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Iogui

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Everything posted by Iogui

  1. Acho que você pode relaxar mais. A gente é feio mas não morde não! 😄
  2. Aqui nós chamamos isso de "viajem astral"! 😀 Tem gente que é capaz de, através da meditação, entrar em um estado alterado de consciência que lhe permita projetar seu corpo astral de forma consciente. Mas no budismo, normalmente, não se fala em "viagem astral".
  3. Concordo. E digo mais... o pessoal fica pensando em "evolução das máquinas". Mas e se a coisa for diferente no futuro e o ser humano aprender a conseguir criar corpos de verdade de matéria orgânica? Talvez no futuro as novas máquina sejam de fato estruturas orgânicas que são, de fato, muito mais complexas que coisas feitas de chips, bits e bytes. A gente fica pensando hoje num possível futuro com uma evolução que dependa de hardware e software porque é o que nossa mente limitada consegue alcançar, mas talvez a evolução seja capaz de transcender isso.
  4. Agora sim. Li os dois tópicos. Eu não compro a ideia desse tal Bruno do "Salto Quântico" pelo mesmo motivo que não votaria no Bolsonaro (como falei no outro comentário), só que esse cara, tem um agravante, ele se diz espiritualista e está tentando vender algo de cunho espiritual. Antes mesmo de questionar a coisa do "vender algo de cunho espiritual" acho que tem algo mais básico pra questionar na atitude dele. Ele é muito agressivo, belicoso. Isso é o oposto do que se pode esperar de alguém equilibrado. E, pra mim, se alguém não consegue ser equilibrado, não pode se dizer mestre e querer iniciar ninguém em qualquer coisa espiritualmente por que só o que vai fazer, é transmitir seu desequilíbrio para os outros. Basta ler o primeiro dos tópicos citados para ver que ele ficou todo o tempo agredindo verbalmente ao tal Tiago e procurando se auto afirmar ao diminuir o outro. Também exigiu a expulsão do outro membro do fórum. Mal chegou no fórum, já veio com a atitude arrogante: "Oi, tudo bem? Sou novo aqui mas eu sou O CARA. Quero que vocês expulsem este membro porque ele vai desandar o tópico!". Basta observar a reação exagerada, desproporcional e sem conteúdo. Esse tipo de atitude, na minha opinião, já é suficiente para descreditar todo o trabalho do cara. Não importa se escreveu livro, fez vídeo desfazendo nuvenzinha com poder do pensamento, tem um monte de conteúdo útil escrito em suas apostilas... enfim... todo este trabalho perde o valor aos meus olhos porque fica patente, que tudo isso é só aparência. Livros, internet, vídeos aceitam qualquer coisa. Qualquer um pode fingir ser o que não é. Mas é nas atitudes cotidianas que conseguimos enxergar o que há de mais verdadeiro em cada um. (Observação: Nem sei se tem coisas boas no material desse cara. O que falei aqui foi só força de expressão. Não li, não vi nenhum vídeo, nem nada do material dele e nem pretendo.) Pra mim, o "arroz com feijão" da espiritualidade é, no mínimo ser respeitoso com o próximo antes de se dizer um grande mestre, de se dizer com o Kundalini desperto. Porque a verdadeira espiritualidade tem que ser como o ar que você respira. Ela tem que ser praticada a todo momento e em todas as nossas ações do cotidiano. Mesmo nas coisas mais banais. A verdadeira espiritualidade tem que ser tão espontânea que tem que transpirar dos seus poros junto com seu suor. De que vale o sujeito ter um monte de capacidades psíquicas despertas, clarividência, intuição, viagem astral até acordado e andando, se esse mesmo sujeito não for capaz de controlar a própria língua se alguém fechar seu carro no trânsito? ...Se não for capaz de perdoar o esbarrão que tomou na feira daquela dona de casa apressada que carregava um monte de sacolas? ... Se não for capaz de tropeçar na perna da mesa sem gritar um palavrão? Penso que as pessoas as vezes se esquecem do básico. Espiritualidade é algo simples e ficar querendo dourar a pílula, massagear nosso ego ao