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Adriano

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  1. O pessoal aqui tem muito essa mentalidade de jogar tudo para cima do tal do "mentor pessoal", uma postura que é um tanto incentivada pela literatura espírita (muito influente no Brasil), e uma figura que na verdade já aparece em algumas vertentes cristãs sob o nome de anjo da guarda. Não digo que não exista um espírito com essa função. Só acho que isso tende a levar a uma postura de dependência, comodismo e simplismo. Em tudo quanto é canto de discussão sobre projeção, por exemplo, fulano entra em recesso projetivo, ou mesmo nunca consegue se projetar, pronto, foi o tal do mentor que bloqueou, seja porque a pessoa supostamente teria feito algo errado no astral e estaria sendo punida, seja porque ela não estaria preparada, ou qualquer desculpa desse tipo. Essa tal "armadilha" de que trata esse relato é um dos frutos da armadilha maior que é sobrevalorizar a figura e o papel do mentor pessoal.
  2. Entendo que você teve e tem uma vida muito difícil, que grande parte dessas dificuldades vem de fatores externos, sobre os quais você teve e tem pouco ou nenhum controle, porém em relação à sua vida romântica e sexual, em particular, são suas próprias preferências e restrições que lhe impõem a maior parte do sofrimento. Você afirma que só gosta de homens héteros, sendo um homem gay. Isso é uma incompatibilidade incontornável. Homens héteros, por definição, não curtem outros homens, sejam eles gays ou não. Seu poder de mudar esse fato é essencialmente nulo. O que você pode fazer é trabalhar suas preferências, seus desejos e aversões. Isso não só em relação a gostar exclusivamente de héteros, mas também ao tipo e ao nível de aparência física que você exige de um potencial parceiro. Basicamente todo mundo que encarna aqui tem algum tipo de complicação psicológica com sexo, a ponto de Freud, no início da psicanálise, acabar associando todo tipo de transtorno psicológico com alguma circunstância de natureza sexual. Quer dizer, você não está sozinho, se serve de consolo. Por outro lado, seu caso é especialmente grave porque você nunca esteve num relacionamento conjugal nem nunca fez sexo, apesar de ter 45 anos, nem parece ter perspectivas consideráveis de essa situação se reverter. Só para deixar claro, não penso que todo mundo precise de relacionamento conjugal e relação sexual para se sentir realizado, apesar de a nossa cultura provocar essa impressão. Só que, claramente, a maioria sente que precisa, e você não é uma exceção. Penso que seria proveitoso você desenvolver algum trabalho, de preferência com auxílio de um profissional, que passasse por auto-aceitação (da sua orientação sexual e da sua aparência física, em particular), porque o seu desejo parece se direcionar justamente àquilo que você percebe como sendo o oposto de você mesmo naquilo que você percebe de pior em si mesmo. Talvez algum tipo de terapia que envolvesse regressão, por exemplo, para retomar os momentos do seu passado (possivelmente na sua infância) em que esses conflitos surgiram. A maioria das pessoas amadurece de algum modo a sua atração romântico-sexual ao longo da vida, à medida que vai tendo experiências dessa natureza, se conhecendo e rompendo ilusões. Nós crescemos sob influência de um monte de mitos e pressões culturais em relação a essas coisas, e a maior parte das pessoas acaba influenciada de alguma forma, inclusive em relação aos complexos de culpa por preferências sexuais que não são bem aceitas socialmente. Existem limites práticos para o quanto cada um consegue transmutar do seu próprio desejo, mas, fora investir nisso, só vejo como saída a famigerada resignação. É importante entender que as nossas preferências, nossos desejos e aversões, fazem parte da personalidade, que é mutável, que é ego. Se ficássemos necessariamente presos a isso, não haveria possibilidade de evolução. O que somos em essência está além disso, então trabalhar a personalidade não é como uma automutilação ou algo que o valha. Nesse quesito romântico-sexual, em alguns casos a situação é muito pior que a sua, como é o caso da de um pedófilo, cuja execução do desejo sempre causa problemas. Aí o sujeito só pode mesmo é se resignar, e ir aos poucos se afastando desse quadro, de preferência com algum auxílio terapêutico. Sua situação, em contraste, é bem melhor. Hoje em dia, pelo menos nos países ocidentais, a situação para os gays está bem melhor.
