• advertisement_alt
  • advertisement_alt
  • advertisement_alt

Leaderboard


Popular Content

Showing content with the highest reputation since 09/24/2020 in Posts

  1. 1 point
    Escaneei meu livro "O Quarto Caminho", que é o que a pessoa deveria ler após o Fragmentos de um Ensinamento desconhecido. Trata dos mesmos temas que Fragmentos, mas no sistema: Palestra sobre um tema + Perguntas e respostas sobre aquele tema https://drive.google.com/file/d/1N_7uqoGEOs5nLNbjk1QHRaOvvhUtAwRx/view?usp=sharing
  2. 1 point
    Olha, não é a midia que diz para não reagir, é a policia. Faz muita diferença você perceber isso porque a midia quase sempre trabalha apenas com crenças, mas a polícia trabalha com fatos e estatísticas. A mídia só repete o que eles dizem. Mas se você perceber errado isso e achar que é "papo da midia", vai achar que é apenas opinião deles e não algo baseado em números. E se a policia sabe, pelos registros das ocorrências, que você tende a ter maior chance de desfecho tragico se reagir do que se nao reagir, estará brincando de roleta russa ao tentar " julgar por si mesmo" o que " a midia falou". Isso acontece em relacao a estupros, por exemplo, em que se sabe que o prazer do estuprador não vem do sexo, mas da violencia. Entao se a vítima nao reage, eles terao menos interesse em continuar do que se ela reage, porque ai eles ficam mais excitados, podem se tornar mais violentos, e algo que poderia terminar "só" em humilhação pode terminar em tortura seguida de assassinato. A mesma coisa sobre reagir a assaltos na rua: a policia ja sabe que raramente um assaltante esta sozinho. Sempre ha mais um ou dois na retaguarda, que só participarão da ação se a vitima reagir. Você vê isso as vezes nas filmagens de cenas de rua. a vitima as vezes esta armada, reage ao assalto, se da bem num momento inicial, mas aparece um outro sujeito passanso correndo oubde moto, vindo de tras da vitima, e atira nela. E a vitima, devido ao proprio instinto, esta com a atencao focada no agressor, nao percebe a aproximacao dos outros que estão disfarcados entre os transeuntes dando protecao ao agressor. Então é uma situação que tem poucas chances da vitima se sair bem porque os ladrões tem a vantagem da supresa e do planejamento estratégico de antemão. Da mesma forma a policia sabe que para que os marginais tenham menos acesso à armas, a populacao tem que estar desarmada, porque a principal fonte fornecedora de armas sempre foi justamente a populacao. Os marginais invadiam a casa principalmente para roubar a arma que a pessoa tivesse ali ( uma arma custa mais que uma TV grande e é mais facil de carregar, revender e ainda é " equipamento de trabalho" para o criminoso né? Ate soldados são vitimas de assalto quando estão de plantão , à noite , mos seus postos, porque os assaltantes adoram um fuzil. Dai você vê como o lobby que tenta botar na cabeça do cidadão que ele deve possuir uma arma para se proteger é algo que só favorece o crime organizado, e que portanto só representa os interesse das empresas que vendem armas, porque, se invadem sua casa e roubam sua arma, voce vai comprar outra.A empresa que fabrica armas ganha sempre. Então é um "negócio da china" para eles convencerem as pessoas dessa ilusão, de que só porque elas tem uma arma elas agora podem se defender. Isso só facilita para os criminosos, como coletividade. Mas claro que quando voce pensa na situacao individual há muitas variaveis nisso. Por exemplo voce pode concluir que em certos cenários, como uma casa bem protegida, com alarmes, etc, mesmo que algum assaltante entrasse, ele perderia um tempo ate chegar em voce, e você TALVEZ tivesse o elemento surpresa a seu favor, o que inverte o jogo. Mas são sotuacoes que exigem muitos " se"... A questão é: como regra geral procure entender o fenomeno populacional, como as coisas acontecem de fato, segundo as autoridades e especialiatas em segurança pública. Considere suas alternativas individuais como mera POSSIBILIDADE, não como a regra. A turma do Lobby das armas que vender a possibilidade e casos isolados de sucesso como se fossem regra geral, e quando voce analisa do ponto de vista individual pode até parecer que eles tem razao, mas não é a realidade que a policia detecta no mundo real: ssp_manual-seguranca.pdf Agora, quanto ao que fazer dentro do contexto espiritual: É importante não mistificar. Se você precisa de uma cadeira, nao perca tempo mentalizando uma cadeira, compre uma, ou faça uma. Assuntos materais exigem solucoes materiais. Você decide se vai ou não reagir em função do conhecimento e circunstancias materiais que tem na sua frente no momento. Exemplo: uma vez perguntaram ao Rabolu o que fazer nesse tipo de situacao? Se deviam orar ao pai interno , aos mestres , usar o Belilim, um mantram.... E ele respondeu: "se eu estiver na minha casa e entrar um criminoso querendo atacar minha esposa ou filhas, eu pego o primeiro pedaço de pau que conseguir e bato na cabeça dele. Terei o carma do assassinato, mas o carma de deixar aqueles que estao sob minha protecao morrerem so porque eu quis bancar o santarrão seria muito pior." Mas note: essa resposta dele supõe a existência de uma oportunidade de reação. E o que falei antes, a partir do que a policia fala, é que em geral essa oportunidade costuma ser mal avaliada. Então essa resposta do Rabolu só serve para a questao " enfrentar o problema fisicamente ou espiritualmente?". Resposta: enfrentar fisicamente, porque se trata de um problema do plano fisico.
