; e negando completamente que estas substâncias têm qualquer efeito negativo. Agora, a HighExistence tende a ser pró-psicodélicos, mas deixe-me ser direto com você: drogas psicodélicas, incluindo cannabis, definitivamente possuem um lado sombrio. Se você é irresponsável ou simplesmente sem sorte, drogas psicodélicas mais fortes como LSD ou cogumelos de psilocibina podem ocasionar experiências traumáticas com ramificações negativas de longo prazo. E cannabis, uma droga psicodélica leve, é uma formadora de hábitos de uso de drogas sedutora, que sutilmente deixará sua mente nebulosa e corroerá sua motivação, caso consuma muito ou com muita frequência. Respeite as substâncias e use-as com sabedoria. 6. Enfatizar demais a “positividade” para evitar olhar para os problemas em suas vidas e no mundo. “Apenas seja positivo!” é frequentemente empregado como um mecanismo de desvio pelas pessoas “espirituais”, que preferem não fazer o trabalho difícil de confrontar seus problemas internos, feridas e bagagem, sem falar dos problemas do mundo. O movimento de “positividade” explodiu na cultura ocidental nos últimos anos. A Internet está transbordando de memes e artigos aparentemente infinitos, repetindo as mesmas mensagens vazias: “Pense coisas positivas!” “Apenas seja positivo!” “Não se concentre no negativo!” Embora certamente haja valor em cultivar a gratidão pelas várias maravilhas da experiência humana, esse movimento parece negligenciar algo crítico: os aspectos mais obscuros da vida não desaparecem simplesmente porque são ignorados. Na verdade, muitos problemas em nossas vidas particulares e na escala global parecem apenas piorar ou ficar ainda mais complexos quando são ignorados. Da mesma forma que pareceria absurdo dizer a um viciado em heroína a frase “apenas pense positivo!” como uma solução para o seu problema, é absurdo acreditar que pensamento positivo oferece algum tipo de solução para grandes problemas globais como mudança climática, pobreza, agricultura industrial e riscos existenciais. Isso não quer dizer que devemos carregar os problemas do mundo em nossos ombros e nos sentir mal sobre eles o tempo todo. É saudável reconhecer e se sentir otimista sobre o fato de que de várias maneiras importantes, o mundo está melhorando. Porém, precisamos equilibrar esse otimismo com a disposição de confrontar problemas reais em nossas vidas particulares, nossas comunidades, nosso mundo. 7. Reprimir emoções desagradáveis que não se encaixam na narrativa “espiritual”. “Sem chance, é impossível que eu fique deprimido, ou solitário, ou com medo, ou ansioso. Eu amo a vida demais e sou muito [Zen / sábio / iluminado] para permitir que isso aconteça.” Leia: 10 coisas que os profissionais felizes fazem antes das 10h Eu me deparei com esse problema quando me mudei para a Coreia do Sul para ser um professor de inglês durante um ano. Eu pensei que tinha cultivado uma tranquilidade imperturbável, uma capacidade de Lao Tzu para apenas “seguir o fluxo” e flutuar, como uma boia, em cima das idas e vindas das ondas do destino. Então eu vivenciei choque cultural, solidão arrebatadora e uma aguda saudade de casa, e tive que admitir para mim mesmo que, no final das contas, eu não era um tipo de Mestre Zen. Ou ainda, eu tive que perceber que a capacidade de “seguir o fluxo” e aceitar que o que está acontecendo é eternamente valiosa, mas que às vezes isso significará aceitar que você se sente como uma pilha de m*******. É fácil iludir-se e acreditar que a espiritualidade irá fazê-lo se sentir nas nuvens, mas na prática, não é assim que funciona. A vida ainda é cheia de sofrimentos e, para realmente crescer e aprender com nossas experiências, precisamos ser honestos com nós mesmos sobre o que estamos sentindo e deixar que isso aconteça totalmente. No meu caso, meu desejo de ser sempre “Zen”, de “seguir o fluxo” e de projetar uma imagem de paz interior para mim e para outros me impediu de ver a verdade sobre várias situações/experiências e de assumir a responsabilidade para lidar com elas. 8. Sentir profunda aversão e auto-aversão quando confrontado com