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lgomes

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Everything posted by lgomes

  1. @hogiatHogiat, você já tentou algo como acupuntura, homeopatia ou florais de bach? Te pergunto, pq são tratamentos alternativos e de muita eficácia...pq vão atuar na causa e não no efeito. Eu sou muito ansiosa, e sim...já tive uma crise de pânico há 03 anos atrás...nem sabia oq era aquilo direito, mas só quem passa por isso sabe como é assustador. Naquela fase, eu optei por não fazer tratamento com alopáticos, por receio de me tornar dependente dessas drogas. Fiz tratamento espiritual num terreiro de Umbanda, no qual trabalho como médium até hoje. A acupuntura e os florais me ajudaram muito e sem efeitos colaterais. Independente do motivo que lhe cause o desequilíbrio, (químico, emocional. espiritual) continue buscando ajuda, mantenha-se firme e tenha certeza de que tudo se resolve. Passei uma fase do cão por causa de mediunidade e sinceramente pensei que jamais sairia daquela fase...mas tudo passa meu amigo...tudo passa.
  2. Porque esse tópico era antigo e não recebia comentários desde abril...por isso estava me sentindo no vácuo...e não pela "demora" em obter alguma resposta.
  3. Iogui, obrigada por responder!!! estava me sentindo no vácuo aqui...eheheh Então, eu pesquisei sobre várias possibilidades, mas de fato não havia pesquisado sobre precognição, agradeço pela dica. Esses eventos de precognição tem se tornado bem frequentes...mais dois eventos semana passada...sabe lá o que está acontecendo. Conforme vc mencionou, também já tive experiências com sonhos e intuição. Na adolescência dava até medo, pois me lembro de um sonho que veio a se tornar realidade no dia seguinte, com a mesma riqueza de detalhes que sonhei. Já a intuição é bem presente no dia a dia, se é que é intuição ou sensibilidade à alguma consciência extrafísica.
  4. Olá pessoal, Desenterrei este tópico porque tem acontecido algumas “coisitas” comigo...aliás, tais fatos já aconteciam muito na adolescência e no início da fase adulta...depois tudo se acalmou, até pouco tempo atrás. 1º evento: Bem, estava em um jantar com a família e lá pelas tantas meu marido comentou que no dia seguinte, que seria um domingo, ele iria andar de moto com alguns amigos...ele costuma fazer viagens curtas pelas manhãs de domingo e volta antes do horário do almoço. Neste instante tive um lapso de visão e vi uma moto capotar na estrada, fiquei muito assustada e não comentei nada com ninguém, afinal poderia ser apenas medo se manifestando, visto que não sou muito amiga de motos. Dia seguinte ele foi andar de moto e quando saiu bem cedo, senti aquele aperto no peito e rezei pedindo proteção. Quando foi por volta das 11:30 ele me ligou bem assustado, dizendo que um dos amigos se perdeu na curva e caiu, se machucou muito (ficou quase 20 dias internado após uma cirurgia). Não preciso nem dizer que fiquei assustada, mas não muito surpresa... 2º evento: saio para trabalhar às 07:00 e cada vez que passava por um cruzamento, tinha uma visão de batida de automóvel e chegada até a ouvir a freada e o barulho...fiquei muito assustada, porque trânsito é complicado...por mais que vc cuide, tem uma galera bem irresponsável por aí...mas comecei a ficar mais atenta. Numa noite de sábado, estava saindo com meu marido para jantar, quando de repente o carro da frente freou bruscamente e acabamos batendo na traseira...as visões vieram em minha mente na hora...felizmente apenas o susto e perdas materiais... 3º evento: estava arrumando a casa e por duas vezes tive visões de sangue no chão, pensei meu Deus...o que será agora...fiquei bem esperta, afinal as visões anteriores antecederam fatos que se concretizaram. Mas que dúvida... fui lavar louça e acidentalmente derrubei um pote de vidro que cortou meu braço profundamente, (mais 1cm e teria cortado meu pulso), foi terrível...e sangue pra todo lado. Premonição, visão remota, clarividência viajora...alguém já teve experiências semelhantes?
