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AlissonFreitas

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Everything posted by AlissonFreitas

  1. Esse temor que algumas pessoas sentem é puro resultado dos condicionamentos a que somos submetidos desde que nascemos, que enfia na nossa cabeça que o cristianismo, ou que o catolicismo, são as religiões "corretas", e que qualquer coisa que a negue é obra do demônio, do anti-cristo, etc, etc, etc. Ora, onde está a certeza que o cristianismo é a religião verdadeira? Aliás, onde está a certeza de que existe UMA religião verdadeira? Onde está a certeza de que existe um Deus? E, se ele existe, como podemos saber se ele quer que nós o "sirvamos"? Isso tudo é condicionamento católico. Esse é um blá-blá-blá que a gente ouve desde sempre e, por isso, quando tentamos nos livrar disso, vem a voz do nosso inconsciente (totalmente condicionado) nos questionar se não estamos servindo ao diabo, ao "anticristo", etc. É justamente na base dessas ameaças e lavagens cerebrais que funcionam as religiões cristãs. Se libertar disso é uma dádiva. Não sou cristão, embora eu ache que Jesus tenha sido um puta de um cara PHODA. E acho que sou um privilegiado, por ter conseguido me desvencilhar da lavagem cerebral praticada no mundo ocidental pelas religiões cristãs. Se é que existe um demônio, é muito mais fácil encontrá-lo dentro do cristianismo, do que fora de lá.
  2. Bom, eu duvido da sanidade dele, sim. A cada dia, ele me aparece com uma nova viagem na maionese.
  3. Sim, é muito bom. Entrem no site www.colegiodosmagos.com.br, e se matriculem regularmente no curso. Respeitando, assim, o trabalho que eles fazem lá.
  4. Eu não falei que Quimbanda "tem maldade", em falei que na Quimbanda, como na Quiumbanda, existem os Quiumbas, que muitas vezes se fazem passar por Exus, é que os Quiumbas, sim, fazem qualquer coisa em troca de pagamento. E também é fato que muitas casas que não são de Umbanda, se dizem de Umbanda. No entanto é bom deixar claro: não se fazem trabalhos de magia negra dentro da Umbanda... não existem sacrifícios animais dentro da Umbanda... e Exus, assim como as Pombas-Giras são entidades que trabalham apenas para o bem, especialmente nos trabalhos de desobsessão. E a Quimbanda é uma linha de trabalho proveniente da Umbanda, e é na Umbanda que os exus trabalham efetivamente (no Candomblé, Exu é orixá, e é tratado de forma diferente). Se dentro da Quimbanda também trabalham exus de verdade, eu não sei dizer.
  5. Exus não são neutros e não trabalham tanto para o bem quanto para o mal. Exus são entidades de luz, que só trabalham para o bem. Essa confusão nasceu por causa das falsas casas de Umbanda, que na verdade são casas de Quimbanda ou de Quiumbanda, e esses seres que se sujeitam a fazer o mal mediante "pagamento" não são exus, são quiumbas. Se dizem exus para ganhar credibilidade, mas não são.
  6. A música mexe com a nossa frequência mental, e lembremos que é justamente nossa frequência que define o tipo de companhias espirituais nós atraímos. Não é à toa que em diversas religiões e doutrinas a música é utilizada em rituais, pois ela acaba contribuindo para a formação da egrégora que favoreça a atividade do dia. Exemplo: na Umbanda, os chamados "pontos" são amplamente utilizados para colocar os médiuns em sintonia com as entidades. No dia em que há trabalho de Exu, por exemplo, são tocados pontos de Exu, para que os médiuns estabeleçam uma ligação mental com os espíritos, favorecendo, assim, a incorporação, ou "acoplamento mediúnico". Portanto, eu acho que sim, que é possível que esse tipo de música te conecte com entidades "trevosas", mas isso depende muito mais do tipo de sintonia que a música te desperta, do que da música em si.
  7. Você não estaria em dois lugares ao mesmo tempo. Cada encarnação estaria em uma linha de tempo única. Apesar de difícil de entender, não acho impossível, não. Assim como não acho que, necessariamente, tenhamos que reencarnar sempre no futuro. Por exemplo, por que minha próxima reencarnação não poderia ser no séc. 19? Sabemos bem que no astral o tempo se manifesta de forma bem diferente do que aqui na Terra.
  8. Interessante, Junior. Já um vídeo do Alberto Cabral em que ele menciona a possibilidade de um mesmo espírito ter duas encarnações que acabem sendo simultâneas durante um tempo. Confesso que antes desse vídeo eu nunca tinha pensado no assunto, e acho que minha cuca ainda não dá conta de processar isso, rs... Imagine você encontrar com outra pessoa, mas essa pessoa é você mesmo!!