seu lado sombrio. Eu percebi isso em mim muito rápido, após aprender sobre escape espiritual. Eu vi que minha imagem narcisista de mim mesmo como uma pessoa sábia, que alcançou realizações “mais altas”, estava causando uma quantidade ridícula de dissonância cognitiva. Eu me julguei com sabedoria e senti uma colossal e esmagadora culpa por decisões menos do que virtuosas. Quando você se interessa pela espiritualidade, é fácil idolatrar pessoas como Buda ou Dalai Lama e acreditar que essas pessoas são seres humanos perfeitos que sempre agem com total consciência e compaixão. Na verdade, isso certamente não é o caso. Mesmo que seja verdade que alguns humanos atingem um nível de percepção em que fazem a “ação correta” em todas as circunstâncias, precisamos reconhecer que tal coisa é reservada para poucos. Pessoalmente, eu suspeito que isso não existe. Na verdade, todos somos humanos falhos e todos vamos cometer erros. O jogo está contra nós. É praticamente impossível viver até mesmo algumas semanas de vida humana adulta sem cometer alguns erros, muito menos os menores. Ao longo dos anos, haverá grandes erros. Acontece com todos nós, e não tem problema. Perdoe-se. Tudo o que você pode fazer é aprender com seus erros e se esforçar para fazer melhor no futuro. Paradoxalmente, a lição aparentemente espiritual de auto-perdão pode ser especialmente difícil de internalizar para pessoas interessadas em espiritualidade. Os ensinamentos espirituais podem deixar uma pessoa com ideais estratosfericamente altos, que resultam em uma culpa imensa e uma aversão a si mesmo quando não é capaz de corresponder a eles. Esta é uma das principais razões pelas quais é tão comum que as pessoas espirituais desviem a responsabilidade – porque ser honesto sobre suas falhas seria muito doloroso. Ironicamente, devemos ser honestos com nós mesmos com relação aos nossos erros, a fim de aprender com eles, crescer e nos tornamos versões mais autoconscientes e compassivas de nós mesmos. Lembre-se: Você é somente um ser humano. Tudo bem cometer erros. Sério, está tudo bem. Mas admita para si mesmo quando cometer um erro e aprenda com ele. 9. Encontrar-se em situações ruins devido à excessiva tolerância e uma recusa a distinguir pessoas. Este sou eu, 100%. Durante muito tempo, levei muito a sério a ideia de que todo ser humano merece compaixão e bondade. Eu não discordo dessa ideia hoje em dia, mas percebi que existem inúmeras situações em que outras considerações devem temporariamente anular meu desejo de tratar todos os outros seres humanos com compaixão. Em vários países, eu me encontrei em situações de risco de morte porque confiava demais nas pessoas, eu não sabia ou era gentil com pessoas que eu deveria ter reconhecido suas características obscuras. Por sorte, eu nunca me machuquei nessas situações, mas eu já fui roubado e enganado várias vezes. Em todos os casos, eu queria acreditar que as pessoas com quem eu estava interagindo eram “boas” pessoas de coração e me tratariam bem se eu assim o fizesse. Essa linha de pensamento era terrivelmente ingênua, e eu ainda estou tentando me recondicionar para entender que em certos contextos, ser bonzinho não é a resposta. O fato triste é que, embora você possa estar isolado disso, a luta pela sobrevivência ainda é muito real para um grande número de pessoas neste planeta. Muitas pessoas cresceram na pobreza, cercadas por crime, e aprenderam que a única maneira de sobreviver é se aproveitando da fraqueza. A maioria das pessoas em todo o mundo parece não ter essa mentalidade, mas se você se encontra em uma cidade ou país em que a pobreza é bastante presente, você deve tomar certas precauções, coisas básicas, como: Não ande em nenhum lugar sozinho após escurecer; Tente ficar longe de áreas abandonadas; Não pare para interagir com pessoas que tentam vender coisas para você; Faça distinções entre pessoas; deixe-se saber que não há problema em confiar no mecanismo de correspondência de padrões altamente evoluído do seu cérebro, quando ele diz que alguém parece drogado, perturbado, desesperado ou perigoso. 