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Fulvio

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About Fulvio

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  1. O relato abaixo aconteceu em dias consecultivos. 03/05/12 - 07:00hs am Sinto um EV, mas com muita dificuldade para descolar do corpo. Tento rolar para o lado e para o outro para ver se caio da cama já fora do corpo. O esforço é em vão. Sinto que meu corpo flutua por cima de mim, preso apenas pela cabeça. Fico nisto por um bom tempo. Escuto vozes, pessoas falando, mas não me recordo de nada. Em determinado momento, me vejo fora do corpo agarrado com um espírito um tanto diferente. Sua pele é vermelha, seus cabelos negros, ele tem um tipo de capa e vestes militares. Seguro sua cabeça pedindo que se acalme. Ele já parece estar desmaiado. Minhas mãos irradiam uma luz azulada, ele cai ajoelhado aos meus pés. A possível luta começou no meu quarto (o que me estranha, raramente vi espíritos em meu quarto) e terminou na sala. Após ele cair em minha frente, falo algo como se ele estivesse livre. -Agora esta livre pra ir. Pulo pela janela, há um sol gostoso e reconfortante. Lá embaixo, vejo um jardim muito antigo, não esta bem cuidado, as plantas crescem para todos os lados, mas não deixa de ser belo. Há quedas d´água por todos os lados. Vou descendo de encontro a este jardim e vejo de relance aquele espírito ser puxado ainda desacordado, mas com um ar bem sereno para algum local. No jardim, vejo algumas senhoras, elas tricotam e conversam, sorriem quando passo. Sinto uma paz maravilhosa. O ar é limpo, passo por entre as quedas e me molho com aquela água refrescante, sinto as energias fluírem. Retorno ao corpo. Ainda em EV, saio mais uma vez do corpo. Ando pela casa e vou até a área de serviço. Escuto vozes: -Vai rápido, ele acordou! Avisto dois seres, pele negra, dentes bem brancos e serrilhados, olhos brancos e brilhantes. Ao me verem se viram pra mim em tom ameaçador. Energizo mais uma vez uma bola azulada em minhas mãos. Não sei por que, faço isso com certa facilidade nas ultimas projeções. Um deles vem pra cima de mim, mas não temo e me defendo bem. Ele parece confuso e vejo-os fugir antes de voltar ao corpo. 05/05 – 9:00hs am Levanto do corpo com o EV estabelecido de forma repentina. Sou puxado para um local no mesmo momento, e recobro a consciência em um local fechado. Um espírito bem alto esta no local e vem em meu encontro enfurecido. Seguro suas mãos e me defendo. De alguma forma, consigo jogá-lo ao chão e colocar minha mão por sobre seu peito, emanando energias diretamente em seu chakra cardíaco. O esforço é em vão, ele se levanta mais enfurecido e me desfere um soco. No mesmo instante perco a consciência e me encontro de volta ao corpo. 07/05/12 – 08:00hs am Forte EV me abre a consciência. Rolo mais uma vez pro lado e caio aos pés da cama. Me levanto e ao sair do quarto sou puxado bruscamente através da janela. A consciência some e a recobro em um tipo de quarto, todo branco. No centro, uma maca com uma menina e uma mulher, possivelmente sua mãe, chora. Me coloco ao lado da menina e a pego no copo, uma mão nas costas outra no peito e emito energias em direção à ela. Novamente a cor azulada sai de minhas mãos. A consciência se vai. De volta ao corpo, o EV ainda continua e decido sair mais uma vez para explorar o ambiente. Sou puxado para um local próximo aos arredores de meu prédio. Entro em um dos aptos e encontro uma garota, ela esta só de lingerie. Ao me ver, ela sensualmente se levanta. Dai por diante, lembro de flashs, fui vampirizado. Acordo esgotado, corpo cansado, braços pesados, desanimado. Há algum tempo tenho encontros mais “violentos” com espíritos. Não sei ao certo pra que caminho sigo ou o porque destes encontros. Rezo todas as vezes apenas para que as ações e atitudes tomadas sejam assistidas por bons espíritos e sejam corretas.