  9. Três semanas é muito pouco tempo, Paddy. Há pessoas que precisam praticar por meses, anos talvez. Não espere resultados rapidamente. Mantenha-se determinada e não esmoreça pois um dia o resultado vem. Mas sem ansiedade, pois ela só atrapalha.
  10. rs... a questão não é sobre MIM, tampouco sobre se eu gosto de comer churrasco, ou se devo parar ou não. O assunto é sobre o benefício/necessidade ou não de se tornar vegetariano para todo mundo. Como as pessoas gostam de partir para o pessoal, cruzes, rs... E quem disse que preciso tratar disso nessa ou em outra vida? Talvez eu possa passar todas as minhas encarnações e nunca me tornar vegetariano, ué.
  11. Segundo os relatos que eu conheço, a lembrança das vidas passadas se dá com o tempo, aos poucos. Assim que desencarnamos permanecemos ainda durante um tempo nos identificando apenas com nossa última encarnação. Por exemplo, quando eu desencarnar, durante um bom tempo eu ainda me sentirei sendo o Alisson, afinal essa tem sido a minha identidade durante décadas e é a única de que me lembro atualmente. À medida que vamos nos desligando do plano físico, à medida que o espírito começa a se identificar mais com sua existência espiritual e menos com sua última existência física, as lembranças vão voltando. Mas esse processo, segundo consta, varia de pessoa para pessoa. Em alguns casos, mentores podem agir para trazer de volta algumas memórias.
  12. Particularmente, pelo que já li e ouvi, acho que não é bacana ir atrás de desencarnados. Pessoas que buscam esses contatos com muita intensidade podem acabar, elas se tornando as obsessoras, não deixando os desencarnados em paz. É muito difícil pois não sabemos em que condições se encontram os desencarnados. Não sabemos se a pessoa está lúcida, se está bem, se tem livre acesso ao nosso plano, se está psicológica e emocionalmente equilibrada, etc. Apesar da saudade, da dor, e da vontade de reencontrar nossos entes queridos, creio que a melhor coisa a se fazer e deixá-los. Se a pessoa desencarnou é porque, entre outras coisas, ela precisa se desligar um pouco das coisas e pessoas que ainda estão aqui. Ela precisa desse tempo de isolamento e separação.
  13. Poxa Olympio, já que você veio aqui postar, você bem que podia ter apagado o flood que inundou o fórum, né? Tá foda.
  14. Mas a pergunta do Olympio é muito boa, Junior. A gente vê que você acredita piamente no Moisés, como um guru. Isso deve ser ótimo, encontrar alguém em que se confia tanto! De que forma VOCÊ comprovou as coisas que ele diz? Ou então, com exceção de conhecê-lo pessoalmente, o que te fez chegar à conclusão de que ele está certo em tudo o que diz e de que possui O CAMINHO CORRETO à evolução?
  15. Aí que é está. Eu não acredito que todos os caminhos levam à verdade, não mesmo. Muita gente "sente" o caminho escolhido, se identifica, está convicta de estar no caminho certo, mas está cheia de condicionamentos e limitações. Eu acho que essas duas possibilidades, de alguma forma, se opõem, sim. Particularmente, acredito mais no universalismo, até porque eu não acredito que haja um caminho 100% certo.
  16. Acompanhando o fórum, percebo uma gama bem grande de "opções doutrinárias" entre os membros. Aqui há espíritas, rosacruzes, ocultistas, tem o pessoal do IIPC, tem seguidores do Moisés Esagui, do Wagner Borges, do Saulo, entre vários outros, além dos ateus e até mesmo céticos que nem acreditam em projeção astral. Enfim, muitas vezes vejo que os debates acabam chegando em um ponto onde não podem mais avançar, pois esbarram em discordâncias doutrinárias, mesmo. Recentemente, um participante me sugeriu que eu lesse as obras do Moisés Esagui para debater com ele, pois, segundo suas palavras, é preciso "conhecer o assunto" para se debater, e ele acreditava que a única forma de "conhecer o assunto" era através do Moisés Esagui. Daí eu fico me perguntando: até que ponto a opção por uma doutrina, ou visão, específica é produtiva e até que ponto é limitante? Wagner Borges e Saulo Calderón, por exemplo, são entusiastas do universalismo doutrinário. Segundo o Wagner, ele não fica "preso" a nenhuma visão fechada e, portanto, é livre para conhecer, estudar e aprender com todas. Por outro lado, indubitavelmente nos identificaremos mais com essa ou aquela visão e aos nos sentir confortáveis ali, tenderemos a nos aprofundar nela. E esse "se sentir confortável" pode nos ajudar a nos aprofundar nos assuntos, enquanto que o universalismo poderia ser visto como uma "falta de foco", onde se vê várias doutrinas, mas apenas superficialmente. Será que existe UM caminho certo? Será que existe O caminho certo?