cair na tentação de obtenção de poderes parapsíquicos supra normais de forma rápida é justamente aquilo que nos faz virarmos presas de predadores (que por aí existem aos montes) que se utilizam da própria ganância das pessoas para tomar vantagens indevidas, ludibriar, roubar. Porque querer despertar a kundalini assim numa suposta cerimônia de iniciação é pura ganância. É querer adquirir "poderes psíquicos especiais" ao custo de dinheiro material. Não é por sermos espiritualistas que devemos ficar acreditando em milagre. Qualquer um que já procurou minimamente entender como a coisa funciona, sabe que despertar a Kundalini não é coisa que se faz levianamente assim como quem compra uma passagem de avião. Tem gente que passa a vida inteira fazendo técnica, praticando e não consegue pelo simples motivo de ainda não estar pronto pra isso. Acho que saber dosar a nossa espiritualidade com um pouquinho de ceticismo na medida certa, pode nos livrar de cair em muita roubada. Por esse motivo, por tudo que já estudei, e por tudo que já vivenciei. Prefiro olhar para esses "Brunos" ou "Benjamins" e seus "Saltos Quânticos" com uma boa dose de ceticismo. E não me considero menos espiritualista por isso. Muito pelo contrário. Não é porque nos definimos como "espiritualistas" que temos que ser bestas, né? Pode até ser que exista mesmo algo de espiritual no trabalho dessas pessoas, mas eu não boto a mão no fogo por isso.
  5. Eu não sou nem de direita nem de esquerda. Mas uma coisa é fato: nunca tive nem sequer a mínima vontade de votar no Bolsonaro porque sempre achei toda a conversa dele muito agressiva, desrespeitosa. Penso que quem age desta forma, não pode ser um bom representante público. Agora que vejo o péssimo governo que ele está fazendo e todas as suas atitudes descabidas só fiz confirmar o que já pensava. Na verdade, acho meio perigoso se apegar a estas "classificações" (direita e esquerda) porque não tem nada de exato nisso. Prefiro mesmo é, em cada eleição, pegar todas as propostas dos candidatos, pesquisar quem são, o que já fizeram, quais suas relações e com base em todas essas informações escolher o melhor (ou o menos pior, como têm sido ultimamente...). O principal fator que levo em consideração não é a qual partido pertencem ou se possuem inclinações consideradas mais de direita ou de esquerda. E também não tenho medo de votar em um candidato que eu sei que não vai ganhar por não possuir projeção na mídia. Eu não voto na imagem dos candidatos, voto em suas idéias e propostas. De uma forma geral, acabo tendendo um pouco mais para a esquerda porque é onde costumam estar as propostas que visam romper com o status quo e penso que muita coisa na nossa sociedade não funciona bem como deveria mas não me considero de esquerda de fato. Prefiro manter a mente aberta. Só estou falando isso porque acredito que exista aí uma relação com a proposta inicial do post porque, pra mim, tudo é espiritualidade, inclusive procurar ser consciente e se esforçar por escolher bem os candidatos numa eleição. Isso é agir pelo social tanto quanto praticar uma caridade ou ajudar uma ong de ações sociais. E isso é espiritual. Mas talvez seja melhor pararmos de falar sobre política aqui porque isso é assunto quente que pode gerar controvérsias. (Tantas vezes já tomei bordoadas no Facebook por causa desses assuntos!)
  6. Eita... comecei a ler o primeiro tópico e já estava parando quando vi que o tal Bruno veio responder pessoalmente e aí o negócio ficou "sério"... hahahha... Como é um tópico extenso, vou deixar pra ler o resto depois pra ver no que vai dar essa conversa toda. Depois eu volto pra comentar!
  7. Agora que você falou eu fique aqui pensando. Costumo acessar bastante o conteúdo do Saulo e do Wagner Borges, qual será o posicionamento político dos dois?... Acho que eles evitam de falar publicamente sobre isso por causa do efeito colateral que essas coisas costumam gerar e até entendo. No lugar deles eu provavelmente agiria da mesma forma.