  2. "O relato é grande, desculpem." O dia foi bem tenso. Tivémos um susto logo pela manhã com um pequeno problema com minha esposa. Esperamos que seja apenas um PRESTA ATENÇÃO. Fomos para o hospital e enquanto ela fazia os exames, voltei pra casa para almoçar, responder alguns e-mails do trabalho e retornar para o hospital. Na volta cometi um acidente assustador. Atropelei um carroceiro que erroneamente descia a rua na contra mão. Não o vi pois um carro tampava a visão. Graças a Deus foi apenas um susto, ele apenas ralou os pés. O carro amassou bem, mas de tudo foi o que menos importou. De tudo que aconteceu me chateou muito as atitudes das pessoas na rua em seus carros. Preocupadas apenas com o seu umbigo, buzinavam e xingavam. Me senti muito mal ao ser hostilizado por dois homens em um carro. Cheguei inclusive a desejar mal, nao de coração, mas por raiva, por estar inconformado pela atitude. Em contrapartida, tem aqueles que olham por você, estão ao seu lado. Deste, posso citar algumas pessoas que mal posso reconhecer o rosto, devido ao nervoso no momento e meu antigo barbeiro, o Pacheco. Cortava meu cabelo quando eu era criança. Estava lá, ao meu lado e me deu o suporte necessário. Apenas a presença ao lado ja foi reconfortante. Tudo bem. Cheguei no hospital totalmente zonzo e fui de encontro com minha esposa, assustada com tudo que estava acontecendo com ela e ainda tive que conversar sobre mais este probleminha. Ela, abençoada que é, como sempre proferiu palavras sábias. Sou abençoado. Agora ela esta internada, para exames de rotina. Dormi esta noite com ela, dia 20/04 para 21/04, ao menos tentamos dormir. De duas em duas horas, alguém entrava no quarto, exames de rotina, o que facilitou minha consciência ficar ligada durante o sono. Estava um pouco receoso de sair em um hospital, mas sentia ao mesmo tempo uma paz presente, certamente pelo trabalho dos espíritos que trabalhavam naquele local. No meio da noite sinto minhas energias indo de um lado pro outro, até que eu consiga saltar do corpo. Sentia alguém ao meu lado, sua presença, mas não o via. Levantei no quarto e vi minha esposa deitada. Fui em direção à porta sem perder tempo, não queria perder a oportunidade de andar pelo hospital. Estranhei a grade na primeira porta. A abri rapidamente e em seguida a porta. Uma escada em caracol que não existia la e escutava passos, alguém descendo ela. Não pensei duas vezes em abrir a segunda grade e porta para sair do quarto. La fora, várias pessoas. algumas sorriam, outras de jalecos brancos corriam pelos corredores. Via muitas crianças, livros, salas antigas. Muito movimento. Mal conseguia entender tudo aquilo. Andei por um tempo tentando assimilar tudo, mas em vão. Lembro de flashs e volto ao corpo. Ainda em EV, caio ao lado do corpo. Estou mais denso, mais pesado e me esforço pra levantar e tentar sair de perto do corpo. A mesma grade fechada. Abri-a e em seguida a porta. A mesma escada e os passos. Desta vez, escuto uma voz. Uma senhora. -Ja estou indo, tenha calma. Dou uma passo pra tras e volto ao quarto. Ela esta com um uniforme antigo de enfermeira, mas mal consigo enxergar seu rosto, há um certo bloqueio. Ela tenta me tocar, mas instintivamente eu não deixo. Grito: - Deixe-me ver suas mãos e seu rosto! Ela faz força pra me agarrar mas não deixo. Em determinado momento ela desiste de lutar comigo e sobe correndo, como se estivesse assustada e sobe as escadas. Decido investigar, mal sinto medo, não estou só e as atitudes não são minhas. Subo a escada e a senhora antes vestida de branco, esta com vestimentas pretas. Lembro de cabelos brancos, pele bem enrrugada. Ela cambaleia pelo local em meio a peças antigas, lúgubres. Ela busca algo em uma mesa, debrussada e derrubando tudo. Vou de encontro a ela e grito: -Aqui você não causará mais mal a nenhum paciente! Agarro suas mãos impedindo que o artefato que esta nas mãos seja utilizado contra mim. De minhas mãos, uma luz azul escura sai e ilumina sua face. Seus olhos se arregalam e ela grita, se transformando em uma massa disforme, colocação nude, vejo veias avermelhadas. Com destreza incomum trabalho esta massa em minhas mãos até lançá-la por uma das enúmeras janelas do local. Olho esta massa disforme caindo em um líquido lá embaixo. O local é assustador, parece uma cidade industrial abandonada, em meio a ácidos e outros líquidos corrosivos e nocivos. Sua textura é grossa, gases esverdeados pairam no ar. Vejo a massa disformes dissolver em