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Daniel Izdehar

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About Daniel Izdehar

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  1. Olá pessoal, estou de volta, depois de um tempo. Trouxe novidades pra vocês: Alguém aí já sentiu dor no peito ao projetar? Praticando eu aprendi a projetar de duas maneiras: 1. Após cair no sono (pelo menos creio que seja dormindo), quando faço as preparações de relaxamento e não vejo mais nada depois disso, mas do nada me encontro em algum lugar e lúcido; 2. Consciente do começo ao fim. Na primeira maneira eu não vejo a minha saída, eu simplesmente me vejo já em algum lugar e não percebo a existência do meu corpo físico, só do astral; sou eu ali, em um único lugar. Quando isso acontece eu me sinto mais à vontade e independente, embora eu dependa 100% do meu estado para voar, traduzindo, se eu tentar fazer algo que não seja correto no astral, eu fico denso e só consigo caminhar; se eu purifico minhas intenções e não tenho pensamentos inadequados, eu fico totalmente leve, por isso, quando eu preciso ir à algum lugar mais distante, primeiro eu vejo como eu estou, tento sorrir, ficar feliz, puxo uma satisfação do nada e assim consigo voar facilmente me mantendo feliz. Baseado nisso, eu uso esse julgamento pra saber quem é bom e em quem posso confiar no astral: se o sujeito não consegue voar, eu não dou bobeira com ele e arrumo um jeito de cair fora. Já na segunda e mais difícil forma de projetar, só me é possível quando eu durmo antes, e acordo à noite satisfeito do sono. Nessa hora eu dou uma esticada rápida no corpo ali mesmo na cama, pra não sentir incômodo e precisar trocar de posição. Então eu fico imóvel e faço a técnica do "esquecimento de membros" (técnica para meditação) até ficar tudo formigando e suavemente começar a ter a sensação de estar boiando na cama. Tudo isso eu faço sem dormir, capaz de abrir os olhos a hora em que eu bem quiser, com controle total do corpo. Chega uma hora em que eu simplesmente sinto o desprendimento, então sei que já posso me levantar da cama, deixando o corpo pra trás. A diferença é que quando eu faço isso, eu sinto todo o corpo na cama, não saio do plano físico, mas estou fora do corpo, em dois lugares ao mesmo tempo: me sinto na cama e lá no quintal, por exemplo, vendo o jardim. Se eu quiser voltar, basta me mexer na cama ou abrir os olhos, mas prefiro evitar uma volta tão brusca, sei lá porquê. Dessa forma eu tenho pleno controle do corpo físico e do astral, mesmo estando separados. Porém, vem a dúvida, quando eu volto, eu sinto uma dor não aguda no peito, é como se fosse uma pressão que dói, como se tivesse pressionado o tórax por algum peso e depois retirado. Uma vez senti isso quando ia saindo, eu me sentei na cama e já senti o peito doendo no corpo físico, então temi e retornei. Tentei de novo e senti a mesma dor, então não tentei mais até então. Se alguém já passou por isso que saiba explicar porque isso acontece e como corrigir por que eu desconfio que seja um dos corpos espirituais que não deveriam se desprender e de repente eu esteja desprendendo e trazendo junto comigo, prejudicando minha saúde e me pondo em risco de abandonar o corpo de vez, se é que isso é possível. Se for possível, vou deixar para a ocasião certa, quando eu quiser ir embora mesmo kkkkk. Outra hipótese é de que meus batimentos cardíacos fiquem comprometidos ou até cessem durante o passeio, o que tomara não seja isso. Outra diferença é que a definição é muito maior assim. Tipo, se eu faço dormindo é consciência FullHd, se faço acordado é 4K entendem? kkkk Um abraço astral à todos!
  2. "O que mostra que não se trata de uma experiencia em que a mente está no controle completo, como acontece nos sonhos. Exatamente por ser experiência real, há "leis da física" ( do plano astral) e portanto há também limitações. Se fosse algo só criado pela sua mente não teira porque a simulação ter essa falhas. E falhas são o que mais ocorre nas projecões,ao contrário dos sonhos". Opaa! Conte-me mais, please! Esta parte eu não sei mesmo! A parte da gaveta, interruptores e fósforos aconteceu mesmo? É isso? Me explique melhor porque agora fiquei mais intrigado ainda. Eu queria muito entender mais do plano astral, mas ainda estou engatinhando nesse tema.
