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Daniel S.

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  1. Sim, eu fiz o retiro de 10 dias, e no quarto dia quando começou o Vipassana fiquei surpreso com a semelhança com esses exercícios de se mover energias. Eu não tenho certeza, mas suspeito que o pessoal que medita há mais tempo até entra no que chamamos de EV, o que talvez seja o que eles chamam de “fluxo livre.” Dizem que com a prática o corpo todo passa a ser percebido de uma vez só (em vez de apenas percorrer lentamente a atenção pelo corpo todo, como se faz no começo), e nesse estado o corpo todo é sentido “como uma massa de partículas”, dizem. Então acho bem provável que entrem em estado semelhante ao nosso EV de projeção. Mas o que muda é a intenção, que para os projetores é “mover energias”, enquanto para os meditadores a intenção é “apenas observar”. Pessoalmente, suponho que em estados avançados da meditação, seja Vipassana, Anapana e outros estilos, o cara entra em estados de transe diversos, e tem as sacações de compreensões súbitas da realidade, os Insights. Projeção é fichinha pra eles. No entanto eles nem ligam, só seguem “observando” ehehe
  2. Estou às margens de um rio canalizado e ele é tão fundo que decido me deitar para olhar para baixo. Entre eu e a água deve ter pelo menos 15 metros. O lugar é desabitado e existem algumas árvores espalhadas, deixando alguns pontos de descampado apenas com capim e outros com pequenas aglomerações de árvores, talvez uma lembrança do que antigamente era uma mata fechada. Jogo um pouco de comida na água e vejo um pato e uma tartaruga, mas principalmente os peixes aproveitam para comer. Estou ali perdido em pensamentos e apenas observo o local todo. O isolamento e a natureza que aparentemente foi poluída e destruída e depois se restabeleceu parcialmente, com aquele canal de concreto cortando a região, confere ao local um aspecto um tanto misterioso de uma mistura de natureza maltratada com técnica decadente. Já está escurecendo quando escuto um som estranho. É algo diferente dos barulhos e dos cantos dos animais. Nesse momento eu sei que se trata de algo incomum, algo inusitado que está distante e se aproxima cada vez mais. Então estreito a minha visão ao longo do canal e vejo algo que vem se aproximando e se movendo por cima d’água. Antes que eu tivesse tempo de pensar o que poderia ser aquilo, a figura passa bem diante dos meus olhos numa velocidade incrível. Parece um ser humano, quer dizer, tem apenas a forma de um ser humano, mas tem pernas e braços anormalmente longos, que ele parece usar para bater sobre a água e assim correr sobre ela. E vem “dizendo” em alto e bom tom e ritmicamente, com a sua voz única: -Bilu bilu bilu bilu bilu bilu bilu bilu bilu bilu bilu bilu bilu... Em um primeiro momento, absorto na contemplação dessa imagem, não consigo pensar em nada muito diferente das nossas expressões brasileiras equivalentes ao universal “What the hell?????”, e apenas aproveito para fixar bem na minha memória o que certamente é um momento único na vida, uma imagem que só pode ser vista uma vez, e uma história que só poderá ser contada como piada ou ficção. Passado o choque é inevitável pensar “ahhh, ele existe, esse é o ET Bilu!”. E com um pouco mais de reflexão logo chego à conclusão de que esse deve se tratar de algum animal muito raro, ou no máximo, digamos, inter-dimensional, mas provavelmente, muito provavelmente... não é nada de outro planeta. Se alguém me pedisse para imaginar o ET Bilu de mil formas diferentes eu jamais o imaginaria dessa forma. Além do já descrito, ele possuía uma pele que me pareceu acinzentada e escura, e seu corpo magro e alongado parecia ter pelo menos 2 metros de altura. Porém, como todo “bom avistamento” (e talvez até para não romper com essa nossa antiga tradição), não pude ver mais detalhes, porque foi tão rápido... E se eu tivesse uma câmera ao meu alcance e tivesse tido tempo de pegar e começar a gravar quando o som se aproximava, ou se por coincidência eu já estivesse filmando tudo naquele momento, certamente não apareceria na filmagem nada mais do que um borrão, e talvez um chiado que eu juraria estar dizendo um claro “Bilu bilu bilu bilu...”, mas que só se pode ouvir “shhahshs shahhhh shaccchhh shahshshs”. E isso poderia ser facilmente explicado como um Martin pescador arrastando um peixão, ou algo assim. Obs. Este é o relato de um sonho.
