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GislaineSa

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  1. Essa noite tive uma proteção com "amigos desconhecidos" a história é longa, o mundo onde estavamos era controlador por ditadores, éramos os rebeldes, etc e tal. O fato é que me lembro de uma nome, Danilo Hartz, nos conhecemos no astral e ele pediu que eu o procurasse no Facebook. Encontrei um cara igual a ele e com esse mesmo nome na Alemanha. Agora estou no aguardo para ver se ele responde e se tem alguma ligação ao mundo espiritual. Ja aconteceu algo similar com vocês?
  2. Essa noite tive uma proteção com "amigos desconhecidos" a história é longa, o mundo onde estavamos era controlador por ditadores, éramos os rebeldes, etc e tal. O fato é que me lembro de uma nome, Danilo Hartz, nos conhecemos no astral e ele pediu que eu o procurasse no Facebook. Encontrei um cara igual a ele e com esse mesmo nome na Alemanha. Agora estou no aguardo para ver se ele responde e se tem alguma ligação ao mundo espiritual. Ja aconteceu algo similar com vocês?
  3. Olá Colegas, tive uma experiência estranha. Acordei a noite e lembrei de parte do que se passou. Eu me vi deitada em uma dessas máquinas de radiografia, como que dessas que analisam o corpo todo, e estava com vestes brancas, a estrutura da coisa que eu estava deitada da cor de madeira, com isso imaginei que então seria de madeira a estrutura, e ao redor e em cima (como uma capsula), tinha um painel de onde saia luz, lua a qual me iluminava, me levante e desci da especie de maca. Três portas se abriram e e vi meu quarto, entrei no meu quarto e creio que foi logo em seguida que acordei. Alguém tem ideia do que pode ter sido?
  4. Pode ter sido atacado por algo que 'sugou' sua energia e não lembra. Agora fiquei com uma dúvida, um mentor poderia mesmo levar-nos para doar energia e como consequência acabar nos deixando fracos? Não seria de um certo modo errado? Claro, a causa é interessante e me pode ser boa, mas eles podem fazer isso?
  5. Colega, creio que não me expressei bem, na verdade, eu alcancei os objetivos sim, mas passei por muito aperto até lá rs Entendo perfeitamente, obrigada colega. Meditação; tem razão me ajudaria muito, o farei
  6. 05 de março de 1876 Machado de Assis Quando os jornais anunciaram para o dia 10 deste mês uma parede de açougueiros, a sensação que tive foi mui diversa da de todos os meus concidadãos. Vós ficastes aterrados; eu agradeci o acontecimento ao céu. Boa ocasião para converter esta cidade ao vegetarismo. Não sei se sabem que eu era carnívoro por educação e vegetariano por princípio. Criaram-me a carne, mais carne, ainda carne, sempre carne. Quando cheguei ao uso da razão e organizei o meu código de princípios, incluí nele o vegetarismo; mas era tarde para a execução. Fiquei carnívoro. Era a sorte humana; foi a minha. Certo, a arte disfarça a hediondez da matéria. O cozinheiro corrige o talho. Pelo que respeita ao boi, a ausência do vulto inteiro faz esquecer que a gente come um pedaço de animal. Não importa, o homem é carnívoro. Deus, ao contrário, é vegetariano. Para mim, a questão do paraíso terrestre explica-se clara e singelamente pelo vegetarismo. Deus criou o homem para os vegetais, e os vegetais para o homem; fez o paraíso cheio de amores e frutos, e pôs o homem nele. Comei de tudo, disse-lhe, menos do fruto desta árvore. Ora, essa chamada árvore era simplesmente carne, um pedaço de boi, talvez um boi inteiro. Se eu soubesse hebraico, explicaria isto muito melhor. Vede o nobre cavalo! O paciente burro! O incomparável jumento! Vede o próprio boi! Contentam-se todos com a erva e o milho. A carne, tão saborosa à onça, — e ao gato, seu parente pobre, — não diz cousa nenhuma aos animais amigos do homem, salvo o cão, exceção misteriosa, que não chego a entender. Talvez, por mais amigo que todos, come-se o resto do primeiro almoço de Adão, de onde lhe veio igual castigo. Enfim, chegou o dia 10 de março; quase todos os açougues amanheceram sem carne. Chamei a família; com um discurso mostrei-lhe que a superioridade do vegetal sobre o animal era tão grande, que devíamos aproveitar a ocasião e adotar o são e fecundo princípio vegetariano. Nada de ovos, nem leite, que fediam a carne. Ervas, ervas santas, puras, em que não há sangue, todas as variedades das plantas, que não berram nem esperneiam, quando lhes tiram a vida. Convenci a todos; não tivemos almoço nem jantar, mas dous banquetes. Nos outros dias a mesma cousa. Não desmaies, retalhistas, nesta forte empresa. Dizia um grande filósofo que era preciso recomeçar o entendimento humano. Eu creio que o estômago também, porque