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Guirar

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  1. Caronte Isso de estar em movimento pra lá e pra cá, o tempo todo, é muito interessante. Embora não tenha nada a ver, me faz pensar num modo de estar vivo que um padre católico - gente fina - comentou uma vez. Ele falava em "posição vertiginosa". É o indivíduo sem desejo ou expectativa nenhuma, vivendo o aqui e agora com toda a intensidade, experimentando o instante com estupor e letícia. Muitos anos antes cheguei a viver com essa sensação por um bom tempo. Foram os anos mais felizes da minha vida e justamente nessa época comecei a experimentar minhas primeiras projeções, daquelas do tipo de sair voando pelo teto do quarto, atrevessar paredes, etc. E é assim que hoje eu me sinto nas minhas viagens astrais. Mas na vida concreta isso não tem acontecido mais, preciso fazer um certo esforço mental para entrar na "posição vertiginosa" e dura pouco tempo. Até sinto nostalgia daqueles tempos. Naquela época, nesse "estado de graça", aconteceram coisas maravilhosas do tipo tocar flauta à beira de um precipício e juntar um bando de passarinhos, que pousavam para me ouvir, nos fios elétricos suspensos sobre o precipício, criando a imagem de uma imensa pauta musical. Parece viagem de ácido mas aconteceu realmente. E mais, à beira de uma estupenda praia no Mediterrâneo. Que bom seria se eu pudesse me mover do Atma ao Stula e até o físico dessa maneira. Na posição vertiginosa. Mas e o desejo, onde entraria?
  2. Caronte Eu também penso assim, só descarto a hipótese de que ele não tenha existido. Nesse caso, o "inventor" da Paixão e seus seguidores, os evangelistas, na minha opinião, teriam sido os maiores contadores de história da História da humanidade e duvido que perderiam a oportunidade para fazer valer seus direitos de autor. Morganna Também fui lá e li a história dos níveis de evolução. Sabe aquela coisa de estar no trânsito e vem um motociclista em velocidade e te ultrapassa pela direita e vc quase mata o cara? Fica gelado pensando que poderia ter acontecido um acidente fatal e sente raiva do motociclista porque ele poderia ter-te transformado num assassino involuntário? Antigamente eu diria um palavrão bem sonoro acompanhado do famoso sinal com o dedo médio. Um pouco menos que antigamente eu não faria nenhum sinal e diria um palavrão que ele não ouvisse, por medo de que ele pudesse estar armado e, num impulso incontrolável, revidasse e atirasse em mim. Depois, evolui para nem pensar em palavrão e pensar que se acontecesse alguma coisa, ele estaria errado e eu estaria isento de culpa. Mais um pouco depois ainda, cheguei a pensar em ter uma placa no banco ao lado com os dizeres: "Proibida a ultrapassagem pela direita. - Art# do Código de Trânsito". Nem tão recentemente só faço respirar aliviado e mais recentemente agradeço a Deus por não ter acontecido uma tragédia. Hoje, eu gostaria mesmo é de sair voando com o carro como o cientista maluco em " De Volta Para o Futuro" e deixar o motociclista boquiaberto pensando estar tendo uma alucinação.