10. Querer tanto que várias práticas “espirituais” estejam corretas ao ponto de ignorar completamente a ciência. Há uma linha bastante anti-científica em uma grande parte da comunidade espiritual, e eu acho isso uma vergonha. Me parece que muitas pessoas espirituais se tornam hostis em relação à ciência, porque certas crenças e práticas que consideram valiosas são consideradas não comprovadas ou pseudocientíficas dentro da comunidade científica. Se uma crença ou prática não é comprovada ou considerada pseudocientífica, isso significa apenas que ainda não conseguimos confirmar sua validade através de experimentos repetitivos em um laboratório. Não significa que não é verdade ou que não é valioso. O método científico é uma das melhores ferramentas que temos para entender a mecânica do universo observável; nos permitiu descobrir a verdade profunda da evolução biológica, observar os confins do espaço, prolongar a nossa vida por décadas e caminhar na lua, entre outras coisas. Descartá-lo totalmente é perder uma das nossas lentes mais poderosas para entender a realidade. Como Carl Sagan memoravelmente colocou: "A ciência não é apenas compatível com a espiritualidade; é uma fonte profunda de espiritualidade. Quando reconhecemos nosso lugar em uma imensidade de anos-luz e na passagem dos tempos, quando percebemos a complexidade, a beleza e a sutileza da vida, então esse sentimento crescente, essa sensação de exaltação e humildade combinada, é certamente espiritual." “Assim como nossas emoções na presença de uma grande arte, música ou literatura, ou de atos exemplares de coragem altruísta, como os de Mohandas Gandhi ou Martin Luther King Jr.” “A noção de que a ciência e a espiritualidade são, de algum modo, mutuamente exclusivas, é um desserviço para ambas.” Bônus: Deixar de lado o sucesso material por causa da crença de que dinheiro e capitalismo são malvados. Muitas pessoas “espirituais” sabotam suas próprias capacidades de serem bem-sucedidas materialmente. Isso porque elas parecem ser alérgicas à riqueza, associando dinheiro com ganância, impureza e malevolência generalizada. O capitalismo é visto como uma engrenagem de desigualdade e corrupção que deve ser desmantelada. Eu costumava ter uma versão desta visão, então eu percebi o quanto ela é sedutora. Se você é atraído pela espiritualidade, é natural desprezar o “materialismo”. Porém, na verdade, esta narrativa é muito simplista. A verdade sobre o capitalismo é complexa. Sim, o capitalismo tem algumas desvantagens muito reais, mas, em muitos aspectos, o capitalismo tem sido uma força tremenda para o bem, estimulando a inovação maciça e tirando bilhões de pessoas da pobreza globalmente. Em 1820, 94% das pessoas na Terra viviam na extrema pobreza. Em 2015, este número caiu para meros 9,6%, muito graças ao crescimento econômico catalisado pelo capitalismo. Além disso, deixe-me ser direto com você novamente: não há nada de errado ao querer ganhar dinheiro. O dinheiro é uma ferramenta incrível. Bilionários como Elon Musk e Bill Gates, que estão usando suas riquezas para ajudar o mundo de importantes maneiras, provam que o dinheiro pode ser usado para o bem ou para o mal. Considere também os 139 bilionários e centenas de milionários que se comprometeram a doar um total de 732 bilhões de dólares para causas de caridade em suas vidas. Na verdade, precisamos de pessoas mais compassivas para obter riqueza substancial, para que possam usá-la de forma eficaz e altruísta para melhorar o mundo. Para esclarecer, eu sou a favor de regular/aperfeiçoar o capitalismo para fazê-lo funcionar para todos do planeta. Por exemplo, eu acho que precisam haver regulações para proteger o meio ambiente, para prevenir abusos como grupos de interesse e captura regulatória. Principalmente, sou a favor de um sistema econômico que incentive a inovação e o empreendedorismo, ao mesmo tempo que seja sustentável e atenda às necessidades básicas de todos. Não tenho a certeza da melhor maneira de atingir esses objetivos elevados, mas nossas formas atuais de capitalismo estão fazendo um trabalho melhor do que muitas pessoas