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Iogui

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Everything posted by Iogui

  1. Aqui no fórum. Na vida cotidiana. Em qualquer lugar. Tenha paciência. Todo mundo tem seu tempo. Se o outro não estiver no tempo dele de perdoar, de responder, de falar, de retribuir, aprenda a respeitar o tempo do outro. E sobretudo respeite o seu próprio tempo, não se force. Siga vivendo e fazendo o seu melhor. As pessoas as vezes têm pressa que as coisas aconteçam. Se você não se apegar aos resultados de suas ações eles acontecerão quando você menos esperar. Mas se você se apegar a eles, vai viver alimentando seu próprio inferno pessoal na ansiedade e na angústia. Aprenda a perdoar a si mesmo e a seguir com paciência porque o tempo resolve qualquer coisa.
  2. Eu acho que está bom. Melhor calar que causar atrito desnecessário. Se você realmente conseguir melhorar a você mesmo você automaticamente vai ajudar os outros. É uma consequência natural porque ninguém está sozinho por mais que pareça estar. A solidão é mais uma daquelas ilusões a que nos apegamos por ignorância e falta de paciência. Melhorar a si mesmo é gerar karma positivo e o karma positivo repercute. Tem um desdobramento. Não precisa forçar a barra. E se me permite um conselho, procure não ter medo de falar e ser mal interpretado. Aliás, se existe algo que é certo, tão certo como saber que um dia essa vida termina e todos iremos morrer é que vão te interpretar errado. Isso já aconteceu com todo mundo e vai continuar a acontecer neste mundo tão dominado pelas paixões. Por mais positiva que seja a sua fala, sempre esteja preparado para ser agredido por quem não recebê-la corretamente. Entenda que se isso acontecer, não é um problema seu. Não absorva isso porque só vai te fazer mal. Simplesmente siga em frente. E não se esqueça que se comunicar é difícil. Pode ser que você é que não tenha conseguido se expressar adequadamente. Eu sei que é difícil ser mal interpretado mas só é difícil porque ainda estamos muito presos aos personalismos e automatismos de nossos egos. Mas em geral, não é o outro que te machuca, é você que machuca a si mesmo com base naquilo que veio do outro. Pode parecer um absurdo o que vou te falar agora mas o outro não tem poder nenhum sobre você. Aquilo que o outro faz é karma dele. Se o que ele fez te atingiu é poque era o seu karma agindo através do outro. No final das contas, a verdade é que a raiz desse mal que te atingiu reside em você. Mesmo que você não consiga enxergar isso. Ao te falar isso, eu mesmo estou me arriscando a tomar uma bordoada porque muito pouca gente entende estes conceitos verdadeiramente e tem muita gente que não concorda. Já me aconteceu algumas vezes aqui neste fórum mesmo. Tem gente até que acha que estou falando em "passividade". Não é isso. Muito pelo contrário. E por mais absurdo que possa parecer, eu estou te falando de coisas muito práticas. Isso não é de forma alguma uma utopia. Não significa entretanto que seja fácil. Mas não deixa de ser simples. No fundo, no fundo, é bem simples. Mas você não precisa acreditar nessas palavras. E se você achar que estou falando besteira, não se preocupe que não vou me magoar, pode falar. Afinal de contas, fui eu que me meti a besta de dar um conselho né? Tenho que aguentar o que vier de resposta... rs
  3. Dizem que o ciclo só termina quando dominamos o ego. Os métodos pra tentar chegar lá são muitos, todos muito trabalhosos, requerendo paciência e muito trabalho e a resposta para sua pergunta será diferente dependo de quem for responder. Os budistas te dirão que a principal ferramenta é a meditação. Os ocultistas dirão que você deve escolher uma ordem, se tornar um adepto e seguir evoluindo os graus. O pessoal do Tantra vai te dizer que você precisa fazer certas práticas que vão ativar seus chakras e produzir o despertar da kundalini que deve ser guiada para o sahasrara. Os espíritas te dirão para trabalhar em sua reforma íntima durante muitas encarnações. Alguns te dirão que o caminho é