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Luiz On

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  1. Confesso que junto a felicidade em ajudar, vem uma satisfação que talvez não seja de todo altruística, pelo que me mantenho desconfiado de mim mesmo. Tento não ser severo demais, mas tampouco posso me permitir ter de mim uma ideia irreal de altruísmo. Tem um bicho chamado vaidade dentro de cada um de nós e ele fica a espreita, pronto a saltar com garras e dentes no nosso discernimento. Contudo, se, conforme muitos pensam e eu cada vez mais comungo desse pensamento, todos nós somos fragmentos da mesma Consciência Original que criou tudo e que se tornou tudo, se todos somos um; tanto o mal quanto o bem que faço a outros é também o bem e o mal que faço a mim mesmo, pois eu sou o próximo e o próximo sou eu. Então, trabalhando no auxílio, por excelente que seja, somos beneficiados da mesma forma que beneficiamos a outros. Embora ainda fique atento a questão da pureza ou corrupção dos meus motivos, talvez eu deva simplesmente me permitir ficar feliz por ser útil, ainda que a razão da minha alegria deva continuar sendo constante objeto de suspeita e inquirição. Enquanto me for permitido ou solicitado, vou aproveitar a oportunidade de fazer alguma coisa boa,
  2. Os pontos em comuns que temos e aprendemos que outros também experienciam em projeções são uma forma de confirmação do fenômeno. J ´li gente que nunca conheci descrever em fóruns lugares que eu havia visitado quando projetado, E gente que volta de projeções com sintomas as vezes parecidos com os que experimento. São boas bases com que podemos no futuro (se já não foi feito) estabelecer paradigmas (não-dogmáticos, está claro) de projeções para diferenciá-las melhor das demais experiencias psi, como sonho lúcido...
  3. O post é antigo, mas lá vai: Sem querer desmerecer os relatos da guria, mas ela é um verdadeiro super-saiajin do Astral. Kkkkk Tem tanto poder que até o Thanos pagaria pau. Os relatos dela tem um.conteudo tão fantástico que me parecem, se forem realmente relatos de um projetor e não ficção (embora tudo indique que seja só invenção de uma mente criativa mesmo), estarem cheios de onirismo.
  4. Seguem os relatos de duas projecoes em que eu, aparentemente pude trabalhar ajudando no plano Astral. Digo "aparentemente" por ser um tanto leigo no assunto Amparo. Mas relato conforme me aconteceu para a apreciação dos colegas e para que opinem e me ajudem a compreender. Mas aconteceu o seguinte: ha cerca de uma semana eu fui pra cama pra dormir, sem fazer exercício nenhum. Nenhuma técnica. Ja faziam varios dias desde minha última projeção, de modo que me sentia em Recesso Projetivo e resolvi relaxar para não estender o recesso. De madrugada, eu despertei e senti que havia alguém, alguma consciex se aproximando de mim. Senti que me tocaram no lado da cabeça e de repente comecei a vibrar todo o meu corpo, como se eletricidade passasse por mim. A vibracao foi muito forte e parecia estar sintonizada nos sons intracranianos da pineal e conforme eu pensava nisso, o som e as vibracoes aumentavam. Apos algum tempo tentando aumentar o som da pineal, pensei que já estava separado do meu corpo e me levantei, mas primeiro tive de remover as cobertas e quando fiquei de pé, devido ao alto grau de lucidez, acreditei estar no físico. Todos os testes de realidade que fiz deram errado. Contei os dedos mas haviam só cinco na minha mão. Tentei atravessar a palma da mão com um dos dedos e não consegui. Estava convencido de que me levantei fisicamente e então já ia voltar pra cama quando vi que nao estava no meu quarto. Era uma sala grande, com paredes de madeira escura e eu estava vestido (acho) com um tipo de jaleco. Uma pessoa foi trazida à mim. Senti que devia "tratar" dessa pessoa. E me lembrei na hora da recomendação que li em vários grupos que podemos lançar energia nas pessoas do astral e se forem pessoas ruins, elas se revelarão ou fugirão. Eu comecei a lançar