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  1. 3 points
    Vai nessa. Isso já é reedição de TC antiga, que relacionava repitilianos à Hillary Clinton e ao Obama. Estão já preparando terreno, porque é um método de manipulação que essa turma sempre usa, só mudam os temas, mas nem mudam tanto: Como é ano eleitoral por lá, já botaram para funcionar a máquina de recondicionar fake news antigas, para reutilizar contra os democratas, com essas diversas tolices similares. Mais detalhes no pdf anexado aqui(no post lá mais para cima): E também neste capítulo de um outro livro: Crenças conspiratórias Sol Negro.pdf Já estão jogando por aí as "acusações padrão": https://www.otempo.com.br/mundo/filhos-de-trump-insinuam-que-biden-e-pedofilo-e-que-coronavirus-e-farsa-politica-1.2338855 E até aqui no Brasil eles pegam as mesmas idéias-chave e jogam em cima dos adversários ideológicos: https://g1.globo.com/fato-ou-fake/noticia/2020/07/28/e-fake-que-felipe-neto-fez-post-pedofilo-no-twitter-associando-criancas-a-doces.ghtml
  2. 2 points
    10 coisas “espirituais” que as pessoas fazem e são uma total besteira Ninguém nunca me disse que a espiritualidade poderia ser uma armadilha de autossabotagem do ego. Eu passei três anos lendo sobre ensinamentos espirituais e os incorporando em minha vida, antes de aprender que a espiritualidade tem um lado sombrio. Naturalmente, fiquei surpreso. Eu me senti meio traído. Como algo que parece ser tão puro pode ser prejudicial? A resposta tem a ver com algo que os psicólogos chamam de escape espiritual. No começo da década de 1980, o psicólogo John Welwood cunhou o termo “escape espiritual” para se referir ao uso de práticas espirituais e crenças para evitar o confronto com sentimentos desconfortáveis, feridas não resolvidas e necessidades emocionais e psicológicas fundamentais. De acordo com o psicoterapeuta Robert Augustus Master, o escape espiritual faz nós nos retirarmos de nós mesmos e de outros, a nos esconder atrás de um tipo de máscara espiritual de crenças e práticas metafísicas. Ele diz: “Não apenas nos distancia da nossa dor e nossos problemas pessoais, mas também da nossa própria espiritualidade autêntica, nos prendendo em um limbo metafísico, uma zona de gentileza exagerada, bondade e superficialidade”. Percepções dolorosas: meu próprio escape espiritual No livro inovador de Robert Augustus Masters, “Spiritual Bypassing: When Spirituality Disconnects Us From What Really Matters”, ele escreve: "Os aspectos do escape espiritual incluem desapego exagerado, anestesia emocional e repressão, excesso de ênfase no positivo, raivafobia, cegueira ou compaixão tolerante demais, limites fracos ou muito pobres, desenvolvimento desequilibrado (a inteligência cognitiva geralmente está bem à frente da inteligência emocional e moral), julgamento prejudicado sobre a negatividade ou o lado sombrio de alguém, desvalorização do pessoal em relação ao espiritual e a ilusão de ter alcançado um nível mais alto de ser." Eu encontrei o conceito de escape espiritual pela primeira vez no trabalho de Masters. Embora eu estivesse relutante em admitir, eu imediatamente soube que, em algum nível, este conceito se aplicava a mim. Conforme continuei refletindo sobre o escape espiritual, eu percebi cada vez mais aspectos inconscientes da espiritualidade, e percebi que eu estava, sem saber, colocando em prática vários deles em determinados momentos. Embora dolorosas, essas foram algumas das percepções mais importantes que eu já tive. Elas me ajudaram a parar de usar uma forma distorcida de “espiritualidade” como um levantador de ego e a começar e ter mais responsabilidade para direcionar minhas necessidades psicológicas e os problemas que surgem na minha vida. Coisas “espirituais’ que as pessoas fazem e sabotam seu crescimento A melhor maneira de entender o escape espiritual é através de exemplos, então agora é hora de um pouco de “amor bruto”. Eu irei descrever em detalhes dez tendências inconscientes específicas de pessoas espirituais. Cuidado: algumas delas podem parecer muito familiares. Lembre-se: Você não precisa ter vergonha de admitir que alguns itens desta lista se aplicam a você. Eu suspeito que alguns deles se aplicam a todos que já tiveram interesse em espiritualidade. A maioria deles se aplicava a mim em determinado momento e, em alguns deles, eu ainda estou progredindo. O objetivo aqui não é julgar, mas aumentar a autoconsciência para progredir em direção a uma espiritualidade mais honesta, capacitada e útil. Vamos lá. 1. Participar de atividades “espirituais” para se sentir superior a outras pessoas. Provavelmente este é o aspecto inconsciente mais universal da espiritualidade, que assume várias formas. Algumas pessoas se sentem superiores porque leem Alan Watts. Ou vão para o trabalho de bicicleta. Ou abstêm-se de assistir TV. Ou consomem uma dieta vegetariana. Ou usam cristais. Ou visitam templos. Ou praticam yoga ou meditação. Ou usam drogas psicodélicas. Perceba que eu não estou dizendo nada sobre o valor de participar destas atividades. Eu adoro Alan Watts e acho que a meditação é bastante benéfica. O que estou dizendo é que é perigosamente fácil permitir que suas ideias e práticas espirituais se tornem uma armadilha do ego – acreditar que você é tão melhor e mais iluminado do que todo aquele “povo-gado”, porque você está fazendo todas essas coisas radicais. Em última análise, esse tipo de atitude em direção à “espiritualidade” não é melhor que acreditar que você é melhor que todo mundo porque você é um Democrata ou um fã dos Lakers. Essa disfunção, na verdade, inibe a espiritualidade genuína, fazendo nos focar em ser melhor que outras pessoas, ao invés de cultivar um senso de conexão com o cosmos, sentindo uma maravilha poética com a sublime grandeza da existência. 2. Usar “espiritualidade” como justificativa para o fracasso ao assumir a responsabilidade dos seus atos. A essência deste ponto é que é muito fácil distorcer certos mantras ou ideias espirituais em justificativas para ser irresponsável e não confiável. “É o que é.” ou “O universo já é perfeito.” ou “Tudo acontece por uma razão.” Tudo pode funcionar como excelentes justificativas para não fazer nada e nunca realmente examinar o comportamento de alguém. Não estou comentando se as afirmações acima são verdadeiras ou não. Só estou dizendo que, se você se atrasa constantemente para compromissos, se frequentemente negligencia seus relacionamentos pessoais, se seus colegas de quarto não podem contar com você para pagar o aluguel, talvez você deva parar de dizer a si mesmo: “Tudo bem, cara, a realidade é uma ilusão mesmo”. E começar a se tornar alguém com quem outras pessoas possam contar. Em uma via similar, é surpreendentemente fácil enganar a si mesmo ao pensar que toda vez que alguém tem um problema com o seu comportamento, é porque essa pessoa “não honra a minha verdade” ou “precisa crescer espiritualmente”. É muito mais difícil de reconhecer os momentos nos quais agimos brutalmente, egoisticamente ou irrefletidamente e causamos sofrimento a outra pessoa. É muito mais difícil admitir que estamos muito longe da perfeição e que o crescimento e o aprendizado são processos que nunca acabam. 3. Adotar novos hobbies, interesses e crenças simplesmente porque são a última mania “espiritual”. Seres humanos querem se encaixar em algum lugar. Nós temos profunda necessidade de sentir que fazemos parte de algo. E formamos grupos de todos os tipos para satisfazer esta necessidade. Espiritualidade é uma área de interesse onde as pessoas formam todos os tipos de grupos. Potencialmente, isso é ótimo, mas também tem um aspecto inconsciente. Para muitas pessoas, “espiritualidade” é um pouco mais do que uma coisa hippie que muitas pessoas parecem se importar. Essas pessoas têm a ideia de que querem entrar nesse movimento espiritual, então começam a praticar yoga, usar artigos da Nova Era, ir a festivais de música, beber ayahuasca, etc, e dizem para si mesmos que essas coisas os fazem “espirituais”. Esses “encenadores espirituais” atenuam a importância do aprofundamento espiritual genuíno, da contemplação, da experiência e da percepção. Eles também, na minha experiência, tendem a ser pessoas “espirituais” que usam a “espiritualidade” como motivo para se sentirem superiores aos outros. 4. Julgar outras pessoas por expressar raiva ou outras emoções fortes, mesmo quando necessário. Este foi um dos primeiros padrões que eu percebi em mim após ser apresentado ao escape espiritual. Eu percebi que quando pessoas ficavam chateadas ou bravas comigo, minha reação era dizer coisas como: “Ficar nervoso não resolve nada” ou “Eu acho que poderíamos ter menos problemas se pudermos permanecer calmos”. Internamente, eu silenciosamente julgaria a outra pessoa, pensando: “Se ela fosse mais iluminada, poderíamos evitar esse drama”. Em muitas situações, essa era a minha maneira de evitar problemas profundos que precisavam ser direcionados. Quando você se interessa pela espiritualidade, uma das primeiras citações que você encontra provavelmente é: “guardar a raiva é como segurar um carvão em brasa com a intenção de atirá-lo em alguém; é você que acaba se queimando.” Esta citação é comumente atribuída de forma errônea à Buda, embora na verdade seja uma interpretação de uma declaração feita por Budagosa no século V. O ponto sutil desta citação é que nós não devemos guardar a raiva; nós devemos senti-la, expressá-la se necessário, e então deixá-la para trás. Porém, é muito comum para um leigo assumir que isso significa que raiva, em qualquer forma, é um sinal de que a pessoa não é sábia nem espiritual. Isso não é verdade. A raiva é uma emoção humana natural e uma reação perfeitamente justificada em várias situações. Com frequência, a raiva é um indicador de que há sérios problemas que precisam ser ponderados por alguém ou seus relacionamentos. Ironicamente, muitas pessoas espirituais reprimem todas as emoções “não-espirituais” e artificialmente elevam emoções/traços “espirituais” como compaixão, bondade e equanimidade. Isso leva à falsidade. A pessoa tem dificuldades de constantemente se apresentar como calma, gentil, legal e em um estado de paz perpétua, e acaba parecendo como uma fraude. 