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Olympio

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    Em Corpo mental (700+)
  • Birthday 12/24/1990

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  1. Pra mim, o sentido da vida é morrer melhor do que você nasceu. Digo isso baseado na hipótese das vidas sucessivas. Seguindo a mesma linha acima, viver pra mim é uma sucessão de erros até o acerto, para novamente errar em outro campo e continuar errando até obter êxito em muitas áreas e assim ir completando nossas lacunas.
  2. Estou sem privilégio de administração. O Saulo retirou na época em que eu fiquei inativo, só estou com o nome vermelho pois está bugado. =/
  3. Entendi o que você quis dizer, mas, como você diz que questiona e duvida se em outro parágrafo você diz que "não importa mais" e comprova verdades apenas por "reflexão"? Isso pra mim é tomar algo/alguém como guru. "O cara é tão bom que eu não questiono mais", foi essa a ideia principal do seu post. De forma alguma estou jogando lama nem fazendo uma crítica destrutiva, estou apenas tentando clarear para entender sua confiança inabalável e até mesmo cega nesse cara. Digo cega pois você nem se preocupa mais em verificar saindo do corpo, uma reflexão já dá? Se puder enviar esses áudios, não os encontro. (de preferência todos) Afinal, se você tem essa certeza toda, também quero ter, oras! Pois minhas certezas são suadas e elas demoram pacas para aparecer, afinal, eu tenho uma lista de coisas e essa lista eu vou verificando 1 a 1. Há coisas como a Ressoma (reencarnação), por exemplo, que eu não vi um processo de perto, portanto ainda não admiti como verdade, ainda estou no "é muito provável que exista, porém, continuarei atrás de provas cabais". Entende meu ponto e motivo de encher seu saco? rs
  4. Dados estatísticos recentes sobre religião, nos mostram que temos mais de 33mil vertentes cristãs. O que isso nos diz na prática? Que são mais de 33mil verdades absolutas diferentes no que tangem o cristianismo. Estima-se que há mais de 70mil religiões/seitas atualmente no mundo ("Onde a religião termina - Marcelo da Luz"). Com tantas verdades, tantos tudo, como realmente sabemos? Na minha opinião, é simples. Experimentando, testando, falseando teorias, hipóteses e principalmente, não acreditando em coisas só porque fulano que tem 8492892 anos de experiência disse, as seitas e religiões surgem daí, da falta de debate, experimentação e discernimento. E antes que digam que estou puxando sardinha pro meu lado (conscienciologia), ponderem que devemos ter segurança e seremos racionais naquilo que colocamos nossas fichas. Como vocês fazem isso num local onde a garantia é um livro blindado e um intermediário que interpreta esse livro? Vejam que essa é uma crítica generalizada e cabe a todos os locais, sem exceção. A área da espiritualidade, apesar de ser uma área qualquer, é mais sensível quando tratamos de "confiabilidade", afinal, não é o tipo da área que é tudo de fácil verificação, mas é o tipo da área que se não tiver discernimento, acontece o que vemos diariamente nas ruas, pessoas reproduzindo conceitos não verificados (por elas, principalmente). São esses tipos de coisa que descreditam mais e mais a área. Junior, putz, ultimamente eu tenho pegado muito no seu pé né? Pergunto sem conhecimento de causa mesmo, não é por desonestidade intelectual. Como você consegue afirmar que as verdades dele são verificadas? Devido os livros que ele escreve? Os relatos que ele conta? Mesmo que seja verdade, foi ele e apenas ele o autor disso tudo, quem garante que ele está sendo fidedigno com aquilo que ele se propôs a estudar? Papel, microfone e Word aceitam tudo. Entende meu questionamento? Realmente pergunto pois não conheço a fundo sobre o Moisés e você, quem "segue", deve conhecer melhor. Como funciona para você essa questão da verificabilidade e da falseabilidade das teorias e hipóteses formuladas por ele? Ele mostra como podemos fazer para verificar tudo o que ele diz ser verdade? Abraço
  5. É apenas para forçar uma reflexão, nada demais. Foi uma pergunta simples e direta, não infantilizei ele por isso.
  6. Junior, qual problema da pergunta ser infantil? Todos temos limitações. Será que as dele são tão grandes a ponto de termos de ignorar suas perguntas? Acho que não hein. Pelo contrário, uma dúvida, é uma dúvida, não importa qual a complexidade da mesma. Você gostaria de uma pergunta sua fosse ignorada por alguém que tem mais bagagem que você? Afinal, para ele, a sua seria tão infantil quanto a que você julgou, certo? É apenas para forçar uma reflexão, nada demais. Abraços.
