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sandrofabres

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  1. Esqueci de postar esta figura, que ilustra a passagem da faixa da olve sem fazer curvas:
  2. Nesse caso de acordar e sentirno corpo formigando que é bom de fwzer a OLVE, pois notará que o formigamento aumenta, o que alivia esse peso que se sente, e facilita a tentativa de descolamento.
  3. Ferrou geral, o "Robson Dinheiro" tá no esquema de pirâmide, kkkkk: https://theintercept.com/2021/05/04/entre-cloroquina-namaste-conheca-direita-gratiluz/
  4. Bem, antes de tudo é necessário deixar bem claro uma coisa, porque sempre existe essa confusão. Induzir o EV não é sinônimo de induzir uma projeção. O Estado vibracional acontece de forma automática, em diversas situações fora do nosso controle. Uma dessas situações é a projeção, porém não é necessário aprender a induzir o EV para se projetar. O EV é PARTE do processo projetivo EM GERAL, mas a projeção é como uma sinfonia, em que cada instrumento precisa tocar na hora certa, do jeito certo EM RELAÇÃO AOS OUTROS, ou a sinfonia não funcionará, será só barulho. É exatamente por isso que é possível induzir um EV estando em pé ou caminhando, uma situação em que você não estará projetado. Porém, como o EV é uma das etapas projetivas, podemos recortar apenas essa aplicação do EV e tratá-lo como se fosse “treino para projeção”. Mas o treino para a projeção exige outras etapas, sem as quais nenhum treino de EV vai ser capaz de produzir uma projeção LÚCIDA. Projeção lúcida exige treino DE CONSCIÊNCIA para que ela não apague no processo de desencaixe. E também é perfeitamente possível, até mais comum eu diria, projetar-se sem EV. Tanto é que as tais “vibrações” foram novidade quando o Robert Monroe lançou seu livro, acho que em 1971. Até então, e por décadas a seguir, nunca dessa área parecia usar mobilização energética para se projetar, e mesmo projetores experientes passaram a vida se projetando dede criança sem nem saber que diabos eram essas “vibrações”. Já comentei sobre isso aqui: http://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/17309-saída-contínua-sem-ev-ou-catalepsia/&do=findComment&comment=75500 Portanto, usar o EV como técnica projetiva é opcional. Funciona, ajuda, mas são habilidades diferentes. Exatamente por saber disso eu nunca me dediquei a uma prática disciplinada, regular, da OLVE, então não posso te dizer por experiência própria quanto tempo de prática regular necessitaria até ser capaz de induzir o primeiro EV EM COMPLETA VIGÍLIA. Porque note bem: se você cochilar na tentativa, ao ficar num estado intermediário de consciência ( que é o que te permite se projetar, mas também é o que te permite sentir as energias com tanta nitidez como se fosse alguém movendo um jato d’água sobre você) você pode “conseguir induzir o EV” na primeira tentativa. E por que? Porque num estado alterado você sente muito fisicamente as energias, então consegue ajustar o volume e a velocidade da OLVE de modo a atingir o resultado. Só que aí “não vale” , porque só conseguiu isso porque PRIMEIRO entrou no estado alterado né? E se entrou no estado alterado, aproveita e levanta do corpo, que afinal é o objetivo, principal não é? A menos, claro, que queira explorar a OLVE mesmo. O que sei de prático dela, vem dessas situações, quando optei por não sair do corpo e usar esse estado para sentir as energias durante a OLVE, já que em vigília não sinto nada ao fazer a OLVE. Experimentar em estado alterado te permite tirar aquela dúvida cruel que as pessoas que não sentem nada sempre tem: estou fazendo certo? Essa velocidade é adequada? É mais ou menos rápido? Etc Então eu nunca passei dias praticando a sequencia “sentar/deitar para praticar a olve por x minutos”. O que eu fazia era durante o meu dia a dia, em pé no trabalho, andando na rua, no ôniubs indo e voltando do trabalho, por curtos períodos de talvez 2 min de cada vez, “do