5. Usar “espiritualidade” como justificativa para uso excessivo de drogas. Muitas pessoas, inclusive eu, acreditam que drogas psicodélicas podem causar experiências místicas e elevar a espiritualidade. Até aí tudo bem, mas algumas pessoas levam essa percepção longe demais, usando-a como uma forma de racionalizar padrões autodestrutivos de uso de drogas e para cegar a si mesmas para o lado sombrio de várias substâncias. Nos casos mais extremos, pessoas “espirituais” acabam “realizando cerimônias de cannabis” durante todo o seu período acordado; usando drogas psicodélicas com muita frequência ou em contextos inapropriados; e negando completamente que estas substâncias têm qualquer efeito negativo. Agora, a HighExistence tende a ser pró-psicodélicos, mas deixe-me ser direto com você: drogas psicodélicas, incluindo cannabis, definitivamente possuem um lado sombrio. Se você é irresponsável ou simplesmente sem sorte, drogas psicodélicas mais fortes como LSD ou cogumelos de psilocibina podem ocasionar experiências traumáticas com ramificações negativas de longo prazo. E cannabis, uma droga psicodélica leve, é uma formadora de hábitos de uso de drogas sedutora, que sutilmente deixará sua mente nebulosa e corroerá sua motivação, caso consuma muito ou com muita frequência. Respeite as substâncias e use-as com sabedoria. 6. Enfatizar demais a “positividade” para evitar olhar para os problemas em suas vidas e no mundo. “Apenas seja positivo!” é frequentemente empregado como um mecanismo de desvio pelas pessoas “espirituais”, que preferem não fazer o trabalho difícil de confrontar seus problemas internos, feridas e bagagem, sem falar dos problemas do mundo. O movimento de “positividade” explodiu na cultura ocidental nos últimos anos. A Internet está transbordando de memes e artigos aparentemente infinitos, repetindo as mesmas mensagens vazias: “Pense coisas positivas!” “Apenas seja positivo!” “Não se concentre no negativo!” Embora certamente haja valor em cultivar a gratidão pelas várias maravilhas da experiência humana, esse movimento parece negligenciar algo crítico: os aspectos mais obscuros da vida não desaparecem simplesmente porque são ignorados. Na verdade, muitos problemas em nossas vidas particulares e na escala global parecem apenas piorar ou ficar ainda mais complexos quando são ignorados. Da mesma forma que pareceria absurdo dizer a um viciado em heroína a frase “apenas pense positivo!” como uma solução para o seu problema, é absurdo acreditar que pensamento positivo oferece algum tipo de solução para grandes problemas globais como mudança climática, pobreza, agricultura industrial e riscos existenciais. Isso não quer dizer que devemos carregar os problemas do mundo em nossos ombros e nos sentir mal sobre eles o tempo todo. É saudável reconhecer e se sentir otimista sobre o fato de que de várias maneiras importantes, o mundo está melhorando. Porém, precisamos equilibrar esse otimismo com a disposição de confrontar problemas reais em nossas vidas particulares, nossas comunidades, nosso mundo. 7. Reprimir emoções desagradáveis que não se encaixam na narrativa “espiritual”. “Sem chance, é impossível que eu fique deprimido, ou solitário, ou com medo, ou ansioso. Eu amo a vida demais e sou muito [Zen / sábio / iluminado] para permitir que isso aconteça.” Leia: 10 coisas que os profissionais felizes fazem antes das 10h Eu me deparei com esse problema quando me mudei para a Coreia do Sul para ser um professor de inglês durante um ano. Eu pensei que tinha cultivado uma tranquilidade imperturbável, uma capacidade de Lao Tzu para apenas “seguir o fluxo” e flutuar, como uma boia, em cima das idas e vindas das ondas do destino. Então eu vivenciei choque cultural, solidão arrebatadora e uma aguda saudade de casa, e tive que admitir para mim mesmo que, no final das contas, eu não era um tipo de Mestre Zen. Ou ainda, eu tive que perceber que a capacidade de “seguir o fluxo” e aceitar que o que está acontecendo é eternamente valiosa, mas que às vezes isso significará aceitar que você se sente como uma pilha de m*******. É fácil iludir-se e acreditar que a espiritualidade irá fazê-lo se sentir nas nuvens, mas na prática, não é assim que funciona. A vida ainda é cheia de sofrimentos e, para realmente crescer e aprender com nossas experiências, precisamos ser honestos com nós mesmos sobre o que estamos sentindo e deixar que isso aconteça totalmente. No meu caso, meu desejo de ser sempre “Zen”, de “seguir o fluxo” e de projetar uma imagem de paz interior para mim e para outros me impediu de ver a verdade sobre várias situações/experiências e de assumir a responsabilidade para lidar com elas. 8. Sentir profunda aversão e auto-aversão quando confrontado com seu lado sombrio. Eu percebi isso em mim muito rápido, após aprender sobre escape espiritual. Eu vi que minha imagem narcisista de mim mesmo como uma pessoa sábia, que alcançou realizações “mais altas”, estava causando uma quantidade ridícula de dissonância cognitiva. Eu me julguei com sabedoria e senti uma colossal e esmagadora culpa por decisões menos do que virtuosas. Quando você se interessa pela espiritualidade, é fácil idolatrar pessoas como Buda ou Dalai Lama e acreditar que essas pessoas são seres humanos perfeitos que sempre agem com total consciência e compaixão. Na verdade, isso certamente não é o caso. Mesmo que seja verdade que alguns humanos atingem um nível de percepção em que fazem a “ação correta” em todas as circunstâncias, precisamos reconhecer que tal coisa é reservada para poucos. Pessoalmente, eu suspeito que isso não existe. Na verdade, todos somos humanos falhos e todos vamos cometer erros. O jogo está contra nós. É praticamente impossível viver até mesmo algumas semanas de vida humana adulta sem cometer alguns erros, muito menos os menores. Ao longo dos anos, haverá grandes erros. Acontece com todos nós, e não tem problema. Perdoe-se. Tudo o que você pode fazer é aprender com seus erros e se esforçar para fazer melhor no futuro. Paradoxalmente, a lição aparentemente espiritual de auto-perdão pode ser especialmente difícil de internalizar para pessoas interessadas em espiritualidade. Os ensinamentos espirituais podem deixar uma pessoa com ideais estratosfericamente altos, que resultam em uma culpa imensa e uma aversão a si mesmo quando não é capaz de corresponder a eles. Esta é uma das principais razões pelas quais é tão comum que as pessoas espirituais desviem a responsabilidade – porque ser honesto sobre suas falhas seria muito doloroso. Ironicamente, devemos ser honestos com nós mesmos com relação aos nossos erros, a fim de aprender com eles, crescer e nos tornamos versões mais autoconscientes e compassivas de nós mesmos. Lembre-se: Você é somente um ser humano. Tudo bem cometer erros. Sério, está tudo bem. Mas admita para si mesmo quando cometer um erro e aprenda com ele. 9. Encontrar-se em situações ruins devido à excessiva tolerância e uma recusa a distinguir pessoas. Este sou eu, 100%. Durante muito tempo, levei muito a sério a ideia de que todo ser humano merece compaixão e bondade. Eu não discordo dessa ideia hoje em dia, mas percebi que existem inúmeras situações em que outras considerações devem temporariamente anular meu desejo de tratar todos os outros seres humanos com compaixão. Em vários países, eu me encontrei em situações de risco de morte porque confiava demais nas pessoas, eu não sabia ou era gentil com pessoas que eu deveria ter reconhecido suas características obscuras. Por sorte, eu nunca me machuquei nessas situações, mas eu já fui roubado e enganado várias vezes. Em todos os casos, eu queria acreditar que as pessoas com quem eu estava interagindo eram “boas” pessoas de coração e me tratariam bem se eu assim o fizesse. Essa linha de pensamento era terrivelmente ingênua, e eu ainda estou tentando me recondicionar para entender que em certos contextos, ser bonzinho não é a resposta. O fato triste é que, embora você possa estar isolado disso, a luta pela sobrevivência ainda é muito real para um grande número de pessoas neste planeta. Muitas pessoas cresceram na pobreza, cercadas por crime, e aprenderam que a única maneira de sobreviver é se aproveitando da fraqueza. A maioria das pessoas em todo o mundo parece não ter essa mentalidade, mas se você se encontra em uma cidade ou país em que a pobreza é bastante presente, você deve tomar certas precauções, coisas básicas, como: Não ande em nenhum lugar sozinho após escurecer; Tente ficar longe de áreas abandonadas; Não pare para interagir com pessoas que tentam vender coisas para você; Faça distinções entre pessoas; deixe-se saber que não há problema em confiar no mecanismo de correspondência de padrões altamente evoluído do seu cérebro, quando ele diz que alguém parece drogado, perturbado, desesperado ou perigoso. 