  5. Pois então, tenho um amigo que trabalhava nas mesas kardecistas e foi trabalhar em um terreiro de umbanda. Antes de "treinar" digamos assim, ele tinha sérios problemas de incorporar em casa e muitas vezes era bem involuntário, algo que a meu ver seria como uma possessão. As vezes incorporava sabe lá quem, e esse "sabe lá quem" dava bronca na família, era aquela lavação de roupa suja...ehehehe. Todo médium "destreinado" acaba ficando sujeito à interferências nem sempre agradáveis...isso eu digo por experiência própria. Quando tem vícios então, a coisa piora. Eu não tenho vícios, mas aprecio um bom vinho e antigamente tomava uma, duas garrafas tranquilamente..ficava alegre, mas nada grave...entre uma conversa e outra, a coisa fluía. Comecei a perceber que cada vez que bebia dormia mal, tinha pesadelos...ou estava em lugares tenebrosos, ou existia alguém tentando me bulinar...ah, mas foi rapidinho que mudei meus hábitos..duas taças e não se fala mais nisso...ehehe Lembro que uma noite, voltava de um churrasco com meu marido...foi numa chácara bem afastada...e lá pelas tantas no meio da estrada escura, eis que surge um homem de cabelos negros, terno preto e uma longa capa preta e verde...nos olhamos e achei super normal, não me dei conta do que tinha visto...até hoje não sei direto o que vimos, mas o fato é que ... eles sempre estão entre nós....
  6. Exato! mas isso não impede o médium de trabalhar com outro Exu. Quando entrei na Umbanda camboneava um médium que trabalhava com o Exu x, quando ele fez o trabalho de confirmação veio o Exu Y...que explicou que aquele Exu x era uma espécie de desenvolvedor, para preparar o médium para trabalhar com Y que é um chefe de Falange. Então ele passou a trabalhar somente com o Exu Y. E é muito nítida a diferença entre os dois...o médium sofria para incorporar, pq a vibração era bem diferente...para eu que era cambone era até divertido, pq o Exú x era muito querido, bem descolado...bem vida louca...ehehe, já o falangeiro, um Cavalheiro que sempre me cumprimentava com um beijo na mão. O meu pai de santo trabalha com dois Exus,o que toma a frente é falangeiro, então quando ele risca ponto, risca dos dois, na frente da tábua, risca o de frente, nas costas...risca o do outro. Como diz ele...risco dos dois pra não dar confusão...eheheh
  7. Vou me enfiar aqui na conversa...ehheheh Eu também tô nessa...ainda consumo carne, mas todo dia aquela voz interna chamada consciência me chama a rever essa situação...e não tem um dia sequer que eu não pense a respeito na hora das refeições. A verdade é que é um hábito tão enraizado, que é difícil mudar...mas lógico que não é impossível. Acredito que deixar de consumir carne seja um grande passo evolutivo sim, por várias questões e principalmente pela questão de respeito aos animais, pois enquanto acreditarmos que temos "direito" de consumir carne, mantemos uma posição egoísta e bem sádica por sinal. O Sandro também já me mandou uns links de vídeos, estão salvos aqui nos meus favoritos...mas confesso que tenho medo de assistir...#hipócrita , uma hora tomo vergonha e assisto, enquanto isso vou me reeducando e reduzindo o consumo. Lógico que se tornar vegetariano e manter outros hábitos nocivos não resolve...mas dando um passo de cada vez, em algum momento a gente consegue sair do lugar.
  8. Compartilhando um trecho (legendado) de uma palestra ministrada pela Nanci Trivellato.
  9. Pois então...tudo é possível neste mundo...eheheheh Eu não sou uma pessoa experiente em projeção, mas penso eu...será que esse lance de fechar os olhos, não é mais uma questão de condicionamento nosso? ou quem sabe de percepção...de repente o que acontece nem é o abrir e fechar de olhos, mas sensação de abrir e fechar...não sei se estou sendo clara...mas no meu caso a coisa foi tão natural que eu posso ter associado o lapso de tempo (escuridão) entre mudar de um ambiente para outro... com o abrir e fechar de olhos...mas é só suposição... Mas que funcionou...funcionou!
