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Showing content with the highest reputation since 07/23/2019 in all areas

  1. 5 points
    Boa noite projetores, há exato 14 meses conheci o GVA e consegui minha primeira projeção lúcida. Desde então fiz técnicas. Tive recesso projetivos. Parei de tentar fazer amparos. Enfim minha luta era conseguir um desdobramento era para encontrar meu falecido esposo. E encontrei! Infelizmente nem tudo são flores na espiritualidade. Ele por ter desencarnado em Maio/2018 foi pro lado de lá como a maioria. Sem conhecimento de que há vida após a morte. Porém ele ficou muito apegado a mim e sua família. Não consigo acessá-lo de forma de esclarecimento. Apenas o vejo com pouca lucidez. Ele interfere meu campo mental , quando sinto tristeza ou Saudades. Por lá ser somente emoção ainda não conseguiu se equilibrar e tenta atrapalhar minha vida afetiva. Graças a Deus fui esclarecida nesta semana. E enfim consegui compreender muitas coisas. Voltei determinada a dividir as minhas experiências com vocês. E trocarmos ideias a respeito da espiritualidade. Focarei em ter muitos desdobramentos lúcidos. Porque no final de tudo o que vale é o que fazemos para o nosso semelhante. E quanto mais auxílio e amparo fizermos, mais elevaremos o nosso espírito. Paz e luz a todos!
  2. 5 points
    Acho que as pessoas confundem as coisas nesse assunto e isso é que piora o problema. O karma é agendado antes de você nascer, então qualquer coisa que esteja passando agora, é apenas um fluxo iniciado lá atras. Sendo uma Lei, tal como as leis da natureza, é como uma questão climática: Depois de começar a chover, só te resta esperar terminar de chover, que é quando aquela força se esgota. Quando as pessoa reclama da "atitude passiva de só aceitar", elas fazem parecer que você tem a escolha de não aceitar. Não tem, da mesma forma como não pode fazer parar de chover. E aí? Quem compreende melhor a questão? Quem se revolta contra a chuva ou quem a aceita como fenômeno e, tendo aceitado isso, desenvolve estratégias para ter menos desconforto? É óbvio que a aceitação do que não se tem como mudar é a melhor atitude! Mas nada impede a pessoa de procurar fazer uma limonada do limão que lhe foi dado. O que é condenável é a atitude de: Decidir, sem na verdade SABER, que seus problemas são fruto de carma e esquivar-se de agir para melhorar a situação Você concluirá que sua condição é cármica DEPOIS que tentou de tudo para mudar aquilo e não conseguiu. Mas tentou!!! Não se adere ao carma voluntariamente, o carma é algo que "já te pegou de jeito". Então se você tentar sair dele, nada funcionará, seguirá preso. Mas ninguém disse que não deva tentar. Até porque, a grande lição do carma é te induzir a mudar. Uma vez que você tenha mudado, o carma te solta porque a lição foi aprendida. Mas como você vai saber se já está pronto, se nem sequer tenta sair da situação, porque acredita que aquilo é seu carma e tem que roer aquele osso até morrer? Quando perceber, a situação já cumpriu sua função, você está livre, mas não sai da situação porque cismou que é carma! O carma manterá seus caminhos fechados enquanto ele durar, mas você seguirá se esforçando para sair. Quando o karma permitir, uma porta de oportunidade se abrirá, e aí você pode aproveitar CASO tenha aproveitado esse tempo adquirindo condições para aproveitá-la. Mas se você só aceitou aquilo como carma, nunca fez nada para estar pronto para quando o carma acabasse, quando a porta se abrir, você não sairá, porque não adquiriu os meios para viver fora daquela prisão. A partir disso seguirá sofrendo por burrice, não por karma. Um exemplo que é bem fácil para entendermos: - é seu carma nascer filho de um antigo adversário. Numa situaçao dessas você será mal tratado, não se sentirá amado pelo pai, pode até sofrer maus tratos, abuso sexual etc. O que você pode fazer se tem lá só 5, 9 12 anos? Nada. Mas agora você tem 30, parou de estudar no ensino médio, não tem profissão, e continua morando com seus pais, e segue sendo maltratado... Bom, aí não é carma, é burrice sua mesmo, porque se a infância foi ruim, era para ter se focado em adquirir condições de sair da casa dos pais tão logo fosse possível sem entrar numa situação pior (tipo fugir de casa e ir morar na rua né?). Com 30 anos, morando com a família ainda ( no caso de ser uma família que tem conflitos) não pode querer culpar o carma não. Se fosse carma, você seria talvez deficiente mental ou físico, o que te impediria de sair da casa dos pais por precisar de atenção especial. Ou uma esposa que apanha do marido, vai dizer que continua com ele porque é carma? Não. Ser agredida pode ser carma, continuar na situaçao não necessariamente é por causa do carma. Talvez essa mulher não tem estudo nem trabalho, tem 3 filhos pequenos, um amamentando ainda... é um tipo de situação...Outra situação bem diferente é um casal sem filhos, as duas pessoas com sua profissão, cada um com seu emprego. Aí a pessoa continua no relacionamento abusivo e vai botar a culpa no carma???? Nada, absolutamente nada prende a pessoa numa situação dessas exceto sua incapacidade emocional de encarar a solução para o problema. Isso não é carma, isso GERA carma, porque não sendo capaz de agir no momento certo, e da forma correta, as coisas vão piorar e aí sim serão criados laços cármicos que no futuro ela pode não ter liberdade de sair (exemplo: não abandona o relacionamento ate que um dia, numa agressão mais intensa, pega uma arma, mata o agressor, pega uns anos de cadeia, ganha um obsessor, e na próxima vida pode nascer filha dele ainda, porque agora tem o carma do assassinato para DE FATO prender a pessoa naquele relacionamento) Me parece que é importante destacar r essa diferença: O carma, por sei lei natural, não te deixa saída. Não depende da sua boa vontade em aceitar colaborar com ele ou não, você não tem outra opção, não tem escape. Mas se tem como sair daquela situação, então não se trata de carma. Agora.. isso seria um critério geral, dentro de um certo bom senso né? Por exemplo: - você nasce com uma certa doença congênita (que é fruto de carma) e um dia resolve fazer um transplante e se livrar dessa doença. É "lícito"? Olha, há quem pense assim: cada um nasce com o corpo que lhe destinou o carma. Transplantes são uma tentativa de burlar isso, porque você pega um pedaço do corpo de outra pessoa, que tem outro carma vinculado a ela, e bota no seu. Isso seria anti--natural e acarretará mais carma ainda. Outros dirão que já que você nasceu numa época de numa cultura que tem domínio tecnológico para fazer transplantes, então é porque o carma permite e deve fazer tudo ao seu alcance para melhorar sua condição. Cada um tem que decidir por si o que é mais correto num caso assim, me parece. - o cara era imaturo, casou cedo, agora tem cinco filhos pequenos e acha que aquilo o impede de viver a vida que quis. Então resolve largar a esposa, fugir de casa só com uma mochila, viver sua grande aventura de viajar pela america latina de moto, um novo amor em cada cidade, sem "apegos"... Ahh, e claro, a esposa que cuide dos filhos né? "Se o carma não me prendeu, então está tudo bem". Opa! Talvez não houvesse carma prendendo, mas havia responsabilidade sobre as escolhas feitas. Fugir de certas responsabilidades pode acarretar carma lá na próxima vida. Essas coisas precisam sim ser analisadas com calma, de acordo com o nível de consciência de cada indivíduo. E não tem milagre: pessoas com nível de consciência primitivo farão escolhas erradas, e por isso tem que passar pelo carma depois, para aprenderem. Não há escolhas se consequências, e é isso que nos gera aprendizado. Tentar fugir das consequências trará como resultado um cair num situação de aprendizado que te será impossível fugir. Por isso é melhor usar o bom senso, para não criar para si mesmo caminhos fechados no futuro. E as vezes o desconforto com toda a sua estrutura de vida "(profissão, relacionamento, cidade) é apenas resultado de um passo errado, dado com pouca lucidez lá na juventude. As vezes é possível chutar o balde e refazer o rumo sem criar novos problemas. Não são as normas sociais que ditam isso, não pode entrar naquela lógica antiga, baseada na "letra morta", "felizes para serpe até que a morte os separe". Muitas vezes dá para reescrever tudo sem gerar estragos REAIS, gerando apenas desconforto social, de costumes, coisas que não tem importância do ponto de vista espiritual, e portanto, que não envolvem carma. Somente cada pessoa pode analisar isso. Às vezes é sinal de sabedoria abraçar sua dor, outras vezes é sinal de sabedoria livrar-se dela. Ninguém pode escrever em pedra o que é o melhor a fazer em cada caso. Só a "voz inteiror", seu nível de satisfação interior com sua vida e suas escolhas, pode te apontar um caminho. Mas só depois das decisões tomadas você saberá, pelos resultados internos e externos, se ouviu seu "deus interior" ou se apenas ouviu seu "ego".
  3. 3 points
    Vou deixar aqui uma dica, uma série de entrevistas feitas pelo jornalista Luciano Potter, da rádio gaucha. Este é o link da série toda, para quem gostar da proposta: https://m.soundcloud.com/potterentrevista Foram quatro temporadas ate agora, as três primeiras são políticas, mas a mais recente é " Deus existe?", e hoje eu passei um pedaço da tarde ouvindo 4 delas e por isso resolvi trazer para este tópico essa dica, já que tem a ver com o tema. A metodologia em todas as temporadas é sempre a mesma: uma mesma pergunta é feita para diferentes entrevistados, que podem falar o que pensam com poucas interrrupções ( coisa rara no jornalismo). Mas por que estou trazendo isso para cá, já que não se tratam de espiritualistas???? Porque me chamou atencão alguns aspectos contrastantes quando se ouve ESSES TRÊS na sequência que sugiro. São dois filósofos e um jornalista: -Um dos filosofos, o Leandro Karnal, foi jesuíta antes de virar ateu. E passou por uma situacão de quase-morte ( mas não uma EQM, apenas uma quase queda de avião. https://m.soundcloud.com/potterentrevista/deus-existe-com-leandro-karnal -O outro, Luiz Felipé Pondé, veio de família cética e por necessidade acadêmica passou um tempo dando aulas de Filosofia da Religião, e nunca passou por uma situação desafiadora da sobrevivência. https://m.soundcloud.com/potterentrevista/deus-existe-com-luiz-felipe-ponde -O terceiro, o jornalista, recentemente superou um câncer que tinha data marcada para matá-lo. https://m.soundcloud.com/potterentrevista/deus-existe-com-david-coimbra Achei interessante ouvir como essas três pessoas se relacionam com essa idéia a partir de bases bem diferentes. Embora os dois filósofos tenham a mesma base, uma abordagem historico- racionalista, o fato de um deles já ter investido anos de sua vida na carreira religiosa os diferencia um do outro. Ao mesmo tempo, ambos analisam a idéia de um ponto de vista bem diferente do jornalista, que apela para outros referenciais para defender sua posição. Não vou dar aqui minha posição sobre isso ( sei que já comentei em algum tópico mas não me recordo em qual), porque sinceramente acho que o que importa é perceber que quando as pessoas olham para lados diferentes, não surpreende que algumas enxerguem respostas claras, enquanto outras pareçam não encontrar resposta alguma.
  4. 3 points
    É que nós saímos quando estamos numa curta "fase de transição" do estado de vigília para o estágio REM. E para voltar, idem: só conseguimos colar no corpo de novo se fizemos a reentrada no momento que ele está voltando do estágio REM para a vigília. Quando você vai tentar se projetar, é como se você estivesse dentro de um elevador que está se deslocando com a porta aberta e você precisa saltar para fora quando identificar que ele passando pelo andar desejado. Caso não consiga saltar, você será levado pelo elevador até o andar indesejado: a perda de consciência e a criação das fantasias mentais, os sonhos Se você conseguiu saltar do elevador no momento certo, você se projetou. O elevador seguira seu rumo sem você, mas isso significa que sua mente física vai começar a sonhar em algum momento. Enquanto o corpo ainda não tiver apagado completamente, sua projeção é meio instável, qualquer ruído, ou problmea respiratório, ou ronco, te puxará de volta. Por isso a maioria das projeções no início duram de poucos segundos a uns 3 minutos. Mas após o corpo ter apagado totalmente e você ter conseguido se manter lá fora, você não acordará mais por "acidente". Sua estada lá é mais duradoura e para voltar, você precisa forçar seu corpo a acordar (precisa fazer o elevador voltar a passar por aquele mesmo ponto, para que você pule para dentro dele agora). Se tentar voltar sem que o corpo tnha acordado, voce pode ver-se deitado na cama de novo, mas ao levantar, não grudou, estará num falso despertar. Um dos jeitos que a gente força o corpo a acordar é esse que você cita, de apertar fortemente os olhos. Eu também fazia isso quando pequeno, pra interromper ms sonhos lúcidos. Isso acontece porque pelo que se diz, nosso corpo fica paralisado quando dormimos (dizem né? um monte de gente se mexe dormindo), mas os olhos nunca ficam, então é a única parte que podemos acessar com facilidade, para gerar um movimento e fazer nosso corpo acordar na marra, e aí a gente volta. Pode ficar preso? Pode. Mas todos as noites tem equipes de resgate libertando os presos, ehehe. Então não dura muito, exceto se tem algum problema cármico que impede o resgate, ou se o sujeito vive se drogando, porque aí está pedindo para ficar preso mesmo, uma hora vai e não volta, porque a paciência em socorrer quem procura por problemas e más companhias astrais uma hora acaba.