  3. Eu moro numa metrópole e ainda assim noto uma discrepância significativa, quando não na quantidade de edifícios, na sua altura, feição, iluminação, etc.
  4. Pode ter sido uma forma-pensamento, por exemplo, ou só um delírio da sua mente mesmo, principalmente considerando que você estava próximo ao corpo, quando a lucidez tende, no geral, a ser prejudicada. Você não destrancou a porta física estando em astral, certo? No máximo, agiu sobre o duplo da porta. Mas isso é só um recurso que a sua mente encontrou para superar o obstáculo, porque no astral esse tipo de barreira não tem a solidez ou a mecanicidade que é própria do mundo físico. Você poderia ter atravessado a porta visualizando um portal, por exemplo. O procedimento de destrancar a porta com a chave é só a forma como temos de fazer no físico, e aí você reproduziu em astral. Falso despertar é quando você pensa que despertou no físico, mas na verdade ainda está projetado. Nesse caso, pelo que disse, você sabia que estava projetado (embora com uma lucidez aparentemente não muito alta), então não acho que caiba falar em falso despertar. Parece que ou você estava projetado mesmo e foi puxado de volta para o corpo, ou foi tudo só um sonho lúcido. Mas pode ser que eu não tenha entendido sua experiência da forma como você a narrou.
  5. Na minha experiência, isso tende a acontecer quando estamos projetados próximos ao corpo (ou, no seu caso, ainda parcialmente acoplado ao corpo), na região que costumam chamar de faixa de atividade do cordão de prata. A ideia básica é que, nas proximidades do corpo, há energias mais densas, possivelmente associadas ao próprio duplo etérico, que podem prejudicar a lucidez. Eu tive muitas experiências no começo em que saía do corpo e me sentia um i*****, infantil, medroso. Depois despertava no corpo frustrado porque tinha conseguido me projetar e tinha desperdiçado a experiência por estar nesse torpor. Mais tarde, comecei a ter experiências em que podia ficar próximo ao corpo sem esses efeitos entorpecentes, mas, como regra geral, procuro me afastar dele logo que desacoplo. Quando tenho projeções consecutivas, parece que esse efeito se esvai progressivamente.
  6. Só quero observar que uma consciência mais sábia com que se estabelece contato pode respeitar naturalmente os nossos limites de entendimento e o nosso livre-arbítrio, não necessariamente está "seguindo ordens" quando limita as informações e conselhos que passa. Nós fazemos a mesma coisa na educação das crianças. A mesma pergunta, vinda de pessoas em estágios diferentes, recebe respostas diferentes. Isso pode ser simplesmente sabedoria da parte do instrutor, não necessariamente a adesão a um conjunto de normas que "vem de cima". Mas, claro, dependendo do grau evolutivo do espírito que se comunica, ele pode estar afiliado a um grupo que tem diretrizes muito específicas, pode ter de reportar diretamente a alguém de hierarquia superior, etc.