através da adoração a Deus. Etc... A caridade te ajuda a trabalhar seus próprios defeitos internos. Ela não é obrigatória mas ajuda muito e traz mais compreensão. Sempre deve ser feita na medida das possibilidades senão não é caridade é auto abandono, talvez até mesmo orgulho. A caridade verdadeira é de certa forma espontânea. Só se deve dar aquilo que se tem para dar. Forçar a caridade pode ser mais prejudicial que benéfico. Esse é o tipo de pergunta que revela que a pessoa tem uma visão por um viés bastante ocidental. No ocidente tradicionalmente se tem utilizado a palavra Carma com sentido de algo negativo mas na sua origem karma não se refere a algo mal, negativo. Em sua origem karma é ação e as consequências desta ação. E não é possível não agir. Os resultados da ação são bons, neutros e negativos. Teoricamente o karma melhor é o neutro, ou seja, as ações neutras que não geram impressão e que representam equilíbrio. Mas é possível chegar a esta neutralidade mais facilmente gerando karma positivo então isso é preferível a tentar não agir ou agir de forma negativa o que sempre complica as coisas. Particularmente, acho mais útil ao invés de ficar pensando em gerar ou não gerar carma, pensar de uma forma mais simples. Procurar ter atitudes equilibradas que não sejam ações egoístas. Não precisa ficar toda hora pensando em fazer o bem. Mais útil que isso é pensar em como corrigir aquilo que é ruim em você mesmo e o bem será uma consequência natural desta ação. Eu acho que pensar que o mundo é ruim é uma visão limitada. O que é o mundo afinal? Se você pensar que o mundo é só este planeta terra onde vemos estas notícias tão tristes a todo momento você pode chegar a conclusão de que o mundo é ruim. Mas o mundo não é só isso. O mundo é bem maior que isso. E os outros planetas? E os outros planos (astral, mental, etc)? Se você pensar de um ponto de vista mais amplo, verá que o mundo não é ruim. Acho que o mais certo é que o mundo não é nem ruim nem bom. Isso é um pensamento dual. Existe um nível de compreensão onde isso nem é uma questão. O mundo é e pronto.
  4. Muito interessante. Lembro daquele relato do Saulo quando ele foi fazer uma palestra em sei lá qual cidade e um rapaz pediu pra ele tirar ele do corpo e de noite ele conseguiu ir lá na casa do rapaz e ajudou ele. Tanto que no outro dia o rapaz foi lá no hotel falar com ele e confirmou que lembrava de alguma coisa da experiência. Mas ali teve bastante ajuda de mentor. Se não me engano acho até que foi um combinado entre os mentores do Saulo e do Rapaz. Acho que se for uma pessoa que não tenha medo isso fica mais fácil mas imagino que mesmo assim, qualquer variaçãozinha na emoção já interfere. Se o pião ficar emocionado de estar fora do corpo já deve afetar. De uma forma geral, o ser humano médio é muito descontrolado emocionalmente e isso é amplificado no astral. Penso que esse seja um dos principais fatores complicadores de projeções astrais.
  5. Faz sentido. Talvez uma condição de maior soltura energética ao se desfazerem a maior parte de nossos bloqueios permita isso. E a forma de chegar a isso independe do tipo de técnica utilizada. O importante é mover as energias, fazer práticas energéticas. Acho até que possuir conhecimento e fazer uso de um maior número de práticas distintas seja mais benéfico do que ficar só na OLVE direto porque o que talvez esteja difícil fazer com uma técnica, para aquele biotipo específico, naquela ocasião, fique mais fácil com a outra técnica. Temos que lembrar que cada pessoa é diferente, possui uma constituição energética diferente e que não está sempre igual. Varia com o tempo. Tem dia que parece que é até mais fácil movimentar as energias que em outros dias. E essa variação pode ser até no mesmo dia dependendo de para onde fomos, com quem tomamos contato, as emoções que desenvolvermos durante o dia, etc. Se a vida apresenta tantos quadros distintos, há de se ter um beneficio em se conhecer e utilizar várias técnicas distintas porque talvez umas funcionem melhor em determinadas situações do que outras.
