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Jeff Otero

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  1. Nayara, bom dia ! Eu creio a idade não ser relevante. Nunca me projetei completamente, mas catelepsia projetiva eu já experimentei por diversas vezes, começando aos meus 7 anos de idade. Me lembro até em uma manhã que eu "estava pra despertar", quando me dei conta que estava todo paralisado. Ouvia coisas e vozes, inclusive a voz da minha mãe e tentei gritar o nome dela, mas de nada adiantou. Voltei a me mover apenas minutos depois....na ocasião, foi um pouco perturbador pra mim e só anos depois que, lendo sobre estes fenômenos naturais, que compreendi.
  2. Renan ! Eu não poderei responder à sua questão, mas quero partilhar dessa mesma experiência que passa. Por vezes, não chego a sentir a energia acumulando, mas apenas a "explosão", como você mesmo descreveu, muito semelhante a um calafrio e que depois viaja por todo o corpo. Isso geralmente acontece diante de situações ou músicas que mexem um pouco com minha emoção. Meu corpo inteiro parece que fica carregado de eletricidade. Me desculpe não tirar sua dúvida, mas achei muito bom esse seu relato ! Abraços !
  3. Bom dia, GVA ! Parece engraçado. Ontem mesmo, dia 17, quando me cadastrei neste forum e relatei minha "quase experiência" e meu descontentamento, ontem eu cheguei ainda mais longe, sem querer...rs Me deitei cedo, mas só pela madrugada que pude pegar no sono e "engatar" em um sonho. Passado um tempo, despertei somente abrindo os olhos, o que acontece normalmente de madrugada comigo. Meu sono é leve às vezes. Enfim, comecei a pensar : "Por que não experimentar agora, que meu corpo ainda está relaxado ?" Fechei os olhos novamente e me concentrei no relaxamento do meu corpo e nas estranhas sensações que eu sentia - elas estavam mais intensas que nas ocasiões que usava os áudios para projeção ! Pensei no seguinte comando : "Deixe o corpo dormir, somente o corpo." Bingo. Da cintura até minha cabeça eu senti uma rápida elevação, mas quando me concentrava nas pernas para sair completamente, parecia que algo me empurrava de volta. Tentei mais duas vezes e não consegui. De repente, me senti girando e parte do "meu eu" estava fora do meu corpo, mas eu ainda estava deitado, meio que no ar, na mesma altura da minha cama. Como eu estava confuso e em dúvida, me lembrei de algo que li certa vez. "Se está em dúvidas se está no astral ou não, tente puxar seu dedo indicador. Se ele ficar esticado, não terá mais dúvidas." E eu o fiz. E ele ficou realmente um pouco esticado, mas pouco tempo depois, por falta de concentração e tamanha alegria, fui "sugado' de volta para o meu corpo. Mas eu não me importei. Eu fiquei muito feliz. Que sensação maravilhosa é sair do corpo, mesmo que parcialmente. Não tive medo em momento algum. Agora dúvidas que eu tive durante este momento : No momento que voltei do sonho e comecei a me concentrar para sair do corpo com lucidez, ouvi muitos estalos e cliques na minha mente. O que seria isso ? E no momento que me senti saindo do corpo, ouvi um som, como de algo gelatinoso se mexendo, e era oriundo desse meu movimento de "sair e voltar" para o meu corpo. Era um som engraçado, mas estranho. Isso é tudo que eu lembro, amigos. Um forte abraço !!