parecem pensar, dada a imensidão do desafio. Eu sou totalmente a favor de um trabalho metódico e baseado em dados para aperfeiçoar e melhorar nossos sistemas econômicos, mas vamos ter certeza de perceber e reconhecer todas as coisas que o capitalismo realmente faz antes de descartá-lo. Todos estamos aprendendo… Eu acho que, para que os vários movimentos espirituais globais interligados sejam maximamente impactantes e úteis, eles precisam abordar seus aspectos inconscientes. Neste ensaio, tentei iluminar alguns dos pontos cegos que parecem prevalecer na comunidade espiritual. Como eu disse, a maioria dos itens que discuti serviram para mim em um ponto ou outro. É decididamente fácil cair em algumas das armadilhas da espiritualidade e abrigar várias crenças e comportamentos limitantes, ao mesmo tempo em que se sente como se alcançasse um nível “mais alto” de ser. A lição aqui é que o crescimento e o aprendizado são processos intermináveis. Se você acha que não tem mais nada para aprender, provavelmente está se sabotando de várias maneiras. Pode ser profundamente difícil admitir que por um longo tempo a pessoa estava errada ou mal orientada, mas a alternativa é muito pior. A alternativa é uma espécie de morte espiritual e intelectual – um estado de estagnação perpétua em que a pessoa se ilude sem parar, pensando que tem todas as respostas, que alcançou a Forma Final. Em um mundo que muda rapidamente, a aprendizagem contínua é de suma importância. No máximo, a espiritualidade é uma força que pode ajudar a humanidade a perceber nossa identidade comum como seres conscientes, ganhar consciência ecológica, sentir-se conectado ao nosso cosmos e abordar as questões mais prementes do nosso tempo com compaixão, engenhosidade, equanimidade e o que Einstein chamou uma “santa curiosidade”. No máximo, a espiritualidade é uma força que nos impulsiona a um futuro mais harmonioso, cooperativo e sustentável. Um brinde ao refinamento da nossa espiritualidade coletiva e co-criação de um mundo mais bonito. Fonte: https://awebic.com/espirito/praticas-espirituais/
  14. 1 point
    Olá, boa noite ! Estava lendo um artigo de revista de Filosofia , e achei interessante digitalizar e postar aqui para debates. Vou pensar em algumas indagações... eis o texto em baixo: Assunto: Individualista, Eu ? [Pensadores destacam o lado positivo desse comportamento?] De individualista, ninguém gosta ser chamado. É quase uma ofensa. O termo ganhou significado pejorativo ao ser relacionado com egoísta , de quem só pensa em si. Mas essa livre associação não é de todo correta. Alguns pensadores até valorizam o individualismo , em seu lado positivo , é claro. E sim, ele tem um lado bom: o de consolidar os direitos subjetivos, como a liberdade individual , por exemplo. O problema está no extremo, a pessoa individualista pode desenvolver um descaso pelo coletivo e tornar-se auto-referente. O individualismo é produto do nosso tempo , assim como o coletivismo predominou em outras épocas. Hoje, somos culturalmente condicionados a agir dessa forma. E, se não há escolha, é bom entender melhor o que é isso. A ideia mais comum que se tem sobre o individualista é a de alguém que só pensa em si mesmo, não se importa com os outros e nem com o mundo. Seriam pessoas com dificuldade de relacionamento e isoladas da sociedade. “ Essa é uma noção meio moral sobre o que é individualismo. Mas, antes de pensar dessa forma, precisamos entender as raízes do seu comportamento” , explica Dulce Critelli, professora titular da pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e terapeuta existencial. Do ponto de vista filosófico, a noção de individualismo está radicada lá em Aristóteles. Para ele, todas as coisas são indivíduos em si, ou seja, são o que são, independentemente do meio em que se encontram. Sendo assim, um vaso é sempre um vaso por si mesmo, explica Dulce. A noção que vingou entre nós foi a aristotélica. “ Nós desconstruímos tudo: a medicina, a educação, a política, a convivência social. Tudo o que fazemos é com a crença de que o que existe é de forma individual e por si