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Iogui

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  1. Seja bem vindo! @Robô Orgânico?! se você quer continuar essa conversa ou tiver alguma outra dúvida sobre projeção astral ou espiritualidade, basta procurar no fórum o sub-fórum que tenha mais relação com o assunto a ser tratado e abrir um novo tópico. Nós podemos seguir a conversa por lá, ok?
  2. O problema todo não está na reação em si mas na sua origem. O que te faz reagir a tais situações? Você já parou para se perguntar seriamente isso? Já fez essa autoanálise? Se, ao aprender a fazer esta auto análise, você perceber que a origem da reação está numa emoção (eu reajo porque, quando isso acontece, sinto raiva... eu reajo porque, quando isso acontece, tenho um medo incontrolável), então isso não é saudável e deveria ser melhor trabalhado. Agora, se você perceber que essa reação, não possui como pano de fundo nenhuma emoção forte. Que naquele momento você está bem controlado emocionalmente e sendo capaz de raciocinar de forma logica, e você está agindo porque tomou uma decisão equilibrada em agir, então talvez sua reação não seja ruim. No primeiro caso o que impera é o instinto e sua reação será mais próxima da reação animal, geralmente agressiva, irracional e muitas vezes exagerada. No segundo caso o que impera é a lógica, o equilíbrio. A reação é mais amena e proporcional. Não há fortes emoções como pano de fundo. A ação não possui contaminação emocional, visa unicamente, atingir seu objetivo (conter uma ameaça real, estabelecer uma defesa, manter uma distância, ou simplesmente não fazer nada). A passividade "mais estúpida" não é planejada, não tem um propósito, nenhuma lógica e não representa equilíbrio emocional (a pessoa pode estar completamente travada pelo medo ou com os sentimentos completamente amortecidos, embotados pela desistência e pela fuga). A "não-reatividade" sadia é fruto de uma escolha, possui um raciocínio lógico como base e, portanto, um objetivo e, possivelmente, um plano B para uma eventualidade. Não está crivada de emoções fortes e nem visa reprimi-las. Não é um ato de desistência e sim de resistência. Ela representa força e não fraqueza.
  3. Ou seja, o cara era vegetariano. Eu não conheço mas já ouvi falar que no hebraico antigo as palavras tinham muitos significados completamente distintos entre si e que para o correto entendimento é necessário observar o contexto onde tal palavra aparece. Isso junto ao fato de estarmos falando de uma cultura muito antiga e que não permanece igual hoje faz com que a tarefa de tradução de tais textos seja altamente imaginativa, ou seja, tem hora que o tradutor tem meio que "chutar" o significado. E nesse processo há grandes chances de suas premissas estarem erradas simplesmente pelo fato de que não se pode hoje reproduzir exatamente os mesmos valores daquela época. Esse caso da mesma palavra representar gafanhotos e também o nome de uma frutinha não é tão difícil de contextualizar (ainda assim ocorrem erros) mas tem situações que formam expressões idiomáticas onde é necessário um conhecimento muito profundo daquela cultura. Coisa que simplesmente não é mais possível ou, quando é possível, é muito difícil dependendo de um conhecimento de estudos históricos muito vasto.
