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mineiro

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  1. Ricardo, A sua biografia é ´´rica`` e traz situações pelas quais muita gente passa. Embora certas pessoas acabem empurrando a gente para longe do caminho do esclarecimento, como foi o caso da sua mãe, é possível restabelecer o equilíbrio internamente. E ocupar a mente no mundo de hoje superficial, faz bem a mente mesmo. Você já ouviu irmão a música ´´Eu caçador de Mim``do Milton Nascimento? Acho que iria se familiarizar com ela, além do que os arranjos e solos de guitarra são muito bem feitos. Paz e Luz para Todos!
  2. Amigos, reporduzo abaixo a seguinte matéria do site da Folha de São Paulo, que trata de uma psicografia em que o autor afirma ter recebido o espírito de Santos Dumont que teria dado esclarecimentos sobre a tragédia ocorrida no maior desastre na história da aviação brasileira : Não havia espíritos inocentes no avião, diz escritor médium sobre tragédia da TAM da Livraria da Folha Divulgação Livro espírita diz que vítimas de acidente com Airbus da TAM foram algozes no passado Livro espírita diz que vítimas de acidente com Airbus da TAM foram algozes no passado O livro "O Vôo da Esperança", do médium Woyne Figner Sacchetin, lançado pela editora Lachâtre, ainda é vendido em São Paulo, na região da Federação Espírita do Estado, que fica no bairro da Bela Vista (centro), por R$ 26. A obra, que traz uma abordagem espírita sobre o maior acidente aéreo da aviação brasileira, sustenta que os passageiros morreram porque foram algozes em uma vida passada, na qual queimavam suas vítimas. O médium diz ter recebido o espírito de Santos Dumont (1873-1932). Paulista de Olímpia (434 km da capital), Sacchetin é médico oftalmologista e, entre seus livros espíritas, está "JK, Caminhos do Brasil" (Lachâtre, 2006), apresentado como depoimento do espírito do ex-presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). Nos próximos dias, o fórum de São José do Rio Preto (a 438 km de São Paulo) julga o pedido de recolhimento dos exemplares, feito por uma família de três vítimas do acidente com o voo 3054 da TAM, no aeroporto de Congonhas (SP), em 2007. Também se exige uma indenização por danos morais correspondente a mil salários mínimos (R$ 465 mil, em valor atual). O advogado Marco Aurélio Bdine, que defende a professora Carmem Caballero (que perdeu a mãe e duas filhas na tragédia, diz que a família se sentiu ofendida pela obra. Segundo o "Diário da Região", jornal da cidade do médium, desde a divulgação do caso, dobrou a venda do livro "Voo da Esperança". Em novembro, a livraria espírita Terceiro Milênio, da cidade, tinha comercializado 15 exemplares. Só ontem, saíram 30 cópias. No processo, o advogado incluiu trechos do livro para fundamentar a petição. A Livraria da Folha procurou o médium Woyne Figner Sacchetin e a editora Lachâtre, mas eles ainda não se manifestaram. Também foi procurada a Federação Espírita do Estado de São Paulo, que não retornou às ligações. Marcelo Min/17.jul.07/AP Sem apontar culpados, Aeronáutica divulga relatório sobre acidente da TAM No fim de outubro deste ano, Aeronáutica divulgou relatório sobre a tragédia do vôo 3054 da TAM, que ocorreu em 17 de julho de 2007 Leia alguns trechos de "Vôo da Esperança". "Do outro lado de uma das avenidas mais movimentadas de São Paulo, em prédio pertencente à mesma empresa de aeronave, estavam alguns dos soldados do batalhão dos Leões, participantes das carnificinas na Gália, trabalhando em um posto de gasolina, ao lado da companhia aérea, quase esmagando um táxi na na avenida [...] Ontem vocês queimaram seres humanos, hoje veem seus corpos queimados" "É a lei da ação e reação [...] A providência divina, em sua sabedoria infinita, não colocou neste avião espíritos inocentes, mas almas seriamente comprometidas com um passado de erros [...]" "Esse grupo, de mais de duzentas pessoas, comprometidas com o passado de falta de compaixão para com os semelhantes [...]" Independente da psicografia ser autêntica ou não nesse caso, fica a dúvida: Em um mercado como o atual inundado por uma avalanche de psicografias, e sabemos que é um mercado que atrai muitos escritores, quais as melhores ferramentas que podemos utilizar para discernir quais as psicografias autênticas das puramente mercadológicas e até sem embasamento? Paz e Esclarecimento para nós todos!
