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Marcelle

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  • Birthday 09/06/1990

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  1. Olá Carluz, Parabéns pelo relato, muito legal. Acho que vc deveria controlar melhor suas emoções. Cuidado com os altos e baixos. Lembre-se de que o que está ao redor é ilusório. =) Namastê
  2. Olá, Isis, muito bacana seu relato. Acessar eventos futuros é muito natural. Para a nossa consciência, não existe limites de tempo e espaço, uma vez que o tempo é só uma condição criada aqui no fisico. Porém, o fato de você estar de fora assistindo a si propria com uma criança nos braços é uma característica de rememoração de eventos passados. Cabe somente a você analisar o que você realmente viu, estou certa que seu coração dirá! Quanto a pressão na cabeça, provavelmente é o seu chackra coronário que é ativado em razão da projeção e você sente ele funcionando mais ativamente. Namastê.
  3. Olá queridos, Esses dias, tomei consciência fora do corpo dentro de um hospital. Sei que relatos de amparos em hospitais é muito comum, pois nossas energias, um pouco mais densas, são muito solicitadas em lugares assim. Insisto em continuar com o relato em razão do final do mesmo. Vamos lá: Eu estava em um hospital, com o meu corpo astral, sentada em uma maca, com minha amparadora do lado, estava sendo preparada pra algo que eu já ia descobrir. Chegaram mais algumas entidades, todos de roupa branca, posicionaram-se em volta de mim e voi-la! De repente eu estava de fora, vendo o meu corpo astral caido em cima da maca. Isso mesmo galera, estavam me ajudando a sair do corpo astral... e eu sai consciente! MARAVILHA! A partir dali, ja sabia o que fazer... ou pelo menos estava intuida disso. Sai pelo hospital e passei por um corredor e uma coisa me chamou atenção. Uma maca, com uma pessoa deitada com aparência de morta, aquela cor esquisita de corpo morto, enrolado com muitas ataduras, quase como uma múmia. Aquele não era o meu trabalho mas ainda assim eu parei, percebi/intui que ele precisava de energias e prontamente comecei a doar energias para aquele rapaz. Eu não tinha mais consciência de corpo, mas sentia a energia se movimentando... que sensação boa, indescritível. Após um tempo, a cor do rapaz foi voltando ao normal e ele levantou sua cabeça e me olhou por um breve momento. Depois sorriu. Em seu sorriso eu pude sentir um universo de sentimentos e sua enorme gratidão pela ajuda. Meus caros, aqui no físico deixamos de sentir e usamos palavras para descrever/mascarar sentimentos, no astral, palavras são desnecessárias. Tudo que eu senti contido naquele sorriso não pode ser explicado em palavras, tamanha gratidão, tamanho amor, uma esperança renascendo... Aquele sorriso me fez acordar com os olhos cheios d'agua e sem qualquer arrependimento de ter parado no meio do caminho para ajudar. "Amparar é amar sem parar" Nunca deixem de ajudar a quem precisa, independente do plano astral que você esteja, independente do destino que você tenha que ir, ampare sempre! =)
  4. On ne voit bien qu'avec le coeur. L'essentiel est invisible pour les yeux. Que incrível, Carluz. Também adoro O Pequeno Príncipe! Rs..
  5. E ai, Thiago? Conseguiu algum relato novo? Conta pra gente! =)
  6. Carlos, Não se preocupe, isso é muito normal. Passar por situações tranquilas como esta acontecem muito raramente, rs.. Tem muito trabalho a ser feito, não podemos parar de amparar nunca. Namastê.
  7. Querido Melch, É extremamente emocionante esse tipo de projeção. Ainda mais por serem tão raras né? Rs.. Normalmente a gente está amparando nos umbrais, o que também é muito emocionante e principalmente gratificante. Mas no caso do relato, não foi a minha avó não, foi uma senhorinha que me pareceu uma vovó, poderia ser minha, sua e de todas as criaturas. Que maravilhoso que vc encontre entes queridos desencarnados, parabéns! Namastê.