  4. Parte 2.. Desculpem, não mencionei a bibliografia : "Como Tirar Proveito Dos Inimigos" Notas : [ 1 ] Como Tirar Proveito de Seus Inimigos, de Plutarco, Ed. Martins Fontes, SP, 1998, 121 pp., ver pp. 5, 6, 7 e 13. [ 2 ] Os Ensinamentos de Don Carlos, aplicações práticas dos trabalhos de Carlos Castaneda, Victor Sánchez, Ed. Nova Era, RJ, 1997, 268 pp., ver p. 120. Veja também o capitulo dois de O Fogo Interior, de Carlos Castaneda, Ed. Record, RJ, 280 pp. [ 3 ] Os Ensinamentos de Don Carlos, obra citada, pp. 121-123, e O Fogo Interior, obra citada, especialmente pp., 27 a 30. Sobre a vontade, p. 29. "Contraste é vida, e vida é movimento. A uniformidade imobilista não é saudável. Quando as pessoas têm medo das discordâncias naturais, elas passam a reprimir as suas diferenças de opinião na esperança de preservar a paz. Assim, a sinceridade é substituída pela cortesia. Gradualmente, a confiança mútua desaparece, abrindo espaço para a má-vontade, os sentimentos hipócritas e a deslealdade. Por isso a sinceridade é sempre melhor que a harmonia forçada. Naturalmente, é agradável estar rodeado de pessoas que concordam conosco em todos os aspectos. Mas, se fosse possível viver desse modo o tempo todo, nossa evolução correria grave risco de ser interrompida. Assim como as pedras dos rios ficam redondas após longos anos de atrito, também os seres humanos necessitam de suas dificuldades e contradições para aperfeiçoar-se. É certo que devemos evitar as desarmonias, mas em muitos casos elas são inevitáveis, e então o melhor que podemos fazer é aprender com elas. Para o pensador grego Plutarco (46. d.C.- 120 d.C.) os inimigos são comparáveis às dificuldades naturais que a vida coloca diante de nós. Um velejador experiente não se desespera com o vento contrário, mas sabe usá-lo para avançar no rumo certo. Do mesmo modo, devemos aproveitar as inimizades e outros desafios para aumentar nosso autoconhecimento. “O fogo queima quem o toca, mas também fornece luz e calor e serve a uma infinidade de usos para aqueles que sabem utilizá-lo”, explica Plutarco. A situação é idêntica com os adversários ou invejosos: “O que é mais prejudicial na inimizade pode tornar-se o mais proveitoso”, diz ele. “É que teu inimigo, continuamente atento, espia tuas ações na expectativa da menor falha, e fica à espreita em torno da tua vida”. Na tarefa de identificar nossos erros, os inimigos são mais úteis que os amigos. Os adversários aumentam o perigo e, com isso, não nos deixam adormecer na rotina. Para Plutarco, necessitamos amigos sinceros e inimigos ardentes: “uns nos afastam do mal por suas advertências, os outros, por sua censura”. Porém, os amigos geralmente evitam falar com franqueza. Além disso, o amor pode ser cego em relação a aquilo que ele ama. Mas o rancor consegue revelar as manias e os fracassos de qualquer um.[ 1 ] Quando o invejoso mente em suas críticas, podemos lembrar que, seja como for, nós ainda estamos longe da perfeição. É verdade que ele vê erros em nós que não existem. Mas talvez haja erros em nós que ele não vê. Devemos aproveitar a oportunidade de uma crítica contra nós para exercer vigilância e aumentar nossa força interior. A confiança no bem e a autoconfiança nos darão tranqüilidade para observar os erros do ponto de vista do nosso potencial divino. E, sobretudo, para valorizar nossos acertos. Segundo Plutarco, a melhor maneira de defender-nos dos inimigos é aumentar nossas virtudes. O taoísmo e a filosofia esotérica ensinam a mesma coisa. O escritor Carlos Castaneda (1925-1998) reforça esse ponto ao explicar que “o guerreiro deve ser impecável”. Como se pode, então, tirar proveito das injustiças que sofremos? Castaneda aprendeu com seu mestre Don Juan a técnica do pequeno tirano. O método funciona melhor quando há alguém que não só está situado em uma posição de poder ou de superioridade em relação a nós, mas tem, também, a séria intenção de causar-nos profundo mal-estar. É claro que nenhum tirano externo tem real importância em si mesmo. Nosso único verdadeiro inimigo é nossa própria ignorância diante da vida. Os adversários mais desagradáveis do mundo exterior são apenas projeções e materializações daquelas lições que ainda não aprendemos e, por isso, são todos de pequeno porte. No sistema de ensino de Castaneda, há, portanto, três tipos básicos de pequenos tiranos: 1)Tirano Insignificante. Tem o poder de matar suas vítimas quando quiser. Hoje é difícil de encontrar, mas era relativamente freqüente durante a época colonial, quando os feiticeiros da América Central criaram essa técnica. 2)Pequeno Tirano Insignificante. Persegue e inflige danos sem chegar a causar a morte das suas vítimas. 