• advertisement_alt
  • advertisement_alt
  • advertisement_alt

Breno Ian A.

B-Membros
  • Content Count

    23
  • Joined

  • Last visited

Community Reputation

4 Neutral

About Breno Ian A.

  • Rank
    Member
  • Birthday 05/13/1983

Recent Profile Visitors

289 profile views
  1. Olá, semana passada tive uma projeção patrocinada por um ser que se plasmou de dragão, ele parecia um desses reptilianos. Eu estava na cama e senti ele soltando meus braços e pernas, como eu saía e voltava para o corpo, ele veio por trás da minha cabeça e me deu um puxão no pescoço para trás, os ruídos intracranianos me deram a sensação de que ele tinha quebrado o meu pescoço, depois ele deu a volta na cama e engoliu a minha mão e começou a girar rápido. Entrei em um túnel de luz e fui parar numa sala onde havia um pequeno jovem sentado tristonho a espera de uma sentença. O dragão se transformou em um juiz e me esperava numa sala ao fundo. Ele me deu uma bronca verbal sobre coisas que eu de fato fazia quando estava acordado e me colocava a questão da responsabilidade que eu iria assumir ao lado daquele espírito tristonho que me aguardava lá fora. Jogou na minha cara que eu era próspero demais para ficar me queixando da vida, mas perguntei porque ele só parecia falar de costas para mim. Ele não respondeu propriamente mas acordei pensando sobre isso e desconfio que seres reptilianos na verdade podem ser mera fantasia. Esse ser que patrocinou a projeção não tava a fim de perder sua lucidez e precisava dar seu recado certeiro para mim e talvez tenha encontrado uma forma inteligente de eu não ficar o desconcentrando.
  2. Essa noite eu pude ter uma noção de como funciona o sistema de bônus no astral. Lembrei de um relato do Saulo sobre o menino que "comprava" caranguejos e decidi compartilhar as informações que obtive aqui no forum. Eu estava acompanhando um grupo de esportistas que jogavam tênis e eles, terminando a partida, dirigiram-se a pé até um terminal rodoviário. Fui atrás deles e lá havia uma catraca para realizar o pagamento da passagem. Quando eu atravessei na faixa de pedestres antes de chegar no terminal, senti plasmar em meu bolso um pequeno talão de tickets da cor amarela, relativo à passagem pela catraca. De algum modo, eu sabia que havia uma 'ordem implícita' de que se eu fizesse algum ato de cidadania, seria compensado em igual proporção, ou seja, atravessar na faixa de pedestres era equivalente a adquirir passagens de ônibus. Entretanto, ao chegar no terminal uma moça vestida com uniforme de aeromoça disse que hoje eu não poderia pegar a lotação com os tickets amarelos porque eu era estudante, então teria que trocá-los por tickets azuis em um posto próximo, para confirmar que de fato eu estava ali para estudos. Eu demonstrei estar um pouco apressado e não queria sair do terminal, então rasguei os tickets e eles caíram no chão do terminal. A moça olhou aquilo preocupada com a sujeira que eu deixei e disse que eu iria ter que varrer a sujeira se eu quisesse outros tickets futuramente. E foi assim que me foi passado: pequenas ações de cidadania geram bônus para pequenas coisas do dia a dia no astral, na mesma medida que os pequenos desvios de regra geram ônus.
  3. Caríssimos pensadores, o que me dizem : Somos todos marionetes?! Quem é seu dono?, pois já ouvi dizer que até mesmo os anjos preferem ser escravos do Amor de Maria (mãe de Jesus) a que pertencerem ao bando de Satanás, o que dirá eu, mero mortal com pouca lucidez. Todo ser pertence a alguém que o direciona neste Universo.
  4. Ótima dúvida, Seu Rosa. Acrescento que em uma certa fase de minha vida, já passei por isso também, mas hoje estou mais tranquilo. Eu aprendi a controlar meus pensamentos de sexo e fetiche me convencendo de que não passam de mera comichão, de que há sensação melhor como a kundalini, por exemplo. Quando o negócio insiste em voltar, corro para a água fria e sal grosso para descarrego pois acredito que seja uma indução espiritual. Mas em geral, o que funciona são mudanças no pensamento. Eu também fiz psicoterapia pelo sus e na capital o atendimento foi excelente.
  5. Então é por vingança mesmo que a pessoa se estrepa, pega um objeto que atrai maldições. Contem-me se vocês tiverem exemplos destes objetos em outras religiões, gostaria de saber para repassar isso a colegas do budismo, hinduismo, cabala, umbanda, etc.
  6. Meus caros, talvez esta dúvida não tenha a ver com o que vocês dominem, mas há tempos eu tenho observado isso é ficado com a pulga atrás da orelha e pergunto a alguém: por que objetos consagrados com a intenção de proteger pessoas podem gerar efeito oposto? Por acaso não era para aquela pessoa estar com o mesmo? Vou dar um exemplo: a pessoa recebe um rosário consagrado pelo Papa e tem seu carro roubado com o objeto lá dentro.
  7. Achei uma mensagem que conforta a dúvida. Gratidão à espiritualidade que nos guia!
  8. Como sair da mira de obsessões que lançam petardos espirituais sobre nós e pessoas a nossa volta? Será possível fazer contra ataque de outra forma que não palavras - distorcidas?
  9. Ao que tudo indica, os fenômenos são concebidos pelo sujeito que está em sintonia com outros no plano astral, mas o processo se inicia no físico mesmo.
  10. Semana última em que eu estava em confronto com mago negro, fui pego na mão por uma mulher alta, esguia e negra que me levou no meio da crise toda para um local perto dali e me aplicou três mãos cheias de areia fina sobre a cabeça. Senti um tremendo alívio como se fosse um passe e voltei a me sentir mais confiante para erguer minhas mãos e emanar luz no indivíduo que estava sendo usado pelo mago negro para os fins de magia contra pessoas ao redor do local.
  11. Depois de comer pizza com batata palha eu sempre vou de chocolate amargo com leite condensado como sobremesa de janta, mas eu juro que sou um pau de magro.
  12. Queria entender qual a relação entre dois Totem atípicos para uma mesma pessoa: tartaruga e arraia (e filhotes)?
  13. Cara, se eu ou você tivéssemos sido um ET bonzin, não estaríamos encarnados aqui hoje, certo? E outra que pro cosmo deve haver uma concepção de maldade que perpassa a ideia de simplesmente fazer o mal aos outros. Eu acredito que estamos aqui por misericórdia de uma civilização e não por castigo, quem promove o castigo são os nossos iguais nessa história. E bola prá frente, que há muito o que se aprender.