  10. Vixi Maiza, não sei se vou ajudar ou tumultuar... Eu não me projeto com frequência, pelo menos não que eu me lembre...ehehe, mas normalmente eu vejo o meu corpo deitado sim, mas claro que já aconteceu de não ver. Outra coisa, eu já consegui fechar os olhos e mudar de ambiente...e sim, estava projetada, pq vi a decolagem e vi meu corpo dormindo ali bem faceiro... Ocorre que cada vez que decolava sentia receio de andar pelo corredor da mina casa...tinha medo de ver algo ali e me assustar e perder a projeção...daí fiz um curso no IIPC onde me ensinaram a técnica de alvo mental, que consiste em se concentrar no local para onde deseja ir...isso pode ser feito antes de se projetar ou após projetado. Conversei bastante com o Sandro também...que me deu boas dicas. Não deu outra, acordei de madrugada em catalepsia, decolei e com receio de entrar no corredor, fechei os olhos e me concentrei lá fora, no meu jardim...quando abri os olhos ainda estava no corredor...na segunda tentativa, quando abri os olhos, estava lá fora, ao lado do meu pé de caqui e o sol estava alto...detalhe, minha projeção foi de madrugada. Mistérios da meia-noite...
  11. A identificação é energética, se dá pela frequência vibratória do médium e principalmente pelos seus pensamentos. Pensamentos aumentam ou diminuem sua vibração, pensamentos produzem correntes elétricas e mentais que geram campos eletromagnéticos...esse campo atrai ou repele determinados tipos de espíritos. Os espíritos não precisam ver seus chackras, precisam senti-los...nas técnicas de projeção e de incorporação, você não precisa ver seus chacras, mas precisa senti-los, certo? e quanto mais energia você movimenta, mais aumenta sua sensibilidade. Tem outros fatores que também interferem nessa questão mediúnica, dentre eles a temperatura do ambiente, quanto mais frio melhor...a temperatura do corpo do médium, quanto mais frio melhor...e até pressão arterial interfere, já li que muitos médiuns tem hipotensão...que é o meu caso, minha pressão é de normal a baixa...bem baixa...o que favorece certa passividade para manifestações. Penso que a chave está aí, é a frequência vibratória que você emana...que atrai ou repele. Eu sinto alguns espíritos com muita clareza...outros, simplesmente não sinto. Semana passada no terreiro, foi feito um trabalho de desobsessão...temos lá médiuns específicos pra isso...eu estava do lado acompanhando tudo e não senti nada...porque certamente minha frequência era diferente da daquele espírito.
  12. Pois então, pra tudo sempre existe uma primeira vez...ehehe. Sorte que os peladoes sumiram de vista quando voltei ao corpo...eu tenho catalepsia frequentemente...ia ser tenso! hahaha.
  13. Sim, isso mesmo...na verdade qualquer espiritualista deveria colocar isso em prática né?
  14. Eita que lá vem assunto complexo e até polêmico... Oferenda/Entregas/Amalás (como chamamos na Umbanda) se dá de maneira muito diferente na Umbanda e no Candomblé...e as pessoas em regra fazem uma baita confusão e misturam tudo. No Candomblé se cultam Orixás...forças/energias da natureza...na Umbanda se cultuam Caboclos, Pretos-Velhos, Crianças, Boiadeiros, Povos Orientais, Ciganos, Baianos, Exús, Pomba-Giras, Marinheiros e por aí se vai...são seres que viveram aqui na Terra e que estão próximos de nós. A comida de santo feita numa roça Candomblé é outra coisa...tem dia certo, comida certa, ritualística, cantiga...cada orixá come diferente, varia o local de entrega e por aí se vai...e ainda tem a polêmica dos sacrifícios de animais que até já foi debatido aqui no fórum em outro tópico. Na Umbanda a ritualística é mais simples...frutas, flores, velas, algumas comidas cozidas, charutos, bebidas...claro que para cada santo/entidade tem suas especificações, varia o