3)Pequeno Tirano Muito Insignificante. Ocasiona incômodos e exasperação sem fim. [ 2 ] A função do pequeno tirano é testar a força e a coerência do aprendiz. A vida é como uma grande respiração, e, em todos os seus aspectos, a cada expansão corresponde uma retração igual e contrária. Assim, na mesma medida em que o guerreiro expande no plano subjetivo a sua visão de mundo e se une ao infinito, ele tem de fazer com que, no plano objetivo, as suas ações práticas sejam cada vez mais compactas, mais controladas e mais intensas. Esse paradoxo é inevitável. Se não fizer isso, seu avanço será falso. Há pequenos tiranos insignificantes e muito insignificantes que usam de brutalidade e violência. Outros atormentam criando preocupação, tristeza ou fúria. Em todos os casos, eles são usados pelo guerreiro da sabedoria para identificar e eliminar sua própria vaidade, seu orgulho e sua preocupação consigo mesmo. O aprendiz deve adquirir um controle estratégico da sua própria conduta, com o objetivo de eliminar o desperdício de energia vital e de obter um acesso cada vez maior à energia do universo infinito. Os jogos do pequeno tirano insignificante só causam sofrimento enquanto houver ignorância, medo e falta de atenção no guerreiro. A estratégia do aprendizado pode ser resumida em seis pontos: 1.Controle. Enquanto o pequeno tirano atormenta o guerreiro, esse aprende a desmontar os seus esquemas de justificação da preguiça, vê destruída a sua ingenuidade infantil, e desperta para níveis superiores de alerta e atenção. Ele aprende a controlar os impulsos inferiores. Se não fizer isso, será derrotado. 2.Disciplina. Como qualquer ser humano, o guerreiro sofre, mas ele sofre sem sentimento de auto-piedade. Ele levanta informações objetivas sobre a situação em que está, identifica os perigos reais e define possíveis alternativas, sem perder tempo ou energia com emoções desnecessárias. 3.Paciência. O guerreiro não combate prematuramente. Ele aguarda com serenidade e antecipa com prazer a sua futura libertação. “O guerreiro sabe que espera, e sabe o que espera”, explica Victor Sánchez. 4.Sentido de Oportunidade. No momento certo, o guerreiro aplica toda a energia acumulada em relação aos três pontos anteriores. Sánchez afirma : “É como abrir as comportas de uma represa”. 5. Vontade. Não é a vontade comum, mas um elemento imponderável, reservado para uma situação extrema. Esse é o único ponto da estratégia que pertence ao desconhecido. Não é apenas um resultado da acumulação dos itens anteriores. 6.O Tirano Insignificante. É o elemento externo que, ameaçando o guerreiro, dinamiza e acelera o seu processo de crescimento interior. [ 3 ] É muito provável que não haja ninguém situado em uma posição de poder que esteja pensando em atormentar-nos ou em destruir nosso bem-estar. Raramente alguém tem o privilégio espiritual de viver esse desafio. Ainda assim podemos usar essa técnica de Castaneda. Basta adaptar a estratégia acima substituindo o pequeno tirano pelo conjunto de obstáculos que nos rodeiam e dificultam a obtenção da nossa meta, a sabedoria. Se não há um tirano, pode haver uma situação limitadora, uma pequena tirania exercida pela nossa própria ignorância, e que limita nosso processo de aprendizagem. E a estratégia permanecerá válida. Os três primeiros pontos – controle, disciplina e paciência – são estimulados pelo sexto elemento, o tirano, ou a “situação limitadora”. O quarto ponto – a escolha do momento de ação – serve para preparar o salto transformador e o instante criativo que fará toda a diferença. O quinto ponto, a vontade, significa que, tendo aumentado sua eficiência e sendo impecável nessa situação concreta, o guerreiro reúne uma energia ilimitada, a ser usada no momento certo. Desse modo, cada pessoa de má vontade ou que boicota nossos esforços tem algo a nos ensinar. Se formos aprendizes conscientes da arte de viver, estaremos sendo beneficiados pelas suas ações agressivas, ainda que isso possa ser frustrante para o agressor. Normalmente, o pequeno tirano é um pobre desorientado. Ele não só ignora que sua má-vontade contra nós na verdade nos beneficia, mas sequer suspeita o quanto é gravemente prejudicial para ele próprio querer prejudicar alguém. Para o aprendiz da sabedoria, há três coisas de suprema importância. A primeira é não aceitar o papel de pequeno tirano nem perder tempo ou energia com pensamentos e ações destrutivos em relação a outrem. A segunda é não cair na posição de vítima paralisada ou inconsciente, e não alimentar auto-piedade. A terceira é saber atuar como um colaborador da sabedoria universal em todas as situações da vida. "
  5. Caro Breno ! Então rapaz...rs...eu não creio ter projetado, porque eu sentia meu corpo, me mexia na cama normalmente...o que eu acredito ter acontecido foi a mudança de freqüência (mesmo que mínima), da minha consciência, que talvez tenha resultado nesse "upgrade" da minha visão... Abraços !