  3. Galera, Eu em matéria de religião e na minha humilde opinião posso dizer que só acredito em Deus mesmo, sou espiritualista e acredito na filosofia da solidariedade mesmo. Não frequento nenhuma religião em específico. Tomei conhecimento por um site que foi lançada uma psicografia do Dom Helder Câmara "Novas Utopias". Dom Helder foi um religioso católico que lutou no Regime Militar contra a violência, concorrendo mais de uma vez ao prêmio Nobel. Ele defendia os pobres e excluídos pelo sistema. .Curiosamente o livro contou com o aval de um monge católico que trabalhou com Dom Helder em vida, sendo que o prefácio foi feito por esse monge que confirmou crer no teor do que estava escrito. Agora o que me chamou a atenção em um trecho de 6 páginas em que eu lí, nos quais Dom Helder respondia através do médium a perguntas dos editores, é o fato de que ele responde às coisas de um modo simples, e com uma linguagem atual.Para falar a verdade eu eu nunca fui muito simpático a vários livros de psicografias porque eles muitas vezes trazem uma linguagem bem antiga, frequentemente os autores empregam o pronome ´´vós`` e expressões também muito formais, mesmo quando os livros parecem ter sido ditados por jovens, que não teriam o porque de se comunicarem de modo tão formal, mesmo eles estando pós essa vida nossa. . Eu acho estranho que as pessoas se comuniquem de uma forma em ´´vida`´ e após a morte passem a se comunicar, falar de um modo bem mais formal e porque não dizer distante da forma com a qual ela se comunicava quando estava viva. Também sabemos que muitos escritores, embarcam em escrever psicografia porque é rentável do ponto de vista do mercado, assim como os livros de auto-ajuda estão tão na moda. Exponho essa opinião minha aqui, porque sei que o Fórum Viagem Astral nos dá a brecha para debatermos os assuntos sem que ideías pré-concebidas atrapalhem o diálogo entre os amigos. De qualquer modo, passo o link abaixo de uma matéria sobre esse livro que parece ser bom, e parece também como eu já afirmei, ser diferente de várias psicografias que estão no mercado no que diz respeito a linguagem adotada.Realmente me parece ser um livro sério e autêntico, embora eu tenha visto apenas as palavras de Dom Helder nas perguntas que ele respondeu para a editora. Ainda não lí o livro. Gostaria de dizer por fim, que a psicografia também contou com o aval de uma historiadora. Abaixo está o link com uma matéria sobre a obra: http://espiritualidadevidapazeluz.blogs ... amara.html Quem quiser acrescentar alguma idéia, comentários serão bem-vindos. Luz Para Nós Todos!
  4. Rodrigo, tudo bem? Dois pontos me chamaram a atenção no seu relato: a parte em que você consegue passar por determinado local, mas, entra em sonho. Para mim foi uma informação nova, apesar de outras pessoas já terem falado que passaram por isso. Ou seja, ao se deslocar durante uma projeção, dependendo podemos cair em sonho, o que demanda esforço mesmo para continuarmos lúcidos. O segundo ponto foi o fato de você ouvir de modo aparentemente claro pessoas conversando fora de quarto e ainda chamando seu nome. Esse ponto do seu relato foi realmente impressionante e achei interessante que você foi destemido diante disso, teve a curiosidade de pelo menos tentar ver quem o chamava. As vozes eram amigáveis e possuíam clareza, por isso teve curiosidade em ir em direção a fora do quarto? Paz e Luz para Todos Nós.
  5. O problema é que algumas lideranças religiosas erroneamente poderão utilizar isso (essas profecias que sempre surgem) para manipular seus seguidores, incutindo medo etc. Paz e Luz Para Todos!
  6. ewerson, pelo pouco que lí e pelas opiniões que vejo, acho que o melhor é procurarmos nos sintonizar com a alta espiritualidade e guias espirituais de luz, ao invés de buscarmos proteção em plasmagens. Em relação a vidas passadas, depois posso te indicar um filme baseado em fatos reais sobre o assunto. Muito interessante sua pergunta, com certeza muita gente pensa em realizar essas plasmagens... Paz e Luz!