  3. Vc está certa. Ela devia ser atendente. Tinha cara de atendente e se vestia como atendente. E por que não estaria no astral? Lá não tem atendente? Dependendo do nível deve ter. Eu mencionei que o tal prédio de 1011 andares parecia uma repartição pública? Pois é. Parecia e vai ver que era. Deve ter isso também. Não é o melhor lugar do astral mas é passagem. Agora que estou me dando conta. Acho que fui lá para pegar tarefa. Não dá risada... Eu acho que ela tinha perdido a prática de deslizar. Ao menos para baixo. Ela tinha cara de quem não estava acostumada a descer. Eu desço pra caramba. Ultimamente, tenho descido tanto quanto subido. Antigamente eu descia mais. Tô achando que é pra "trabalhar". Minha penúltima subida foi demais. Estive no topo de uma montanha altíssima e lá havia como que um mosteiro. Grandes portas de madeira sólida e marcenaria meticulosa. Subi uma escada larga e dei numa saleta com uma escrivaninha com uma refeição posta, mas não era para mim, era para um homem de idade que não vi, não estava ali, mas eu sabia que era para ele. Passei por uma janela e vi uma vista do tipo "chinesa" e bem lá embaixo vilas queimavam e soltavam longos rolos de fumaça preta. Eu não vi isso muito bem porque a janela tinha muitas folhas para serem abertas e não tive paciência de abrir todas. Caminhei mais um pouco por um largo corredor e dei num salão iluminado pelo sol. Nele, uma mulher limpava o chão com um esfregão. Quando me aproximei para perguntar como eu chegava no terraço, ela não gostou da minha aproximação. Mas havia outras duas sentadas no chão e uma delas fez um sinal com a mão esquerda - indicador e polegar com o formato de um olho e os outros tres dedos em riste, abertos - para a "faxineira", e eu também entendi que era para me aproximar delas. Eram duas mulheres muito gentis. Voei um vôo rasante até elas e ela me deu uma informação para ser "ouvida" num futuro próximo. Ainda não sei o que é. Voltei. Em tempo: as mulheres estavam vetidas de modo incomum. Vestidos longos, de tecido rustico mas macio. Pareciam ser monjas. Mas o mosteiro era masculino. Não vi nenhum mon ge, mas era masculino. Sentia isso no ar. Como é que pode? Mosteiro masculino com monjas? Não era misto. Era masculino, mas as mulheres tinham um função ali. Relatos astrais são assim mesmo. Filmes sem continuistas. Roteiros mal ajambrados, personagens sem perfis bem definidos. Enfim, parecem mesmo inacabados. Agora tomei uma decisão. Depois que me descobri espírito, sinto-me no direito de sair por ai em busca do que quero. Mas ainda não sei me encaminhar. Estou precisando de ajuda superior para viver uma história no astral com principio, meio e fim. E que me leve a um resultado útil. Sei lá... Uma informação concreta sobre alguma questão...
  4. Quem é Pastorino? Li e reli e fiquei Quer dizer, isso não é cristão... A tese parece curiosa, mas cadê as hipóteses? Outros espíritas vêem de modo diferente, o que significa que o espiritismo tem doutrinas divergentes. Esse é o problema. Cada um guru, com sua sensibilidade e fé decide que o transcendente é assim ou assado. Eu não tenho tempo para ler tudo o que foi escrito sobre o assunto para poder tirar uma conclusão. Quem me dera ter vida e grana para tanto livro... Isso me põe fora do jogo? A saída então, para o meu humilde discernimento é me atracar à minha sensibilidade, intuição e fé para tirar minhas próprias conclusões. E acreditar que não me engano. Não dá para seguir esse ou aquele, essa ou aquela doutrina, porque doutrinas sempre levam a um beco sem saída. Eu acredito em Deus. Por que? Porque todo fato é efeito produzido por uma causa que tem o seu agente criador. Na origem de todos os fatos está o mesmo agente: o Criador. Pronto! É Deus. Logo existe. Na história da humanidade houve Um que mexeu comigo no "Manas". Jesus. Então, ele é aquele que me comunica Deus. Seu discipulo "mais amado", João, disse: Deus é Amor. Deduzo logicamente que o Amor não é um sentimento é o Espírito. E eu o "vi", no mínimo na minha mãe. Ela desencarnou e o Espírito sumiu da minha vista, Ele fora de mim. Mas continua à minha vista, em mim. Isso tá bom. Mas gostoso mesmo é quando Ele está fora e dentro. É o Amor Recíproco. A Presença Dele na minha mãe tava valendo porque assim Me dava a conhecer quando fora de mim e isso era alentador. Também o "vi" na Madre Tereza de Calcutá, ela também desencarnou e Ele se mandou de "fora de mim", só ficou a imagem que a imagem dela reflete. Finalmente, não se choque... Eu O quero em mim e ao meu lado, o tempo todo. Inclusive ... Porque assim, eu vou ficar à pampa e só isso poderia me animar a reencarnar, na esperança de renovar os votos. Só assim a matéria fará sentido pleno. Agora... técnica de mediunidade "tamem é bão". Fala mais.