10. Querer tanto que várias práticas “espirituais” estejam corretas ao ponto de ignorar completamente a ciência. Há uma linha bastante anti-científica em uma grande parte da comunidade espiritual, e eu acho isso uma vergonha. Me parece que muitas pessoas espirituais se tornam hostis em relação à ciência, porque certas crenças e práticas que consideram valiosas são consideradas não comprovadas ou pseudocientíficas dentro da comunidade científica. Se uma crença ou prática não é comprovada ou considerada pseudocientífica, isso significa apenas que ainda não conseguimos confirmar sua validade através de experimentos repetitivos em um laboratório. Não significa que não é verdade ou que não é valioso. O método científico é uma das melhores ferramentas que temos para entender a mecânica do universo observável; nos permitiu descobrir a verdade profunda da evolução biológica, observar os confins do espaço, prolongar a nossa vida por décadas e caminhar na lua, entre outras coisas. Descartá-lo totalmente é perder uma das nossas lentes mais poderosas para entender a realidade. Como Carl Sagan memoravelmente colocou: "A ciência não é apenas compatível com a espiritualidade; é uma fonte profunda de espiritualidade. Quando reconhecemos nosso lugar em uma imensidade de anos-luz e na passagem dos tempos, quando percebemos a complexidade, a beleza e a sutileza da vida, então esse sentimento crescente, essa sensação de exaltação e humildade combinada, é certamente espiritual." “Assim como nossas emoções na presença de uma grande arte, música ou literatura, ou de atos exemplares de coragem altruísta, como os de Mohandas Gandhi ou Martin Luther King Jr.” “A noção de que a ciência e a espiritualidade são, de algum modo, mutuamente exclusivas, é um desserviço para ambas.” Bônus: Deixar de lado o sucesso material por causa da crença de que dinheiro e capitalismo são malvados. Muitas pessoas “espirituais” sabotam suas próprias capacidades de serem bem-sucedidas materialmente. Isso porque elas parecem ser alérgicas à riqueza, associando dinheiro com ganância, impureza e malevolência generalizada. O capitalismo é visto como uma engrenagem de desigualdade e corrupção que deve ser desmantelada. Eu costumava ter uma versão desta visão, então eu percebi o quanto ela é sedutora. Se você é atraído pela espiritualidade, é natural desprezar o “materialismo”. Porém, na verdade, esta narrativa é muito simplista. A verdade sobre o capitalismo é complexa. Sim, o capitalismo tem algumas desvantagens muito reais, mas, em muitos aspectos, o capitalismo tem sido uma força tremenda para o bem, estimulando a inovação maciça e tirando bilhões de pessoas da pobreza globalmente. Em 1820, 94% das pessoas na Terra viviam na extrema pobreza. Em 2015, este número caiu para meros 9,6%, muito graças ao crescimento econômico catalisado pelo capitalismo. Além disso, deixe-me ser direto com você novamente: não há nada de errado ao querer ganhar dinheiro. O dinheiro é uma ferramenta incrível. Bilionários como Elon Musk e Bill Gates, que estão usando suas riquezas para ajudar o mundo de importantes maneiras, provam que o dinheiro pode ser usado para o bem ou para o mal. Considere também os 139 bilionários e centenas de milionários que se comprometeram a doar um total de 732 bilhões de dólares para causas de caridade em suas vidas. Na verdade, precisamos de pessoas mais compassivas para obter riqueza substancial, para que possam usá-la de forma eficaz e altruísta para melhorar o mundo. Para esclarecer, eu sou a favor de regular/aperfeiçoar o capitalismo para fazê-lo funcionar para todos do planeta. Por exemplo, eu acho que precisam haver regulações para proteger o meio ambiente, para prevenir abusos como grupos de interesse e captura regulatória. Principalmente, sou a favor de um sistema econômico que incentive a inovação e o empreendedorismo, ao mesmo tempo que seja sustentável e atenda às necessidades básicas de todos. Não tenho a certeza da melhor maneira de atingir esses objetivos elevados, mas nossas formas atuais de capitalismo estão fazendo um trabalho melhor do que muitas pessoas parecem pensar, dada a imensidão do desafio. Eu sou totalmente a favor de um trabalho metódico e baseado em dados para aperfeiçoar e melhorar nossos sistemas econômicos, mas vamos ter certeza de perceber e reconhecer todas as coisas que o capitalismo realmente faz antes de descartá-lo. Todos estamos aprendendo… Eu acho que, para que os vários movimentos espirituais globais interligados sejam maximamente impactantes e úteis, eles precisam abordar seus aspectos inconscientes. Neste ensaio, tentei iluminar alguns dos pontos cegos que parecem prevalecer na comunidade espiritual. Como eu disse, a maioria dos itens que discuti serviram para mim em um ponto ou outro. É decididamente fácil cair em algumas das armadilhas da espiritualidade e abrigar várias crenças e comportamentos limitantes, ao mesmo tempo em que se sente como se alcançasse um nível “mais alto” de ser. A lição aqui é que o crescimento e o aprendizado são processos intermináveis. Se você acha que não tem mais nada para aprender, provavelmente está se sabotando de várias maneiras. Pode ser profundamente difícil admitir que por um longo tempo a pessoa estava errada ou mal orientada, mas a alternativa é muito pior. A alternativa é uma espécie de morte espiritual e intelectual – um estado de estagnação perpétua em que a pessoa se ilude sem parar, pensando que tem todas as respostas, que alcançou a Forma Final. Em um mundo que muda rapidamente, a aprendizagem contínua é de suma importância. No máximo, a espiritualidade é uma força que pode ajudar a humanidade a perceber nossa identidade comum como seres conscientes, ganhar consciência ecológica, sentir-se conectado ao nosso cosmos e abordar as questões mais prementes do nosso tempo com compaixão, engenhosidade, equanimidade e o que Einstein chamou uma “santa curiosidade”. No máximo, a espiritualidade é uma força que nos impulsiona a um futuro mais harmonioso, cooperativo e sustentável. Um brinde ao refinamento da nossa espiritualidade coletiva e co-criação de um mundo mais bonito. Fonte: https://awebic.com/espirito/praticas-espirituais/
  3. 2 points
    Cara, eu ja fui instrutor gnóstico, numa das ramificações, a chamada Nova Ordem, que foi extinta após a morte do Rabolu, o sucessor do Samael. Ele avisou na carta final, escrtia pouco antes do desencarne, que não deixaria sucessor ( Em ordens vivas o sucessor tem que ser indicado ainda em vida pelo Mestre , para evitar que algum charlatão se apresente como Mestre e leve o grupo todo para uma uma rota de distorções que destrua o ensino original. Mas o Rabolu exigia no mínimo um Kundalini desperto, para ser seu sucessor, e como ninguém conseguiu chegar nesse ponto, ele não indicou sucessores. Outras linhas tem lá seus mestres segundo seus critérios) Eu te diria o seguinte: foque nos livros do Samael. A Gnose é boa, mas é como uma wikipedia, te dá um apanhado geral, você terá que pesquisar nas fontes se quiser aprender mais sobre os inúmeros temas que ela se propõe a ensinar. Um exemplo bem claro é Tarô e Cabala, o ensino do Samael nessa área é risível, você tem que estudar esses temas por fontes especializadas nesses assuntos. Use os conteúdos dos cursos como um "plano de estudos'" apenas. Aprenda o que eles ensinam, mas pesquise muito mais em outras fontes para melhorar sua compreensão o tema. Se cair no papo dos colegas gnósticos "Para que vou perder tempo pesquisando se o Mestre Samael já pesquisou tudo isso e selecionou só o que funcionava em todas as ordens, descartando o inútil?" vai fazer o que o próprio Samael condenava, mas que os gnósticos adoram fazer: "Vai virar seguidor de homens". O melhor da Gnose é a psicologia gnóstica, tanto na informação quanto nas técnicas. A informação você aprofunda nos livros do Ouspensky sobre os ensinos do Gurdjieff, que é a mesma psicologia gnóstica: - Um novo Modelo do Universo - Fragmentos de um ensinamento desconhecido -O Quarto Caminho - Psicologia da Evolução possível ao Homem Mas as técnicas psicológicas parecem ser exclusividade da gnose, nunca cruzei com elas em nenhum lugar. Tirando isso, o resto dos assuntos você consegue aprofundar em diversas outras fontes. E DEVE aprofundar, o Samael tinha uma escrita truncada, um problema similar ao Waldo Vieira aliás. Então voce precisa do curso para entender a gnose, pelos livros eu diria que é quase impossível. Está tudo espalhado, só nos cursos a gente integrava as diversas informações sobre um tema, numa só conferência. Não existe nenhum livro da Gnose que seja completo nem mesmo sobre um único tema. Acho que só dois fazem isso: --o livro Inferno Diabo e Carma, que trata praticamente só sobre infradimensões, -As três montanhas, sobre as etapas do processo inicático. O resto são quebra-cabeças de temas. Tentei montar uma coletânea, usando diversos capítulos de diversos livros, para tentar montar uma progressão coerente, como fazemos nos cursos, usando lista de aulas que a gente dava na minha época, para seguir uma sequencia. Mas abordando apenas o básico mais impotante. Se quiser dar uma lida, está aqui. Fiz um índiceno início dos temas, e digo ali de qual livro saiu cada capítulo, para a pessoa ler direto na fonte se quiser: Coletanea gnostica.pdf Mesmo assim, você precisa três pilares para entender a gnose: - o curso - ler os livros - praticar o que é ensinado Se não praticar, o papo do Samael vai soar maluquice. Lembro que enquanto eu só li achei que o Samael só falava frases sem sentido. Mas após começar a praticar aquelas frases adquiriram significados bem mais profundos, porque expressavam percepções muito diretas sobre o que é nossa psique. Mas antes de descobrir por si mesmo o que tem dentro da sua mente, as frases parecem conter apenas conceitos estapafúrdios, exageros retóricos, etc. Se não fizer o curso, vai ser difícil entender o esquema todo, vai parecer incoerente, fragmentário. Se não ler os livros do Samael, vai acreditar em qualquer tolice que os instrutores ensinam erradamente, e que não está baseado nos livros de gnose, mas nas invencionices deles ( no meu tempo ensinavam que deitar de bruços faz você se projetar para as infradimensões, kkkk). Quando te contarem algo estranho pergtune "em qual livro o Samael dizia isso? Qual capítulo? Quero ver se tem mais informações..." . Assim você logo vai descobrir quem são os instrutores sérios, que sabem exatamente de onde saiu cada coisa, e quem são os mitômanos (gente que quer bancar o sabichão, que tem informações 'exclusivas', o outro nome para invencionice própria.