  5. 2 points
    10 coisas “espirituais” que as pessoas fazem e são uma total besteira Ninguém nunca me disse que a espiritualidade poderia ser uma armadilha de autossabotagem do ego. Eu passei três anos lendo sobre ensinamentos espirituais e os incorporando em minha vida, antes de aprender que a espiritualidade tem um lado sombrio. Naturalmente, fiquei surpreso. Eu me senti meio traído. Como algo que parece ser tão puro pode ser prejudicial? A resposta tem a ver com algo que os psicólogos chamam de escape espiritual. No começo da década de 1980, o psicólogo John Welwood cunhou o termo “escape espiritual” para se referir ao uso de práticas espirituais e crenças para evitar o confronto com sentimentos desconfortáveis, feridas não resolvidas e necessidades emocionais e psicológicas fundamentais. De acordo com o psicoterapeuta Robert Augustus Master, o escape espiritual faz nós nos retirarmos de nós mesmos e de outros, a nos esconder atrás de um tipo de máscara espiritual de crenças e práticas metafísicas. Ele diz: “Não apenas nos distancia da nossa dor e nossos problemas pessoais, mas também da nossa própria espiritualidade autêntica, nos prendendo em um limbo metafísico, uma zona de gentileza exagerada, bondade e superficialidade”. Percepções dolorosas: meu próprio escape espiritual No livro inovador de Robert Augustus Masters, “Spiritual Bypassing: When Spirituality Disconnects Us From What Really Matters”, ele escreve: "Os aspectos do escape espiritual incluem desapego exagerado, anestesia emocional e repressão, excesso de ênfase no positivo, raivafobia, cegueira ou compaixão tolerante demais, limites fracos ou muito pobres, desenvolvimento desequilibrado (a inteligência cognitiva geralmente está bem à frente da inteligência emocional e moral), julgamento prejudicado sobre a negatividade ou o lado sombrio de alguém, desvalorização do pessoal em relação ao espiritual e a ilusão de ter alcançado um nível mais alto de ser." Eu encontrei o conceito de escape espiritual pela primeira vez no trabalho de Masters. Embora eu estivesse relutante em admitir, eu imediatamente soube que, em algum nível, este conceito se aplicava a mim. Conforme continuei refletindo sobre o escape espiritual, eu percebi cada vez mais aspectos inconscientes da espiritualidade, e percebi que eu estava, sem saber, colocando em prática vários deles em determinados momentos. Embora dolorosas, essas foram algumas das percepções mais importantes que eu já tive. Elas me ajudaram a parar de usar uma forma distorcida de “espiritualidade” como um levantador de ego e a começar e ter mais responsabilidade para direcionar minhas necessidades psicológicas e os problemas que surgem na minha vida. Coisas “espirituais’ que as pessoas fazem e sabotam seu crescimento A melhor maneira de entender o escape espiritual é através de exemplos, então agora é hora de um pouco de “amor bruto”. Eu irei descrever em detalhes dez tendências inconscientes específicas de pessoas espirituais. Cuidado: algumas delas podem parecer muito familiares. Lembre-se: Você não precisa ter vergonha de admitir que alguns itens desta lista se aplicam a você. Eu suspeito que alguns deles se aplicam a todos que já tiveram interesse em espiritualidade. A maioria deles se aplicava a mim em determinado momento e, em alguns deles, eu ainda estou progredindo. O objetivo aqui não é julgar, mas aumentar a autoconsciência para progredir em direção a uma espiritualidade mais honesta, capacitada e útil. Vamos lá. 1. Participar de atividades “espirituais” para se sentir superior a outras pessoas. Provavelmente este é o aspecto inconsciente mais universal da espiritualidade, que assume várias formas. Algumas pessoas se sentem superiores porque leem Alan Watts. Ou vão para o trabalho de bicicleta. Ou abstêm-se de assistir TV. Ou consomem uma dieta vegetariana. Ou usam cristais. Ou visitam templos. Ou praticam yoga ou meditação. Ou usam drogas psicodélicas. Perceba que eu não estou dizendo nada sobre o valor de participar destas atividades. Eu adoro Alan Watts e acho que a meditação é bastante benéfica. O que estou dizendo é que é perigosamente fácil permitir que suas ideias e práticas espirituais se tornem uma armadilha do ego – acreditar que você é tão melhor e mais iluminado do que todo aquele “povo-gado”, porque você está fazendo todas essas coisas radicais. Em última análise, esse tipo de atitude em direção à “espiritualidade” não é melhor que acreditar que você é melhor que todo mundo porque você é um Democrata ou um fã dos Lakers. Essa disfunção, na verdade, inibe a espiritualidade genuína, fazendo nos focar em ser melhor que outras pessoas, ao invés de cultivar um senso de conexão com o cosmos, sentindo uma maravilha poética com a sublime grandeza da existência. 2. Usar “espiritualidade” como justificativa para o fracasso ao assumir a responsabilidade dos seus atos. A essência deste ponto é que é muito fácil distorcer certos mantras ou ideias espirituais em justificativas para ser irresponsável e não confiável. “É o que é.” ou “O universo já é perfeito.” ou “Tudo acontece por uma razão.” Tudo pode funcionar como excelentes justificativas para não fazer nada e nunca realmente examinar o comportamento de alguém. Não estou comentando se as afirmações acima são verdadeiras ou não. Só estou dizendo que, se você se atrasa constantemente para compromissos, se frequentemente negligencia seus relacionamentos pessoais, se seus colegas de quarto não podem contar com você para pagar o aluguel, talvez você deva parar de dizer a si mesmo: “Tudo bem, cara, a realidade é uma ilusão mesmo”. E começar a se tornar alguém com quem outras pessoas possam contar. Em uma via similar, é surpreendentemente fácil enganar a si mesmo ao pensar que toda vez que alguém tem um problema com o seu comportamento, é porque essa pessoa “não honra a minha verdade” ou “precisa crescer espiritualmente”. É muito mais difícil de reconhecer os momentos nos quais agimos brutalmente, egoisticamente ou irrefletidamente e causamos sofrimento a outra pessoa. É muito mais difícil admitir que estamos muito longe da perfeição e que o crescimento e o aprendizado são processos que nunca acabam. 3. Adotar novos hobbies, interesses e crenças simplesmente porque são a última mania “espiritual”. Seres humanos querem se encaixar em algum lugar. Nós temos profunda necessidade de sentir que fazemos parte de algo. E formamos grupos de todos os tipos para satisfazer esta necessidade. Espiritualidade é uma área de interesse onde as pessoas formam todos os tipos de grupos. Potencialmente, isso é ótimo, mas também tem um aspecto inconsciente. Para muitas pessoas, “espiritualidade” é um pouco mais do que uma coisa hippie que muitas pessoas parecem se importar. Essas pessoas têm a ideia de que querem entrar nesse movimento espiritual, então começam a praticar yoga, usar artigos da Nova Era, ir a festivais de música, beber ayahuasca, etc, e dizem para si mesmos que essas coisas os fazem “espirituais”. Esses “encenadores espirituais” atenuam a importância do aprofundamento espiritual genuíno, da contemplação, da experiência e da percepção. Eles também, na minha experiência, tendem a ser pessoas “espirituais” que usam a “espiritualidade” como motivo para se sentirem superiores aos outros. 4. Julgar outras pessoas por expressar raiva ou outras emoções fortes, mesmo quando necessário. Este foi um dos primeiros padrões que eu percebi em mim após ser apresentado ao escape espiritual. Eu percebi que quando pessoas ficavam chateadas ou bravas comigo, minha reação era dizer coisas como: “Ficar nervoso não resolve nada” ou “Eu acho que poderíamos ter menos problemas se pudermos permanecer calmos”. Internamente, eu silenciosamente julgaria a outra pessoa, pensando: “Se ela fosse mais iluminada, poderíamos evitar esse drama”. Em muitas situações, essa era a minha maneira de evitar problemas profundos que precisavam ser direcionados. Quando você se interessa pela espiritualidade, uma das primeiras citações que você encontra provavelmente é: “guardar a raiva é como segurar um carvão em brasa com a intenção de atirá-lo em alguém; é você que acaba se queimando.” Esta citação é comumente atribuída de forma errônea à Buda, embora na verdade seja uma interpretação de uma declaração feita por Budagosa no século V. O ponto sutil desta citação é que nós não devemos guardar a raiva; nós devemos senti-la, expressá-la se necessário, e então deixá-la para trás. Porém, é muito comum para um leigo assumir que isso significa que raiva, em qualquer forma, é um sinal de que a pessoa não é sábia nem espiritual. Isso não é verdade. A raiva é uma emoção humana natural e uma reação perfeitamente justificada em várias situações. Com frequência, a raiva é um indicador de que há sérios problemas que precisam ser ponderados por alguém ou seus relacionamentos. Ironicamente, muitas pessoas espirituais reprimem todas as emoções “não-espirituais” e artificialmente elevam emoções/traços “espirituais” como compaixão, bondade e equanimidade. Isso leva à falsidade. A pessoa tem dificuldades de constantemente se apresentar como calma, gentil, legal e em um estado de paz perpétua, e acaba parecendo como uma fraude. 5. Usar “espiritualidade” como justificativa para uso excessivo de drogas. Muitas pessoas, inclusive eu, acreditam que drogas psicodélicas podem causar experiências místicas e elevar a espiritualidade. Até aí tudo bem, mas algumas pessoas levam essa percepção longe demais, usando-a como uma forma de racionalizar padrões autodestrutivos de uso de drogas e para cegar a si mesmas para o lado sombrio de várias substâncias. Nos casos mais extremos, pessoas “espirituais” acabam “realizando cerimônias de cannabis” durante todo o seu período acordado; usando drogas psicodélicas com muita frequência ou em contextos inapropriados; e negando completamente que estas substâncias têm qualquer efeito negativo. Agora, a HighExistence tende a ser pró-psicodélicos, mas deixe-me ser direto com você: drogas psicodélicas, incluindo cannabis, definitivamente possuem um lado sombrio. Se você é irresponsável ou simplesmente sem sorte, drogas psicodélicas mais fortes como LSD ou cogumelos de psilocibina podem ocasionar experiências traumáticas com ramificações negativas de longo prazo. E cannabis, uma droga psicodélica leve, é uma formadora de hábitos de uso de drogas sedutora, que sutilmente deixará sua mente nebulosa e corroerá sua motivação, caso consuma muito ou com muita frequência. Respeite as substâncias e use-as com sabedoria. 6. Enfatizar demais a “positividade” para evitar olhar para os problemas em suas vidas e no mundo. “Apenas seja positivo!” é frequentemente empregado como um mecanismo de desvio pelas pessoas “espirituais”, que preferem não fazer o trabalho difícil de confrontar seus problemas internos, feridas e bagagem, sem falar dos problemas do mundo. O movimento de “positividade” explodiu na cultura ocidental nos últimos anos. A Internet está transbordando de memes e artigos aparentemente infinitos, repetindo as mesmas mensagens vazias: “Pense coisas positivas!” “Apenas seja positivo!” “Não se concentre no negativo!” Embora certamente haja valor em cultivar a gratidão pelas várias maravilhas da experiência humana, esse movimento parece negligenciar algo crítico: os aspectos mais obscuros da vida não desaparecem simplesmente porque são ignorados. Na verdade, muitos problemas em nossas vidas particulares e na escala global parecem apenas piorar ou ficar ainda mais complexos quando são ignorados. Da mesma forma que pareceria absurdo dizer a um viciado em heroína a frase “apenas pense positivo!” como uma solução para o seu problema, é absurdo acreditar que pensamento positivo oferece algum tipo de solução para grandes problemas globais como mudança climática, pobreza, agricultura industrial e riscos existenciais. Isso não quer dizer que devemos carregar os problemas do mundo em nossos ombros e nos sentir mal sobre eles o tempo todo. É saudável reconhecer e se sentir otimista sobre o fato de que de várias maneiras importantes, o mundo está melhorando. Porém, precisamos equilibrar esse otimismo com a disposição de confrontar problemas reais em nossas vidas particulares, nossas comunidades, nosso mundo. 