tempero, o tipo de fruta, a cor das velas, a bebida ofertada...e segue o baile. Fazemos entregas para cultuar, para pedir, para agradecer...os espíritos se utilizam daquela energia e a canalizam para os trabalhos. Tem um livro bacana mas é do ponto de vista do Candomblé, eu li na adolescência, mas pra quem quer pesquisar mais, fica a dica: http://www.pallaseditora.com.br/produto/Santo_Tambem_Come/69/ Dentro das religiões de origens ou vertentes afro, as oferendas são necessárias, mas tem gente que exagera...lembro de um texto bem bacana que li esses tempos, não lembro a fonte, mas dizia assim: Um grande Caboclo dirigente de um terreiro de Umbanda ao sempre se deparar com médiuns e assistência lhe perguntando sobre qual oferenda se deveria entregar no dia de determinado Orixá, resolveu então passar uma receita básica que pode ser utilizada para qualquer Orixá ou Entidade. Vamos a ela: “Material necessário: · 01 pacote de amor, em pó, para que qualquer brisa possa espalhar entre as pessoas que estiverem perto ou longe de você; · 01 pedaço (bem generoso) de fé, em estado rochoso, para que ela seja inabalável; · Algumas páginas de estudo doutrinário, para que você possa entender as intuições que recebe; · 01 pacote de desejo de fazer caridade desinteressada, em retribuição, para não "desandar" a massa. Modo de Preparo: Junte tudo isto num alguidar feito com o barro da resignação e determinação e venha para o terreiro. Coloque em frente ao Gongá e reze a seguinte prece: "Pai, recebe esta humilde oferenda dada com a totalidade da minha alma e revigora o meu físico para que eu possa ser um perfeito veículo dos teus enviados. Amém." - Pronto! Você acabou de fazer a maior oferenda que qualquer Orixá, Guia ou Entidade pode desejar ou precisar: Você se dispôs a ser um MÉDIUM!”
  15. Pois então, foi a primeira vez que tive uma experiência assim, porque normalmente ou fico em catalepsia e não saio...ou faço o EV e saio rapidinho...mas presa pela cabeça foi interessante! eheheeh Sempre que lia sobre Trendelemburg ficava assustada, imaginava que seria terrível, mas que nada...foi engraçado pq minha cabeça continuou olhando para a frente e o tronco, braços, pernas para o alto...ehehehe.
  16. Olá pessoal, faz um tempo que não publico no fórum, semana passada tive uma experiência bem conturbada e gostaria de compartilhar. Acordei de madrugada lá pelas 02:00 e quando comecei a dormir me veio um: Ei, vamos tentar sair? Pensei: Ai caramba, essas projeções de madrugada me deixam cabreira...mas vamos lá. Fiz a MBE durante um bom tempo e nada de EV, pensei...vou deitar de lado e vou dormir...bastou virar e entrar em catalepsia. Não vi a decolagem como das outras vezes, mas me vi num outro ambiente desconhecido...quando dei por mim vi dois homens nús vindo em minha direção...pensei: Epa, aqui não! Ahahahah e saí em disparada e os dois atrás de mim. Os olhos dos sujeitos eram completamente negros. Voltei ao corpo assustada, afinal nem estava pensando em sexo ou algo do gênero, fico me perguntando como entramos ou somos levados à estas faixas...enfim...fugi...ehehh Entrei novamente em catalepsia, quando vi e senti conectarem dois cabos na minha cabeça, (vi a mão do sujeito) um atrás da orelha e outro no pescoço, isso sim me assustou mais que os peladões. Forcei um EV e pra minha surpresa fiquei presa pela cabeça (efeito dos conectores? sabe lá Jesus) se não me engano chama-se TRENDELEMBURG, é uma situação esquisita e até engraçada, enfim, deitei novamente e saí em torvelinho...girei, girei...e tive um sonho estranho, alguém que não conheço dizendo que era um amigo, mas quando percebi que era fria...acordei. Resumindo, projeção que é bom nada...mas os enroscos no caminho...eheheheh, de qualquer maneira, fica a experiência.