só. Essa é nossa concepção de base”, explica Dulce. Mas os gregos antigos não entendiam o mundo dessa maneira. Para eles, a vida cotidiana se dava de forma isolada. Na origem de nossa civilização ocidental, a experiência era conjunta , de uma vida com os outros. O que cada um dizia , o testemunho do outro sobre nossas ações, isso era o importante. É na Idade Média que essa condição começa a se modificar, lembra Dulce. E o que muda ? A preocupação do grego era com o bem comum e o ideal máximo era a conquista da imortalidade. Eles percebiam que a natureza era cíclica , tudo morria e nascia de novo. Já o homem , apesar do nascimento e da morte , não se repetia como a natureza. Cada um era exclusivo. A única forma de se imortalizar era deixar na memória das gerações futuras. Assim surge o ideal dos heróis gregos, que lutam e dominam outros povos não para saquear e subjugar, mas para mostrar que são bons guerreiros. Esse ideal grego de glória , sempre perseguido , garantia uma lembrança futura , seja por ações em batalhas ou por discursos. 'E o que essa história toda tem a ver com o comportamento individualista da época contemporânea ? ' - pode-se perguntar. É que o ponto de partida para uma concepção mais individualista da vida é exatamente o desaparecimento desse ideal dos heróis gregos. Se antes se perseguia a imortalidade , na Idade Média essa busca vai dar lugar ao desejo de eternidade. Quem passa a ser imortal e eterna é a alma e não mais a memória de alguns homens , lembrados por várias gerações por seus feitos. E o caminho para que a alma se torne eterna quem conhece são os padres, eles têm o poder de salvar a alma humana. O homem deixa de procurar a glória ou o bem comum e começa a cuidar de seus próprios negócios , de sua vida particular. A vida em comum é deixada aos cuidados dos reis e dos padres. “ A alma passa a ser uma questão da igreja e a vida pública , uma questão do governo. Com isso, há um afastamento dos homens”, explica Dulce. Ela explica que nossa noção de indivíduo é politicamente conveniente, porque para os governos é mais fácil que cada um cuide de si e não participe da vida comum . Como foi conveniente na Idade Média esse afastamento da vida pública para os reis e a igreja. “ É importante provocar essa reflexão ou a discussão fica muito superficial. Parece que as pessoas teriam, sozinhas, a escolha de ser ou não individualistas, quando é a cultura e a própria estrutura de vida que provoca isso nelas”, afirma Dulce. Foram vários os fatores históricos, além da morte do ideal de um herói grego, que colaboraram para o surgimento do individualismo. Já vimos como a igreja , ao introduzir a crença na salvação da alma, afastou os homens da vida pública. Mas a interferência religiosa não pára por aí. A Reforma Protestante foi uma forma de valorização do indivíduo , explica Cesar Augusto Ramos, professor de Ética e Filosofia Política da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR). Com a Reforma , a religiosidade passou a ser um fenômeno do coração e da consciência , o crente conquistou o direito de sozinho falar com Deus e de ler a Bíblia em seu próprio idioma, fiz Ramos. Mas nem todo o pensamento individualista foi desenvolvido a partir de interferências religiosas. Fatores econômicos também contribuíram. Com o surgimento da manufatura e, logo depois, da indústria e do capitalismo, o homem passou a ser ele próprio uma força de produção. O trabalho assume a forma de uma atividade individualizada , explica Ramos. Outro elemento econômico e jurídico é o fato de o indivíduo tornar-se capaz de contratar e de ser contratado. A força de trabalho de cada um começa a poder ser vendida no mercado. “ Antes , as pessoas, junto com os instrumentos de produção , estavam vinculadas à terra e aos costumes. As relações de trabalho eram comunitárias. Com essa mudança, os indivíduos se isolaram um dos outros”, diz Ramos. Um aspecto que ajudou nessa transformação foi a constituição dos direitos subjetivos ; entre os mais importantes deles está a liberdade individual. Cada indivíduo passou a ser visto como um sujeito