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Jairo

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About Jairo

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  • Birthday 10/05/1959
  1. Parece haver um "fator aleatório" que interfere nos experimentos. Mesmo o Dr. Alex Tanous, que possuía extraordinárias (e naturais) habilidades, não atingia 100% de acerto.
  2. Percebo após ler os links mencionados por que não é tão fácil (na verdade é bem difícil) obter sucesso em experimentos como esse. Pelos relatos, o acesso remoto aumenta ainda mais a dificuldade.
  3. Bandeirapvh, obrigado pelo comentário e pelo link. Gostei da abordagem do Robert Bruce, na tradução generosamente oferecida pelo Sandro. Vou levar um tempo para ler tudo, mas eu chego lá.
  4. Muito interessantes as informações, Obrigado, Infinite!
  5. Ela está voltada para a parede, no canto da sala, numa parte que tem o piso em nível mais baixo (são 3 níveis), região da casa em que ninguém circula, sem ângulo para visão acidental - muito fácil de localizar. Meu endereço é (caso a informação seja útil e/ou necessária): Alameda Valinhos, 300 – Residencial 4 – Alphaville – Santana de Parnaíba – SP. Agradeço qualquer ajuda ou tentativa de ajudar. Espero que tentar e falhar não desanime ninguém. O objetivo do experimento é provar com 100% de certeza que a projeção astral é real. Coloquei a carta lá há alguns meses e venho tentando sem sucesso saber qual é. Não olhei (fisicamente) e nem vou olhar. Ninguém sabe que carta é, esta informação não está na mente de nenhum ser vivo neste planeta, portanto, se alguém me informar corretamente, será uma prova absoluta de que a pessoa esteve lá extrafisicamente e viu a carta (nem levo em consideração explicações alternativas de negadores obstinados que possam ser propostas caso o experimento seja bem sucedido). Para ser mais preciso, o valor probatório após o primeiro acerto é 98,1 % (são 53 cartas), após 2 acertos (seguidos) é 99,96 % e após o terceiro acerto é 99,9993 %. Ninguém de bom senso levaria a sério a probabilidade de 0,0007 % de ocorrerem 3 acertos por puro acaso. Um único acerto com alguma descrição correta de outros objetos da sala eu já consideraria 100 % de valor probatório. Ouvi de um amigo que tem algumas experiências que não sabe dizer se são sonhos lúcidos ou projeções astrais que este experimento prova PARA MIM, não para ele. Óbvio, porque ao dizer para ele se acertou ou não, eu posso mentir. Como bom “discípulo de São Tomé”, concordo plenamente com a dúvida dele. Apenas tenho duas objeções: 1) o meu interesse maior é provar que a projeção astral é real e não o contrário ou abalar as convicções de quem quer que seja; 2) o experimento é tão simples que qualquer pessoa interessada pode fazer por si mesma. Eu vou continuar tentando enquanto for vivo. E até depois que morrer (se continuar existindo) me disponho a ajudar qualquer pessoa que queira tentar o mesmo experimento que, aliás, tanto quanto a projeção astral, serve também para provar a existência de vida após a morte.
  6. Jessica, acho que seu comentário me colocou na pista da explicação e possível solução do meu problema. Parece que a saída só ocorre com o corpo altamente relaxado, o que normalmente acontece durante o sono. Acontece que eu tenho dificuldade de relaxar. Não sou uma pessoa muito tensa, mas também não relaxo. Não sou hiperativo, mas não paro. Fico ali num estado de tensão moderada, mas permanente. De vez em quando baixa um pouco o nível da tensão, mas apenas o necessário para continuar correndo. E assim vai, sem fim. Já tentei até hipnose. Não adianta, não relaxo o suficiente para entrar no transe. Portanto, o meu caminho é: preciso exercitar constantemente a capacidade de relaxar, de forma cada vez mais profunda. Parece que não tenho outros nós graves: não tenho medo, não sou um fanático crente ou negador, a dúvida não atrapalha, não sou impaciente. Decerto essa minha tensão constante faz o trabalho dos amparadores ficar parecendo um resgate de vítima de desmoronamento (dormindo ou acordado, estou sempre no meio dos meus escombros, rs). Quanto à parte de ajuda, esperaria que numa comunidade como esta aparecesse alguém que me dissesse algo do tipo: "Deixa eu tentar te dar uma força. Me manda uma PM com seu endereço que vou ver o que posso fazer. Vou ver se meu amparador também ajuda". Mas parece que isso não existe. Tem um certo "se vira" implícito até nos primeiros passos e talvez todo mundo se sinta meio "iniciante" nessa complexa atividade. Tudo bem. Agradeço a participação de todos.