  17. Sem querer me estender, mas gostaria de fazer alguns comentários: @albaman, não existe um livro que seja a bíblia do Candomblé, assim como tem no Espiritismo ( O Livros dos Espíritos - Allan Kardec), todos os livros contribuem para registro de um conhecimento, porém os fundamentos mais importantes não foram publicados, não podem ser... porque senão o candomblé perderia sua essência. O Candomblé é uma religião de origem africana, que também é praticada no Brasil..tenho algumas sugestões de livros, mas são raros de encontrar pois a maioria está esgotado. CANDOMBLÉ: A PANELA DO SEGREDO , MITOLOGIA DOS ORIXÁS – REGINALDO PRANDI , ORIXAS – PIERRE FATUMBI VERGER, O CANDOMBLÉ DA BAHIA – ROGER BASTIDE O Candomblé é uma religião muito rica em conteúdo, em história, lendas...mas o conhecimento mesmo é passado de geração em geração, somente aos iniciados e depois de um bom tempo de casa...pra ser mais exato...lá pelos 07 anos. Como o Iogui já mencionou e não serei repetitiva, Ekédi é cargo de Candomblé, logo não é abordado em livros de Umbanda. Ekédi é um cargo feminino dado pelo Orixá, ou seja, não é escolhido nem pelo pai, nem pela mãe de santo...é um cargo de confiança que vem predestinado...pq para a Ekédi o ritual de iniciação é diferente (ela sequer tem sua cabeça raspada, como os demais tem) e para ela não se tem segredos...como se tem para os iniciados nos primeiros anos de casa. Por falar em livros de Umbanda, apesar de gostar de Robson Pinheiro, Rubens Saraceni e Norberto Peixoto, bons mesmos são os livros mais antigos e mais técnicos...esses que só são encontrados em sebos, como por exemplo os do Rivas Neto (Mestre Arapiaga), eu tenho um sobre Exú e os Arcanos que foi publicado em 1950...pena não existir mais pra vender. Agora, dentro do tópico sobre incorporação, tem um do Alexandre Cumino: Médium - Incorporação não é Possessão. http://www.madras.com.br/portal/index.php?option=com_virtuemart&page=shop.product_details&flypage=flypage.tpl&product_id=1511&Itemid=40&vmcchk=1&Itemid=40 Na linha espírita, um amigo indicou o "Técnica da Mediunidade" do Carlos Torres Pastorino, que não li ainda, mas disseram que é muito bom. Lógico que está esgotado...pois foi escrito em 1968.
  18. Vixi Sandro...agora tu "avacalhou" com tudo...ahahahha
  19. Ahaahah e eu imaginei um urso Ewok.
  20. Sem querer prolongar esse assunto de Ekedi..até mesmo para não sair muito do tópico...mas já que estamos falando de incorporação, vamos que vamos... Até onde me disseram, Ekedi é médium, mas não de incorporação...ela pode desenvolver outras faculdades. Se é definitivo e pode mudar essa situação (de não incorporar) não sei...penso que até o dia da confirmação muita água rola...até santo pode mudar né, mas sabe lá...O que sei é que alguém está equivocado, ou o pai de santo, ou os caboclos com que consultei (claro que nos dois casos, pode ser má interpretação do médium em questão)...basta saber quem...hehehe. Eu fico aqui pensando, como devem existir casos assim...a pessoa pensa que é médium de incorporação e na verdade, é puro onirismo....ou sofre com a vibrações que antecedem o transe e fica na mesma, porque na verdade pode ser que tenha outro destino...missão...sei lá. Uma hora dessas peço pra outra pessoa jogar...vamos ver se confirma ou não...#medo!
  21. Hummm, agora você entrou num campo que me interessa...você disse que é necessário receber o chamado do Orixá, ou seja ser médium...e nos caso das Ekedis? Quem é Ekedi não incorpora, até aonde sei é posto de alta hierarquia no Candomblé. Pergunto isso, porque esses tempos, devido às dúvidas, fui jogar búzios com o pai de uma amiga...o que ele me disse??? Que no jogo dele eu aparentemente seria uma Ekedi....pense no rolo, afinal eu sinto a vibração na Umbanda... Conversei com pelo menos quatro caboclos e me disseram que não procede...que incorporo sim e que cada um desenvolve no tempo certo... Fiquei com a pulga atrás da orelha!
