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Hurdy_Rique

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  1. Fantástico. Muito obrigado! Vou ler com calma os relatos. 💚
  2. Fala pessoal, Não sei se esse tópico está na área correta do fórum - peço desculpas caso não esteja. Tenho lido « Astral Dynamics », do Robert Bruce, e devo dizer que é a primeira vez que vejo alguém teorizar ou sugerir que a mente se duplica no corpo etéreo em vez de acompanhá-lo nas saídas do corpo. Não sei o que pensar dessa visão, me parece algo tão complexo. Queria saber a opinião de vocês a respeito disso.
  3. Bom dia, amigos. Essa manhã acordei e tentei um relaxamento profundo ouvindo sons binaurais. Atingi um certo estado hipnagógico e depois de um tempo desisti e virei de lado para dormir, porém focando em manter a mente acordada (a dificuldade em ‘apagar’ em decúbito dorsal é real). Após alguns momentos, vieram as vibrações leves e um desprendimento. Porém às cegas, novamente... Dessa vez tentei manter mais a calma e analizar a situação. Não estava completamente solto, e quando consegui enxergar algo era muito confuso, como se fosse uma várias telinhas, cada uma mostrando um ângulo diferente: parte da cama, parte da parede, parte da coberta. Meu palpite é que fiquei preso pela cabeça, o que vocês acham? De fato não realizei nenhum trabalho energético dessa vez. Abraços,
  4. Gente, que lance é esse das imagens? Estado hipnagógico?
  5. Obrigado, amigos. Sigo tentando meus exercícios. Uma pena ter « perdido » essa oportunidade.
  6. Amigos, compartilho com vocês o que me ocorreu esse fim de semana. Acho importante contextualizar vocês: estou há poucos meses estudando e praticando de forma bem consistente, depois de vários anos sem lidar com o assunto. Nessa nova busca acabei decidindo fazer um curso de Reiki; cujo nível 2 concluí sábado. Saí do curso feliz, sentindo minha cabeça leve e mente solta - provavelmente por conta da sintonização realizada. Tomei um café com meu namorado e segui para casa, tudo bem. Dentro de mais ou menos uma hora, depois de um bom banho, chegou o sono inevitável. Como um imã, fiquei em minha cama. Com o corpo pesado e a sensação concreta do que estava para ocorrer. Era natural que as movimentações energéticas do dia me afetassem, mas tão rápido? Deitei de bruços e depois de um tempo senti minhas mãos formigando. Em pouco tempo me senti escorregar e cair num poço de energias que tomavam conta de todo meu corpo, de forma muito forte. A sensação é que eu estava girando (ou algo dentro de mim estava girando) como uma bobina. Já tive contato com o estado vibracional recentemente, mas nada tão forte assim. Além da força com que esse estado veio dessa vez, os sons estavam muito altos. O som base de toda a experiência me soava como um motor; e os sons em minha cabeça (esses eu nunca havia ouvido) pareciam vir de uma panela de pressão. Estava naturalmente assustado, já que em poucos meses de estudo e práticas tive acesso apenas a algumas catalepsias e uma saída « às cegas. » Tentando me situar em meio a tantas sensações, o choque: três letrinhas. Uma frase. O arremate - ou cereja do bolo - dessa experiência. Uma voz masculina, meio seca, assertiva, dentro da minha cabeça diz: sái. Ouvi essa frase uma ou duas vezes e imediatamente foquei nos dedos dos pés e recuperei meus movimentos, ainda um pouco tonto e imediatamente arrependido de não ter mantido a calma. Teria sido um mentor me ajudando? Será que romantizo demais essa ajuda? Eu achei o comando muito assertivo, na verdade uma frase sem emoção alguma. Foi a primeira vez que ouvi alguém em uma experiência assim. Por um lado, o arrependimento; por outro, a alegria de ter dado um passo a mais na direção que desejo. Um abraço,
  7. Obrigado pela resposta. Muito interessante. 😃
  8. Olá a todos, gostaria de expor aqui um relato de uma experiência que tive há vários anos, quando as projeções ocorriam mais frequentemente. Como estou voltando (na verdade começando) meus estudos de forma mais formal e consistente agora, gostaria de compartilhar essa que foi uma das mais intensas projeções que tive: _________ Roxo e preto eram as cores que intercalavam-se em um padrão rítmico hipnotizante. Despertei parcialmente, dando-me conta da estranha sensação de estar em um carro em alta velocidade. Eu estava deitado, seguindo velozmente por dentro do que me parecia ser um túnel de pedra. Cuidadosamente perfurando alguma rocha de tamanhos imensuráveis, tal túnel possuía apenas uma parede regular, a qual do meu ponto de vista seria a parede esquerda. A parede direita, por sua vez, me permitia ver o céu lá fora, pois vãos