7. Reprimir emoções desagradáveis que não se encaixam na narrativa “espiritual”. “Sem chance, é impossível que eu fique deprimido, ou solitário, ou com medo, ou ansioso. Eu amo a vida demais e sou muito [Zen / sábio / iluminado] para permitir que isso aconteça.” Leia: 10 coisas que os profissionais felizes fazem antes das 10h Eu me deparei com esse problema quando me mudei para a Coreia do Sul para ser um professor de inglês durante um ano. Eu pensei que tinha cultivado uma tranquilidade imperturbável, uma capacidade de Lao Tzu para apenas “seguir o fluxo” e flutuar, como uma boia, em cima das idas e vindas das ondas do destino. Então eu vivenciei choque cultural, solidão arrebatadora e uma aguda saudade de casa, e tive que admitir para mim mesmo que, no final das contas, eu não era um tipo de Mestre Zen. Ou ainda, eu tive que perceber que a capacidade de “seguir o fluxo” e aceitar que o que está acontecendo é eternamente valiosa, mas que às vezes isso significará aceitar que você se sente como uma pilha de m*******. É fácil iludir-se e acreditar que a espiritualidade irá fazê-lo se sentir nas nuvens, mas na prática, não é assim que funciona. A vida ainda é cheia de sofrimentos e, para realmente crescer e aprender com nossas experiências, precisamos ser honestos com nós mesmos sobre o que estamos sentindo e deixar que isso aconteça totalmente. No meu caso, meu desejo de ser sempre “Zen”, de “seguir o fluxo” e de projetar uma imagem de paz interior para mim e para outros me impediu de ver a verdade sobre várias situações/experiências e de assumir a responsabilidade para lidar com elas. 8. Sentir profunda aversão e auto-aversão quando confrontado com seu lado sombrio. Eu percebi isso em mim muito rápido, após aprender sobre escape espiritual. Eu vi que minha imagem narcisista de mim mesmo como uma pessoa sábia, que alcançou realizações “mais altas”, estava causando uma quantidade ridícula de dissonância cognitiva. Eu me julguei com sabedoria e senti uma colossal e esmagadora culpa por decisões menos do que virtuosas. Quando você se interessa pela espiritualidade, é fácil idolatrar pessoas como Buda ou Dalai Lama e acreditar que essas pessoas são seres humanos perfeitos que sempre agem com total consciência e compaixão. Na verdade, isso certamente não é o caso. Mesmo que seja verdade que alguns humanos atingem um nível de percepção em que fazem a “ação correta” em todas as circunstâncias, precisamos reconhecer que tal coisa é reservada para poucos. Pessoalmente, eu suspeito que isso não existe. Na verdade, todos somos humanos falhos e todos vamos cometer erros. O jogo está contra nós. É praticamente impossível viver até mesmo algumas semanas de vida humana adulta sem cometer alguns erros, muito menos os menores. Ao longo dos anos, haverá grandes erros. Acontece com todos nós, e não tem problema. Perdoe-se. Tudo o que você pode fazer é aprender com seus erros e se esforçar para fazer melhor no futuro. Paradoxalmente, a lição aparentemente espiritual de auto-perdão pode ser especialmente difícil de internalizar para pessoas interessadas em espiritualidade. Os ensinamentos espirituais podem deixar uma pessoa com ideais estratosfericamente altos, que resultam em uma culpa imensa e uma aversão a si mesmo quando não é capaz de corresponder a eles. Esta é uma das principais razões pelas quais é tão comum que as pessoas espirituais desviem a responsabilidade – porque ser honesto sobre suas falhas seria muito doloroso. Ironicamente, devemos ser honestos com nós mesmos com relação aos nossos erros, a fim de aprender com eles, crescer e nos tornamos versões mais autoconscientes e compassivas de nós mesmos. Lembre-se: Você é somente um ser humano. Tudo bem cometer erros. Sério, está tudo bem. Mas admita para si mesmo quando cometer um erro e aprenda com ele. 9. Encontrar-se em situações ruins devido à excessiva tolerância e uma recusa a distinguir pessoas. Este sou eu, 100%. Durante muito tempo, levei muito a sério a ideia de que todo ser humano merece compaixão e bondade. Eu não discordo dessa ideia hoje em dia, mas percebi que existem inúmeras situações em que outras considerações devem temporariamente anular meu desejo de tratar todos os outros seres humanos com compaixão. Em vários países, eu me encontrei em situações de risco de morte porque confiava demais nas pessoas, eu não sabia ou era gentil com pessoas que eu deveria ter reconhecido suas características obscuras. Por sorte, eu nunca me machuquei nessas situações, mas eu já fui roubado e enganado várias vezes. Em todos os casos, eu queria acreditar que as pessoas com quem eu estava interagindo eram “boas” pessoas de coração e me tratariam bem se eu assim o fizesse. Essa linha de pensamento era terrivelmente ingênua, e eu ainda estou tentando me recondicionar para entender que em certos contextos, ser bonzinho não é a resposta. O fato triste é que, embora você possa estar isolado disso, a luta pela sobrevivência ainda é muito real para um grande número de pessoas neste planeta. Muitas pessoas cresceram na pobreza, cercadas por crime, e aprenderam que a única maneira de sobreviver é se aproveitando da fraqueza. A maioria das pessoas em todo o mundo parece não ter essa mentalidade, mas se você se encontra em uma cidade ou país em que a pobreza é bastante presente, você deve tomar certas precauções, coisas básicas, como: Não ande em nenhum lugar sozinho após escurecer; Tente ficar longe de áreas abandonadas; Não pare para interagir com pessoas que tentam vender coisas para você; Faça distinções entre pessoas; deixe-se saber que não há problema em confiar no mecanismo de correspondência de padrões altamente evoluído do seu cérebro, quando ele diz que alguém parece drogado, perturbado, desesperado ou perigoso. 10. Querer tanto que várias práticas “espirituais” estejam corretas ao ponto de ignorar completamente a ciência. Há uma linha bastante anti-científica em uma grande parte da comunidade espiritual, e eu acho isso uma vergonha. Me parece que muitas pessoas espirituais se tornam hostis em relação à ciência, porque certas crenças e práticas que consideram valiosas são consideradas não comprovadas ou pseudocientíficas dentro da comunidade científica. Se uma crença ou prática não é comprovada ou considerada pseudocientífica, isso significa apenas que ainda não conseguimos confirmar sua validade através de experimentos repetitivos em um laboratório. Não significa que não é verdade ou que não é valioso. O método científico é uma das melhores ferramentas que temos para entender a mecânica do universo observável; nos permitiu descobrir a verdade profunda da evolução biológica, observar os confins do espaço, prolongar a nossa vida por décadas e caminhar na lua, entre outras coisas. Descartá-lo totalmente é perder uma das nossas lentes mais poderosas para entender a realidade. Como Carl Sagan memoravelmente colocou: "A ciência não é apenas compatível com a espiritualidade; é uma fonte profunda de espiritualidade. Quando reconhecemos nosso lugar em uma imensidade de anos-luz e na passagem dos tempos, quando percebemos a complexidade, a beleza e a sutileza da vida, então esse sentimento crescente, essa sensação de exaltação e humildade combinada, é certamente espiritual." “Assim como nossas emoções na presença de uma grande arte, música ou literatura, ou de atos exemplares de coragem altruísta, como os de Mohandas Gandhi ou Martin Luther King Jr.” “A noção de que a ciência e a espiritualidade são, de algum modo, mutuamente exclusivas, é um desserviço para ambas.” Bônus: Deixar de lado o sucesso material por causa da crença de que dinheiro e capitalismo são malvados. Muitas pessoas “espirituais” sabotam suas próprias capacidades de serem bem-sucedidas materialmente. Isso porque elas parecem ser alérgicas à riqueza, associando dinheiro com ganância, impureza e malevolência generalizada. O capitalismo é visto como uma engrenagem de desigualdade e corrupção que deve ser desmantelada. Eu costumava ter uma versão desta visão, então eu percebi o quanto ela é sedutora. Se você é atraído pela espiritualidade, é natural desprezar o “materialismo”. Porém, na verdade, esta narrativa é muito simplista. A verdade sobre o capitalismo é complexa. Sim, o capitalismo tem algumas desvantagens muito reais, mas, em muitos aspectos, o capitalismo tem sido uma força tremenda para o bem, estimulando a inovação maciça e tirando bilhões de pessoas da pobreza globalmente. Em 1820, 94% das pessoas na Terra viviam na extrema pobreza. Em 2015, este número caiu para meros 9,6%, muito graças ao crescimento econômico catalisado pelo capitalismo. Além disso, deixe-me ser direto com você novamente: não há nada de errado ao querer ganhar dinheiro. O dinheiro é uma ferramenta incrível. Bilionários como Elon Musk e Bill Gates, que estão usando suas riquezas para ajudar o mundo de importantes maneiras, provam que o dinheiro pode ser usado para o bem ou para o mal. Considere também os 139 bilionários e centenas de milionários que se comprometeram a doar um total de 732 bilhões de dólares para causas de caridade em suas vidas. Na verdade, precisamos de pessoas mais compassivas para obter riqueza substancial, para que possam usá-la de forma eficaz e altruísta para melhorar o mundo. Para esclarecer, eu sou a favor de regular/aperfeiçoar o capitalismo para fazê-lo funcionar para todos do planeta. Por exemplo, eu acho que precisam haver regulações para proteger o meio ambiente, para prevenir abusos como grupos de interesse e captura regulatória. Principalmente, sou a favor de um sistema econômico que incentive a inovação e o empreendedorismo, ao mesmo tempo que seja sustentável e atenda às necessidades básicas de todos. Não tenho a certeza da melhor maneira de atingir esses objetivos elevados, mas nossas formas atuais de capitalismo estão fazendo um trabalho melhor do que muitas pessoas parecem pensar, dada a imensidão do desafio. Eu sou totalmente a favor de um trabalho metódico e baseado em dados para aperfeiçoar e melhorar nossos sistemas econômicos, mas vamos ter certeza de perceber e reconhecer todas as coisas que o capitalismo realmente faz antes de descartá-lo. Todos estamos aprendendo… Eu acho que, para que os vários movimentos espirituais globais interligados sejam maximamente impactantes e úteis, eles precisam abordar seus aspectos inconscientes. Neste ensaio, tentei iluminar alguns dos pontos cegos que parecem prevalecer na comunidade espiritual. Como eu disse, a maioria dos itens que discuti serviram para mim em um ponto ou outro. É decididamente fácil cair em algumas das armadilhas da espiritualidade e abrigar várias crenças e comportamentos limitantes, ao mesmo tempo em que se sente como se alcançasse um nível “mais alto” de ser. A lição aqui é que o crescimento e o aprendizado são processos intermináveis. Se você acha que não tem mais nada para aprender, provavelmente está se sabotando de várias maneiras. Pode ser profundamente difícil admitir que por um longo tempo a pessoa estava errada ou mal orientada, mas a alternativa é muito pior. A alternativa é uma espécie de morte espiritual e intelectual – um estado de estagnação perpétua em que a pessoa se ilude sem parar, pensando que tem todas as respostas, que alcançou a Forma Final. Em um mundo que muda rapidamente, a aprendizagem contínua é de suma importância. No máximo, a espiritualidade é uma força que pode ajudar a humanidade a perceber nossa identidade comum como seres conscientes, ganhar consciência ecológica, sentir-se conectado ao nosso cosmos e abordar as questões mais prementes do nosso tempo com compaixão, engenhosidade, equanimidade e o que Einstein chamou uma “santa curiosidade”. No máximo, a espiritualidade é uma força que nos impulsiona a um futuro mais harmonioso, cooperativo e sustentável. Um brinde ao refinamento da nossa espiritualidade coletiva e co-criação de um mundo mais bonito. Fonte: https://awebic.com/espirito/praticas-espirituais/
  6. 2 points
    Rafael, Não trabalho no momento e minha faculdade é a noite, então certamente minha rotina não é tão corrida quanto a sua. Eu ainda tenho liberdade de horário de sono por exemplo (aliás, meu horário de acessar o GVA é sempre madrugada kkkk) e normalmente tenho tempo livre durante a tarde. Mas mesmo assim sempre tenho uns afazeres e não tenho tanto tempo livre assim, raramente consigo dedicar uns minutos pra meditar propriamente, então acho que a dica aplica. E a dica é aplicar a espiritualidade fazendo as coisas simples. Por exemplo tentando praticar o controle dos pensamentos e aplicando o mindfulness quando está andando na rua, no ônibus, comendo. Assim mesmo que você não consiga dedicar aqueles minutos diários meditando ou com suas práticas você também tá exercitando a capacidade de ficar lúcido em vigília, que é o que rege a lucidez nos teus sonhos lúcidos ou projeções depois, quando você irá dormir. Depois que comecei a ficar mais ligada comecei a ter uns sonhos bem lúcidos, coisa que NUNCA tinha acontecido. E olha que minha lembrança pra sonho sempre foi bem boa, é raríssimo eu não lembrar de pelo menos uns 3 sonhos por noite, isso desde criança. Outra coisa, vale lembrar que até ano passado eu aplicava o EV diariamente mas nunca tinha lucidez em sonhos. Esse ano comecei a fazer só a "limpeza mental" e consegui ter lucidez. Então pode funcionar.
  7. 2 points
    Boa noite irmãos, venho dividir com vocês uma experiência que tive na sexta feira passada. Eu estou com um grupo de estudos sobre a Espiritualidade. Tenho amigos umbandista e admiro muito a religião. Recebi a informação de uma mãe de santo que uma Pombo gira estaría me auxiliando nos trabalhos mediúnicos. Como o desdobramento é uma faculdade mediúnica ostensiva, no início achei que fosse sobre incorporação ou outra coisa. Mas com o passar do tempo e com mais estudo percebi que o auxílio ocorre em todos os momentos. Enfim o relato é acordei na espiritualidade e vi uma senhora que aproximou se de mim. Ela trazia nas mãos um lampião e íamos descer para um porão ou gruta. Ñ ficou muito lúcido. Ao descermos chegamos a um tipo de cortiço. Lá haviam muitos quartos. Adentrei em cada um deles e haviam seres encarnados. Sim encarnados. Era como um local de encontro. Cada quarto tinha uma energia diferente. Uns estavam conversando. Outros fazendo sexo. Outros discutindo. Outros bebendo. Ficávamos pouco tempo. Era apenas para observar. Então a senhora me chamou para irmos embora. Sei que aquela senhora era uma pombo gira porque pedi seu auxílio para o desdobramento, e tive uma projeção. Dois dias depois tive outra experiência. E a mesma mulher apareceu. Acredito que quando nos abrimos para a Espiritualidade e pedimos auxílio para fazer o amparo, e a caridade. Há sim uma movimentação da Espiritualidade amiga. Como diz o Saulo projeção astral não é turismo é coisa séria. Espero que com esse relato eu possa ajudar alguém. Paz e luz a todos.
  8. 2 points
    Ola Bem, tentarei ser suscinto; nao é bem um desabafo mas uma questao pra reflexao. Questoes karmicas - Quem nunca se cansou de viver em circulos, quando, por mais que lutassemos contra uma situacao, sempre estavamos ali, sendo oprimidos por ela ? Trabalho em algo que simplesmente nao me satisfaz e sempre me oprimiu. sempre me senti diminuido e reprimido; por mais que eu estudasse e tentasse me livrar, a coisa nunca andava. Agora que ja passei dos 40 e ja posso dizer que sou um pouco mais esclarecido nessas questoes de lei de causa e efeito, me sinto totalmente liberto pra quebrar esse paradigma do tal ciclo karmico. Mesmo meu trabalho sendo minha fonte de renda, é algo que nao desejo mais em minha vida. A questao familiar é outro karma bem pesado que carrego - mas tambem sinto que é chegada a hora de me desvencilhar e deixar minha familia para trás. São pessoas ( mae e irmao) que me trouxeram muito sofrimento e humilhação durante a vida, mas eu ja os perdoei, creio que posso seguir em paz, porem longe fisicamente deles. A vida é feita de ciclos, e por mais "karma" ruim que se tenha, nao é possivel que a gente fique preso sempre no mesmo rol de situaçoes, se fosse assim, como ficaria o nosso livre arbítrio? Como poderiamos evoluir ? Nao acham muito cruel simplesmente aceitar que " meu destino é esse" , abaixar a cabeça e se conformar com uma vida ruim e triste ?