  6. Então... mas se você começa a mexer as energias em uma parte do corpo e naquela parte você gera uma maior soltura e consequentemente uma maior agitação, isso tende a afetar todo a sistema por indução. O princípio é o mesmo do OLVE só que no OLVE você já tem a intenção de afetar tudo mesmo. É nesse sentido que todo tipo de movimentação energética pode ser benéfico e pode de alguma forma levar a um EV. Principalmente quando as energias já estão mais soltas, menos densas. Claro que não. Até porque o EV não precisa ser constante. Só de conseguir provocar ele conscientemente de vez em quando já dá pra se beneficiar. Mas mesmo sem provocar o EV, só de estar movimentando as energias já se tem um benéfico. Se a pessoa fizer lá a órbita, não chegar a um EV de fato mas já conseguir movimentar a energia e fazer os canais ficarem um pouco desobstruídos, já está no lucro. Não precisa nem chegar a um EV de fato. Olha... eu realmente não sei. Mas já vi o Waldo falando uma teoria sobre Serenões levantando esta hipótese de que eles já estariam num estado de estar constantemente em EV. Acho que vi ele falando isso em algum vídeo mas ele tava só levantando uma hipótese. Não afirmou isso como afirmação absoluta porque ele mesmo não tinha certeza. Não sei não. Vejo isso como apenas um dos benefícios. Mas acho que há muitos outros. Só o fato de a pessoa ir conseguindo ir trabalhando seus bloqueios energéticos já é um bom ganho. E acho até que mais importante pro ser humano médio que tá aqui se arrastando que nem a gente se perdendo nas próprias paixões. Mas mesmo que não se consiga nem produzir o EV. Só de estar movimentando com frequência já tem algum benéfico. Tem dias que não estou com muito saco pra ficar naquela coisa de vai e vem da OLVE. Aí eu faço outros tipos de movimentação. Pulsação nos chácras, expansão e retração da áura pela vontade, práticas energética de exteriorização com mentalização de cores. Etc. Penso que o importante é mexer as energias e acho que é mais ou menos esse o objetivo da fala do Wagner Borges.
  7. De todas as vezes que ouvi o Wagner Borges falando sobre EV, a impressão que ficou foi que o que incomoda ele é as pessoas acharem que o EV é a solução pra tudo. Na verdade isso acho que é até meio direcionado pro pessoal da conscienciologia. O Wagner Borges defende uma prática energética mais váriada com exercícios distintos.
  8. Mas o que eu acho que o Wagner Borges quer dizer é que é possível atingir o EV praticando a órbita microcósmica. Eu mesmo tive essa impressão numa época em que experimentei essa prática. Na verdade, acho que é possível praticando quase qualquer tipo de manipulação energética. Claro que existem algumas variáveis envolvidas e não basta só querer. Tem que ver se os pré requisitos estão preenchidos. Uma outra observação da fala dele foi a questão das diferenças individuais quando ele afirma que pra algumas pessoas pode ser mais fácil atingir o EV de uma forma do que de outra dependendo de suas características individuais. Acho que dependendendo da sua soltura energética, só de começar a pulsar alguns chakras isso já pode disparar um EV. Outro ponto que me chamou atenção foi a questão do EV mediúnico porque me lembrei de uma experiência que tive no começo de meu desenvolvimento mediunico. Eu estava incorporado com caboclo mas naquela fase em que a incorporação ainda não é completa. Eu senti o EV mais forte da minha vida. Pensei que ia ser derrubado no chão. Eu nem sabia ainda que aquilo era um EV, aliás nem sabia o que era EV. Não se falava disso naquela época.
  9. É. Acho que é mais ou menos por aí mesmo. Pelo que entendi, o problema principal que ele levanta é de a pessoa ficar lá com a mente ativa fazendo OLVE e acabar não deixando a mente entrar naquele estado de transição entre as ondas alpha e theta propício para a saída do corpo. Ou seja, a pessoa fica alerta demais tentando produzir o EV e acaba impedindo o nível de relaxamento necessário para a decolagem do corpo astral. Para quem quiser ver o mensionado vídeo. Fui lá conferir e o Wagner Borges cumpriu o prometido e já disponibilizou no Youtube um vídeo de duas horas de uma live que ele fez especificamente sobre o tema: https://youtu.be/rz3-HvLREr0 Particularmente, gosto da abordagem do WB, ele traça um paralelo entre vários tipos de práticas de trabalho energético em várias linhas distintas, todas lidando direta ou indiretamente com a produção do EV, e dá muitas indicações de livros interessantes.