meio à toda aquela imundisse ao mesmo tempo que os líquidos começam a borbulhar e subir, cobrindo toda aquela cidade morta. De relance vejo a presença de um rapaz, mas é algo que acontece muito rápido. A todo momento, sinto uma presença maior. Estou calmo, seguro e com a consciência como a muito não tive em projeções. Olho pelo local. Peças antigas, esqueletos de animais. As peças me lembram um filme de terror. Relógios, violinos, vasos, peças medievais, dignas de um castelo antigo. Tenho pouco tempo analisando estas peças até voltar ao corpo. Sinto um EV ainda e quero sair novamente do corpo para poder estudar mais o local, mas de imediato escuto uma voz atrás de mim: -Ja chega! O EV some no mesmo instante e sinto meu nariz tampar, o que faz com eu eu me mova para melhor respirar. O que aconteceu? Quem era aquela senhora? Não sei dizer. Espero que tudo esteja bem, que o trabalho necessário tenha sido realizado e que nada de errado aconteça a mim, minha família, minha esposa, amigos...e que sim, o hospital esteja bem. Hoje passarei mais uma noite lá. Espero ter nova experiência e que sim, possa ajudar aqueles que buscam ajuda, que aprenderam com seus erros, a aqueles que merecem realmente. Paz e Luz.
  3. Ao iniciar as praticas, nós abrimos os chakras, as sensações espirituais, a consciências. Normal que você e seu amigo sinta mais a ação dos espiritos ao nosso redor, e sim, vão utilizar sua esposa como um chamariz. Acontece comigo a todo tempo, apesar de minha esposa ser um pouco mais esclarecida. Por isso não é brincadeira o que fazemos aqui, vejo muitos relatos e muitas pessoas que começam os estudos no barato apenas de saber como é, sem saber ao certo dos princípios desta dádiva. ?Fica a pergunta, porque você iniciou os estudos? Esta a par dos riscos e vale vive-los? Quando entrei nisso, não foi por acaso, eu tive uma experiência muito forte, e desde então, não parei de estudar, ja fazem 3 anos e sim, vale a pena. As cobranças são muitas e por varias vezes deixo a peteca cair, mas vale o aprendizado, é para isso que estamos aqui não? Caso precise de algo, conte comigo. abs.
  4. Noite estranha com gente esquisita...rs. Fizemos o Evangelho como de costume, todo domingo as 19hs. Falta de concentração total, minha esposa inclusive sofreu com intervenções dos espíritos presentes. Acho que ela se cuida pouco pelo histórico familiar dela e por ser tão sensitiva. O ambiente estava bem agitado, e na ultima noite, senti espíritos pesados em casa, minha esposa teve sonhos ruins comigo a noite toda (que eu a traia). Resolvi acender um incenso, luz baixa, ler meu livro "Das Trevas à Luz" antes de deitar e fazer as técnicas. O ambiente se acalmou, minha esposa sentiu bem isso e eu também. Deitei por volta das 22hs e fiz minhas técnicas. Tive alguns sonhos bem lúcidos, aquele que você consegue controlar todas suas ações. Após minha esposa sair, voltei a dormir e senti um forte EV no meio de um sonho com alguns amigos da antiga no meu quarto no primeiro apartamento que morei. Por 3 vezes sai do corpo, ia até o quarto que era de meus pais e encontrava uma mulher deitada na cama. Sempre a tratava como minha mãe. As mulheres sempre deitadas, fracas. Dava passes nelas. Via nitidamente as energias esverdeadas saindo de minhas mãos. Ao terminar o passe, voltava ao quarto e deitava. O EV continuava e sentia nitidamente alguém ao meu lado, me ajudando para sair do corpo, sentia seus passes e sua presença. Escutava vozes ao lado também, pessoas nervosas, mas não dava ouvidos. Na ultima vez que sai do corpo e sempre no mesmo lugar, vi um senhor com um manto branco virado para parede. Apenas toquei levemente em suas costas e o agradeci pela ajuda, “mentor”. Sai do quarto e fui para o outro para realizar o trabalho. Três mulheres, cada uma diferente da outra. O estranho era que as presenças espirituais no meu quarto eram de pessoas que eu conheço, amigos, ja as mulheres, eu as tratava como mães, mas não as conhecia. Meu antigo quarto com diversas camas no chão, ambiente escuro. No final do corredor, o quarto que era de meus pais havia uma luz amarelada, bem sutil. Não senti medo, não senti desconfiança, mas o fato é de que os acontecimentos estão muito além de meus conhecimentos. Que tenha sido feita a Vossa vontade, aqui na Terra, como no Céu. Postado por F.V.G. às 13:00 0 comentários
  5. Cara, foi bem claro sim, alias muita coisa do que relatei foi clara. Algumas coisas ficam meio escurecidas, mas faz parte. abs.
