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Infinite

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  1. Bom, o que tenho são hipóteses, portanto não vivenciei essas coisas. Nesse link há trechos de um dos capítulos do livro "Autobiografia de Um Iogue". Nele Yogananda narra seu encontro com seu mestre desencarnado que se materializou para ele em um novo corpo. Dentre outras coisas, Sri Yukteswar fala sobre um planeta astral e também de planetas causais e detalha como é a vida neles. Há outras fontes com conceitos bem similares. O cerne de tudo isso é: se tornar um mestre no plano físico é se tornar apto a encarnar em planetas astrais. Isto é, tudo isso aqui é apenas uma etapa da evolução cósmica. Me parece que há alguma diferença entre nosso astral e esses planetas astrais, já que neles o plano onde ocorrem as encarnações é um tipo de plano astral. Isto é, eles encarnam em corpos astrais que aparentemente obedecem a leis tendo a ver com encarnações. Nosso plano astral é do tipo metafísico. Claro que para nós é tudo dimensão sutil e invisível, mas para eles provavelmente há alguma diferença notável entre as experiências. Pensando no aspecto geral, me parece existem universos (oitavas dimensionais) que se dividem em um plano de encarnação e planos metafísicos para revisão e cura da encarnação. Atingir o oitavo nível de uma oitava habilita alguém a evoluir (salto quântico) para a próxima oitava. Isso segue as leis das oitavas, nas quais o oitavo nível de uma oitava é também o primeiro nível da oitava superior. E como está implícito nessas informações, nossos planos internos são representações desses universos/oitavos maiores. Nesse ponto eu divirjo um pouco das informações de Sri Yukteswar. Ele fala em planetas astrais e após isso causais. A meu ver após o astral haveria um universo mental e só então um universo causal. Creio que ele usou essa classificação porque é aquela que está inserida no contexto da yoga, familiar ao Yogananada.
  2. É necessário que meditemos sobre a natureza ilusória e transitória de todas as coisas. A origem do sofrimento é o apego. O apego às sensações de desse mundo, às pessoas, aos hábitos e à própria vida. Enquanto isso não é superado ficamos presos naquilo que não conseguimos deixar ir. Essas são palavras difíceis de aceitar, mas o caminho para a felicidade é o fim do apego e a aceitação da impermanência de todas as coisas. Claro que esse não é um estado fácil de ser adquirido, é preciso muito trabalho sobre si mesmo, muito autoconhecimento. Especificamente sobre relacionamentos, o amor verdadeiro é incondicional, você ama a pessoa e está pronto para deixa-la ir, pois não há nenhuma expectativa de retorno, nenhuma condição para amá-la. O amor que deseja ter e possuir é o amor do ego, por mais que existam sentimentos puros e verdadeiros juntos à ele. Eu entendo que o propósito maior de um relacionamento é o aprendizado que ambos podem ter com ele. Talvez o importante não seja quanto tempo você fica com a pessoa, mas o que você aprendeu ao estar com ela. Hoje você sofre por um rompimento, seu mundo parece ter desabado, mas um dia você supera. Eu poderia aqui escrever clichês como te recomendar que se concentre em outras coisas, sair com amigos (no caso da pandemia isso não é recomendável), ou mesmo para se abrir a outro relacionamento. Porém eu sei como é difícil tirar da cabeça a pessoa que foi por um tempo o centro do seu mundo. Sugiro ao invés disso tentar entender esse apego e trabalhar para superá-lo.
  3. O valor que eu vejo nas profecias não é a suposta data em que tal evento ocorrerá, mas o seu conteúdo. Nos últimos anos de meus estudos metafísicos, eu tenho percebido que a obtenção de informações (por meios parapsíquicos) do tipo "históricas", isto é, que têm a ver com as conjunturas que são formadas pelas escolhas individuais e coletivas de uma população planetária, está bem mais sujeita a distorções diversas do que a obtenção das informações que classifico como “filosóficas”, isto é, que lidam com a natureza estrutural do universo e com suas leis sutis. Por exemplo, informações tais como a existência de outras dimensões, a sobrevivência após a morte e a reencarnação estão quase sempre presentes nas fontes que lidam com o aspecto esotérico e espiritualista da vida. Já informações mais específicas como por exemplo porque, como e quando a Atlântida afundou já variam bem mais. Portanto, não vejo tanto valor em se apegar a datas, mas no que essas supostas profecias dizem: haverá um período de intensas mudanças planetárias que marcarão o fim de um ciclo sobre o planeta Terra e possivelmente após essas mudanças a transição planetária ocorrerá. A preparação espiritual para essas mudanças é a única coisa de real valor, pois o que poderia o homem tentar mudar? Nada. Seria como peixes em um aquário tentando parar uma grande rachadura no vidro e o consequente vazamento da água. A busca pela reforma íntima, elevação da consciência, iluminação espiritual, etc. é a única coisa que importa. Outro fator que vale a pena ser mencionado são os infinitos futuros possíveis. Alguém pode, através de alguma habilidade psíquica, visualizar uma linha do tempo que pode nunca chegar se manifestar e esta fica apenas como