  3. 1 point
    Em geral alguma vertigem surge quando voce desencaixa um pouco. Fazer a olve já cria esse efeito, mesmo que faça caminhando na rua (motivo pelo qual eu acho perigoso se estiver perto da esquina). E deslocar um pouco o corpo astral do físico é o que permite ver o astral estando em vigília(em algumas pessoas, eu nunca vi) Entoa acho que nesse caso que você relata, a combinação de vertigem.. e ter visões, parece ser sintoma mesmo de que seu corpo astral está saindo para um lado e percebendo outro plano.
  4. 1 point
    Ontem senti isso novamente. Dessa vez, parei e me concentrei nesses sintomas para tentar entender e perceber mais detalhes. Então: Depois que eu passei a prestar mais atenção, eles passaram a se concentrar mais do lado esquerdo do corpo; Não tinha uma sintonia exata de tempo entre os sintomas, mas ocorria a cada 5 segundos mais ou menos; Os sintomas era o mesmo de quando voltamos de uma projeção (tranco) só que mais leve; Passei a sentir calafrios e arrepios; E agora uma coisa que achei bem estranho: Após uns 15 minutos relaxado e prestando atenção nos sintomas eu comecei a ver rostos deformados na memória indo e vindo, ou seja, parecia que eu estava no físico e no astral ao mesmo tempo. Vou tentar explicar melhor: Eu estava de olhos aberto no físico e parecia que eu estava vendo o astral tipo como uma memória presente. (Ex. imagine uma coisa que vc fez no passado. Nesse local que vc visualizou a imagem do passado eu via essa imagem dos rostos o tempo todo, indo e vindo, como se chegasse perto de mim e se afastasse, e nesse momento vinha outro rosto diferente, e ficava esse ciclo). A imagem que parecia vim do astral era escura e os rostos, eu só conseguia ver eles quando eles ficavam muito próximo de mim, acho que uns 15 cm de mim. Eram 3 rostos diferentes e todos deformados. Eram meio chuviscados, falhados e azul. Por falta de conhecimento decidir parar de focar e comecei a pensar e fazer outras coisas e parou. Joe, tenta fazer o que eu fiz para ver se acontece com vc. Muito estranho isso. Não sei se alguém já passou por isso. A sensação que senti não era muito boa não.
