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Martyn Stubbs

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Everything posted by Martyn Stubbs

  1. se so eu aparecer no facebook do gva , acho q Saulo não vai ver mesmo, to esperando vcs lá tb http://www.facebook.com/pages/Viagem-Astral/157732127611527
  2. O Céu E As Suas Maravilhas e o Inferno Segundo O Que Foi Ouvido E Visto Por Emanuel Swedenborg http://pt.scribd.com/doc/28554573/O-Ceu-e-o-Inferno-Emanuel-Swedenborg
  3. o perigo é funcionar... sempre q evoca alguma coisa aparece só não seio o q.
  4. é so deixar umas mensagens na pagina do gva no facebook, acho q aqui ele vai ver, se for muita gente aí ele vai ver. http://www.facebook.com/pages/Viagem-Astral/157732127611527
  5. e ae sandro, o livro vai ser nosso presente de natal Valew!!!
  6. vc pode estar perdendo a vontade de fazer VA consciente, pq inconsciente vc vai continuar fazendo... na maioria das vezes o q eu faço é só um pedido pra os mentores pra mim ser util em algum trabalho.
  7. viagem astral ou emancipação da alma no espiritismo é o momento de liberdade do espirito da cadeia q é o corpo físico... o interesse devia ser só esse, Liberdade!
  8. Os Ensinamentos de Ramana Maharshi Download: http://www.4shared.com/document/OUcinf8n/Os-Ensinamentos-de-Ramana-Maha.htm
  9. se ele é o Swedenborg eu não sei, mas aconselho vcs a conhecer um pouco da obra de Swedenborg, mesmo ele chamando espíritos evoluídos de anjos, tem muita informações interessantes nos livros dele. O Céu E As Suas Maravilhas e o Inferno Segundo O Que Foi Ouvido E Visto Por Emanuel Swedenborg http://pt.scribd.com/doc/28554573/O-Ceu-e-o-Inferno-Emanuel-Swedenborg Boa sorte.
  10. Marcelo Nicolodi - A Prática da Prajnaparamita
  11. pesquisei sobre Kalu na net, achei isso viewtopic.php?f=9&t=18560 parece q ele é a reencarnação mesmo, pq até o karma ele pagou
  12. As revelações de June Campbell A história de JUNE CAMPBELL, contada por Paul Vallely no jornal “The Independent” – 10 de Fevereiro de 1999. Durante anos, June Campbell foi “consorte” de um monge budista sénior. Chegou a ser ameaçada de morte, caso quebrasse o seu voto de sigilo. Mas, ao que parece, a iluminação tem destas coisas. Pés de barro? Não, tratava-se de outra parte da anatomia – esta bastante carnal – que causou o problema. Mas, ao que parece, o sexo tântrico também não é uma actividade muito ortodoxa. Nem sequer o sexo mais comum, quando alguém tenciona tornar-se monja celibatária. June Campbell começou a sua palestra dizendo que era a segunda vez que tinha sido convidada a falar para um grupo budista no seu país, desde que o seu livro “Viajante no Espaço” fora lançado, três anos antes. O tópico desta palestra era “Dissensão nas comunidades budistas”, e não é possível encontrar uma forma de dissidência mais marcante do que a autora protagonizara: não apenas revelara que durante anos tinha sido a consorte sexual secreta de um dos maiores homens santos do budismo tibetano (o tulku, ou lama reincarnado Kalu rinpoche), como insistiu igualmente que o abuso de poder que marcou a relação, expunha claramente uma falha na essência do próprio budismo tibetano. Esta posição foi vista como heresia. Para o publico em geral, Kalu era um dos mais reverenciados lamas-ioguis no exílio. Como abade do seu mosteiro, tomara votos de celibato e era altamente respeitado por ter passado 14 anos em retiro solitário. Entre os seus alunos encontravam-se os mais reputados lamas do tibete. Nas palavras da senhora Campbell: “o seu estatuto era incontestado na comunidade tibetana e comprovado pelo dalai lama”. Através do seu livro bastante académico que tem como subtítulo: “em busca da identidade feminina no budismo tibetano”, June Campbell conseguiu provocar impacto no restrito núcleo duro da estrutura budista, gerando o que a autora descreveu como “um afluxo primitivo de raiva e de fúria”. “Fui insultada de mentirosa e de demónio”, contou ela durante a palestra publica no instituto não-sectário para o estudo do budismo, em Sharpam, Devon. “Naquele mundo, ele era uma figura sagrada. Era como dizer que a madre Teresa estava envolvida no mundo da pornografia”. Mas não foi o medo de represálias que a levou a esperar 18 anos até publicar as suas revelações no seu livro “Viajante no Espaço”, cujo titulo é a tradução de “dakini”, um termo algo poético que designa a mulher usada pelo lama para a actividade sexual. Ela precisou desse tempo para ultrapassar o trauma dessa experiência. “Passei 11 anos sem falar sobre o assunto e, finalmente, quando decidi escrever, levei sete anos a pesquisar. Eu queria juntar a minha experiência pessoal a um conhecimento mais teórico