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Showing content with the highest reputation on 06/24/2020 in all areas

  1. 1 point
    Olá pessoal! Gostaria de compartilhar com vocês o relato de uma retrocognição projetiva muito marcante que tive no ano de 1998. Espero que gostem! Abraço a todos! RETROCOGNIÇÃO PROJETIVA Data: 28 de outubro de 1998 – Quarta-feira. Antes de relatar essa experiência de retrocognição projetiva, gostaria de fazer um breve preâmbulo. Desde pequeno eu tinha interesse por estratégia militar. Desenhava cenários de combates. Tinha sonhos bastante lúcidos em que me via como militar em terra distante em determinadas ações: 1 – em determinada época “sonhava” por noites seguidas numa espécie de campo de concentração. Eu não era mais uma criança de seus 10 anos: era um adulto de no máximo 25 anos. Na minha companhia estavam dezenas de outros homens. Pareciam ser militares, e assim como eu, tentava fugir daquele local, escavando uma espécie de túnel subterrâneo. Eu “sonhava” direto com aquele cenário. E parecia que eu conhecia bem alguns daqueles homens que estavam comigo naquele ambiente nada agradável. Este “sonho” se repetia muitas e muitas vezes. 2 – Em outras oportunidades tinha sonhos bastante lúcidos e me via como paraquedista descendo sobre casas. Perpassava pelos telhados das casas (que me pareciam ser de algum país da Europa). Em outras situações me via descer em campos e áreas abertas. Cresci com muita vontade de servir às forças armadas. Tentei fazer aos 17 anos o concurso para a AMAN (Academia Militar das Agulhas Negras) e não fui aprovado. Me interessava bastante por filmes de guerra, principalmente filmes ligados às intervenções dos EUA na Ásia (Coréia e Vietnan). Em certas ocasiões me “sentia” no filme como um legítimo militar norte-americano. O tempo foi passando e ao amadurecer ponderei bastante sobre essas “estranhas lembranças”, além dos sonhos bastante lúcidos que tinha de forma recorrente quando me via como adulto, em companhia de pessoas vestidas com trajes militares e que me pareciam – algumas delas – me serem familiares, conhecidos naqueles momentos. No mês de outubro de 1998 fiquei por várias noites pensando nessas lembranças e “sonhos” de outrora. Eu, de alguma forma, “sentia” que tinha participado como militar de algum conflito belicista, provavelmente como membro de alguma tropa norte-americana. Até que na madrugada do dia 28 daquele mês, tive uma marcante experiência de retrocognição projetiva, à qual tive a certeza do que ocorrera em minha última série existencial (ou reencarnação, como queiram), visualizando o cenário da minha morte física (desencarne, dessoma), que acontecera em terras longínquas do meu (então) país de origem. Essa experiência de retrocognição não foi a única, mas repito, foi a mais marcante. Tive algumas outras depois durante saídas do corpo (2001 e agora em 2014). O interessante é que no momento do meu desencarne (dessoma – descarte do soma) eu lembrei da minha família (esposa e filha) que ficara na América,várias coisas se passaram como um filme, o que é bastante comum em situações próximas à morte física. Vamos então ao que interessa: ao relato desta experiência retrocognitiva. Segundo sono: 3h57 da madrugada de uma quarta-feira (28 de outubro de 1998). Levanto da cama e vou em direção à janela. Fico debruçado ali visualizando a Avenida Paralela (Luiz Viana Filho) que liga o Iguatemi até o Aeroporto de Salvador. Me viam lembranças vagas do primeiro sono. Parecia estar conversando com uma espécie de ancião bem sereno de aproximadamente 1,50m de altura. Ele me falava algo sobre a vida da consciência em diversos corpos, tempos e épocas. Ele manuseava um instrumento de natureza brilhante, que não me recordo mais seus detalhes. Depois de uns 10 minutos volto pro quarto e deito. Mas a minha mente estava meditando no “porquê” de eu ter