  10. @sandrofabres, aproveitando que o assunto aqui é fazer OLVE e atingir o EV com finalidade de conseguir a projeção, deixa eu perguntar uma coisa. Já vi uns três ou quatro vídeos do Wagner Borges onde ele fala que o EV ao invés de ajudar a pessoa a sair em projeção pode até atrapalhar e gerar efeito contrário, fazer a pessoa ficar presa no corpo e impedir a projeção. Achei essa informação intrigante mas ele (Wagner Borges) sempre diz que vai fazer um vídeo especificamente pra falar desse tema (EV) e nunca faz. Estou no aguardo pra tentar entender melhor o ponto de vista dele. Talvez ele até já tenha postado esse vídeo mas eu não fico acompanhando com frequência. Enfim... qual a sua opinião sobre isso? Você acha que existe alguma situação onde o EV possa prejudicar a saída do corpo ou até mesmo impedir?
  11. Seja bem vindo! @Robô Orgânico?! se você quer continuar essa conversa ou tiver alguma outra dúvida sobre projeção astral ou espiritualidade, basta procurar no fórum o sub-fórum que tenha mais relação com o assunto a ser tratado e abrir um novo tópico. Nós podemos seguir a conversa por lá, ok?
  12. O problema todo não está na reação em si mas na sua origem. O que te faz reagir a tais situações? Você já parou para se perguntar seriamente isso? Já fez essa autoanálise? Se, ao aprender a fazer esta auto análise, você perceber que a origem da reação está numa emoção (eu reajo porque, quando isso acontece, sinto raiva... eu reajo porque, quando isso acontece, tenho um medo incontrolável), então isso não é saudável e deveria ser melhor trabalhado. Agora, se você perceber que essa reação, não possui como pano de fundo nenhuma emoção forte. Que naquele momento você está bem controlado emocionalmente e sendo capaz de raciocinar de forma logica, e você está agindo porque tomou uma decisão equilibrada em agir, então talvez sua reação não seja ruim. No primeiro caso o que impera é o instinto e sua reação será mais próxima da reação animal, geralmente agressiva, irracional e muitas vezes exagerada. No segundo caso o que impera é a lógica, o equilíbrio. A reação é mais amena e proporcional. Não há fortes emoções como pano de fundo. A ação não possui contaminação emocional, visa unicamente, atingir seu objetivo (conter uma ameaça real, estabelecer uma defesa, manter uma distância, ou simplesmente não fazer nada). A passividade "mais estúpida" não é planejada, não tem um propósito, nenhuma lógica e não representa equilíbrio emocional (a pessoa pode estar completamente travada pelo medo ou com os sentimentos completamente amortecidos, embotados pela desistência e pela fuga). A "não-reatividade" sadia é fruto de uma escolha, possui um raciocínio lógico como base e, portanto, um objetivo e, possivelmente, um plano B para uma eventualidade. Não está crivada de emoções fortes e nem visa reprimi-las. Não é um ato de desistência e sim de resistência. Ela representa força e não fraqueza.
  13. Ou seja, o cara era vegetariano. Eu não conheço mas já ouvi falar que no hebraico antigo as palavras tinham muitos significados completamente distintos entre si e que para o correto entendimento é necessário observar o contexto onde tal palavra aparece. Isso junto ao fato de estarmos falando de uma cultura muito antiga e que não permanece igual hoje faz com que a tarefa de tradução de tais textos seja altamente imaginativa, ou seja, tem hora que o tradutor tem meio que "chutar" o significado. E nesse processo há grandes chances de suas premissas estarem erradas simplesmente pelo fato de que não se pode hoje reproduzir exatamente os mesmos valores daquela época. Esse caso da mesma palavra representar gafanhotos e também o nome de uma frutinha não é tão difícil de contextualizar (ainda assim ocorrem erros) mas tem situações que formam expressões idiomáticas onde é necessário um conhecimento muito profundo daquela cultura. Coisa que simplesmente não é mais possível ou, quando é possível, é muito difícil dependendo de um conhecimento de estudos históricos muito vasto.