  8. Quando me lembro de coisas que falamos sobre médium aqui nesse fórum e que parecia pilantragem, só consigo me lembrar do Robson Pinheiro... rs... será se já criei um ranço em relação a ele?
  9. Você acha?... Eu tenho observado o oposto entre os espiritualistas que pude ter contato. Em relação aos famosos eu já não sei dizer. Bom... se for só achismo tudo bem, contanto que isso fique claro, porque qualquer um pode achar qualquer coisa, né?... Mas mesmo assim, falar isso em público acaba só servindo pra gerar polêmica. E no final das contas, mesmo que o Lula seja de fato a encarnação do D. Pedro II, o que essa informação traz de útil? Eu não consigo enxergar nada. Mais um motivo pra acreditar que isso não venha de fato de origem mediúnica... Ao menos não de origem séria.
  10. Posso estar enganado mas acho que não tem vontade e nem organização pra isso. Os caras (mesmo esses mais poderosos) mal conseguem lidar com seus próprios problemas caseiros, quanto mais sustentar qualquer coisa que seja a nível mundial.
  11. O que me chamou atenção de verdade nessa reportagem foi isso aqui: Me chamou a atenção porque parece que o tal "Salto Quantico" encabeçado pelo citado médium, parece dar a entender que concede um tipo de "proteção especial" somente a quem acompanha a todas as palestras. E se entendi direito uma parte dessas palestras é dada só pra um grupo fechado (não ficou claro o critério para fazer parte deste grupo fechado. Seria pagamento?). Eu sempre fico com um pé atrás com essas coisas. Outra coisa que me chama atenção são essas declarações polêmicas de que o tal médium produziu um fenômeno paranormal de verter sangue pela boca (o propósito alegado me parece meio inútil pelo dispêndio de energia que uma equipe espiritual teria que empregar nisso) e fazer declarações sobre a suposta reencarnação de gente famosa. Todas essas coisas me deixam com um pé atrás porque flertam com um certo tipo de sensacionalismo e não consigo ver motivos para uma equipe espiritual séria apoiar esse tipo de coisa. Na verdade, penso que o fenômeno das mesas girantes e efeitos físicos que despertou a atenção das pessoas na Europa pouco antes da popularização dos fenômenos mediúnicos e do advento do espiritismo kardecista pode até ter tido lá sua utilidade e sustentação mas são coisas que não cabem mais no mundo de hoje. A produção de tais fenômenos é custosa demais em termos energéticos e de complicada realização. As idéias espiritualistas já estão difundidas num nível que não se faz mais necessário esse tipo de coisa. Aliás... sou da opinião que a era dos grandes médiuns com projeção internacional acabou porque eles simplesmente não são mais necessários. Particularmente acredito mais na verdadeira mediunidade sendo empregada em vários pequenos centros com pouquíssima projeção midiática na periferia do que por meio de poucos grandes médiuns estrelas da mídia porque penso que o primeiro caso é muito mais útil para os propósitos dos verdadeiros mentores espirituais do que o segundo. Por todas estas razões, sempre que vejo um caso como o deste tal Benjamin. Fico um pouco cético. Não quero com isso, entretanto, descreditar tudo o que o médium fala mas, mais especificamente em relação àquilo que é atribuído à sua mediunidade, prefiro olhar com uma visão bem crítica e manter sobre um certo nível de suspeita.
  12. Esse cara é um médium conhecido?... Acho que eu nunca tinha ouvido falar dele. Até achei a fala interessante. Bem articulado e com bons argumentos... mas eu não conhecia.