  6. "Desculpem, esse é longo, mas aconteceu muita coisa. Muito aprendizado e ainda estou assimilando tudo." Deitei por volta das 22hs e iniciei as técnicas noturnas diárias. Mal vi a hora que cai no sono. Virei de lado e tentei trabalhar o frontal, mas com pouca repercussão. Mais tarde, não sei precisar a hora o telefone tocou, era a irmão de minha esposa que estava voltando do hospital - dengue. Após conversarem, trabalho um pouco o frontal e durmo. as 7:20hs recebo uma msg de minha esposa ao chegar em seu trabalho. Fico mais tranquilo e viro pra dormir, hoje estarei em campo a trabalho, terei mais tempo pra descansar. Não demora muito e sinto um EV pelo corpo bem fraco. Levanto sem nenhuma dificuldade. Com os ultimos ensinamentos, mantenho a mente calma, o coração calmo. Saio pelo quarto e vejo dois gatos brancos no chão. Não sou muito chegaod a gatos, tenho alergia, mas amo animais, isso é fato. Resolvo brincar com eles no astral e para minha surpresa, eles estavam procurando um lanchinho ou realmente não foram com a minha cara. Ambos mordem e fincam as garras em cada uma das mãos. Sinto seus dentes furarem minha pele e carne. Sem soltarem os levanto, mas mantenho a calma. Eles não podem me machucar no astral. Não sinto sugarem as energias, realmente estavam assustados. Não consigo fazerem soltarem. Vou até a cozinha e abro a torneira com os bichanos grudados em minhas mãos. Na sacada há mais dois gatos, um deles bem grande. Ponho eles embaixo da água, o que fazem me soltar imediatamente e saem correndo. Olho minhas mãos e não tenho uma marca, ufa! Fico feliz por ter mantido o controle. Olho pra fora e salto volitando pelo ar. Meu controle esta fantástico, como há algum tempo não tinha. Me empolgo um pouco e começo a ganhar velocidade e a consciência oscila e resolvo diminuir para não perdê-la de vez. Sinto me puxarem para um conjunto de prédios e entro em um dos apartamentos. Passo pela sala com uma familiá vendo TV, até um quarto e abro a porta. Uma pequena menina deitada com seu pijaminha, moreninha de franjinha. Ela esta chorando bem baixinho, esta passando mal. De bruços, a viro e esta toda vomitada. Sinto uma leve repulsa, sinto a viscosidade, o cheiro. -Vamos tomar um banho linda. Pelo ela e levo ao banheiro. Deixo ela tomando um banho quente. Minha consciência vai embora e volto pro corpo. -"Droga" penso eu, não pude ajuda-la. Ainda estou em EV. Me levanto mais uma vez sem dificuldades. Lembro fora do corpo sobre um artigo que li sobre formas pensamento para proteção e resolvo testar alguma coisa. Quero aprender ao máximo fora do corpo. Sento no canto da cozinha e começo a proferir o mantra OMANI PAD ME HUM e juntando as mãos imagino energias que ja conheço, trabalho com cores. Penso na cor vermelha, depois azul, forma-se uma bola violeta no centro de minhas mãos do tamanho de uma bola de basket. Visualizo ela como uma esfera protetora que ficará aqui em casa. A consciência vai embora e volto mais uma vez pro corpo ainda em EV. Me levanto sem pestanejar e tento visualizar a energia, mas não a vejo. Talvez não tenha dado certo, não sei dizer. Ando pela casa e saio pela sacada mais uma vez a volitar. Sou puxado para um local estranho, parece um templo de pedra com figuras antigas entalhadas nela. No centro, um tipo de rei entalhado, me parece algo da cultura inca, egípicia, não sei ao certo mas parece se comunicar comigo ou com alguém ao meu lado. Diz que eu não teria força para libertá-lo. Me sinto uma marionete, mas não estou com medo. Volito pelo local, poderia desenha-lo tamanha a clareza que vi o local. Sinto um tipo de animal correndo atras de mim, sua cabeça tem um brilho azulado. Foco minhas energias neste animal, ele parece ser de pedra. Como que sugando aquela luz, ele corre para minha direção mas a luz sai com tamanha violência de sua cabeça, e ele cai aos meus pés. Ando em direção à um local com um tipo de pedestal e uma pedra. A luz que peguei deste animal, deposito nesta pedra e ela abre um pequeno buraco no chão com pedras que me parecem algum combustível. Só me lembro de pegá-las no chão e a visão apagar e voltar ao corpo. A manhã esta agitada, meu corpo continua em EV e desta vez não me lembro de levantar, lembro apenas de estar na casa da menina, do começo do relato. Ela esboça um sorriso ao me ver, tem a cara de doentinha, mas tem o espirito forte penso. Sorrio ao ve-la. Deito-a na cama e com as mãos na garganta profiro algumas palavras até que por vez volto ao corpo sem um EV muito forte. Fique em paz...