  14. Isso faz total sentido pra mim, @sandrofabres. Esse texto que você postou vem bem de encontro com as minhas impressões de minhas leituras do velho testamento. A impressão que tenho, é mesmo de um texto truncado que passou por muitas interpretações diferentes pelos diversos copistas pelos quais passou até chegar aos dias atuais. Cada qual querendo puxar mais a sardinha para o seu lado. Tem momentos em que o texto é muito desconexo. O fato é que é impossível garantir que o texto que chega hoje até nós é o mesmo que foi escrito por seus autores originais. Mas pior que isso, além dessa questão dos copistas ainda tem a questão das traduções pois tem texto que é a tradução da tradução. Nem tudo que chega pra gente é traduzido diretamente do hebraico antigo. E tem também a questão das interpretações e do contexto. Pensa comigo: como que uma pessoa nascida hoje ou, sei lá, há 100 anos atrás vai ser capaz de ler um texto de 2000 anos e compreender o contexto tal qual ele foi pensado naquela época? Nosso modo de vida é hoje muito diferente do modo de vida daquelas pessoas de 2000 anos atrás. É possível que palavras empregadas com sentido figurado simplesmente não possam ser interpretadas por alguém que não viveu naquele contexto. Pra quem já tentou aprender outro idioma sabe do que estou falando. Tem coisas que não conseguimos entender direito por não conhecer o contexto de vida daquela cultura. Até que encontremos explicação em outro lugar. Mas isso falando em fontes atuais. Obviamente esse problema tende a ser amplificado pela distância de datas e mudança cultural social. É com base nesses raciocínios que eu aconselho a qualquer pessoa que se aventurar a ler a Bíblia, que o faça com discernimento. Pensando por si mesmo. Não interpretando tudo ao pé da letra. Sabendo questionar e mesmo descartar as passagens que não fizerem sentido por não poderem ser bem esclarecidas. Convém não levar a bíblia ao pé da letra e nem confiar cegamente no que está escrito ali. Pois simplesmente não dá pra ter certeza que o que chega até nós hoje é de fato aquilo que quiseram dizer seus autores. Aquela conversa de que o que está escrito na Bíblia é a palavra de Deus é coisa de fanático. Aquilo é a palavra do homem que foi interpretada e reinterpretada muitas vezes. Se ainda existe algo de Divino ali, cabe ao leitor separar o joio do trigo, ser racional, não fanatizar e não se perder. Acho que, se a pessoa estiver bem preparada e consciente, vai poder extrair coisas boas, caso contrário pode entender coisas distorcidas do texto mais claro e conciso que existir. Para o bom entendedor a palavra de Deus está em tudo. Mesmo nas menores situações do cotidiano. Para essa pessoa, não é necessário ler a Bíblia para saber a palavra de Deus. Até mesmo a ferramenta mais abençoada pode ser usada de forma errada. O martelo foi feito para construir mas é possível utiliza-lo para destruição. As palavras são complicadas e imperfeitas. Muitas vezes queremos dizer uma coisa mas percebemos que nosso interlocutor entendeu outra pois existem filtros no que falamos e filtros no que se escuta. Obviamente a bíblia não foge a este problema. Mas para aquele que for realmente bem intencionado, é possível contornar tais problemas. E, desta forma, certamente será possível extrair coisas boas da Bíblia. Assim como de qualquer outro texto.
  15. Olha, eu não sei dizer ao certo qual bíblia é de fato mais recomendada para estudos gnósticos mas vou deixar aqui uma opção. Embora eu não tenha nem folheado, achei interessante uma vez uma recomendação que o Wagner Borges fez de tradução da Bíblia (acho que foi em algum dos vídeos no canal dele no Yotube). Ele recomendou a Bíblia Ecumênica pois ela é fruto do trabalho conjunto de pessoas de diferentes credos (católicos, protestantes e ortodoxos). Abaixo segue um link para um texto que explica melhor o processo de confecção desta Bíblia: http://www.abiblia.org/ver.php?id=334&id_autor=2&id_utente=&caso=perguntas Eu achei bastante interessante porque assim fica mais difícil puxar a sardinha demais para um só lado, né? Entretanto, por mais que seja dita "ecumênica", ainda assim os participantes são de um grupo limitado de crenças. Não creio que tenha participado nenhum ocultista, exoterista ou gnóstico embora eu não possa afirmar isso com certeza. De qualquer forma, eu achei a iniciativa interessante. Mas... embora eu esteja comentando sobre esta bíblia, não posso afirmar que seja de fato boa pois eu não a possuo e nem nunca tive contato com ela. Talvez no futuro eu adquira um exemplar para conferir.