  6. Irei postar apenas a história, que é muito bonita e adicionarei algumas notas no final. A prática do ensinamento transmitido irei passar logo a seguir, mas darei mais ênfase à história. Antes do início da leitura, gostaria de compartilhar algumas coisas. Podem ser chocantes, mas eu partilho desta "pré-verdade" : Nosso planeta certamente foi uma estação espacial para embarque e desembarque de muitas raças de extraterrestres. Porém, um dos mais relevantes, conhecidos, venerados, ora temidos, são os reptilianos. Se vieram dos dinossauros (família do Iguanodon / Trodoon), se são interdimensionais ou da constelação de Orion, não se sabe ao certo. Mas é um pouco de cada, na minha opinião. Estes seres se espalharam pela Terra ora transmitindo sabedoria, ora não resistindo à inferioridade espiritual, intelectual e emocional dos seres humanos da época e os manipulando para que fossem venerados como "deuses" - e conseguiram !. Porém, outra raça - certamente extraterrestre, também teve uma considerável participação na evolução do ser humano no que diz respeito do controle mental maciço através da religião. Essa raça e os reptilianos não se relacionaram de forma pacífica e muitas de suas "guerras" foram retratadas de forma figurada em muitos livros religiosos espalhados pelo mundo. Os reptilianos eram a "raça do mal" e os extraterrestres, que tinham aspecto humanóide e nórdico, eram a "força do bem" - como forçavam a acreditar nossos inocentes ancestrais. Porém, alguns reptilianos conseguiram convencer muitas tribos da Índia e da África de que não eram inimigos e as histórias passadas erroneamente pelos extraterrestres, chamados de "Elohim" na Bíblia cristã. Deixo claro que, apesar de existir muitas histórias desagradáveis dos reptilianos, creio este ser apenas um grupo e que devem existir muitos reptilianos em desacordo e que procuram ajudar, porém, sem interferir em nosso caminho evolutivo. E é aqui onde quero chegar. Na Índia, existem muitas histórias de uma antiga raça serpente que vive debaixo da Terra, chamada NAGA. Eram "metade homem, metade serpente", ou poderiam se transformar de réptil para o humano quando bem entendessem. Eles transmitiram muitos conhecimentos relacionados à elevação espiritual e mental aos antigos sábios hindus e então, foram homenageados com muitos templos como bons seres. Não só na Índia mas em muitos países da Ásia e do Sudeste Asiático templos com representações de serpentes e dragões são muito comuns. Agora, vamos à história : "Uma velha fábula indiana conta que, há milhares de anos, vivia em um templo abandonado uma grande cobra venenosa. Seu nome era Naga. Em geral, Naga tinha bons sentimentos, mas despertava terror nos habitantes da aldeia próxima porque – quando incomodada – atacava as pessoas. Certo dia, um sábio desconhecido apareceu misteriosamente no local. Sentou-se junto ao templo e chamou Naga para uma conversa. Disse-lhe que a vida é, na verdade, uma grande escola espiritual, e que aprendemos o tempo todo, mesmo quando não temos consciência disso. “Mas o aprendizado é muito mais rápido ― e muito mais difícil ― quando fazemos um esforço consciente por iniciativa própria”, acrescentou. A consciência de Naga se expandiu. O animal viu a luz da sabedoria, e disse que desejava trilhar o caminho do esforço consciente. O instrutor mencionou então duas condições básicas para esse tipo de aprendizado. “O primeiro passo é o autocontrole”, disse ele. “O processo sagrado começa à medida que o aprendiz deixa de obedecer aos instintos animais”. E acrescentou, antes de prosseguir viagem: “Ao mesmo tempo, há uma outra condição. É preciso ser fraterno e pacífico em relação a todos os seres”. Impressionada pela força das palavras do mestre, a cobra Naga deixou de lado as preocupações mundanas. Praticou meditação, aproximou-se da sua alma imortal e experimentou a paz do universo infinito. Ela também tomou uma decisão: “De agora em diante, vou controlar os meus instintos e não morderei mais ninguém”. A lei da evolução estabelece que todo conhecimento deve ser testado na prática, e o caso de Naga não foi uma exceção. Seu novo comportamento chamou atenção das crianças da aldeia. Por que razão ela ficava o dia todo imóvel, em jejum, recitando mantras e meditando sob o calor do sol? Quando todos compreenderam que o animal não atacava, começaram os risos, o desprezo e as agressões à base de paus e pedras. Com o tempo, Naga emagreceu. Adoeceu. Sua pele começou a cair. Mas ela perseverava. Um ano depois, o animal está sem forças e à beira da morte, quando o mestre desconhecido aparece outra vez e senta-se para conversar. A cobra conta ao sábio tudo o que aconteceu e fala – feliz – da sua lealdade ao caminho espiritual. Surpreso, o mestre explica que tamanha dor não era necessária: “Amiga, eu disse para você não atacar. Não disse que não ameaçasse morder. Não disse que não preparasse o bote. Não deixe de impor respeito: não faça mal a ninguém, mas – quando necessário – defenda-se sem violência.” Qual foi, então, o erro de Naga? Ela idealizou o caminho da sabedoria de maneira ingênua e ignorou o fato de que conflitos e contradições fazem parte da vida. Os exemplos são muitos. A cada momento temos de tomar decisões, e antes de cada decisão há uma certa luta entre diferentes tendências em nosso interior. As pessoas vivem conflitos psicológicos dentro de si, e se isso é verdade, é também natural que haja discordâncias nas relações humanas e sociais. " Em breve postarei como "colocar em prática" o ensinamento desta passagem hindu. Um forte abraço e grato pelo tempo disposto à leitura !