  5. 1 point
    35 Impossibilidades Pensênicas Definição. Impossibilidade Pensênica: 1. manifestação pensênica que não pode ser, existir ou acontecer. 2. autopensenidade de natureza duvidosa, de realidade dificilmente suportável. 3. incapacidade de realização por meio dos pensamentos, sentimentos e energias. 4. pensenidade absurda e inexistente que é destituída de lógica, de racionalidade e de bom senso que se supõe a realidade multidimensional. 5. impotência consciencial quanto a certas ações pensênicas subjugadas aos seus veículos de manifestação; limite de atuação dos pensenes. 6. inatividade de conseqüências e de efeitos iniciados ou gerados pela pensenidade consciencial. 7. autolimitação quanto as potencialidades e atributos veiculados aos pensenes. 8. conjunto de manobras, teoricamente, impossíveis de serem efetuadas pela intervenção direta da pensenidade. 9. insuficiência de poder pensênico para direcionar e conduzir determinadas ações de ordem intra ou extraconsciencial. 10. intencionalidade pensênica de caráter inoperacional, irrealizável. 11. inexequibilidade pensênica, ou da autopensenidade, de certos aspectos e contextos de ordem consciencial, temporal, energética, evolutiva ou multidimensional. Todas as consciências ainda entrelaçadas aos renascimentos humanos podem de algum jeito, e em algum momento, se considerarem limitadas. As limitações expõem o desempenho pessoal quanto à própria evolução consciencial. Trafares são limitantes. Condição esta natural dentro de nossa atual condição. Apesar dos pensenes ocuparem uma condição universal, isto é, manifestado impreterivelmente por todos, existem certos aspectos que permanecem intocáveis e/ou obscuros. Isto significa que a conjugação entre pensamento, sentimento e energia permanecem como agentes poderosíssimos e imprescindíveis na nossa existência apesar de seus restringimentos. Por maior que seja a vontade, a motivação, e o empenho de uma consciência, certas ações permanecerão insolúveis as suas capacidades pensênicas. Assim como existem as impossibilidades projetivas, na qual um projetor não é capaz de executar determinadas ações, pode-se dizer que paralelamente ocorre o mesmo dentro da Pensenologia. Por mais óbvia ou paradoxal que possa parecer, a listagem abaixo contém cerca de 35 ações que não podem ser executadas de acordo com a teática pensênica, seja qual for a sua dimensão de manifestação. Obviamente essa listagem consta como sendo uma exemplificação do que é conhecido hoje pelo Paradigma Consciencial. ASSISTENCIALIDADE: 1. Antifraternidade. Evoluir exponencialmente sem ajudar outras consciências (policarmalidade). 2. Neutralidade. Manter-se, todo o tempo, na condição imparcial de não atuar como assediador ou amparador na multidimensionalidade (neutralidade). 3. Amparo. Evoluir na pré-desperticidade sem a orientação e o amparo de consciências mais lúcidas (uma condição ainda necessária pelo nível evolutivo desse planeta). CONSCIENCIALIDADE: 4. Morte. O auto-extermínio ou a autodessoma final (deixar de existir). 5. Poder. Criar ou exterminar (fazer deixar de existir) uma consciência. 6. Recin. Mudar os outros, ou melhor dizendo, fazer uma “hetero-reciclagem existencial” (a evolução em grupo é feita pela evolução pessoal). 7. Mimetização. Tornar-se idêntico à outra personalidade. Exemplo: o fã infantilizado que tenta, inutilmente e fantasiosamente, ser igual ao artista idolatrado. 8. Interfusão. Realizar uma maxi-assim que faça uma interfusão holossomática onde 2 ou mais consciências se transformam em apenas uma. EVOLUÇÃO: 9. Otimização. Dar saltos evolutivos. Exemplo: de pré-serenão a Serenão em apenas uma seriéxis. 10. Regressão. Fazer a regressão evolutiva (tornar-se, de fato, um subumano novamente). 11. Esquecimento. “Deletar” os arquivos da holomemória. 12. Egocentrismo. Evoluir sem se “sujar” com a pensenidade alheia. Evolução autônoma, individualizada. 13. Proéxis. Refazer a proéxis pessoal por conta própria (já estando situado na intrafisicalidade como conscin) sem a intercessão de amparadores (pré-serenão). 14. Compléxis. Desabilitar-se quanto à própria programação existencial, sem que isso traga conseqüências negativas ou impróprias a consciência. 15. Ressoma. Parar de ressomar eternamente (estando no estágio do pré-serenismo). 16. Supressão. Voltar ao estado de não-racional (supressão do mentalsoma). 