  17. Os amparadores não vão abandonar um espírito que se recusa a receber ajuda. Eles não podem resgatá-la à força, mas podem conversar com ela e tentar fazê-la entender a situação em que se encontra para que, assim, possa aceitar a ajuda.
  18. Concordo com o Sandro nesses dois pontos que ele levantou: a projeção astral não dá a ninguém a possibilidade de ver provada a existência, ou não, de Deus; e também concordo quando ele diz que a busca por Deus deve ser feita internamente, não externamente. Buscar Deus do lado de fora, no "céu", eu creio ser perda de tempo. A "humanização" da figura divina, feita nas três grandes religiões monoteístas do planeta, acabou por criar essa imagem de Deus como um "ser". Cristãos, judeus e muçulmanos enxergam Deus como uma entidade isolada, que fica, de algum ponto do universo, "observando" tudo o que fazemos. Dessa forma, fica muito difícil encontrá-lo, na minha opinião. Eu não tenho a pretensão de achar que entendo Deus. Acho, de verdade, que ele está acima da compreensão humana, mas até onde eu consigo imaginar, o imagino como o todo. Não imagino que haja um ser criador, o vejo como uma energia (se é que essa palavra se aplica aqui) que permeia tudo e todos, em todo o universo. Assim, é muito mais fácil e lógico buscá-lo dentro de nós mesmos, pois somos partes integrantes dele, somos frações dele. Acho que a busca espiritual, a busca por autoconhecimento, é, consciente ou inconscientemente, uma busca por Deus.
  19. e vem dizer que eu imponho MINHAS verdades, ou até E quem tava tentando impor algo?Claro que você não estava tentando impor. CLA-RO!!! Dizer que eu não podia falar do assunto, pois não o conhecia... dizer que "atrapalha sim" e que eu estava tentando contrariar quem SABE sobre o assunto. Imagina, Toquinha... vc foi super relax e nada impositiva. Foi uma lady. Até fiquei impressionado com tanta humildade e respeito pela opinião alheia. Nem na hora de se explicar, você abandona a arrogância. Releia essa postagem acima, está aí DE NOVO: você dizendo que o vegetarianismo é, SIM, algo que vai fazer a pessoa evoluir mais rápido. Não percebe o grau de pretensão dessa afirmação? Com excessão de suas convicções pessoais, quem te garante a veracidade dessa afirmação? Ah, tá, agora dizer "comer carna atrapalha sim, eu sei e você não, então não pode falar", é opinião? Se a pessoa não consegue entender, é preciso repetir. Eu, ao contrário de você, não quero impor verdades únicas. Você é que quer enfiar pela goela abaixo do mundo toda a "nobreza" da postura vegetariana. Você está defendendo sua opção como se dela dependesse a sua vida. É até estranho uma pessoa com uma postura tão arrogante acusar um terceiro de autoconfiança baixa. Quem vem tentando se afirmar como portador de uma característica evolucionária superior aqui, não sou eu. De novo essa ladainha de "você não tentou, você não sabe, blá blá blá"? Nossa, Toquinha, vai continuar insistindo num argumento tão pífio? Novamente procurando chifre em cavalo. Ninguém disse que estar lá é sinônimo da verdade, agora sim se aplica "isso é coisa SUA". Apenas havia citado pra defender uma ideia rs, gente... que coisa primária. Isso se chama "debate", ou "discussão". Explicando: se você discorda com alguém em um debate e essa pessoa apresenta um argumento do qual você discorda, você contra-argumentará. Portanto, você trouxe um trecho do Livro dos Espíritos para argumentar a favor do vegetarianismo, eu contra-argumentei dizendo que essa era uma visão apenas espírita. Agora, se você não aguenta que alguém contrarie suas posições, o que faz num fórum de discussões?