energia naquela pessoa, tentando ao fazê-lo, mandar bons sentimentos no processo. Me concentrei nos melhores sentimentos que pude e simplesmente mandei a energia, como se desse um "passe". Quando fiz isso, voltei pro meu corpo. Estava deitado na minha cama e senti que novamente me tocavam na cabeça e comecei a vibrar de novo. Novamente eu me vi de pé (dessa vez não houve saída do corpo que eu pudesse observar. Simplesmente estava la), no mesmo lugar e mais uma pessoa foi trazida até mim. Fiz a mesma.coisa que antes e novamente, depois de o fazer, voltei ao corpo físico. Dessa vez, não senti me tocarem, mas assim que voltei ao corpo físico, sai novamente e estava no mesmo lugar, e mais uma pessoa veio a mim. Isso se repetiu umas três ou quatro vezes e me lembro que eu estava atendendo uma mulher (ela estava com medo de um símbolo escrito em uma parede, ou coisa assim) e nessa ocasião, vi minha esposa na sala comigo, como se estivesse me auxiliando. A última vez em que saí do corpo e fui entender alguém, veio um senhor já idoso e começou a me falar os problemas que tinha. Mas não tive tempo de o ajudar pois fui puxado pro meu corpo físico e estava dessa vez desperto demais para tentar me projetar novamente. Mas estava pela possibilidade de ter sido usado para ajudar alguém. Minha esposa, infelizmente, não tem lembrança de ter me ajudado. Isso foi há mais ou menos uma semana. Na noite passada, dia 7, ou nessa madrugada do dia 8 de maio, eu novamente fui dormir sem fazer técnica alguma. Mas acordei de madrugada e pensei em algo e disse mentalmente aos meus Mentores ou Amparadores mais ou menos assim: "Fiquei feliz e agradecido na outra noite, por ter tido a oportunidade de ajudar alguém. Se eu puder ajudar novamente, estou disposto a isso." Imediatamente ao dizer isso, senti uma eletricidade me percorrer o corpo e comecei a vibrar. Como já sabia que esse EV estava ligado ao som da pineal, me concentrei nele e o intensifique até que me vi de pé, novamente com um tipo de jaleco. A minha frente havia um corredor, ao fim do qual haviam várias pessoas em uma antesala. Não vi detalhes deles, mas o cenário era diferente do outro dia. Esse corredor estava bastante desorganizado, com prateleiras de ambos os lados com tralhas diversas e em redor havia muito entulho ou um tipo de lixo. Uma mulher de uns cinquenta anos foi trazida até mim e comecei a examiná-la ou a fazer algum tipo de procedimento que não me recordo bem. Quando eu fazia isso, ela tentava me seduzir, tentando me tocar de forma...Sensual, eu acho. Não parecia que ela estava realmente interessada em mim, mas sim em atrapalhar o que eu estava fazendo. Pensei em sentimentos de compaixão ou bondade e tentei enviar em forma de energia para aquela mulher. Pareceu funcionar ou pelo menos a acalmou o bastante para eu terminar o que estava fazendo. A seguir recomendei que ela bebesse um copo de água com uma pitada de sal. Na hora me pareceu ser a coisa certa a recomendar. Depois que ela saiu, veio mais uma pessoa, mas não tenho muita lembrança de como foi esse "atendimento". Depois dessa segunda pessoa, a lucidez caiu bastante e só me recordo de alguém tentando maliciosamente me fazer falar sobre a instituição (hospital ou escola) em que eu estava e eu respondi que não poderia falar por eles. Mas desse ponto em diante Creio que o onirismo me atrapalhou e voltei ao corpo físico. O interessante nessas projeções, à parte a felicidade que eu senti por , talvez, ter sido usado para ajudar pessoas, foi o fato de, pela primeira vez eu ter projeções que parecem estar conectadas ou relacionadas. Geralmente minhas projeções não se interconectam. Vou a ambientes diferentes e faço ou vejo coisas diferentes, mas essas duas, além de uma suceder a outra, tem a mesma temática. Amparo. Sem dúvida é bom ajudar e aprender.Melhor que ficar vagando a esmo pelo Astral ou pela Real Time. Por favor, me digam o que vocês pensam sobre isso.. E gratidão por lerem até aqui, pois sei que me extendi muito.