  9. 2 points
    Kamma nos ensinamentos do Buda, por Venerável P.A.Payutto Um texto abrangente que explica em detalhes todos os aspectos de kamma de acordo com os ensinamentos do Buda, dissipando muitos entendimentos equivocados. Um verdadeiro guia de estudo que responde a todas as perguntas sobre kamma. http://www.acessoaoinsight.net/arquivo_textos_theravada/kamma_1.php 5. O Kamma que dá fim ao Kamma http://www.acessoaoinsight.net/arquivo_textos_theravada/kamma_5.php Quem substitui as ações ruins com ações benéficas ilumina o mundo como a lua liberta das nuvens. Dhp 173 [Nota 5 - Verso 173] katam papam kammam kusalena pithiyati: substitui as ações ruins com ações benéficas. Cada um colhe os frutos de kamma. Mas não todos os futos de todas ações (kamma) serão colhidos no curso de samsara. Se assim fosse a escapatória de samsara seria impossível. O kamma prejudicial pode ser minimizado através da purificação da mente. Veja o Lonaphala Sutta. http://www.acessoaoinsight.net/dhp/dhp13.php Lonaphala Sutta (AN III.99) – O Punhado de Sal. Usando vários similes memoráveis, o Buda explica porque as conseqüências de ações inábeis podem parecer severas para uma pessoa e suaves para uma outra. Moral da estória: reforce a sua virtude! http://www.acessoaoinsight.net/sutta/ANIII.99.php “Bhikkhus, este corpo não lhes pertence, nem pertence a um outro. Vocês devem vê-lo como kamma passado, formado por condições, nascido das volições, a base para as sensações.” [SN.II.64] (SN XII.37)
  10. 2 points
    Vou aproveitar esse tópico para falar de um evento que aconteceu comigo, no físico. Sempre tive curiosidade de como é ver espíritos ou qualquer outra manifestação de outros planos, à "olho nu" hehe, na minha frente e que fossem de vultos, mas nunca tinha visto nada anormal... Pois bem, é comum que as vezes eu veja alguns riscos luminosos ou pontos que acendem e apagam, mas acontece depois que fico em frente ao PC ou TV e sei que é normal. De fato eu estava mexendo no PC quando esse evento aconteceu. Era umas 19 horas e estava escuro quando decidi pegar algo na cozinha e assim que eu estava voltando, passando pelo corredor vi um ORB azulado do tamanho de uma moeda, claramente na minha frente, que acelerou em direção ao banheiro no fim do corredor a esquerda, e sumiu. Como foi a primeira vez que tinha visto isso, e para anular a possiblidade de ter sido só alguma coisa da visão, voltei para o corredor sem olhar para o banheiro e repeti o trajeto. Quando passei em frente ao banheiro novamente, o ORB estava lá parado e então acelerou e sumiu de novo. Depois não vi mais. Gostaria de saber o que se sabe sobre a aparição desses orbs no físico ou se conhecem algum material que fale sobre isso... Valeu!
  11. 2 points
    Vou postar aqui porque se relaciona com isto que postei acima, ha 3 anos atras. Esta noite eu deitei com uma determinada meta investigativa em mente, ainda que não focado em me projetar da forma tradicional para isso (levantar da cama descolando do corpo e tal... ) . Acordei depois com uma lembrança como se fosse de sonho, mas pelos sinais, era projeção lúcida, porque lembro que eu estava voando sobre uma região acompanhado de alguém, e lá embaixo eu via como se fossem árvores plantas de forma a gerar certos símbolos, com os crop circles: Mas coo eu disso, pareciam árvores, então pareciam vários "alvos gigantes para dardos" colocados no chão , como este, só que com figuras geométricas be mmis complexas, como mandalas: Comentei com a pessoa que estava me levando onde eu queira (a meta escolhida ao deitar): -Olha, não vim ate aqui para ver esses símbolos, o que estou procurando é a informaçao direta E ele respondeu: - Não é que sejam símbolo, é apenas a forma como sua mente está percebendo isso Achei estranho mas então voamos para baixo até pousar numa daquelas mandalas e aí sim tive acesso a uma parte dos eventos que eu estava tentando investigar. Mas novamente, com outras distorções mentais, que eu percebia, por não serem condizentes com a época dos eventos que eu estava investigando. Tudo me era mostrado como se fossem eventos do momento atual (é como você querer ver os eventos dessee um perído da história em que todos andavam de carruagem, mas na projeçao você ver todos andando de carro. Embora a idéia dos eventos possa estar correta a mente distorce para versões mais próximas do que a gente conhece. Nem sempre claro, mas acontecem essas "contaminações de época" as vezes. Mas enfim, só postei isto aqui porque a que parece cruzei com esse tipo de estrutura que o Robert Bruce descreve, ainda que minha mente tenha captado isso de outra forma.
  12. 2 points
    Passei pela mesma situação. Relatei aqui. Há algumas respostas que podem esclarecer também: https://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/20682-duvida-débito-cármico/ Eu tambem já perdoei, mas foi necessário o afastamento desses familiares. Ainda bem que aos 20 anos consegui sair disso. Hoje tenho 40. Senão continuaria sendo oprimido, pois minha mãe continua fanática religiosa de nível doentio. Só me reaproximo quando alguém pede ajuda. Se não fosse eu, meu pai teria morrido alguns anos atras de vício de álcool. Acabei salvando o antigo opressor. Mas o problema são algumas consequências que ficaram, como: ainda sinto que perdi esses 20 anos iniciais da minha vida, porque foram pouquíssimos momentos bons; tive síndrome do pânico quando adulto, por conta da não proteção na infância, que hoje permanece como ansiedade; tenho dificuldade em confiar nas pessoas; e já tive muitos problemas com subordinação.
  13. 2 points
    Olha, eu acho que a mensagem faz sentido, mas o problema é que se esse tipo de conceito for novo para você, há o risco de distorcer, reduzindo ou amplificando o alcance das coisas. Na verdade estamos nos manifestando aqui no físico ao mesmo tempo em que estamos nos relacionando em astral, em vigília, com os habitantes do astral, como você vê aqui: https://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/17423-quem-nós-realmente-somos/&do=findComment&comment=76126 Além disso, todas as noites todo mundo se projeta, e ninguém fica depois encucado né? É normal, não tem nada de mais. O que tem de mais é etar lúcido, porque isso nem em vigília nós estamos DE FATO. Por isso esse "grau" em relação à projeção é insignificante. É importante apenas para auto-conhecimento, porque as vezes a pessao pdoe descobrir que tem relações astrais tóxicas, que mais tarde lhe criarão problema na vida físicia. Ou ela pode talvez fazer uso da projeção para trabalhar em astral com os mentores, em certas tarefas. Nesse caso o que é feito nas tarefas e que é importante, não o fato de estar se projetando . As pessoas se projetam também para fazer o mal. Mago negro se projeta, é uma mistificação infantil vender a idéia de que só se projeta quem tem bons pensamentos, boa sintonia, boas intenções. Quanto a ir além , isso depende muito do estado pos-mortem a que ele se refere. Para ri além , só depois que você se livrar desta personalidade aqui. Esta aqui vai ficar nas mesmas zonas onde a gente se projeta. Mas quando há uma transição , entoa você está em outra zona. A maioria dos projetores não visita o tal Nosso lar. Não participa das reuniões em que os encarnados decidem com o evoluciólogo (segundo as coisas que o Waldo conta) como e onde irão encarna né? Então ao que parece você já tem que estar prá-lá de desencarnado, para conviver em certas zonas ainda que os mentores nos levem em zonas assim para instrução as vezes. Isso se relaciona com se livrar desta personaldiade. Você encontra mais sobre isso nessas explicações da Dion: https://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/17098-visões-sobre-a-morte-e-o-post-mortem/&do=findComment&comment=74395 E do Leadbeater: https://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/17098-visões-sobre-a-morte-e-o-post-mortem/&do=findComment&comment=74398 Bom, isso todo projetor deveria perceber sozinho, ou é melhor dormir e apagar, ou vai meter os pés pelas mãos, dizendo por aí que espíritos comem carne, atendendo celular durante a projeção sem desconfiar que se trata de uma ilusão para ilustrar contato telepático, vai achar que viu Jesus e Maria dizendo para ele que de fato a religião dele está certinha certinha, etc... Exemplos aqui: https://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/16071-comprovação-da-projeção-astral/&do=findComment&comment=74048 Sim, o plano astral é um plano INFERIOR. Os planos físico, etérico astral e mental sáo um tipo de "submundo". Qualquer coisa que mereça o termo ESPIRITUAL, fica acima desses planos. A gene usa esses termos como sinônimos "alma, espírito, corpo astral..." e diz "minha alma saiu do corpo, meu espírot saiu do corpo, meu corpo astral flutuou... mas todas esas coisas são difernetes, e nada disso é ESPÍRITO. Dentro dessas nomenclaturas todas, e da mitoloiga religios,a nosso ESPÍRITO provém de Deus. Então note que esse assunto, se fosse um predio de apartamentos, de 10 andares, seria assim: - A idéia "encontrar Deus" é algo que acontece lá do sétimo andar para cima. -Morte, período intermissivo, projeção, são assuntos dos primeiros 3 andares ainda "Encontrar Deus" é uma experiência que pode acontecer até no corpo, porque trata-se de uma experiência MÍSTICA. Projeção é experiência PSÍQUICA. Sem entrar em definições, são duas ordens diferentes de experiencia. Digamos que alguém que teve uma experiência de Samadhi "encontrou Deus", mas não pode dizer que se projetou entende? Na real trata-se de um tipo de projeção, mas não é RECONHECIDO como projeção, porque é percebido como um estado de fusão com o Uno, em que a forma, um corpo (como acontece na projeção) não é necessário e é, na verdade , um OBSTÁCULO. Portanto, um experiência mística acontece no nivel da consciência, uma alteração do senso e limites da identidade individual, e por isso não pode acontecer junto com a sensação de possuir um corpo, mesmo que seja um corpo astral. Nesse sentido, o simples ato de usar um corpo atsral é uma imitaçaõ do nossos corpo físico e um LIMITADOR das experiências que se pode obter. É mais ou menso o que eu expliquei acima, mas você captou a mensagem através da lista de limitações que caracteriza a existência corporal individualizada, demarcada por sensações corporais do físico. Esse apego à matéria não é só à matéria, mas aos planos inferiores como um todo. Um habitante do umbral que fica lá só transando nos prostíbulos umbralinos às vezes nem quer encarnar, portanto não tem apego à matéria. Mas tem apego às sensações densas, que ele também terá acesso no astral, por ser um plano ainda muito grosseiro, ainda que mais sutil que o físico. Por isso que ele diz que mesmo beirando a morte (mesmo após a morte, aliás), não alcançará Deus. O seno de identidade individual, demarcado pela posição no espaço e sensações, mesmo que usando um corpo astral, age como uma barreira que impede esse contato. Por isso se diz lá na bíblia que ninguém vê a face de Deus se morrer. O "morrer" trata-se da eliminação da auto-percepção como individualidade. Para ver Deus você precisa se tornar Deus, o que na prática implica sentir-se fundido com todo o universo, e sua identidade, como a entende, some enquanto durar a experiência. Nem mesmo após morrer um desencarnado passará por isso, exatamente porque o desencarnado existe e funciona apenas nos planos inferiores, nos andares de baixo. Isso quer dizer que ninguém nunca passará por isso? Não Apenas quer dizer que nenhuma transição de estados te leva a isso. Experiências místicas só são experimentadas pro quem as procura e acha um jeito de atingi-las, estejam encarnados ou não. O simples projetar ou desencarnar não leva ninguém automaticamente a passar por isso.
  14. 1 point
    Olá, Infelizmente sempre estaremos rodeados de gente assim. O ideal seria se afastar mesmo, se poupar, mas como muitas vezes isso não é possível, tente se manter equilibrado, de bem com você mesmo e com suas emoções, assim, essa energia ruim respinga de leve em você. Não se identifique com a negatividade alheia, pois no fim a gente acaba aprendendo algo com esses estorvos, digo com essas pessoas. Vou deixar dois links de vídeos que talvez te deem uma luz. O primeiro é de uma terapeuta que trabalha na linha do Ho'oponopono e Kabbalah, o segundo é uma coaching voltada à linha dos Mestres Ascensos. https://www.youtube.com/watch?v=_uRtEhk09rU https://www.youtube.com/watch?v=zEINEv21zP4
  15. 1 point
    Obrigado @Fly.1978, eu ja tinha visto na net essa técnica de corte de cordão energético, e estava a procura dela. Comigo ocorre parecido com o que diz a nota da técnica. Se eu mentalizo amor e perdão ao desafeto pra desfazer qualquer ligação, não demora e a pessoa aparece perturbando, como se fosse uma necessidade dela. O Dalai Lama diz que encarar pessoas difíceis é uma oportunidade que temos de testar e aprimorar nossa paciência e compreensão, mas que se for daquelas bem difíceis é melhor sair correndo kkk.
  16. 1 point
    Olá Viajantes! Acreditava já dominar razoavelmente bem algumas técnicas de defesa energética mas confesso que não consigo evitar o ataque ou repercussão após contato com 2 pessoas próximas. Não se tratam de pessoas ruins e, na verdade, ajudam muito os outros mas vivem em bolhas culturais que facilitam a formação de legiões de assediadores. Uma delas é uma senhora com mais de 80 anos, educação religiosa penitente, só assiste/ouve notícia negativa e vive em torno de opiniões midiáticas semanais repetindo como se fossem dela, acredita fazer parte de uma elite e apenas quem tem cargo e poder tem valor, embora na verdade faça parte do povo e sofra muito com seus benefícios ficando mais curtos. Apesar dessa visãozinha, ajuda e muito outras pessoas e cuida de sua irmã doente. Acredito que tenha alí uma alma sensacionalmente boa mas tomada por assediadores. Visito semanalmente mas saio destruído de lá. O ambiente é muito pesado. Já me falaram que a culpa é dos obsessores mas não consigo me proteger de forma alguma. Noto que plantas não vingam no local. Uma pena, pois preciso me aproximar regularmente. A outra é uma pessoa que veio de uma origem humilde e de uma doutrinação rígida que desacredita qualquer coisa que saia da caixinha programada. Repete apenas o que a massa fala semanalmente e não consegue se livrar do vício do álcool. De tempos em tempos adota uma pessoa como "guru" de opiniões e conselhos, até que a "graça" se esgote e escolha outro para ocupar o posto. É exemplar e sempre disposto a ajudar quem precisa, cozinha muito bem e não faz mal a ninguém. O problema é que vive numa bolha onde é tudo o que tem rótulo é respeitado, quem não bebe não é homem o suficiente, tende para se posicionar como coitadinho e cria um cenário religioso para ocultar uma vida complicada de solidão, casa completamente sem cuidados e dependência comportamental de cerveja e pinga. Essa pessoa não gera desconforto energético direto por ser de agradável contato mas deixa um resíduo pesadíssimo após sua visita. Mais de uma pessoa da minha família já relatou sentir uma espécie de ataque posterior. O que fazer para evitar isso? A proteção tem limites? Espero não estar falando besteira. =( Paz e luz a todos.