  3. Parece que fizeram esse recorte especialmente para esse tópico:
  4. Acredite se quiser, já escrevi mais de 3 páginas no word que eu ia postar aqui em resposta no seu tópico, mas decidi apagar. (porque... minha filosofia anda meio pessimista ultimamente, por isso achei melhor guardar pra mim mesmo antes que venha a desanimar os outros heheh) Acontece que me reconheço mais ou mesmo na mesma canoa que você. Tentando resumir o que eu estava querendo dizer: se você está buscando por um despertar, lucidez, etc, então ter RECONHECIDO que a vida tal como você imaginava não tem sentido, só pode ser um sinal de que você está no caminho certo. Parece que você é daqueles que não vão aceitar totalmente nenhuma resposta pronta, justamente porque está buscando dentro de si mesmo. Quem tem certezas são aqueles que não estão buscando nem questionando. Mas nós buscamos, não aceitamos o que está aí, não aceitamos o mundo tal como é; nós queremos é ser a mudança que desejamos ver no mundo. Portanto se você se deu conta de que nada faz sentido da forma que antes te parecia, então na minha opinião isso indica que o processo já começou muito bem. Aqui no fórum está todo mundo nessa busca. Você assiste os vídeos do Laércio Fonseca?
  5. Levando em conta esses trechos que coloquei em negrito, você já estava em estado de transe profundo e com a consciência bem desperta, então já podia simplesmente fazer a saída. Seu cérebro não está te pregando peças e nem você está ficando maluco, isso tudo são apenas "sinais do estado de transe". Quando notamos esses sinais sabemos que podemos sair. Você não deve ficar tentando interpretar esses sinais, sejam luzes, vozes, etc, você deve apenas AMPLIFICAR qualquer coisa que esteja vendo/percebendo/sentindo, e ao amplificar essas sensações o transe irá aprofundar, e a saída será mais fácil. Você pode praticar acordado algumas técnicas de saída, como rolar para o lado, levantar empurrando com as mãos astrais, deslizar para o lado ou para baixo, etc. É um treino de simulação onde você pratica a determinação e força de vontade nessas ações de saída, imaginando tudo como faria se estivesse em estado de transe. E então na próxima vez que entrar em transe de verdade será mais provável que funcione.
  6. Faz sentido, porque se são experiências fora do corpo onde você é levado a lugares reais do astral por mentores, então não tem o que "interpretar", são apenas ações feitas em astral e não simbolismos do subconsciente. Talvez você também precise ainda desenvolver melhor a prática de se lembrar das vivências extrafísicas com clareza, pois segundo a explicação que recebeu poderia estar misturando memórias do astral com onirismos criados pela mente sonhadora. Nossa ciência nos ensina a não confiar em nossa própria percepção. Tudo pode ser alucinação, imaginação, falha na percepção, etc. Não acredite mais em si mesmo, acredite apenas na televisão e no que os políticos prometem, certo? Isso é uma besteira, confie no que você percebe e sente. Só precisa, claro, ter bom senso nisso, pra não cair nos extremismos. Ou seja, não adianta confiar em absolutamente toda percepção e intuição (existem ilusões do estado hipnótico por exemplo, e você deve saber disso para não se impressionar de forma desnecessária), mas também não seria sensato duvidar de absolutamente tudo. Na medida em que você conhecer os fenômenos (pois aprenderá muito com o material aqui do fórum), se sentirá mais confiante para classificar cada percepção. Mas é claro, poucas pessoas tem conhecimento sobre esses fenômenos. Essas pessoas existem, mas estão espalhadas por aí, e muitas delas se reúnem aqui nesse fórum. Se você quer contar experiências, o