  7. Há tempos não venho por aqui, mas senti uma saudades que resolvi voltar a postar os relatos que geralmente coloco no blog. Durante a noite do domingo, 25/03 deitei para fazer as técnicas e senti as energias pelo corpo com força, tive a certeza da projeção apesar de há muito tempo estar um pouco distante. Manhã do dia 26/03/12, 6:20hs da manhã minha esposa sai para o trabalho. Sinto meu corpo vibrar e curto aquele estado por um tempo. Me levanto já fora do corpo e caminho para a sala. Chamo pelo vira-lata cego que estava em casa na semana passada, mas ele não aparece. Noto no canto da sala um menino. Sua coloração é totalmente negra, bem escuro, inclusive seus olhos. Ele se vira pra mim sem menção de me atacar, fica parado ali me olhando. Me aproximo dele e pergunto se precisa de algo, ele nada faz a não ser estender a mão para mim. Não sei por que mas sinto que não é boa ideia, no entanto, a consciência não esta aquelas maravilhas e penso em emanar algumas energias. A tocar a mão dele sinto aquela sucção de imediato, como já senti muitas vezes, minha mão dói. Por um momento penso em apenas deixar, mas sinto que estou sendo fortemente vampirizado, ele não estava buscando ajuda e sim um “lanchinho”. Aumento meu EV para me defender e minha consciência se esvai as poucos, volto para o corpo ainda sentindo suas mãos agarradas nas minhas e o EV instalado com muita força, atpe que suas mãos se soltem das minhas. O EV continua e não me movo. Levanto mais uma vez e dou uma olhada no ambiente, nada do garoto. Acho que tomou um belo choque. Procuro a janela e salto para fora. Vejo uma cidade logo abaixo e alguns espíritos negros que volitam lá embaixo. O ar é pesado e não consigo volitar direito, sinto que estou caindo numa velocidade menor. Fico olhando bem lá embaixo a cidade e penso o quanto o lugar é pesado. Mantenho a calma e sinto que estou ficando mais tempo fora do corpo em relação às ultimas vezes, o que me deixa feliz, mas ainda estou em locais pesados. Que venham os testes e que minha consciência se expanda, quero muito isso, mas estou preparado?