  4. 1 point
    Opa muito obrigado, a saga continua.
  5. 1 point
    Parabéns. Tive a curiosidade de ler os posts de vocês e algumas coisas me preocupavam. Fiquei pensando em como você estaria hoje em dia. Mais uma vez, meus parabéns hehe, (não estou sendo irônico)
  6. 1 point
    Então gente, eu realmente não aguento mais sofrer essas humilhaçõezinhas no meu lar. Muitas vezes eu faço o meu melhor, e mesmo assim sou tratado com uma toxicidade imensa pelo pessoal daqui... e quando eu cometo um erro legítimo, então sai da frente, porque ai eu literalmente viro o "diabo" aos olhos dos meus familiares. Eu já fui chamado de "nada", "b****", "fardo" entre outros termos humilhantes. Mesmo eu tendo passado em segundo lugar num concurso com mais de 150 concorrentes o pessoal aqui continuava me chamando de b**** e dormente, o que mostra que para eles "melhorar" não adianta de nada, e que na verdade só querem me botar pra baixo mesmo. Eu já fui hospitalizado duas vezes por tentativa de suicídio no passado devido à conflitos familiares, e mesmo assim ninguém se compadece, o comportamento é sempre o mesmo, sempre o mesmo ódio e agressividade passiva. Eu já tomei tanto remédio a ponto de apagar e ter alucinações, porém parei com o comportamento suicida, já que não leva a lugar nenhum, e provavelmente só me ferraria mais "lá do outro lado" pois: 1- os mentores lavariam as mãos, "é o karma dele" 2- não sou digno de ajuda pois não contribui em nada para o pessoal lá do outro lado pelo que eu sei 3- meu corpo energético ficaria uma bagunça e eu iria sofrer por anos no umbral sendo comido vivo por pragas, afundado em fumaça negra, brigando com outros seres e me ferrando de diversas maneiras inimagináveis, e basicamente ia ser a mesma coisa que esse plano físico(só que pior) no sentido de algum ditador ou grupo de ditadores tomar conta de tudo e escravizar boa parte da população para seus próprios fins nefastos. Se eu sou um nada sem importância aqui na terra, então deve ser a mesma coisa no astral também... eu apenas seria escravizado e ponto 4- depois de algum tempo algum pessoal do astral ia me resgatar pra "cumprir agenda", e talvez eu teria que passar pela mesma situação de vida novamente de qualquer forma após o reencarne Não tenho ninguém nessa vida. Meu pai é separado de minha mãe e está acamado após ter um derrame cerebral; antes disso ele era presidiário, cafetão, frequentador de boates etc que nunca se importou muito comigo. Meu irmão sem chances de me ajudar, e minha mãe, bem... ela me dá comida e energia de graça, porém é a mesma pessoa que me expulsou de casa aos 18 anos porque eu não tinha um emprego(mesmo eu tendo sido diagnosticado com fobia social, depressão etc). Eu me sinto extremamente culpado por viver as custas dela ainda aos 22 anos, e morro de medo dela tentar me expulsar de novo e eu ter que virar mendigo. Estou a 11 meses cursando a faculdade que eu pago com meu próprio dinheiro que tenho guardado(por assim se dizer) da época em que eu trabalhava. Não passa um dia em que eu não penso no momento da graduação, quando finalmente conseguirei minha independência e liberdade. É muito difícil conseguir trabalho aonde eu moro sem qualificação e "contatos", e literalmente nunca encontrei alguém com compaixão o suficiente para me oferecer qualquer tipo de serviço... eu sei, é o mundo, "ninguém liga pra você, seu mané". Nesses últimos meses eu venho pensando comigo mesmo "relaxa cara, é só esperar até 2022 e você vai ter sua liberdade finalmente. Não se afoba não... continua vivendo em casa até se formar, pois tu consegue aguentar", mas quer saber? Eu não aguento, eu realmente não aguento até 2022. Eu estou agora sinceramente pensando em trancar minha faculdade e usar o dinheiro que tenho guardado(talvez 6 ou 7 mil no total) para ir morar em outro estado com taxa de emprego decente e tentar construir uma vida lá, e caso algum dia eu consiga me estabelecer, ai eu retomo a minha faculdade(é online, então posso continuar em outro estado sem problemas). E acho que nem preciso mencionar que a possibilidade de eu ter uma namorada ou um círculo social de amigos ainda é algo totalmente fora do meu escopo, seja aqui ou em outro estado. Meu maior medo é que eu acabe virando mendigo. Se eu virar, não quero me envolver com drogas ou prostituição, e acho que apenas sentarei em algum local mendigando, ou sei lá, começarei a andar na direção norte até sair do país. Mesmo que eu morra nas ruas, morrerei livre de certa forma, e morrerei como homem, e não como um garoto que não teve coragem de sair da casa dos pais e construir a própria vida. Eu tenho apenas um amigo(online). Ele passa por problemas similares com a família. Ele diz que o pai dele chega em casa e bate na mãe, humilha ele, etc. Nesse sentido familiar somos bastante similares. Esse tipo de coisa me faz perguntar o por que de muitos lares serem um inferno completo... Família feliz é o escambau, nós certamente nascemos no berços de inimigos de vidas passadas, só pode ser. Então, respondam esse tópico da maneira que preferirem, conselhos são bem-vindos e se possível, me recomendem estados/cidades bons para se morar. Agradeço desde já, e perdão pelo drama.
  7. 1 point
    Cara, o que eu diria é que pelo que você postou seu padrão de funcionamento é da base do " torrei, vou chutar o balde". ( ali na parte de remédios, suicídio, achar que não aguenta mais, querer largar tudo...). Então me parece que se você obedecer a essa tendência psicológica sua cairá em novas armadillhas. Porque em geral a gente passa por situações repetidas exatamente para mudar de padrão. Eu acho, portanto, que o melhor seria mudar esse padrão e aguentar sim até terminar. Dar um passo bem sólido após o outro. Eu entendi que como sua faculdade é EAD tanto faz em que cidade esteja, ok, então PARECE nao fazer diferença. Porém, como ME PARECEU que esse seu padrão é um tanto impulsivo, acho que você estaria SE COLOCANDO numa situação de alto risco psicológico, porque ao mudar de cidade com um emprego sem estabilidade você estará à mercê de outros fatores mais implacáveis: por exemplo as relacões de trabalho problemáticas. ( sério, não é raro encontrarmos no ambiente de trabalho pessoas com psique parecida com alguém problemático da nossa familia ), e agora terá um problema a mais para se preocupar, pagar as contas de moradia, subsistencia, e o risco constante de ser demitido no mes seguinte por...causa nenhuma, corte de gastos, você ser o funcionário mais jovem, sem qualificação, sem filho para sustentar, etc. No momento certo, com formação adequada, todos precisamos encarar isso. Mas se puder encarar isso após se formar, sem o risco de despejo por ter perdido um emprego, será um problema a menos a atrapalhar seus estudos. Tente concluir essa etapa antes de dar o próximo passo, porque ha grandes chances que a turbulência na sua vida aumente ao sair de casa e você não consiga mais ter o mínimo de tranquilidade para terminar essa etapa. Afinal, ninguém consegue estudar com a cabeça cheia de preocupacoes. E aí uma desistência levará a aumento de problemas e o lado emocional vai te cobrar na auto-culpa, o que vai apertar os botões mais comuns de fuga psicológica: álcool, drogas, amizades efêmeras que serão usadas para fugir da depressão mas que podem te arrastar mais para o fundo ainda. Pensa na vida como fazer tricô, não como voar de asa delta, e tente se livrar a impaciência, porque ela só nos cria armadilhas. Obviamente isso é apenas como eu vejo a situaçao. Vamos esperar mais pontos de vista, quem sabe algum te faça um " clique" e você sinta que faz sentido para você.
  8. 1 point
    Nao. O grupo se dissolveu aos poucos. Eu fui o ultimo a sair. Era da minha cidade mesmo, no RS. Mas era como aquele do apomerria universalista. Deve ter esse tipo de grupo em tudo.que e cidade, a questao é que esses grupos precisam ter pelo menos uma pessoa que seja clarividente. O bom é que tenha varias, porque so da para ter certeza que as coisas vistas não são viagens da cabeça do clarividente se varias pessoa enxergarem o mesmo, ou pelo menos fragmentos. No nosso grupo tinha 3 clarividnetes que em geral viam as mesma coisas. Os outros viam difernetes fragmentos do que eles viam, mas ja servia para confirmar que o que acontecia era real ou... ilusao hipnotica coletiva, ehehe. Não podemos esquecer que a realidade astral nao e como a fisica. Na fisica, de varias pessoas concordam sobre o que vêem, deve ser real. Na astral isso nao tem o mesmo peso, porque é relativamente facil induzir um grupo todo a ter ilusoes. O caso do apometria universalista mesmo me parece isso, mas é impossivel estar seguro sobre isso.