melhor lugar é o seu diário, onde pode relatar tudo em detalhes (se você vai praticar lembrar dos sonhos ou se vai praticar projeção astral deve começar a fazer um diário). E também pode compartilhar aqui no fórum quando precisar de ajuda para entender as experiências que teve. Você vai encontrar alguns médiuns aqui que podem te dar algumas orientações (eu não sou médium), mas o fórum é voltado principalmente para a projeção astral. Penso que se você começar a estudar e praticar a projeção astral isso pode ser útil para você começar a entender tudo. O medo é normal, ele "vem de brinde" com todas essas práticas. Pense que são fenômenos naturais, capacidades que todos nós temos. O pessoal aqui do fórum sai do corpo com lucidez o tempo todo, e não tem nada demais nisso, não tem perigo nenhum. Cuidado para não fazer "tempestade em copo d'água", porque logo você se acostuma com as experiências e vai ver que é muito "normal", se torna algo comum como o ar que você respira. Ou seja, aceite que é algo natural e não é necessário ter tanto medo e preocupação. Eu já passei por esse medo que você fala, sei que é muito intenso e que não é fácil superar assim de repente, mas é preciso começar a ver a situação como algo "não ameaçador", e com o tempo sua própria mente vai aceitando e deixa de se impressionar tanto.
  7. Lembre-se que a melhor forma de fazer o aprofundamento é com a "palpação e exame visual minucioso", os dois ao mesmo tempo, usando todos os objetos que encontrar pelo caminho, servem mesas, portas, paredes, etc, e em ultimo caso até o próprio chão pode servir. A mão é mais apropriada para fazer o teste de realidade, (hiperconcentração), e também para criar a visão, caso seja necessário (mas nunca tenha pressa em enxergar, pode ir se afastando do corpo que a visão logo surge). Então quando você achar que "não foi uma verdadeira saída", ou se apenas despertou em algum lugar onde tudo parece ser apenas sonho, uma coisa que você pode fazer é voltar para o corpo e sair novamente. Você tem que voltar "de leve", sem conectar muito com o corpo para não despertar fisicamente. Quando retornar provavelmente vai sentir sua lucidez aumentar, e nesse momento pode lembrar bem dos seus objetivos por alguns segundos, e então fazer a saída com lucidez total.
  8. Como foi a saída do corpo, poderia dar mais detalhes? (O que sentiu, o que viu ao sair, et). Você já fez outras saídas além dessa?
  9. Nossa, é mesmo ehehee Sendo assim vou compartilhar aqui as anotações que fiz sobre a minha tentativa, e caso alguem tiver interesse pode tentar também: O alvo escolhido para a tentativa de teletransporte foi a ilha. É uma pequena ilha no rio Mogi onde tem um rancho de alguns amigos, lugar onde já fui muitas vezes passar dias de férias. Comecei a tentar fazer o teletransporte. Breve descrição da técnica empregada: No quintal da minha casa eu levantei voo, fechei os olhos e passei a visualizar vários “alvos” na ilha. (O alvo é o lugar exato que se pretende chegar) Eu não conseguia sentir conexão com as imagens que escolhia visualizar, até que naturalmente me vi mais conectado com a imagem do motor gerador. Passei a me imaginar bem em frente a ele, dentro da casinha. E deu certo, de repente vejo o motor bem na minha frente, estou dentro da casinha do motor. Saio dali e verifico que estou na ilha mesmo! Desci um pouco em direção a extremidade direita (para quem desce o rio) na frente da ilha e ali, a cerca de 20 metros da casa estavam várias pessoas sentadas em cadeiras, em um lugar que nunca vi as pessoas se reunirem no físico (notar que isso não pode ser adequadamente considerado simples cópia de memórias físicas). Considerações sobre a