brutalmente esculpidos passavam por mim à medida que eu seguia para meu desconhecido destino. Olhava o céu paralisado em minha viagem daquela noite. Após um considerável aumento na velocidade em que eu me encontrava, fui lançado para fora do túnel de pedra, agora levemente flutuando e pousando no meio daquela paisagem desconhecida. Eu me encontrava em uma grande planície desértica e árida, que me passava uma solidão incontestável. A terra lisa e plana entrava em um contraste estranho com aquele céu roxo que, àquela altura não mais me instigava a investigar o lugar. Senti um certo desespero, embora não mais estivesse só. Havia muitas pessoas ali. Todas cobertas em vestes estranhas, panos que remetiam às nossas culturas indianas e árabes. Não me lembro com detalhes, mas sei que esta é a única associação que consigo fazer entre aquele povo e alguma coisa que eu de fato conheça. Para ser mais exato, não diria que ali se encontrava um povo apenas. Talvez fossem pessoas de diferentes povos, não sei. Tenho a vaga impressão de que ouvia diferentes línguas, em diferentes timbres e cores... Aquela planície possuía um quê de ponto de convergência de viajantes. Em um primeiro momento, minha impressão era a de que se tratava de um local de trocas, compras etc. Entretanto, a situação era assustadora. Dei-me conta de que o tumulto que lá ocorria se constituía do pranto de alguns e dos gritos de outros, percebi a ira dolorosa daqueles que lá estavam. Pareciam pobres e extremamente injustiçados. Tal lugar parecia o que aqui na terra conhecemos por campo de concentração. Pude reparar que algumas pessoas procuravam por outras, enquanto algumas limitavam-se a gritar. Eu estava entre elas, mas não sabia o porquê. Estávamos todos apertados, contidos em um determinado perímetro por força daqueles que pareciam ser soldados. Estes por sua vez eram seres um tanto maiores, que se encontravam em cima de animais grandes como os cavalos. Confesso que não me recordo se de fato utilizavam tais animais ou se – e não tenho medo de dizer que isso me parece o mais provável – se travam dos animais em si, como se fossem centauros. Essas criaturas possuíam chicotes com os quais repreendiam aqueles que tentavam se manifestar ou agredi-los de perto com palavras. Lembro de uma mulher sendo chicoteada a nossa frente, causando grande tumulto entre nós, que estávamos por perto. Lembro-me de não estar realmente amedrontado neste momento, pois após algum tempo eu queria apenas me situar naquele cenário caótico. Só queria entender o que ocorria. Mil coisas se passaram pela minha mente ao ver tudo aquilo... Atordoado, consegui manter a calma para só então perceber que havia armas. Chocado, notei que aquelas pessoas estavam a ponto de travar uma verdadeira batalha. Algumas estavam portando armas exóticas sobre as quais não sei falar absolutamente nada. De fato era isso. Uma revolução, uma grande batalha, uma revolta que não poderia ser contida. Eu não deveria estar ali, sob aquele céu. Não tinha e nem tenho idéia de como fui parar em tal local. Corri rumo á planície, tomando impulso para me lançar de volta ao túnel de pedra. Tal escolha me fez despertar em meu quarto, assustado como de costume. Não conheço aquela terra, não conheço aquelas pessoas e muito menos aqueles seres tão brutos. Havia uma imposição de poder da parte deles, como se fossem colonizadores, talvez. Me intriga ter ganhado a consciência em um local que se encontra sem um ponto definido no tempo e no espaço; e me intriga mais ainda ter percebido claramente os sentimentos daquelas pessoas, mesmo sem entender sequer uma palavra das estranhas línguas daquela terra de céu púrpura. ____________________ Paz e luz 😃
  9. Olá a todos. É com algum choque e grande felicidade que encontro esse fórum, após assistir muitos vídeos do Saulo e e ouvir alguns áudios do curso disponibilizado. Sou o Rique, do Rio de Janeiro. Tenho 33 anos. Minha história com a projeção é uma história que, como a de várias pessoas daqui, começou na ignorância. Sem me esticar muito, comecei com experiências espontâneas lá na minha adolescência. O momento que mudou tudo foi quando estava fora do corpo achando que estava acordado, ao me dar conta de que não estava, me dei conta de como as coisas realmente estavam e tive contatos com algumas consciências não muito amigáveis. Com a busca por ajuda e estudo sobre a espiritualidade, a vida seguiu e as projeções antes mais ou menos recorrentes apenas sumiram. Esse ano, quando me dei conta, estava naturalmente lendo e buscando mais sobre o assunto e aqui estou. Já tem uns dois meses que estou tentando diferentes práticas e já obtive alguns resultados. ;)