jeito que dava”. Isso nunca me permitiu deitar para me projetar e induzir um EV após x minutos deitado. Comento sobre isso aqui: https://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/17224-nanci-trivelatto/&do=findComment&comment=86798 Mas as vezes, do nada, acontece algo em vigília. Segunda-feira passada mesmo eu estava indo para o trabalho, caminhando na rua, e não sei porque inventei de aproveitar a caminhada de 20 minutos para fazer a OLVE. Não levou 1 minuto e comecei a sentir as energias aparentemente dando quase ignição ao EV. Creio que o frio ajudou o Waldo comenta isso no Projeciologia. Aqui no sul chegou o frio do inverno e eu estava só de camiseta na rua. Portanto, veja: sentir as energias e induzir um EV num estado alterado te mostrará SE VOCÊ ESTÁ DE FATO SABENDO FAZER ,mas ainda não te diz nada sobre seu domínio do estado vibracional. No resto das situações, quando você não está em estado alterado, você ainda estará FAZENDO, mas sem sentirá nada. Seja porque ao estar num estado de consciência normal sua sensibilidade às energias é zero ou quase, seja porque em cada dia suas energias estão diferentes, e o “ponto de fervura” do EV será diferente, podendo demorar mais ou menos para atingir o EV. Como suas perguntas são específicas para quem praticou diariamente até conseguir induzir o EV quando quer eu nao sou a pessoa melhor qualificada para te responder sobre isso, o que posso te dizer é que um membro aqui do gva, cujo nome não me recordo, já me falou por MP que demorou 4 meses, praticando todos os dias, até conseguir induzir o EV pela olve. Eu diria que isso bate com as informações que você encontra no PDF que montei para você, escaneando essas partes práticas de dois livros aqui sobre isso. OLVE Trechos Nanci e Cesar Machado.pdf Levando em conta essas MINHAS limitações com a prática da OLVE, vou procurar te responder a cada um dos itens da forma que me parece a mais correta, em função da minha pratica em estados alterados e do que já soube de outros, praticantes regulares (não sei se algum praticante regular a OLVE ainda freqüenta o fórum) e do que li: 1) Das vezes que deitei para fazer, e cochilei, e segui fazendo... levou no mínimo 2horas. Mas creio que demora tanto porque não é “EV fruto da técnica” , mas “EV fruto do cochilo” 2) Pelo que sei a pessoa demorará anos de prática diária até que possa dizer que “SEMPRE consegue”. 3) Que eu saiba, raramente alguém consegue de primeira. No curso do IIPc que fiz, e demorou uns 2 meses acho, porque as aulas eram só no final de semana, dos 30 alunos só um ou dois conseguiram induzir o EV durante esse tempo, e apenas nas aulas, porque em geral quando essas coisas são feitas em grupo é mais fácil. 4) – 5) Essa rota é questionável. Um problema de seguir muito exatamente o percurso do corpo é encontrar dificuldades para fazer sentado. Deitado você não nota isso, mas sentado é bem perceptível que “entrava tudo”. Me parece um problema exclusivamente mental, ao querer seguir a rota do corpo. Eu sempre preferi pensar nessa rota “frouxamente”, e você verá que no livro da Nanci ela também recomenda isso. Pense numa faixa de luz te escaneando: ela não fará curvas né? Mas isso também é um tanto desafiador para a mente. E também uma coisa é fazer isso só pela superfície da pele, outra é fazer passando por dentro dos órgãos. Por mais que a gente “não sinta nada”, dá para perceber que fazer pela superfície permite maior velocidade e fluidez do que fazer por dentro dos órgãos, o que já sugere que essa impressão pode não ser só imaginação. No meu caso tenho a sinalética que indica desbloqueios me faz arrotar. Isso nunca acontece se eu fizer a olve só pela superfície da pele. Mas se eu estiver por algum motivo sentindo que “estou entupido”, e resolvo fazer a olve por dentro dos órgãos, com força, posso ficar arrotando direto por 10 minutos, a ponto de precisar parar de fazer a OLVE para poder respirar um pouco. Novamente isso parece indicar que as diferenças sobre passar por fora e por dentro não são só uma autosugestão, uma “complicação da mente”, como parece ser o caso de fazer a energia seguir a curva dos joelhos e tornozelos, ao praticar sentado. 