  13. É... sobre corpo acordado durante a projeção tem aquele relato muito interessante do Moisés Esagui e, se não me falha a memória, tem também um relato do Waldo Viera (só não me lembro agora onde foi que vi esse relato pra poder indicar) que são dois projetores experientes e respeitados. Então acredito que seja um fenômeno que deva ser encarado com seriedade. De uma forma geral, acho que temos mesmo que tentar sermos flexíveis em relação a fenômenos associados com a projeção da consciencia pois qualquer um que se debruça sobre esses assuntos percebe que ainda sabemos muito pouco. Mesmo os projetores mais experientes de que temos informações tinham ou tem bem pouco controle dos fenômenos e costumam relatar projeções em que não são capazes de explicar com profundidade tudo o que se passa. Nessa área de estudo, ainda temos mais hipóteses e teorias do que certezas de fato.
  14. Na minha opinião, a clarividência viajora é, de fato, um tipo de projeção. Se algo está sendo "Projetado" para fora do corpo, então é uma projeção. Dizem que no caso da clarividência viajora, o que é Projetado não é o corpo astral e sim algo do corpo energético do indivíduo. Em alguns casos, é um túnel energético que se projeta até o local e, por ser um túnel, a visão resultante é cilíndrica. A consciência ainda está no corpo mas consegue perceber o local distante através deste "apêndice" energético. Entretanto, neste caso isso seria uma projeção "energética" e não "astral". Pois o que estaria sendo Projetado não é o corpo astral em si. Me parece que isso pode até ser treinado. Embora eu compreenda o que você quer dizer e, de certa forma, até concorde. Em parte, eu não concordo. Eu não acho assim tão inútil dividir os fenômenos porque ser capaz de ver as distinções pode nos dar uma melhor compreensão do fenômeno em si, mesmo que do ponto de vista de quem passa pela situação, de uma forma prática, seja difícil de distinguir. Inclusive acredito que para que se possa ter a capacidade de reproduzir o fenômeno de forma consciente, seja útil conhecer as distinções entre fenômenos distintos com efeitos semelhantes. Mas, em geral, essas pessoas que descrevem esses fenômenos mais incomuns não são capazes de os repetir pela livre vontade porque são pra eles acontecimentos espontâneos que talvez tenham ocorrido por uma série de fatores desconhecidos que coincidiram ou talvez, por um estímulo consciente de uma consciência terceira, um técnico do astral. Se você sabe distinguir um fenômeno do outro, ao tentar reproduzi-lo você pode focar mais naquilo que faz mais sentido. Focar em atuar apenas no corpo energético ao invés do astral, por exemplo. E mesmo que não se tente reproduzir o fenômeno em si, acho que o conhecimento da mecânica da coisa é sempre útil e pode ajudar de uma forma ou de outra.
  15. Será se isso poderia ser classificado como uma clarividência viajora? Pelo que entendi, não é que a consciência dela se dividiu mas, ela estando projetada, o foco de atenção dela estava mais na projeção que flutuava vendo a mãe enquanto seu corpo físico estava em pé lá na casa dela. Acho que isso é tipo, mais ou menos como quando, no corpo físico dividimos nossa atenção em duas tarefas como, dirigir um carro e ao mesmo tempo conversar com a pessoa ao nosso lado. Quando fazemos isso, uma das tarefas é feita de forma mais automática mas a nossa inteligência é mais utilizada naquela tarefa que nos exige um esforço mais consciente enquanto efetuamos a outra tarefa com o aspecto mais instintivo de nossa consciência.
  16. Documentário sobre projeção astral feito por Nathália Vernizzi ( @NathVzz😞 Entrevistados (por ordem no filme): Alberto Cabral, Nanci Trivellato, Saulo Calderon, Wagner Alegretti, Liliane Moura, Moisés Esagüi, Wladimir Antonio Campacci Jr., Luiz Fernando Mingrone (Enki), Pau Hernández, Xènia Tura Pidelaserra, Roberto Pineda, Meire J. Costa, Rosa Mª Busqueta Escanilla, Andrea Campos, Lázaro Freire, Fernando Picheli, Cesar de Souza Machado, Wagner Borges.
