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discogirl

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  1. Além dos sonhos com extraterrestes que tenho desde criança, tenho outro tipo de sonho que não faz sentido. Sempre começa com algo ou alguém me perseguindo em casa e então na tentativa de fugir eu escolho uma dessas alternativas: 1- Correr para o quintal e subir no telhado, pulando de telhado em telhado para fugir; 2- Subir correndo as escadas até o primeiro andar e pular a janela, caindo na calçada da rua e correndo a toda velocidade até estar distante de casa. Em alguns sonhos, logo após uma dessas escolhas eu acabo adquirindo alguma lucidez. São sonhos padrão e são muito mais recorrentes que sonhos com ET's, tenho esses tipos de sonhos pelo menos 2 vezes por semana e nunca entendi o significado e por que eu sempre sonhar com isso.
  2. Desde criança eu sou atormentada por sonhos com naves, abduções e seres extraterrestres. Eu posso passar 1 ano sem ter qualquer contato com o assunto e mesmo assim terei no mínimo um sonho desse tipo no mês. Eu não tenho medo de naves ou seres de outros planetas, mas nesses sonhos eu fico aterrorizada ao nível de acordar soando e tremendo, com o coração acelerado. São sonhos em que estou no quintal a noite, olhando para as estrelas e então uma estrela começa a se mexer e vem se aproximando, então quando me dou conta é uma enorme nave, um disco voador prateado com várias luzes. Ás vezes são várias naves que cruzam o céu, nesses sonhos eu grito ou saio correndo para me esconder. Também já sonhei com os tais "Greys'', aqueles aliens cabeçudos e baixinhos, onde eles me levam à força pra nave ou entram dentro de casa. Já sonhei com uma extraterrestre alta de cor branco-azulada que tem traços faciais semelhantes aos Greys, foi um dos pouquíssimos sonhos que eu não estava com medo, devido à simpatia e pacificidade dela. Ela havia adentrado minha casa e estava falando algo, mas não lembro o que. Comecei a ficar interessada por ufologia ainda criança por conta desses sonhos que até hoje não foram embora.
  3. Tive esse sonho há muito tempo, mas devido ao seu contexto incomum e certo nível de detalhes, achei pertinente relatar aqui. Eu estava na companhia de um garoto desconhecido, mas que no sonho eu agia como se fosse um amigo muito próximo. Precisávamos fazer uma consulta no médico e para isso era necessário que espetássemos o dedo em um aparelho tecnológico que analisava o nosso sangue. Depois o resultado foi para uma tabela onde tinha o tipo de sangue e inicial do nome de cada um, cada combinação de tais elementos condizia a uma sala. Eu e esse amigo ficamos em salas diferentes. De repente o sonho muda do nada para o tal "hospital", que não parecia um hospital comum. Havia uma fila de pessoas na minha frente, todas vestindo branco da cabeça aos pés, até eu estava assim. Tive a sensação que algumas pessoas ali estavam mortas, não sei por que pensei isso na hora. Então eu avistei Marcelo Rezende, aquele falecido apresentador e sai da fila para falar com ele. Ele era o único que não trajava branco, estava com uma camisa e shorts de praia bem coloridos, estava muito feliz. Ele brincou comigo ''então você é aquela menina que fica me imitando, hein?" (eu consigo imitar a voz dele um pouco bem e as vezes brinco com isso com amigos e familiares). Ficamos conversando, mas eu não lembro o assunto e então o sonho acabou. É a primeira vez na vida que sonho com ele, mesmo fazendo imitações e o assistindo desde criança quando ele ainda era vivo.