  7. Galera, Achei esse interessante artigo que nos alerta sobre o perigo e fanatismo que podem envolver muitas profecias, publicado na Revista Seleções Reader´s de 1944. Paz e Luz Para Todos! Para quem está preocupado com 2012! 30 de julho de 2009 E O DIA DO JUÍZO NÃO VEIO Publicado por Seleções do Reader’s Digest- Abril de 1943 (Condensado do “American Mercury”) Regis Canevin Mercury Texto indicado por Alberto Francisco do Carmo Na noite de 22 de outubro de 1844, em Filadélfia, um cavalheiro de meia idade, trajando uma túnica branca, se lançou serenamente da janela do seu quarto, no terceiro andar de um edifício, procurando voar para o Céu. Na cidade de Worcester, Estado de Massachussets, um cidadão respeitável, enfiando pelos ombros um par de asas de peru, trepou no galho mais alto de uma árvore e procurou levantar vôo. Na cidade de Nova Iorque, um jovem galgou a armação de uma ponte muito alta e tentou alçar-se ao Paraíso. Todos acabaram com os ossos machucados, é claro! Das centenas de milhares de indivíduos que esperavam ansiosamente ser levados para o Céu naquela noite memorável, que para eles marcava o fim do mundo, muitos tomaram toda sorte de providências para que à viagem não faltasse o devido conforto. Uns meteram-se em nos cestos de roupa suja, outros na banheira, para viajarem a seu gosto. Uma mocinha de Chicago um tanto apegada às coisas do mundo encheu uma mala com enxoval completo e novo, e amarrou-se a esse tesouro para entrarem juntos pelo portão de pérolas do Paraíso. No norte, como no sul e na região central dos EUA, os discípulos do profeta William Miller, trajados de mantos brancos, reuniram-se naquela noite, em outeiros e cemitérios, para entoar hinos religiosos e rezar, à espera do primeiro toque da trombeta do Arcanjo Gabriel, anunciador do fim do mundo. Só os fiéis escapariam. Foi uma noite de fervor religioso jamais igualado na história da América. Não se tratava de um punhado de fanáticos, mas de movimento religioso que, no curto espaço de uma década, reunira um milhão de adeptos. Orçando a população total do país, em 1840, mais ou menos em dezessete milhões, os discípulos do profeta se podiam gabar de representar proporção importante. Estudante assíduo da Bíblia trabalhara Miller vinte e cinco anos em sua profecia. Baseava-se ele na parte da Bíblia atribuída a Daniel e outros profetas, e no simbolismo obscuro da visão de Nabucodonosor, do Velho Testamento. Em 1831 anunciou que estava perto o Juízo Final. “Estai preparados e observai os sinais celestes”, era seu grito de batalha. O movimento ganhou logo popularidade. Cresceu de fervor, quando pela madrugada do dia 13 de novembro de 1833, enormes bolas de fogo atravessaram a abóbada celeste, explodindo e esparzindo faíscas, quais enormes fogos de artifício, enquanto milhares de estrelas caíam do céu. Para os fiéis essa manifestação celeste pressagiava o dies irae. O profeta não assinalou data específica para o Grande Dia, a não ser que viria entre março de 1843 e março de 1844. Por essa época já setecentos seguidores se haviam alistado sob sua bandeira. O cometa que rasgou os céus em 1843 deu aos adeptos de Miller mais uma confirmação de sua profecia. Quando escoou o último dia do período designado sem nada acontecer, os discípulos do profeta ficaram deveras desapontados. Miller, porém, assegurou ter tido uma visão e escreveu:”vejo uma glória no sétimo mês”, mês de outubro no calendário judaico. “Cristo virá e nos abençoará a todos.” Os fiéis começaram a rematar seus negócios. Eminente comerciante de Filadélfia pôs um cartaz em sua vitrina onde se lia: “fechada em honra do Rei dos Reis”. Na cidade de Nova Iorque o dono de uma sapataria abriu as portas da loja, colocando todo o estoque à disposição do público. Na aldeia de Meredith, New Hampshire, o número de devotos que tudo abandonavam assumiu tais proporções que os juízes recomendaram a nomeação de curadores dos seus bens, afim de que as famílias não ficassem reduzidas à miséria Muita mobília foi destruída. Em certas regiões as frutas e cereais foram abandonados nos campos a apodrecer. De que valia fazer as colheitas que brevemente iriam desaparecer em chamas? Finalmente, Miller anunciou que vinte e três de outubro seria o Grande Dia. À medida que este se aproximava, acorriam multidões às cerimônias quase contínuas que se realizavam nas igrejas “milleristas”. Os milhares que não conseguiam entrar