  17. Realmente não tenho essas informações. Só sei que existe algo que não me cheira muito bem no trabalho dele. Desde antes mesmo de 2016, no começo deste tópico, quando mencionei essas minhas reticências ao trabalho do Robson Pinheiro foi porque algo não me parecia muito certo. Tendo um conhecimento razoavelmente bom da Umbanda, do Candomblé e mesmo do espiritismo kardecista (todos movimentos aos quais já participei com profundidade), quando li "Tambores de Angola", não consegui me convencer pelo conteúdo do livro. Não é que seja um livro ruim mas algo me parecia meio fora do lugar. Não sei bem te dizer o que é. Uma intuição talvez. O livro "Faz Parte do Meu Show" onde, o Robson Pinheiro supostamente conta como foi a situação de Cazuza após sua morte me parece ainda mais inverossímil. Não fez o menor sentido pra mim. Simplesmente não me convenceu. E isso tudo foi muito antes dessa tal trilogia política totalmente enviesada lançada por ele. Daí pra frente, foi só ladeira abaixo. E aqui estou analisando só o conteúdo das obras. Nem estou olhando para a ação social do autor. Até mesmo porque ação social as vezes também pode servir de fachada para coisas bem menos honestas.
  18. Acho que preciso explicar um pouco melhor o que eu quis dizer quando me referi ao problema da convergência da espiritualidade com a política no caso do trabalho do Robson Pinheiro. Realmente não fui muito claro. Podemos dizer que a palavra "política" é usada para representar duas coisas distintas que, embora relacionadas, possuem uma sutil diferença: Política como conceito que, resumidamente trata da influência que cada cidadão exerce sobre os assuntos públicos por meio de seu voto em alguns representantes e também da ação de tais representantes como agentes políticos atuando de forma a representar uma determinada parcela da população. Ou seja, política é a forma que temos, como cidadãos de participarmos das decisões sobre os assuntos públicos. Essa é uma visão de política dentro de uma democracia mas é algo um pouco mais abrangente que isso e que adquire certos contornos dependendo do regime político. Política como sendo a forma como os agentes representantes políticos se comportam principalmente no Brasil (mas que deve ser mais ou menos assim no mundo todo) onde é considerado lícito fazer acordos por conveniência onde a ética precisa, muitas vezes, ser deixada de lado sob pretexto de se fazer a vontade de uma suposta maioria. Como exemplo, podemos pensar no político (deputado ou vereador, por exemplo) que durante o seu mandato se submete a votar a favor de determinadas propostas de leis que considera ética ou moralmente questionáveis mas que foram determinação de seu partido político. O mencionado político votaria então a favor dessas propostas para que possa ser permitido votar a favor de outras propostas que definam a causa que seja sua bandeira e que represente os interesses de sua proposta política. Ou seja, é aquele jogo de toma lá da cá. Eu voto nisso e fecho meus olhos para coisas questionáveis para que eu também possa votar naquilo outro que considero importantes. Ceder um pouco em prol daquilo que se consideraria um bem maior. Esse tipo de comportamento pode e frequentemente tende a gerar distorções de onde surjam atitudes políticas deletérias a população onde ética e moral são frequentemente pisoteadas em função do interesse escuso de alguns. Então quando me referi a política anteriormente foi pensando neste segundo significado e não em relação ao sentido puro da palavra. É comum utilizar essa palavra dessa forma e deixar que o contexto a defina mas certamente isso pode dar margem à dúvidas. Então quando afirmo que é um problema o médium misturar sua ação mediúnica com política estou me referindo a esta política "impura", deturpada, cheia de acordos, conchavos e distorções do cotidiano político conhecido. Obviamente que é importantíssimo para todo cidadão ter uma ação política, procurar se informar e participar de alguma forma. Por mais micro que seja, nem que seja só por meio do meu voto, minha ação política é importante quando penso numa sociedade mais humana e igualitária. Todo mundo deveria