  5. Foi o seguinte: Eu fiquei deitado olhando as imagens surgirem e quando vi a esquina de uns prédios em uma cidade, fui puxado pra dentro da imagem. O lugar se parecia com uma cidade grande, mas os prédios estavam invertidos, ou na horizontal e ficavam mudando o tempo todo. Havia um tipo de onda, fazendo o lugar e as coisas mudarem o tempo todo e eu era arrastado com aquilo. Algumas vezes parecia que eu estava dentro de um tobogã ou coisa assim, sempre em movimento. então a cena mudava e eu via gente brigando, rindo, fazendo coisas diversas, mas tudo aquilo, todo aquele cenário girava em trono de um rapaz. Todas as pessoas pareciam convergir para ele, ou se mostravam de alguma forma ligadas a ele, como se ele fosse o centro daquilo. Só duas coisas não se alteravam naquele lugar: O rapaz e eu. Mas ele não parecia perceber minha presença ali. E sempre que ele mudava o humor (ora ria, ora chorava ou se zangava), a cena mudava e sumiam e desapareciam cosas e pessoas. Foi quando tive esse insight, de que ele provavelmente era alguém que estava plasmando aquele mundo e não parecia o fazer coerentemente, como se estivesse bêbado. Mais ou menos quando a gente sonha. Eu me senti dentro de um sonho, mas não meu sonho. Por isso eu penso que era o sonho dele.
  6. Eu pensei nisso. Mas não eram nossos cordões de prata. Não estavam ligados à nós e apenas os seguíamos. Pareciam se (na função) a trilhos de trem no ar, é tínhamos que os seguir. O que minha esposa seguiu estava partido e a partir dali ela deveria voltar ao plano físico. O meu estava manchado de sangue (ou de alguma coisa vermelha). Quando a lucidez falha em alguns momentos da projeção, de repente estou fazendo algo que não tenho certeza de o porquê e nem como comecei a fazer. Eu tive algumas experiências com o cordão de prata. Já peguei nele (parece mais uma linha de pesca bem grossa , transparente e muito forte). Uma vez tentei rompê-lo com uma lâmina que plasmei (a ideia era criar um nó onde ele se reconectasse, o que facilitaria futuras projeções. Ideia muito controversa..). Não rompi. Plasmar a lâmina foi até fácil, mas o cordão não rompeu. Em uma projeção eu estava com umas oito pessoas projetadas e una garota estava tentando nos convencer a "amarrar" nossos cordões ao dela. A ideia era a de que se o fizéssemos, ela agiria como um tipo de condutor e sempre que nos projetassemos seríamos atraídos um ao outro. Mas alguma coisa me disse na hora para não fazer aquilo (mentor invisível?), porque embora não fosse nos prejudicar, ela estava mentindo pois nao funcionaria daquele modo e isso só iria beneficiar a ela. Parece que o plano astral é igual aos grandes Centros urbanos: tem malacos nos becos sempre prontos a passar a perna nos incautos. É bem provável que aquela Consciex que estava nos seguindo tenha ela própria criado os fios (porque os fios que seguíamos só apareceram depois que ele nos acompanhava) .
  7. Creio que ele volitava sim. Ele nos abordou quando estávamos voando e seguindo dois fios translucidos e eu me lembro dele passar a nos seguir e de conversarmos. Embora eu não me lembre de todos os detalhes da conversa. Alguma coisa me disse para não confiar nele e eu o chamei de "vigarista". Não descarto ter se tratado de um teste (e se for, espero ter passado), embora a condução daquela conversa tenha me soado na hora como picaretagem mesmo! Kkkk Um abraço, amigo!
  8. Só uma dica: técnica de ser puxado para dentro de imagens já funcionou comigo, mas não se deve imaginar as imagens e sim deixar que elas surjam naturalmente com os olhos fechados. Eu parei de usar essa técnica por dois motivos: - as projeções tinham alto grau de onirismo quando eu usava essa técnica (uma vez parei dentro do sonho de um cara!) -Se da técnica estava desenvolvendo a clarividência viajora e eu ficava tão absorto com a visão de mundos e lugares diferentes, imagens do futuro (possivelmente) e outras coisas que me esquecia de me projetar para dentro delas... Fique com os olhos fechados e apenas deixe as imagens vir. Mesmo que não as entenda. Evite ficar prestando atenção nos detalhes e olhe-as como se estivesse recuando o olhar para ver o quadro todo. E simplesmente deixe que elas te puxem para dentro delas.
