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elopes

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    Em Corpo mental (700+)
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  1. Meu querido... você já fez seus avanços, mas daí já querer teletransportar é como pegar uma criança que anda e colocá-la em uma corrida de obstáculos... Há de levar um tempo para você ter um controle de chakras e energias bom (o seu, pelo que vejo, já está razoável). Quando isso acontecer, apenas a impulsão do pensamento já será suficiente, o importante é não se afligir durante o processo.
  2. Em nenhum momento disse que os Evangelhos eram o único documento. Se falei de Jesus, foi porque você falou de Jesus. Não poderia eu falar de algo totalmente diferente quando o cerne da conversa era ele. Concordo. Depende. Há de analisar as intenções e, principalmente, o peso moral do que o Espírito fala. Não há que negar que notadamente o Novo Testamento, em o recebimento da moral de Jesus, tem muita profundidade moral, o que ratifica a validade da obra, o que eu já não tenho capacidade de dizer sobre a obra que você me recomendou. Você não percebeu que eu fiz uma pergunta aberta. Se uma pergunta aberta não está no "Nível" deste fórum (o qual eu não consigo ver uma nivelação de separação) então o que seria esse "nível elevado"? Argumentos fechados? Não me lembro, meu amigo, de estar aqui consolando ninguém. Estamos apenas conversando amigavelmente. Muito se fala em Esclarecimento, mas só de discutirmos os ensinos de Jesus ou seja de quem for já dizem que é consolação, que religião tem que ser esquecida. A bem da verdade, temos um triângulo de forças espirituais. A filosofia e a ciência formam a base, com toda a sua importância. No entanto, a religião (no seu sentido original, de religar o homem ao superior) é ainda guia de uso da moralidade do homem. Muito a Terra passou sem conhecimentos espirituais mais claros, mas livros como a Bíblia dentre outros tantos conhecimentos ainda elevaram muitas criaturas que, depois de passados o seu orgulho e egoísmo, partiram para a evolução espiritual. Tudo se trata de fases de conhecimento.
  3. Ainda sim há de considerar o sentido metafórico do "falar com Jesus". Não percebem vocês o sentido real? Muitos sim, empregam em sentido literal, e não é assim, nesse ponto eu realmente concordo com vocês, mas em um plano prático isso perde a importância. No entanto, resta-se, hoje, na humanidade, o Evangelho como o documento mais importante da Terra. Que é isso? Exclusivismo? Proselitismo? De modo algum. Atualmente, abarca o Cristianismo, mais ou menos, três bilhões de habitantes terrestres. No entanto, sendo mais ou sendo menos, a regra áurea, máxima, do Evangelho é "Amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo.". Pois bem meus queridos, a mesma regra foi dita pelos gregos, pelos persas, pelos chineses, pelos egípcios, pelos hebreus, pelos romanos... regra essa que é, inclusive, retirada do Antigo Testamento, evidenciando que é antiquíssima e evidencia um modo sólido de relacionamento com as forças superiores, desde tempos imemoriais. Assim, o Evangelho, como documento de postura moral, e seu exemplificador, têm grande importância. Mas Jesus e partiu da Terra (sem deixar de amparar, é claro) e seus enviados se compõem em uma hierarquia, chegando até nós (depois de passar por uns 10000 graus dela ). Pois bem. Realizando uma prece, requestando auxílio dos espíritos amigos, não é falar com Jesus propriamente dito, mas é como se falássemos com ele, pois, trazendo ele a lição do bem, toda vez que buscamos uma melhora em nós, é como se estivéssemos falando com ele, quando na verdade conectaremo-nos com amigos espirituais (ou o nome que preferirem chamar) que, desde que tenhamos sincera vontade, nos auxiliarão. A partir daí, quando uma pessoa diz que "conversa com Jesus", estando ela falando metaforicamente ou não, ela quer dizer que está buscando melhorar, estando o Espírito, nesse caso, em franca elevação. Assim, embora a terminologia de "falar ou não com Jesus" seja literal ou não, isso, no plano prático, não ganha importância, restando afirmada a importância de elevação, que abrange quaisquer religião inclinada para o bem.
  4. Inteligente seu comentário, porém levanto alguns pontos (pontos de concordância ). Está longe mesmo. Mas o fato de eu propô-la a todos não quer dizer que todos estão em pé de igualdade nessa questão complexa. Isso seria, inclusive, um contrassenso. Antes, é mera sugestão que cada um ajusta nos seus conceitos e necessidades. Concordo. Mas a masturbação, aqui, é o começo do RACIOCÍNIO, como TEMA CENTRAL, mas nunca seria a origem da problemática sexual, que começa dentro do próprio indivíduo. Fora essa interpretação diferente do ponto de partida, concordamos em tudo. Concordo.