  7. Acho que é interessante ressaltar que existem duas acepções básicas em que a palavra lei é usada e que não devem ser confundidas. Uma é referente às regras de conduta dentro de uma coletividade, que são criadas e que se fazem cumprir por algum tipo de coerção. As leis de toda uma uma sociedade fazem parte dessa categoria, assim como, em menor escala, as normas do estatuto de uma associação fechada qualquer, as regras informais de convivência dentro de um dado ambiente, etc. A outra acepção faz referência aos princípios e padrões que regem fenômenos naturais, como quando se fala em leis científicas. Essas últimas não são criadas pelos homens e não precisam de coerção para se fazerem valer. Não faz sentido, por exemplo, discordar da lei da gravidade, ou se rebelar contra ela. É sábio entendê-la e se conduzir a partir desse entendimento, como quando decidimos se saltar de uma certa altura é conveniente ou não, ou como quando a usamos para o nosso próprio proveito, por exemplo, numa usina hidrelétrica. Quando se fala, no contexto de espiritualidade, em lei de amor, por exemplo, é no sentido da segunda acepção, quer dizer, algo natural, não imposto. Podemos pensar que ela surge de um entendimento profundo, vivencial, não puramente cognitivo, da não-separatividade dos elementos do mundo; de que o bem geral está associado ao bem de cada um, como o bem de cada um está associado ao bem geral. Esse entendimento pode ser tão profundo que transcende o mero raciocínio e chega à esfera dos sentimentos. Nesse ponto ela está se internalizando. Num mundo habitado por consciências ainda um tanto primitivas como é o nosso, tentamos criar regras de conduta moral e normas sociais que se harmonizem com a lei de amor, não pelo amor em si, que não pode ser imposto, mas pelos resultados favoráveis que são gerados para a coletividade quando o comportamento dos indivíduos não confronta essa lei natural. Não matar, não roubar, não caluniar, etc., são atitudes espontâneas para quem já opera de acordo com a lei de amor, mas que precisam ser impostas para o bem geral quando não são adotadas naturalmente pelos indivíduos. Pais que têm filhos que não são agressivos, que se respeitam, que têm maturidade para lidar com conflitos de maneira produtiva, que têm inteligência cognitiva e emocional para aprender com as experiências, não precisam criar regras como "não bater no irmãozinho", "respeitar a vez do irmãozinho", etc. Se surge uma ocorrência desse tipo, há um diálogo, é passado um ensinamento de por que nos comportamos desse jeito e não daquele, etc., e a criança vai amadurecendo, se desenvolvendo, e o seu comportamento adequado é um reflexo disso. Se os filhos são menos maduros, os pais chegam ao ponto de ter de criar regras explícitas, recordá-las periodicamente, estabelecer algum tipo de punição para o seu desrespeito, etc. Imagino que todos já tenham tido experiências de contato com famílias nas duas condições distintas. Os diversos mundos (planetas, dimensões, etc.) operam de acordo com a mesma lógica. Num mundo com consciências mais evoluídas, regras pormenorizadas se tornam completamente desnecessárias, e alguns princípios básicos, como a fraternidade, já são suficiente para a orientação da conduta. Um passo além na escala evolutiva, e mesmo esses princípios já são óbvios, já estão interiorizados, não precisam ser colocados como leis na primeira acepção do termo.
  8. Concordo com o Carlos que o seu quadro envolve a síndrome do estrangeiro. Sugiro que você siga o segundo link que ele postou e assista aos vídeos (a entrevista está quebrada em seis partes curtas), porque o primeiro é bastante técnico e pode ser difícil de acompanhar e enfadonho para quem já não tem certa familiaridade com os conceitos e o vocabulário da Conscienciologia, que é o movimento ou doutrina em que a discussão se encaixa. Se tiver dúvidas sobre o conteúdo, pode postar aqui mesmo. Se quiser aprofundar em pontos mais específicos da situação, das suas dificuldades e dúvidas, pode criar tópicos específicos para isso. Eu mesmo sofro de síndrome de estrangeiro desde muito novo e me identifico com vários pontos do seu relato. Se quiser conversar mais privadamente, pode me mandar uma mensagem.