  7. Reginaldo, agradeço pelos comentários. Tenho interesse em temas desse tipo há mais ou menos 35 anos. Acho que já li praticamente de tudo a respeito. Agora estou numa atitude de "ou acontece alguma coisa prática ou aguardo para saber depois". Já estou farto de teorias, elucubrações, principalmente generalidades. Já sei o que se supostamente espera que seja o meu comportamento moral e aqui no mundo faço o que posso. Mas já passei seguramente da metade da minha vida e estou "mais pra lá do que pra cá". Não tenho mais muito saco pra blá blá blá, gente repetindo como papagaio o que outros falaram ou leram nos livros. Se é real e algumas pessoas experimentam, gostaria de saber se está ao meu alcance também. Se não estiver, terei paciência e esquecerei o assunto. Mas talvez nem isso eu possa. Talvez tenha que simplesmente arriscar: começar a "treinar", talvez sem a mínima condição de sucesso, talvez perdendo meu tempo. Bom, se não houver nada, se tudo for ilusão, a vida é uma grande perda de tempo mesmo, rs. Abraço. P.S.: entendi que você tem algumas experiências e também gostaria de comprovar a veracidade delas. Eu imagino um experimento bem simples que pode provar, sem sombra de dúvida, a realidade do fenômeno, mas parece não ser fácil conseguir o resultado, por fatores como concentração e foco. Bom, experimentos controlados são sempre chatos, tem que ter o espírito adequado para fazer a coisa (um caminhão de paciência e boa vontade, "pelo amor à verdade", rs).
  8. Oi Paddy, Eu acho que não tem nada a ver com permissão ou com cosmoética. Pelo que consta, existem pessoas com esse "dom" (ou seja lá o que for) voltadas para o mal. Elas pedem autorização para fazer o que supostamente fazem? Essa falta de cooperação ou até esse suposto "decreto" de ser "impossível" uma pessoa ajudar outra lançam uma óbvia razão para descrer na realidade do fenômeno (fornecem munição para os céticos). Se eu não for capaz, jamais, de produzir o fenômeno por mim mesmo, não vou chutar as paredes por isso. Vou aguardar calmamente a morte, mas depois, se tiver um "lado de lá", os caras vão ter que me dopar, porque vou encher o saco deles. Eles não vão gostar das perguntas que vou fazer. A própria lei humana garante a um criminoso saber do que está sendo acusado e por que está sendo punido. Será a Lei Divina, que encarcera um miserável numa prisão ambulante inescapável, pior que a humana? Apesar de eu não acreditar nas fantasias infantis que as religiões gostam de propagar a respeito de Deus, não acredito que a lógica da Sua criação possua um rombo desses. Ou possui? Eu não sei.
  9. Reginaldo, pelo seu comentário, entendo que você é uma pessoa de fé. Eu não tenho fé. Pra mim tudo é possível. Deus, espíritos, podem existir, podem não existir. Pra mim, Waldo Vieira deu uma grande contribuição à humanidade com o seu "Princípio da Descrença". Sensacional! "Não acredite em nada. Tenha suas próprias experiências." Na prática, porém... acho que tem muita viagem na maionese, muita gente acreditando por que quer acreditar. Eu gostaria muito que tudo isso fosse verdade, mas não vou acreditar só porque esse é o meu desejo. E se tudo não passar de uma sofisticada fantasia coletiva? A projeção astral, se real, pode ser provada facilmente, com um experimento simples. Agora, vida após a morte, espíritos, Deus, aí já são "outros quinhentos". Pra quem não tem experiência alguma, acreditar ou não é uma questão estritamente pessoal. Não posso questionar a fé de ninguém. Quem sabe a pessoa tem experiências espirituais, desta ou de outra vida (se existir outra vida) que eu não tenho?
  10. Jessica, não espero ficar na dependência de alguém. Detestaria a situação. Mas vale realmente a pena tentar, sem a mínima perspectiva de sucesso? Não é como um treino de corrida, por exemplo. Se eu estabelecer um cronograma, treinar regularmente e anotar os resultados, a melhora virá, gradual e segura. Vejo relatos de gente que passa anos tentando fazer a projeção e nada. Eu mesmo já tentei e não aconteceu absolutamente nada. Como sei se não sou um "daqueles" (se é que existem) que jamais, por mais que se esforcem, conseguirão alguma coisa? Não quero ficar perdendo meu tempo. Já que (supostamente) existem entidades sábias, que nos conhecem melhor do que nós mesmos, será que não dá pra pelo menos ter uma dica do tipo: "Vá em frente, você não é um dos malditos" ou então "Desista, cara, isso não é pra você, pelo menos por enquanto. Vê se cresce um pouco primeiro. Evolua." Qualquer coisa, menos essa grande interrogação, esse grande silêncio, esse grande "se vira!".
  11. Posso até aceitar, se inevitável, mas não me conformo facilmente em jogar 1/3 da minha vida no lixo, dementado ao lado de um corpo inerte que precisa de descanso, enquanto poderia aproveitar todo esse tempo fazendo alguma coisa útil (já são mais de 17 anos "perdidos" ).
  12. Será que não vou jogar fora todo esforço de tentar sair do corpo, simplesmente porque não é pra todos, mas apenas pra quem tem o dom? Waldo Vieira afirma que a projeção é um trabalho individual, que ninguém pode ajudar. Não consigo acreditar nisso. Seria a P.A. um fenômeno singular no universo, única área onde a ajuda de amigos e pessoas afins seria simplesmente inócua, sem chance alguma de ser eficaz? Absolutamente inacreditável pra mim. O que está me escapando? Se eu recebesse ajuda para os primeiros passos, obviamente me disporia a retribuir para outras pessoas, formando uma "corrente" que levaria a P.A. a mais pessoas. Mas devo ser um otário sonhador, nunca vou conseguir nada porque não acredito que valha a pena tentar algo que você não tem o mais leve indício de que vai ser bem sucedido e ninguém acredita que pode te ajudar.
  13. Olá, Descobri o GVA pesquisando no Google sobre projeção astral. Achei a idéia de uma comunidade voltada para o tema sensacional.