procurar se esforçar neste sentido. Inclusive médiuns, sacerdotes e demais espiritualistas. O problema está mais quando isso acontece de forma desconexa, sem conhecimento de causa ou simplesmente leviana. Além disso, especificamente no caso dos médiuns o objetivo maior não está na ação política e sim na ação de esclarecimento e/ou assistencial onde a atuação política mais explícita tende a representar um fardo maior ao que se possa carregar e atrair um tipo específico de assedio que tende a se tornar uma barreira maior que a necessária. É importante não confundir as estações. Isso não quer dizer que o encontro entre espiritualidade e política seja sempre negativo e o caso do Gandhi é aí um grande exemplo porque ele foi personalidade de importantíssima ação política que pautou todo o embasamento de suas teorias em conceitos profundamente espiritualistas. O próprio movimento Satyagraha, que foi um movimento político, tem seu fundamento em conceitos muito difundidos no contexto religioso hinduísta, satya e ahimsa que são dois dos cinco yamas de Patanjali que estão entre as bases da filosofia Yogi. Entretanto, essa política do item 2 a que me refiro acima não combina com espiritualidade por estar poluída porque nela o ético e o antiético, o moral e o amoral frequentemente se encontram e muitas vezes se defende a tese de que os fins justificam os meios e isso não tem lugar numa espiritualidade verdadeira. Para a verdadeira espiritualidade, os fins NUNCA justificam os meios e não há espaço para a falta de ética e para as atitudes amorais. Então o espiritualista que quer se envolver com política de uma forma mais intensa precisa exercer um esforço sobre-humano para se manter no escopo da política pura dentro de sua definição mais básica. Não há espaço para abrir exceções porque essas exceções são, na maioria das vezes, a porta do precipício. Pouquíssimas são as pessoas capazes de tais feitos porque as tentações do caminho são muitas. A política frequentemente está relacionada ao poder e o poder corrompe com uma facilidade incrível. Política e espiritualidade pode e deve se misturar mas apenas quando o caminho exige isso. Apenas nos casos em que há uma missão clara estabelecida. Se o cara, assim como o Robson Pinheiros, não é capaz nem de identificar a amoralidade e antiética de um esquema de pirâmide, como que uma pessoa dessa pode ser bem sucedida (do ponto de vista ético e moral) misturando espiritualidade com política? Na grande maior parte das vezes, não convém misturar mediunidade e política. Obviamente, há exceções mas estas, são muito específicas dado o atual nível evolutivo da humanidade. Talvez no futuro, isso seja mais comum e menos perigoso. Só para resumir: Se você analisar a afirmação de forma incompleta: Realmente não existe um conflito entre espiritualidade e política. Mas se você olhar para a afirmação como um todo: Verá que o problema não está na relação entre espiritualidade e política em si e sim nas distorções. (E, no final das contas, o que é a "lógica do chapeleiro louco" se não uma distorção?) Acho importante realçar isso para não parecer que se está defendendo que espiritualidade e política são incompatíveis. Só é muito difícil conciliar as duas coisas de forma mais profunda porque a pessoa precisa ter um preparo que não é tão comum num mundo de tantas inconsequências como o que vivemos.
  19. Embora eu já tenha essa sisma minha com as coisas do Robson pinheiro há muito tempo. Esse é um fenômeno que eu não estava observando muito porque não costumo concordar com os autores se o que propagam não passar por meu crivo crítico. Então descarto logo as baboseiras. Mas isso que a moça cita nesse texto é um fenômeno que tenho visto acontecer bastante. Essa distorção da realidade tenho visto muito em vários meios e, pior, tenho visto muita gente comprando esse monte de mentiras. Essa convergência toda das ideias espiritualistas com a política no meio de tantas distorções é coisa mesmo de enojar. Mas essa história de pirâmide aí do Robson a mim não espanta. Só serve mesmo para confirmar ainda mais aquilo que eu já suspeitava há muito a respeito do trabalho dele. Não é confiável.