  17. 1 point
    Eu acredito que haja sim muitas pessoas boas e que façam o bem, e ainda assim tenha uma "galerinha" colada , pra assediar. MInha mãe é um exemplo clássico. rs Voce nao citou as tecnicas que usa, enfim, acho que as que te falarei sao bem simples ,e ao menos comigo esta funcionando. Eu atualmente trabalho com um cara que é meu superior hierarquico. Pense num sujeito perturbado. Alem de bipolar, ele é RUIM, ruindade raiz mesmo, uma pessoa extremamente dificil, intempestiva e com pessimo astral, deixa o ambiente pesadissimo. Me gerava muito desconforto a presença dele ate chegar num ponto que fui pedir ajuda especializada pra "cortar" minha conexão com essa criatura, mesmo trabalhando com ele, so 3 x por semana ( juro, que se fosse todo dia, eu nao iria aguentar) comecei a fazer oraçoes especificas parar perdoar o mal que aquela pessoa me fazia ( ele é agressivo e chucro), e comecei a ir trabalhar com o umbigo tampado com um esparadrapo ( essa voce deve conhecer) nao sei se tentou essas coisas, ao menos pra mim esta ajudando um pouco, ja deu uma amenizada no clima, a baixa energia dele nao esta me "derrubando" como antes. mas o que me deixou mais em paz, foi fazer um ritual de " corte energetico" com a pessoa em questao. Achei no google em um site sobre espiritualidade, vou copiar e colar pra vc : Como fazer: Em primeiro lugar, é essencial que a nossa mente se encontre calma e segura, para conseguir agir com clareza e racionalidad, evitando que emoções negativas nos perturbem. Comece por expressar a intenção de se perdoar a si próprio e à outra pessoa, porque se não o fizer não conseguirá libertar-se dela, pois estará ainda preso ao ressentimento. Se tem dificuldade em perdoar, até porque há situações que de facto são imperdoáveis, pense que ao perdoá-la está a fazer um favor a si próprio, não a ela. Está a permitir-se A SI a seguir em frente. Nem todos os cordões energéticos estão localizados no chakra do coração ou no do plexo solar. É importante, por isso, identificar onde eles se encontram, para poder cortá-los. Deite-se de costas, feche os olhos e descontraia inspirando e expirando profundamente, durante alguns minutos. Concentre-se em cada parte do seu corpo, desde a ponta dos pés até à cabeça, devagar, e preste atenção ao que sente em cada uma delas. Faça este exercício sem pressa nem pressão, por vezes a urgência em obter um resultado impede-nos de o conseguir. Sinta-se a si próprio, simplesmente. A parte do seu corpo onde sente maior peso e densidade é aquela onde se encontra o maior cordão negativo que precisa de ser cortado. Preste atenção a uma sensação de cansaço numa área, um peso que pode ser maior ou mais ligeiro, uma espécie de sombra. Concentre-se nessa área e procure compreender que emoção ou crença nossa permitiu que aquele cordão ali fosse criado (por exemplo "Eu acreditei que ele era o homem da minha vida"). Uma dica para compreender quais são os cordões positivos e quais são negativos consiste em sentir, em cada área do seu corpo, se a energia entra ou se sai. Os cordões negativos "empurram" energia negativa para dentro de nós, fazendo-nos sentir como se algo estivesse a pesar, a forçar a entrada. Os cordões positivos emanam uma energia positiva a partir de nós, que irradia de uma forma leve e pura. Para além disso, normalmente os cordões negativos encontram-se no chakra do plexo solar, acima do estômago, já que é esse o nosso centro de poder e de controlo da nossa energia. Os cordões negativos são densos e nascem de emoções como o medo, a raiva, o controlo, a frustração, o desejo, o ressentimento, a insegurança, a rejeição, a procura de benefícios materiais, por exemplo. A sua vibração é densa. Quanto mais emoção, tempo e energia investimos numa relação com uma dada pessoa, mais forte será esse cordão, apresentando maior resistência. Quando conseguir detetar o cordão visualize-o e veja-se a cortá-lo com uma tesoura ou com uma faca, com um golpe seco, completamente. Depois, veja-se a enviar energia positiva, de amor, para o local onde o cordão foi cortado. Esta energia pode ser branca, luminosa, dourada, cor-de-rosa, sendo sempre leve e positiva. Não deixe a ferida aberta, para que ninguém possa tirar-lhe energia a partir dela. Pense naquilo que mais ama e envie essa energia. Repita este corte em todas as áreas do seu corpo onde sente que existem cordões emocionais negativos. Depois, peça ajuda ao seu Anjo da Guarda e ao Arcanjo Miguel para o libertar de todos os cordões negativos, dizendo em voz alta: Peço aos meus Anjos e Guias Espirituais que me ajudem a libertar para sempre de (dizer o nome da pessoa). Que vamos os dois em frente livres de amarras e da ligação que tivemos nos passado. Peço ajuda para seguir em frente. Agradeço as lições que aprendi e que dei, mas de hoje em diante já nada me liga a esta pessoa. Peço que neste momento todos os cordões energéticos e físicos sejam cortados, e que todos os laços entre nós sejam dissolvidos e libertados, e que toda a energia regresse ao sítio de onde veio. É minha vontade que não haja mais trocas energéticas entre mim e (dizer o nome da pessoa). Comperdão e paz peço que se afastem de mim e que eu me afaste dele/a. Invoco agora o Arcanjo Miguel para que com a sua espada sagrada corte todos os cordões que me prendiam e que limpe a minha energia com a energia pura do amor de Deus. Ámen. É natural que se sinta um pouco confuso, instável e inseguro depois de fazer estes cortes. Procure estabilizar, concentrando-se naquilo que mais importa na sua vida. Sinta-se ligado à energia do Céu e da Terra e sinta que faz parte do Universo, que tem um propósito e uma razão de existir, e que a sua vida importa mais do que todas as ligações que estabelece ao longo dela. Se não acredita que este ritual pode realmente resultar, pense que TUDO NO UNIVERSO É ENERGIA. Ao fazer um corte energético, ao visualizar-se a fazer esse corte, está a emitir essa energia. E é isso que se manifesta depois no plano físico, na sua vida. NOTA MUITO IMPORTANTE: Quando cortamos um cordão emocional negativo com outra pessoa, essa pessoa pode senti-lo energeticamente, porque deixa de conseguir retirar energia de si para se alimentar a si própria. Por isso, é possível que entre em contacto consigo e que procure uma reaproximação, para voltar a criar novos cordões energéticos. Tenha cuidado. Lembre-se que aquilo que não nos faz bem não tem razão de existir na nossa vida. Pode fazer este ritual em qualquer altura, mas ele é especialmente eficaz em períodos de viragem energética, tais como o início do ano, o início das estações, os equinócios e solstícios, a primeira noite de Lua Nova ou de Lua Cheia. Não acho que haja limites para a proteção, tudo depende do seu estado de espírito, voce nao pode deixar a vibração ruim da pessoa ter ressonancia em voce. use o maximo de tecnicas que forem necessarias, quanto mais seguro se sentir, menos influencia a pessoa terá sobre voce. Vou te falar que ha muitos anos eu nao me encontrava numa situacao tao dificil, lidando com uma pessoa tão trevosa e baixa energeticamente. Esta sendo um grande desafio para mim. Boa sorte para nos !
  18. 1 point
    Legal sempre trazer esse assunto, embora já tenha sido tema de vários tópicos aqui. Dá uma pesquisada pelo fórum que devem ter algumas discussões respeito que podem ajudar 😉 https://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/19364-como-conciliar-materialidade-e-espiritualidade-na-vida-cotidiana/
  19. 1 point
    Olá, boa noite ! Estava lendo um artigo de revista de Filosofia , e achei interessante digitalizar e postar aqui para debates. Vou pensar em algumas indagações... eis o texto em baixo: Assunto: Individualista, Eu ? [Pensadores destacam o lado positivo desse comportamento?] De individualista, ninguém gosta ser chamado. É quase uma ofensa. O termo ganhou significado pejorativo ao ser relacionado com egoísta , de quem só pensa em si. Mas essa livre associação não é de todo correta. Alguns pensadores até valorizam o individualismo , em seu lado positivo , é claro. E sim, ele tem um lado bom: o de consolidar os direitos subjetivos, como a liberdade individual , por exemplo. O problema está no extremo, a pessoa individualista pode desenvolver um descaso pelo coletivo e tornar-se auto-referente. O individualismo é produto do nosso tempo , assim como o coletivismo predominou em outras épocas. Hoje, somos culturalmente condicionados a agir dessa forma. E, se não há escolha, é bom entender melhor o que é isso. A ideia mais comum que se tem sobre o individualista é a de alguém que só pensa em si mesmo, não se importa com os outros e nem com o mundo. Seriam pessoas com dificuldade de relacionamento e isoladas da sociedade. “ Essa é uma noção meio moral sobre o que é individualismo. Mas, antes de pensar dessa forma, precisamos entender as raízes do seu comportamento” , explica Dulce Critelli, professora titular da pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e terapeuta existencial. Do ponto de vista filosófico, a noção de individualismo está radicada lá em Aristóteles. Para ele, todas as coisas são indivíduos em si, ou seja, são o que são, independentemente do meio em que se encontram. Sendo assim, um vaso é sempre um vaso por si mesmo, explica Dulce. A noção que vingou entre nós foi a aristotélica. “ Nós desconstruímos tudo: a medicina, a educação, a política, a convivência social. Tudo o que fazemos é com a crença de que o que existe é de forma individual e por si só. Essa é nossa concepção de base”, explica Dulce. Mas os gregos antigos não entendiam o mundo dessa maneira. Para eles, a vida cotidiana se dava de forma isolada. Na origem de nossa civilização ocidental, a experiência era conjunta , de uma vida com os outros. O que cada um dizia , o testemunho do outro sobre nossas ações, isso era o importante. É na Idade Média que essa condição começa a se modificar, lembra Dulce. E o que muda ? A preocupação do grego era com o bem comum e o ideal máximo era a conquista da imortalidade. Eles percebiam que a natureza era cíclica , tudo morria e nascia de novo. Já o homem , apesar do nascimento e da morte , não se repetia como a natureza. Cada um era exclusivo. A única forma de se imortalizar era deixar na memória das gerações futuras. Assim surge o ideal dos heróis gregos, que lutam e dominam outros povos não para saquear e subjugar, mas para mostrar que são bons guerreiros. Esse ideal grego de glória , sempre perseguido , garantia uma lembrança futura , seja por ações em batalhas ou por discursos. 'E o que essa história toda tem a ver com o comportamento individualista da época contemporânea ? ' - pode-se perguntar. É que o ponto de partida para uma concepção mais individualista da vida é exatamente o desaparecimento desse ideal dos heróis gregos. Se antes se perseguia a imortalidade , na Idade Média essa busca vai dar lugar ao desejo de eternidade. Quem passa a ser imortal e eterna é a alma e não mais a memória de alguns homens , lembrados por várias gerações por seus feitos. E o caminho para que a alma se torne eterna quem conhece são os padres, eles têm o poder de salvar a alma humana. O homem deixa de procurar a glória ou o bem comum e começa a cuidar de seus próprios negócios , de sua vida particular. A vida em comum é deixada aos cuidados dos reis e dos padres. “ A alma passa a ser uma questão da igreja e a vida pública , uma questão do governo. Com isso, há um afastamento dos homens”, explica Dulce. Ela explica que nossa noção de indivíduo é politicamente conveniente, porque para os governos é mais fácil que cada um cuide de si e não participe da vida comum . Como foi conveniente na Idade Média esse afastamento da vida pública para os reis e a igreja. “ É importante provocar essa reflexão ou a discussão fica muito superficial. Parece que as pessoas teriam, sozinhas, a escolha de ser ou não individualistas, quando é a cultura e a própria estrutura de vida que provoca isso nelas”, afirma Dulce. Foram vários os fatores históricos, além da morte do ideal de um herói grego, que colaboraram para o surgimento do individualismo. Já vimos como a igreja , ao introduzir a crença na salvação da alma, afastou os homens da vida pública. Mas a interferência religiosa não pára por aí. A Reforma Protestante foi uma forma de valorização do indivíduo , explica Cesar Augusto Ramos, professor de Ética e Filosofia Política da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR). Com a Reforma , a religiosidade passou a ser um fenômeno do coração e da consciência , o crente conquistou o direito de sozinho falar com Deus e de ler a Bíblia em seu próprio idioma, fiz Ramos. Mas nem todo o pensamento individualista foi desenvolvido a partir de interferências religiosas. Fatores econômicos também contribuíram. Com o surgimento da manufatura e, logo depois, da indústria e do capitalismo, o homem passou a ser ele próprio uma força de produção. O trabalho assume a forma de uma atividade individualizada , explica Ramos. Outro elemento econômico e jurídico é o fato de o indivíduo tornar-se capaz de contratar e de ser contratado. A força de trabalho de cada um começa a poder ser vendida no mercado. “ Antes , as pessoas, junto com os instrumentos de produção , estavam vinculadas à terra e aos costumes. As relações de trabalho eram comunitárias. Com essa mudança, os indivíduos se isolaram um dos outros”, diz Ramos. Um aspecto que ajudou nessa transformação foi a constituição dos direitos subjetivos ; entre os mais importantes deles está a liberdade individual. Cada indivíduo passou a ser visto como um sujeito dotado de capacidade para agir e para pensar por si próprio. Antes disso, a liberdade era objetiva , explica Ramos. “ Para os antigos, era livre quem não era escravo. A liberdade era um status social, não se conhecia a ideia de um direito subjetivo” , diz o professor. Esses e outros fatores levaram à constituição de um novo paradigma de comportamento : o individualismo. Com uma fase positiva e outra negativa, o individualismo é contraditório. Se por um lado é uma conquista da sociedade , na medida em que se conhecem determinadas qualidades importantes para o desenvolvimento do ser humano e da humanidade – como a dignidade da pessoa , a autonomia dos indivíduos, a privacidade, a subjetividade e os direitos individuais, sobretudo a liberdade individual – por outro lado traz determinados riscos. E o risco maior é a exacerbação do individualismo. Quando essa atitude é superdimensionada, o indivíduo passa a sofrer uma certa patologia. Na tentativa de valorizar sua autonomia e seus direitos, ele se isola e se torna auto-referente, explica