técnica de teletransporte Eu já havia tentado o teletransporte muitas vezes, sem nunca obter sucesso. Principalmente a partir da leitura do método do Raduga, que é a explicação mais completa que encontrei na época, e estava confiante que deveria funcionar. Porém após fechar os olhos no astral tudo o que conseguia todas às vezes era desestabilizar a fase. Quando tentava o tele atravessando uma parede simplesmente ia parar do outro lado. Depois desisti disso e passei a tentar o teletransporte apenas através do comando de voz "Me leve a X lugar!!!” (o que somente me levou para lugares aleatórios), e depois de um tempo até me esqueci do teletransporte "alvo mental" (esse que funcionou nesse relato). Pelo que entendo agora, fazer o teletransporte é algo que agente tem que aprender o jeitinho, assim como se aprende a assoviar, ou seja, não tem como explicar. Por mais precisa que a explicação da técnica seja, ela não te esclarece completamente "como tratar a visualização", como, em detalhes, "focar o pensamento", etc. E é por isso que eu não conseguia, eu só seguia o método, mas sem a conexão perfeita com o que eu estava fazendo. Era como assoprar sem conseguir produzir o assovio. Porém, como eu vinha usando regularmente a técnica do alvo mental para sair do corpo (translocação ao sair do corpo), o que fiz na verdade esse tempo todo foi praticar intensamente o teletransporte com essa técnica de alvo mental, sempre me transportando da minha cama até a porta do quarto (cerca de 3 metros de distância). Pratiquei isso por muito tempo, mas pra mim se tornou uma simples técnica de saída e nem me lembrava que essa mesma técnica podia servir para distâncias maiores. Mas no dia que tentei fazer para uma distância maior funcionou, provavelmente devido à prática que adquiri me transportando até a porta. Por isso no momento que decidi tentar essa técnica no astral, descobri que já estava “treinado” para a coisa, porque no momento que tentei fazer o teletransporte até a ilha eu comecei a tentar vários "alvos", mas eles pareciam “não dar conexão”, ou seja, eu sentia que não conseguia me concentrar. Então eu fui escolhendo vários alvos, por exemplo, em frente à mesa, na cozinha, em frente a porta da varanda, etc, até que no momento que visualizei o motor gerador, “senti a conexão”, senti que ia dar certo, e foi aí que funcionou. Se eu tivesse apenas seguido a técnica friamente com 2 ou 3 alvos (por exemplo, na varanda, no quarto, no banco), talvez não conseguisse nada. Parece que o que permitiu funcionar foi ter testado livremente um lugar atrás do outro até sentir “pegar a conexão”. Essa técnica de teletransporte me parece ser mais eficiente do que aquelas técnicas de se abrir portas e atravessar paredes, porque ao dar as costas à minha casa, sair voando em outra direção e fechar os olhos durante a visualização do alvo, aconteceu uma combinação muito especial de ações: 1. Ao dar as costas ao lugar onde estou afirmo a ideia de "querer ir para outro lugar". 2. Ao mesmo tempo, levantando vôo já dou início ao movimento, ainda que de uma forma "apenas mecânica". Esse ato de levantar vôo em astral ajuda na visualização, colaborando para propiciar o estado de concentração desejado, mas o verdadeiro movimento que quero obter, que é o teletransporte, só pode ser acionado mentalmente. 