não há bom raciocínio sem boa digestão, e não há boa digestão com a maldição da carne. Morre-se de porco. Quem já morreu de alface? Retalhistas, meus amigos, por amor daquele filósofo, por amor de mim, continuei a resistência. Os vegetarianos vos serão gratos. Tereis morte gloriosa e sepultura honrada, com ervas e arbustos. Não é preciso pedir, como o poeta, que vos plantem um salgueiro no cemitério; plantar é conosco; nós cercaremos as vossas campas de salgueiros tristes e saudosos. Que é nossa vida? Nada. A vossa morte, porém, será a grande reconstituição da humanidade. Que o Senhor vo-la dê suave e pronta. Compreende-se que, ocupado com esta passagem de doutrina à prática, pouco haja atendido aos sucessos de outra espécie, que, aliás, são filhos da carne. Sim, o vegetarismo é pai dos simples. Os vegetarianos não se batem; têm horror ao sangue. Gostei, por exemplo, de saber que a multidão, na noite do desastre do Liceu de Artes e Ofícios, atirou-se ao interior do edifício para salvar o que pudesse; é ação própria da carne, que avigora o ânimo e a cega diante dos grandes perigos. Mas, quando li que, de envolta com ela, entraram alguns homens, não para despejar a casa, mas para despejar as algibeiras dos que despejavam a casa, reconheci também aí o sinal do carnívoro. Porque o vegetariano não cobiça as causas alheias; mal chega a amar as próprias. Reconstituindo segundo o plano divino, anterior à desobediência, ele torna às idéias simples e desambiciosas que o Criador incutiu no primeiro homem. Se não pratica o furto, é claro que o vegetariano detesta a fraude e não conhece a vaidade. Daí um elogio a mim mesmo. Eu não me dou por apóstolo único desta grande doutrina. Creio até que os temos aqui, anteriores a mim, e, — singular aproximação! — no próprio conselho municipal. Só assim explico a nota jovial que entra em alguns debates sobre assuntos graves e gravíssimos. Suponhamos a instrução pública. Aqui está um discurso, saído esta semana, mas proferido muito antes do dia 11 de março; discurso meditado, estudado, cheio de circunspeção (que o vegetariano não repele, ao contrário) e de muitas pontuações alegres, que são da essência da nossa doutrina. Tratava-se dos jardins da infância. O Sr. Capelli notava que tais e tantos são os dotes exigidos nas jardineiras, beleza, carinho, idade inferior a trinta anos, boa voz, canto, que dificilmente se poderão achar neste país moças em quantidade precisa Não conheço o Sr. Maia Lacerda, mas conheço o mundo e os seus sentimentos de justiça, para me não admirar do cordial não apoiado com que ele repeliu a asseveração do Sr. Capelli. Não contava com o orador, que aparou o golpe galhardamente: "Vou responder ao se não apoiado, disse ele. As que encontramos, remetendo-as para lá, receio, que, bonitas como soem ser as brasileiras, corram o risco de não voltar mais, e sejam apreendidas como belos espécimes do tipo americano”. Outro ponto alegre do discurso é o que trata da necessidade de ensinar a língua italiana, fundando-se em que a colônia italiana aqui é numerosa e crescente, e espalha-se por todo o interior. Parece que a conclusão devia ser o contrário; não ensinar italiano ao povo, ante ensinar a nossa língua aos italianos. Mas, posto que isto não tenha nada com o vegetarismo, desde que faz com que o povo possa ouvir as óperas sem libreto na mão, é um progresso. Crônica originalmente publicada em ''A Semana''. Ênfase em: ''Eu era carnívoro por educação; Criaram-me a carne, mais carne, ainda carne, sempre carne '' Hábito, alienação! : )
  7. Pois então Gil, pode ser que sim. Tenho aversão a lugares fechados e ora outra me dá uma crise de ter medo até mesmo das pessoas, não gosto de me comunicar com elas, o estranho é que dá crise, do nada, sou até bastante sociável, mas quando me dá na cabeça de não ser, tenho aversão a tudo e prefiro ficar só.
  8. Oi galera! Faz tempo que tive vários sonhos, digo lembranças do astral do modo como contarei a seguir. Não consegui interpretar muito bem a situação, peço a ajuda dos senhores para entender o que se passou. Eu estava subindo uma escada normalmente e a cada andar ela parecia diminuir, assim como meu desespero aumentava, pois não consigo ficar em lugares fechados, e eu sentia que aquilo seria uma tortura para mim. Ela realmente diminuía e eu me abaixava, me espremia tentando subir, tentando alcançar sei lá o quê? Posso assimilar essa situação as vezes que eu era obrigada a passar por pontes precárias e perigosas, em altas alturas, correndo o risco de cair em abismos ou rios e logo 'morrer' ou me machucar. Cheguei a imaginar que ambas situações eram espécimes de provas dos Mentores. O que acham?