17. Estagnação. Manter-se sempre do mesmo jeito, sem mudanças, no decorrer das seriéxis. 18. Intermissão. Chegar a condição do Serenismo ou da Consciência Livre sendo tão somente uma consciex (sem ressomar). HOLOSSOMA: 19. Bitanatose. Descartar o psicossoma sem, no entanto, estar na condição do Homo Sapiens Sereníssimus. 20. Assim. Evitar todo e qualquer tipo de assim e desassim. 21. Rebarba. Não efetuar repercussões patológicas provenientes dos trafares conscienciais. 22. Sexopensene. Não processar ou receber pensenes de ordem sexochacral (intrafisicamente falando). 23. Fisiologia. Mudar a própria fisiologia sexual. Exemplo: os transexuais, desajustados sexuais, que tentam mudar a própria somática (androssomática e ginossomática) e a própria pensenidade. 24. Pensene. Deixar de pensar, sentir e movimentar energia ao mesmo tempo. 25. Psicossoma. Não sentir amor ou afinidade por alguma consciência. 26. Encastelamento. Permanecer o tempo todo sem trocar energias com pessoas e ambientes. 27. Grafopensene. Não deixar uma assinatura pensênica em suas realizações. 28. Tritanatose. Descartar mais de uma vez o psicossoma (terceira dessoma). MULTIDIMENSIONALIDADE: 29. Solidão. Permanecer solitário. 30. Descoincidência. Não promover a descoincidência dos veículos de manifestação, ou seja não fazer qualquer tipo de projeção. 31. Afinidade. Não afinizar-se ou fazer rapport com outras consciências, seja em qual dimensão for, pelo pensamento, sentimento ou energia. TEMPO: 32. Tempo. Movimentar e alterar o tempo (passado e futuro) de acordo com a própria vontade. 33. Passado. Voltar ao passado anulando o presente. 34. Locação. A consciência se localizar nos 3 tempos existentes ao mesmo tempo, isto é, no mesmo instante estar no passado, no presente e no futuro (trilocação temporal). 35. Parateleportação. Fazer uma parateleportação humana onde o holossoma se rematerializa no passado ou num futuro distante. Entretanto, o poder pensênico é uma “máquina” de incríveis realizações e de trabalho incessante. Em nosso nível, somos basicamente pensênicos. A cada novo sucesso existencial, o qualipensene aumenta e os patopensenes diminuem. Pensene é autogestão. Este texto traz apenas informações básicas. Estude! Se aprofunde mais no assunto! E não acredite em nada. Experimente! Por Alexandre Pereira.
  6. 1 point
    Show! Excelente e bem descrito relato. Obrigado por compartilhar!
  7. 1 point
    Mas sabe Infinite, essa questão de trazer política é complicada, porque política lida com poder, mas quem detém o poder real não meios de FAZER nada no mundo. Em função disso, quem detém o poder real precisa manipular cada cidadão, através da ideologia, para que eles defendam seus valores, suas crenças, seus pontos de vista. Então na hora de discutir isso surgem conflitos, porque muitas galinhas se unem para defender que as raposas tenham livre acesso ao galinheiro. E isso é obviamente intolerável para as poucas galinhas conscientes que existem, pois não há como respeitar esse tipo de atitude. A própria mecânica da dominação das consciências depende, para sua efetividade, que o dominante seja invisível para os dominados, de modo que eles mantenham a ilusão de que trabalham em causa própria, quando na verdade trabalham apenas para o benefício do dominante. E isso é construído de forma muito sutil, de modo que as pessoas achem que estão defendendo os próprios interesses, quando na verdade uma parte delas defende os interesses daqueles que não podem se mostrar. Todo mundo hoje em dia sabe que 0,1% da população acumula mais de 50% das riquezas do planeta, e é essa gente que precisa que o resto dos 99,9% defendam os interesses dos 0,1%, porque são os 99,9% que trabalham, que produzem a riqueza com a qual não ficam, enquanto esses 0,1% só rapinam a riqueza produzida. Se esses 99,9% percebessem o quanto seus valores, filosofias, teorias, não são seus mas desses 99,9%, o jogo virava. Algumas poucas vezes na história esse jogo já virou, e justamente por isso o medo das revoluções foi implantado na mente desses 99,9%, ainda que apenas aqueles 0,1% tenham algo a perder com revoluções. Mas é justamente o 0,1% que diz para os 99,9% no que eles devem acreditar, como devem ser as leis, como deve ser a ética, a justiça, a liberdade, de modo que tudo que os 99,9% façam, acreditem, defendam...seja em favor dos 0,1%, e sem perceberem que fazem isso. É por isso, por exemplo, que mesmo o discurso do UNO, como você cita, pode facilmente ser entendido pelos politicamente ingênuos ( e usado como bandeira pelos espertalhões) como um discurso contra as “divisões”. Eu noto isso nas pessoas que são simpatizantes da direita, porque elas sofrem de uma ingenuidade atroz nessa questão, achando que a esquerda, ao nomear categorias como classes, etnias, sexo.... está CRIANDO conflitos, está “nos dividindo!!!”