  9. O que você está dizendo sempre serviu de confirmação para mim, pois todos os que comentam a saída do corpo dentro de suas casas contam algo similar: a meia luz, a percepção diferente do ambiente da casa (se andar pela casa haverão ainda outras diferenças como móveis ausentes ou outros que não existem na casa, cores diferentes nas paredes e objetos, etc). Comigo a técnica da corda também nunca funcionou para mim, assim como as técnicas imaginativas visuais, como a da Porta e outras assim. A de rolamento já funcionou, a do nadador, tensionamento do cérebro e outras técnicas que envolvam a percepção física. Eu estava usando uma técnica adaptada da técnica do afundamento semanas atrás e estava tendo um sucesso notável! Digo "notavel" porque não é comum para mim que uma mesma técnica funcione semanas seguidas me proporcionando até cinco saídas lúcidas por noite. Vou ver se posto no fórum a técnica adaptada. Agora estou como voce; as voltas com o mundo físico, mas A porta para o astral parece que uma vez aberta não se fecha de todo. Se eu fico mais de uma dez dias sem práticas, acabo tendo projeção espontânea e daí me animo de novo.
  10. Eita! O troço rendeu! Kkkkkkk Amigos, eu não acredito em tudo e também não duvido de nada. Mas houve tempo em que eu era ou me definia como ateu e vivia procurando brechas nas crenças alheias para mostrar a falha delas. Foi na busca de argumentos para debater que eu me deparei com um site que na época eu pensei ser mais um de "baboseiras esotéricas " é li tudo , mas uma parte me deixou intrigado: "Não acredite em nada do que você lê. Nem mesmo neste site. Tenha suas próprias experiências pessoais." Isso mexeu comigo pois me pareceu de uma honestidade crua. Aprendi várias técnicas projetivas e uma noite, ou melhor uma madrugada lá estava eu, me sentindo ridículo por tentar , mas pensando naquele princípio. Momentos depois eu estava flutuando perto do teto com meu corpo metros baixo de mim na minha cama! Desde então, tomo todas as coisas como possíveis, porém, cuido de separar experiências oníricas de projeção. O relato do nosso colega que gerou esse debate de modo algum me ofendeu, assim como não me ofende as habilidades de ninguém. Claro, citei e todos sabem que na internet está cheio de relatos de gente que é super sayagin astral (kkkkk) Mas não quis dizer que este é o caso aqui, embora se alguém dissesse algo assim de mim, talvez não ficasse magoado por isso. Como eu disse, já tive projeções fantásticas, mas raras. Não tenho o dom da crença, então eu realmente desconfio do conteúdos minhas projeções e peço aos amigos para me ajudarem a decifrar o conteúdo e não raro, chegamos a conclusão de que nem tudo o que reluziu foi ouro. Reitero, não fiquei ofendido pelo relato do nosso amigo, muito pelo contrario. Fiquei curioso, mas sim, coloquei o conteúdo sob o crivo da minha análise, como faço com tudo o que me ensina algo. Questionei o relato e não a habilidade ou honestidade de quem relatou Nossos primeiros questionamentos, penso, foram nessa linha: Seria possível haver conteúdo onírico nessa projeção? Talvez sim, talvez não. O interessante é discutir sobre isso é melhorar nosso conhecimento. Acontece com frequência e até com projetores experientes. E nosso colega não foi feliz na escolha de suas palavras nas réplicas, dando-nos a entender que é de alguma forma uma alma elevada ou coisa assim. A defesa apaixonada de um ponto de vista as vezes faz isso, mas é coisa que seria facilmente resolvida com uns posts explanativos, mas falar de "recalque" e "perfeição ".... . Fiquei confuso. Mas segue o baile!
  11. Muito interessante. Durante o período de descoincidência entre o corpo físico e o astral, é comum (pra mim, pelo menos) ouvir sons e vozes de outro plano, mas algumas vezes esses sons e vozes não tem nada a ver comigo. Ocorre apenas que eu já percebo outro plano antes de me projetar para ele e parece que chego no meio de uma conversa. Uma vez ouvi umas pessoas dizerem "ele conseguiu sair sozinho!" E ainda não sei se essa frase estava relacionada comigo pois não era minha primeira projeção. Duas conclusões possíveis sobre o que citei acima: ou todas as minhas projeções anteriores foram patrocinadas (e as pessoas ali se surpreenderam por eu conseguir fazer sozinho) ou eles estavam ali por acaso e viram uma conscin se projetar lucidamenre (o que talvez não seja muito comum) ou estava ouvindo mesmo assunto que não tinha nada a ver comigo. No seu caso, tente observar quando estiver em catalepsia os sons a sua volta. Daí vai concluir se tem a ver com você ou não.