6) Nas explicações em vídeo a Nanci recomenda inclusive passar um pouco acima da cabeça e passar um pouco abaixo dos pés. Porém, como eu disse, isso parece ser apenas uma questão de contornar certas dificuldades que a mente cria. Quando voce segue estritamente o contorno do corpo está atuando na camada mais densa do corpo etérico. Porém, os chackras projetam suas emanações até acima da cabeça e abaixo dos pés, então quando se recomenda passar um pouco, é mais por uma questão de não deixar zonas externas deles sem serem limpas, porque nessas zonas externas se acumulam certos bloqueios e até parasitas astrais. Ainda que os chackras mesmo estejam localizados dentro do corpo, e não do lado de fora como as ilustrações mostram (e fazem alguns acreditarem que dormir de bruços bloquearia os chackras, sem perceberem que se isso fosse verdade, dormir de barriga para cima bloquearia ) , as emanações deles para fora do corpo tendem a acumular obstruções energéticas. Então passar um pouco ajudaria a limpar. Porém, ehehe, isso também deveria valer para os chacras do tronco né? Mas aí ninguém percebe que estão deixando a parte de fora dos chackras do tronco fora dessa “limpeza” além dos limites do corpo físco né? Então não se apegue muito a esses detalhes, esses mecanismos de energia não devem ser tão específicas quanto os mecanismos físicos, exatamente porque são mais fluidos. 7) Olha, lembro que no curso em vídeo a Nanci fala em 4 segundos para uma ida, 8 ao total. O mais lento que fiz foi dois segundos para uma ida, 4 ao total, mas esse é outro ponto que não dá para cravar um valor. Cada pessoa tem uma estrutura energética, mais ou menos densa que o outro. No meu caso mesmo sou vegetariano há 20 anos, e tive a percepção que logo após deixar de comer carne, tudo no meu sistema energético ficou mais rápido. Não dá para explicar isso direito. Sabe quando você está sentado e pensa “vou levantar e pegar x.. na geladeira”? Entre pensar e a energia estar disponível para você mover o corpo há um delay aí né? Eu diria que esse delay caiu pela metade logo que virei vegetariano. Era como se o sistema energético ficasse de prontidão mais rápido sob comando da mente. Isso faz algum sentido, já que ao deixar de comer carne sua vibração deveria mesmo se elevar um pouco. Daí a ser real, não posso afirmar, mas foi bem perceptível. Isso pode ter como resultado, talvez, a possibilidade de mover mais rápido as energias na pratica da olve do que um carnívoro, mas não tenho como ter certeza. Naquele relato que postei num dos links, em que estava já induzindo o ev mesmo conversando com um amigo que me visitava eu estava movendo bem rápido as energias, tipo “2-vai-e-vem por segundo”, ou seja, meio segundo ao total para um ciclo completo. Agora, isso também varia DURANTE a prática daquele dia, porque uma vez que você estabeleça uma movimentação, mesmo que você pare de mover as energias elas seguirão se movendo por um certo tempo ainda. É por causa dessa inércia que você deve começar devagar e aos poucos pode ir aumentando, porque a “resistência” parece que vai diminuindo, mas cada dia será diferente. É similar a passar um rodo um piso alagado. Se você empurrar o rodo rápido de primeira, a água passará por cima dele. Mas se começar a empurrar devagar, de modo a gerar uma corrente de água na direção que você quer, dá para ir acelerando e criar um fluxo de água com os golpes do rodo. As energias, pelo que percebi estado em estado alterado, parecem se mover de forma similar à água. 