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DAIVIDRC

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  1. No dia 07/03/2016 poucos minutos antes de voltar para meu trabalho após o horário de almoço, me despedi da minha irmã desejando a ela que estivesse sob a proteção das Falanges de Cristo, das Falanges da Legião de Maria, das Falanges de São Benedito, dos Pai Velhos e demais Linhas de Umbanda, assim feito saí pra rua na intenção de pegar o ônibus, quando no meio do caminho escutei um rapaz alcoolizado me chamar: "Ohh fiiô, vem cá! Jesus Cristo sempre vai estar com você!",atravessei a rua e ele me cumprimentou apertando minha mão, na hora não liguei os fatos, mas tão logo o homem me deu as costas e seguiu na minha frente eu percebi que o bêbado estava mediunizado por um preto-velho devido ao linguajar peculiar destas entidades, foi então que me lembrei da prece que havia feito antes de sair de casa para minha irmã e agradeci em pensamento a caminho do trabalho.
  2. Olá Caio, muito legal sua experiência, tive uma semelhante também onde tive a oportunidade de auxiliar em desdobramento, na outra acordei em um local que me parecia uma sala cirúrgica e vi uma espécie de laser branco passando pela minha barriga, percebia muita movimentação ao meu redor, porém, não enxergava ninguém, a sala estava "vazia", se não fosse pelo laser eu teria levantado e andado pelo local. O engraçado que quando estas coisas acontecem, demora um pouco cair a ficha, mesmo estudando e pesquisando espiritualidade.
  3. Não raro, ouve-se pessoas de diferentes segmentos religiosos afirmarem que a bíblia é a Palavra de Deus, o mesmo ocorre com livros "sagrados" de variados credos como sinônimos de verdade universal, e diga-se de passagem inquestionável. Sem menosprezar a importância cultural e histórica que os livros exercem em nossa vida, gostaria de trazer algumas reflexões: 1. Considerando que a Palavra de Deus seria a sua Vontade e consequentemente a própria Verdade, poderia ela ser imutável, eterna e imaterial? 2. Uma vez que admitindo ser a Verdade eterna, imutável e imaterial, porque Deus colocaria ela num livro específico, cujo conteúdo poderia estar sujeito as alterações do mundo material? 3. Admitindo que a Verdade não encontra-se no mundo material, consequentemente ela estaria latente dentro de nós e não fora, por meio da intuição, inspiração e/ou iluminação divina? 4. Admitindo-se que vários livros foram escritos por inspiração divina, não seria a simples contradição entre seus conteúdos um indício de falsa verdade? 5. Admitindo-se que vários livros foram escritos por inspiração divina, não seria a simples semelhança entre seus conteúdos um indicio de suposta verdade? 6. O que é melhor seguir uma fé cega ou uma fé raciocinada?
  4. Bom dia Paulosouza, sei que parece estranho eu ter tido conhecimento desta encarnação, assim como de outra, (tomei conhecimento de duas), mas enfim, gostaria de esclarecer que em nenhum momento eu me lembrei desta encarnação, ela me foi revelada através de uma vidência muito realista, cheia de elementos auditivos, visuais e sensitivos, ou seja, eu não apenas vi, mas vivi e senti o momento da revelação, tal como descrita: Estava só em casa, sentado no sofá da sala, não lembro o contexto da situação e o que fazia antes do ocorrido, mas resolvi fazer uma prece e pedi a Deus em voz audível que me fosse revelado o que fui ou fiz em uma encarnação passada, com a clara intenção de obter alguma informação ou elemento que fosse útil nesta vida, não me lembro de ter tido qualquer intenção de dormir e muito alguma sensação de sonolência, só me recordo de em questão de segundos ter me visto usando um manto vermelho, semelhante ao dos lamas tibetanos, estava de cabeça raspada, ajoelhado diante de um altar com muitas velas, dentro do que me parecia ser uma gruta ou uma caverna também iluminada com muitas lamparinas de cera, ao meu lado também ajoelhado encontrava-se outro monge, estávamos entoando uma espécie de oração ou mantra, ao mesmo tempo em que segurava nas mãos um japamala, uma espécie de terço budista. Derepente entrou outro monge, me chamou por um nome que não consegui identificar direito e disse: “Sua mãe acabou de morrer”, senti uma tristeza profunda, me virei novamente em direção ao altar e continuar a rezar. Em seguida acordei, continuava sentado, porém, com a cabeça pendida para trás no sofá, demorei um pouco para ligar os fatos, pois não me lembrava de ter qualquer intenção de dormir e muito menos estar com sono, encontra-me alerta em plena atividade mental, no entanto, sem maiores questionamentos agradeci pela experiência.
  5. Sandro, pode ser que você esteja correto, pois eu já tive uma encarnação como monge e eles também utilizam capuzes em certas ocasiões, inclusive eu gosto de músicas gregorianas também e sinto uma certa simpatia pelo estilo franciscano de ser, embora eu não seja um, inclusive quando eu era criança, eu queria ser padre. Obrigado pelo esclarecimento!