  4. Isso faz total sentido pra mim, @sandrofabres. Esse texto que você postou vem bem de encontro com as minhas impressões de minhas leituras do velho testamento. A impressão que tenho, é mesmo de um texto truncado que passou por muitas interpretações diferentes pelos diversos copistas pelos quais passou até chegar aos dias atuais. Cada qual querendo puxar mais a sardinha para o seu lado. Tem momentos em que o texto é muito desconexo. O fato é que é impossível garantir que o texto que chega hoje até nós é o mesmo que foi escrito por seus autores originais. Mas pior que isso, além dessa questão dos copistas ainda tem a questão das traduções pois tem texto que é a tradução da tradução. Nem tudo que chega pra gente é traduzido diretamente do hebraico antigo. E tem também a questão das interpretações e do contexto. Pensa comigo: como que uma pessoa nascida hoje ou, sei lá, há 100 anos atrás vai ser capaz de ler um texto de 2000 anos e compreender o contexto tal qual ele foi pensado naquela época? Nosso modo de vida é hoje muito diferente do modo de vida daquelas pessoas de 2000 anos atrás. É possível que palavras empregadas com sentido figurado simplesmente não possam ser interpretadas por alguém que não viveu naquele contexto. Pra quem já tentou aprender outro idioma sabe do que estou falando. Tem coisas que não conseguimos entender direito por não conhecer o contexto de vida daquela cultura. Até que encontremos explicação em outro lugar. Mas isso falando em fontes atuais. Obviamente esse problema tende a ser amplificado pela distância de datas e mudança cultural social. É com base nesses raciocínios que eu aconselho a qualquer pessoa que se aventurar a ler a Bíblia, que o faça com discernimento. Pensando por si mesmo. Não interpretando tudo ao pé da letra. Sabendo questionar e mesmo descartar as passagens que não fizerem sentido por não poderem ser bem esclarecidas. Convém não levar a bíblia ao pé da letra e nem confiar cegamente no que está escrito ali. Pois simplesmente não dá pra ter certeza que o que chega até nós hoje é de fato aquilo que quiseram dizer seus autores. Aquela conversa de que o que está escrito na Bíblia é a palavra de Deus é coisa de fanático. Aquilo é a palavra do homem que foi interpretada e reinterpretada muitas vezes. Se ainda existe algo de Divino ali, cabe ao leitor separar o joio do trigo, ser racional, não fanatizar e não se perder. Acho que, se a pessoa estiver bem preparada e consciente, vai poder extrair coisas boas, caso contrário pode entender coisas distorcidas do texto mais claro e conciso que existir. Para o bom entendedor a palavra de Deus está em tudo. Mesmo nas menores situações do cotidiano. Para essa pessoa, não é necessário ler a Bíblia para saber a palavra de Deus. Até mesmo a ferramenta mais abençoada pode ser usada de forma errada. O martelo foi feito para construir mas é possível utiliza-lo para destruição. As palavras são complicadas e imperfeitas. Muitas vezes queremos dizer uma coisa mas percebemos que nosso interlocutor entendeu outra pois existem filtros no que falamos e filtros no que se escuta. Obviamente a bíblia não foge a este problema. Mas para aquele que for realmente bem intencionado, é possível contornar tais problemas. E, desta forma, certamente será possível extrair coisas boas da Bíblia. Assim como de qualquer outro texto.
  5. Olha, eu não sei dizer ao certo qual bíblia é de fato mais recomendada para estudos gnósticos mas vou deixar aqui uma opção. Embora eu não tenha nem folheado, achei interessante uma vez uma recomendação que o Wagner Borges fez de tradução da Bíblia (acho que foi em algum dos vídeos no canal dele no Yotube). Ele recomendou a Bíblia Ecumênica pois ela é fruto do trabalho conjunto de pessoas de diferentes credos (católicos, protestantes e ortodoxos). Abaixo segue um link para um texto que explica melhor o processo de confecção desta Bíblia: http://www.abiblia.org/ver.php?id=334&id_autor=2&id_utente=&caso=perguntas Eu achei bastante interessante porque assim fica mais difícil puxar a sardinha demais para um só lado, né? Entretanto, por mais que seja dita "ecumênica", ainda assim os participantes são de um grupo limitado de crenças. Não creio que tenha participado nenhum ocultista, exoterista ou gnóstico embora eu não possa afirmar isso com certeza. De qualquer forma, eu achei a iniciativa interessante. Mas... embora eu esteja comentando sobre esta bíblia, não posso afirmar que seja de fato boa pois eu não a possuo e nem nunca tive contato com ela. Talvez no futuro eu adquira um exemplar para conferir.
  6. Realmente. Acho que depende também um pouco do perfil da pessoa e do quanto de conhecimento exotérico ou espiritualista que a pessoa realmente absorveu. Depende também da abertura e racionalidade. Da capacidade de comparar e de tomar as próprias decisões, acreditar em si mesmo e possuir senso crítico. Eu, por exemplo, já li o antigo testamento quase todo e não pirei. Mas eu também confesso que a bíblia não é um texto que me atrai muito. Acho ela muito truncada. Me dá impressão que, em suas inúmeras traduções, sapatearam muito em cima dela. É o contrario do que vejo no bagavad guita ou nos yoga sutras de Patanjali. Esses sim são textos que, logo de cara, fizeram muito sentido pra mim. São obras primas. Tudo se aproveita. Até me impressiono! Já a bíblia eu leio por ser muito citada no ocidente e aí eu quero conhecer pelo menos um pouco mas confesso que nunca vi nada de muito útil nela. No meio de um monte de bla bla blá, até que tem uma ou outra passagem com coisas bem interessantes nela mas tem muita coisa confusa também. Porém, essa é minha opinião em relação ao velho testamento. Já o novo testamento, ainda estou em falta. Nunca fiz uma leitura realmente consistente do novo testamento, só de algumas passagens.