😎 Essa ressonancia é como esse efeito que vai surgir na água ao passar o bastão no sino. Pense na OLVE como o bastão passando. O EV é o borbulhar da água. É exatamente assim que acontece. https://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/18465-dúvida-sobre-o-ev/&do=findComment&comment=87780 Enquanto você está fazendo a OLVE após um tempo começam a surgir formigamentos em áreas isoladas, um formigamento nas costas da mão, outro no umbigo, outro na coxa... e cada vez que a OLVE passa pro aquela zona esse formigamento localizado fica mais forte, a área formigando se amplia, até que num dado momento essas áreas de unem todas num só formigamento intenso, que vira uma “fervura completa” que atinge toda a aura, é como você ser um pinto que está dentro de um ovo fervendo dentro da casca, ehehe. As vezes ao invés de notar uma ou outra zona do corpo, você nota um ou outro chacka, que é sentido como uma bola de energia que se amplia cada vez que a faixa da OLVE passa por ela. É como uma bola de tênis que vira uma bola de futebol toda vez que passa a faixa da OLVE por ela. Lembre-se, essas minhas descrições são a partir do que senti deixando de me projetar para ficar no corpo explorando isso, já que estava em estado alterado o suficiente para sentir tudo claramente. Se não estiver em estado alterado provavelmente não sentirá nada tão visceral assim, apenas um formigamento forte que se espalha por todo o corpo. Essa “onda longitudinal” você não sente em situação normal. Eu pelo menos nunca senti, exceto nos dois casos que relatei, de vigília, que foram exceções. Só mesmo quando a gente está meio alterado é que vai sentir. Mas a sensação é similar a um vento. Coloque seu antebraço em frente ao seu rosto, com a parte dos pelos voltada para seu rosto. Feche os olhos e comece a assoprar , movendo a cabeça de modo que seu sopro se desloque do pulso ao cotovelo, num vai e vem. várias vezes. A faixa da OLVE passando é muito similar a isso quando o EV está perto de começar. Em seguida começará a sentir uma espécie de eletricidade ao redor dessa zona que se move. Vai notando que essa onda da olve vai ficando mais "carregada de eletricidade" o que vai gerando arrepios elétriocos meio aleatóris por zonas proximas da faixa oscilante que você está deslocando na OLVE. Isso QUANDO você está num estado alterado que consiga sentir, mas em geral nunca estamos quando começamos a prática. Quando você começar a sentir, é porque "o bicho já está pegando". O que você faz para praticar é “prestar atenção” e "deslocar atenção". Essa “onda longitudinal” na verdade descreve apenas onde está sua atenção. É como eu dizer para você, que está de olhos fechados e imobilizado : “tem uma pulga n a sua bochecha”. Mas não digo em qual bochecha está. O que você faz? Sua atenção tentará se focar no que sente na superfície da pele, primeiro numa bochecha, depois na outra, tentando detectar a pulga pousada ali. Quando sua atenção se foca assim num ponto do corpo, as energias LIVRES se deslocam para lá como se fossem insetos em torno de uma lâmpada. Caso você sinta essas energias, elas serão sentidas como um “formigamento elétrico”, similar àquele que sentíamos ao encostar o antebraço numa TV de tubo, os pelos eriçam. Mas se você não sentir as energias ao tentar achar a pulga, ainda assim elas estarão ali. O foco da atenção atua como um ímã para as energias, não tem o que fazer, é automático. Por isso, quando você desloca a atenção, deslocará junto as energias LIVRES. É por isso que você pode praticar mesmo sem sentir nada, porque sentir exige outra coisa: treino de sensibilidade ou QUANTIDADE DE ENERGIA movida. No início temos pouca energia livre, e só essa é que pode ser movida. A medida que você desloca essas energias livres pelo seu campo, vai agitando esse campo, e vai libertando mais energia. Então com o tempo, caso siga praticando, o resultado é que você terá uma quantidade maior de energia livre perseguindo o foco da sua atenção. https://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/18652-técnica-projetiva-completa-3-vga/&do=findComment&comment=85610 Por isso também será mais fácil sentir, e provavelmente o EV