  9. 1 point
  10. 1 point
    Joe, comigo também acontecia algo parecido na época que estava praticando bastante. No meu caso os sintomas acontecia do nada, quando eu estava trabalhando ou caminhando ou fazendo alguma coisa sem nenhuma relação com a projeção astral, fazendo coisas do dia a dia. Do nada eu sentia um apagão, uma volta da consciência seguida daquele tranco quando sentimos quando voltamos ao corpo após a projeção e uma leve tontura. O tempo do apagão e da volta da consciencial parecia ser muito rápido, aprox. 1 segundo e a sensação era de um desencaixe e um rápido encaixe. Diminui a pratica e parou. Depois intensifiquei novamente e voltou. Não sei se realmente existe essa relação com a pratica ou seja apenas coincidência. Não faço ideia o que seja.
  11. 1 point
    Algo que venho observando bastante nesses últimos anos é a quantia descomunal de injustiças presente neste mundo. Por exemplo, alguns nascem com corpos e mentes "perfeitos", outros são deficientes totalmente incapazes; alguns nascem em condição econômica totalmente favorável e passam a vida fazendo viagens pelo mundo, se divertindo, e fazendo o que gostam, enquanto outros tem um salário de 10 dólares por mês, vivendo vidas miseráveis em quase todos quesitos, lutando bravamente apenas para poderem sobreviver. O pior de tudo isso é que ninguém parece ligar... Mesmo o materialista acreditando que não existe o karma, e que o plano físico é tudo o que há, ele não está nem ai para as desigualdades óbvias. Para ele tudo o que importa é a satisfação própria e ponto. Acho que se os materialistas realmente ligassem eles deixariam de ser materialistas. Uma pessoa mais sensível teria que concluir que, sendo o mundo detestável da forma que ele é, então um Deus criador não deve existir, ou se existir ele deve ser um ser mau e sádico para ter criado o mundo dessa forma. Acreditar na primeira opção gera hedonismo, que é o pensamento de que você deve aproveitar todos prazeres da vida, esquecendo completamente da moralidade, caso você tenha meios para isso, e se não tiver meios, suicídio é a melhor opção, e acreditar na segunda opção te faz viver em medo eterno. Logo, para uma pessoa sensível e consciente só restaria acreditar numa terceira opção, que é a de que esse mundo não é a única realidade, e que se o mundo é da forma que é hoje, cheio de sofrimentos, desigualdade e injustiças, isso acontece porque certas pessoas nascem nesse mundo com mais ou menos mérito de vidas passadas. Se a realidade for mesmo o que os materialistas dizem ser, então tudo isso não passa de um grande inferno. Isso foi o que conclui após ler ontem um post no reddit de um Venezuelano relatando a situação dificílima de vida que ele levava, algo que me tocou bastante, e ver que o post dele tinha poucos upvotes, e ao me lembrar que posts nesse mesmo site envolvendo coisas fúteis como "placas de videos para video game, memes, brincadeiras/brinquedos sexuais e os carambas" recebem bem mais atenção e upvotes. Essa não foi a primeira vez que observo isso. Antes eu tolerava esse tipo de coisa, mas agora é óbvio para mim que o pessoal desse site não tem consciência alguma, que são um bando de hedonistas interessados apenas em glorificar seus falsos deuses da tecnologia/sexo e esquecendo completamente da própria humanidade. "Tá, mas e daí, é apenas um site", não, não é apenas um site, são quase todos eles, e esses sites representam a mentalidade coletiva dessa geração que é pura inconsciência e hedonismo tentando se passar por "sabedoria racional e ateísta de ponta da nova geração do Sec 21". Estou de saco cheio já. Para mim, o Reddit, a internet e toda essa nova geração já não tem mais credibilidade nenhuma.
  12. 1 point
    Este video parece adequado como resposta à pergunta deste tópico: https://www.youtube.com/watch?v=D5yGCD4XAEA
  13. 1 point
    Não sei, nunca passei por isso, mas ja li relatos de gente que parece ficar presa nessa zona intermediária. Tente o seguinte: Tao logo sua pronecao seja interrompida e perceba estar de volta ao corpo, REJEITE ISSO, "não aceite". Mesmo estando de volta à cama, não se mexa, traga à memória a última cena que viu enquanto estava projetado, como se apenas isso e nada mais te importasse. Nos primeiros segundos será apenas uma cena congelada na memória, mas olhe mais detidamente os detalhes nela. Usando a imaginação tente mover a imagem para a direita e esquerda, como se estivesse movendo a cabeça. Dê um zoom devagar para a frente, para simular o efeito que enxergaria caso caminhasse para frente. Isso vai te fazer retornar ao ponto em que a projecao foi interrompida e voce pode continuar desse ponto. Se for interrompido de novo, repita isso e retorne mais uma vez. Comigo funciona.
  14. 1 point
    Considerações relevantes Primeiramente, é preciso dizer que mantra não é necessariamente algo oriental ou apenas relacionado com questões ocultistas. Os mantras são utilizados, de uma forma ou de outra, em diversos graus, por hindus, budistas, mulçumanos, judeus, cristãos, no cabalismo, na mantra-ioga e em outras linhas do conhecimento menores. No capítulo 218 do tratado de Projeciologia há o capítulo intitulado “Técnica dos mantras projetivos” que fala dos mantras como práticas genuínas para as experiências fora do corpo. No entanto, apesar de afirmar que existem mantras capazes de promover a projeção, no tratado não há um único exemplo de mantra para essa finalidade. O autor diz que é funcional, mas não exemplifica nenhum tipo. Veja uma consideração acerca dos mantras: “As afirmações são resoluções faladas que, empregadas de modo correto, alinham as energias físicas, mentais e conscienciais.” (Waldo Vieira). É compreensível que a Conscienciologia não empregue mantras em suas práticas usuais já que em geral são vistos apenas de modo místico, exotérico e ritualístico. Também existem mantras de cunho notadamente negativo e que podem mais intoxicar o praticante do que promover os benefícios pretendidos. Foi por essa ausência de exemplos de mantras projetivos que comecei, no ano de 2007, a buscar com a finalidade projetiva (de sair do corpo). Até o final do texto será mostrado vários mantras para que você possa fazer sua experimentação. Todo o conteúdo exposto aqui reflete as pesquisas e opiniões pessoais, por isso é sempre relevante não acreditar no que está escrito e usar o princípio da descrença. Entre os mantras evitáveis estão os chamados “mantras nomes” onde há uma evocação direta da personalidade de alguém (geralmente santos, gurus ou personalidades míticas) que podem ou não ter criado a expressão. Cabe ressaltar que a fama de alguém não significa necessariamente que o mesmo é evoluído ou cosmoético e que muitas dessas personalidades foram construídas artificialmente ao longo das décadas ou séculos. Como exemplo, vejamos o famoso Milarepa que tem um desses mantras de evocação que é “OM AH GURU HASA BENSA HUNG”. Nesse caso, HASA BENSA ou HASA VAJRA faz menção ao nome de Milarepa (Vajra) e, desse modo, pela repetição do mantra se faz uma evocação direta ao mesmo. Há inclusive mantras que trazem alguns palavrões e expressões notadamente doentias, em outros idiomas, e por aí já se percebe o nível desse tipo de evocação. Todo mantra tem uma função. Existem mantras que focam em objetivos como, por exemplo, a paz íntima, a defesa energética, a experiência fora do corpo (projeção consciente), despertar e iluminação e assim por diante. Digamos que os mantras são “pacotes com informações e padrões”. Isto é, possui um conjunto de energias, intenções e emoções (holopensene) que exerce função específica e delimitada. Ou seja, um mantra projetivo tem somente essa função de saída do corpo. Um paralelo dos tempos atuais, seria como baixar um aplicativo de música e tentar ver fotos nele. Ou então baixar um app de filmes para tentar fazer cálculos matemáticos. É preciso entender sobre suas aplicações e limites. Um caso clássico dentro da própria Conscienciologia foi o relato de Waldo Vieira que, num momento de necessidade enquanto estava fora do corpo, se lembrou de um mantra antigo que ajudou na autodefesa extrafísica frente a assediadores. Vieira nunca revelou qual era esse mantra. E certamente é uma “carta na manga” muito eficiente já que, no caso dele, nada estava resolvendo e nem mesmo