dotado de capacidade para agir e para pensar por si próprio. Antes disso, a liberdade era objetiva , explica Ramos. “ Para os antigos, era livre quem não era escravo. A liberdade era um status social, não se conhecia a ideia de um direito subjetivo” , diz o professor. Esses e outros fatores levaram à constituição de um novo paradigma de comportamento : o individualismo. Com uma fase positiva e outra negativa, o individualismo é contraditório. Se por um lado é uma conquista da sociedade , na medida em que se conhecem determinadas qualidades importantes para o desenvolvimento do ser humano e da humanidade – como a dignidade da pessoa , a autonomia dos indivíduos, a privacidade, a subjetividade e os direitos individuais, sobretudo a liberdade individual – por outro lado traz determinados riscos. E o risco maior é a exacerbação do individualismo. Quando essa atitude é superdimensionada, o indivíduo passa a sofrer uma certa patologia. Na tentativa de valorizar sua autonomia e seus direitos, ele se isola e se torna auto-referente, explica Ramos. Assume atitudes egoístas de rompimento com os laços comunitários, o que leva a dois fenômenos descritos por alguns autores, como R. Sennet e Lipovetsky: a morte do espaço público e, junto com essa morte, a cultura do eu. Para esses autores, o indivíduo contemporâneo e pós-moderno , em vez de valorizar a dimensão filosófica que dá a individualidade o caráter de traço essencial do ser humano, acabou valorizando a dimensão psicológica e intimista desta. Com isso, chegou-se a uma era a que se pode chamar de consumo da consciência , com práticas de alcance espetacular de mercado, como a autoajuda, o esoterismo, o culto do corpo e a religiosidade como fuga da vida pública, explica Ramos. “Paulo Coelho é um fenômeno que explica isso. A autoajuda é uma busca de forças pessoais , uma forma de realização ligada ao indivíduo. São características da exacerbação ligada ao individualismo e da autorreferência”, diz Ramos. O homem passa a buscar em si mesmo tudo o que é necessário para torná-lo feliz, sem precisar da ajuda do outro. “ Há progresso e desenvolvimento das capacidades do ser humano, mas alienação”, afirma o professor. Qual seria a solução para esse mal ? Voltar à forma de vida em que há predomínio do coletivo ? Para Ramos , é complicado defender esse retorno. As condições sociais, econômicas e filosóficas tornaram difícil retornar a integração do sujeito à totalidade. “ Por outro lado, observamos, a despeito da cultura do do individualismo, formas cada vez mais intensas de recuperação de laços comunitários”, afirma o professor. Ele dá como exemplo a internet. Ao mesmo tempo que é isolada e autorreferente (continua o usuário a um espaço solitário, compartilhando apenas com o computador), a internet conecta um ao outro. É uma inovação tecnológica que permite ao homem se defrontar com essas duas tendências fortes do ser humano: o coletivismo e o individualismo. O ideal, segundo Ramos, não é abandonar o individualismo e retornar ao coletivismo , mas , sim, conciliar esses dois comportamentos. “No extremo, os dois são negativos. O holismo [coletivismo] exacerbado pode propor a existência de um partido único ou de um guia único que salva a todos. Já o individualismo não se preocupa com a política, não se interessa em fazer eleição ou não se envolve com a direção do governo”, explica Ramos. Essa tensão, entre comunitarismo e individualismo, existe nos dias atuais e pode ser notada nos conflitos entre o público e o privado, entre os direitos individuais e os direitos coletivos. Um exemplo é a crise do meio ambiente e todas as manifestações que tentam reverter essa situação. “ A degradação do meio ambiente vem da ideia básica e individualista do direito de consumo : 'eu compro um carro porque o dinheiro é meu e pago imposto'. Não se pensa nos prejuízos para gerações futuras”, diz Ramos. É uma questão que envolve o ecossistema, a totalidade, e precisa ser resolvida por uma mentalidade que abandone o sujeito como centro. A professora Yolanda Gloria Gambua Muñoz, do curso de Filosofia da Universidade