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lgomes

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Everything posted by lgomes

  1. Ah @sandrofabres, eu não ia te cutucar...mas eu não me aguento...eheheheh Olhe, eu acho "competente" uma qualidade indispensável para quem se propõe a fazer trabalho mediúnico, (qualquer trabalho na verdade) mas ...as vezes, prefiro usar a palavra experiente...dedicado...pq todo mundo se lasca, quando se dispõe a fazer algo novo e só a prática vai te trazer controle e bons resultados, não é mesmo? E médium novo se lasca muito...eheheheh pq não tem controle, trepida mais que carroça velha em estrada esburacada...ahahah Pelo que tenho estudado e algumas situações que vivenciei, o trabalho energético (mbe) e chackras limpos facilita sim a incorporação...pq aumenta a sua sensibilidade energética e a sua percepção. Pelo que o próprio Wagner Borges diz, o EV é uma maneira extremamente eficaz de te proteger e afastar consciências que pretendem se aproximar de maneira maliciosa, seja projetado ou não...por isso fazer a mbe durante a sessão espírita não te permitiria "incorporar". Quanto às energias específicas das entidades...só o tempo vai te permitir identificar, tem entidades que eu sinto outras não...algumas vem leve, outras não...só vou citar um exemplo rapidinho de como acontece comigo: Preto Velho, sinto pressão muito forte bem na base da coluna e as mãos tremem bastante, pq é sabido que eles incorporam de maneira inclinada, pq são velhinhos...tem entidade que eu simplesmente não incorporo...não sou do tipo que fica estrebuchando no chão...ahahah, mas vai que um dia acontece...quem tá na chuva, pode se molhar. Estude, pesquise, eu reforço minha opinião acima...se vc for médium (pelo jeito é) essas coisas vão continuar acontecendo e vc precisa aprender a lidar com isso, gostando ou não..pense num clarividente, vai que estudar e ralar pra trabalhar com isso da melhor maneira possível...não é mesmo? se projetar para tentar identificar seus guias é uma ideia ótima, mas eu ficaria bem desconfiadas se seriam eles mesmos ou não...o medo faz parte de qualquer processo de aprendizagem.
  2. Pois é, não sei bem se seria um preto velho (mas bem mal humorado, cá entre nós...eheheh) talvez até fosse...mas eu gostei da ideia do gnomo, acredito que exista tanta coisa neste mundo, que a gente sequer imagina...rsrsrs Ah, com certeza ele não faria um mal desses pro menino...kkkk, mas ele precisava ser bem convincente se quisesse manter as flores a salvo...rsrsrs
  3. Olá @jpmendes, vou dar um pitaco aqui.... Estado vibracional (EV) é bem diferente da vibração que vc sente antes de incorporar...no EV eu sinto exatamente como Sandro relatou acima e não arrisco opinar muito, pq a projeção astral ainda é um assunto novo em minha vida, apesar de ter sintomas desde criança. A vibração de incorporação é mais turbulenta digamos assim, é claro que varia de médium para médium, uns tem vários piripaques e não incorporam, outros caem e não se levantam (já vi muito disso) e outros tem uma facilidade incrível...agora, sabe lá que tipo de entidade está tentando se aproximar de vc, pq na Umbanda , assim como Kardec, podem vir espíritos em busca de ajuda..e normalmente a coisa é bem turbulenta. Eu já senti enjoos terríveis, pensei que teria que sair correndo pro banheiro...e logo que passou aquela fase, a coisa se estabilizou. Quem sabe não seria interessante vc buscar entender melhor o que acontece, de maneira leve...equilibrada... percebi que vc não se sente muito a vontade com a idéia de incorporar seja lá o que for, mas...penso eu, que se você é médium de incorporação, existe uma grande probabilidade dos tremores continuarem, até que vc encontre uma maneira de lidar com isso....