  4. Essa noite tentei mais uma vez me projetar, mas sem sucesso. Acabei tendo um sonho muito intenso e que nunca tive na vida, devido a quantidade de detalhes que consegui captar e à intensidade desse sonho, decidi relatar aqui. O sonho se passava em um cenário de guerra, Alemanha Nazista contra alguns países que não fiquei sabendo quais foram, mas não creio que seria a segunda guerra mundial por uma série de diferenças históricas, talvez influência do onirismo. Eu estava na minha casa, mas as pessoas que faziam parte da minha da minha família eram outras, não sei o nome, então chamarei apenas de a mãe ou o pai. A mãe tinha o cabelo loiro, curto e ondulado no estilo anos 60, ela usava um vestido branco até a altura da canela, era uma mulher séria e teimosa. O pai era um homem de cabelo preto penteado para trás com gel, ele tinha um porte físico mais ou menos musculoso, ele era descontraído e confiante, carregava uma baioneta nas costas. O pai estava na guerra também, não sei se como soldado pois permanecia com uma regata branca e calça social antiga de cor bege, junto com a velha baioneta pendurada nas costas, lembro que o rosto dele era bem barbeado. Escutei pelo rádio alguém falar: "... Os alemães agora estão nas 4 ilhas, ao redor de nós, a cidade já está infestada." Aparentemente era a mesma cidade onde vivo, mas era uma ilha, e ao redor haviam mais 4 ilhas, outras cidades. Eu estava com muito medo, principalmente por que vi pela janela claramente um soldado nazista passar com uma tocha na rua. Ele tinha o uniforme militar completamente preto e usava um capacete militar também preto com uma espécie de cruz branca estampada. Ele tinha o queixo quadrado, olhos claros e era bem alto e forte. Chamei o pai e contei a ele o que vi e disse que deveríamos construir uma passagem subterrânea na casa para nos escondermos, ele aceitou e foi para o quintal discutir comigo como faríamos isso, mas a mãe não concordou. Irritada com ela, eu disse que então deveríamos apontar uma pistola para nossas cabeças e nos matar, que era melhor do que ser torturada ou estuprada pelos nazistas. Ela ironizou tudo o que eu disse e falou que Hitler já estava morto, que eu perguntasse ao fulano — era um nome asiático bem diferente, não consigo lembrar — que ele próprio havia o matado. Eu sabia quem era o rapaz, ele havia aparecido em casa poucos minutos depois, eu até havia tido uma recordação dele liderando uma batalha violenta contra os nazistas, ele e outros japoneses avançavam com tanques de guerra e havia muito tiro e pessoas mortas. Esse rapaz tinha o cabelo liso, preto, na altura do pescoço e partido ao meio, tinha um bigode ralo, ele se parecia com aqueles samurais de filme. Enquanto eu contava pra ele que Hitler não havia sido morto, me veio uma visão do Hitler apenas com a mão muito machucada, lembro de ter elogiado ele pela bravura na batalhada passada, ele se emocionou e chorou um pouco, pois não havia sido fácil para ele. A conversa não durou muito já que uma voz desconhecida chamou pelo pai na porta de casa, só tive tempo de pensar "nazistas'', e então eu e a mãe pulamos para o quintal do vizinho na tentativa de escaparmos enquanto o pai já tirava a baioneta das costas e ia até a porta. Acontece que a casa do vizinho já havia sido invadida e lá no quintal estava um dos oficiais nazistas. Ele tinha o cabelo preto aparado no estilo militar, não usava capacete, tinha um grosso bigode e a cabeça dele era meio quadrada, ele ouviu o barulho da mãe descendo do muro e ficou em alerta, até chamou por mais soldados e veio com lanternas. Eu fiquei assustada e só tive tempo de pular o muro de volta. O pai havia voltado e na porta na verdade era apenas um amigo dele. Ele correu para o muro e fez uma cara de desanimo e muita dor, a mãe não conseguira escapar. Depois me lembro dele me levando para uma estação ferroviária subterrânea que era de uma empresa Árabe, ele estava levando eu e um garoto que parecia ser um irmão meu ou algo assim, mas ele não se parecia comigo, nem com o pai e nem com a mãe. Ele parecia um indiano, deveria ter uns 7 anos de idade. Lá dentro o pai comprou duas passagens e entregou as nossas malas que eram azuis e foram embaladas em uma sacola plástica verde-escura, então o pai entregou pra mim duas notas fiscais que estavam em chinês e disse para eu entregar para uma mulher que estava em um balcão ali. Haviam muitas pessoas correndo apressadas, tentando escapar, eu tive de pegar uma fila, mas me deixaram passar na frente por algum motivo. A moça era de origem asiática, tinha o cabelo cor de vinho preso em um coque, usava