  5. Ah! Me escapou de dizer que vou procurar o filme "Quem Somos Nós". Obrigado pela dica. CARONTE Vou responder sua colocação mais tarde. Agora esse meu corpo chato está me azucrinando para me levar pra cama. Mas já vou adiantando que fiquei muito impressionado com o que vc escreveu. Gosto demais de estar com vocês.
  6. Morganna Falando do conflito do espírito com a matéria... Meu corpo quer uma coisa e meu espírito quer outra. E penso que na carne é sempre assim. Quando durmo entro no plano astral invariavelmente, e lá me movo de outro modo. Meu corpo não me controla, ou melhor não tenta me controlar. Sou eu que o controlo com uma tal habilidade que parece não haver limites. Posso voar livre, subir montanhas altíssimas sem me cansar, descer escadas deslizando como se estivesse de skate, dançar com absoluta liberdade, cantar afinadíssimo e com musicalidade impressionante, tantas outras coisas... Lá eu sou melhor. Até como pessoa. Mais calmo, seguro das minhas decisões, mais generoso, nada crítico. Então, imagino que se eu fosse só espírito, poderia produzir mais e melhor. Produzir pra que? Não sei, parece que é para avançarmos, todos, para um estágio também melhor. Do lado de lá, minha relação com o outro é sempre de aprendizado meu e não de disputa de opinião. Até vejo conflitos do lado de lá, mas não afetam a minha serenidade. Pelo menos não têm afetado. Além do mais, a sensação "física" é em geral muito agradável. Muito raramente sinto-me sufocar e quando sufoco atribuo essa sensação a uma eventual apnéia do sono mesmo, porque nessas situações sempre acordo com a respiração suspensa. Então, há um lugar que é melhor do que aqui. Eu suponho que seja o plano astral... Talvez seja ilusão e isso parece que só irá se confirmar, ou não, depois que o corpo perecer. Eu não estou nem um pouco afim de morrer por enquanto, justamente porque estou nesse jogo de encontrar a melhor posição e postura neste mundo. Uma noite dessas estive num 1011º andar de um edifício astral e duas orientadoras estavam me atendendo. Num determinado momento, sem querer, irritei uma delas. Ela me destratou de um modo que eu fiquei "magoado". Mas até a mágoa, era diferente. Era mágoa sem mágoa. Não dá pra explicar o sentimento que experimentei. Eu disse com a mais sincera humildade: "me desculpe, então me retiro..." Meu sentimento tocou a outra orientadora de um jeito tal que a primeira se arrependeu e resolveu me acompanhar para fora do edifício. Ela fez menção de me dirigir solicita para o prático elevador e eu me recusei a acompanhar e disse que iria pela escada (1011 andares!!)). E fiz de propósito pra me "vingar". Ela então quis descer pela escada comigo e ela usava salto carrapeta. No meu íntimo sorri com a "vingança", e era uma vingança que não era vingança. Outro sentimento louco. Aí, enquanto ela se sacrificava para descer aqueles degraus tão íngremes, eu deslizava deliciosamente escada abaixo. Eu sabia que estava voltando para um plano inferior, meu plano provavelmente, mas eu estava bem, podia fazer aquilo com facilidade. Descer é sempre mais fácil que subir, mas ela não tinha essa pratica. A vida do outro lado me é mais emocionante e as emoções são inéditas, respeitosas. Relatei essa história para exemplificar, talvez explicar minhas inquietações. Quando os espíritas dizem que a matéria é um lugar denso, sinto isso como uma verdade. E essa densidade me chateia mesmo.