  8. Certa vez, recebi um post de um dos amigos do fórum (Viagem Astral) que certas experiências te deixavam tão bem que dificilmente baixariam suas vibrações e esta foi uma delas depois de tantas tensas. Não preciso nem falar sobre todo o padrão inicial para as minhas projeções. A única diferença foi que fiz um Pai Nosso após minha conversa diária com meu mentor, espíritos de casa e Deus. Na noite, fiz a técnica completa 3, dormi algumas partes, mas certo de que meu subconsciente trabalhou todos os pontos. Viro pro lado e sinto aquela oscilação de energia nos chakras. Sensação ótima. Sete da manhã, EV forte, e lá vamos nós. Rolo pro lado e caio no chão. Estou um pouco pesado, mas consigo me levantar. Visão ótima, 100%. Corro os olhos em casa para ver se noto alguma presença. Tudo tranquilo. Ando me esforçando para que o cordão não me puxe de volta. Chego a me agarrar nas cadeiras até me distanciar suficientemente para fugir desta atração. Volito pela sacada e vou a um apartamento próximo. Vejo três meninas e um rapaz. Eles não me notam. Fico por ali e minha consciência oscila um pouco e logo volto ao corpo. Ainda em EV, levanto normalmente. Abro a janela e sinto-me estranho. Tudo muito real, estou fora do corpo ou realmente levantei sonolento? Olho pra trás e não vejo meu corpo deitado. Opa, não vamos pular assim pela janela certo? Tento atravessar a divisória do quarto o que me da certeza de estar fora do corpo. Consciência ótima. Salto volitando e brinco no ar e aumento a velocidade, sinto a energia fluindo do corpo para os pés a mãos, sei que sempre falo, mas a sensação é maravilhosa. Chego a um campo de grama verde e um tipo de curral de madeira. De uma pequena casinha, sai um senhor bem gordo com um rosto simpático. Veste um macacão sujo com uma camisa escura por baixo e tem uma pá na mão. Vou ao lado dele e sou dirigido ao fundo do local. Um lago com peixes enormes e um ganso. O ganso esta bem machucado, seu bico esta quebrado. Penso que sempre fico feliz em ajudar animais. Dirijo-me ao ganso e neste momento minha consciência se vai e volta com ele se alimentando em um caixote. Creio que o amparo foi feito, pois percebo uma boa vibração vindo do homem e doa animal, apesar de ainda esta machucado. Volito novamente e pairo pelo campo verde e penso “faz tempo que estou consciente fora do corpo, que ótimo”. Fico mais um tempo no lugar até voltar realmente ao corpo. Feliz. Ainda o EV se faz presente e aproveito para dar mais uma volta. Pulo pela janela e caio numa velocidade imensa, mas não me assusto. Chegando ao chão controlo a queda e pouso suavemente (estou ficando bom nisso!). Dou uma volta pelo prédio e pouco me lembro do que aconteceu e logo volto pro corpo. Acordo feliz, descansado, super motivado. A tempos não chego no trabalho assim, de tal forma que logo que cheguei tive um problemão super estressante e que consegui resolver com uma facilidade incomum, envolvendo as pessoas e conversando com calma. MUITO OBRIGADO MEU MENTOR, ESPIRITOS DE LUZ, ESPIRITOS AMPARADOS... Após a tempestade, sempre vem o arco-iris. Nunca desistam. Paz e luz a todos.
  9. Fulvio

    Desespero

    Cansaço, desespero, irritação, raiva. Tudo errado. Fui dormir tarde ontem, por volta das 00hs. Tentei fazer a técnica 2 do Saulo, mas não cheguei ao chakra frontal, estava irritado com os sons e minha esposa se mexendo na cama. Parei, desliguei e mentalizei o mantra OM para trabalhar o chakra. Fiz toda a técnica até adormecer. Tive um sono tranquilo, por vezes acordava no meio da noite, mas nada fora do normal. Minha esposa levantou cedo e foi trabalhar. Dia de rodizio, pude dormir até mais tarde. Fiquei trabalhando as energias até dormir novamente. Não queria sair do corpo na verdade, mas não consegui controlar. Acordei num EV muito forte e rolei para o lado. Ótimo, visão quase nula. Enxergava por um pequeno buraco apenas. Tentei sair de perto do corpo rápido e mentalizei o mantra OM, não deu certo e logo fui puxado. Ainda em EV, rolo mais uma vez para o lado, o chakra frontal ainda da mesma forma. Vi ao pé da cama duas pernas compridas de salto – ótimo, mais uma vampirização. Procurei pelo rosto do espirito que estava la comigo e para meu espanto, as pernas eram mais compridas que o normal e quando deveriam se tornar um tronco como de uma pessoas normal, acabam em outras pernas, grudadas nas de baixo. Isso me gelou a espinha e pulei de volta pro corpo. Zumzumzumzum...o EV continua. Tento me mover – catalepsia. Meu Deus, agora segura a bronca. Estou extremamente irritado e cometo um erro grave. - Estou cansado de vocês me perturbando, quero vocês fora daqui, se não buscam por ajuda espiritual, por algum auxilio, saiam, não quero que me atrapalhem. Estava com medo. Pedi pelo meu mentor, mas ao invés de pedir, parece que briguei com ele (burro). Aumentei o EV para me proteger, parecia mais um Dragon Ball do que outra coisa. Sentia tudo tremendo no quarto. Não podia ficar ali, tinha certeza que tinha alguém no quarto. Pulo do corpo com a visão turva e pulo pela janela. Seguro meu cordão de prata. Tudo esta em preto e branco. Olho pra trás e vejo na janela do meu quarto uma figura que não consigo distinguir... Perco a consciência. Estou no corpo em catalepsia. Vejo apenas um buraco por entre o travesseiro e a colcha que me cobre. Vozes, murmúrios. Consigo sair do corpo e corro pela casa. Não estou em condições de encarar ninguém e nem ajudar. A visão é praticamente nula. Vultos. Pulo pela sacada, escuto um choro, e logo volto. Droga, meu cordão de prata esta muito tensionado ultimamente. Catalepsia. Isso acontece por várias vezes. Preciso acordar, vou perder a hora de trabalhar. Sinto-me preso. Acordei, ufa, 9:30hs, preciso correr. Visão estranha ainda, meu Deus, ainda não acordei. Vejo-me na mesma posição novamente na cama. Tento mexer os pés, a língua para voltar da catalepsia até que consigo. Deus me ajude. Estou quebrado. Seria possível um espírito realmente nos prender no corpo astral? Preciso me cuidar melhor. Vibrações, pensamentos, trabalho, pessoal.