sobre o papel da mulher na sociedade tibetana, para perceber o que se passara comigo”. E o que aconteceu foi que, tendo-se tornado budista na Escócia (o seu país de origem) nos hippies anos 60, viajou até à Índia, onde se tornou monja. Passou 10 anos num mosteiro da tradição tibetana e penetrou mais profundamente que outro ocidental na hierarquia esotérica da congregação. Finalmente, tornou-se na tradutora pessoal do guru durante os anos 70, quando este viajou pela Europa e América. Foi após isto que ele “lhe pediu para ser a sua consorte secreta e tomar parte em actividades secretas com ele”. Apenas uma outra pessoa sabia deste relacionamento – um segundo monge – com o qual ela tomou parte naquilo que descreve como uma relação de poliandria ao estilo tibetano. “Isto aconteceu alguns anos antes de eu perceber que a forma como tinham tirado proveito de mim constituíra uma forma de abuso”. A prática do sexo tantrico é mais antiga que o próprio budismo. O conceito surge com os antigos hindus que acreditavam que a retenção do sémen durante a relação sexual aumentava o prazer e a longevidade do homem.Os budistas tibetanos desenvolveram a crença de que o caminho para a iluminação poderia ser acelerado pela decisão de “integrar as paixões na prática espiritual, em vez de as evitar”. Esta estratégia é considerada tão eficaz como arriscada e diz-se que pode levar à iluminação numa única vida. Os monges de estatuto inferior estão limitados a visualizar uma relação sexual durante a meditação. Mas, como o livro de Campbell afirma, os “mestres” atingem um ponto em que decidem envolver-se na prática do sexo sem serem maculados por tais actos. As instruções nos denominados “textos secretos” enumeram os métodos que permitem ao homem controlar o fluxo do seu sémen através de práticas meditativas. A ideia é “conduzir o sémen de forma ascendente na direcção da cabeça”. Quanto mais sémen se encontrar na cabeça de um homem, mais forte ele será intelectual e espiritualmente. Para além disso, é dito que o homem ganha uma força adicional absorvendo os fluidos femininos e retendo os seus. Esta “reversão do sexo comum”, diz a autora “expressa o estatuto relativo do homem e da mulher, pois ilustra a forma como o poder flui da mulher para o homem”. O desiquilibrio na relação é sublinhado pela insistência por parte dos gurus de que as consortes devem permanecer em segredo, permitindo que mantenham o controlo sobre elas. “Desde que o livro foi publicado, recebi cartas de mulheres de todo o mundo que viveram experiências semelhantes e piores”. Então porque permaneceu ela na relação durante três anos? “Por prestigio pessoal. As mulheres passam a acreditar que também elas são especiais e sagradas. Estão a entrar num espaço sagrado. Isto produz karma positivo e é um teste à sua fé”. A combinação de religião, sexo, poder e sigilo pode ter um efeito poderoso. Cria um paradoxo de chantagem psicológica, bem expresso nas palavras de outro guru, beru khientse: “Se o teu mestre age de forma aparentemente não iluminada e sentes que seria hipocrisia pensar nele como um buda, deves lembrar-te que as tuas próprias opiniões não são fiáveis e que os defeitos que aparentemente vês, podem ser apenas o reflexo do teu próprio estado mental deludido. É apenas devido à grande compaixão do teu guru que ele demonstra estes defeitos aparentes...ele está a espelhar os teus defeitos.” A pressão psicológica é frequentemente aumentada quando se faz as mulheres jurar sigilo. Para além disso, foi dito a June Campbell que “problemas, loucura, ou mesmo a morte” seriam as consequências da quebra do sigilo. “Foi-me dito que numa vida anterior, o lama com quem estive envolvida teve uma amante que lhe causou problemas e, para se livrar dela, lhe lançou um feitiço que a levou a ficar doente e morrer”. Existem praticantes budistas – como Martine Batchelor – que passou dez anos como monja zen num mosteiro coreano e que agora ensina no instituto de scharpham - que insistem que as técnicas religiosas que buda ensinou podem ser separadas da cultura sexista, opressiva e patriarcal de muitos países budistas. Mas June Campbell não está convencida disso. “Temos de nos perguntar qual a relação entre as crenças e a forma como a sociedade se estrutura. No mundo tibetano, o poder reside nas mãos de homens frequentemente traumatizados, pois foram retirados das suas mães aos dois anos e levados para um mosteiro exclusivamente masculino. “A alguns são permitidas as visitas de mães ou irmãs, mas sempre em segredo – de forma a que eles vêm a associar as mulheres com algo que tem de ser escondido”. (...) “Quando comecei a desenredar as minhas experiências, comecei a questionar tudo”, afirmou Campbell. Isto significa não apenas as acções de um guru em particular, mas o próprio conceito de guru. Ela começou a pensar se o tantra não seria apenas uma fantasia e se existe de facto alguma diferença entre o sexo tantrico e o sexo comum. Questionou inclusivamente o próprio conceito de iluminação e a prática da meditação. “Percebi que, para ser eu própria, tinha de deixar isso tudo: completa e totalmente.” Fonte: http://orientiv.tripod.com/id7.html