  7. Vou considerar essa sua pergunta como uma piada! se não for piada, você por favor REPLY aqui dizendo: Não é piada não! Apesar de ser sido com um tom irônico, a pergunta do naruto faz muito sentido. Afinal, vem daquele questionamento famoso que quebra as pernas de qualquer deus documentado.. "Se Deus é tão bom, porque ele não se livra das coisas do 'mal'?", "Se Deus é tão bom, onipotente e onisciente, por que ele permitiu que o mal existisse, para começo de conversa? Teria Deus falhado na criação?".. Enfim... Seria tão fácil se realmente o maximecanismo (providência divina) tivesse esse poder de "erradicar" o mal, não é mesmo? O que acontece é que não tem devido um princípio básico de "liberdade individual", também conhecido popularmente como livre arbítrio. Todos temos o direito de realizar o que bem entendermos, seja aqui, seja fora do corpo ou seja sem o corpo (morto). Se seguirmos as premissas da evolução consciencial, que nos diz que "todos tem seu momento de viragem existencial (http://www.tertuliaconscienciologia.org ... &Itemid=13)", iremos perceber que é inútil tentar combater o "mal" com outro mal, ou seja, deixar em coma as pessoas que cometem transgressões contra seus semelhantes. O que deve ser feito, é, "combater" o mal com o bem, ou seja, perdoando, conscientizando, mostrando o "melhor" caminho, isto é, esclarecendo dos fatos e parafatos (tarefa do esclarecimento: http://www.tertuliaconscienciologia.org ... &Itemid=13). À partir dessa conscientização/esclarecimento, a consciência patológica (bandido etc), começará a se questionar e a entender que a forma de manifestação dela é inadequada e, aos poucos (muitas vezes demora-se vidas e vidas), ela vai mudando para a melhor. Parece clichê espírita, mas, quantas vidas você levou para entender que matar alguém não é o mais cosmoético a ser feito? Se você não mata ou tem interesse em matar ninguém nessa vida, é porque essa lição você aprendeu. No entanto, existem algumas consciências que não estão nessa condição e devemos estar prontos para esclarecer essas também.
  8. Só uma correção, os videos não são para ateus. O que acontece é que os ateus que fazem videos para o youtube promovem uma qualidade extrema de argumentação nos videos. Particularmente, sou inscrito em uns 15 canais de videos no youtube de áreas distintas, desses 15, se não me engano, a maioria absoluta é composta por vlogers ateístas. Fazer o quê? Os caras são bons mesmo.
  9. Apenas complementando o que você falou, essa busca por Deus (criador) é algo inútil (mateologia), ou seja, é um assunto superior ao alcance/inteligência humano, é o tipo do assunto que não tem aplicabilidade prática, ficando apenas no campo filosófico, no campo das ideias. É claro que isso é uma verdade relativa e à partir do momento em que a "caçada" por Deus for algo útil, isto é, que tenha aplicabilidade no nosso dia-a-dia para fins cosmoéticos e evolutivos, iremos voltar as pesquisas para esse fim. Quem quiser saber mais sobre assuntos mateológicos, recomendo a leitura de um verbete da enciclopédia da conscienciologia chamado: Assunto Mateologico, pode ser encontrado nesse link: http://www.tertuliaconscienciologia.org ... &&Itemid=3 Também recomendo esse video onde claramente é mostrado que as origens do cristianismo estão no politeísmo da suméria.
  10. Junior, eu vi! Só estava reforçando meu ponto de vista. Depois vamos bater mais papo à respeito. Abraços
  11. O deus cristão nunca curaria um amputado ou um deficiente, ele é contra eles http://www.youtube.com/watch?v=wZtI1Lxo9QU
  12. Eu me atenho ao básico, eles realizam milagres, curam câncer, fazem aleijados andarem sem muletas, retiram pessoas das macas etc.. Mas são incapazes de retirar os óculos de grau (que usam), aparelho dental, calvície, acne, espinhas etc.... Ou seja, eles dizem carregarem o poder do espírito santo manifestado neles para fazer a cura e esse mesmo poder (que está neles) é incapaz de curar coisas "estúpidas" (se comparadas com as dos fiéis) neles. Logo, concluo que é charlatanismo, mas fico com a cabeça aberta para eventuais defensores desse tipo "manifestação da fé", vamos debater.