3. Ao fechar os olhos manifesto a intenção de me desconectar de todo meu ambiente próximo. E de fato isso permite me desconectar, pois ao não ver mais o ambiente circundante, posso me esquecer dele e focar no alvo (fechar os olhos é regra para fazer o teletransporte, só não esqueça de abrir, e também não tente abrir antes da hora). Parece que são todas essas intenções e ações que tem que estar bem equilibradas e direcionadas para que funcione. O que aconteceu na minha prática foi que eu “aprendi como assoviar”, depois de algum tempo tentando e juntando todos os detalhes "técnicos" quase sem perceber e até chegar a algo que funciona. Alguns detalhes: Entre os erros típicos ao tentar o tele, que são descritos no final do capítulo, os que me deram mais trabalho foram esses: -Esquecer-se de repetir as técnicas de translocação ou da localização de objetos quando a técnica não funcionou ou funcionou de forma incorreta durante a primeira tentativa. Meu comentário: é comum a pessoa tentar, não funcionar e então ficar perdida sem saber o que fazer e para onde ir. É preciso lembrar do local alvo e tentar repetidamente, e no caso de voltar ao corpo deve-se sair e tentar novamente sem se desviar para outro plano de ação, etc. "Seja o mestre da teimosia com o seu plano de ação e nunca desista dele". -Deixar de translocar imediatamente quando se utiliza a técnica de olhos fechados, o que pode induzir o vôo aos moldes da técnica de teletransporte. Meu comentário: No momento em que fechar os olhos deve acontecer a tentativa concentrada, sem perda de tempo. (Para isso é preciso treinar em simulação, ou seja, treinar acordado essa ação mental) Na hora da tentativa real a ação mental precisa ser "fulminante", totalmente decidida e precisa. Para quem faz musculação, imagine que irá superar sua carga de peso máximo agora, pois é desse tipo de concentração que você precisa. -Um desejo postergado (adiado, atrasado) em se mover quando executando a translocação durante a separação. Um desejo em mover-se imediatamente se faz necessário. Meu comentário: é o mesmo princípio de antes, mas especificamente sobre o desejo/intenção de se mover. Esse "desejo de se mover", que não é apenas desejar, mas também fazer acontecer o movimento até o seu alvo, tem que acontecer junto com todos os outros detalhes: voar, fechar os olhos, focar no alvo, desejar se mover, etc. ****** É provável que alguem que for tentar fazer isso seguindo rigidamente um passo a passo como esse detalhado aqui se sinta completamente bloqueado, intimidado pelo excesso de detalhes a que deve prestar atenção. Portanto a melhor forma de se aprender o teletransporte deve ser simplesmente tentando, a partir das linhas gerais das técnicas, como aquelas explicadas pelo Raduga (o capítulo 9 é quase inteiro voltado ao teletransporte), e com o tempo cada pessoa encontra a forma específica que funciona pra ela. Outra sugestão para fazer um tipo de teletransporte que é mais fácil, e já fiz muitas vezes, é mergulhar na terra e “tentar ver portas”. Acredite, dentro de alguns segundos começam aparecer portas, e então é só escolher uma delas e entrar. Mas eu não acho que seja uma boa ideia esse negócio de mergulhar na terra, porque já andei vendo algumas coisas desagradáveis. Por isso para quem quiser tentar eu sugiro assim: saia voando e tente ver surgir no céu portas, janelas, portais (o que você preferir). Eu ainda vou testar essa, e acredito que no momento que você “desejar encontrar” um local específico você vai encontrar exatamente a passagem para o lugar que você deseja no meio de todas as passagens que aparecem. Eu vinha tentando descobrir um meio de “ver as passagens para outras dimensões” por onde já passei 2 ou 3 vezes apenas sendo levado, mas a ação mental pra se fazer isso sozinho deve ser muito “inimaginável”, então acho que tentar ver portais no céu seja algo mais acessível que leve ao mesmo resultado, e depois pode-se aprimorar isso. Não testei ainda, mas se alguem quiser se adiantar podemos trocar ideias sobre as experiências obtidas.