. Mas... ‘nós’ quem cara pálida?? Ora, a divisão é um fenômeno físico, social, enquanto que a unidade é um conceito, uma forma de perceber o mundo que é uma realização ideológica. A escravidão de pessoas, por exemplo, sempre existiu na antiguidade. Uma pessoa podia se oferecer para trabalhar como escravo até pagar uma dívida, quando então era libertada. Isso nunca gerou rótulos que marcassem as etnias, mas um fenômeno novo aconteceu durante as grandes navegações, quando houve a escravidão em massa dos africanos, então esse fenômeno precisa nomenclatura e tratamento específico.Seria tapar o sol com a peneira se você falasse do “ser humano escravizando outro ser humano” quando trata desse tema. Também durante milênios a mulher tem sido subjugada pela cultura patriarcal, sendo apenas um patrimônio entre tantos, do homem. Nunca houve alternância de papéis nesse sentido, portanto, não se pode descrever esse fenômeno sem reconhecer os papéis específicos de homem e mulher nesse quadro. Não dá para “unificar” a discussão. Alguém pode negar a história em relação a esses pontos? Ou no caso dos índios? Ou no caso judeus? Ou dos homossexuais? Então reconhecer as divisões, e os papéis que esses grupos exerceram, é o remédio amargo mas necessário para diagnosticar e corrigir/compensar as diferenças, em busca da meta do UNO, que é algo que tem ainda que ser alcançado, não é uma realização. Se uma pessoa tem uma perna mais curta que outra, apontar isso e sugerir palmilha de correção não é "criar um problema" ao nomeá-lo, mas ajudar a corrigi-lo. Se você não enxergar corretamente o problema, não pode encontrar a solução correta para ele. Mas quando as pessoas se negam a nomear/enxergar as diferenças, invocando a categoria universal de nossa humanidade, que supostamente deveria nos igualar a todos, isso PARECE que é um discurso pela união, pela eliminação de conflitos, mas na verdade nos AFASTA dessa união, porque esconde, e assim PERPETUA as diferenças práticas no campo social, atrás de um discurso de igualdade que não passa de um biombo para esconder problema. E para que serve esse biombo? Para que os 99,9% da população continuem a defender os interesses, valores, patrimônio dos 0,1% sem perceberem que o fazem. É por isso que gosto muito daquela cena de matrix que coloquei no post de origem, porque ali mostra bem como cada cidadão é um agente responsável por manter todos os outros “na linha”, obedientes em defender o sistema que favorece aqueles 0,1%. Cada cidadão tem um “agente” dentro de si que vai rugir e lutar por defender os dominantes, ainda que com o sacrifício de si e de seus iguais. É por isso que a cultura, a educação e a mídia são usadas para educar as massas a defender os interesses desses 0,1%, já que estes, sozinhos, são tão poucos que não conseguiriam eleger nem um prefeito para cuidar de seus interesses. Por isso discutir política acaba dando briga entre os que enxergam e denunciam esse sistema, e aqueles que lutam pelo “direito de invisibilidade” do dominante. E não pode mesmo haver respeito mútuo quando até quem está do seu lado, as vezes sob o mesmo teto, se converte num desses agentes e brada por “menos direitos”, “mais dominação”, sem enxergar que, como disse Malcon X, agem como “negros da Casa ”, iludidos em defender algo que não é seu, na verdade. É um tema bem complexo, em que os caminhos da discussão não são nada simples, porque a manutenção de toda a estrutura de poder financeiro no planeta depende que aqueles 99,9% da população estejam bem hipnotizados para defender os 0,1%. E os poucos que enxergam um pouquinho disso deveriam tentar sair fora dessa hipnose no dia a dia, naquilo que está ao seu alcance, evitando reproduzir o mecanismo nas suas pequenas escolhas. E mais ainda: evitando incorrer no descuido absurdo de ser mais um dos porta-vozes desse sistema, para que não tenha também seu quinhão de culpa na maldade planetária, que já é bem grande. Se não conseguimos melhorar o mundo, pelo menos não ajudemos a piorá-lo né?