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Val Rodrigues

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About Val Rodrigues

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  • Birthday 02/15/1990
  1. Patch adams o amor é contagioso Simplesmente LINDO! Nos mostra o belo dom de poder ajudar as pessoas usando o bom humor. Dois anos depois, Patch entra em uma universidade de medicina para se formar como um respeitável médico e ajudar o mundo colocando alegria no coração de seus pacientes.
  2. Foi legal! Tranquilo.... Dia agradável de Sol nada como uma Tarde no Ibirapuera.... Kkkkk Claro, podemos agendar mais um encontro, agora espero q mais alguns vão.... Qual lugar do Rio vc mora? Abraço
  3. Então Thiago, Aconteceu o encontro, porém apenas 2 pessoas compareceram -Renan Et - Val Rodrigues, O pessoal desanimou? =/
  4. Ola amigo! eu tb quero! vallgomesrodrigues@hotmail.com, Obrigada ^^
  5. Hehe... Relamente Lara eu tb queria deve ser ótimo viver sem pensar em temo, Horário, Tarefas, E-mails Ponto... Obrigações... é bem uma Reflexão
  6. Parabénss.... Esse anime é lindo! E prende a atenção!!!!!!
  7. Obrigada Nandaaa!! Seja bem vinda tb! =D
  8. Obrigada Thiago Quero sim! ser ajudada e espero q possa ajudar tb! Buzzo!! muito obrigada! vcs tb podem contar comigo, Obrigadaaaaaa manuaranha.... Tenha certeza vc ajudará muito tb... E tenha certeza um dia vc tb estará na lista!! Beijoss
  9. ... Foi tão feliz Economista passa 18 meses vivendo sem dinheiro e diz que nunca foi tão feliz "Mark Boyle" Um economista britânico que passou os últimos 18 meses vivendo sem dinheiro está lançando um livro em junho contando a sua experiência (The Moneyless Man, ou O Homem Sem Dinheiro, em tradução livre) e diz que nunca foi tão feliz ou tão saudável. Mark Boyle começou seu experimento em novembro de 2008, aos 29 anos, com o objetivo de chamar a atenção para o excesso de consumo e desperdício na sociedade ocidental. Na ocasião, ele se mudou para um trailer que ganhou de graça no site de trocas britânico Freecycle e passou a trabalhar três dias por semana em uma fazenda local em troca de um lugar para estacionar o trailer e um pedaço de terra para plantio de subsistência. Dezoito meses depois ele afirma que não pensa em voltar a usar dinheiro e que, com o que ganhar com a venda do livro, pretende comprar um pedaço de terra para montar uma comunidade em que outras pessoas que queiram viver sem dinheiro, como ele, possam morar. "Foi o ano mais feliz da minha vida", disse Boyle, 12 meses depois de começar a experiência, "e não vejo nenhum motivo para voltar a um mundo orientado pelo dinheiro". "Foi libertador. Há desafios, mas não tenho o estresse de uma conta bancária, contas, engarrafamentos e longas horas em um trabalho do qual que não gosto." A parte mais difícil, conta ele, foi manter uma vida social sem dinheiro, mas ainda assim ele classifica o ano como tendo sido "fantástico". Boyle continua a viver no trailer em Timsbury, no sudoeste da Inglaterra, onde cozinha em um fogão de lata movido a lenha e colhe comida nas florestas, além de plantar alguns legumes para seu próprio consumo. Ele também construiu um banheiro séptico - uma fossa - do lado de fora do trailer, onde um biombo de madeira garante sua privacidade. Para garantir a eletricidade, Boyle usa painéis solares. Ele também usa um chuveiro solar - um saco de água coberto de preto, que esquenta sob o sol. Boyle tem acesso à internet de banda larga em troca de serviços em uma fazenda próxima, e criou o site Just For The Love of It ("Só por amor", em tradução livre), onde promove a troca de serviços e empréstimo de objetos e ferramentas entre seus membros, pela simples "bondade". Sua ideia é que as pessoas passem a confiar mais umas nas outras e comecem a se ajudar e trocar favores. Ao começar a experiência, Boyle disse acreditar que "a falta de relação que temos do que consumimos é a primeira causa da cultura de desperdício que vivemos hoje". "Se tivéssemos que plantar nossa própria comida, não desperdiçaríamos um terço dela." Sua mensagem, diz ele, é: "consuma um pouco menos". "Não espero que ninguém vá ao extremo do que fiz neste ano, mas temos questões como o ponto sem retorno das mudanças climáticas chegando, e acredito que temos que levar essas coisas a sério." "Então, use menos recursos, use menos dinheiro e um pouco mais de comunidade. Essa, provavelmente, a mensagem que eu daria."