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rosiell

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  1. Madrugada de 10 para 11 de julho de 2011 PROJETADO EM SONHO Tinha pregado uma mensagem linda na Igreja Batista em Parque Albano, depois saímos para comer, cheguei em casa por volta das 23:40 e fui dormir cerca de 00:30. Sonhei que estava no quintal de uma casa com alguns amigos dos quais me lembro apenas de dois, Charles Filho e Peterson. No primeiro momento não sabia de quem era a casa, estávamos sentados no chão do quintal e conversávamos alegremente quando de repente percebi que o Charles estava voando acima de nós um 4 metros, o corpo dele brilhava numa cor entre azul e lilás, mais pra azul, ao vê-lo pensei “nossa isso é um sonho” e fiquei lúcido. Pena que a minha lucidez não foi plena e foi por um instante, pois não percebi, por exemplo, que eu estava dormindo na minha rede em casa, mas sabia que aquilo não era possível no mundo físico, então pensei o “Charlin deve estar projetado” e perguntei “Charles qual foi a técnica que tu usou pra se projetar”, ele desceu lentamente, eu peguei na mão dele pra sentir a textura do corpo astral, e ele me disse “é só tu jogar os braços para cima como quem quer voar, que dá certo”. Quando o Charles falou isso o Peterson se levantou e jogou os braços para cima e voou. Não acreditei no estava vendo, e pensei “é agora que me projeto” joguei os braços para cima e nada, mais algumas vezes e nada. Foi quando entrei na casa e encontrei um guarda-roupa com a lateral esquerda distante da parede o suficiente para caber o meu corpo. Entrei nesse espaço e levantei os braços para cima, nesse momento percebi que entrei no estado vibracional, é como se eu já conhecesse aquele “cantinho”, meu frontal começou a se abrir e pulsava muito. Foi quando sai voando do meu corpo acima da casa, de inicio todo descontrolado, mas depois consegui voar perfeitamente. Fique numa felicidade tão grande que não dá pra explicar, foi quando pensei “tenho que ficar tranquilo se não eu posso ser puxado pro corpo” e sai voado até a rua. Voava a meio metro do chão quando olhei para cima e vi uma menina voando a uns 30 metros. Engraçado que eu pude ver o cordão de prata que estava nela, na altura do umbigo só que nas costas, que ia dela a uma distancia tão grande que não podia ver o fim, nesse momento percebi o meu cordão de prata que me ligava até o meu corpo que estava encurralado entre a parede o guarda-roupa, fui até ela numa felicidade tão grande e ela me recebeu com alegria. Quando peguei na mão dela perdemos o controle do vou e caímos em um terreno que estava cheio de capim e água em frente à casa. Saímos para a rua. “Qual o seu nome” perguntei, ela disse, mas não me lembro, disse-lhe que me chamava Rosiell, “onde você mora”, Pio XII (um bairro de Fortaleza) ela respondeu. Nesse momento nos dirigimos para frente da casa e eu lhe disse “anota esse endereço, Rua Anajé 441 Pq. Potira (um bairro de Caucaia), depois você passa por aqui pra verificar se o que você viu no astral existe mesmo”. Ao ver o número da casa percebi que era a antiga casa da minha avó e que na realidade o nº é 485. “Quantos anos você tem”, 12 disse ela, “nossa desde quando você se projeta”, desde criancinha. “Que legal, lembro que quando eu era criança também tinha sonhos lúcidos toda noite, mas depois que cresci perdi essa habilidade”. Conversávamos ainda quando um irmão meu passou por nós em direção a uma casa de show que tinha uma casa após a casa da minha avó (essa casa de show só existe no sonho), estava tendo festa e havia uma grande movimentação de pessoas. “Rock, Roock, Rockswell”, mas ele não atendeu, “ele não pode nos ver no corpo astral”, talvez, ela respondeu. Já dentro de casa meu irmão me disse que tinha nos visto mais que não quis responder pra não incomodar nossa conversa, e eu comecei a duvidar se estávamos em astral. Acordei, 5:45 da manhã, feliz por ter quase ficado lúcido e triste por se quer ter pensado em fazer amparo enquanto estava projetado no sonho, se essa é a principal razão pela qual eu quero me projetar.
  2. Essa noite foi totalmente singular. Tive dois sonhos no mínimo interessante, separados por um momento místico. Primeiro, sonhei que tinha um cachorro feroz na minha frente que queria me morder, e eu me defendia com um pano grosso, como se fosse um lençol feito de rede. Eu batia nele com o pano e ele recuava, mas não fugia, porque não tinha medo. À medida que ele foi recuando, eu entrei em um beco, que no sonho, era a entrada da minha casa – mas a casa não era de fato a que eu moro. Então, eu comecei a entrar de costa para casa e de frete para o cachorro, quando de repente, outro cachorro saindo de casa, vinha por trás de mim, mas não era para me defender e sim para me atacar. Quando eu sentia a presença dele, nas minhas costas, arrepiou toda minha espinha e eu acordei assustado. Depois, que eu acordei, 3:30 da madrugada, aconteceu uma coisa louca (isso não é mais sonho, eu puxei o dedo para me certificar se eu tive um falso despertar). Como eu durmo na sala, eu ouvia claramente dois irmãos meus conversando na calçada de casa, e pensei “nossa, devo ter dormido tão profundamente que eles chamaram e eu não ouvi”, então me levantei e chamei pelo nome de um deles, “Fulano”, nenhuma resposta, novamente e nada. Imaginei que estava chamando baixo, então, acendi a luz e fui até a porta, bati nela para eles ouvirem e chamei novamente, mais uma vez nada, nessa hora, ouvi de repente um portão se fechando e imediatamente uma porta, acredito que era na casa do vizinho, mas ainda não tive oportunidade de perguntá-lo se era ele de fato, então abri a porta e olhei para a calçada, nada na calçada, só a rua solitária na penumbra da noite. Voltei a dormir e tive o segundo sonho. Estava dentro da sala da minha casa – dessa vez a casa era de fato a que eu moro, diferentemente da do primeiro sonho – com uma vassoura na mão e varrendo, porque a sala estava muito suja, e no sonho eu pensava "nossa a vó – moro com minha avó – deve estar cansada, porque eu nunca vi essa sala suja" e continuava limpando, de repente alguém bateu na porta e eu acordei. Quando acordei, 4:00 da madrugada, meia hora após acordar do sonho anterior, ouvi meu irmão chamar – “Rosiell”, “Rosieeell” – oi, respondi, já vou, ainda sonolento. Levantei-me e fui abrir a porta, era o meu irmão por quem eu tinha chamado no primeiro sonho – ele trabalha à noite e costuma chegar essas horas da madrugada. Quando ele entrou perguntei se ele estivera com meu outro irmão na calçada de casa alguns minutos antes, ele disse que não que estava chegando do trabalho, contei para ele o que tinha acontecido, ele se espantou, e novamente fui dormir, acordando dessa vez só na hora de se levantar para o trabalho, e não me lembro de ter tido outro sonho.
  3. Bom, você tá bem, que não passo do EV.