  20. Não precisa escolher uma verdade pessoal. Há que saber que existem posicionamentos diversos e, munido de informações, verificar qual teoria se aplica a si mesmo, a partir de seus valores, necessidades, hábitos, etc. Eu não preciso optar por ficar defendendo cegamente um lado apenas porque eu concordo com ele. Posso simplesmente aproveitar o melhor de cada posicionamento e ter minhas próprias conclusões, se assim julgar que me é conveniente. Ele tentou ser vegetariano durante um tempo, e não se sentiu bem. Voltou a comer carne, mas hoje come bem pouco e apenas carne branca. No entanto, afirma que no tocante às projeções não houve diferença alguma entre o período em que comia muita carne, o período que não comia, e agora, que come apenas um pouco. Ele diz que nunca mudou nada, para ele. E podemos alegar: não quero, para mim não é prioridade, não tem apelo junto aos meus valores, não sinto vontade, etc, etc, etc... assim como também há pessoas que não se sensibilizam por outras causas, sejam ambientais, humanas, espirituais, políticas, sociais, etc. O ponto principal aqui é que os vegetarianos xiitas, como vocês, querem enfiar goela abaixo de 100% da população que a adoção da prática vegetariana não é apenas positiva, como também desejável, respeitável e obrigatória para pessoas “que tem coração”, para pessoas “que respeitam os animais”, etc. Se baseiam em chantagens emocionais para tentar pixar pessoas que consomem carne de “acomodadas”, ou “preguiçosas”, ou “involuídas”, ou “ignorantes”, ou “más”, entre outras acusações comuns (como você acabou de fazer na sua “piadinha” em relação aos mestres, aliás, a piadinha é bem ilustrativa com relação ao radicalismo presente nas opiniões de vegetarianos radicais). Vocês querem forçar o mundo a viver de acordo com os seus valores, pois não admitem a possibilidade de seus valores não estarem CEM POR CENTO corretos. Não é por isso, não. Até porque a maioria dos vegetarianos não tem acesso a números e pesquisas a esse respeito, e nem se interessam. Os que fazem esse tipo de generalização, o fazem porque são radicais. Assim como, por exemplo, outros grupos radicais também o fazem. O ponto aqui é muito mais uma questão de defender um posicionamento pessoal, como forma de autodefesa do que propriamente um debate acerca do (in)sucesso de uma ideologia como processo global.
  21. 1- Eu não disse que "comer carne não atrapalha", eu disse que não há verdades universais e que cada caso é um caso. Você, se utilizando da sua já conhecida má fé e falta de respeito, está tentando imputar a mim características suas: se achar o dono da verdade. Eu não afirmo que é bom nem que é ruim, ao contrário de você que quer convencer todo mundo que pelo fato de ser assim pra você, será assim para o resto do universo. A minha posição, e vou repetir pela enésima vez, é: cada caso é um caso. 2- eu não acho que seja ruim ser vegetariano... eu não acho que seja errado... eu não acho que seja prejudicial, antinatural e muito menos que causa qualquer tipo de transtorno. Mas não acho que seja obrigatório, não acho que represente um grau de evolução superior, e nem que será bom para 100% das pessoas que tentarem aderir. Repetindo pela enésima-primeira vez: cada caso é um caso. O cerne da nossa discordância reside no seguinte: você quer dizer que vegetarianismo SEMPRE é bom, que SEMPRE ajuda na projeção, que SEMPRE é positivo, etc, enquanto eu, por outro lado, estou dizendo que existem opiniões e posicionamentos que mostram o contrário. Portanto, querer estabelecer UMA verdade é, no mínimo, pretensão.
  22. O que "pode" funcionar, sim. E esse aspecto de ser algo "possível" precisa ser deixado bem claro. Caso contrário, será uma informação passada de forma incorreta. Sim. Por isso é importante que ele saiba que existem opiniões diversas sobre o assunto. Há os que, como vocês, que dizem que faz diferença, e há os que, como o Wagner Borges, que dizem que não faz. Exatamente. Andou mais no quesito "experiência pessoal". E experiência pessoal, como o próprio nome já diz, é pessoal, não é universal. Essas pessoas certamente sabem o que melhor se aplica a ELAS. Com relação ao todo, precisam abrir MUITO MAIS a mente para tentar chegar a alguma conclusão.
  23. Exemplo simples: existem no mundo, algumas dezenas de casos conhecidos de pessoas que não são infectadas pelo vírus HIV, ainda que diretamente expostas a ele. Pois bem, dentro da experiência pessoal desses indivíduos, se participassem de um debate sobre o assunto, diriam que fazer sexo sem preservativos, usar seringas usadas, fazer transfusão de sangue de doadores infectados, NÃO representa risco de contaminação. Essa é a verdade delas, dentro da experiência pessoal delas. Assim sendo, elas poderiam usar seus exemplos como verdades universais, se adotassem a mesma postura que vem sendo adotada aqui nesse tópico. Experiências pessoais são válidas e importantes, aliás, são necessárias para a definição de padrões. No entanto, especialmente em temas com tantas variáveis como esse, que envolve metabolismo, questões emocionais, psicológicas e espirituais, os resultados podem variar MUITO de pessoa para pessoa. Querer pregar experiências pessoais como verdades absolutas é totalmente impreciso.
  24. O que vem a ser isso? Pelo nome esquisito, parece coisa do IIPC.
  25. E o Sandro, na mesma linha "a minha experiência representa o todo", repete a mesma ladainha egocêntrica da Toquinha, só que tentou florear mais. Se eu fosse vegetariano isso me outorgaria uma autoridade maior para falar sobre O MEU CASO. Minha possibilidade de falar sobre o assunto de forma ampla e geral, para todas as pessoas, permaneceria o mesmo que tenho agora. E que os vegetarianos também têm. No fim, isso é apenas mais uma atitude panfletária pró-vegetarianismo, como sempre acontece em fóruns sobre o assunto.