  7. Pois é, Caronte... Ainda que ele não seja bonito, quem ama o feio bonito lhe parece, né não? Mas ele é lindo! Os olhos do coração não se enganam. Já faz tempo que aprendi a olhar pra além do corpo. Agora que eu consigo ver o espírito do outro, então... Por outro lado, sexy Ele não é, com certeza. Ao contrário... O que já não se pode dizer do Babaji na juventude. Esse devia arrastar multidões pela sensualidade. Voltando para o tópico... Quando "criei" o tópico, eu estava angustiado. Eu me via espírito dentro de um corpo tirano, sempre exigindo: "quero comer! Quero descansar! Que cheiro é esse? Tá coçando aqui, tá doendo ali... que gostoso! que ruim! Tô com frio, tô com calor" E aquelas outras coisas... 8) Agora que sei que meu corpo é um fato que vai me levando na Matéria ele parou de aborrecer. E por conta do entendimento de que o Criador ciou tudo, T-U TU, D-O DO, TU-DO!, e porque criou a Matéria, porque não poderia deixar de criar coisa alguma, me veio o discernimento de que Ele também criou a Reencarnação. Ainda é um entendimento racional, mas estou aguardando o momento em que algum fato vai me levar a esse conhecimento no meu "eu interior", no coração, na alma. Mas já é um bom ponto de partida. Antes, a idéia de reencarnar me horrorizava. Já pensou? Viver nesse mundo de novo? Com tantas perguntas... tantas frustrações... Eu dizia rebelde que se reencarnação existisse eu não voltava mais. Agora a idéia já não me assusta tanto, embora eu ainda prefira não ter que voltar por aqui. O Criador deve ter criado uma outra dimensão para o espírito "encarnar". Menos traumática. É pra lá que eu quero ir na próxima "encarnação". Parece uma contradição porque encarnação é vir na carne, né? Estou tergiversando, me desculpe. Se Ele criou a reencarnação, foi pra reencarnar, não tem que discutir com Ele. Mas que é um saco ficar administrando conflitos reencarnação após reencarnação, isso é. Concorda?
  8. Põe loko nisso! Imagina vc tudo o que já se escreveu sobre o transcendente... Se a gente não filtrar, pira. Eu acho que cada um deve ter a sua doutrina pessoal. Aliás, é o que afinal acontece mesmo. E tem que continuar trocando figurinha, seja com quem for. Por exemplo, essa coisa de dizer que um tal yogui é "iluminado", que a santa Fulana flutuou em êxtase, que beltrano está em estado de graça, etc. Pra mim é tudo descarga de serotonina no cérebro, hormônio da felicidade. Tá claro que muito do que eles dizem é verdade e é belo, e cada um de nós acaba seguindo, num determinado momento do nosso caminho, este ou aquele guru. Numa bifurcação, numa encruzilhada tem sempre uma pá deles e que toma este ou aquele caminho. A gente acaba sempre seguindo o mais bonito, talvez até o mais sexy. Pra mim o importante é tomar essa decisão com serenidade e muita sinceridade. O que nem sempre é fácil, porque o ego dificulta a escolha. Nisso concordo com o OSHO. Mas mesmo quando se fala em ego, id, super ego, Freud, subconsciente, sanidade ou loucura, eu, pessoalmente estou sempre com um pé atrás. Quando fico em dúvida com alguma coisa, me agarro em Jesus, que Ele pra mim é que É.
  9. É isso mesmo. Matemática Pura. Geometria Diferencial. Difícil de entender. É uma figura não desenhável, puramente abstrata. Conhece a fita de Mobius e a garrafa de Klein? É alguma coisa por aí. Foi só uma referência à cultura religiosa judaico cristã. Mas faz sentido. Também está na Bíblia que Ele é o Princípio e o Fim. É bacana isso... Acho que quando o homem escreve algo divinamente inspirado, interfere na inspiração e aí mistura a Verdade com o erro. Coisas da "nacionalização na fabricação produto original japonês", sabe como é? Pessoalmete não vejo nenhuma contradição. Mesmo quando se lê a Bíblia, parece haver muita contradição. O exemplo mais gritante é a Lei do Talião no Antigo Testamento e a "Lei do Dar a Outra Face" de Jesus, no Novo. Jesus mesmo disse que não veio para negar a Lei mas para confirmá-la, então como é que se resolve esse conflito? Afinal, é olho por olho, dente por dente, ou é dar a outra face? Mas a "lei" como toda a Criação é em evolução, então Jesus não negou a lei, apenas evoluiu. Caiu do céu mesmo. Eu não tenho inteligência para pensar uma coisa dessas.