São Judas Tadeu, vai contra essa corrente que divide os comportamentos em individualistas ou coletivistas. Para ela, o individualismo não é uma questão que pode ser deslocada do todo integrado. “ O individualismo está ligado ao coletivo sempre. Os dois ocorrem ao mesmo tempo”, explica. E vai além. Gloria segue uma corrente de pensadores que valorizam o individualismo. “Mas sem pensar em indivíduos isolados”, diz. O valor negativo estaria na palavra sujeito, que carrega a sujeição a modelos dados. A professora defende uma nova forma de subjetividade , que procura seguir não os padrões estabelecidos pela massa, mas um outro modelo, o “não-dado”. É uma sujeição a si próprio e não ao outro”, explica Gloria. Contra esse nivelamento imposto ao sujeito, o filósofo dinamarquês Soren Kierkegaard foi um dos primeiros a levantar críticas. Para Kierkegaard , a finalidade do homem deve ser tornar-se um indivíduo, ou seja, um ser de relações consigo mesmo , com os outros e com Deus, explica Silvia Saviano Sampaio, professora de Filosofia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) . O indivíduo é o oposto do homem da massa e do homem hermético, isolado dos outros homens. Silvia explica que, para Kierkegaard, “o importante é que o homem deixe de viver por hábito e encontre uma verdade pela qual queira viver e morrer. A violência e a brutalidade são consequências da ausência de interioridade. Pois, sem interioridade não se possui nada, nem individualmente, nem em comum”. Buscar algo que interesse só a si próprio é um traço de individualismo que pode parecer egoísta. Mas Gloria não encara isso como negativo. Ela vê no individualismo de algumas ações meios para promover o benefício do todo. “Mesmo que a princípio não fosse esse o objetivo”, diz a professora. Para explicar esse raciocício , ela recorre a Nietzsche. O filósofo desmistifica a ideia de que se deve trabalhar por grandes ideais coletivos, ou para se ficar na história. Para ele, o trabalho deve ser feito é bom e gosta de praticá-lo, explica Gloria. E uma ação que em tese é restrita aos interesses de uma pessoa em particular pode vir a se tornar útil a todos. “ Um estudo científico pode ser muito específico e, em teoria, só interessar a uma pessoa, que gosta da área. Mas ele pode acabar proporcionando descobertas que beneficiem outros seres. Ser egoísta , neste sentido, não é algo negativo”, afirma Gloria. Outro exemplo dado é o de um colecionador particular de arte. Seria egoísmo puro e negativo se a coleção permanecesse restrita àquela pessoa. As ações e motivações podem ser individualistas , mas é preciso extrapolar para o coletivo em algum momento, explica Gloria. Os pensadores que defendem esse raciocínio não trabalham com divisões dicotômicas – como o Bem e o Mal, o individual e o coletivo. “Tudo faz parte de um mesmo novelo, está interligado”, diz a professora. E, como está entrelaçada, às vezes uma ação individual serve ao coletivo , não por objetivo, mas por consequência “, explica Gloria. Para a professora, os homens alteram os momentos mais individualistas ou mais coletivistas. “ Em certas épocas , uma pessoa pode ser totalmente individualista. Talvez esteja muito mal. Mas depois que se recupera , passa a ajudar. Não se deve rejeitar o egoísta porque ele pode estar passando por um estágio transitório. As forças costumam se voltar contra si próprio em certos momentos ; o condenável é ficar nisso para sempre. Essas forças devem extrapolar e ir para o coletivo”, diz Gloria. O individualismo é condenável no sentido de acumular coisas e nunca pensar no próximo. Mas, se o coletivo permeia todas as relações, de onde vem a crítica ao individualismo de nosso tempo ? O abandono que se nota não é das relações coletivistas , mas do espaço coletivo. “ As pessoas, hoje em dia, ficam mais isoladas em casa , não existe mais a força da praça pública. E a saudade que se tem é disso, destes espaços onde ocorriam os atos públicos”, diz Gloria. Os espaços públicos, por outro lado, começam a ser criados de maneira diferente. Não existem mais a praça, mas surgiram os sites na internet, onde as pessoas se vigiam. “ Ainda não morreram os espaços coletivos , deixando as pessoas isoladas”, explica Gloria. Mas, de fato, eles perderam força. Hoje em dia, cada um cuida da limpeza da própria casa, mas deixa a praça pública de lado , por exemplo. “ É um pensamento de que o espaço coletivo não é dele e pronto. Essas críticas ao individualismo, em certo nível, são pertinentes”, afirma Gloria.