  4. Olá @DAIVIDRC, muito interessante seu relato, me fez lembrar de uma experiência que aconteceu com um médium do terreiro que frequento, não está relacionado à projeção, mas acredito ser um relato bem interessante e válido. Segue: O Jardineiro Misterioso É maravilhoso saber que a Umbanda considera a existência desses seres encantados, ampliando o universo invisível em evolução junto com o nosso visível. Eu estou com 9 anos. O ano é 1966 e minha vida é perfeita. Tenho muitos amigos, em especial o Leopoldinho e o Epitácio. Um louro, um negro e eu um “quatro olhos” por causa dos óculos. Era bom demais. Andar de bicicleta, jogar bola de gude, soltar pipa, tomar banho na piscina, fazer música com bateria de latas de cera, tomar picolé de groselha, conhecer todo mundo na cidade, andar em cima dos muros e telhados das casas, comer frutas colhidas por nós mesmos. Tudo era felicidade. O quintal da minha casa era uma verdadeira chácara dentro da cidade. Meu pai chegou a manter uma pequena granja naquele espaço. Eram pés de laranja de 3 ou 4 qualidades, limão, goiaba, figo, fruta do conde, parreiras de uva, mamão, pêssego, jabuticaba, melancia, abacate e muito mais. Além dos canteiros de hortaliças e também os canteiros com as flores que minha mãe apreciava. Precisávamos de vários funcionários domésticos e acabava que eu não sabia quantas pessoas trabalhavam lá em casa. Durante um tempo me chamou atenção um jardineiro muito mal humorado que cuidava dos canteiros de flores. Nunca o vi falar com qualquer pessoa e nem me respondia quando eu lhe perguntava alguma coisa. Sempre me olhava estranho. Achava engraçado aquele gorro vermelho que ele usava, sua barba muito branca e o jeito como fumava seu cachimbo rústico. Usava umas roupas velhas que pareciam ser sempre as mesmas. Um dia vi que o canteiro estava muito bonito. Lindas margaridas vicejavam com suas enormes pétalas brancas com aquela coroa amarela no centro. Não resisti. Pensei naquelas histórias de fazer um pedido -acho que queria um caminhãozinho de madeira- e comecei a arrancar as pétalas, entre um sim e um não para saber se ia dar certo. Aconteceu que não obtive a resposta que eu queria ao despetalar a primeira margarida. Não tive dúvidas! Ajoelhei-me de novo no canteiro, peguei mais uma e comecei a buscar o “SIM”, única resposta que me servia. Todavia, antes que eu cometesse mais alguma violência contra aquelas flores, o jardineiro do gorro vermelho apareceu de repente ao meu lado. Levei um susto, pois não sabia de onde surgira. Olhei para ele com raiva, pois eu sempre detestei levar susto. Quando fui resmungar ele me olhou com mais raiva ainda e disse que se eu continuasse a machucar as flores do seu canteiro ia me capar! Aos 9 anos já sábia o significado da palavra capar. Fiquei apavorado. Saí correndo e fui reclamar do velho com a minha mãe. Mamãe me surpreendeu dizendo que não havia um jardineiro com essa descrição em nossa casa. Fiquei indignado e pedi a ela que viesse comigo para eu lhe mostrar o velho que sempre estava lá cuidando do jardim. Minha mãe até me acompanhou, mas de fato não havia mais ninguém lá. Fiquei confuso. Descrevi detalhadamente o velho para minha mãe, mas ela disse que nunca alguém com aquela descrição haviam entrado em nossa casa. Aí eu fiquei com medo e não quis levar a história à frente, pois se meu pai achasse que era mentira, o castigo não compensava qualquer boa história. E quem iria acreditar em mim se minha própria mãe não acreditou? Durante muito tempo fiquei vigiando o jardim para tentar flagrar o velho ameaçador. Nunca mais o vi, mas também nunca mais mexi naquele jardim e respeito muito até hoje as flores e a natureza (no fundo acho que ainda tenho medo que ele venha me capar!). Depois de muitos anos, fui visitar um casal de amigos que retornava da França, após um 30 dias de férias. Nossa conversa foi animada pelo relato deles sobre toda a beleza da cultura, dos castelos, da vida moderna na França, da força da sua democracia, as lindas paisagens e etc. Considerando que estávamos no ano de 1982 com o Brasil ainda sob o jugo da ditadura militar, tudo que ouvia era fascinante, especialmente as diferenças culturais e tecnológicas existentes entre os países. Num dado momento da conversa eles resolveram mostrar as compras que fizeram. Entre elas estava um livro com lindas gravuras de duendes e gnomos. Qual não foi meu espanto! Logo na capa do livro, destacava-se o maior de todos e que era exatamente o meu antigo jardineiro, aquele que ia me capar! É maravilhoso saber que a Umbanda considera a existência desses seres encantados, ampliando o universo invisível em evolução junto com o nosso visível. Tenho a certeza da existência desses seres, como temos das Ondinas de Iemanjá que tanto nos ajudam, bem como que para o crescimento espiritual precisamos respeitar a vida e a natureza. Afinal em cada espaço em nossa Terra pode existir outro LAR que nossos olhos nem sempre percebem. Quanto a mim, jamais direi para uma criança que Papai Noel não existe, pois no Natal daquele ano eu ganhei o meu caminhãozinho! Paulo Braz http://www.paimaneco.org.br/textos/varios-autores/o-jardineiro-misterioso
  5. Pois é, esse negócio de catalepsia é complicado. As vezes, eu me deito, entro naquele famoso estado hipnagógico e na dita catalepsia de maneira muito rápida, mesmo sem fazer técnica...sempre fico com receio de aparecer algum espírito ali, tentar "me bulinar" ahaha e eu não conseguir nem sair, nem me mover...gente, que sufoco.... Muitas vezes tenho Ev's violentos sem ter feito técnica, tenho o balonamento e logo apago. Outras, logo que entro no estado hipnagógico, começo a ter visões (com os olhos fechados), ouço conversas e me vejo descendo um túnel numa velocidade absurda...ou então entro num elevador que se movimenta de lado....e apago de novo. Mas infelizmente até hj não tive uma projeção que eu pudesse descrever do início ao fim, técnica, saída, a experiência lúcida, o retorno...é sempre tudo fracionado...pelo menos por enquanto...