  10. Não entendi nada. Mas afinal, por que Deus criou a Matéria? E Ele, como Criador poderia deixar de criar a Matéria? Criou como criou Tudo. Tudo!!!. Tudinho mesmo! Não deixou nada por criar. Porque é o Criador. E pra que? Para Ser. Afinal, foi Ele quem disse: EU SOU!
  11. Antes de mais nada... Deus é Amor, portanto o Amor é Espírito, e está aqui entre nós. Porque vcs manifestam a Sua presença nas intervenções que fazem. Que maravilha! Agora... Quem procura acha, quem pede recebe e quem pergunta obtem resposta. Não vou contestar nenhuma das afirmações aqui postadas. Vou aproveitar para apresentar o resultado que me caiu do céu e do GVA. Espero não estar sendo dogmático que é justamente disso que estou tentando escapar. Primeiro. - A Criação existe porque está aí e todo mundo vê, ainda que fosse "criação" de nossa imaginação. - Quem criou? - O Criador. Deus? (Claro!) - Por que criou? - Porque Ele é Criador. Digamos que... porque sua natureza é criar. Se não criasse não seria Criador. Mas é Criador e portanto não tem outra coisa a fazer senão criar. E criou. - Criou o que? - Tudo o que nos é dado ver e conhecer, e ainda infinitas outras coisas mais. Infinitas porque Ele é infinito. Criou a matéria, o espírito, a anti matéria, o "antiespírito", o perispirito, o abstrato, o fenomenal, enfim... infinitas criações, em infinitas dimensões. Criou coisas que ainda não conhecemos e nem nome têm. Segundo. - Por analagia: o universo conhecido encontra-se em expansão. É dinâmico. Quer dizer, evoluindo. Assim toda a Criação é em evolução. O espírito, a matéria, etc, etc. -Tem origem? ...especulação... - Não porque a criação é esfericamente parabolóide hiperbólica. Mas, até poderia ter uma origem e um fim se é que isso importa aqui. Contudo está escrito: Eu sou o Princípio e o Fim. - Tem fim? ...especulação... - Pela mesma razão, a criação é esfericamente parabolóide hiperbólica. Em todas as suas infinitas dimensões. Muito culto... argh! E daí? E daí que... falo por mim... eu estou no meio dessa evolução, reconhecidamente em espírito e matéria e desconhecidamente em infinitas outras coisas da infinita criação de Deus, como por exemplo: em perispírito, em abstrato, em fenomenal, etc, etc. E segue que: assim como o espírito de um caracol está no mesmo estágio de evolução do - "corpo caracol" - e suas infinitas outras formas por nós desconhecidas, também eu, em espírito, estou no mesmo estágio da evolução humana do século XX e XI da nossa era, neste corpo, em mesmíssimo grau de evolução. E a reencarnação? Onde é que entra nisso tudo? Não sei... Ainda. Nem sei se entra... ainda. O que sei é que Eu, espírito e matéria e todas as outras infinitas coisas que sou e que não faço a menor idéia do que sejam, estão todas juntos num mesmo lugar da evolução da Criação. Em mim e eu Nela. Porque assim fui criado pelo Criador. Só sei que estou num ponto de coordenadas microcósmicas, cósmicas e macrocósmica, nas quais eu e, só eu me encontro. A minha topografia cosmogênica. - Então... Matéria por que? Pra que? - Porque sim. Porque eu, matéria, fui criado pelo Criador uma só coisa com o espírito que sou e mais todas as outras coisas que sou, etc, etc. Mas por que Ele, Deus, te criou assim? Porque é Criador e me criou como tudo o que foi criado. E tudo, absolutamente tudo, foi Ele e só Ele quem criou. O homem que se acha criador de alguma coisa, ainda que seja criador de galinha, ou de grandes pensamentos, não sabe disso.