o trabalho energético funcionou. Segue uma descrição que está no tratado de Projeciologia: Mantra. Neste ponto, será oportuno informar ao leitor(a), que há mais de uma década, este autor estando em tarefa assistencial, projetado com lucidez, fora do soma, através do psicossoma, sofreu violento ataque de 8 consciexes extrafísicas, assediadoras poderosas em conjunto. Quando já se sentia a pique de dessomar, sob a pressão energética avassaladora dos seus perseguidores, sem conseguir mudar de ambiente ou dimensão extrafísica, recebeu repentinamente o socorro providencial da retrocognição de um mantra com objetivos energéticos, autodefensivos, que – hoje sabe – empregara anteriormente, como alquimista, e com o qual conseguiu livrar-se do envolvimento energético mortal. A tendência é que quanto mais antigo for o mantra mais forte ele deva ser justamente por muitas pessoas terem sintonizado e “formatado” esse pacote de informações, como no exemplo didático dado anteriormente. Eis uma razão extra para se manter sempre atento quando se utiliza algum mantra, pois assim poderá entender em qual campo está adentrando, justamente por esse caráter coletivo. Obviamente que existem muitas bobagens no que tange aos mantras de um modo geral, como se o simples recitar fosse suficiente para evoluir a ponto de interromper os renascimentos e coisas do gênero. Há casos de mantras que são tratados como verdadeira panaceia universal, isto é, servem para resolver todos os seus problemas em todas as áreas da vida (pura bobagem). Em muitos casos fica nítida a tentativa de usar esses métodos como atalhos evolutivos que o levariam sem muito esforço aos “palácios celestiais” da perfeição. Eis porque o senso crítico deve estar vigilante quando se pesquisa esse tipo de tema. Importante salientar que nem todo mantra precisa ser vocalizado verbalmente. Existe a possibilidade de ser apenas na ordem mental, mas dependendo do contexto, pode ter efeitos menores do que quando dito vocalmente. Também existe a prática de utilizar um mantra em um chacra específico, ou seja, você se concentra em determinado chacra, ou parte do corpo, enquanto permanece repetindo-o. Certos mantras sugeridos aqui seguem algumas dessas premissas. Casuística pessoal. Certa feita soube que havia uma docente no estado de São Paulo que estava usando um mantra para acalmar seus alunos e que a escola ficou surpresa com a melhoria do comportamento e do controle da agitação deles. Ao final da aula ela fazia com que todos ficassem de olhos fechados e repetissem todos juntos: “EU ESTOU EM PAZ”. De cara pensei que poderia ter poucos efeitos justamente por ser em português (ou seja, por ser algo novo e sem muito histórico) e por conter uma frase de ordem simples. Avisado tanto à direção quanto à coordenação, fiz com alunos entre 7 e 11 anos. Na primeira turma que realizei, assim que terminamos (sem falar nada ou dar nenhuma sugestão a eles), dos cerca de 30 alunos mais de 20 deles relataram alegres que estavam vendo tudo em azul ao abrirem os olhos. Independentemente da cor, o mais importante foi a reação emocional positiva e mais leve de quase todos. Particularmente, ao longo do tempo com alunos, tive experiências de forte percepção energética, estados vibracionais espontâneos e até certos desassédios pontuais. Fiz eventualmente com crianças dessa faixa etária por alguns anos e toda vez o saldo era positivo e a reação infantil é muito interessante de se observar (o relato mais comum sempre foram os aspectos visuais). Foi surpreendente que um mantra em português e tão simples fizesse tamanho efeito. Mantras projetivos Entre os mantras projetivos, listados aqui como exemplos e sugestões de prática, vale ressaltar que foram selecionados no intuito de serem os mais aplicáveis e, ao que tudo indica, menos problemáticos dentro dessa área. Não tive como pessoalmente testar tudo e, ao todo, pratiquei 4 do total de 10 aqui listados. Quando digo testar não me refiro a apenas uma noite, já que para testar uma técnica projetiva deve-se utilizá-la por pelo menos duas semanas. Desde 2007 venho aplicando e testando muito eventualmente mantras projetivos e nunca tive maiores contratempos com a listagem abaixo, que é proveniente de diversos autores. O mais importante é fazer suas experiências e tirar suas conclusões. Também cabe frisar que nem todos se dão bem com mantras. Caso você já tenha mexido com isso em outras vidas e, dependendo de suas tendências pessoais, pode ser muito bem-vindo ou não ser nada produtivo. Tudo bem se não te servir, vida que segue. Do mesmo modo que nem todos curtem técnicas respiratórias para sair do corpo. Tudo é questão de afinidade. Mantra: SHIEN-SIEN Pronúncia: CHIEN SIEN Significado: Nome do projetor em chinês. Mantra: KESHARA Pronúncia: KECHARA Significado: Sinônimo dos projetores no Tibet. Indicação: Entoar no frontal. Mantra: DWIDJA Pronúncia: DEUIDIJA Significado: Aquele que é duas vezes nascido. Indicação: Entoar no frontal. Mantra: TELESMA Significado: O fogo que traz a vida. Indicação: Bom para ser utilizado no chacra umbilical e cardíaco. Mantra: AIN SOPH Pronúncia: AIN-SOF Significado: Luz divina ilimitada. Mantra: DERA DANDA UTHAO Pronúncia: DERADANAUTAÕ Significado: Algo como “levantar as varas acampamento”, mudar de lugar. Indicação: Utilização no frontal para aumentar a lucidez na projeção. Mantra: CONSCIÊNCIA Significado: Busca da consciência cósmica. Indicação: Aumenta a lucidez, física e extrafísica. Mantra: HARMONIA Significado: Viver em equilíbrio. Mantra: FARAOM Pronúncia: FÁ - RÁ - OM Significado: Relação com processos do antigo Egito. Mantra: RAOM GAOM Significado: Proveniência desconhecida, mas que, ao que parece, se mostra eficaz para reter a memória dos sonhos, bem como para promover a ocorrência de projeções. De todo modo, a aplicação de mantras projetivos é mais eficiente em pessoas que possuem o laringochacra mais ativo e desenvolvido. No entanto, qualquer pessoa com interesse e afinidade pode desenvolver tais práticas desde que sejam constantes e repetidas. Você tem abertismo para esse tipo de experimentação? Este texto traz apenas informações básicas. Estude! Se aprofunde mais no assunto! E não acredite em nada. Experimente! Por Alexandre Pereira.
  15. 1 point
    bacana hein. valeu por compartilhar conosco.... nao sou muito disciplinado com mantras mas as vezes que precisei e utilizei, foram bastante eficazes.
  16. 1 point
    Primeiro não foi uma projeção astral tenho ciência que estava acordado... Fui dormi, sempre gosto de embrulhar a cabeça por causa dos mosquitos, já deitado percebi alguém puxando meu lençol meio que estava querendo ver meu rosto... Achei que era minha prima, consciente disso virei meu rosto rapidamente para dar um susto nela, quando virei o rosto rapidamente tomei o maior susto da minha vida... Era um ser branco, se assemelhava-se com uma mulher mas não tinha cabelo, sua cor era branco/luz azul florescente, ela também tomou um grande susto mas antes do susto que dei nela, vi o rosto dela e parecia como se me conhecesse sabe aquele olhar de afeto de alguém que você gosta era este olhar que ela tava me observando... Na mente dela eu estava dormindo, após eu vela percebi também que ela ficou meio que desesperada como se não era pra eu ter visto ela... Outro relato: Quando meu avó morreu também consegui ver ele, vivo da silva e dando risada kkkkkkkkkkkkk
  17. 1 point
    https://www.worldpranichealing.com/pt/aura/the-etheric-body/ https://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/17032-textos-do-robert-bruce/&do=findComment&comment=74018 https://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/17228-wagner-borges/&do=findComment&comment=100086
  18. 1 point
    É a vitalidade que mantém o corpo biológico vivo, e conecta o corpo astral ao físico.
  19. 1 point
    Nao dá para definir. Voce só sabe que esta em corpo astral caso consiga sair da cama, porque o corpo eterico nao sai. Entao você podia estar desperto NO CORPO ETÉRICO ainda, e ouvindo seu corpo físico roncar. E aí se tentasse sair, descobriria que estava incapaz de se mover e chamaria isso de catalepsia, ficando ali na cama paralisado sem conseguir sair, pelo fato de estar consciente EM CORPO ETERICO, e nao em corpo astral, que é o único corpo que pode sair dali.
