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Olgen_Cella

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  1. Desde que comecei a mexer com energias isso aconteceu com mais frequência. Aqui vão as características - São imagens de rostos (na grande maioria, só às vezes são de cenas) - Todas essas imagens são muito rápidas (por isso chamo de flashes), é muito raro durar mais de um segundo. - 90% delas surgem quando estou de olhos fechados - Os rostos nunca se repetem, é sempre um rosto novo. - Por ser rápido, acaba sendo uma coisa tão sutil que eu ficava em dúvida se era algo da minha cabeça ou algo espiritual mesmo. Porém, algumas experiências me fizeram ver que esses flashes não são exatamente fruto da minha cabeça, isso pelo fato de alguns se enquadrarem em certas características estranhas. ---------- Nas primeiras vezes em que comecei a mexer com OLVE tive experiências esquisitas. Eu deitava na cama, fechava os olhos e nesse processo via rostos assustadores. Não era um assustador clichê, tipo essas bobagens de monstros fazendo careta, era um negócio assustador de verdade, um assustador "natural" e que por isso dava medo mesmo, ficava bem óbvio que aquilo era uma intrusão. Durante esse período, eu lembro de um flash que foi bem marcante: uma imagem súbita de uma "coisa" com o rosto parecido com o "Jeff The Killer" (é uma lenda urbana da internet) apareceu enquanto eu tava de olhos fechados, era bem luminoso e apareceu na minha visão de forma "violenta", como se quisesse fazer eu pular da cama. Eu levei um susto que desisti na hora de mexer nas energias. Outras cenas meio malucas apareceram também. ----------- Eu não tenho mais flashes assustadores desses com potencial de me fazer pular, mas às vezes (acho que quando estou triste ou estressado) ainda vejo uns rostos assustadores. São sempre aparições sutis, de tal forma que não fico muito assustado, e sempre aparecem quando vou dormir. ----------- Apesar dos rostos não se repetirem, percebia que antes havia um certo padrão. Nos flashes que duravam mais de um segundo, os rostos (ou bustos) sempre estavam de costa ou de lado, em seguida, davam um "estalo" como se tivessem percebido minha presença e viravam o rosto para mim. Sendo que eu só estava deitado fazendo olve. O mais marcante que vi foi o de uma pessoa deformada, parecia sofrer de nanismo mas tinha os braços longos e tinha um rosto naturalmente feio (sem grandes deformações). Nunca mais vi esse ser de novo, na verdade eu nunca vejo nenhum mais de uma vez como já disse. Notei que os flashes desse tipo ficaram mais raros ultimamente. ------------ Um tipo de flashes que também tenho são de cenas súbitas que se passam dentro da minha casa. Uma delas foi assustadora, vi uma pessoa com o corpo meio desproporcional/deformado na cozinha, as outras não foram assustadores: 1.vi meu tio atravessando a geladeira da minha casa (ele morreu assassinado em 2016), parecia mto mais jovem e bem; 2.vi uma criança que nunca vi na minha vida pegando almoço da panela de casa. Ela olhava pra mim com um certo ar de alegria, mas fiquei meio assustado com isso. Era enquanto eu estava tentando tirar um cochilo, eu acordei na hora. Acho que deu para entender, não é? Alguém também tem isso?
  2. Não reagir a certas provocações é uma virtude mesmo ou devemos reagir em algumas situações? Eu noto que há pensamentos de injustiça que aparecem na minha cabeça e eu sinto uma vontade furiosa de reagir a eles, mas às vezes consigo controlar esse processo e sinto que é melhor simplesmente não dar bola ao estímulo que esses pensamentos trazem, só que ainda não entendo bem a lógica disso porque fico confuso em relação a uma coisa: ''Até que ponto a não-reatividade é algo distante daquela passividade mais estúpida?''
  3. Sou do interior do Maranhão (Pedreiras).
  4. E quanto a fato de lidarmos com outras perdas, não só de relacionamentos, mas de parentes que morrem também: é possível não sofrer com essas coisas em nosso atual estado evolutivo ou isso seria muito "anti-humano"?
  5. Nos últimos três meses o que eu mais tenho pesquisado na internet foram formas de lidar com decepção amorosa (pé na bunda pra ser mais específico), até cheguei a ler um tópico relacionado a isso neste fórum. E assim comecei a pensar no quanto que as pessoas sofrem por lutos de qualquer natureza, seja morte de parente ou rejeição. Se admitirmos que existe uma escala evolutiva, tipo aquela descrita no livro dos espíritos ou pelos conscienciólogos, temos que admitir que existem pessoas que conseguiram alcançar um grau de sabedoria maior, e que já não sofrem com certos dissabores da vida. Então comecei a pensar: "EM QUE MOMENTO e COMO o serenão deixou de sentir dor devido a um pé na bunda ou morte de um parente? Como ele aprendeu que perder pessoas "não tem nada demais"?"... Isso começou a virar uma curiosidade muito intrigante para mim, uma pessoa desse fórum disse num tópico que chegou a passar 8 (OITO!) ANOS PENSANDO NUMA EX (algo assim), isso para mim é um absurdo. Eu tive minha decepção há três meses e agora estou com medo de também passar oito anos pensando nessa pessoa, mas não sei exatamente quais os "botões" que devo apertar para isso não acontecer. Se um serenão não sofre com isso, a ideia de só esperar o tempo passar para se sentir melhor é uma abordagem bem primitiva para o nível dele. Então minha pergunta é: a partir de que momento paramos de sentir a dor da perda? Existe alguém aqui gabaritado o bastante para saber disso? Bem que poderia ter um serenão "anônimo" entre nós que pudesse dar essa mãozinha. Vejam o tanto de tempo que um luto severo faz a pessoa perder, o tanto de energia desperdiçada, é um sentimento que rouba teu livre arbítrio porque te deixa inoperante, sem conseguir trabalhar nos seus objetivos. Pergunto por isso porque realmente não aguento mais ficar sofrendo por essas coisas. Não quero mais sentir esse vazio matador quando uma pessoa parte, é um troço que sei que é "animal", "egoísta" ou o que quer que seja, mas é como se minha biologia e nível de conhecimento só conhecesse essa forma de encarar as coisas: sofrendo muito.
  6. O ato de desprezo ou de ficar indiferente a uma pessoa que te estima é uma forma de vampirização sutil? Pergunto isso porque o desprezo funciona melhor quando a pessoa-alvo do desprezo sente alguma necessidade de querer a admiração da pessoa que despreza. Essa dinâmica gera uma situação em que o desprezado fica "carente"daquela pessoa, com saudades das energias dela. Diante disso, o desprezador/indiferente, mesmo que sem saber, se alimenta do sofrimento do outro?
  7. Olá, me parece que a minha conta foi aceita mesmo sem eu conseguir confirmar ela, pois a mensagem de confirmação não chegava na minha caixa de entrada (nem na do SPAM). Mesmo assim é um prazer estar aqui. Ainda não sou projetor astral, mas consigo mobilizar energias e conseguir uns resultados legais com elas, ou seja, estou no caminho.