  10. Acho que é normal. Eu geralmente abro portas e janelas como se estivesse no corpo real. Dificil conseguir atravessá-las, mas ja consegui também. No final, tudo esta na mente. abs.
  11. Oi Fany, pois é. São fases né? Obrigado pela lembrança e pelos sentimentos. bjs. Fulvio
  12. Resignação “A resignação, ou ainda aceitação, na espiritualidade, na conscientização e na psicologia humana, geralmente se refere a experienciar uma situação sem a intenção de mudá-la. A aceitação não exige que a mudança seja possível ou mesmo concebível, nem necessita que a situação seja desejada ou aprovada por aqueles que a aceitam. De fato, a resignação é freqüentemente aconselhada quando uma situação é tanto ruim quanto imutável, ou quando a mudança só é possível a um grande preço ou risco. Aceitação pode implicar apenas uma falta de tentativas comportamentais visíveis para mudar, mas a palavra também é utilizada mais especificamente para um sentimento ou um estado emocional ou cognitivo teórico. Então, alguém pode decidir não agir contra uma situação e ainda assim não ter se aceitando-a.” Wikipédia Ontem, durante o Evangelho, este foi o ponto discutido. Engraçado como a espiritualidade é. Estou com alguns problemas em que esta palavra vem muito a calhar, assim como minha esposa. Foquei antes de abrir “randomicamente” (sic) o Evangelho sobre estes problemas. Fui dormir tarde ontem, o que possibilitou eu realizar as técnicas até o final, pois estava sem sono. Acordei novamente no meio da noite pensando nos problemas que iria enfrentar no trabalho. Não conseguia dormir mais. Resolvi novamente fazer as técnicas – elas me relaxam a ponto de dormir novamente. Pela manhã minha esposa sai pra trabalhar bem cedo, o que pra mim tem sido bom, fico num estado melhor de vigília e consigo sair do corpo. Ela vai para o banho e caio no sono, logo sinto o EV e decido me levantar. Faço força contra a tensão do cordão. Vejo minha esposa se trocando e saio pela janela. A sensação da volitação é sempre muito boa, liberdade, nada a se preocupar, fico leve. Olho minhas mãos, a consciência está tão boa que por um momento penso que pulei de verdade pela janela. Seguro meu cordão de prata, sim, ele estava la, ufa! Fecho os olhos e sinto o ar no rosto e sinto uma pegada de leve na mão. Tomo um susto a principio, o suficiente para voltar ao corpo. Era minha esposa me dando tchau, como todos os dias. Mal consigo me mexer para apertar a mão dela. Novo EV, me levanto e vou até a sacada. Antes de saltar, noto uma menina ao lado. Cabelos curtos, olhos verdes, muito bonita. -O que faz aqui? -Espero por você para me ajudar. -Você é um espirito ou esta fora do corpo, assim como eu? -Sou um espirito, estou um pouco perdida. (Lembro de ela falar alguma coisa com problemas de drogas). -Qual o seu nome? -Júlia. -Júlia, farei o meu melhor. Seguro na mão dela e saímos volitando e conversando (não me lembro de mais nada), de repente estou em um ponto no solos, frente a um tipo de altar. Noto um senhor ao meu lado, mas não distingo sua feição. Por um momento entre em pânico, vejo o apelido de minha esposa neste altar. Varias caixinhas estão nele e abro uma a uma procurando algum sinal de ser algo relacionado a ela. Medalhas de Santos. O altar tem uma cor avermelhada. Peço ao senhor para me garantir quem estava enterrado la. Ele me leva até um local com alguns espíritos que me mostram uma foto de uma pessoa – não era ela (ufa). Penso feliz que já faz tempo que estou consciente fora do corpo. Sou puxado para um local que me parecia onde velavam mortos, muito