  10. Gostei do seu relato porque está cheio de detalhes interessantes para se estudar, então vou comentar algumas coisas: É curioso que essa técnica nunca, jamais funcionou pra mim. Ok, talvez uma ou duas vezes. Mas devo ter gritado "mais nitidez!" umas 100 vezes no astral e nunca deu resultado. Eu lembro que tinha até medo de acordar a minha família de tanto que eu berrava em astral no meio da madrugada "mais luz! mais claridade! nitidez!!!" etc, etc Mas tem que ver o que exatamente você queria fazer. Existe técnica específica para criar a visão quando você não enxerga nada e está no escuro mesmo, e existe técnica para melhorar a visão ruim que já existe. No caso, como você já conseguia ver um pouco, deveria apenas continuar se afastando do corpo e fazer o aprofundamento, de preferência a "palpação e exame visual minucioso" que é mais completo. Pg. 219 do livro. (link na minha assinatura, veja o índice no final). Faça tudo isso sem se preocupar com a visão, porque ela surge sozinha ao se afastar do corpo e aprofundar. Se ela não surgir depois disso aí sim entra a técnica para criar a visão que é: se esforçar com muita vontade para enxergar as mãos a cerca de 15 cm dos olhos. Em cerca de 10 segundos no máximo ela surge. Eu demorei anos para me dar conta de que é por isso que essa é uma regra: ao retornar ao corpo ou acordar, sair novamente. Muitas vezes é impossível saber se o retorno foi verdadeiro ou falso, então agente simplesmente "sai outra vez". Adotando o hábito de fazer sempre isso o problema é resolvido, não precisa nem fazer testes de realidade (eles continuam sendo necessários em alguns casos). E só decidimos acordar quando temos algo interessante para lembrar e escrever no diário. Quando você deu um pulo e observou atentamente as estrelas, árvores e tudo o mais, mesmo sem ter planejado você fez as duas coisas que são necessárias para manter a profundidade e duração da projeção: -ter um plano de ação / fazer a manutenção O seu plano de ação foi o pulo, e a manutenção foi a intensificação da visão que você fez olhando tudo atentamente. Existem muitas formas de fazer a manutenção, sendo uma das mais práticas manter uma vibração na cabeça o tempo todo. E pode ir reavivando essa vibração fazendo ela pulsar mais forte de vez em quando. Nunca podemos nos envolver com "alguma coisa que surgiu", porque perdemos o controle e a experiência começa a se tornar um sonho. Por isso é tão importante ter um plano de ação, sendo que o ideal é ter sempre em mente pelo menos 3 planos de ação. Na prática agente precisa ver essas coisas no astral e resistir a tentação de ir até lá e se envolver, e ir fazer apenas o que foi planejado. Quando você faz o que foi planejado a sua consciência fica muito maior, e a experiência dura muito mais tempo, você pode até se assustar com o tempo que vai ficar consciente. Pode parecer chato fazer "só o que foi planejado", mas o que acontece é que enquanto você faz "só o que foi planejado", mesmo que seja algo sem sentido como "entrar em todos os cômodos da casa em astral" você continua mantendo a sua lucidez e consegue observar tudo sem perder a experiência. Mas observe aquele momento em que você: -vê algo "interessante" -vai até lá se envolver Nesse momento adeus lucidez, porque você vai ser "fisgado" por uma pegadinha do astral. Com a prática você aprende a ver "algo interessante" sempre como uma "armadilha danada". Você pode até ir lá olhar, desde que não se envolva demais e continue sempre fazendo a manutenção, mas isso requer prática. Você precisa ir experimentando e descobrindo até que ponto você consegue se envolver com alguma coisa sem perder a lucidez. Vai chegar um ponto em que você vai estar fazendo alguma coisa e vai pensar "opa, já chega, vou cair fora imediatamente porque isso está me envolvendo demais!", e nisso você retorna aos seus planos de ação. Ao fazer isso você mantém esse "comportamento ativo" de fazer sempre o que você decidiu, e nunca ficar passivo se envolvendo com algo que apareceu pelo caminho. Teletransporte é chato?! Nunca diga isso! ehehe Olha, eu tentei por muito tempo e até desisti. Só fui conseguir depois de muitos anos mas ainda estou tentando dominar, não funciona sempre que eu tento. No momento estou me focando exatamente em treinar isso. Mas falando sério, se você acha o tele chato tudo bem, o importante é tentar fazer coisas que você acha muito interessantes a ponto de se empolgar de verdade para colocar em prática e tentar até conseguir. Mas antes de escolher como plano de ação "fazer o teletransporte", ou outras habilidades difíceis, o ideal é você definir como "plano de ação" os próprios treinos de: -saída + aprofundamento + manutenção. Vale a pena! Saída nem se fala, é o mais importante sendo que sem sair não se faz nada em astral... mas no começo a saída muitas vezes funciona facilmente e você não precisa estudar tão a fundo todos os detalhes. Mas aprofundamento e manutenção vale a pena estudar para você colocar em prática assim que sair, porque é a próxima etapa a ser dominada. Então o ideal é ter sempre anotado alguns planos de ação para você escolher. Pode ser simplesmente: -se afastar do corpo e fazer o aprofundamento -fazer a manutenção pelo máximo de tempo possível -e mais algum plano de ação Assim você vai fixando todos os detalhes mais importantes para manter a projeção por mais tempo e com lucidez, e depois de algum tempo isso tudo vai ficando automático e você só se precisa se preocupar em fazer planos de ação interessantes e desenvolver novas habilidades.