  15. 1 point
    Se para evoluir espiritualmente você precisa se isolar, qual o sentido de reencarnar nesse mundo? O proprio buda chegou a conclusão de que precisava sair do isolamento e devia transmitir seus conhecimentos ao maior numero possível de pessoas, optando pelo caminho do meio. Pois fazendo isso ele se beneficiava e beneficiava outros ao seu redor. Assim, o autoaperfeiçoamento e o altruísmo não andariam separados.
  16. 1 point
    Isso tudo são so sintomas iniciais da movimentaçaõ energética chegando perto de um clímax, mas me geral não dá tremores nos olhos, deve ser alguma particlaridade sua, que talvez outros também possuem, claro, mas não é o que deveria acontecer numa situação ideal. Tem que ver em que contexto ELE fala. Eu falo em "abrir a visão", porque não é algo feito com os olhos, já que não temos, na verdade pálpebras astrais, isso é processos d auto-ilusão pra imitar o corpo físico. Tanto é que você pode estar deitado de bruços, cm a cara enfiada na travesseiro, e de repente sua visão abre e você vê tudo no quarto,às vezes como se fosse dia e estivesse deitado olhando para a direção que você enxerga. Só que não se trata de corpo físico deitado de bruços e corpo astral de barriga para cima, porque após a visão, se você decide se separar do corpo, tem que mover-se da posiçao em que está, DE FATO, deitado. A sensação é como se num momento você estivesse deitado no escuro completo, de olhso aberto, sem ver nada, , e no momento seguinte alguém tivesse acendido a luz e você está vendo tudo. Portanto essa visão que abre é uma percepção visual da aura como um todo, não de "olhos". É como um radar, um campo energético que percebe tudo ao redor, e sua mente traduz como visão, mas não tem olhos envolvidos nisso, tanto que em certas situações pode haver inversão de direita-esquerda ou mesmo visão de 360 graus. Portanto esqueça a palavra "olhos", quando o assunto for projeção, ou vai e acabar abrindo os olhos do corpo físico e interrompendo a projeção,como já relatei aqui: http://viagemastral.com/forum/index.php?/topic/17090-enxergar-com-apenas-um-olho-autor-rodrigoyeowtch/ Olha, eu diria que isos não acontece. Se você se sente flutuando, mas não vê nada e acha que tem que abrir os olhos, é porque você está detectando seu deslocamento astral, mas etá de fato com a consicência ainda muiot atrelada ao físico, ou você já estaria vendo tudo no momento que começou a flutuar. Nesse estado, se tentar "abrir os olhos", vai abrir os ohos do físic e perder contato com o corpo astral, ou seja, vai perder a experiência". Se você sentir que seu corpo flutua/escorrega,/gira.. não tente ver nada ainda, tente focar dessas sensações corporais e trabalhar com elas. Por exemplo, se sente que está flutuando foque toda sua atenção na sensação de flutuação, em sentir ESSES braços, ESSAS pernas flutuantes e movê-las de acordo com sua vontade. O que você está tentando fazer nesse caso é focar toda sua atenção, seu senso de "eu estou aqui", no corpo flutuante, para qeu, ao tentar abrir a visão log a seguir, não vá abrir os olhos do corpo físco. Então tente verticalizar e pousar no chão. Somente após você ter sido capaz de controlar e mover esse corpo, é que voce deve tentar ver. não tente abrir os olhos, TENTE VER ATRAVES DA ESCURIDÃO, PRESTANDO ATENÇÃO NELA. Vai ver surgir uma manchinha mais clara no centro, que log se expande, parece que dá para ver vultos desfocados, e então a visão abre toda. Sua visão abre pelo FOCO DA ATENÇÃO NO SENTIDO DA VISÃO, não porque querer "abrir os olhos" ok? Falei sobre isso aqui também: http://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/19550-despendrimento/&do=findComment&comment=91130