será atingido mais cedo, já que agora a quantidade de energia movida será bem maior. Com relação a não sentir nada em certos pontos, deve seguir adiante na sequencia. Esse pessoal do IIPC explica que ps pontos que não sentimos são pontos que estão ainda bloqueados, e portanto ainda não “vibram” quando você passa a onda da olve por ali. Estão “densos”, “congelados”. Com o tempo de prática e mais energia livre disponível, esses pontos tendem a ser desbloqueados. Eventualmente, se você sabe/percebe/nota ao praticar em estado aletrado.... que tem um bloqueio sempre no mesmo ponto, pode tentar praticar a estimulação só ali, por um tempo, após a prática da OLVE. Aqui tem dois exemplos: http://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/18974-dores-e-pulsações-em-alguns-chakras/&tab=comments#comment-87176 http://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/19851-dor-na-técnica-completa/&do=findComment&comment=92490 Mas lembre-se de uma coisa que faz parte dos fundamentos desse assunto: Bloqueios nos chackras costumam conter memórias emocionais desagradáveis, que são o que causou esses bloqueios. Logo... se for mexer com isso de forma específica saiba que podem acontecer catarses emocionais sobre coisas que você nem lembrava mais. 9) Eu faço EV quando acordo para, caso sinta as energias, sair do corpo. Para rememoração nunca usei 10) Dizem que dificulta você mover as suas energias tendo as energias de outro colado ali. Mas creio que o que vai acontecer é você acabar movendo as energias dele junto. O pior que pode acontecer é ele descolar de você, reclamar que você não está deixando ele dormir porque ele deve perceber a movimentação energética em algum momento. 11) A prática que recomendam no pdf que incluí aqui fala em sessões de 5min. Creio que a ênfase é na freqüência. Assim como eu não praticava isso de deitar uma vez por dia para tentar praticar a OLVE, preferia fazer isso por momentos curtos, várias vezes durante o dia. Mas certamente para quem quer focar em dominar isso seria mais inteligente, se você tem tempo, fazer várias sessões de 5 min por dia (talvez se trancar no banheiro, no horário de trabalho, para arranjar esses 5 minutos e cada x horas?) e uma sessão mais longa, ao deitar. 12) Como o EV é uma prática com seu próprio objetivo (limpeza energética total), você poderia apenas atingi-lo e tentar prolongá-lo ao máximo: http://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/17679-estado-vibracional/&do=findComment&comment=81730 Mas se sua meta é projeção, ao atingir o EV a idéia é acelerá-lo ao máximo até que ele, por si só, te arranque do corpo na marra, ou pode apenas levantar devagarinho da cama, em astral, tao logo o EV esteja bem forte (no início, com o tempo bastará uma leve formigamento e você já pode levantar)
  5. Pessoal, eu tenho um livro aqui muito interessante sobre meditação vipassana. A maioria desses livros costuma ser puro enrolol, mas este contém conteúdo prático, que permite ao leitor treinar essa técnica especifica. Pesquisando, achei o pdf em inglês naquelas bibliotecas de pdf da internet, baixei, converti para texto, upei para o google tradutor e depois fui relendo e corrigindo as frases erradas apenas dos capítulos que achei importantes, o resto eliminei. Estou anexando aqui, para quem se interessar: Além da respiração.pdf
  6. É, essas feiras eu já vi também, e achei estranho. Tem certas áreas que parecem imitacoes do fisico mesmo. O pessoal que só anda por zonas sombrias acaba fazendo uma idéia errada do astral, achando que tudo que verá é sombras, sofrimento... Mas tem zona ali que parece que esta todo mundo só curtindo a tarde no feriado, ehehe