  6. Exatamente @sandrofabres! Certeza não dá pra ter de nada...mas eu acredito que seja por aí!
  7. Pois então, de acordo com o @sandrofabres, mesmo que supostamente não te acessem via mediúnica, podem acessar os que estão ao seu lado e te perturbar indiretamente...e outra, sabe lá o karma que cada um carrega, de repente é até provacional que vc precise encarar esses obsessores, afinal só se supera um problema encarando-o de frente, não é mesmo?! Conheço médiuns do terreiro que fazem terapia e que desenvolvem suas atividades mediúnicas da mesma maneira...agora, em tese, estariam fingindo que estão incorporados? Não consigo ver dessa maneira, eu pessoalmente não acredito que a mesma regra caiba pra todos...
  8. Vixi, tava aqui pensando, mas e o sujeito que faz terapia e conta todos os podres/medos pro terapeuta/psicólogo? tá lascado?
  9. Esse negócio de medo é triste! também sofro com isso, principalmente pq tenho a dita catalepsia...e sempre me assusto. Hoje à tarde aconteceu novamente...eu não tenho o hábito de dormir a tarde, porque compromete meu sono a noite, então estava estudando por volta das 16:30 quando entrei no site do ippb do Wagner Borges e lá achei um material onde ele falava sobre mentalizar luz laranja no chackra umbilical, a fim de neutralizar alguns sentimentos e sensações ruins...como o medo por exemplo (ele recebeu esse orientação pela clarividência). Acabei de assistir e me deu um sono..."sono da morte" como diz o Saulo...eheheh, um negócio que vc não consegue controlar, se estivesse dirigindo teria que parar em algum lugar com certeza! Só deu tempo de pegar meu travesseiro e correr pro quarto de visitas...sim, pq eu queria me deitar sozinha...capotei..rsrsrs. Acredito que depois de uns 30min, acordei em catalepsia e tendo um EV violento, senti minhas mãos se debaterem, inclusive acordei com a pancada que dei na parede. Acordei, respirei, deitei de novo, novamente a catalepsia e o EV, tentei acelerar o EV para tentar decolar e nada...e daí comecei a sentir muito medo...pq a sensação é de impotência...vc não consegue decolar, não consegue de mexer...ah, lembro de visto meu gato entrando no quarto e sabe lá oq ele viu...vi ele saindo correndo do quarto...pensei: Meu Deus, se o gato correu..oq será que ele viu? ahaahah Ao mesmo tempo algo me dizia, "não tenha medo, ninguém vai conseguir se aproximar de vc agora, por causa do EV, então meio que me tranquilizei... Sei que fiquei nesse vai não vai...vai não vai....e o medo não me permitiu ir mais longe. A única coisa que me intriga é: a catalepsia foi na saída, (frustrada por sinal) ou no retorno...pq logo que deitei eu dormi, vai que de repente fui resolver alguma pendência e acordei em catalepsia no retorno...ahahah Mistérios da meia-noite
  10. Pois é, eu ainda estou nesta fase...eheheh, fora o efeito gangorra...vai não vai...vai não vai...eheheh e quando vai...eu apago. O negócio é treinar...que uma hora vai certinho.
  11. Sim @MichelleA, sempre tenho esses arrepios ao longo do dia, ou ao entrar em determinado ambiente. Acontecem de maneira involuntária ou não...posso produzi-los se quiser...mas acho bem diferente do EV. O Ev pelo menos pra mim, é muito mais forte, quase um choque.