  5. Fantástico sandro, muito bom. A pergunta também é ótima. A bem da verdade, os chamados guias são aqueles que guiam os outros na escala da evolução, sendo perfeitamente aceitável que haja uma hierarquia, de modo que o guia que ajuda aquele de certo nível também evolua. Os amparadores não podem, claro, ser do mesmo nível daqueles que ajudam, pois daí seria difícil um guiar o outro, mas há amparadores mais e menos evoluídos. No entanto, amparadores primitivos eu já acho um tanto estranho. Não podemos duvidar que há primitivos mais evoluídos do que outros, mas, para assumir a feição do amparo, há de ter o indivíduo consciência do livre arbítrio e de suas ações. Assim, desde que ele o tenha, acredito que isso se faz possível, sendo esse amparador um intermediário entre os menos evoluídos e os mais evoluídos.
  6. Queridos, deixo aqui uma palestra FANTÁSTICA sobre o tema Apocalipse, dada por Haroldo Dutra Dias, um dos melhores palestrantes espíritas do país. Recomendo muito que assistam! Daí podemos discutir depois.
  7. Bem... err... Dúvida respondida! Caso queira discutir mais sobre ela, falaremos com todo o prazer!
  8. De fato Martyn. No entanto, não digo que é láá tão fácil realizar isso, depende muito da vontade e dos erros pretéritos. Digo que eu não deixei de ser dependente, mas percebo que é uma coisa progressiva, com o tempo os hábitos se fortalecem. Vale ressaltar, também, que mudar, em muitos casos, requer longo tempo de reforma íntima e vontade de mudar, pois muitas vezes acrisolamos esse ou aquele vício no decorrer das vivências físicas.
  9. Não poderia ser diferente. Interessante quando cita, também, que o amparador que vai passar a energia é alguém sintonizado, o que indica o imprescindível equilíbrio antes de qualquer prática de transmissão de energias, senão pode não ter o efeito benéfico que almejamos.
  10. Com certeza junior, simplicidade é a chave.
  11. Splinter, daí já acho que a única caridade que tem limites é a caridade limitada. Caridade em todos os sentidos, além de prover para a pessoa inicialmente um levante material, também oferece um apoio moral e, muitas vezes, "ensinar a pescar" é também a caridade. Concordo com você: dar sem medir, estimulando a estagnação é errado. Mas isso, de um ponto evolutivo, não é caridade. Assim, aquele que dá criteriosamente, espalhando apoio para "aquele que tem ouvidos para ouvir" está fazendo caridade maior do que se apenas estivesse dando o peixe. Assim, a caridade ainda se mantém ilimitada. hmm, interessante visão. Mas isso não deixa de ser uma questão de palavras, onde a negativação da palavra caridade se dá pela vontade humana, e não pelo ato em si. Mas o que é a caridade? Como eu disse, acredito que há nela um significado mais amplo, emanado da própria lei do equilíbrio, citada por você. Ora, dar de nós o melhor - material e moralmente - para o próximo certamente contribui para o equilíbrio. Claro que há outras coisas na vida, mas, muitas vezes, o trabalho para o próximo (não no sentido da esmola, que não expressa nem 1% do ato desinteressado para o próximo) é o reajustador do espírito. Não pensemos que "dar de nós o melhor para o próximo" é manter os caprichos e acomodações de outrem. Não, isso é ser conivente com o erro, algo que não devemos fazer. Devemos ser, em momento certo, um tanto duros/austeros, analisando onde que poderemos empregar nosso trabalho. No entanto, antes de pensar em ser isso com os outros, temos que colocar todo o amor no nosso coração e toda a rigidez moral de conduta em nosso ser, julgando ininterruptamente a nós mesmos antes de avaliar qualquer outra coisa, capacitando-se assim para o trabalho.
  12. Minha mesmo, por isso não tem fonte. Considere como um preâmbulo, uma explicação. Boa visão, a pergunta é melhor ainda. Não podemos ter dúvida que a caridade surge tanto das intenções quanto dos efeitos dela. O único resultado que podemos ver é o material, sendo o mais simples. A caridade mais efetiva - a caridade moral consigo mesmo e com o próximo - nós não podemos sondar os efeitos, sendo muito maior do que imaginamos. Se fazemos algo com intenção de prejudicar, é uma maldade mau sucedida. Se ela resulta bem ao próximo, isso resulta tão-somente da própria pessoa, que a converte em coisa positiva, ou da espiritualidade, que sabe aproveitar a utilidade de tudo, mesmo de uma ação má.. Muito bom.