• advertisement_alt
  • advertisement_alt
  • advertisement_alt

Leaderboard


Popular Content

Showing content with the highest reputation on 10/07/2018 in all areas

  1. 4 points
    Em um sono, logo após o amoço nesse sábado, me vi em um ônibus, e minha intenção ao olhar para as ruas, era de ir em uma certa loja, que conheço que existia nessa rua. Notei que o ônibus passou um pouco da loja, então ele parou, eu desci por traz, como se houvesse uma porta na traseira do ônibus não na lateral. Fui caminhando em direção a loja, e lembrei que parentes meus moram naquela rua, olho para a casa de meus parentes, mas está diferente, esta com uma grande árvore na frente da casa, e noto que tem um casal de velhinhos, e ao olhar mais atentamente, reconheço meu avô e minha avó, meu avô esta sentado em uma cadeira, e minha vó caminha ao lado dele, e olha para mim. Me vem uma emoção muito forte ao vê-los e evito olhar para eles, olho novamente e vejo minha avó plasmar a sua roupa em um outro vestido que sempre usava, daí tenho certeza que era ela, ela acena para mim, e lágrimas rolam dos meus olhos, ambos morreram mais ou menos na mesma época, a uns 18 anos atrás, ambos com 95 anos. Me vejo novamente no meu quarto, acordo, não me mexo, recordo tudo, e a emoção muito forte por ter visto meus avós queridos, talvez pudesse tê-los cumprimentado ou abraçado não sei, a emoção foi forte e isto encerrou a projeção, me levando de novo ao corpo. Pensando um pouco depois, entendi o porque dessa projeção, de tê-los visto, e o porque estavam naquela casa, não irei comentar porque é muito pessoal, mas foi muito bom ter visto eles. A casa estava diferente, porque era como eu conhecia a casa a uns vinte anos atras. Quando voltei ao corpo, recebi um banho de energia, e a certeza da projeção e de que eram eles.
  2. 1 point
    A primeira vez que acordei em catalepsia foi em 2011, 3 meses após ter perdido meu marido para o câncer, eu morava em um apartamento com minha mãe e meus filhos, a morte dele foi traumática pra mim, eu era muito jovem tinha 23 anos e quando ele faleceu eu fiquei com um filho de 5anos e uma bebê de 2 meses, ele faleceu em casa sob os meus cuidados e do contrário que todos pensavam eu não me desesperei, eu me transformei em outra mulher e aguentei firme toda a situação, não sofri com a partida, porém me fechei para o mundo, 3 meses depois um dia eu estava mto sensível, é como se tivesse finalmente caído a ficha de que ele morreu aí fiquei abatida vulnerável mas tava td bem... Dormi e uma certa hora na noite acordei nem conseguir me mexer. Era como se alguém estivesse sentado a bunda nas minhas costas, eu estava de lado quase que de bruços e não conseguia falar nem me mexer e tinha quase certeza que alguém estava sentadl nas minhas costas, tentei rezar mas o Pai Nosso saia todo enrolado, aí comecei a gritar pela minha mãe mas a voz não saia, nessa hora me desesperei aí tive a ideia de gemer e comecei a gemer aí ela ouviu e veio ao meu quarto, ela ficou com medo pq eu não falava e ela sentiu um clima pesado e começou a rezar aí derrepente conaegui me mexer e me virei de uma vez de barriga pra cima e falei pra ela "saiu" kkkk nesse momento minha filha que tinha 3 meses suspirou fundo enquanto dormia... Hj dou risada mas no dia achei que realmente tinha um "fantasma" em cima de mim. Fiquei mto confusa eu e minha mãe tentando achar uma explicação, ela achou wue poderia ser o espírito do meu marido, mas eu disse que não, que ele não me assustaria desse jeito... Sem ter explicações eu esqueci esse episódio e apenas em 2013 quando eu já frequentava a minha religião atual é que fui ouvir falar sobre catalepsia e aí lembrei do que aconteceu comigo. Daí surgiu meu interesse pelo assunto e iniciei uma leve pesquisa sobre tudo o que estudamos e compartilhamos hoje aqui. Grata!
  3. 1 point
    Realmente a primeira é bem assustadora, até você saber oque está acontecendo você imagina muitas coisas mas depois vê que não era nada daquilo. Eu também hoje em dia "curto " o momento tento perceber coisas , faço varias experiências pessoais, muito interessante kk
  4. 1 point
    Eu sinceramente hj em dia quando acordo em catalepsia fico é curtindo o momento kkk!
  5. 1 point
    Realmente a primeira catalepsia é bem assustadora, ainda mais pra quem não a conhece. Comigo também foi assim, e acho que para maioria também é hehehe. Mas no meu caso eu não senti nenhuma presença ou peso em determinado local, o que assustava era não poder falar e o corpo todo "travado" heheh. O que pesava realmente era quando eu tentava mexer os braços (astrais), parecia que cada um tinha uns 100 kg. Nunca mais aconteceu comigo, mas é uma experiência no mínimo interessante =]
  6. 1 point
  7. 1 point
    Maravilha adriano. Adorei sua resposta ! Um abraço
  8. 1 point