  7. (eu não costumo responder aqui, porque este tópico é só de apresentações, mas neste caso preciso escrever aqui, até porque se escrevesse via MP e essa sua mensagem ficasse parada aqui, ia parecer que ninguém leu ou deu a mínima , o que seria a impressão errada. Mas est tópico não é para esclarecimentos) ................ Não se preocupe, "Deus" e "projeção astral" são áreas bem diferentes de experiência, como são são Arte e Engenharia. A busca por Deus está na área chamada "mística", ou misticismo, envolve a busca por êxtases internos, cujo método envolve meditação (oração entra nisso) e as experiências são "amorfas", ou seja, não é algo que você ENXERGA, é algo que você SENTE, em geral acompanhado da perda de sensação corporal, uma sensação de fusão com o Todo, com o Universo com Luz universal ,com o Amor universal. As experiências da área da projeção são da área do psiquismo, pertenxem ao mundo das FORMAS, você usa um corpo (corpo astral), percebe os outrs seres também com corpos), percebe cidades, ruas hospitais...é um mundo similar ao nosso, do físico, mas com "leis da física" diferentes. Portanto um ateu pode muito bem se dedicar a projeção sem que isso conflite com suas crenças. Ate mesmo alguém que não aceite a sobrevivência do espírito após a morte pode praticar a projeção e ter lá seus resultados. Só que ela vai ter que traduzir tudo em termos de experiências da mente, pelo menos até que tropece em comprovações que mostrem que o que ela experienciou era realidade. Aí ela vai começar a fazer mais malabarismos para tentar explicar tudo em termos dos "poderes incríveis do subconsciente", uma teoria bem fantasiosa mas que os céticos adoram, para continuarem rejeitando a sobrevivência do espírito após a morte. E assim eles seguem apelando para explicações criativas cujo objetivo é sempre reafirmar uma idéia fixa "o que você experienciou não pode ser real , precisa ser qualquer outra coisa, menos o que foi experienciado em primeira mão" É um pré-julgamento do qual eles tem dificuldade escapar, mas não impede de praticarem e experienciarem, visto que tudo que precisa é técnica, e treino, não crença, porque não há religião nisso. Agora, no seu caso específico, você busca reencotnrar sua esposa, então creio que você não sofre do ceticismo que duvida da sobreviência do espírito. Isso facilita, porque a pessoa que se suicida está em uma má condição emocional já desde muiot antes de se suicidar. Precisa entender um detalhe que muitas vezes passa despercebido: INTERNAMENTE falando, você NÃO está vivendo onde seu corpo físico está localizado. Pense no nosso corpo físico como se fosse uma torre, como um farol no meio da rua, de uma rua qualquer de uma cidade: Quem quer falar com você vai até seu farol. O problema é que há uns poucos andares para cima, 4 digamos, e há uns 9 para baixo. Você pode estar em qualquer um dos 12 andares, e quem vem falar com você precisa apertar o interfone do andar certo, ou não consegue se comunicar com você. E apenas o andar térreo não tem distorção no som, em todos os outros o interfone distorce um pouco o que você falar e ouvir através dele. Nos andares mais distantes, para cima ou para baixo, é quase impossível se fazer entender. A pessoa deprimida pode estar fisicamente do seu lado, mas internamente ela está vivendo em outro andar. Astralmente ela está habitando outro ambiente que não é o mesmo seu. O corpo astral está ligado ao corpo físico, mas não quer dizer que o espaço astral que ele habita enquanto está no corpo seja a contraparte astral do lugar físico. É por isso, por exemplo, que usuários de drogas podem ter visões com entidades rastejantes andnado peo chão ou pelo seu corpo. Elas não estão no espaço astral do quarto dele, é ele que está astralmente dentro dos charcos e cavernas do astral, é la´que tem esses seres rastejantes. Portanto ele está fisicamente aqui no plano físico, o corpo astral dele está, em tese, encaixado no corpo físico, porem ele está sintnizado com as partes profundas do astral então ele enxerga ao seu redor aqule ambiente, o "andar de baixo" como se fosse o térreo. Logo, uma pessoa que se suicida já vem de um estado emocional problemático há muito ano,s já está de fato vivendo numa zona astral