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Adriano

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  1. Não precisa de NASA para verificar que a Terra é redonda. Os gregos já sabiam disso com bastante certeza no século 3 a. C. Os modelos astronômicos das antigas civilizações já consideravam a Terra redonda.
  2. O Sandro comentou sobre isso de ser cansativo e eu concordo. Quanto à aceleração dos batimentos cardíacos, também não acho normal e não é algo que, a meu ver, deva acontecer. Tenho visto bastante gente relatar que sente isso quando, por exemplo, adentra estados de relaxamento profundo enquanto faz técnicas para se projetar, ou quando passa por uma catalepsia projetiva, mas eu tenho a impressão de que ou (a) é porque a pessoa ficou emocionalmente alterada, provavelmente ansiosa, talvez por estar experimentando estados alterados de consciência aos quais não está acostumada, ou (b) simplesmente ficou mais consciente de seus batimentos cardíacos. É normal percebê-los melhor quando se está com o corpo e a mente aquietados e num ambiente silencioso. Eu mesmo os uso como referência para alguns pranayamas ou mesmo para fazer samatha. Tente averiguar se não é simplesmente essa segunda hipótese. Se for a primeira, é questão de não se perturbar com as sensações e percepções novas, o que vem facilmente com a prática. Medo trava tudo.
  3. Nem sempre nos vemos saindo do corpo. Tenho a impressão, pelos relatos que leio de outros projetores, que na maioria das vezes despertamos (isto é, abrimos a lucidez e nos damos conta de que estamos projetados) já fora do corpo. No meu caso particular, diria que é meio a meio. Como o Sandro disse anteriormente, a única evidência definitiva de que é uma projeção e não um sonho vem da sua lucidez, do seu discernimento durante a experiência. Inclusive, se estamos muito envolvidos com o assunto, pensando muito em projeção, ficamos mentalmente saturados e podemos sonhar que estamos saindo do corpo, criar mentalmente esse cenário, sem nenhuma realidade correspondente. É interessante ter a experiência completa de sair, ficar fora e voltar sem perder a lucidez, principalmente quando somos iniciantes, porque pode dar uma sensação de que o fenômeno é mais real. Geralmente, quando acontece desse jeito, a experiência é bem simples, ficamos apenas ao redor do ambiente físico em que o corpo está dormindo. Acho que as experiências mais interessantes se dão longe do corpo, em outras regiões extrafísicas. A questão é que é difícil manter a lucidez ao longo de toda uma experiência mais rica: sair do corpo, ir para algum lugar interessante e fazer algo enriquecedor, voltar para perto do corpo, despertar. Em resumo, não se prenda à necessidade de observar a saída. Isso não é necessário. O que conta mesmo é a lucidez.
  4. A primeira parte da experiência, desde a percepção da descoincidência até a ideia de alçar voo, dá um típico relato projetivo. Quer dizer, boa parte dos projetores já passou por quase exatamente a mesma coisa. Isso não chega a ser uma prova de que tenha sido uma projeção, mas é uma boa evidência. A meu ver, no momento em que você se sentiu voltando ao corpo, mas percebeu que ainda não tinha despertado no físico, teve um tipo de susto que a desequilibrou e diminuiu bastante a sua lucidez. A partir daí, realmente dá para notar no seu relato muitos elementos de onirismo.
  5. Olá! Meu nome é Adriano e resolvi me cadastrar no fórum para trocar ideias sobre projeção da consciência e espiritualidade em geral. Nasci e fui criado numa família espírita ("kardecista"), mas, com o tempo, fui me abrindo a outras doutrinas espiritualistas. Hoje me considero universalista. Tenho interesse especial pela espiritualidade com sabor oriental, em particular pelo budismo e pela ioga. Também me interesso por muita coisa da conscienciologia. Como muitos aqui, tive minhas primeiras experiências projetivas involuntariamente. Pelos meus estudos dentro do espiritismo, em particular da obra de André Luiz, tive um entendimento básico do que acontecia, mas precisei mergulhar nos estudos de outras tradições para me aprofundar. As projeções acabaram sendo uma porta de entrada para um universo mais amplo de entendimento da espiritualidade. Identifico-me muito com a proposta do GVA de tratar de espiritualidade como algo natural, com simplicidade, espontaneidade e bom senso.