    Você já ouviu o Curso Basico do Saulo? O áudio 7 trata disso: http://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/17292-curso-básico/&do=findComment&comment=75434
  9. 1 point
    Importante entender que o ego não está apenas relacionado ao orgulho (em menção ao que vc relatou no inicio), mas com todo o conteúdo de nossa mente condicionada. E o que isso significa? Separar quem EU SOU daquilo que "penso que sou", ou seja, separar o SER do pensar compulsivo. Separar a espontaneidade e leveza da mecanicidade e peso. Entender nossas reações emocionais como movimentos inconscientes de energia, poder ve-los como são e sua total incoerencia. Essa é realmente a base da Gnose, como o Sandro mencionou. Krishnamurti também fala sobre o tema ("a meditação é o fim do ego" - é uma de suas frases). Mais modernamente, tem Eckhart Tolle e David Hawkins (só pra mencionar alguns, mas são minhas principais referências). Todos os acima mencionados tem uma base comum: estar no momento presente é o fim do ego, que se alimenta de tempo e memórias. Entre todos estes muitas vezes a linguagem é ligeiramente diferente, mas o conteúdo central é o mesmo: libertar nossa Verdade Interior. O tema é bem extenso, mas o caminho é o mesmo: autoconhecimento exige auto-observação contínua, auto-percepção constante. Estar atento sobre seus estados interiores, pensamentos, emoções e sensações sutis. Assim como no mundo externo os objetos são percebidos como reflexos da luz, Observar é levar luz a nosso cômodo interior.
  10. 1 point
    Na perspectiva budista (e hinduísta em geral), as virtudes que nós, pessoas comuns, não-iluminadas, cultivamos por repetição, seja essa repetição deliberada ou não, ainda são samskaras, ou seja, "marcas mentais", que é a base do karma. A ideia básica é que não somos ainda seres de fato livres, na prática, pois agimos quase sempre de maneira reativa e automática, de acordo com a personalidade, com suas aversões e apegos, desejos e medos, com um senso de eu (ou self) e de mundo que são ilusórios -- o que comumente se chama de ego e de maya, respectivamente. Se você começar a meditar, por exemplo, uma das coisas que deve perceber, com o tempo, é como tem emoções e sobretudo pensamentos compulsivos, que vêm à mente como que por conta própria, sem que você procure instigá-los. E que, mesmo quando tenta evitá-los, eles ainda tendem a vir à tona. Num passo seguinte, começa a se dar conta de que o mesmo ocorre no dia-a-dia, e que esses impulsos comumente são os verdadeiros guias das suas ações e o foco da sua atenção. Um ser liberto, iluminado, seria basicamente um que superasse essa ilusão e esses condicionamentos. Num tal ser, o que consideramos virtudes -- como a compaixão, a equanimidade, o discernimento, o bem-estar -- floresceriam de maneira totalmente natural, como resultado inevitável de uma visão mais ampla e profunda do que é a vida, por assim dizer, e além disso elas seriam incondicionadas, independentes dos eventos do mundo, e permanentes. Isso não quer dizer que cultivar virtudes seja negativo. O próprio Buda Xaquiamuni deu ensinamentos sobre moralidade, falou sobre ações virtuosas e não-virtuosas, etc. Isso é uma parte do que ele chamou de o nobre caminho óctuplo, que é o método budista básico para a liberação. Aqui, a ideia é que agindo de maneira virtuosa, mesmo que temporariamente ainda de um modo condicionado, você acumula méritos (karma positivo, em essência) e se coloca numa posição mais favorável às transformações que conduzem eventualmente à iluminação. No mínimo, acaba sofrendo menos no percurso, e é importante entender como a virtude conduz a bons resultados nessa fase. Em suma, sob essa perspectiva, embora sejam sim vícios, são vícios positivos e parte do próprio método -- ou do aprendizado, como você disse. (Repare que qualquer hábito é um tipo de vício, e apenas reservamos esta última palavra para os hábitos que consideramos prejudiciais, ou seja, é só semântica.) Em abordagens específicas o enfoque pode ser outro. No Zen, por exemplo, geralmente se focam menos virtudes e mais o reconhecimento direto da sua natureza primordial. É um caminho mais voltado, digamos, para o trabalho interior do que para os resultados que trabalhos mais exteriores (como o serviço, a prática da caridade) acabam por ter sobre o interior. (Na linguagem dos meios esotéricos, a primeira abordagem seria mais um caminho de mão esquerda, mais explicitamente autocentrado, e o segundo, de mão direita. A maioria dos budistas segue o se chama o caminho do meio, tentando balancear as duas coisas.) Por fim, sim, é possível acessar essas qualidades da mente búdica de maneira mais espontânea, e na verdade isso já acontece, intermeado com as reações condicionadas. É bom que você reconheça isso. Na verdade, no budismo se ensina que sua natureza já é perfeita, que o buda que você vai se tornar, na verdade, sempre esteve lá, e é apenas uma questão de reconhecê-lo e liberá-lo.
  11. 1 point