próximo de onde estava. Me posto frente à um senhor deitado em seu leito. Ele esta num estado péssimo, preso a seu caixão. Coloca minhas mãos sobre ele e aplico passes por todo seu corpo. Noto pequenos pontos luminosos na coloração azul saindo de minhas mãos. Passo para dois leitos seguintes com mulheres na mesma condição e aplico os passes. Tenho poucas recordações depois disso, o que impossibilita minha narrativa. Volto ao corpo. Saio mais uma vez e sinto ainda a presença de Pretos-Velho. Fico contente por saber que eles tratam muito bem das energias e são poderosos na manipulação delas. Volito pela janela apenas pensando em pessoas que gostaria de encontrar, tento focar locais e estas pessoas, mas não consigo. Logo volto ao corpo de vez. Estou disposto a lutar para mudar certas coisas, ao menos o que me incomodam. Não quero julgar ninguém e farei meu papel. No final, acho que é isso que vale. Por mais tortos, espero que esteja seguindo pelos caminhos corretos.
  13. Trabalhe melhor o chakra umbilical, ele que te prende neste estado. Ja passei por isso.
  14. Inferno astral, só pode ser isso. Vibrações péssimas, sinto-me acuado. Parecem me observar, se aproveitar. Hoje acordei no meio da madrugada aflito, a cabeça a milhão, pensando no trabalho. Problemas, dificuldades... Rolo na cama por um tempo e não consigo dormir. Decido praticar as técnicas para me acalmar. Funciona, logo caio no sono novamente. Logo cedinho, minha esposa levanta para trabalhar, fico na cama exausto até cair novamente no sono. Sinto uma angústia. Em catalepsia sinto um movimento intenso em casa. Rezo quietinho. Desloco-me na cama já fora do corpo e vejo um vulto de um gato no pé da cama, tento afastá-lo – consciência péssima pra variar. Levanto-me e a visão de um lugar estranho. Apenas consigo enxergar parte do chão. Paro um momento e tento com o mantra OM abrir mais o chacra frontal – em vão. Sinto uma presença vindo em meu caminho. Sinto um leve medo, mas meu coração ultimamente esta tão revoltado que eu decido enfrentar (outra burrada). Vejo apenas parte do corpo de uma criança (ao menos é o que parece pela estatura). Sua pele cheia de pústulas inflamadas, carne viva. Sinto certa repulsa, mas decido seguir em frente. Tenho a percepção que segui o passo errado. Sinto suas mãos esqueléticas segurarem as minhas com dedos entrelaçados. Minhas energias são sugadas. Sinto até certo azedume na boca. Tento instalar um EV, mas não foi o suficiente para afastá-lo. Espero ter sido intuído a apenas fornecer mais energias. Talvez estivessem me poupando de uma imagem grotesca de um espirito sofrido. Meus pensamentos ainda são meus, mas as ações são minhas? Perco a consciência. Já no corpo escuto vozes. -Precisa trabalhar o chacra frontal, melhore as energias. Trabalho ele por um tempo e fico oscilando as energias da cabeça aos pés até meu corpo todo tremer em EV. “Vou sair pela janela” – penso eu. Levanto e já me dirijo a janela. Pendo para fora e me solto e como uma pluma volito. É uma sensação maravilhosa. A visão esta em preto e branco praticamente. Vejo ao longe uma floresta bem densa e um vale. No meio deste, vejo o mar ao fundo. Apesar de praticamente em preto e branco, uma visão linda – preciso ir pra praia. Fico vislumbrando aquele local, aumento a velocidade, mas não há mais tempo, sou puxado de volta e desta vez não sinto mais o EV. Levanto moído Paz e Luz.
  15. GRande amigo Carluz, certamente és iluminado. Obrigado pelas palavras. São de grande valia para minha reforma íntima, ajudou-me muito. Mais uma vez, obrigado.