  7. Pelo contrário. Eu sonho que estou voando com uma certa frequência. E sei que não estou lúcido porque nessas ocasiões estou fazendo ou pensando coisas que simplesmente não fazem sentido quando estou lúcido. Não é só uma questão de rememoração.
  8. Eu concordo com o Sandro em relação à ter um cuidado especial para não criar nem sustentar crenças limitantes. Acho que se você tem que tomar esse remédio, tem que procurar se adaptar e tentar conseguir manter as projeções mesmo durante o uso do remédio pois antipsicóticos são remédios importantes pra pessoa que faz uso poder manter boa qualidade de vida. Por outro lado, se levamos em consideração que a ação dos antipsicóticos é de bloqueio de neurotransmissores influenciando o funcionamento do sistema nervoso central, não seria de se admirar que esse tipo de remédio tenha mesmo alguma influência na projeção astral. Não sei qual o impacto do ponto de vista energético mas olhando apenas do ponto de vista físico, algo que bloqueia neurotransmissores pode ser que afete a rememoração posterior. Mas isso é apenas uma hipótese. Pra se certificar, teria que ser feito algum estudo nesse sentido e mesmo assim, não é simples de ter certeza em nada desta área. Acho que vale a pena investir em técnicas que favoreçam a rememoração como tentar ficar imóvel durante algum tempo logo após despertar, relaxando e com intenção de deixar o cérebro fazer o "download" das informações que ainda não tenham decido para o físico. Fazer treino de rememoração de sonhos com anotação em caderno de cabeceira. O uso do remédio é importante então você terá que se adaptar. Procure reforçar nas técnicas.
  9. E aí, @André Visnieski, conseguiu estabelecer uma rotina? Quais as práticas que você tem feito?
  10. Que legal! Essa é a parte mais difícil: reconhecer os próprios defeitos. Muitas vezes, simplesmente não os enxergamos (e pode ter certeza, todos temos defeitos, caso contrário não estaríamos encarnados aqui). Se o passo mais difícil a respeito deste problema em específico, você já deu, estou certo que em breve, isso será apenas passado. Fico muito feliz com seus avanços conscienciais! Muito mesmo! Tá bom. Aí já não é problema seu. Sua parte você fez. O restante, o tempo se encarrega. O tempo resolve qualquer coisa. Nota: Pensei que a sua postagem em resposta à minha seria: Eu ia rir muito! 😂🤣 ...E no final do dia, daríamos um tapinha nas costas um do outro, e sairíamos apreciando a paisagem! 😂
  11. Nunca mais eu vi o @marlon00x no fórum mas talvez seja porque ele não atenda mais por esse nome... talvez hoje ele seja o "pé de mesa", talvez "tripé"... ou talvez "glandstone" (pra quem entender a referência!)... 😂🤣 Mas acho que o mais provável é que ele simplesmente não frequente mais o fórum. Ele me parecia um cara divertido! 😂
  12. Fala, bandeira, tudo bem? Sei que ando meio sumido e peço que me perdoem, mas é que as coisas da vida cotidiana têm me cobrado maior atenção. Então não tenho tido tempo de participar muito das discussões aqui (algumas que muito me interessavam inclusive, pela qualidade das informações e da troca de ideias). De vez em quando dou uma escapada para dar uma lida ou outra nos tópicos, mas das poucas vezes que tenho feito isso, não pude me dar ao luxo de participar mais ativamente. Realmente, lembro-me de alguns episódios em que discordamos (o que acho perfeitamente normal e que em algumas situações pode até ser muito saudável uma discordância sadia e respeitosa) e lembro-me também de ter tido a impressão que você se sentiu perseguido por mim, desagradado com minha forma de falar embora essa nunca tenha sido a minha intenção. Pelo contrário, sempre quis colaborar. E nunca, em nenhum momento, quis me colocar como senhor da verdade. Mas sei também que a arte da comunicação não é tão simples quanto parece e todos temos nossos filtros pelos quais interagimos com o mundo distorcendo informações que entram ou que saem de nossas mentes. Pode ser que minha escolha das palavras ou da forma não tenha sido das melhores. Sei que tenho muito ainda a aprender sobre esta nobre