  20. 1 point
    Os ovos da serpente continuam descascando mundo afora: https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/alemanha-identifica-o-extremismo-de-direita-como-o-maior-perigo-para-a-democracia/
  21. 1 point
    ( O QUE EU VOU FALAR ABAIXO DEVE SER LIDO COM MUTIA CAUTELA, PORQUE PODE ESTAR BEM ERRADO DO PONTO DE VISTA ESPIRITUAL. ESTOU APENAS COMENTANDO COMO EU VEJO A COISA, E ESSA FORMA DE VER PODE SER FRUTO DAS MINHAS LIMITAÇÕES, ENTÃO CUIDADO) Eu ACHO, sinceramente, que o maior erro está na atitude que a maioria das pessoas parece gostar de cultivar que é "SE ABRIR PARA A VIDA". Aliás me chama muito a atenção o uso recorrente deste tipo de imagem no marketing: O erro que eu vejo é que se você "se abre", várias "oportunidades" se abrem PARA QUEM PRETENDE ENTRAR PELA ABERTURA dada. Por exemplo, eu acho estranho quando algumas pessoas me comentam que vao no supermercado comprar um ou duas coisas que precisam, e acaba gastando demais, comprando muito mais coisas. Isso não acontece comigo, porque: 1- se eu vou no supermercado é porque estou precisando de X,Y,Z 2- como eu sei em média quanto esses X,Y,X custam, levo a grana suficiente para eles, com pequena margem extra 3- Como eu sei onde ficam os produtos no supermercado, vou diretamente nos corredores que preciso, e na prateleira, especifica, pego e vou para o caixa. Fim. Como eu posso voltar para casa tendo comprado mais coisas do que precisava, SE EU SOU MOTIVADO PELO QUE EU PRECISO, E NÃO PELO QUE ME É OFERTADO NAS PRATELEIRAS COLORIDAS??? Não é possível, porque não fico passeando pelos corredores olhando para os lados vendo o que mais de interessante pode aparecer ali para chamar minha atenção.... Não CONCEDO essa abertura ao que vem de fora. A questão é: se você caminha pelo mundo sem estar motivado pelos seus próprios interesses, mas caminha estando aberto para ver o que de interessante pode surgir no seu caminho, você automaticamente CRIA AS CONDIÇOES para que agentes EXTERNOS te seduzam, para o bem ou para o mal. E você SABE quais as motivações desses agentes externos? Não, você só sabe das SUAS motivações, a dos outros sempre será um mistério, uma lacuna, que você pode tentar preencher com a sua imaginação, PROJETANDO nos outros virtudes e vícios que você imagina que existem nele. Alguns tentarão usar "sua intuição", que é uma forma de "se abrir" para inputs de dados sutis, porém, ao fazer isso você também se abre para quem usa técnicas telepáticas, PNL, comunicação não verbal, etc. A questão, portanto, me parece a seguinte: se você não é movido pelo SEU INTERESSE, se você se move sem que isso sera RESULTADO de uma vontade interior, você estará a mercê de todo tipo de VENDEDOR de produtos, idéias filosofias, e você dificilmente lembra que as motivações do vendedor não são as mesmas suas, o que ele ganha com a venda costuma ser o mesmo que você perde.(nem sempre né? mesmo em assuntos materiais, se você precisa se um saca rolhas e alguém te vende um saca rolhas, ele ganhou dinheiro, você perdeu dinheiro, mas ambos ganharam, porque um teve sua necessidade satisfeita e outro teve a oportunidade de satisfazer a necessidade de outrem e sua necessidade financeira). Mas em idéias como a coisa fica? Se você adere a um sistema de crenças, seja ele político, filosófico, religioso, acho que você precisa questionar ANTES de aderir, se você SENTE NECESSIDADE daquilo que aquele sistema de crenças está "VENDENDO". Por exemplo, se alguém te oferece uma técnica que te promete paz e tranquilidade... você precisa da paz e tranquilidade?? Você já não tem isso na sua vida? Eu julgo que tenho na minha, então não vejo porque aceitar essa "venda". Se um sistema te oferece a "salvação", bem, você se sente um náufrago perdido que precisa ser salvo? Porque se você não se sente, por que então dar atenção a esse tipo de marketing? Por outro lado, ja conheci pessoas que viviam no alcoolismo e no adultério, e se corrigiram rapidamente ao aderirem a um sistema religioso. Essas pessoas foram "salvas" no sentido religioso da coisa?Vão morar om Jesus após a morte? O pastor que as convenceu era um pilantra ou um homem sincero? Nada disso tem importância alguma, porque o fato que resultou da adesão dessas pessoas a esse sistema de crenças foi ma melhora geral da vida delas, porque é disso que ELAS estavam PRECISANDO. Se o resto todo do discurso religioso era mentira, se o sacerdote era ele mesmo um hipócrita enganador que só queira dinheiro, que diferença faz? Então me parece que muitas ( mas MUITAS MESMO) das pessoas que são enganadas por vendedores de idéias só o são porque elas: 1- Não estão de fato procurando por algo claro 2- Aceitam como verdade o pacote completo oferecido pelo vendedor 3- Partem da crença de que o vendedor está de fato interessado nas necessidades DELA, e não DELE E SEU GRUPO. Para mim essa atitude é errada e é fruto do "abrir-se para a vida". Me parece que isso é uma ABDICAÇÃO do seu papel na gestão da sua própria vida, logo, se depois você é ludibriado, não pode se queixar, porque você deu uma "procuração de plenos poderes" a um desconhecido, que pode acabar te prejudicando sem mesmo ter a intenção disso, porque te ofereceu algo que você de fato não desejava, você apenas aderiu por falta de AUTO-CONHECIMENTO, você entregou a outro o poder de definir metas PARA VOCÊ, e também o percurso!!!! Se vocês pararem para fazer uma retrospectiva, ou rememorar a vida de pessoas conhecidas, vão notar uma enorme quantidade de vezes em que as pessoas entraram em rumos errados levados por outros, e depois se arrependem. Caíram na propaganda do outro. E nem quer dizer que o outro te enganou, porque os mesmos resultados que você pode achar negativos, para ele podem ser o máximo, ele só te passou aquilo que ele REALMENTE ACHAVA BOM. Mas ele não tem como saber se é bom PARA VOCÊ. E é nesse ponto que eu acho que reside a grande falha, as pessoas esquecem que somos o único juiz de nossas vidas, só nós podemos saber o que de fato nos serve., e acho que por isso não há muita interferência de mentores e tal. Precisamos aprender com NOSSAS escolhas, e se nossa escolha for entregar a escolha a terceiros, não podemos nos queixar depois do rumo que as coisas tomarem. Uma vez num locadora de vídeos eu estava comentando com a atendente que eu era vegetariano há 4 anos (naquela época, hoje já sou há 20 anos) e o dono começou a me perguntar sobre possíveis dificuldades que isso gerou. Lá pelas tantas ele me perguntou sobre como eu fazia com restaurantes com amigos. Respondi que eu nunca fui de frequentar restaurantes com amigos, logo, isso não afetava minha vida. E aí ele explicou que toda semana ele saia com amigos para restaurantes e tal, e não sabia se valeria a pena abdicar disso (moro numa cidade do interior, creio que numa capital existam muitas opções de restaurantes vegetarianos, mas nesta cidade só existe um). Então veja, se ele se deixasse seduzir pelo que eu falei, ele entraria rapidamente numa situação problemática PARA ELE, mas totalmente inexistente PARA MIM. Ele poderia entrar, passar uns seis meses com dificuldades, devido a necessidade DELE de viver cercado de amigos, e depois poderia sair disso, contando por aí que uma vez se deixou levar pela idéia do vegetarianismo que o cara fez a cabeça dele, mas que é algo muito radical, porque começou a ter dificuldades com os amigos e tal.... Por isso tem gente que sai de grupos religiosos ou espiritualistas se dizendo enganados ou que passaram por lavagem cerebral, enquanto que outros continuam lá achando que foi a grande virada positiva da sua vida. O que gera essa sensação de ter sido enganado me parece que é exatamente essa falta de saber o que de fato estamos procurando naquela coisa (atividade física, ideologia, política, filosofia existencial, amizade, par amoroso, carreira profissional...). Se você não sabe o que está procurando, não vai reconhecer o valor do que encontra, caso tenha algum valor, e não pode reclamar se o que encontrou não lhe satisfez, porque para que uma resposta correta seja dada, antes uma pergunta correta precisa ser feita. Logo, o maior responsável pelo sucesso na busca é sempre o buscador, não o entregador, e a atitude "abrir-se para a vida" é , no meu entender, o exato oposto disso, um baixar o nível de exigência, e isso é exatamente o que abre as oportunidades para os espertalhões, que esses sim, sabem exatamente o que buscam. Mas como eu falei no início, analisem com cuidado isso, porque todos sabemos como hoje em dia na espiritualidade new age a idéia de "abrir-se para o universo", e o que escrevi aqui pode ser nada mais do que um "pensamento limitante" da minha parte, ou apenas fruto de traços da minha personalidade, que é controladora e só faz o que quer fazer. Esse traço pode estar distorcendo minha percepção do resto nesse assunto. As pessoas que lerão isso e concordarem empolgadamente com o que escrevi talvez o façam apenas porque tem traço de personalidade parecido, limitações parecidas, e convém que reflitam sobre a possibilidade de flexibilizar isso um pouco, para ser se é positivo. Eu tenho feito isso em algum grau, sempre com cuidado, e tem me trazido aprendizados interessantes. Já os que discordarem empolgadamente ao lerem isso, talvez tenham a personalidade oposta, e talvez convenha flexibilizarem isso, se fechando um pouco filtrando mais suas aberturas, e isso talvez corrija também certos excessos que ja os levaram a entrar em frias no passado. Estamos sempre que manter um olho entreaberto para escolhas opostas às nossas, porque as vezes que nos parece sabedoria pessoal, é só trava mesmo, e só quem pensa diferente de nós é que pode nos apontar algum erro, caso exista.