  6. Certa noite tive uma catalepsia projetiva e vi sete espíritos encapuzados entrando em meu quarto, estavam vestidos de preto e ficaram um ao lado do outro olhando para mim, formando uma espécie de “escadinha” em ralação ao tamanho, sendo o primeiro da fila - da esquerda para a direita o maior deles. Quando os vi, simplesmente falei mentalmente: “Eu proclamo minha fé em Deus”. Ao que o primeiro da fila me respondeu sem verbalizar, apenas pelo pensamento, como se sua voz falasse dentro de mim: “Nós sabemos disso, é por isso que estamos aqui”. Dito isto, foram embora atravessando a parede na direção da janela. Em seguida voltei para o corpo. Esta experiência ocorreu durante a minha adolescência, não lembro a data, mas foi numa fase em que eu estava buscando compreender e estudar a espiritualidade, hoje percebo que era uma espécie de assédio para tentar me desviar do caminho.
  7. Este som que parece um helicóptero é engraçado, no meu caso parecia um trem passando perto da minha cabeça, senti tanto medo que já cheguei a pensar que alguém poderia ter me dopado e jogado meu corpo próximo ao trilho kkkkkkkk.
  8. Certa vez, lembro-me de estar deitado em meu quarto com a luz apagada ouvindo música no meu rádio portátil quando olhei para o lado esquerdo e numa fração de segundos vi um homem negro, vestido de branco, e fumando uma espécie de charuto em cima de mim, da ponta do fumo saía luzes coloridas que lembravam um pequeno arco-íris, porém, tão logo o vi ele desapareceu. Alguns anos mais tarde, contei esta experiência para uma médium amiga minha que trabalha em um grupo de apometria do qual eu fazia parte e segundo ela, era um preto-velho dando um passe em mim. Confesso que sempre achei estranho os terreiros de umbanda darem passe usando ervas, defumações e cigarros, no entanto, depois desta experiência percebi que as energias podem ser trabalhadas de diversas formas, embora eu não me sinta muito a vontade com este tipo de técnica. Em outra ocasião, tive a paralisia do sono e durante a experiência senti uma presença feminina ao lado da minha cama, mesmo sem poder vê-la, podia sentir uma energia afro, uma espécie de axé que lhe acompanhava e logo entendi se tratar de uma preta-velha. Em seguida ela falou: "Eu vim desfazer algo que foi feito pra você, e tudo na tua vida vai melhorar daqui pra frente", nem bem tinha acabado de ouvir tamanha benção, acordei. O que a entidade havia me falado aconteceu: eu estava a anos tendo muita dificuldade para conseguir alguns objetivos, que por mais que eu me esforçasse eu não conseguia, parecia que algo me travava, e depois daquela noite as coisas foram diferentes. Gostaria de expressar aqui a minha gratidão e o meu testemunho da prova de força destes seres abnegados e iluminados.
  9. Olá Igomes, me parece que o médium que você relatou teve contato com um preto velho, estas entidades sempre me atendem quando lhes peço ajuda inclusive vou relatar um caso sobre isto, e sinceramente não acredito que ele iria capar ele, apenas queria assustar um garotinho inocente kkkkk.
  10. Que bom saber que outros tiveram experiências semelhantes, pois de certa forma nos permite confirmar a evidência dos fatos, agora em relação ao sopro no ouvido eu tenho problema de audição, e fico pensando se isto pode ou não ter algum tipo de ligação com o suposto duende.
  11. Tenho projeções espontâneas desde criança, devido a realidade das experiências que eu considerava um terror noturno, sentia dificuldade em dormir a noite, - sim elas não eram nada agradáveis, ir para a cama era uma verdadeira tortura pois eu já sabia o que me esperava embora eu não compreendesse em minha mente infantil o que se passava até então. Eu demorava a pegar no sono e quando acontecia eu entrava em pânico, entidades cabeçudas semelhantes aos grays vinham e me carregavam para outros locais, eu via e percebia tudo com lucidez, fechar os olhos do corpo astral pouco ou nada adiantava para evitar olhar aquelas criaturas que me apavoravam, outras vezes eu simplesmente acordava em outros cômodos da casa sem entender como fui parar alí, houve uma vez em que eu vi uma criatura verde com orelas pontiagudas, semelhante ao um duende do mal se aproximar de mim e assoprar o meu ouvido, enfim, conforme fui crescendo eu percebi que eu podia controlar os "sonhos", nesta segunda fase eu já conseguia fazer um enfrentamento de algumas situações e o medo foi diminuindo, porém, somente aos 15 anos de idade, após a leitura de um livro intitulado "Você e a eternidade" do monge tibetano Lobsang Rampa eu ouvi falar em viagem astral e fui perceber que os sintomas projetivos que ele relatava em sua obra eram os mesmos que eu vinha sentido desde a minha tenra infância, impressionado com a revelação comecei a aplicar as técnicas de relaxamento e saturação mental que o mesmo ensinava, até que em uma determinada noite (não lembro a data), eu lembro de ter pendido a cabeça para o lado esquerdo do meu corpo, em deitado em decúbito dorsal quando senti uma espécie de choque que não dói, uma vibração que tremia o corpo astral inteiro, uma espécide de ZZZZZUUUUUUUUUUUMMmmmmmmnnnnnnnnnn que transpassava todo meu ser e me senti empurrado pra cima próximo ao teto, no mesmo instante me lembrei do livro, não sei como, mas mesmo sem me virar para ver o corpo consegui meu cordão de prata, da minha rude percepção eu o vi saindo do meu umbigo, tinha uma cor cinza, era algo estranho não sei como descrever, no entanto, o que mais me chamou atenção foi o que ocorreu em seguida - uma voz feminina falou: "Nossa se este menino continuar assim, ele vai morrer", embora eu não tenha visto ninguém no quarto, pude sentir que eram duas mulheres. Tão logo o fato aconteceu fui puxado e acordei.