  9. Em princípio, o corpo astral não precisa respirar. Essa necessidade, se surgir, é ilusória, uma reflexo do condicionamento do soma, que precisa desse processo para sobreviver. Um fenômeno que é bem solidamente confirmado é que percepções e sensações do corpo físico afetam os nossos sonhos. Freud já relatava com detalhes esse tipo de acontecimento. É como quando você está com fome e sonha com comida, ou está com frio e sonha que está num lugar gelado, ou um barulho alto na rua provoca um sonho com uma explosão, talvez num cenário de guerra. O inconsciente é exímio em criar cenários elaborados para manifestar suas mensagens, mesmo que sejam simples. Ou seja, mesmo que a consciência não esteja desperta no corpo físico, o que se passa com ele ainda a afeta, esteja ela divagando sem lucidez no meio de um sonho ou numa projeção lúcida. A explicação para isso nos casos de projeção é que quando em astral permanecemos ligados ao físico pelo cordão de prata, que transmite informação entre os corpos. Não é à toa que, mesmo que você esteja projetado, se alguém o acordar no físico, você volta imediatamente. Nesse seu relato, então, o que acho mais plausível é que seu nariz estivesse entupido mesmo e que você tenha tido a sensação de sufocamento ou dificuldade de respirar no astral como repercussão.
  10. Sobre essa questão da culpa, quero aproveitar um outro post do fórum, que trata da relação entre a culpa (autoculpa ou atribuição de culpa a outros) e doenças físicas. Post completo: https://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/20736-doenças-no-soma-e-psicossoma/&do=findComment&comment=97345
  11. Pela minha própria experiência e por relatos da literatura espiritualista, é normal, nesse processo de despertar para um nível mais maduro de consciência, passar por uma fase de transição que é desafiadora e costuma ter algumas características de desequilíbrio. Figuradamente, é como se fosse preciso piorar para melhorar. Essa piora é aparente e superficial, transitória. Muitas vezes apenas estamos ganhando lucidez sobre dificuldades que já estavam presentes e atuantes e só não nos dávamos conta delas. Naturalmente, ao ganharmos consciência dessas questões, tendemos a reagir com alguns sentimentos negativos, como autoculpa e medo, o que causa desconforto. Também começamos a ter uma mudança de visão e concepção de mundo, uma mudança de referencial, o que costuma dar um senso de desorientação até nos estabilizarmos num novo enquadramento de realidade. E, além disso, começam a surgir conflitos com o meio e algumas convivências, porque passamos a questionar a forma como vínhamos nos portando e buscar mudanças. Nossas antigas companhias, no geral, não reagem muito bem a isso, porque é algo que desafia, mesmo que indiretamente, o status quo, que é extremamente egoísta, materialista e de visão estreita, mesmo nas vivências religiosas comuns. Então é todo um processo de transformação e readaptação que tem seus custos. Se houver persistência e o trabalho for bem feito, isso é superado pouco a pouco. Mas inevitavelmente vamos sair desse processo diferentes de como entramos, do contrário nada disso teria sentido e nem caberia falar em evolução, amadurecimento, despertar. Nesse processo, é muito valioso ter algum tipo de apoio. No Budismo existe um ensinamento sobre as chamadas Três Joias, que são os refúgios que um praticante espiritual toma para se orientar, proteger, reconfortar e motivar: a sangha, que é uma comunidade de pessoas passando pelo mesmo processo e atuando mais ou menos no mesmo "comprimento de onda"; o dharma, que são os ensinamentos espirituais que guiam o processo; e o Buddha. Este último pode ser entendido em vários níveis e colocado em várias linguagens diferentes. Dependendo da linguagem, pode ser a nossa Natureza Búdica Última, o Higher Self, o Sagrado Anjo Guardião, etc. -- no que seria uma visão voltada para dentro. Pode ser o grande mestre que serve como modelo, como Jesus para os cristãos, o Buddha Shakyamuni para os budistas, Krishna para os hinduístas, etc., ou o "guru" (num sentido amplo) pessoal para quem tem um -- no que seria uma visão voltada para fora. Enfim, estamos falando de um grupo de apoio, uma tradição