  3. Olá amigos, Como eu havia prometido, vou contar como foi a minha primeira experiência em astral. Eu já conhecia o assunto, mas nunca tinha parado pra pesquisar direitinho mais a fundo, mas sabia que isso era possível, porém com uma certeza maior para casos de acidentes, lances quase morte, feitiços e similares. Moro sozinho no andar de cima de uma casa. Uma bela noite, ao me mexer na cama, incomodado por estar de lado, entreabri os olhos e vi de relance alguém deitado em cima de mim, quieto e olhando para o meu rosto - cara a cara. Levei um baita susto, meio acordado, meio dormindo, tentei me mexer e não conseguia. Então, para me livrar daquela situação, me esforcei pra virar de bruços pra me empurrar pra cima e me levantar da cama. Minha idéia era me levantar erguendo quem estivesse nas costas, jogar no chão e acender a luz pra ver melhor. Ao fazer isso, me levantei. A mente me alertou que algo estava ficando quando me levantei e o ser também sumiu. Fui até o interruptor para acender a luz e nada - acabou a luz, pensei. Fui até a sala, bati a mão no interruptor, nada. Abri a gaveta do armário da cozinha, peguei uma caixa de fósforos (costume de família sempre termos fósforos e velas) e risquei, tentei dois palitos: eu olhava para os palitos - o fogo não acendia, apenas uma brasa queimava toda a cabeça do palito sem acender a chama. Eu via a brasa andar na cabeça do palito até queimar tudo. Nesse momento eu tive a ideia de sair e ir pra debaixo da luz do poste, eu queria luz de qualquer jeito. Porém nesse momento eu estava me sentindo estranho, eu sentia meu corpo vibrar e rangia os dentes como se eu estivesse possuído por uma energia densa, como se eu estivesse possesso lembro de algumas boas rosnadas também, mas estava me sentindo muito carregado, forte mesmo. Desci as escadas e fui até a porta pra sair. Quando eu toquei nas chaves na porta, abri os olhos de novo na cama. Levantei, fui ao banheiro e voltei a dormir. Pela manhã, a primeira coisa que veio a mente foi "eu tive uma projeção". A partir desse dia passei a pesquisar e tentar repetir o acontecido de maneira provocada. Eu me lembro dos detalhes perfeitamente, da penumbra idêntica ao real, a luz do poste na rua clareando a sala, o tocar das chaves e o peso delas (um molho com muitas chaves penduradas a chave da sala, na porta). Como não entendia nada e ali eu acreditava que eu estava no físico, caminhei normalmente, senti o estalinho do interruptor da luz, o barulho da caixa de fósforos, o tato do atrito dos palitos com o riscar da caixa - tudo muito perfeito (a parte do tocar no físico acredito que a mente tenha reproduzido pra mim através da memória da prática como se eu estivesse realmente abrindo uma gaveta, pegando uma caixa de fósforos e manuseando). Desde esse dia passei a pesquisar e tentar outra vez. Depois da acidental consegui outras três vezes e nenhuma foi igual. Postarei sobre elas em breve.
  4. Olá pessoal. Sou novo na área de projeção e comecei a estudar e praticar depois de uma experiência espontânea. Prometo contar tudo em um próximo tópico específico. A minha dúvida, já quase acertando nas hipóteses que respondem minha pergunta é: De todas as vezes que saí em astral, fosse ela acidental ou não, eu fiquei no mesmo plano físico, andei na minha rua e em todas elas não vi nada além do plano físico, mesmo estando eu em astral. Como tenho uma criatividade muito grande para entender rapidamente as situações, não tive dificuldade em me controlar em astral como andar, voar (treinei isso na minha segunda vez, na sala de casa), atravessar paredes (essa parte eu só consigo se eu me virar de costas para a parede e passar - se eu ficar de frente eu sinto até o geladinho dela quando toca na minha testa e não vai de jeito nenhum kkk). Eu descobri que tenho o dom de sentir presenças perto de mim, mas quando saio em astral não sinto ninguém. Eu acredito que os meus mentores (já percebi que são muito ciumentos e cuidam pra valer) não me deixam ver nada demais por falta de maturidade minha para suportar tal situação. Por isso também ainda não consigo de maneira consciente ir para outro plano em astral, embora eu sinta fortemente a presença de alguém antes da saída e quando eu volto. Não sei se é bom porque sempre acreditei que tudo o que é divino não incomoda, é sutil, é gostoso, ao passo que as presenças que sinto nessas situações não me deixam 100% tranquilo, fico meio desconfiado, não sei explicar. E ao mesmo tempo acho que essas presenças antes e pós viagem estão envolvidas para que essas saídas ocorram. Sabe, é como se eles preparassem o território todo antes, delimitando uma determinada área pra eu andar porque minhas saídas são rápidas e de alcance curto: não sobrevoei mais que a quadra onde moro até hoje e o máximo que vi foram algumas pessoas na minha esquina e alguns cachorrinhos pequenos que quiseram me latir, mas eu suspeitei deles e não os deixei se aproximarem - voei pra cima. Tenho outro detalhe muito interessante sobre praticar com as mãos fechadas que vou postar em outro tópico, não vem ao caso citar aqui. Espero que eu tenha conseguido criar na mente de vocês o meu cenário para que vocês consigam entender melhor o que se passa nas minhas projeções. Gratidão.