  11. Julyandersenbr, para resolver o problema dos barulhos você só precisa fazer um pequeno investimento: http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-775526340-caixa-200-protetor-auditivo-plug-espuma-auricular-1100-3m-_JM Pode comprar apenas um par em alguma farmácia para experimentar. Essa técnica que vocês estão discutindo aqui já existe e é bem explicada no livro do Raduga. Ela é o primeiro passo e também o método mais simples e direto para se projetar, que é "tentar sair imediatamente ao despertar". Ou seja, em qualquer momento que houver um despertar a separação pode ser tentada. Pode ser em qualquer hora da noite, no começo ou no final do sono, em um cochilo a tarde, etc. Mas funciona melhor após 6 horas de sono, levantando alguns minutos e voltando a deitar. Basicamente vocês precisam apenas deitar e tentar adormecer mas "ficar atentos para quando houver um despertar". Quando perceber que despertou permaneça imóvel e saia do corpo.
  12. Parece ter sido projeção sim, você apenas sente alguma dúvida porque não estava tão presente e se deixou levar pelo o que apareceu. Se você tivesse um plano de ação de ir até tal lugar e fazer tal coisa, por exemplo, "sair pela porta da frente de casa", só isso já seria suficiente para te dar muito mais controle da experiência, ou seja, lucidez e presença. Esses pais da "família astral" que você encontrou são comuns, e também não sei se são realmente nossos familiares projetados, eu acho que não. Se você observar bem os detalhes do corpo e rosto eles sempre tem alguns aspectos muito esquisitos, sem falar no comportamento, que você vai notar quando conversar com eles.
  13. Tenho chegado a conclusão de que ver o físico é exceção, algo raro de acontecer. Geralmente vemos sempre uma cópia do físico, mesmo quando estamos em casa e tudo parece exatamente igual. Se agente espera se projetar e ver o plano físico, o problema é que acaba criando confusão na interpretação, porque na grande maioria esmagadora das vezes é tudo astral mesmo. E quando acontece de percebemos algo físico, geralmente é apenas um detalhe, algo como uma pequena informação física que "escapou" para o astral com fidelidade, mas que aparece meio perdida no meio do cenário astral. Pode observar que nem um risquinho na parede astral vai corresponder com a realidade física (principalmente se você procurar primeiro esse risco em astral, para depois tentar conferir no físico).
  14. Olha, eu ainda não consegui encontrar aquela palestra gratuita que vi uma vez no youtube, onde ele explica essas coisas que comentei. Assim que eu encontrar te envio, palavra! ehehhe Por enquanto só encontrei essas que falam sobre cura, mas são pagas: http://laerciofonseca.com.br/Online-Curas-Operacoes-Espirituais http://laerciofonseca.com.br/Online-Como-Utilizar-Nosso-Poder-Cura
  15. As entidades querem que você abra uma casa onde só você vai atender, é isso mesmo? O Laércio Fonseca tem alguns materiais sobre cura, e ele explica que agente pode separar um cômodo na nossa casa para fazer apenas isso. Ou seja, não precisaria comprar ou alugar outra casa para fazer as curas, e atende na sua casa mesmo. PORÉM, é importante ter dia e horário definido para atender, senão já viu o que vira. Ele tem duas palestras gratuitas sobre cura. Assim que eu encontrar envio os links pra você.