  22. Sim..sim...esse vídeo é bem conhecido e acredito que o acoplamento se dê por aí mesmo...sei que talvez no Candomblé a coisa mude um pouco de figura, porque lá não é incorporação, é transe...o @Iogui que me corrija... É Sandro, é por aí mesmo...é difícil distinguir naquele momento o que é seu, o que é do espírito...e acredito que no dia a dia isso aconteça frequentemente sem que a gente se dê conta...ainda mais naquele torpor do atabaque...a coisa pega fogo...ahahaha E tem outro caso, esses tempos eu estava no terreiro, chamaram a linha do Oriente, onde podem vir orientais, curandeiros e médicos, inclusive tem casos de médicos que atuam nas mesas kardecistas e que aparecem por lá...eheheh. Eu não sentia a vibração de incorporação, quando de repente um caboclo se aproximou e me disse...vá trabalhar, vá dar passe de cura...e eu respondi: Eu? Capaz! eu nem incorporada estou...nem sinto nada com coisa nenhuma...e ele me disse: Não se preocupe, ele está do seu lado e vai acoplar na hora do passe. Fiquei cabreira,mas fui lá...bastou posicionar as mãos e senti as mesmas formigarem e esquentarem...ou seja, ele (sei lá quem estava ali)...ou seja, nem eu sabia que na Umbanda, era possível trabalhar assim...a gente pensa que tudo se resume à incorporação. Neste caso, eu não estava incorporada, mas sentia que havia alguém ali me orientando e ajudando. Ah e detalhe, esses dias eu descobri que a forma como posiciono as mãos, é igual a forma que o Waldo posiciona as mãos como no Arco Voltaico...coincidência...
  23. Porque deu vontade...basta saber se era minha ou dele...ahahaah Parece estranho né?! É que o processo acontece tão rápido que não dá pra distinguir...e pra ajudar, como sou consciente, eu sinto muito a "pegada" pelos chackras inferiores, pelo superiores não... Complicado né...
  24. Bem, ando meio ausente do fórum...mas gostaria de comentar um pouco sobre minha experiência pessoal. Eu frequento a Umbanda há aproximadamente 21 anos, mas resolvi trabalhar em um terreiro há dois anos. Assim como no caso do Iogui, foi um Exú que abriu o jogo e disse que já passava da hora de eu vestir o branco. Naquela época, eu estava passando muito mal...tinha crises de pânico, não dormia, entre outras coisitas mais...daí resolvi entrar para o terreiro. Eu sou médium sensitiva desde criança, sinto as aproximações, o ambiente...as energias, não escuto vozes, mas canalizo oq querem me dizer, e de uns tempos pra cá, tenho lapsos de visões...oq me causa certo incômodo e receio. Mediunidade é uma faculdade que se manifesta de maneira diferente em cada um...o que se aplica para mim, provavelmente não se aplicará para o outro, pelo menos não em todos os aspectos. Eu sou bem crítica e questionadora, até hoje não sei se incorporo mesmo...eheheh, levo cada solavanco das entidades e ainda assim questiono se foi eu ou ele, mas acho saudável a gente se questionar para não cair em misticismo ou onirismo. Mas foi assim, depois que passei pelo “ritual” de entrada na Umbanda, eu já estava autorizada a incorporar...tem gente que acontece rápido, outros levam anos e outros nunca sentem. Eu me lembro que era um trabalho de Caboclo e que chamaram os de Oxóssi, que é um dos que eu trabalho...fechei os olhos, senti como se entrasse num rio, senti a água subindo pelos pés, bem gelada...me assustei, quando de repente senti perfeitamente alguém parar do meu lado esquerdo e era bem alto...abri os olhos e não tinha ninguém...sei que era ele! Pensei: Meu Deus, que tamanho tem esse Índio? Ahahahha. Não levou muito tempo as mãos começaram a trepidar, a respiração ficou ofegante, senti uma força, uma coragem...me joguei de joelhos no chão e bati com as duas mãos fechadas no peito...era o Caboclo, não restaram mais dúvidas. Com os Exús a história é um pouco diferente, não sei se o que senti foi um Exú ou se foi uma pomba-gira muito brava, mas isso que Iogui falou de rosnar e as mãos se assemelharem a garras é bem comum, também senti assim. Naquele dia eu senti a vibração, mas não conseguia dar passagem, até que um Exú veio encostou a cabeça dele na minha...caraca, foi um solavanco só, saí virada pelo terreiro...ehehehe. Eu sou médium consciente, sei que a maioria é...salvo algumas situações em que o transe te tira a consciência...isso me gera alguns questionamentos devido à minha interferência e onirismo (que todos temos)...mas, nada como o tempo e a prática pra elucidar certas dúvidas.