saia e terninho azuis. Ela me perguntou em francês se eu sabia falar bem francês e eu disse que não, apenas inglês e português, ela riu e disse para eu escolher um dos destinos, Índia ou Islã — o que é estranho, pois Islã não é um país —, o pessoal da fila disse para eu escolher Islã pois eles eram inimigos dos nazistas. Então eu escolhi Islã e entreguei a nota fiscal e ela me deu as passagens, o irmão ficou muito bravo pois notou que o pai não iria junto. Eu tentei consolá-lo e disse que o pai tinha de resolver as coisas dele na guerra. Quando estávamos procurando o nosso trem as coisas deram errado. Já haviam nazistas ali, disfarçados, então eles colocaram seus capacetes pretos na cabeça e começaram a atirar, as pessoas corriam sem parar, desesperadas. O irmão correu para um canto e eu para o outro, nessa tentativa de fugir me deparei com uma sala sem porta que havia dois feixes de luz horizontais na passagem dela, dois feixes de eletricidade na verdade, eu passei por esses feixes e vi que a sala tinha vários painéis e tecnologias estranhas, também vi que os soldados nazistas estavam se teletransportando de um ponto a outro, como em um labirinto esquisito, eles não vinham de lugar nenhum, surgiam. Correndo mais, vi Hitler sentado em uma cadeira, usando um capacete de metal, percebi que ele que controlava a tecnologia que teletransportava os soldados. Ele estava de olhos fechados e disse algo como "Para alcançar a excelência eu tive de me privar...". No sonho os nazistas estavam procurando pessoas que eram dos países inimigos na guerra, eles matavam sem piedade. Acordei atordoada, ainda sentindo o medo e adrenalina que senti no sonho na tentativa de de fugir dos nazistas. Senti uma forte pressão no estômago e dor de cabeça minutos depois.
  5. Poxa que inveja, queria alguém pra me amparar em uma projeção também, de preferência alguém que me ajudasse a sair do corpo físico.
  6. Eu não tenho medo de me projetar e sei que por lá vai haver todo tipo de coisa, eu fico de boa, o problema é que os barulhos são muito reais, sabe? Parece até que entrou algo no quarto, daí fico em estado de alerta, levo susto. Vou tentar confrontar o que é esse troço rosnando, não vou deixar de me projetar por causa desse fanfarrão.
  7. Vou tentar criar uma barreira de energia ou algo assim, não posso deixar que qualquer espírito me atrapalhe.
  8. Tentei realizar essa noite a técnica indireta do Raduga, mas toda vez que estava começando os resultados eu ouvia sons horríveis de grunhidos, respirações pesadas. Sons nada humanos. Isso me deixava em alerta e então eu tinha que começar tudo de novo, no fim acabei não conseguindo realizar a projeção. O interessante é que tenho um padrão de sonho desde criança que é eu sempre fugindo dessa casa, correndo até o quintal e pulando para o quintal do vizinho ou fugindo pelo telhado, ou também subindo até o primeiro andar e pulando a janela. Em sonhos/projeções inconscientes, eu nunca fico em casa, sempre tem algo me perseguindo e eu tenho de fugir.
  9. Eu ainda tenho dificuldade em diferenciar projeção inconsciente de sonho, obrigada pela explicação!
  10. Não lembro de ter sentido nada quando acordei, mas no sonho a sensação de dor era idêntica a da vida real.
  11. Uma vez sonhei que estava em uma confusão com o pessoal do ensino médio, eles me perseguiram até que finalmente conseguiram me pegar. Dois colegas me seguraram pelos braços enquanto um permanecia de pé para me aplicar o castigo que consistia em bater no meu braço com a arma mais estranha que já vi: um abacaxi enfiado em um pau. Era como uma espécie de bastão, e daí tinha o enorme e bonito abacaxi. Doeu quando eles bateram no meu braço esquerdo com o abacaxi, pois ele tinha aqueles espinhos de abacaxi, mas o efeito colateral da arma não era apenas espetar, pois logo após isso minha pele no local onde o abacaxi bateu erupcionou em furúnculos grandes e dolorosos, que se tornaram purulentos em segundos. Resolvi relatar esse ''sonho'', pois já não sei se é sonho ou projeção. Eu lembro nitidamente até hoje da aparência dos caroços, eram to tamanho de uma romã, vermelhos e depois explodiam em pus.
  12. Que experiência incrível! Tomara que da próxima vez que você for o restaurante esteja lá, essa sua história me lembrou um livro de ficção científica do Douglas Adams chamado O Restaurante No Fim do Universo.
  13. Esse relato foi engraçado, o que é que a mulher tava fazendo ali pelada do nada? Esse pessoal do astral é uma figura.
  14. Que experiência incrível, deve ter sido muito emocionante!
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