  16. Realmente. Acho que depende também um pouco do perfil da pessoa e do quanto de conhecimento exotérico ou espiritualista que a pessoa realmente absorveu. Depende também da abertura e racionalidade. Da capacidade de comparar e de tomar as próprias decisões, acreditar em si mesmo e possuir senso crítico. Eu, por exemplo, já li o antigo testamento quase todo e não pirei. Mas eu também confesso que a bíblia não é um texto que me atrai muito. Acho ela muito truncada. Me dá impressão que, em suas inúmeras traduções, sapatearam muito em cima dela. É o contrario do que vejo no bagavad guita ou nos yoga sutras de Patanjali. Esses sim são textos que, logo de cara, fizeram muito sentido pra mim. São obras primas. Tudo se aproveita. Até me impressiono! Já a bíblia eu leio por ser muito citada no ocidente e aí eu quero conhecer pelo menos um pouco mas confesso que nunca vi nada de muito útil nela. No meio de um monte de bla bla blá, até que tem uma ou outra passagem com coisas bem interessantes nela mas tem muita coisa confusa também. Porém, essa é minha opinião em relação ao velho testamento. Já o novo testamento, ainda estou em falta. Nunca fiz uma leitura realmente consistente do novo testamento, só de algumas passagens.
  17. Pelo contrário. Eu sonho que estou voando com uma certa frequência. E sei que não estou lúcido porque nessas ocasiões estou fazendo ou pensando coisas que simplesmente não fazem sentido quando estou lúcido. Não é só uma questão de rememoração.
  18. Eu concordo com o Sandro em relação à ter um cuidado especial para não criar nem sustentar crenças limitantes. Acho que se você tem que tomar esse remédio, tem que procurar se adaptar e tentar conseguir manter as projeções mesmo durante o uso do remédio pois antipsicóticos são remédios importantes pra pessoa que faz uso poder manter boa qualidade de vida. Por outro lado, se levamos em consideração que a ação dos antipsicóticos é de bloqueio de neurotransmissores influenciando o funcionamento do sistema nervoso central, não seria de se admirar que esse tipo de remédio tenha mesmo alguma influência na projeção astral. Não sei qual o impacto do ponto de vista energético mas olhando apenas do ponto de vista físico, algo que bloqueia neurotransmissores pode ser que afete a rememoração posterior. Mas isso é apenas uma hipótese. Pra se certificar, teria que ser feito algum estudo nesse sentido e mesmo assim, não é simples de ter certeza em nada desta área. Acho que vale a pena investir em técnicas que favoreçam a rememoração como tentar ficar imóvel durante algum tempo logo após despertar, relaxando e com intenção de deixar o cérebro fazer o "download" das informações que ainda não tenham decido para o físico. Fazer treino de rememoração de sonhos com anotação em caderno de cabeceira. O uso do remédio é importante então você terá que se adaptar. Procure reforçar nas técnicas.
  19. E aí, @André Visnieski, conseguiu estabelecer uma rotina? Quais as práticas que você tem feito?
  20. Que legal! Essa é a parte mais difícil: reconhecer os próprios defeitos. Muitas vezes, simplesmente não os enxergamos (e pode ter certeza, todos temos defeitos, caso contrário não estaríamos encarnados aqui). Se o passo mais difícil a respeito deste problema em específico, você já deu, estou certo que em breve, isso será apenas passado. Fico muito feliz com seus avanços conscienciais! Muito mesmo! Tá bom. Aí já não é problema seu. Sua parte você fez. O restante, o tempo se encarrega. O tempo resolve qualquer coisa. Nota: Pensei que a sua postagem em resposta à minha seria: Eu ia rir muito! 😂🤣 ...E no final do dia, daríamos um tapinha nas costas um do outro, e sairíamos apreciando a paisagem! 😂
  21. Nunca mais eu vi o @marlon00x no fórum mas talvez seja porque ele não atenda mais por esse nome... talvez hoje ele seja o "pé de mesa", talvez "tripé"... ou talvez "glandstone" (pra quem entender a referência!)... 😂🤣 Mas acho que o mais provável é que ele simplesmente não frequente mais o fórum. Ele me parecia um cara divertido! 😂