esse interesse (ainda que contido) por estratégia militar, além de me recordar dos “sonhos” – quando criança -, de estar uniformizado como oficial em terras estrangeiras. Como estava com o corpo bastante cansado, fui adormecendo lentamente. Quando a minha consciência despertou não estava no ambiente do quarto: eu estava numa área formada por um extenso jardim – na verdade um campo verdejante. Pensei comigo: o que vim fazer aqui? Foi aí que surgiu um velhinho (aparentava ter seus 80 anos) com um sorriso sereno no rosto. Olhou para mim em silêncio e aí percebi: “era o ancião do primeiro sono pô” Ele estava usando um instrumento que parecia uma batuta que os maestros usam para reger as orquestras. Ele não mexia os lábios e através de um comando mental falou: “Luciano, deite na relva.” Eu obedeci de forma incontinenti, Aí ele me disse: “Vou lhe conduzir através de um exercício psiconsciencial a uma regressão que o levará para a sua última série existencial acessando a sua holomemória.” Já deitado no gramado, ele pediu-me que fechasse os olhos extrafísicos. E após, isso ele encontrou a pontinha daquele instrumento (que tinha uma pulsação energética bem suave e vibrante) no meio da minha testa. Aos poucos fui me sentindo em outro lugar. Me via num área descampada. Eu me via com um uniforme militar. Eu que estava acompanhado de um colega – também militar – fugia de um inimigo ou inimigos que desejavam e muito nos aniquilar. Corríamos muito de forma desesperada. Até chegarmos numa espécie de uma construção em ruína. Estávamos desarmados. Sentíamos que estávamos a sós naquele ambiente hostil. Eu aparentava ter no máximo uns 32-33 anos, era louro, de compleição física atlética. Ao entrarmos naquela construção abandonada, subimos as escadas e nos metemos cada um, em ambientes distintos. Eu me escondi debaixo de uma cama de solteiro. Eu estava literalmente apavorado em cair nas mãos do inimigo. Estava cansado, com forme, sem víveres e desarmado. Momentos depois, ouço ruídos lá embaixo. Os inimigos estavam lá embaixo. Ouvi um estampido de um projétil. Pensei comigo mesmo: pegaram o meu colega. Logo depois, ouvi os sons de pisadas de botas subindo as escadas vindo na direção do quarto onde eu estava escondido. Foi aí que eu vi a porta ser arrombada. Vi cerca de 10 militares orientais armados até os dentes com fisionomia de raiva e ódio. Vi que eles se aproximariam de mim em questão de segundos. Foi aí que lembrei da minha esposa, da minha filha (que naquela época não tinha nem 10 anos de idade), da minha casa – típica casa americana com aquele jardim de frente para a rua. Lembrei-me da minha família como um todo e um “filme” rodou na minha mente. O “filme da minha vida.” Longe de casa, em terra estranha e próximo da morte. Olhei para os orientais e eles me viram. Me deu um medo danado. E fui voltando daquele transe regressivo, abri lentamente os paraolhos, enquanto eu ouvia a voz serena do ancião mais ou menos com as seguintes palavras : “Você foi oficial do exército norte-americano, primeiro em missão na Europa ocupada pelos nazistas, notadamente na França, durante a Segunda Guerra Mundial. Anos mais tarde, já no início dos anos 50 você foi convocado para servir na Guerra da Coréia, onde você foi executado pelos comunistas naquele prédio abandonado. Você era um oficial durão, mas ao mesmo tempo era cordato com os seus subordinados. Além disso, você era excessivamente profissional no que fazia, pois gostava de cumprir as suas missões de forma irretocável. Seu nome encontra-se nos registros militares do Pentágono.” Em segundos, aquele velhinho mudou o tom de voz tornado-se mais grave e de forma enfática assinalou: “Luciano, essas lembranças não são boas para você. Lhe conectam a um passado recente de violência e destruição. Essas lembranças foram autorizadas pelos mentores, de forma sucinta, para lhe conscientizar de que