permaneciam do dado lê fora, orando e cantando. Verificou-se grande número de suicídios; os casos de alucinação foram freqüentes. Num pequeno hospício em Vermont deram entrada vinte e cinco discípulos de Miller, que ficaram com o juízo perturbado pela grande tensão da expectativa. No estado da Pensilvânia um fazendeiro matou a família e suicidou-se após, simplesmente porque simplesmente um dos filhos mais velhos ousara zombar do profeta. No Estado de Massachussets um dos discípulos assassinou a esposa pela mesma razão. Os jornais uniram suas vozes às do clero regular, para desacreditar essa loucura. Mas os milleristas puseram anúncio rogando aos pecadores que fizessem penitências enquanto ainda era tempo. Chegou finalmente o Grande Dia. O céu estava sobrecarregado de nuvens escuras, o que os milleristas observaram com satisfação, pois parecia ocasião propícia para o fim do mundo. Já pela tarde de 22 de outubro, das cidades de Boston, Filadélfia, Nova Iorque e outros centros saíam rumo aos campos multidões de fiéis trajando túnicas brancas com que ascenderiam ao céu. Ao cair da noite, o nervosismo tornou-se mais intenso. Por toda a parte milhares de rostos estavam voltados para o alto. Pessoas respeitáveis, tomadas de frenesi religioso caminhavam de “quatro pés”, levando outros nas costas, para imitar a entrada do Salvador em Jerusalém, montado sobre um jumento. Outros celebravam a cerimônia do lava-pés e muitos executavam extravagantes danças religiosas. As crianças corriam de um lado para outro, os olhos esbugalhados, tomadas de pavor, à espera da chama que deveria consumir o mundo. No dia seguinte, dois indivíduos foram encontrados mortos num campo. Ao amanhecer do dia seguinte, sem que aparecesse qualquer sinal no céu, a luz fanática que brilhara a noite toda nos olhos dos fiéis converteu-se em expressão de decepção. Nasceu, afinal, o Sol, e o mundo não fora consumido pelas chamas nem troara a trombeta do Arcanjo Gabriel... Com as túnicas brancas, úmidas e sujas, os adeptos de Miller regressaram desolados aos seus lares e seus negócios, isto é, os que ainda por sorte não os tinham perdido. Os incrédulos pelos caminhos afora os acabrunhavam de zombarias e insultos, que eles de tão desanimados nem sequer ouviam. Ficara desacreditado o falso profeta. Velho, doente e cansado, este chorava em casa ao ver passar o Grande Dia. Homem sincero, a fé que depositava na sua interpretação e na sua profecia fora tão firme quanto a que tinha em Deus. Repetidas vezes tentou refazer os cálculos a ver se descobria onde havia sido o erro. Depois de trabalhar anos seguidos, veio a falecer, ainda cismando com o dies irae. Nota: Este movimento deu origem à seita evangélica dos Adventistas do Sétimo Dia. Por este simples fato, vê-se que se deu o fenômeno da dissonância cognitiva tal como descrito por Leon Festinger em “A Teoria da Dissonância Cognitiva”. Quando uma crença grupal é contrariada, o grupo de crentes re-elabora a crença para que ela se mantenha viva, embora com outra roupagem. Muita gente não irá gostar deste artigo, mas a descrição dos acontecimentos é primorosa e de fonte bastante insuspeita. Não é coisa de ateu, nem comunista, muito pelo contrário. Outro aspecto importante é o de como há impulsos masoquistas dentro do ser humano, não sabemos se “naturais” ou elaborados pelos sistemas de crença que existem no mundo e que - pelo menos nas culturas ocidentais- tendem a verificar (considera vil) o ser humano, por natureza, portanto digno de uma destruição dolorosa total, mas com a qual deve se “sentir” feliz. Portanto, essas profecias são carregadas de anelos sado masoquistas. A propósito, recomendamos: 1. Festinger, Leon – Riecken H- Schachter S, When Prophecy Fails, Minneapolis; Univ. of Minnesota Press, 1956 2. Festinger, Leon, Teoria da Dissonância Cognitiva, Rio de Janeiro, Zahar Editores, trad. Eduardo Almeida, Rio de Janeiro, 19758 (Especialmente Capítulo 10: Apoio Social-Dados sobre Fenômeno de Massa; comentário sobre o episódio millerista e o ufo-culto dos Guardiões de Mrs. Keech) 3. Bittencourt, Estevão Tavares, Crenças, religiões, igrejas e seitas: quem são- São Paulo, Mensageiro de Santo Antônio, 2003- p.42-45 4. Valée, Jacques-The Invisible College (The Psychic Solution) Frogmore, St. Albans,UK,Panther Books,1977-p.68-73,76,93,95,21 5. Fromm, Erich, O Medo à Liberdade, Rio de Janeiro, Zahar Editores, 1978 especialmente o Capítulo 5.