  20. Retro-cognição. Fenômeno muito interessante que sempre me despertou algum interesse. Embora eu nunca o tenha vivenciado. Achei interessante o paralelo que você traçou. Deve ser porque, de alguma forma, o ambiente ficou gravado no seu subconsciente e ao se projetar aquilo vem à tona. Algumas hipóteses do que possa estar acontecendo neste momento: 1 - Por conexão com aquela lembrança e num automatismo, seu corpo astral viaja até lá onde o ambiente astral ainda está plasmado como era antigamente por força das suas próprias impressões na época. 2 - Plasmagem astral no lugar que você se encontra hoje mesmo, advinda da lembrança ativada no seu subconsciente. 3 - Breve retro-cognição espontânea por identificação subconsciente com aquela lembrança? Seria possível confirmar alguma dessas hipóteses? Talvez tentando produzir o efeito de forma proposital?
  21. Vou só especular. Porque pensar logo em extraterrestres? Porque não pensar em algo mais simples antes? Talvez "eles" sejam só seus mentores e "lá pra cima" seja alguma colônia espiritual com a qual você talvez possua algum vínculo.
  22. É... sobre essas outras experiências fora do convencional eu não posso falar nada. Só especular mesmo. Acho muito interessante e meio surreal. Já vi um vídeo do Moisés Esagui falando sobre uma experiência dele de estar caminhando e se ver Projetado fora do corpo flutuando por cima do corpo dele. Também lembro dele falando de um mesmo espírito que estava encarnado em dois lugares ao mesmo tempo (se não me engano era a mãe dele). Acho que, se minha memória não falha, já vi um relato do Waldo Vieira também falando de se ver Projetado por cima do corpo enquanto caminhava com o corpo físico andando dentro de um aeroporto. O fato é que cada um fala com base em suas experiências. Nessa área tudo é muito subjetivo então fica difícil de comprovar essas coisas, tanto de serem verdadeiras quanto de serem falsas ou de serem um terceiro fenômeno que poderia ser explicado de outra forma.
  23. Geralmente é sempre assim. A gente se deixa afetar por todas as coisas que estão nos rodeando e nos esquecemos que no nosso mundo interior quem manda é a gente. Então a gente deixa entrar tudo que é de ruim e depois ficamos curtindo uma bad. Mas quem abriu a porta pra tudo isso de ruim fomos nós mesmos sem perceber. Mesmo pessoas sábias e experientes passam por isso mas quanto mais sábias e experientes menos tempo elas levam pra se dar conta que estão caindo novamente neste automatismo. E logo elas podem novamente mudar sua atitude em relação ao mundo. Há um dito interessante que tomei contato ao ler coisas sobre budismo e que tem tudo a ver com isso: Muito pouca gente compreende o significado desta afirmação. Talvez seja porque a maioria não entende a diferença entre dor e sofrimento. Dor é algo que tem sua origem em algum fator externo. Um corte na pele, uma paulada, uma condição muscular desfavorável, etc. Já o sofrimento não tem origem diretamente externa. Ele surge no nosso âmago e é alimentado por nós. Podem haver fatores externos que estejam associados ao nosso sofrimento mas isso acontece porque nós mesmo pegamos aqueles fatores, aquela dor, e alimentamos nosso sofrimento com ela. E vamos repercutindo, curtindo este sofrimento. As vezes já não existe mais dor algumas mas estamos ali alimentando aquele sofrimento. Não é uma ação consciente. Nós fazemos isso por ignorância. Todo mundo faz isso. Quem não faz é porque já atingiu a iluminação e já está livre da força magnética de seu ego e, portanto, está livre do carma.
  24. Aqui no fórum. Na vida cotidiana. Em qualquer lugar. Tenha paciência. Todo mundo tem seu tempo. Se o outro não estiver no tempo dele de perdoar, de responder, de falar, de retribuir, aprenda a respeitar o tempo do outro. E sobretudo respeite o seu próprio tempo, não se force. Siga vivendo e fazendo o seu melhor. As pessoas as vezes têm pressa que as coisas aconteçam. Se você não se apegar aos resultados de suas ações eles acontecerão quando você menos esperar. Mas se você se apegar a eles, vai viver alimentando seu próprio inferno pessoal na ansiedade e na angústia. Aprenda a perdoar a si mesmo e a seguir com paciência porque o tempo resolve qualquer coisa.
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