Ramos. Assume atitudes egoístas de rompimento com os laços comunitários, o que leva a dois fenômenos descritos por alguns autores, como R. Sennet e Lipovetsky: a morte do espaço público e, junto com essa morte, a cultura do eu. Para esses autores, o indivíduo contemporâneo e pós-moderno , em vez de valorizar a dimensão filosófica que dá a individualidade o caráter de traço essencial do ser humano, acabou valorizando a dimensão psicológica e intimista desta. Com isso, chegou-se a uma era a que se pode chamar de consumo da consciência , com práticas de alcance espetacular de mercado, como a autoajuda, o esoterismo, o culto do corpo e a religiosidade como fuga da vida pública, explica Ramos. “Paulo Coelho é um fenômeno que explica isso. A autoajuda é uma busca de forças pessoais , uma forma de realização ligada ao indivíduo. São características da exacerbação ligada ao individualismo e da autorreferência”, diz Ramos. O homem passa a buscar em si mesmo tudo o que é necessário para torná-lo feliz, sem precisar da ajuda do outro. “ Há progresso e desenvolvimento das capacidades do ser humano, mas alienação”, afirma o professor. Qual seria a solução para esse mal ? Voltar à forma de vida em que há predomínio do coletivo ? Para Ramos , é complicado defender esse retorno. As condições sociais, econômicas e filosóficas tornaram difícil retornar a integração do sujeito à totalidade. “ Por outro lado, observamos, a despeito da cultura do do individualismo, formas cada vez mais intensas de recuperação de laços comunitários”, afirma o professor. Ele dá como exemplo a internet. Ao mesmo tempo que é isolada e autorreferente (continua o usuário a um espaço solitário, compartilhando apenas com o computador), a internet conecta um ao outro. É uma inovação tecnológica que permite ao homem se defrontar com essas duas tendências fortes do ser humano: o coletivismo e o individualismo. O ideal, segundo Ramos, não é abandonar o individualismo e retornar ao coletivismo , mas , sim, conciliar esses dois comportamentos. “No extremo, os dois são negativos. O holismo [coletivismo] exacerbado pode propor a existência de um partido único ou de um guia único que salva a todos. Já o individualismo não se preocupa com a política, não se interessa em fazer eleição ou não se envolve com a direção do governo”, explica Ramos. Essa tensão, entre comunitarismo e individualismo, existe nos dias atuais e pode ser notada nos conflitos entre o público e o privado, entre os direitos individuais e os direitos coletivos. Um exemplo é a crise do meio ambiente e todas as manifestações que tentam reverter essa situação. “ A degradação do meio ambiente vem da ideia básica e individualista do direito de consumo : 'eu compro um carro porque o dinheiro é meu e pago imposto'. Não se pensa nos prejuízos para gerações futuras”, diz Ramos. É uma questão que envolve o ecossistema, a totalidade, e precisa ser resolvida por uma mentalidade que abandone o sujeito como centro. A professora Yolanda Gloria Gambua Muñoz, do curso de Filosofia da Universidade São Judas Tadeu, vai contra essa corrente que divide os comportamentos em individualistas ou coletivistas. Para ela, o individualismo não é uma questão que pode ser deslocada do todo integrado. “ O individualismo está ligado ao coletivo sempre. Os dois ocorrem ao mesmo tempo”, explica. E vai além. Gloria segue uma corrente de pensadores que valorizam o individualismo. “Mas sem pensar em indivíduos isolados”, diz. O valor negativo estaria na palavra sujeito, que carrega a sujeição a modelos dados. A professora defende uma nova forma de subjetividade , que procura seguir não os padrões estabelecidos pela massa, mas um outro modelo, o “não-dado”. É uma sujeição a si próprio e não ao outro”, explica Gloria. Contra esse nivelamento imposto ao sujeito, o filósofo dinamarquês Soren Kierkegaard foi um dos primeiros a levantar críticas. Para Kierkegaard , a finalidade do homem deve ser tornar-se um indivíduo, ou seja, um ser de relações consigo mesmo , com os outros e com Deus, explica Silvia Saviano Sampaio, professora de Filosofia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) . O indivíduo é o oposto do homem da massa e do homem hermético, isolado dos outros homens. Silvia explica que, para Kierkegaard, “o importante é que o homem deixe de viver por hábito e encontre uma verdade pela qual queira viver e morrer. A violência e a brutalidade são consequências da ausência de interioridade. Pois, sem interioridade não se possui nada, nem individualmente, nem em comum”. Buscar algo que interesse só a si próprio é um traço de individualismo que pode parecer egoísta. Mas Gloria não encara isso como negativo. Ela vê no individualismo de algumas ações meios para promover o benefício do todo. “Mesmo que a princípio não fosse esse o objetivo”, diz a professora. Para explicar esse raciocício , ela recorre a Nietzsche. O filósofo desmistifica a ideia de que se deve trabalhar por grandes ideais coletivos, ou para se ficar na história. Para ele, o trabalho deve ser feito é bom e gosta de praticá-lo, explica Gloria. E uma ação que em tese é restrita aos interesses de uma pessoa em particular pode vir a se tornar útil a todos. “ Um estudo científico pode ser muito específico e, em teoria, só interessar a uma pessoa, que gosta da área. Mas ele pode acabar proporcionando descobertas que beneficiem outros seres. Ser egoísta , neste sentido, não é algo negativo”, afirma Gloria. Outro exemplo dado é o de um colecionador particular de arte. Seria egoísmo puro e negativo se a coleção permanecesse restrita àquela pessoa. As ações e motivações podem ser individualistas , mas é preciso extrapolar para o coletivo em algum momento, explica Gloria. Os pensadores que defendem esse raciocínio não trabalham com divisões dicotômicas – como o Bem e o Mal, o individual e o coletivo. “Tudo faz parte de um mesmo novelo, está interligado”, diz a professora. E, como está entrelaçada, às vezes uma ação individual serve ao coletivo , não por objetivo, mas por consequência “, explica Gloria. Para a professora, os homens alteram os momentos mais individualistas ou mais coletivistas. “ Em certas épocas , uma pessoa pode ser totalmente individualista. Talvez esteja muito mal. Mas depois que se recupera , passa a ajudar. Não se deve rejeitar o egoísta porque ele pode estar passando por um estágio transitório. As forças costumam se voltar contra si próprio em certos momentos ; o condenável é ficar nisso para sempre. Essas forças devem extrapolar e ir para o coletivo”, diz Gloria. O individualismo é condenável no sentido de acumular coisas e nunca pensar no próximo. Mas, se o coletivo permeia todas as relações, de onde vem a crítica ao individualismo de nosso tempo ? O abandono que se nota não é das relações coletivistas , mas do espaço coletivo. “ As pessoas, hoje em dia, ficam mais isoladas em casa , não existe mais a força da praça pública. E a saudade que se tem é disso, destes espaços onde ocorriam os atos públicos”, diz Gloria. Os espaços públicos, por outro lado, começam a ser criados de maneira diferente. Não existem mais a praça, mas surgiram os sites na internet, onde as pessoas se vigiam. “ Ainda não morreram os espaços coletivos , deixando as pessoas isoladas”, explica Gloria. Mas, de fato, eles perderam força. Hoje em dia, cada um cuida da limpeza da própria casa, mas deixa a praça pública de lado , por exemplo. “ É um pensamento de que o espaço coletivo não é dele e pronto. Essas críticas ao individualismo, em certo nível, são pertinentes”, afirma Gloria.
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    Porque o primeiro post sempre fica a espera de liberação, para evtiar que bots se cadastrem no fórum e então encham o fórum de propaganda antes que a gente saiba. No nosos primeiro ataque de bos, um só deles postou 600 propagandas... todas em russo,kkkk. Agora quando algum deles faz isso, vocês não enxerga né? Porque eu enxergo, vou lá e deleto o cara e tudo que ele postou. Mas vendo que é um humano, eu livero, como liberei o seu agora. Está demorando um pouco para eu liberar porque estamos com o serviço de email desativado e o Saulo ainda não reativou. Enoa não sou mais informado por email, toda vez que alguém posta algo aqui. Preciso lembrar de entrar no fórum e procurar para ver se tem algo pendente.
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    Na ultima note tive coragem e sai do corpo,o estranho é que não foi de forma direta,foi após ter sido puxado para um espelho num sonho,após ter entrado nesse espelho,estava tudo escuro e me senti flutuando,quando percebi que estava em viagem astral,e lúcido para caramba,quando percebi que abri os olhos e passei a mover minhas mãos,cai em alegria,por ter conquistado,quando levantei,pisei o não e olhei para cama,além de ter encontrado uma caixinha(segredo,chão digo o que tinha dentro) eu olhei para minha cama e não vi meu corpo,afinal,como não me vi deitado,fiquei ate decepcionado na hora,isso realmente foi uma viagem astral? :X
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    Por não ter visto seu corpo não é problema, raramente alguém vê, porque ao estar projetado você está usando sentidos do corpo astral, não do físico. Então não tem porque esperar ver objetos do físico. Você pode ver espíritos porque eles estarão na mesma dimensão que você, mas seu corpo físico não está na mesma dimensão que seu corpo astral, então a regra é quase nunca ver mesmo. Mas entrar em espelho não é uma boa, não há nada ali, lembre-se que espelhos são um pedaço de vidro pintado com tinta metálica. É o mesmo que querer entrar numa placa de madeira. Espelhos apenas criam a ilusão visual de um mundo paralelo, coisa que poderia enganar um silvícola apenas. Quando você entra numa estrutura assim esperando achar algo, sua mente sonhadora via começar a criar fantasias sem parar, e a experiência será apenas um sonho lúcido, uma viagem numa sucessão das plasmagens mentais e personagens que não existem de fato no plano astral. Pode ser divertido para quem gosta de fantasiar, mas tem tanto valor quanto "ter experiências" jogando um game.
  23. 1 point
    a sensação que eu tive foi justamente de ser uma voz que vem de dentro ( da alma, talvez). Eu havia chegado a pensar que pudesse seu o Eu Superio ou Ego, mas resolvi postar só pra levantar uma debate mesmo. Mas é bem esquisito saber disso, pois agora tive certeza que quando eu morrer, eu vou morrer mesmo, pois eu nao existo kkkk
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    Vou me referir aqui aos seres realmente negativos e não a assediadores e obsessores semi conscientes. É uma simples questão de livre-arbítrio. Uns amam a luz. Outros amam a escuridão. Porém, não importa que uma entidade permaneça no caminho negativo por éons, o caminho da luz é inevitável. Muito acima e muito além de todos os jogos da polaridade, o infinito repousa eternamente absoluto. Essa é a nossa origem e o nosso destino. Tudo está sempre bem irmão.
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    bem, ai é com eles ! Sei que meu irmao me detesta, porem eu nao sinto absolutamente nada em relacao a ele, ( nem de bom nem de ruim) a gente nao tem controle sobre como as outras pessoas agem. So sei que farei o possivel pra tentar diminuir o maximo de encarnações neste lugar, pq haja saco! rs
  26. 1 point
    Poder até pode. Em geral essas coisas sempre envolvem laços familiares. Mas só um médium poderia de fato saber se voce apenas sonhou com isso porqur era o seu tema do dia, em vigilia, ou se participou de algo em astral mesmo, relacionado ao seu caso E ao do seu pai
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    Iogui, tenho essa mania desagradável de ler e não reagir - não responder, não dar like, nada, e então parece que não li, mas saiba que li e reli umas 4 vezes sua resposta, e ela me ajudou muito. Obrigada. De lá pra cá minha compreensão melhorou um pouco. Antes meu pensamento era algo como "bem, se mexer... posso fazer bagunça, então vou deixar assim mesmo. Tá ruim, mas... vai que eu pioro?" Mas agora já tô entendendo melhor que esse medo - medo de mexer no aprendizado, no carma - não faz sentido porque sinplesmente não é assim que a vida funciona. Imagine só você ir até o fulano dizer algo e... pronto, ele entende tudo, enxerga tudo sob aquele ângulo e diz "Nossa, obrigado! Você mudou a minha vida. Mudou com uma única frase!" Imagino que quem leia eu dizer isso pense "nossa, mas qualquer um sabe disso... " mas... será que a gente sabe? Uma das coisas que mais fazemos é tentar mudar o outro - o tempo todo - em um ciclo de motivação e frustração. Isso se aplica a tudo! Ou a gente se revolta com o outro por ter aqueles pensamentos que tem, ou então vai ao outro extremo, não menos pior: pensa que o outro não escuta porque é um teimoso, porque o problema está em você, ou em algo que pode ser mudado - uma mudança de fora pra dentro. Música, filme, novela, no geral estão todos com sua história construida em cima desse mesmo... pensamento simples que fazemos virar um drama - alguém que quer mudar algo, não consegue, se revolta e termina sofrendo amargurado. Mas apenas até se motivar novamente, tentar mudar e de novo e de novo se decepcionar. Então sobre essa minha coisa agora tô fazendo assim: eu dou a minha opinião (o que já é um avanço, antes eu temia até isso) mas se vejo que a pessoa continua falando a mesma coisa, mesmo embora eu tenha tentado explicar mais de uma vez, eu paro, espero, e deixo. Deixo a pessoa ali com o pensamendo dela, explicando sua opinião, e se encontro uma brecha para introduzir uma dica, introduzo, mas se não vejo essa brecha (maioria das vezes) eu deixo e não toco mais no assunto. Também não fico tentando colocar as dicas no meio da conversa a força. Deixo fluir. As vezes penso se está correto, mas acho que sim. No geral é mais isso mesmo que você disse, Iogui, esperar que a pessoa pergunte. Até agora não senti que minha ajuda foi útil, no geral a pessoa continua sem enxergar a raiz do problema. Inclusive essa moça do texto contínua com os mesmos pensamentos de auto punição, tá até um pouco pior... mas vai ver será útil psra algo que ela só vai se ligar lá na frente. Explico mas se o outro não entende não fico tentando explicar de novo e de novo, deixo que ele releia - ou pesquise. Pelo menos nuca mais fiz o que eu fazia antes, por exemplo, de ficar vendo filmes, lendo livros inteiros, muitas vezes na pressa, só pra pegar uma dica pra dar para o outro. Cheguei ao ponto de regravar uma meditação guiada DE UMA HORA em inglês só para mandar para uma pessoa...