a Paz interior suplanta todas as formas de adversidade e belicismo humanos. O conflito segrega. A Paz une e conscientiza.” Após isso, o ancião me orientou que eu voltasse pro corpo para reter boa parte daquelas informações: “Pense no corpo, meu filho” Disse-me suavemente. Senti o famoso aviso admonitório do cordão de prata me fisgando. Me senti “mergulhar” no corpo, para logo despertar. Fiquei deitado na cama rememorando aquela experiência que tinha acabado de ter, e as lembranças vieram-me em bloco, gradualmente. Minutos depois levantei e consultei o relógio do som: 4h47 da madruga. Fico na janela meditando sobre aquela experiência marcante. Me lembrando dos eventos extrafísicos, da lembrança como militar, das imagens da regressão, da voz serena do amparador. Mas quem seria aquele velhinho? Ele me parecia familiar durante a projeção. Mas agora, encaixado no corpo não me recordo dele. Assim como outros contatos anteriores, quando voltava ao corpo, determinada consciência nos parece ser familiar projetado e quando voltamos ao rememorar os eventos extrafísicos essa “familiaridade” desaparece. Anos mais tarde tive outras experiências de retrocognição que confirmaram e consolidaram as informações que tive acesso naquele estado alterado de consciência fora do corpo. Em 2001 tive uma experiência retrocognitiva de estar na beira de um lago à noite escondido por entre a vegetação visualizando botes com nazistas em um lago no interior da França ocupada pelos alemães. Agora este ano – 2014, no mês de março, tive outra experiência de retrocognição me vendo cercado juntamente com os demais colegas militares americanos por tropas de coreanos comunistas. Me recordo de ter solicitado apoio aéreo, pois o “bicho estava pegando.” Recordo de cenas bem fortes neste evento: cheiros de corpos queimados, militares chorando a perda de colegas, explosões, rajadas de metralhadoras, gritos, o som dos voos rasantes dos aviões da força aérea dos EUA. Além disso, vi um cenário de completa destruição: dezenas de cadáveres, armamentos jogados ao chão, trincheiras abandonadas. Despertei do corpo com essas sensações bem fortes. Pareciam bem reais, assim como, aquela primeira experiência retrocognitiva que tive em 1998. A experiência retrocognitiva nos confirma de forma subjetiva e pessoal, a reencarnação (série existencial em outros corpos somáticos) e nos deixa “cara a cara” com nossas lides pretéritas. No meu caso, confirmaram os “sonhos” que eu tinha desde criança com ambientes de cenários militares. E outro detalhe: a presença de um amparador nos conduzindo naquela experiência de regressão da “holomemória”, acessando aos registros akáshicos. Este amparador parecia obedecer às ordens superiores dos mentores extrafísicos que por sua vez, autorizavam a liberação desses registros existenciais. Nenhuma informação é liberada pela Espiritualidade de forma aleatória. Tudo possui uma razão, uma finalidade e uma necessidade visando o amadurecimento da consciência, que por sua vez é multiexistencial, multidimensional e multienergética. E essa informação extrafísica, me foi bastante importante para entender o meu presente e confirmar algumas questões de ordem bem íntima e pessoal. E o melhor: não precisei gastar um centavo com terapeutas que trabalham com terapias regressivas, em várias “praças”, Brasil afora. “Há corpos de agora com almas de outrora. Corpo é vestido, alma é pessoa.” – Eça de Queiroz. Akash ou registro Acásico (do Sânscrito: “Akáshico”, oriundo de “Akash” ou “Éter”, a energia cósmica plasmadora). Em determinados momentos esses registros podem ser acessados, através de manipulação do inconsciente, de ordem extrafísica, patrocinado por consciências extrafísicas, e no intrafísico, desenvolvido por terapeutas sérios e responsáveis, que visam desbloquear problemas, fobias e recalques do passado que atrapalham a consciência no presente.