  13. Não há problema em criticar! Pelo contrário, criticar é um exercício mental incrível e nos faz capaz de discernir o que é abobrinha e o que não é. O ponto que eu coloquei e reforço é: Quando se faz uma crítica mental, não é necessário embasar pois você já sabe seus argumentos. Já quando você constrói uma crítica e expõe ao público (seja qual for), é necessário que você argumente à respeito dessa crítica e, preferencialmente, se for uma crítica destrutiva, ajude a construir depois de destruir. Precisamos entender quais são suas premissas, suas bases conceituais, seus preâmbulos. Se não, acontece o que aconteceu ao ler sua crítica há algumas partes do trabalho do Saulo. "Muito superficial aqui.. pouco conhecimento ali", compreende? É necessário que você nos exponha o que você entende por superficial no que tange o assunto X e o que você acha que é muito conhecimento no assunto Y. À partir daí, podemos ter noção se o que você fala tem ou não haver com a realidade. Para quem está iniciando, a noção de proéxis que o Saulo passa é mais do que superficial, beira a complexidade extrema. Pra quem nunca fez algum exercício de reflexão, falar em reforma íntima pode parecer o cão chupando manga. Já pra quem estuda há alguns anos e/ou teve contato com mais autores, perceberá que isso é o básico do básico. Eu nem dou bola para críticos profissionais, a maioria deles só faz a crítica por fazer, não há embasamento a não ser a cabeça dele (achismo/especulação). E mesmo os que fazem uma crítica embasada (como são os bons), raríssimos dizem qual o caminho correto a ser seguido. Tanto é que se um crítico "famoso" fala mal do seu empreendimento, pode ter certeza que você vai perder uma boa clientela. Isso não aconteceria se o mesmo ao fazer uma crítica mostrasse qual é o caminho das pedras, o caminho para que essa crítica destrutiva vire uma oportunidade de crescimento. Abraços
  14. Junior, Suas críticas procedem, de fato, há limitações e ninguém, nem o próprio autor nega tal fato de que as vezes fala bobagem e que não é melhor que ninguém. A questão que eu vejo e que muitos já disseram nesse tópico é: Criticar por criticar não agrega nada, apenas demonstra uma pseudo-superioridade em alguns assuntos. Digo pseudo pois você só criticou, se tivesse contribuído, orientado o caminho correto para as limitações do Saulo, poderia ser considerado superioridade de conhecimento sim, não foi o caso. Se quer fazer uma crítica, que seja uma crítica embasada, ou seja, uma crítica onde você fala que fulano errou em X e o correto seria X + Y. Se não, sabe o que fica parecendo? Que você está com inveja do trabalho dele e quer jogar lama de alguma forma. Acredito que não seja essa a intenção, mas superficialmente foi isso que ficou em evidência. Você explicitou algumas temáticas que ele peca em conhecimento e em abordagem nos videos, certo? Foram: Comportamento/Consciência, EGO, Proéxis. Pois bem, por que não cria uma didática e explica para nós seu conhecimento nessas áreas? Garanto-lhe que seria muito mais feliz fazer isso à apenas melar o trabalho alheio e não estou entrando no mérito de discutir se é de graça ou não, isso é indiferente nesse contexto. Algo que eu sempre elogiei no IVA é a capacidade de nivelamento do conhecimento sobre o extrafísico. O cara vem pra cá crú e sai com o básico sobre várias áreas. À partir daí, cada um que vai se virando para conseguir aprofundar na temática que achar melhor, se quer proéxis, procure a instituição que trabalha com isso http://www.apexinternacional.org/site/ e por aí vai. O que não pode ocorrer é querer que o IVA mude o foco dele por causa de uns (minoria). O próprio lema é, "espiritualidade com simplicidade", está explícito que a missão é simplificar assuntos, ou seja, colocar "todas" as temáticas da espiritualidade num patamar onde todos possam assimilar conhecimento. Se quer aprofundar (complicar), o IVA não é esse local. No entanto, existe o GVA, esse fórum de discussões democrático que gera discussões tanto superficiais, dos que estão iniciando os estudos, quanto profundas, dos que já tem um pouco mais de bagagem. E apenas atiçando você, caso queira aumentar o nível, desenvolva um verbete para a enciclopédia da consciência e vá à tertúlia defende-lo! Abraços
  15. Da mesma forma, elas devem ter cuidado ao darem pra você. Já pensou nisso?