  12. Não estou cansado da matéria, ainda. O que eu não estou suportando é o não entender porque eu, sendo espírito, tenho que atender as exigências do meu corpo, tanto quanto à dor como quanto ao prazer. Se eu fosse materialista estava tudo expllicado. Instinto de preservação da espécie... O que tenho pensado é que se eu entender porque materializamos vou me acalmar e ir em frente. Dizer que estamos na matéria para vencermos o mal em nós, espíritos, é pressupor uma moralidade no plano espiritual. Isso soa muito esquisito pra mim. Espírito existe. Eu acredito nisso piamente, na carne, no meu cerne. Entretanto a ficha da tese espírita da reencarnação ainda não me caiu. Estou lendo Harpas Eternas, de Josefa Rosalía Luque Alvarez, que trata das reencarnações de Jesus. Há nesse livro, uma explicação sobre o nascimento de um espírito que é intrigante. Não muito clara e compreensível para mim. Enfim... Peço a permissão de vc para colocar mais inquietaçõeos na roda. O que era o Universo antes da sua criação? Um vazio com a infinita sutileza do espírito de Deus? E então, Ele, Criador por sua natureza divina deu a partida na Sua criação? Não vou perguntar o que Ele vivia antes desse momento, até porque a lógica temporal divina não é a nossa e essa resposta não me faz falta. Depois Ele, Deus, tomou parte de sua energia sutil e adensou-a até o primeiro dos Big Bangs? Em seguida tomou um ponto dessa Sua energia e deu a ele o status de ponto de origem do primeiro espírito que se lançou no Universo para crescer até Ele mesmo? É assim que a doutrina espírita vê os primórdios da Criação? Estou colocando as coisas assim para tentarmos, juntos, experimentar a montagem de um modelo que, se tivermos sorte e a ajuda das altas esferas, poderemos ao menos nos aproximar das repostas às perguntas deste tópico. Eu preciso da companhia de vcs. Sei que é uma reflexão difícil mas não vejo outro modo de aprofundar no Mistério.Aprofundar no Mistério é para mim a verdadeira evolução espiritual. Já que evolução moral, também para mim, é coisa da preservação da espécie.
  13. Dimensões, conjuntos... Densidades e sutilezas... É um caminho maravilhoso. Tremenda aventura.Tomara que eu não amarele. Temos que continuar. É obrigatório. Este tópico está me animando...
  14. Valeu, Israel. Vou da uma passada nesse link. Obrigado.
  15. Morganna, Marcelo O que a Morganna diz faz sentnido pra mim. Afirmar que Deus é também matéria é revolucionário. Também penso nisso. Afinal, pra que Deus criaria a matéria? Dizer que Deus é matéria parece ter a ver com as doutrinas orientais, budismo, etc. O Um para existir exige que o Outro exista. Senão, poderia teria criado outra coisa e não exatamente isso a que chamamos matéria. Será que para Deus, a matéria é a única complementação do espírito? Também acho que essa questão é de importãncia fulcral. A reencarnação como meio para a evolução do espírito é indispensável? Por que o espírito tem que evoluir? Por que Deus criou o espírito imaturo? Eu pergunto tanto porque estou aqui, preso a este corpo que me faz um monte de exigências, reclama até o tormento e me desvia do que quero refletir. Eu quero Deus e meu corpo parece que me afasta dele!!! Vou ter que desencarnar para "desencanar"? E ainda por cima, segundo a doutrina espírita, vou ter que reencarnar, sabe-se lá quantas vezes. Voltar a me "encanar" o mesmo tanto... Eu não aguento isso! Preciso de respostas pra poder encarar o peso deste corpo. Outra pergunta que me assola : o que é a mente? Mente e espírito, quais as diferenças? Acho que tudo deve ter a ver com alguma coisa que diz respeito à densidade da Energia. Densidade e sutileza. Matéria e Espírito?
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