guia e um modelo orientador. Pela minha observação, muitos praticantes espirituais atuais estão tendo dificuldade em encontrar algo que seja como uma sangha. Creio que, em parte, isso se deve a vivermos um momento em que muita gente passando por esse despertar não consegue se encaixar muito bem em nenhuma das tradições bem estabelecidas. E uma fração considerável dos que chegam a se encaixar de algum modo em algum grupo espiritualista não consegue se sentir completamente acolhida, compreendida, guiada e apoiada, porque essas tradições, no geral, operam dentro de modelos que não foram atualizados perante o que parecem ser as necessidades atuais. Por outro lado, tem também o fato de que muita gente fica restrita a uma convivência online, o que é possível graças às facilidades trazidas pela Internet. Por exemplo, estabelecem contato com professores e pesquisadores exclusivamente por serviços como o YouTube, conversam com outros estudantes e praticantes apenas em fóruns como este. Quer dizer, acabam se restringindo ao que poderia ser apenas um facilitador, deixando de ter convívios presenciais mais significativos e gratificantes. Eu mesmo tendo a fazer isso, e é algo a que tenho dedicado bastante reflexão. Isso se encaixa bem dentro do que eu vinha falando, essa alienação do contato presencial ou, pelo menos, da formação de vínculos mais profundos e da criação do que seria uma comunidade orgânica e palpável. Fico pensando em ações que poderiam ser tomadas para remediar esse problema. Um fórum como este certamente ajuda, mas o formato é mais voltado para discussões mais sérias e menos para conversas mais pessoais. Não sei se essa minha percepção reverbera em outros usuários.
  12. Pois é. É muito bom que você tenha mencionado isso.
  13. Também tenho a tendência de demorar a pegar no sono. A meu ver, o que o Sandro disse é verdade: a ideia de acordar antes da hora, se levantar, matar um tempo e voltar para a cama é mais apropriada para quem tem a tendência de pegar fácil no sono. Isso é desnecessário para quem já não apaga fácil e pode até ser inconveniente, como acontece comigo. Eu costumo meditar antes de me deitar. Não que eu medite por isso, mas de quebra ajuda no relaxamento físico e mental, facilitando o adormecer e também a prática de técnicas de projeção. Se você não gosta de meditar, talvez possa usar algum tipo de técnica de relaxamento, como as hipnóticas. Tem vídeos no YouTube feitos por bons profissionais, se você se interessar. Para mim, a projeção é especialmente facilitada quando me deito para cochilar, fora do meu horário normal de sono. Pode ser que seja diferente para outras pessoas, mas para mim, nesses casos, costumo pegar no sono com uma suavidade, e o sono tem uma leveza que acaba sendo mais fácil, na linguagem do Saulo Calderon, atingir o tal do ponto x. Além disso, como é só um cochilo, se eu de fato me projetar, ao voltar, em vez de voltar a dormir, repasso a experiência e já me levanto, o que ajuda na rememoração. Você pode tentar experimentar com essa possibilidade.
  14. Ou, pelo menos, da reencarnação neste mundo, certo?
  15. Sim, é comum. Mesmo ainda no corpo, entrando no estado hipnagógico, quando imagens oníricas começam a se formar, já me espantei com como as luzes e cores são muito vívidas, como a nitidez é extrema, sem comparação com a visão usual da vigília. Nesse caso de imagens hipnagógicas, só é difícil se manter acordado e observando atentamente por um período prolongado. A tendência é ou apagar de vez ou voltar a um estado de maior alerta em que essas imagens não se formam. Ou, na melhor das hipóteses, se pegar já com o corpo suficientemente adormecido e certa soltura do psicossoma, quando se projetar fica fácil. Fora do corpo, para mim a visão varia muito, podendo ir desde esse tipo de super HD com mais cores e brilho, uma vivacidade incrível, até projeções cegas. Não sei avaliar que variáveis levam a um tipo de experiência ou outro, mas acho razoável supor que depende tanto de fatores externos, a sutileza da dimensão em que você está projetado, quanto de internos, como quão lastreado de energias etéricas você está. Mas, como eu disse, já experienciei esse tipo de visão espetacular mesmo em onirismo.