  22. Fala, bandeira, tudo bem? Sei que ando meio sumido e peço que me perdoem, mas é que as coisas da vida cotidiana têm me cobrado maior atenção. Então não tenho tido tempo de participar muito das discussões aqui (algumas que muito me interessavam inclusive, pela qualidade das informações e da troca de ideias). De vez em quando dou uma escapada para dar uma lida ou outra nos tópicos, mas das poucas vezes que tenho feito isso, não pude me dar ao luxo de participar mais ativamente. Realmente, lembro-me de alguns episódios em que discordamos (o que acho perfeitamente normal e que em algumas situações pode até ser muito saudável uma discordância sadia e respeitosa) e lembro-me também de ter tido a impressão que você se sentiu perseguido por mim, desagradado com minha forma de falar embora essa nunca tenha sido a minha intenção. Pelo contrário, sempre quis colaborar. E nunca, em nenhum momento, quis me colocar como senhor da verdade. Mas sei também que a arte da comunicação não é tão simples quanto parece e todos temos nossos filtros pelos quais interagimos com o mundo distorcendo informações que entram ou que saem de nossas mentes. Pode ser que minha escolha das palavras ou da forma não tenha sido das melhores. Sei que tenho muito ainda a aprender sobre esta nobre arte: a comunicação. Por exemplo, entre meus defeitos, acho-me muito verboso. Muitas vezes me falta o poder da síntese. E acho isso bem ruim... Mas fazer o quê, né?... Aos pouquinhos eu vou aprendendo. Por favor me perdoe se causei qualquer má impressão. Saiba que nunca foi minha intenção me passar por sabe-tudo (até porque, sei que não sei!), nem tampouco foi minha intenção te descreditar ou diminuir. Saiba que aceito ser contestado. Se você achar que estou errado sobre algum assunto, simplesmente me diga que estou errado e que o seu ponto de vista é outro mas não me penalize se eu não me satisfizer com seus argumentos. E se, ao fim, não chegarmos a um acordo, tudo bem. Talvez não concordemos em tudo. Vida que segue. Ainda assim a gente pode, no final do dia, conversar sobre amenidades, dar um tapinha nas costas um do outro, e sair andando apreciando a paisagem. 😉 A propósito, sobre o seriado do netflix, assisti apenas ao primeiro episódio sobre EQM e gostei. Ainda não deu tempo de ver os outros. Concordo com as explicações do Sandro sobre a cultura espiritualista dos gringos e o fato de o kardecismo ter pegado mesmo é aqui no Brasil mais que em qualquer outro lugar do mundo (incluindo aí a França, lugar onde Kardec é muito menos conhecido que no Brasil, apesar de sua origem).
  23. Existem algumas técnicas que podem ajudar em relação a isso. Neste caso, gosto das técnicas que constam do livro "Mind Iluminated" do Culadasa (John Yates) indicado pelo Sandro em um outro tópico. As técnicas são simples e práticas, feitas pra você usar como treinamento mental e depois abandonar quanto já tiver ultrapassado certas barreiras. Tenho utilizado e me parecem bem efetivas. O porém é que não existe tradução deste livro. Só tem em inglês e, até onde sei, só físico. Mas apesar disso, sua linguagem é muito fácil. Basicamente o que você precisa é treinar a sua consciência periférica e usar ela para perceber que perdeu o foco no objeto da meditação (neste caso a respiração) tão logo ele aconteça. Logo que você perceber que perdeu o foco, não se condene, não se penalize, apenas aprecie esse momento "a-ha!!" (em que você percebeu que perdeu o foco) e volte seu foco gentilmente para o objeto de meditação. Isso não vai te fazer magicamente resolver o problema mas vai começar a treinar a sua mente a perceber esse momento "a-ha!" mais facilmente. Com o tempo esse momento "a-ha!" vai acontecer cada vez mais rápido até um ponto em que ele vai ser praticamente instantâneo e depois ele simplesmente não vai mais acontecer. Até então sua meditação era só um treino de concentração, a meditação de verdade acontece quando você não perde mais o foco. Apreciar o momento "a-ha!", se parabenizar por ter percebido a mente vagando, funciona como reforço positivo e é muito mais efetivo que tentar usar um reforço negativo se penitenciando por ter devaneado. Isso é uma explicação bem simplificada de uma das técnicas do livro mencionado, mas a técnica em si, é simples. No livro, ele fala das etapas evolutivas do treinamento de meditação, ensina a identificar cada uma das etapas em que você esteja e ensina técnicas que ajudam a superar cada etapa. Um livro muito prático ao mesmo tempo que tem uma base teórica ótima e livre de dogmatismos. Mas faça o teste e veja se isso te ajuda.
  24. Gostei da explicação. Legal para o leigo entender. Por ser uma explicação básica entretanto ele não entrou no mérito da questão incorporação consciente vs incorporação inconsciente. Apenas por essa explicação alguém pode pensar que todo médium pode chegar a uma incorporação inconsciente embora, na prática, isso não ocorra. Pelo contrário, a maioria dos médiuns são de incorporação consciente.
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