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    @Luciene GT boa noite, a aplicação de energias, no caso, a exteriorização de energias, não tem um tempo estipulado para ser feito. Quando começamos a movimentar as energias e sentimos que as mesmas estão saindo de nós, seja das mãos, seja do frontochacra, em um dado momento sentiremos que o processo ja esta completo, ou seremos intuídos por um amparador. O encapsulamento durará um tempo, dependendo da qualidade da energia que foi emitida e quantidade, e deverá ser refeito, caso necessário. Um exemplo de encapsulamento, é exteriorizar energias todas as noites no quarto onde dorme, onde criará um bolsão de energias, que evitará pelo menos, que as consciências "mais grossas" digamos assim, não consigam entrar. Existem 40 manobras de energias, a mais comumente mencionada é o EV. Vou postar aqui um link com uma lista, e sugiro os videos da conscienciologa Nancy Trivellato, que fala muito de EV, encapsulamento, e tudo ligado a energia no seu canal. https://www.consciencialucida.com.br/2010/10/listagem-das-40-manobras-energeticas.html Eu faço exercícios energéticos todos os dias, estando em qualquer lugar, e promovo o E.V várias vezes por dia. O dominio das energias tráz muitos beneficios, e com certeza é o caminho para a evolução mental e emocional. Precisando trocar idéias sobre energias e tantos outros assuntos ligados a projeção, é só chamar. Abraços.
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    A luz era nesse formato mais ou menos, mas pequena: https://prnt.sc/on2n1b
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    E, acho mais preocupante (que o nosso) o carma que eles (os opressores) ainda carregam. Se havia um carma nosso, creio que foi compensado (pelo menos nessa parte), já eles ...
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    Só existe uma libertação do Karma, a identificação com a consciência primordial. Que está fora do mundo, e das leis do mundo. Se você busca essa consciência e consegue se alinhar com ela boa parte do tempo, não há carma porque não há mais tanta identificação com o sujeito e o EU deixa aos poucos de ser você pessoa social de história e ação e começa a realizar que é uma consciência impessoal e atemporal. No sentido que o karma, que nada mais é do que movimento, continuará agindo sobre essa pessoa, mas essa pessoa não mais será seu centro, e tudo ficará mais fácil. Obviamente, se você se dedicar a sabedoria, como diria Buda, a causa de toda mente ignorante é toda mente que foca em outra coisa que não seja sabedoria.
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    Olá, Para quem viu algumas postagens minhas anteriores, sabe que a minha maior dificuldade é de facto sentir presença no plano astral, eu sempre conseguia induzir o estado de vibração, me sentia completamente a sair do corpo mas na verdade não conseguia estar consciente no plano astral, mas hoje foi um pouco diferente. Hoje estava um pouco ensonado, e portanto decidi dormir umas horas durante a tarde, a certo ponto eu me sinto acordado, desperto, mas ao mesmo tempo sinto que não, como se estivesse 50/50 acordado e a dormir, e foi aí que comecei a sentir vibrações bastante intensas, e como já passei por isso, sei como proceder para no mínimo tentar fazer uma projeção. Normalmente quando sinto o meu corpo vibrar, basta eu querer e eu me sinto como se estivesse a voar e a sair do meu corpo astral. Segui uma dica que deram, de pensar em algum local com o máximo de detalhes para ver se conseguia ter uma projeção, ora, eu pensei na porta de minha casa. Imagine como seria se eu estivesse em pé olhando para a porta de minha casa, imaginei todos os detalhes, a calçada, os arbustos e me senti presente ali. Aquilo que eu lembro da minha experiência, assim que eu me apercebo que estou fora do corpo e à entrada de casa eu sei que "gritei" para o meu "anjo da guarda" ou protetor ou algo do género, li em alguns relatos e tópicos que todos nós temos uma espécie de protetor astral e gostaria de ter conhecido ele, infelizmente ninguém apareceu. Depois eu sei que eu atravessei a porta de minha casa, não me lembro de sequer ter tentado puxar a porta, simplesmente a atravessei, e vi uma pessoa dentro da cozinha de minha casa, mas sei que nunca vi essa pessoa, tinha uma aparência diferente, não era um aparência medonha, parecia humana, mas era uma outra pessoa, nem sequer notou a minha presença, eu entro na cozinha e essa "pessoa" estava fazendo alguma coisa e não ligou a mim, logo depois disso não me lembro mais, provavelmente perdi a consciência. Sei que depois disto caí num sonho. A minha viagem foi curta, sempre senti que não estava 100% consciente, sentia que estava lá, me sentia a caminhar mas era como se estivesse bebedo (nao dá para explicar). Provavelmente da próxima vez irei tentar sair da casa quando senti a vibração. A verdade é que o plano astral, pelo menos do que eu me lembro, é um local muito parecido ao mundo físico, mas a aura, a sensação, até o próprio brilho me pareceu ser muito diferente. Nota que eu durante o pouco tempo que me senti presente não vi nenhuma identidade nem nada do género.
  33. 1 point
    Ja estudo a muitos anos, cuido das energias e tento manter a lucidez sempre. No dia anterior eu dei inicio a um processo de intensificação da intenção de sair. Foi bem simples, eu já tinha acordado, ido ao banheiro e tal. E deitei de novo. Tava sentindo as energias de uma maneira mais fácil hoje, normalmente não sinto nada de manhã, uns "arrepios" e tal, pensei no mentor que tava lá cuidando de mim , me dando passe, uns minutos depois eu comecei a escutar os barulhos e pensei opa! dei uma movimentada (olve) na energia e ativou um pequeno EV e o barulho aumentou e deu tipo uma paralisia ( não sei se foi pq não tentei me mexer e nunca senti uma paralisia na minha vida), já pensei logo, bom vou ficar tranquilo, calmo e seja o que for, eu quero sair, comecei a flutuar sobre a cama, visão muito embaçada, meio escura e como se tivesse alguns borrados na minha vista.. fui flutuando, sensação muito boa e pensei , não vou longe não, vou olhar pra minha cama ver meu corpo e voltar logo pq não quero esquecer. Olhei pra baixo e vi só minha cama, não vi meu corpo .... Mas fui puxado pra cama voltei pro corpo. Dias depois falei pra minha mãe a minha experiência e ela perguntou que horas foi, pois por volta de umas 8:00 da manha ela tava dando um "Passe" na casa! entre aspas por que ela descreveu uma exteriorização com pensamento positivo, mas ela seguiu a intuição dela pois ela é evangélica e não tem conhecimento das energias pelo menos não de forma intrínseca, e foi por volta desse horário que tive minha experiência. Acho que pode ter alguma relação.
  34. 1 point
    Antes de você me lembrar dos famosos djinns, comecei a ler um livro sobre cabala, sabe ele fala que se eu ler o alcorão eu vou mudar meu conceito de pensamento sobre a vida, ele deve achar que sou uma alienada sem personalidade para ser convertida a uma coisa tao arcaica, afff. Se ele invocou algo, coitado pq eu tenho meus mentores e amigos(vocês, hehehe) para me alertar. Obrigada
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    verdade, outro dia dormi com som de rio no celular, sonhei que tinha um monte de torneira aberta inundando tudo.
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    https://youtu.be/MC3VmHxzPHU Esse vídeo fala sobre o tema. Já tive uma experiência que acredito que possa ter sido isso, pois fui tomado por uma força absurda e repetia um mantra que não tinha conhecimento , acordei com um banho de energia e com repercussão energética aparente da entidade que tive contato, a credito que tenha sido algo positivo. Também tive outra que estava em uma especie de centro espírita, e veio uma energia muito forte e negativa na minha nuca, nesse caso tenho certeza que era um obcessor antigo meu, pedi desculpa por tudo que já havia feito a ele, mas ele não aceitou. Acordei muito mal, nunca acordei tão ruim na minha vida, é isso demorou o dia todo para passar. Obs: não sou médium
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    O próprio espírito sem a diminuição de suas das faculdades causada pelo corpo.
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    TUDO SOBRE SUCO VERDE: como preparar de forma simples, nutrientes e dicas https://www.youtube.com/watch?v=ZzCg4sn3vos
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    ( Mesmo não sendo um desabafo vou postar nesta área porque talvez o publico que circule por aqui esteja mias afinizado como que pretendo dizer) Vou deixar aqui uns comentários que não são dirigidos a ninguém em especial, mas a um determinado perfil psicológico que tenho notado em várias pessoas que já me contataram por MP aqui no gva no decorrer dos poucos anos em que tenho estado por aqui (desde 2012). O fato de algumas pessoas com esse perfil me procurarem me faz pensar que há muitas mais, que nem se cadastraram no gva, apenas passam por aqui para ler algo, e podem estar na mesma situação, mas não querem se expôr. E também, pelo fato de eu não estar me dirigindo a ninguém especificamente, posso falar certas coisas que talvez sejam úteis para essas pessoas, sem correr o risco de ofender ou magoar alguém, já que não estou falando para esta ou aquela, mas para alguns cujo perfil se caracteriza por esse traços. Tem muita gente por aí, em geral jovens entre 15 e 25 anos, que sofre de uma combinação de condições: extrema ansiedade, crises de pânico, fobia social, tendência a medos genéricos e paranóia religiosa. Com o tempo eles as vezes ainda descobrem que possuem também histórico de abuso sexual na infância, tendências homossexuais ainda não assumidas, e em geral pertencem a famílias também compostas por fanáticos religiosos, com um ou mais membros com problemas psiquiátricos, ou com algum dos genitores com tendências sexuais também incompatíveis com suas crenças. Em geral esses jovens passaram por situações de bullying na escola, tem dificuldade para relações sociais, sofrem uma certa opressão na família, e por isso optam por viver fora da realidade enquanto for possível, ficando presos cada vez mais num círculo vicioso de medo de dependência financeira e emocional do principal agente opressor, que costuma ser a família . Terminam vivendo isolados da sociedade porque ficam “protegidos” na bolha familiar.. Mas também vivem isolados da família optando por recolher-se nas bolhas da internet, games, etc. Em parte isso é culpa dos pais, que deveriam preparar seus filhos para mundo, ao invés de permitir-lhes alimentar esses medos durante anos a fio. Mas famílias doentias gostam de manter seu núcleo de emocionalidade tóxica impenetrável aos agentes externos, tanto que agora, nestes tempos mais trevosos, o ensino doméstico virou assunto da moda. Gente, famílias são compostas por espíritos afins. Espíritos que quando desencarnados vão morar nas mesmas zonas, mantendo os mesmos hábitos, as mesmas crenças. Então o que acontece? Esses jovens problemáticos em geral já vieram de zonas do umbral habitadas por grupos de espíritos fanáticos religiosos, por exemplo. Muitas vezes já tiveram várias encarnações como padres ou monges, e naquele ambiente ainda acabaram sofrendo abusos sexuais de outras pessoas também problemáticas nessa área. Nesta vida eles tem uma oportunidade de sair da bolha protegida e parasitária dos mosteiros, mas ficam cheios de medos, porque por séculos viveram fora do mundo,sempre tentando se esconder da vida em grupos de outros similares a eles. Essas tendências continuam fortes nesta vida, até porque nascem em famílias formadas por pessoas de perfil similar, sofrendo pressão de pais que também tiveram lá sua carga de problemas na juventude... Esses jovens precisam, primeiro, superar medos infundados e entender que a trajetória saudável de uma encarnação minimamente equilibrada exige: -estudar, -trabalhar, -ter vida independente, separado dos pais. - praticar alguma atividade física Praticar atividade física para essas pessoas é mais importante do que para as outras, porque tendo passado muitas encarnações isolados, dentro de comunidades religiosas, em geral eles tem problemas no chackra básico, tendo pouco aterramento, o que gera pouca vontade de viver, pouca energia, pouco interesse por qualquer coisa na vida. Atividade física estimula o chackra básico, então vai ajudar a compensar um pouco esse desequilíbrio. Outro motivo é que pela ansiedade que essas pessoas apresentam, toda sua energia fica atrelada ao “centro emocional”, em geral reagindo aos pensamentos negativos que uma mente desocupada produz sem parar. Fazer atividades físicas desloca essa energia para o “centro motor”, dando uma folga para emoções agitadas e pensamentos negativos. Quanto ao resto, é o básico: não há como sair da bolha familiar, que em geral é sua prisão consciencial, sem adquirir independência financeira. E essa independência, no mudo moderno, exige algum estudo. Portanto, basta seguir o rumo normal, estudar, adquirir uma profissão e então começar sua vida própria, que boa parte dos problemas ligados à condição do nascimento/família, serão superados no devido tempo, de forma automática. Mas sim, leva tempo! Ansiedade em relação a isso não vai acelerar nada, só prejudica. Muitas vezes esses jovens tentaram de todas as formas fugir dos desafios de cada etapa da vida para então, mais tarde, quando acordam para a realidade de que seu futuro será igual ao seu presente, sem perspectivas, ficam esbaforidos tentando achar uma solução rápida. Na busca incessante por atalhos gastam mais tempo alternando entre eles do que se seguissem o rumo normal, pelos caminhos regulares. Portanto: não invente moda! Estude a idade que lhe cabe estudar, como os demais jovens. Escolha uma profissão e faça um curso técnico ou faculdade, e saia do ninho! Porque se você não fizer isso você continuará sendo o prisioneiro de uma mentalidade que não se modifica encarnação após encarnação, porque você fica fugindo de conhecer outras pessoas, outras idéias, outras formas de ver a vida. Via ficar só alternando da bolha umbralina para a bolha no plano físico, mas sempe preso à mesma mentalidade, sendo que os problemas advindos disso vão de agravando, porque pela repetição incessante dos mesmo padrões de pensamento e emoções, fica mais difícil a cada vida conseguir “pensar fora da caixa”. Se não sair dessa um dia você nem volta mais para cá: após pasar algum aperto, quando sentir a pressão aliviar, vai levar três palmadas e abrirá os olhos num Jurassic park lá de um planeta mais primitivo que a