  12. Bem explicado. A mim não ofendeu em absoluto. Só quis dar uma sutil admoestação de que talvez a maneira como você falou algumas coisas deu a entender que sem no conhecer, sabia o que nos ia ao coração e também que estava se colocando em posição de superioridade moral. O que não foi o caso, como você explicou aqui. Mas foi só um toque de leve. Sem mágoas. Kkkkk Quando tenho uma projeção, sinto vontade de falar dela, mesmo que o conteúdo seja constrangedor ou coisa assim, pois me sinto sempre agradecido quando tenho uma experiência assim. É estranho, mas o sentimento de gratidão meio que obriga a falar. Não sei se é o mesmo sentimento que move outros a relatar, mas não tenho dúvidas de que nos estimulamos mutuamente a evolução quando compartilhamos o que sabemos é também nossas duvidas . Deus o abençoe também, amigo...
  13. Tambem gostaria de saber. Carece de uma explanação maior sobre uma pauta tão profunda, não é? Quais faculdades? O que temos de buscar para termos melhores experiências no astral? Particularmente, nunca me senti em condições de estabelecer o que falta ou excede em outras pessoas (a minha própria vida, existência e idiossincrasias já são mistérios que me absorvem de tal forma, que ainda estou tateando em busca de um mínimo de orientação para não ficar paralisado diante da grandeza da minha vida pequena). Respeitosamente digo que há sim muitas pessoas que tem de fato capacidades extraordinárias que se manifestam (lamentavelmente) em conjunto com um apego ao teatro do fantástico, e elas buscam o impossível dentro do possível, quando talvez fosse mais sensato buscar o oposto. Minhas projeções são de fato, um tanto...Monocromáticas, devido a muita coisa (falta de treino, leitura, habilidade, lucidez baixa, amadurecimento espiritual, etc.), mas elas já me deixam fascinado. E eu tomo cuidado, pois o fascínio é como o medo: ótimo escravo, mas péssimo mestre. Nosso colega @lutavscamorosamente compartilhou conosco sua experiência, fato pelo qual expresso minha gratidão. E recebeu com dignidade uma crítica que foi também feita com dignidade, pelo que lhe dou meus parabéns. Mas na volta, aparentemente sua lucidez no plano físico deu uma queda e ele se esqueceu de um atributo principal de pessoas ascencionadas... Que pena...
  14. Eu também fico com o pé atrás com conteúdos muito elaborados em minhas projeções, pois o onirismo é uma constante e eu já tive projeções dignas de serem dirigidas pelo Peter Jackson. 🤣🤣🤣 Já tive tretas com anjos, vampiros, participei de guerras e fui a outros planetas. Mas como foram coisas episódicas e desconexas entre si, não posso bater o martelo en relacao a quanto devo acreditar nelas ou estabelecer uma rotina de atividades para mim, além de sair do corpo e lutar para manter a lucides e implementar meus planos de ação. Então, conteúdos extremamente detalhados ou concatenados me fazem levantar as orelhas. Mas, claro, estou falando das minhas projeções, pois a maneira que estabeleci para mim mesmo de manter minhas experiências com um padrão razoável de credulidade é uma alta medida de desconfianca. Mas reconheço que pessoas diferente, por fatores próprios ou reencarnacionais podem ter um nível considerável de lucidez e remorização. Infelizmente, não é o meu caso..
  15. Kkkkkkkkkk Boa! Me lembra os falsos despertares sucessivos em um sonho (do qual espero sinceramente ter acordado) de muitos anos atrás. E também me lembra algo que na mesma época me deixou intrigado: "Certo homem teve um sonho um dia, no qual ele era uma borboleta. E foi um sonho tão vivido e tão realista, que hoje ele está ainda em dúvida se é um homem que um dia sonhou ser uma borboleta ou se é uma borboleta sonhando ser um homem".