possibilidade/probabilidade não-manifestada. Falando sobre a MINHA COMPREENSÃO no que tende à sua pergunta no final do seu comentário. Eu creio que a pandemia possa ser algum de prólogo para mudanças mais intensas que em algum momento ocorrerão. Mas eu não acho que esteja ocorrendo algum tipo de separar do joio e do trigo no que tende a quem vive ou morre em decorrência da covid-19. Para isso eu devo explicar como eu entendo essa questão de apocalipse e transição planetária. Existem ciclos planetários compostos por vários milênios que são o tempo em que ocorrem as encarnações no plano físico da Terra. Quando os ciclos acabam, o planeta se move para um novo nível vibracional ou dimensional. É meu entendimento que estamos no último ciclo do que eu chamo de terceira dimensão. A Terra passará a ser um planeta de quarta dimensão (muitos chamam de quinta dimensão, mas eu entendo que a evolução é matematicamente gradual). É possível de haver mudanças drásticas no fim de um ciclo, que são apocalipses. Ao meu ver, o vindouro apocalipse será decorrente das ações coletivas negativas da humanidade nos últimos milênios. Será uma espécie de resgate kármico planetário. Paralelo a isso, no fim de um ciclo ocorre um evento metafisico (porque ele acontece em dimensões além do plano físico) que seria o que está escrito na Bíblia sobre separar o joio do trigo. Após a morte, aqueles cuja vibração é energeticamente compatível com a vibração da nova Terra irão permanecer aqui. Como já não ocorrerão mais encarnações na terceira dimensão, aqueles que não atingirem a vibração mínima serão realocados/transmigrados para outros orbes que se encontram em um estágio similar ao que a Terra se encontra hoje. Eu acredito que esse período de "triagem espiritual" se iniciou por volta de 2011-2012, e irá continuar até que a humanidade da terceira dimensão seja extinta. Quando será a hora derradeira ninguém sabe. Até Jesus disse que apenas o Pai saberia a hora. Por isso, o importante é não nos apegarmos aquilo que pode ser morto ou destruído. Mas buscarmos pela nossa essência, aquilo que é eterno e imortal.
  4. Sempre esteve. Pode-se dizer que é uma visão dissidente da ufologia original. Quando se estuda a linha do tempo do fenômeno UFO moderno (que começou na década de 40) observa-se que, ao mesmo tempo em que as luzes eram vistas nos céus, médiuns de várias partes recebiam mensagens de extraterrestres.O núcleo de informações de tais mensagens eram bastante similar. Muitos grupos esotéricos se interessaram pelo fenômeno e começaram a estudá-lo. Um dos mais famosos contatados da época foi George Adamski. Anos antes do seu primeiro contato ele fundou uma ordem esotérica na década de 30.
  5. Legal é a notícia de 2010 linkada nessa matéria: http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/05/india-iogue-de-83-anos-que-nao-come-ha-70-impressiona-medicos.html Ele impressionou os cientistas.
  6. Suponho que você siga uma rotina de autodefesa psíquica, preparando o ambiente todos os dias, certo?
  7. Bem, vou escrever a SUPOSIÇÃO que eu tenho desse conceito, que é baseada em certos estudos. Primeiro, é preciso visualizar que nós habitamos no que escritores teosóficos chamaram de planos cósmicos. Os 7 planos frequentemente estudados (físico, astral, mental, etc.) são sub-divisões de um plano cósmico, que na Teosofia se chama de plano físico cósmico. Além dele existem outros planos cósmicos, tais com plano astral cósmico, plano mental cósmico, etc. cada um também com 7 sub-divisões. Assim, cada plano nosso é uma representação de um plano maior. Eu não concordo com a nomenclatura específica desses planos dados pela teosofia., mas isso não importa, porque expliquei isso apenas para você visualizar que chegar a ascensão aqui na Terra é apenas completar uma etapa, pois existem outras. O Eu-Superior seria o eu futuro de toda entidade, que habita no sexto plano cósmico. O seu Eu-Superior seria o seu eu que se desenvolveu até certo ponto nesse sexto plano, que se volta para trás e guia seu próprio eu passado. É algo meio confuso, porque lida com a esfericidade do tempo. Não é questão de alimentar outro ser, porque ele é você mesmo.
  8. Encontrei outra interessante reflexão no Facebook: Fonte: https://www.facebook.com/notes/joão-cláudio-fontes/o-neoliberalismo-espiritual-ou-o-materialismo-espiritual-30/1198437490216210/?refid=13&_ft_=qid.6631152304300412658%3Amf_story_key.431091346690570085%3Atop_level_post_id.1171847039637490%3Acontent_owner_id_new.502991370%3Asrc.22%3Aphoto_id.10155522523941371%3Astory_location.5%3Astory_attachment_style.photo&__tn__=R
  9. Cruzei com esse texto agora a pouco. Gostei: Fonte: https://dharma.org.br/2020/04/20/a-resposta-do-bodhisattva-ao-coronavirus/?fbclid=IwAR2pfz-jdXL86qDm7adBjpH4aaYtiRXdRZMpKbsUgCcxPtWDn5MA0Kmpvx4
  10. Vídeo do Roger paranhos sobre o momento atual: https://www.youtube.com/watch?v=4NLaWW--4ZI&feature=youtu.be&fbclid=IwAR3TFqZuq1vw3VKlxqIGzKXxM61SYpN--9sCNrNazwwv-Nv3Vg35_pCHrbE
  11. É, são muitos sinais. Mas ainda não estou tão convencido. De todo modo, acho que essa crise tende a mostrar que é preciso que o ser humano pense na humanidade não como indivíduos isolados, mas como um só organismo.
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