pesada, há muitos anos. o que a mantém "de férias" do sofrimento constante é a possibilidade de estar encarnada. Quando ela desencarna, ela perde essa âncora com este plano, a passa a viver na zona astral com a qual ela sempre teve afinidade e já vivia psicologicamente todos esses anos. E esse andar é bem diferente do que vivemos, enquanto encarnados, e mesmo na projeção, se a pessoa é razoavelemnte equilibrada ela não tem como acessar o andar em que ficam os suicidas ou outros que estão mais pertrubados emocionalmente após o desencarna. Note que mesmo aqui, enquanto encarnadas, a pessoa deprimida vive meio que numa bolha, é difícil conseguir se comunicar com eles nos piores momentos, criam um tipo auto-isolamento mas que não é voluntário. Portanto, após o desencarne, há essa dificuldade adicional. Sempre há um distanciamento entre encarnados e desencarnados num primeiro momento, e o rumo natural e sadio das relações é esse mesmo. Mas quanto maior a dificuldade emocional do desencarnado, maior o tempo, em geral que precisa antes que um contato possa ser feito. Daí a necessidade, num caso como o seu, de crer em um pouco mais que apenas a sobrevivência do espírito. Se você acredita que sua esposa continua viva, mas em outro plano, não pode ser difícil acreditar que há trabalhadores espirituais atuando na organização desses processos do pós-mortem né? Pessoas como eu e você, mas com mais estrada espiritual, que se voluntariam para ajudar quem sabe menos e precisa de ajuda. Então nesse casos, como o de suicídio, você precisa contar com a ajuda deles. Só a projeção não te leva onde você decidir ir, quando se trata se achar algo ou alguém no astral. Você precisará de ajuda, que poderá vir apenas no momento que for melhor para todos. Então isso envolve: - admitir a existência de grupos de ajuda astral - admitir necessidade de ajuda - pedir regularmente por isso - ter paciência, aceitando que cada coisa tem seu tempo - ter confiança que , se for melhor para ambos, a ajuda pode ser dada. Mas se não for, não será, também pelo bem de todos os envolvidos Eu já coloquei alguns esclarecimentos sobre a questão do suicídio aqui, porque há vários detalhes envolvidos. Mas é um tópico mais direcionado para quem está ruminando essas idéias, não para quem perdeu entes queiros pelo suicídio: https://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/20189-sobre-suicídio/ Mas essas explicações são sempre regra geral, cada caso é um caso, como você poderá ver até nos trechos de livros que usei, mostrando relatos. E aqui eu deixo o tópico POR ONDE COMEÇAR, onde procurei reunir diferentes abordagens para a pessoa que quer se projetar, dependendo do tipo de pessoa. Você verá ali no pdf do Raduga que ele nem acredita que projeção astral seja real, trata como sonho lúcido, e ainda assim é o livro que contém a abordagem mais prática e rápida para começar. Mas claro, um passo importante é treinar a rememoração do sonhos, caso contrário voce pode se tornar um projetor experiencia que nem sabe que se projeta, porque semrpre perde a memória. Aí complica tudo Aqui eu dei umas dicas: https://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/16169-técnicas-de-rememoração/&do=findComment&comment=70242 E muitas vezes o que faz a pessoa desconsiderar o valor da memória dos sonhos é exatamente porque A MEMÓRIA é de má qualidade. Em tese os sonhos são apenas projeções sem lucidez. Alguns até não são, sendo frtuo do estress, ou simbólicos, etc. Mas precisa lembrar deles bem, para poder analisar. Aqui dois exemplos: https://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/16071-comprovação-da-projeção-astral/&do=findComment&comment=67356 https://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/17219-relato-de-projeção-e-possivel-videncia/&do=findComment&comment=75049 Bem, encero por aqui, mas não vamos ficar dialogando ou tirando dúvidas por aqui, porque este é só um tópico para apresentação mesmo, ok?