  2. 1 point
    Olá Viajantes, Gostaria de frisar: • Não sei o que acontece mas o fato de acessar este fórum aumenta a chance de projeção é inegável. • O poder literal da palavra. Ontem comentei com minha esposa sobre uma curiosidade sobre ver um objeto exclusivamente possível apenas na 4D e relembrar na 3D. Ontem tive um dia normal e sem grande acontecimentos. Alimentei-me bem, fiz meus trabalhos, vi uns videos e jantei um pouco mais do que almocei. Minha esposa ganhou uma pedra que uma amiga nossa trouxe de Bonito - MS e acabou ficando na minha cabeceira (não entendo de pedras nem cristais). Sempre mantenho um copo de água ao lado. Acendi um incenso antes de dormir para equilibrar o ambiente. Dormi sem fazer nada de mais apenas tentando manter a mente ligada ao máximo. Quando me dei conta, notei que o quarto estava diferente. Paredes na cor vinho, cheio de enfeites e como se fosse uma decoração meio exagerada. Olhei para a minha mão e estava com 6 dedos. Estranhei pois normalmente só consigo ir até a apática zona real time que parece ser mais uma interface entre o físico e o astral do que uma dimensão propriamente dita. Olhei para o lado e vi minha esposa ali junto. Fiz de tudo para acordá-la mas não ela só resmungava e voltava a desligar. Resolvi levantar e notei que o ambiente ficou com uma névoa. Fiquei pedindo mentalmente para clarear o ambiente mas não funcionava. Fui andando mesmo assim até achar uma porta e passei por uma sala grande vazia. Depois de mais alguns instantes senti uma presença e tinha um ser que não consigo descrever, sem rosto e com o corpo alongado levemente flutuando a uns 10cm do chão. Não sabia se era uma ameaça mas mesmo assim joguei uma energia do bem e ele ficou ali me acompanhando. A névoa sumiu e consegui ver a estranha decoração parecendo "vitoriana". Vi outra porta e ao abrir vi que era uma sala de estudos com vários seres na cor verde musgo e todos sem rosto. Fiquei sem graça, pedi desculpas e fechei a porta. Tive uma sensação de perder a sintonia e "acordei" mas, prestando bem a atenção, notei que estava projetado novamente naquele quarto vitoriano com a minha esposa. Tentei novamente acordá-la e consegui mostrar para ela a minha mão com seis dedos e convidei para andarmos juntos. Quando vi, ela já estava apagada de novo. Acho que não adianta tentar despertar alguém assim. Voltei pelo mesmo caminho, passei de novo pela mesma sala e vi um objeto que na 4D parecia ter vários detalhes, graus de profundidade e formato com curvas entrelaçadas. Na 4D o objeto parecia óbvio e muito simples mas acabei perdendo novamente a sintonia e agora acordando realmente na 3D. Fiquei com o objeto na cabeça mas aqui na 3D meu cérebro só conseguia conceber a forma de um troféu. Alguma informação ficou registrada na minha mente e eu sabia que era muito mais do que um troféu mas que a nossa dimensão não permite nem nosso cérebro processa a informação da soma dos ângulos por desafiarem a física do ambiente. Realmente, a informação no universo sobrevive. Fiquei um pouco filosofando sobre o objeto e voltei a dormir. Agora acordei numa zona mais baixa que lembra um bairro da minha cidade. Vi várias pessoas num convívio natural e em suas plenas atividades. Ninguém "dava bola" para mim. Dei umas flutuadas, cometi uns micos, minha lucidez variava, puxei papo com uns e resolvi apenas caminhar de volta para minha casa. Mesmo podendo volitar, quase ninguém faz isso nessa zona. Parecia quase normal tendo até uns modelos estranhos de veículos mas nada muito diferente. Passei por uma casa e vi uma mulher ensinando algo para um rapaz e notei que tinha uma televisão com uma emissora similar as nossas. Muito próximo da nossa faixa. Lembro de uma moça tentar sensualizar em dado momento mas não caio mais nessas. Acordei bem. Paz e luz a todos!
  3. 1 point
    Nesse momento temos mais do que nunca nos unir para ancorar a maior quantidade possível de energia do amor, muitas pessoas iram ficar desesperadas e perdidas, nós que temos uma noção espiritual um pouco maior temos um papel muito importante em tudo que esta acontecendo. Estamos nas dores do parto da nova Era, o mundo de Regeneração está nascendo, acredito com todas as minhas forças que o momento atual é o momento que todos a muito tempo estavam falando que seria o grande evento de mudança da humanidade. O mundo está parando e está se voltando para dentro, a economia está quebrando, empresas fechando e muitas pessoas ficando desempregadas e sem saber o que fazer. O MUNDO VAI MUDAR o próprio governo já disse isso. Se você tem qualquer conhecimento que possa ajudar as pessoas sugiro que abra e divulgue para todos, agora não é momento de ficar preso em sua bolha é hora de agir e mostra aquilo que tem de melhor dentro de ti. Esse é um momento único que estamos passando porque nunca na história passamos por um cenário como esse, com a globalização que temos e o acesso a informação que temos. Apesar de todos estarem isolados em suas casas, TODOS vão saber o que está acontecendo no mundo todo, isso tem um enorme potencial de transformar drasticamente a consciência da humanidade. Tenhamos fé na espiritualidade e vamos em frente, que agora é o momento de a Luz virar o jogo. Fique Bem. https://youtu.be/OCHvkoaGtTo