  8. Bom ter realizado a experi~encia e ela ter sido sem maiores problemas. Na hora em que viu o homem caminhando em sua direção e ele te disse algo ao ouvido não teve medo amigo? Puxa que corajoso rsrs A parte do relato em que você estava em um lugar que não era a sua casa mas tinha os mesmos móveis fiquei pensando se era onirismo ou outra dimensão da sua casa. São tantas dúvidas sobre o mundo astral né...vai saber Paz e Luz
  9. Em relação a essas vozes que podemos ouvir no momento dentro da cabeça: poderiam ser mero resultado de idéias vindas do inconsciente não é mesmo? Paz e Luz para todos!
  10. Galera, Gostaria de saber mais detalhadamente sobre como é a experiência de enxergar como se houvessem vários espelhos ao redor.O que exatamente pode ser visto desse modo? Paz e Luz a todos!
  11. Felipe, engraçado uma coisa que na minha humilde opinião, me incomodou em certos livros/psicografias espíritas é que eles mostram os jovens se comunicando com uma linguagem impessoal e até arcaica com uso de pronomes como ´´vós``, bem longe do modo com o qual nos comunicamos no dia-a-dia. Talvez isso de deva a interferência anímica dos médiuns, que psicografam e utilizam uma linguagem mais arcaica muitas vezes. Eu me questiono muito quando leio esses relatos de muitos livros. Imagino que pela lógica, a linguagem de um jovem desencarnado não sofra tantas alterações assim e seja mais expontânea como você disse.Isso logicamente deve ser o natural mesmo... Bom Paz e Luz para todos!
  12. Amigo Wellington, acho que talvez alguém tenha se plasmado do Saulo, esse mundo astral guarda tantas surpresas rs! De qualquer forma, o experiência interessante e lúcida! Paz e Luz
  13. Puxa acessei hoje esse tópico e pude verificar como as colocações das pessoas são interessantes! Dimensões pararelas são um assunto fascinante e as colocações feitas aqui não são chatas e sim claras. Quanto ao filme "Quem Somos Nós" infelizmente já lí informações em um site da internet do qual não me recordo agora, de que muitas informações da física quântica foram distorcidas no filme, assim como em"O Segredo". Nos créditos de "Quem Somos Nós" é possível ver que o filme foi financiado por uma espécie de organização religiosa. Mas, pretendo rever um documentário da BBC sobre Universos Pararelos e assistir pela primeira vez o documentário "Universo Elegante" para que possa tirar minhas próprias conclusões. Paz e Luz a Todos!
  14. Galera, sobre esse tema criei um vídeo. Nesse montagem minha, cabeças feitas em computação gráfica em 3 dimensões simbolizando várias raças, ´´dançam`` e levantam uma questão importante:Todos somos filhos de Deus sem distinções.Temos uma única origem. Se alguém quiser comentar, esteja à vontade. link para a minha montagem: http://www.youtube.com/watch?v=b65lhHM36Uk Paz e Luz a Todos!
  15. Fernanda, Tudo bem? É o mundo dá voltas mesmo e ainda bem. Me lembro inclusive, que até a década de 80 casais interraciais, onde um fosse branco e o outro fosse negro depertavam comentários negativos e mesmo em novelas, que eram produtos culturais populares, não eram bem aceitos. Mas isso é porque a escravidão de centenas de anos deixou essa imagem amarga sobre os negros mesmos, esses erros todos que começam a serem corrigidos.Mas cá entre nós fernanda, na nossa sociedade há até preconceito do pobre em relação ao pobre, principlamente em uma época em que ter bens materiais significa tanto como a atual. Que cada vez vejamos mais que somos todos irmãos e contribuições como a sua a esse tópico são sempre bem-vindas. abraço