arte: a comunicação. Por exemplo, entre meus defeitos, acho-me muito verboso. Muitas vezes me falta o poder da síntese. E acho isso bem ruim... Mas fazer o quê, né?... Aos pouquinhos eu vou aprendendo. Por favor me perdoe se causei qualquer má impressão. Saiba que nunca foi minha intenção me passar por sabe-tudo (até porque, sei que não sei!), nem tampouco foi minha intenção te descreditar ou diminuir. Saiba que aceito ser contestado. Se você achar que estou errado sobre algum assunto, simplesmente me diga que estou errado e que o seu ponto de vista é outro mas não me penalize se eu não me satisfizer com seus argumentos. E se, ao fim, não chegarmos a um acordo, tudo bem. Talvez não concordemos em tudo. Vida que segue. Ainda assim a gente pode, no final do dia, conversar sobre amenidades, dar um tapinha nas costas um do outro, e sair andando apreciando a paisagem. 😉 A propósito, sobre o seriado do netflix, assisti apenas ao primeiro episódio sobre EQM e gostei. Ainda não deu tempo de ver os outros. Concordo com as explicações do Sandro sobre a cultura espiritualista dos gringos e o fato de o kardecismo ter pegado mesmo é aqui no Brasil mais que em qualquer outro lugar do mundo (incluindo aí a França, lugar onde Kardec é muito menos conhecido que no Brasil, apesar de sua origem).
  13. Iogui

    Meditação

    Existem algumas técnicas que podem ajudar em relação a isso. Neste caso, gosto das técnicas que constam do livro "Mind Iluminated" do Culadasa (John Yates) indicado pelo Sandro em um outro tópico. As técnicas são simples e práticas, feitas pra você usar como treinamento mental e depois abandonar quanto já tiver ultrapassado certas barreiras. Tenho utilizado e me parecem bem efetivas. O porém é que não existe tradução deste livro. Só tem em inglês e, até onde sei, só físico. Mas apesar disso, sua linguagem é muito fácil. Basicamente o que você precisa é treinar a sua consciência periférica e usar ela para perceber que perdeu o foco no objeto da meditação (neste caso a respiração) tão logo ele aconteça. Logo que você perceber que perdeu o foco, não se condene, não se penalize, apenas aprecie esse momento "a-ha!!" (em que você percebeu que perdeu o foco) e volte seu foco gentilmente para o objeto de meditação. Isso não vai te fazer magicamente resolver o problema mas vai começar a treinar a sua mente a perceber esse momento "a-ha!" mais facilmente. Com o tempo esse momento "a-ha!" vai acontecer cada vez mais rápido até um ponto em que ele vai ser praticamente instantâneo e depois ele simplesmente não vai mais acontecer. Até então sua meditação era só um treino de concentração, a meditação de verdade acontece quando você não perde mais o foco. Apreciar o momento "a-ha!", se parabenizar por ter percebido a mente vagando, funciona como reforço positivo e é muito mais efetivo que tentar usar um reforço negativo se penitenciando por ter devaneado. Isso é uma explicação bem simplificada de uma das técnicas do livro mencionado, mas a técnica em si, é simples. No livro, ele fala das etapas evolutivas do treinamento de meditação, ensina a identificar cada uma das etapas em que você esteja e ensina técnicas que ajudam a superar cada etapa. Um livro muito prático ao mesmo tempo que tem uma base teórica ótima e livre de dogmatismos. Mas faça o teste e veja se isso te ajuda.
  14. Gostei da explicação. Legal para o leigo entender. Por ser uma explicação básica entretanto ele não entrou no mérito da questão incorporação consciente vs incorporação inconsciente. Apenas por essa explicação alguém pode pensar que todo médium pode chegar a uma incorporação inconsciente embora, na prática, isso não ocorra. Pelo contrário, a maioria dos médiuns são de incorporação consciente.
  15. Eu achei estranho porque antes eu costumava receber a notificação por email e também na área de notificação. Como estamos sem suporte a email no fórum, pensei que fosse receber lá. Dei uma olhada nas minhas configurações e estava desligado. Já ativei. Talvez o envio de email também estivesse gerando a notificação mesmo estando desligado. 🤷‍♂️