  8. Olá queridos, Hoje pela manhã recebi a visita de uma vovó, achei interessante compartilhar. Acordei por volta das 8hrs da manha e fiquei na cama fazendo hora, naquele estado entre dormir e acordar. Quando me dei conta, estava eu no Fórum (local onde trabalho), indo entregar um processo urgente no cartório, rs.. coisas da rotina que ficam na nossa consciência né? Chegando no cartório, entreguei o processo, o cartório estava cheio, quando eu ia saindo, uma senhorinha baixinha, simpatica, virou pra mim e disse: "Por que vc parou de usar a sua proteção da testa, minha filha?" Eu segurei em suas mãos e beijei-as (que sensação incrível). E no mesmo instante ela veio e tocou a minha testa, no local onde fica o chakra frontal, comecei a sentir ele pulsando muito forte e senti energia fluindo por todo meu corpo, foi quando percebi que estava fora do corpo. Nesse momento, me deparei no corpo outra vez, acordada, com a sensação do EV, podia ver o quarto e parei de ver a vovó, e ainda pensei "poxa, fiquei tão pouco com ela", foi quando ela recomeçou a falar em meu ouvido. Eu não podia mais ve-la, mas ela ficou ali comigo algum tempo, falando algumas coisas, puxando a minha orelha, rs... Quando ela parou, o EV parou junto... refleti por uns instantes sobre as coisas que ela me falou e depois levantei. Gratidão, vovó, pela visita. Estou sentindo o corpo energizado ainda, sentindo a energia fluir.. sentindo o frontal dando sinais. Namastê
  9. Olá Eder, Que maravilha ver o sol nascer fora do corpo nao é? Também já tive essa experiência. Palavras nunca são suficientes para descrever essas coisas maravilhosas que presenciamos no astral! Parabéns pela experiência. Compartilhar é sempre muito bom! Namastê.
  10. Olá Alexandre, De fato, esses relatos nos inspiram muito. A sensação ao acordar de uma projeção dessas é sempre aquele amor gigantesco pulsando no peito! E a face daquela menina, que ainda lembro, um pouco mais confortável com a perda de uma pessoa querida. Um abraço, Namastê.
  11. Sempre escrevendo belas coisas... Obg, Carluz!
  12. Essa história é velha ... Se tempo não existe, passado, presente e futuro se fundem num momento só (atemporal), em diferentes dimensões. Por isso, ao meu ver, é tão facil ter acesso a isso, por ser uma mudança de planos de acontecimentos não lineares. Por isso pessoas tem flashs de eventos futuros, mesmo estando acordadas, em razão de um devaneio qualquer, onde parte da sua consciência saiu do foco principal e viajou para alguma situação que por qualquer razão teria importancia para a pessoa. Tendo assim, sua consciência fracionada, como acontece diariamente enquanto falamos ao telefone. Já tentou falar no telefone e fazer outra coisa ao mesmo tempo? Consegue prestar atenção nas duas coisas com total lembrança de tudo que aconteceu? Abç,
  13. Sem dúvidas. É sempre bom poder ajudar quem precisa =)
  14. Olá queridos, Esta noite tomei consciência fora do corpo bem no meio do mar. Estávamos em um grupo de resgate: eu e mais duas pessoas que eu sei que também estavam desdobradas e é claro alguns amparadores que eu não conseguia ver. Ali havia um grupo de pessoas que mergulhava em busca de espécies raras de peixes: pesquisadores. Estavam mergulhando e uma mulher que fazia parte do grupo ao subir do mergulho, não descomprimiu como deveria ter feito e a pressão estourou sua cabeça por dentro. Eu lembro de ter tomado consciência procurando por ela, até que finalmente eu achei: uma mulher com a cabeça literalmente estourada, ela plasmou uma coisa indescritivel. Juntamos nela, dando muitos passes energéticos até que aquela cabeça estourada sumiu e ficou apenas um pescoço sem nada em cima. Trabalhamos duro, pois ela ainda tinha a sensação de estar se afogando eternamente. Conseguimos, resgatá-la, e veio uma espécie de navio buscar a gente, entramos. Além de nós que estavamos desdobrados, dentro do navio estava a equipe daquela moça, juntamente com uma menininha linda, que não me sai do pensamento. Intui que deveria falar com ela. Fui, abracei e ela me perguntou: "Cade a tia S.?" - "Ela foi buscar pra você o peixinho mais lindo de todo esse oceano" - "Mas quando será que ela volta?" - "Assim que ela achar seu peixinho, meu amor" Será que de fato eu ainda encontrei com essa menininha para dizer a ela algo que a fizesse ficar menos triste em relação a perda da tia? Fico emocionada ao lembrar da menina e de todo amor empregado no resgate.