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    Amigos, venho deixar meu relato aqui registrado, para crescimento de todos. Dia tranquilo em casa, eu e minha adorável companheira no sofá, era tardizinha, umas 14h da tarde aproximadamente, deitei na posição decúbito dorsal, sentido leste-oeste, coloquei meus pés no colo dela, ela sentada se pós a fazer as unhas dos meus pés, temos este costume, com meu travesseiro sob minha cabeça, adormeci e depois de algum tempo de sono despertei, abri meus olhos normalmente, sentindo todo o meu corpo normalmente, então observando minha mulher fazendo minhas unhas eu a chamei "....amor!" a primeira tentativa de chamar por ela, nada dela me dar atenção, chamei novamente: "..amooorrr" e nada, situação estranha eu pensei comigo, foi quando eu me pus a gritar pelo nome dela, chama-la, dar pesadas nela, gritando e esperneando e ela me ignorando completamente, neste instante me veio o pensamento de que eu havia falecido, tentei tomar o controle da situação e mentalizei mexer devagar a ponta dos meus pés, após isso instantaneamente, me ergui com o corpo físico, olhei para minha mulher, ela olhou para mim e eu perguntei para ela: "...ei você não estava me ouvindo te chamar não? " ela respondeu que não, disse que a única coisa que eu estava fazendo era mexer muito as pernas atrapalhando ela de fazer minhas unhas, relatei todo o ocorrido para ela como de costume, ela me disse que havia olhado para mim e meu corpo dormia profundamente com os olhos fechados. Interessante desta experiencia é que eu estava com meus olhos abertos, vendo tudo ao meu redor, senti minha boca se abrindo e o som saindo dela normalmente, estava ali todo tempo observando com clareza e nitidez minha mulher fazendo minhas unhas, foi uma experiencia muito gratificante e ao mesmo tempo reveladora e aterrorizante, deu para perceber como deve ser a morte física, um desespero total quando ela vem prematuramente e de forma brusca, tentar falar com nossos amados e não conseguir nenhum tipo de comunicação. Acredito que eu tenha tido mais uma projeção astral em real time do que uma catalepsia projetiva, porém eu fiquei ali deitado achando que estava no corpo físico e ao pensar nos pés, na ponta dos pés eu me encaixei e voltei de fato ao corpo físico. Quero muito tentar repetir novamente este fenômeno maravilhoso que é a projeção em real time, vou esperar minhas unhas crescerem novamente rs
  23. 1 point
    Olá Viajantes, Gostaria de frisar: • Não sei o que acontece mas o fato de acessar este fórum aumenta a chance de projeção é inegável. • O poder literal da palavra. Ontem comentei com minha esposa sobre uma curiosidade sobre ver um objeto exclusivamente possível apenas na 4D e relembrar na 3D. Ontem tive um dia normal e sem grande acontecimentos. Alimentei-me bem, fiz meus trabalhos, vi uns videos e jantei um pouco mais do que almocei. Minha esposa ganhou uma pedra que uma amiga nossa trouxe de Bonito - MS e acabou ficando na minha cabeceira (não entendo de pedras nem cristais). Sempre mantenho um copo de água ao lado. Acendi um incenso antes de dormir para equilibrar o ambiente. Dormi sem fazer nada de mais apenas tentando manter a mente ligada ao máximo. Quando me dei conta, notei que o quarto estava diferente. Paredes na cor vinho, cheio de enfeites e como se fosse uma decoração meio exagerada. Olhei para a minha mão e estava com 6 dedos. Estranhei pois normalmente só consigo ir até a apática zona real time que parece ser mais uma interface entre o físico e o astral do que uma dimensão propriamente dita. Olhei para o lado e vi minha esposa ali junto. Fiz de tudo para acordá-la mas não ela só resmungava e voltava a desligar. Resolvi levantar e notei que o ambiente ficou com uma névoa. Fiquei pedindo mentalmente para clarear o ambiente mas não funcionava. Fui andando mesmo assim até achar uma porta e passei por uma sala grande vazia. Depois de mais alguns instantes senti uma presença e tinha um ser que não consigo descrever, sem rosto e com o corpo alongado levemente flutuando a uns 10cm do chão. Não sabia se era uma ameaça mas mesmo assim joguei uma energia do bem e ele ficou ali me acompanhando. A névoa sumiu e consegui ver a estranha decoração parecendo "vitoriana". Vi outra porta e ao abrir vi que era uma sala de estudos com vários seres na cor verde musgo e todos sem rosto. Fiquei sem graça, pedi desculpas e fechei a porta. Tive uma sensação de perder a sintonia e "acordei" mas, prestando bem a atenção, notei que estava projetado novamente naquele quarto vitoriano com a minha esposa. Tentei novamente acordá-la e consegui mostrar para ela a minha mão com seis dedos e convidei para andarmos juntos. Quando vi, ela já estava apagada de novo. Acho que não adianta tentar despertar alguém assim. Voltei pelo mesmo caminho, passei de novo pela mesma sala e vi um objeto que na 4D parecia ter vários detalhes, graus de profundidade e formato com curvas entrelaçadas. Na 4D o objeto parecia óbvio e muito simples mas acabei perdendo novamente a sintonia e agora acordando realmente na 3D. Fiquei com o objeto na cabeça mas aqui na 3D meu cérebro só conseguia conceber a forma de um troféu. Alguma informação ficou registrada na minha mente e eu sabia que era muito mais do que um troféu mas que a nossa dimensão não permite nem nosso cérebro processa a informação da soma dos ângulos por desafiarem a física do ambiente. Realmente, a informação no universo sobrevive. Fiquei um pouco filosofando sobre o objeto e voltei a dormir. Agora acordei numa zona mais baixa que lembra um bairro da minha cidade. Vi várias pessoas num convívio natural e em suas plenas atividades. Ninguém "dava bola" para mim. Dei umas flutuadas, cometi uns micos, minha lucidez variava, puxei papo com uns e resolvi apenas caminhar de volta para minha casa. Mesmo podendo volitar, quase ninguém faz isso nessa zona. Parecia quase normal tendo até uns modelos estranhos de veículos mas nada muito diferente. Passei por uma casa e vi uma mulher ensinando algo para um rapaz e notei que tinha uma televisão com uma emissora similar as nossas. Muito próximo da nossa faixa. Lembro de uma moça tentar sensualizar em dado momento mas não caio mais nessas. Acordei bem. Paz e luz a todos!
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    Tadinha... ela mesmo fala num de seus livro, acho que no autodefesa psíquica, que já foi confundida com um homem. Mas é aquilo né... ela é inglesa, não é francesa, italiana, espanhola, nem latina. Todo mundo sabe que não se pode cobrar muito das inglesas, ehehehe.
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    Em relação a espiritualistas acho que o problema é os grays mesmo. É bem "conhecido" que os grays são os famosos "Ets negativos". Hà várias raças criando problemas, mas os grays acho que são os mais conhecidos, desde as ondas de abduções que surgiram a partir dos anos 50, Então o cara dizer que não existe Et negativo é meio cômico. Claro que tem mentores grays também, esse problema não é da raça toda, assim como não se pode dizer que todos os terráqueos são maus né? Já com ufólogos, pelo que sei, o problema é que pelo menos no Brasil a turma da Revista Ufo, em torno da qual se reúnem os ufólogos, é materialista. A impressão que dá é que todo o trabalho deles é feito para gerar uma explicação alteranativa à espiritualidade, meio ao estilo de "Eram os Deuses astronautas", mas ao mesmo tempo eles se esforçam em destruir a credibilidade de qualquer um que tenha contatos mais úteis. Se a pessao filmou uma coisa estranha no céu, ou viu umas luzinhas, ok, isso não desafia demais a mente materialista, fica na zona "há, de fato há algo lá fora". Mas se disser "conversei com eles na boa, amigavelmente", aí eles já tentam de todas as formas atacar o sujeito. É bem estranho. Em 1986, quando eu tinha 16 anos, eu era assinante da primeria revista técncia de parapsicologia que foi criada no Brasil. Primeira e única acho. A Parapsicoloiga Hoje. Durou seis meses apenas, e logo se fundiram com a revista de Ufologia, chamada Ufologia Nacional e Internacional, que devido a fusão se chamou PSI UFO. Não renovei a assinatura, porque já tinha notado esse traço bobalhão na turma da Revista Ufo. Passados todoso esses anos, agora em tempo de internet, no ano 2000 entrei num grupo de desobsessão, que trabalhava com mentores Ets. Vi o tal Ashtar Sheran, por clarividencia, antes de saber quem ele era, ou memso saber como se pronunciava sewu nome, meus colegas falavam e eu achava que era algo "Xtar Xexam", e pensava "do que esses doidos estão falando? Ets? Xtar xexam, eu hein???? Só quando vi na capa do livro Semeadores da vida, o desenho rudimentar do Ashtar, foi que o reconheci e falei para o líder do nosso grupo "ei, esse cara aqui na capa´foi aquele que vi aqui conosco aquele dia!": E o líder do nosso grupo disse: - Sim, esse é o mentor que coordena nossos trabalhos o Ashtar Sheran Só aí eu fui querer saber quem era o sujeito, li o livro e pela primeira vez entendi que ufologia e espiritualidade anda lado a lado. Foi a turma da Revista Ufo que me fez ver ufologia como "desculpa de materialista para explicar o inexplicável". E aí fui atras do que eles estavam fazendo atualmente, e descobri que não mudaram nada, continuam presos na mesma mentalidade atrasada que só quer saber de disquinho e luzinha. Produzem livros como este, que até comprei, mas depois joguei fora, num lixão mesmo desse de rua, porque a única finalidade desse livro é contar os relatos mais famosos, para tentar alegar que cada um deles é maluquce: É uma mentalidade como a de religiosos , que aceitam que Jesus fazia milagres, mas que alegar que cada manifestação paranormal de outros é fraude. O mito desafia menos do que o dia a dia né? Depois lançaram uma série de revistas sobre o tema contatados. Compei a coleção, não lembro se eram 5 ou 7. Aí fui ver... é toda tirada do livro acima! Mais difamação, parece a Revista Veja! Então, a revista é minha, paguei por ela, faço o que quiser dela... escaneei o caso sobre o grupo que deu origem ao livro Semeadores da vida e deletei as opiniões trouxas deles, deixando só as INFORMAÇOES. Assim posso repassar para quem se interessa pelo tema, sem ajudar a semear as bobagens opinatiivas deles. Se quiserem olhar, está aqui. MIssão rama sem opiniões.pdf Onde notarem retângulos brancos, como estes, eram as opiniões desnecessárias deles, que retire, porque condicionam o leitor sem no entanto estarem fundamentadas: O único cara desse grupo da Revista Ufo em que não notei esse viés bobo, é o Marco Antônio Petit. Tanto que ele tem um livro como este, em que ele parece ter percebido que tem algo mais nesse tema do que ficar procurando luzinhas no céu. Eu tenho aqui uma palestra do Marco Petit sobre o Ashtar, que traz o tipo de questionamentos necessário, sóbrio, sobre o tema, em relação aos relatos de contatados pelo Ashtar. https://drive.google.com/file/d/0ByXGi2vq5-wsdDZocTh3SFJ3Z1U/view?usp=sharing (Tem que descompactar para assistir, está no formato 3gp, para ficar pequeno. Se quiserem qualidade boa, ele vende DVds com essa palestra gravada, talvez por RS20 hoje em dia). E até ele comenta, no tempo 6:50, como ele sofreu algum questionamento dentro da ufologia, ao escrever um livro como o acima. Depois de ver uns videos do Láercio em que ele dizia que o pessoal da ufologia casuística não gostava muito dele e tal... entendi que devia ser pelo mesmo problema que eu tinha percebido na turma da Revista UFO. O trabalho deles pode ser interessante para quebrar ceticismo daquele povo ainda bem ignorante nesses temas, mas nunca avançaram além do conceito básico "não somos a única espécie inteligente no universo". É um foco meramente "biológico", como quem pesquisa um novo tipo de sapo, ehehe.