  7. Bom dia, GVA ! Este outro lado da ciência, chamado de "espiritualidade", "esoterismo" e "misticismo" sempre me fascinou. Sou de uma família católica, porém meus pais são dotados de uma grande sensibilidade...mas creio não ter herdado isso...rs Ao contrário de muitos amigos meus sensitivos, sempre quis muito ver espíritos, ter lucidez ao sair do corpo entre outras coisas classificadas como "sobrenaturais" (classificação errônea, na minha opinião). Certa vez, motivado pela saudade de amigos distantes, tive muito interesse em sair do corpo para fazer-lhes uma "visitinha"...rs..sonhos de uma pessoa leiga que não havia estudado o suficiente sobre o assunto...rs Em um site, certa vez, encontrei um áudio da autoria de Saulo Calderon sobre técnicas de projeção e prontamente fiz o download ! Foi uma experiência muito boa quando ouvi em casa....eu estava tão ansioso que, mesmo com as luzes apagadas, deitado e de olhos fechados, não senti sono algum e procurava obedecer fielmente às instruções. Senti formigamentos, dormências, esfriamento e também esquentamento de partes de meu corpo, mas quando chegou na hora H, não consegui - o que me deixou muito decepcionado. Fiquei tão ansioso...meu coração acelerava muito, quase não sentia mais meu corpo, mas falhei. Isso me chateou e resolvi deixar isso um pouco de lado durante um tempo... Porém, há cerca de um mês mais ou menos, tive o que posso dizer de uma "quase experiência". Era um Domingo, por volta de 10:30, 11:00 da noite. E eu tinha muita dificuldade em pegar no sono, apesar de meu corpo estar bem relaxado. Num dado momento de impaciência, abri os olhos, mas permaneci deitado. Fiquei olhando para o meu quarto, no escuro mesmo, até que meus olhos se focaram na parede ao lado de minha cama. E fiquei com o olhar concentrado ali, não sei porque. Na mesma hora começaram a surgir “formas” que eu não pude distinguir direito até que eu comecei a identificar. Era um grupo de “rostos”, como se estivessem espremidos em algum lugar. E estes rostos avançavam sobre mim, me rodeando. Muitos deles retratavam sofrimento, outros malícia, prazer. Outros, hostilidade....uma hora, um veio de boca aberta, como se fosse me engolir ! Eu não senti medo, mas fiquei triste, muito triste porque uma cena ficou em minha mente : Uma menina que chorava, como se sentisse muita dor e logo atrás, um rosto de um homem adulto, que ria prazeroso, como se alimentando do sofrimento da criança. Quando não suportei mais olhar, me levantei e fui tomar um pouco d’água na cozinha, pensativo. Tentei ouvir o áudio do Saulo novamente para tentar “sair do corpo” e achar a menina, mas não consegui me concentrar o suficiente então deixei de lado...eu ainda estava triste. Depois o sono veio e até que tive uma noite tranqüila, sem novidades ou pesadelos...rs De vez em quando, eu ainda procuro ficar em um estado de relaxamento para ter estas “visões”...se é que realmente foram ou imaginei coisas. Eu acho que não foi um truque da minha mente, porque toda vez que lembro da menina e das outras pessoas que sofriam, fico tocado. A minha emoção naquele momento foi muito real. Espero que possam me dizer algo mais esclarecedor que isso...rs...e agradeço pelo espaço cedido e a paciência na leitura...rs Um forte abraço !!!
  8. Olá à todos do Grupo Viagem Astral ! Me chamo Jefferson, sou de São José dos Campos - SP e confesso que é um prazer estar aqui. Quero e preciso aprender muito aqui, além de poder desfrutar de novas amizades. Forte abraço !
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