  8. A forma mais eficaz.que se conhece até agora é levantar de madrigada para fazer, conforme explicamos ha anos aqui: https://www.viagemastral.com/forum/index.php?/topic/17115-como-se-projetar-sem-enrolação-nem-perda-de-tempo-autor-daniel-s/&do=findComment&comment=74528
  9. Eu acho que isso só pode ser avaliado individualmente, nunca por regras gerais. Porque, por exemplo, se uma pessoa é muito reativa, ela será facilmente controlada por estímulos externos. Então ELA ganhará mais liberdade interior, mais autodominio e autoconhecimento, ao procurar reduzir essa reatividade e observar os processos psicológicos internos que estarão fervilhando ali por dentro, tentando dominar as ações dela, e assim passa a se conhecer melhor, o que a motiva, o que teme... Já outra pessoa, que PAREÇA menos reativa a quem olha de fora ( POR SER mais tímida, reprimida, porque foi condicionada a viver o personagem " zé bonzinho, que nao tem boca para nada") esta também sendo controlada por fatores externos a ela: no caso um condicionamento repressivo que pode ter um papel muito grande na sua personalidade. Nesse caso ela ganharia mais liberdade sendo mais reativa, e também porque ao fazer isso observará os padrões psicologicos se agitando dentro dela, tentando ditar seu comportamento, e passa a se conhecer melhor. Ceder rapidamente, sem resistência, aos nossos padroes automatizados, quersejam de reatividade ou de repressão, não cria esse "atrito interior", entao não percebemos os "cordões" que nos controlam, e isso é que cria a ilusão de livre-arbitrio que boa parte da nossa cultura ocidental alimenta. Me parece, portanto, que o primeiro exemplo aprende mais sobre si coibindo sua reatividade, o segundo, exprimindo. Mas deve fazer isso com CONSCIENCIA da escolha que está fazendo, do porque esta fazendo, o que é diferente de deixar-se dominar pela escolha que fez. E como cada pessoa tem seu perfil psicologico próprio, seus pontos fracos a lapidar, a tendência é atrair experiências que cutuquem esses pontos, porque só assim enxergamos nossos desequilibrios . Entao, sinceramente, eu realmemte DUVIDO de regras fixas nessa questao de comportamento. Mas isso é algo que cada um precisa avaliar, testar na sua vida se segjir regrars fixas ajuda ou atrapalha.
  10. É, você não pode ficar muito tempo no estado " Dããã....." fascinado por UMA coisa, tem que "ir passando", manter-se em atividade, pelo menos no inicio. Aquelamsituacao comum do fisico, quando voce fica parado curtindo um cenário, se fizer isso em astral, vai acoar em poucos segundos. A menos que seja um cenario complexo com muitos detalhes que possam cahamr sua atencao.
  11. Por causa disto: Foi muito apertado o tempo. Em geral vai levar uns 40 minutos mesmo. Aí vai dar muito em cima da hora. Ei sempre gosto de dar 2horas, até para ter tempo de mais de uma. Se der 1hora só,.as vezes vai conseguir.faltando 5minutos para despertar. Varia. Em geral mesmo quando é " num piscar de olhos,.leva ins 2 segundos, entre.o momemto que voe nota que as imagens começaram a.parecer realistas demais para algo que é " apenas imaginacao", e o momento quw voce.se sente " fisicamente lá" . Mas se for a poucos metros, voce pode sentir o corpo astral descolando e indo ate o local, como eu expliquei com mei desenho no tópico POR ONDE COMECAR. Sim, nao temos como saber quem sao essas pessoas. Eu sempre vejo MUITO mais gente na rua em astral do que minha cidade tem no fisico. Não há formas de saber o que sao essas pessoas. Claro, é bem comum. Uma coosa qie evita esses retornos sem aviso é sempre estar agarrado a algum objeto oi mesmo a beiradinha da roupa da.pessoa .com quem.voce estiver conversando. Sentir a "solidez" de algo ali no astral te mantém mais ancorado lá. Mas é duro lembrar disso. Em geral voce percebe 1 ou 2 segundos antes, que vai acordar, e nem sempre tem.algo por perto para voce agarrar. Caso consiga agarrar em algo, pode acontecer de tudo escurecer, indicando que já vai acordar, mas se conseguir se manter concentrado na sensacao do tato, de estar ainda agarrado ali, a cena volta a se abrir e voce pode seguir na projecao, até a nova instabilidade. É isso aí. Olhar para as maos as vezes nao é suficiente, falta algo que dê mais " firmeza.
  12. Por isso eu trato a biblia como um livro de fábulas. Mas isso não desmerece seu valor. Assim como num livro de fábulas é a mensagem geral da historia que importa. E isso não se distorce tao facil. Mas o pessoal que trata como "palavra de deus" é como alguém que quisesse discutir qual variedade de uva não convém plantar porque tem amadurecimento de difícil detecçao, tal como afirma a fábula da raposa e as uvas, eheeh. É esse tipo de coisa que da erro de traducao, como no exemplo de joao batista, que os evangelhos alega mque vivia de gafanhotos e mel, mas depois alguem percebeu que a palavra gafanhoto era a mesma usada para uma frutinha comum naquela regiao.