  13. Jovem tibetano com grande missão espiritual tenta conciliar budismo e vida moderna http://g1.globo.com/globo-news/globo-news-especial/videos/t/todos-os-videos/v/jovem-tibetano-com-grande-missao-espiritual-tenta-conciliar-budismo-e-vida-moderna/2237010/
  14. E a Mônada elementar é visível no mais inferior dos animais. O elemento anímico e espiritual existe, pois, em todos os reinos, embora somente em quantidade infinitesimal nos reinos superiores. As almas que existem em estado de germes nos reinos inferiores aí permanecem sem sair, durante imensos períodos. E só depois de grandes revoluções cósmicas é que elas passam para um reino superior, mudando de planeta. Tudo o que elas podem fazer durante o período de vida num planeta é subir algumas espécies. Onde começa a mônada? Seria o mesmo que perguntar a hora em que se formou a nebulosa, ou um sol brilhou pela primeira vez. Seja como for, o que constitui a essência de qualquer homem teve de evoluir durante milhões de anos, através de uma cadeia de planetas e reinos inferiores, conservando, porém, através de todas essas existências um princípio individual que a acompanha por toda a parte. Esta individualidade obscura, mas indestrutível, constitui a marca divina da mônada, na qual Deus quer manifestar-se pela consciência. Quanto mais ascende na série dos organismos, mais a mônada desenvolve os princípios latentes que já possui. A força polarizada torna-se sensível; a sensibilidade torna-se instinto, e o instinto, inteligência. E à medida que se acende a chama vacilante da consciência esta alma torna-se mais independente do corpo, mais capaz de levar uma existência livre. A alma fluida e não polarizada dos minerais e dos vegetais está ligada aos elementos da Terra. A dos animais, fortemente atraída pelo fogo terrestre, ali permanece certo tempo após deixar seu cadáver; depois volta para a superfície do globo, para se reencarnar em sua espécie, sem jamais abandonar as baixas camadas do ar. Estas são povoadas de elementos ou almas animais, que desempenham sua função 278 na vida atmosférica e uma grande influência oculta sobre o homem. Somente a alma humana vem do céu e para lá retorna após a morte. Mas em que época de sua longa existência cósmica a alma elementar tornouse humana? Qual cadinho incandescente, qual chama etérea lhe teria possibilitado tal passagem? Essa transformação só seria possível, num período interplanetário, pelo reencontro de almas humanas já plenamente formadas, que desenvolveram na alma elementar seu princípio espiritual e lhe imprimiram seu OS GRANDES INICIADOS - Édouard Schuré viewtopic.php?f=9&t=18298
  15. mesmo assim é dificil imaginar uma mônada vindo pra um verme. depois coloco aqui a explicação no livro os grandes iniciados.
  16. Ramesh Balsekar http://www.youtube.com/watch?v=9tbyimId_wM Advaita não é uma religião, Advaita é um princípio básico na maioria das religiões organizadas...
  17. elopes, o texto q falei foi esse https://docs.google.com/file/d/0ByXGi2vq5-wsOHRuOXNkLXk4ejA/edit?pli=1
  18. se vc tivesse lido o a gente te indicou vc não ia aparecer com essas dúvidas. isso mostra q não interessada em mudar.
  19. como a gente vai poder te ajudar se vc não tem tempo pra isso? elopes gostei do seu texto tb, tava falando do texto de sandro q é assutador o q é entrar em contato com seres do baixo astral... bem q Blavatsky fala q não devemos buscar mestres no astral. tb não tenho muita experiência sexual... mas tenho certeza q vc pode entender mais de sexo do q muita gente q tem uma vida sexual ativa.
  20. touquinha vc leu o texto de sandro? ainda tem alguma dúvida?
  21. valew pelo texto... assutador... vamos ver se touquinha vai ter tempo pra ler esse texto se ela ler, com certeza vai resolver os problemas dela.
  22. todo dia a gente sai do corpo... com lucidez ou não... se tem mesmo vontade de fazer sexo, vc vai pra essas regiões por simples sintonia, no livro q vc não quer ler explica isso tudo.
  23. O sexo além da morte - Ranieri http://api.ning.com/files/mQObtdstWoB39 ... _Morte.pdf nesse livro fala q tem regiões no umbral onde as pessoas só pensam em amor e sexo. não tem nada a ver com obsessor, é uma região onde podemos nos satisfazer sem culpa.