  12. Sim @MichelleA, infelizmente acontece sim...mas faz parte né...eu percebo quando o clima muda aqui em casa, dá-lhe MBE, reza, mantra, defumação e um bom "jogo de cintura"...rsrrrsr
  13. Saulo, da próxima vez, procure a pessoa certa...ehehehe
  14. Eu sou apaixonada por mantras, sempre que preciso recorro à eles...e sempre funcionam!
  15. Minha colega de trabalho passa por isso o tempo todo em relação às horas, isso quando não vê uns negocios diferentes passeando po lá. ..eheheh Mas eu tenho essa folia com o 7 assim como o Saulo, nasci em 16-07 rssrsr e esse número me persegue também.
  16. Seja bem- vinda! Eu também descobri os faqs do Saulo num dia ruim....ehhhh no meu caso foi um sobre consequencias de não usar a mediunidade...pra mim foi um tapa na cara...ahhhh e depois começaram as projeções.
  17. Entendo Sandro, mas como é difícil! Eu percebo que na minha vida um certo padrão está se repetindo, com uma determinada situação, que me tira a paz e vai de encontro com o que eu sou...então aceitar é difícil, pq iria de encontro com meus valores...bater de frente, sinto que não funciona muito, pq a situação persiste, fugir não resolve, pq com o tempo, acontece de novo! Refletindo aqui com meus botões, já pensei sim, que não estou errada por não querer conviver com certas pessoas/situações, mas PRECISO quebrar esse padrão..esse "elo" como vc mencionou, para me libertar dessa situação e de um determinado tipo de pessoas, para que a coisa desapareça. Como diz uma amiga...o leite só ferve quando vc não está cuidando...desapega que as coisas fluem... Quem sabe eu preciso ser mais tolerante, mas tolerar coisas erradas me torna um deles, certo? é a eterna luta do rochedo contra o mar...e quem se lasca são os mariscos..rsrsrs Pois é @jonathasmoraes, tá aí uma coisa que nunca me aprofundei, em paradoxos...li um pequeno texto sobre Wuwei e achei bem interessante, pelo pouco que li me parece que o fazer pelo não-fazer, seria algo como deixar fluir...não tentar controlar tudo (eu nem sou controladora...tá só um pouquinho...eheheh). o que percebo é que, me sinto testada o tempo todo, ou eu aprendo de uma vez, ou vou continuar a dar murro em ponta de faca, isso está bem claro pra mim...ai, haja florais de bach..
  18. Nossa que difícil né, digo pelo que vejo na minha família, meus pais são separados desde 2001, ele até hoje optou por não morar com ninguém, mas tem uma namorada. Minha mãe conheceu alguém se casou novamente e o casamento durou uns 12 anos penso eu...depois disso, ela ficou um tempo sozinha e agora tem um namorado...mas, é visível que não é um relacionamento saudável, mas ela insiste por medo de ficar sozinha. Detalhe, ela é independente financeiramente, trabalha, tem sua casa, sei lá, daí fico pensando aqui com meus botões, como isso é triste! pq caramba, nenhum relacionamento vale isso, ela não suporta a idéia de solidão, então tudo que não viveu na juventude, devido à um relacionamento opressivo, busca viver agora....lá em casa parece que eu sou a mãe e ela, minha filha...ahahahah Mas uma coisa é certa, relacionamentos são provacionais! ahahahah
  19. Certo, sei que nós mesmos atraímos nossas experiências devido às energias que emanamos, já dizia Kardec que semelhante atrai semelhante...mas e quando atraímos pessoas e situações que contrariam o que somos, o que pensamos e a maneira como agimos? Lei de atração? Confesso que não consegui ler o livro inteiro, alguma coisa ali não me convenceu, mas pelo que lembro, o livro enfatiza que atraímos aquilo que pensamos/focamos, seja bom ou ruim. Mas então é só pensar em coisas boas... mas aí percebo que entramos em uma outra ceara, como dizia Jung: “Tudo que você resiste, persiste”. Tente não pensar naquele negócio..ah sim, vc vai pensar naquele negócio o dia inteiro ...rsrsrrsrs Sei que tudo é aprendizado e se atraímos algo que não queremos, é para aprendermos com isso, ou enlouquecermos com isso ...eheheh (brincadeirinha). Enfim, alguém já leu ou vivenciou algo interessante neste sentido?
  20. Bacana! parece interessante! Dicas de livros são sempre bem-vindas!
  21. Obrigada Sandro, imaginei que tivesse dedo seu nesse negócio. ..rsrsr era essa foto que eu ia usar mesmo!
  22. eu hein....juro que a tela nem abria...e agora quando acessei...a foto estava alterada....rsrsr
  23. Eu não consigo alterar a foto do perfil...