terra, porque ao optar por ficar isolado não se integrou ao ritmo evolutivo das massas (que já é bem lerdo) e teve que ser despachado ( junto com os terraplanistas, por exemplo, ehehe) para formar um povoamento em outro planeta mais atrasado. Outro problema em pessoas com esse perfil é que como elas vivem com medo de algo que nem sabem o que é, tendem a ser vítimas fáceis de doutrinas que semeiam medo para usar as massas como grupos de ação na sociedade. Os fundamentalistas cristãos já fizeram muito isso disseminando o medo diabo, e depois é só dizer que o diabo é x, y, ou z, e essas pessoas aceitam. Os fundamentalistas lá do oriente médio dizem que os EUA é o grande satã, e assim manejam seus crentes nessa direção. O diabo é qualquer coisa que os grupos manipuladores decidirem que no momento é mais útil. O que importa é que eles sabem que possuem esse exército de zumbis hipnotizados pronto para entrar em ação, basta que se diga a eles quem é o “diabo da vez”. Esses jovens a quem me dirijo nesta postagem tem uma tendência natural a se sentirem atraídos por esse tipo de manipulação, que assumirá diversas formas: diabo, comunismo, reptilianos, demiurgo, illuminatti, judeus, gays, feministas, estrangeiros... Portanto, eu sugiro a vocês que se notarem que estão se sentindo fascinados por teorias que falam de um “inimigo oculto”, de um “grande complô”, afastam-se dessas idéias e dos grupos que as disseminam. Não significa que não existam grandes complôs no mundo, mas é que vocês tem uma tendência psicológica mais sensível a esse tipo de argumento, e isso pode ser desastroso para sua sanidade. Não custa lembrar que aquele tipo de pessoa que do nada pega uma arma e sai a matar inocentes, em escolas, shoppings, etc. em geral tem muitos dos mesmos traços que estou destacando aqui. Questões íntimas mal resolvidas , em geral ligadas à própria sexualidade, uma família problemática, somadas a algum tipo de crença fanática e uma tendência a botar a culpa no inimigo oculto é o que costuma levar essas pessoas a despejar suas insatisfações emocionais nos demais, quando a culpa está nele, por permitir-se alimentar diariamente pensamentos e emoções tóxicas, reforçados continuamente dentro da sua pequena bolha de familiares e amigos. Portanto, sugiro que : - Siga os rituais normais para sua idade, em cada fase da vida, evitando os excessos mas também as paralisias. - Identifique dentro de você a presença de “fatores de risco” como: ---------------o apreço pela cultura, mentalidade ou posturas radicalmente conservadoras, ---------------a fascinação por idéias que gerem desconfiança, paranóias --------------- conflitos sexuais de qualquer tipo -Não fuja de suas inquietações emocionais usando comida, drogas, ou bebidas. Se quer encher a cara ou usar drogas, só faça quando já estiver de ótimo humor, para evitar criar um condicionamento de usar algo para aliviar sofrimento interior, o que te tornará prisioneiro desses recursos e destruirá sua saúde ,tornando tudo mais difícil do que já é. .- Pratique algum esporte - Não alimente sentimentos/pensamentos “secretos” achando que não tem problema ó porque ninguém está sabendo. Exemplo: vídeos de estupro ou pedofilia. Tendências que você não pode revelar abertamente crescerão se forem alimentadas, e chegará uma hora em que se converterão em fonte de problemas, mais cedo ou mais tarde. Procure um psicólogo se sente que as tem. As coisas que vem à luz costumam se tornar menos perigosas do que se “mantidas no escuro” - Entenda que tudo na vida demora. Você é ansioso hoje aos 15, ainda será aos 30, um pouco menos aos 40. Não vai achar fórmula mágica que resolva logo seu problema só porque você está precisando muito muito... como se toda sua vida agora dependesse disso. Mesmo que você encontre fórmulas maravilhosas, sua vida interior continuará sendo o que é hoje, por no mínimo dos mínimos, uns 5 anos ainda. Nada no nosso universo interior muda muito ou muda rápido. Portanto não tenha pressa, preocupe-se em dominar seus pensamentos e emoções negativas “apenas hoje”. Amanhã é um novo dia, e repita as tentativas... Após 5 ou 10 anos algum resultado terá se acumulado para que você note alguma melhora. Mas se desistir após um mês porque não está vendo resultado, sua vida será para sempre o que é hoje. - Aprenda a meditar, pode ser muito útil para pessoas ansiosas. Mas aprenda no sentido de estudar a coisa progressivamente, conhecendo diversas técnicas, métodos e escolas. Adote isso como um “projeto de vida”, porque para pessoas com seu perfil isso pode ser a diferença entre precisar ou não de um psiquiatra no futuro.
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    O mecanismo dos sonhos O sono profundo acontece, quando o homem está desdobrado em astral, mesmo que perto, e os sonhos acontecem no cérebro físico. Quando o espírito está desdobrado, o corpo físico possui uma espécie de semiconsciência, esta não tem o poder de julgar, parece incapaz de apreender (entender) uma ideia, exceto sob forma de uma cena na qual seja um dos atores, e, portanto, todos os estímulos, são imediatamente traduzidos em imagens perceptíveis. É incapaz de captar ideias abstratas ou memórias como tais; elas imediatamente se tornam percepções imaginárias. Devemos lembrar também que as impressões exteriores no cérebro físico, vão gerar significados dependendo da consciência ao voltar. Vamos tentar entender a entrada de dados para acontecer os sonhos: o mecanismo – físico, etérico e astral – por meio do qual impressões são transmitidas ao nosso cérebro físico. -Físico - temos um eixo de matéria nervosa em nosso corpo, a medula nervosa, que termina no cérebro e uma rede de neurônios, que leva a informação dos nossos sentidos físicos. -Etéreo - A transmissão de impressões, depende mais do éter vital que do corpo, no caso o éter é necessário para que o corpo transporte as sensações a contraparte etérica do cérebro físico que também é influenciável pelos pensamentos. O cérebro etérico não é veículo de consciência, mas pode captar pensamentos circundantes. -Astral - É mais sensível as impressões externas e está sempre recebendo os estímulos de fora e respondendo a eles. Todas estas partes são apenas instrumentos de entrada de dados no cérebro físico para formar os sonhos, mas o controle pode ser ineficiente dependendo da evolução da consciência, a escolha dos dados recebidos para formar os sonhos depende da sintonia com os planos. Conforme o indivíduo evolui a sintonia dele passa a ser com planos superiores, então chegará uma hora em que só aceitará dados que venham do astral e mental, então o mesmo deixará de sonhar e passará a ter consciência contínua. Se alguém orienta sua alma persistentemente para cima até que enfim chegará a consciência ininterrupta e plena, e então ele já não sonhará mais. Deitar-se para dormir já não representará para ele um mergulho no esquecimento, mesmo que todo o seu tempo se passe a serviço; pois o serviço é o dos Grandes Mestres da Sabedoria, e a gloriosa tarefa que Eles lhe apresentam é sempre ajudar até o limite de seu poder em Seu incessante trabalho de auxílio e orientação da evolução da humanidade.
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    Técnicas de proteção energética que uso atualmente: 1-Estado Vibracional, durante o dia, na vigília, sentiu assédio, sentiu algo incomum ao seu estado normal, use e se livre do assédio, ou transforme o assédio em assistência, jogando essa energia na consciência que lhe assedia. 2-Encapsulamento energético, pode ser usada para encapsular, cobrir, ficar em todo entorno. Encapsule seu quarto, casa, carro, seu corpo, outras pessoas. O tempo que esse campo irá durar, depende da energia despendida nele, e quanto será necessário reforçar esse encapsulamento de tempos em tempos. 3-Ter uma boa pensenidade, ou seja, a sua maneira de pensar, a maneira como seus pensamentos, geram sentimentos, que geram energias, irá determinar brechas ou não nas suas energias, nos seus campos energéticos, e na sua exteriorização de energias. Eu particularmente não uso mantras, amuletos, imagens, gravuras, números, o que determina a energia que uso é a minha vontade. Mas não julgo que uso quaisquer das coisas que citei, e sim acredito que funcionem, a energia pode ser transmitida para objetos e esse objetos emitirão essa energia.
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    Se para evoluir espiritualmente você precisa se isolar, qual o sentido de reencarnar nesse mundo? O proprio buda chegou a conclusão de que precisava sair do isolamento e devia transmitir seus conhecimentos ao maior numero possível de pessoas, optando pelo caminho do meio. Pois fazendo isso ele se beneficiava e beneficiava outros ao seu redor. Assim, o autoaperfeiçoamento e o altruísmo não andariam separados.
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    Eu não vejo a espiritualidade assim apartada do mundo material, como se a vida fosse uma cisão entre o transcendental e o cotidiano profano. Existe essa separação, mas ela faz parte de uma mesmo corpo. São elementos complementares e não concorrentes. É possível e, ao meu ver, necessário vivermos as coisas "do mundo", apenas tendo equilíbrio e bom senso, absorvendo aquilo que nos convém e não nos deixando influenciar por aquilo que julgamos atrapalhar. Por exemplo, eu assisto séries e filmes pra caramba, vou ao cinema direto, vejo masterchef, com alguma frequência acompanho futebol, gosto de ir em shows de bandas que curto, jogo conversa fora com os vizinhos e amigos. Gosto de pagar mico dançando em casamentos, faço brincadeiras estúpidas, rio de mim mesmo. E ao mesmo tempo, não abro mão das minhas práticas espirituais, do grupo de trabalho espiritual que participo, das reflexões profundas, dos momentos de solitude, etc. Tudo isso é necessário para crescermos. Assim como não estamos na matéria para nos apegarmos, não devemos nega-la. Temos de acolher esse momento e essa fase de aprendizado. Não significa que vc tem que abraçar qualquer coisa que aparece, sejam convenções sociais que lhe incomodem ou o programa do Datena. Entretanto, essa coisa de se isolar de tudo e buscar o transcendente, de viver com a cabeça nas nuvens sem ter os pés no chão, não é boa e é tão prejudicial quanto viver somente para o mundo material (nascer, crescer, comer, copular, ter filhos, trabalhar, morrer). Acredito muito na mais que batida ideia de equilíbrio. Grande abraçio.
  44. 1 point
    Pois bem, pare de comer carne e verá sua vida espiritual deslanchando muito mais. Essa é a questão, não precisa parar de comer carne pra desenvolver a espiritualidade, mas imagina onde você estaria então se fosse vegano/vegetariano? Ajuda e muito na sutilização dos nossos corpos e limpeza kármica, enquanto se está comendo carne se está tirando vidas, tudo para alimentar um vício alimentar. Existe muito material sobre isso, os hindus trazem esse conhecimento, outras vertentes religiosas da região dos himalaias e do oriente. Há inúmeras canalizações espíritas e de outras linhas brasileiras também, que sempre, ao falarem sobre vida em outros planetas e reinos sutis, falam sobre serem veganos. E isso é meio óbvio também né não sei pq preciso dar esses exemplos. Não só isso como vêem a alimentação a base de carne como ofensa, por tirar a vida, principalmente considerando que não há mais a necessidade que tínhamos há mil anos, para nos alimentar. Hoje os recursos alimentares são fartos e os naturais escassos e uma alimentação vegetariana não é só possível como ajuda a preservar o planeta e reduzir os índices de desmatamento, poluição por metano e desperdício de água (são 10 mil litros de água por kg de bife), entre outros. Alimentação a base de carne é coisa da terceira dimensão, da matéria grosseira e do homem bestial. Se os motivos do bem e da lei não forem suficientes, saiba a carne fica impregnada com a energia do medo e do momento da morte do animal, tanto energeticamente quanto quimicamente, pois o animal sabe que vai ao abate e libera muito do hormônio do medo durante o momento e isso contamina nosso corpo. Toda forma de violência deve ser excluída de nossas vidas. Sobre o comentário do Saulo, está no primeiro post, que deu origem a esse tópico, na página 1.
  45. 1 point
    É provável que sim embora o termo "débito carmico" possa não ser tão preciso para descrever isso. Você não necessariamente "deve" a essas pessoas em específico mas, com certeza, deve a si mesmo de alguma forma. Não necessariamente. Pode ser que sim, ou pode ser que você tenha feito algo parecido com outras consciências diferentes mas que possuam contexto similar ao destas consciências da sua atual encarnação e pela lei da atração, vocês acabaram se encontrando (não necessariamente se reencontrando, embora possa ser também). Na verdade, isso não é tão importante. Pode ser sim. Mas também pode não ser. Você apenas estava onde precisava estar e essas pessoas também. Todos são importantes, estejam diretamente relacionados ou não. No final, todos estamos relacionados de uma forma ou de outra. Todos somos um.
  46. 1 point
    Ninguém passa por algo que não é seu. Tudo que vivemos, vibra em nós de alguma maneira, mesmo que inconsciente no principio. A ideia sobre privação parece bem precisa, mas não se agarre muito nela porque nem sempre é como parece.
  47. 1 point
    Música que gosto muito, Seria bom vocês escutarem em um fone.
  48. 1 point
    Universo observável até o momento. Olha o tanto de galáxias.
  49. 1 point
    Chamada de Pilares da Criação, esta estrutura astronômica não existe mais a milhares de anos. Galáxia de Andrômeda. Pleiâdes Terra vista do espaço (alguns diriam que na verdade ela é plana e a imagem foi editada kkk)
  50. 1 point
    Pensar a respeito de um assunto, seja ele qual for, é exercício para expandirmos nossos horizontes. A fé é importante (não confundir aí fé com fanatismo ou visão limitada pois mesmo o cientista precisa ter fé ao menos em seu trabalho). Quando trocamos idéias como estamos fazendo aqui, é exercício para que agreguemos conhecimento e cada coisa que cada um diz pode contribuir um pouco para o que somos já que nos faz pensar e, muitas vezes, encontrar pontos que ainda não havíamos observado dentro do nosso próprio conhecimento prévio e conceitos. Mas afinal de contas "quem nós realmente somos"? Somos seres falíveis, imperfeitos. Buscando aquilo que nos faça um pouquinho menos imperfeitos. Todo mundo tem sede de conhecimento mesmo que não perceba isso. É natural. Proponho ainda uma outra questão: "O que realmente nós queremos ser"? E esta pergunta é tão importante quanto a outra.