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Iogui

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Everything posted by Iogui

  1. Muito interessante, @sandrofabres. Eu também sempre gostei desta série que eu acompanhava nas primeiras televisões preto e branco lá em casa. Mas no meu caso o que me aproximou da temática espiritualista foi meu contato com o espiritismo Kardecista ainda quando criança. Desta forma, acho que meu primeiro contato com esse tipo de temática foi nos livros Kardecistas, principalmente no Livro dos Espíritos do Kardec.
  2. O uso de drogas é só um tipo de exacerbação de um mal muito mais sutil que atinge muito mais pessoas do que costumamos pensar: O vício. O vício não se limita às drogas lícitas ou ilícitas. O vício vai além. Tem gente que é viciada em pornografia, outros em comer, alguns são viciados em doces, outros em assistir televisão. Existe uma tendência de endemonizar o objeto. E mete-se uma qualidade adjetiva no objeto como se ele, que é apenas um objeto inanimado ou mesmo abstrato, tivesse ação própria. A ação não está no objeto. Não é a droga a causa do vício, nem a pornografia, nem os doces ou o açúcar e nem mesmo a televisão. Estes são só alguns exemplos de "objetos do vício" mas eles sozinhos não praticam o vício. A ação não parte deles, mas sim da consciência. Portanto, se você parar pra pensar, o problema não está na droga. O problema está na ação, no vício propriamente dito. E o próprio vício, por mais "leve" que seja, é um tipo de apego, uma manifestação do apego. É algo egoico. É um tipo de egoismo. E neste sentido todos os grandes males que a humanidade se auto-impinge são egoismo, são vício. Um exemplo muito comum na temática espiritualista é quando um ente querido morre e nós, mesmo espiritualistas, acreditando em reencarnação, em sobrevivência do espírito além do corpo físico, ainda assim, ficamos chorando e se descabelando sobre o cadáver lamentando a morte do nosso ente querido mesmo sabendo que aquela consciência não se findou ali. E porquê fazemos isso?... Por causa do apego. É o egoismo, o vício que temos em ter nossos entes queridos sempre por perto. No fundo no fundo, naquele momento não choramos pelo outro mas por nós mesmos que nos sentimos subtraídos de algo "nosso". E isso, meus amigos, é vício. Aquele mesmo vício que estamos criticando quando falamos dos que consomem drogas ilícitas. E vamos apontando o dedo pra mazela alheia enquanto no fundo de nossa própria alma, padecemos do mesmo erro, do mesmo desvio. A única diferença é que ali aquele desvio está numa forma mais branda, mais aceita e tolerada pela sociedade. Portanto, a raiz do problema não está na droga, nem no drogado, nem naquele que vende a tal "substância viciante". A raiz do problema é mais profunda e é ela justamente o que define a sociedade em que vivemos hoje. Uma sociedade viciosa, egoica. Logo, de um panorama mais geral, o destino daqueles que vendem essas tais substâncias, ou mesmo daqueles que as consomem, não é lá muito diferente do nosso.
  3. Nem sempre. Experimenta colocar um gelo-seco na água pra ver o que acontece. As vezes um certo nível de ceticismo pode ser bastante saudável, principalmente para um espiritualista. Pois existem muitas coisas nesse mundo que desconhecemos. Nem tudo é espiritualidade ou parapsiquismo. Não estou aqui advogando a favor do materialismo ou de um ceticismo cego, apenas julgo saudável para o espiritualista, manter o pé no chão e considerar que nem todo fenômeno para o qual não conseguimos uma explicação física seja automaticamente um fenômeno parapsíquico. As vezes simplesmente não estamos enxergando o quadro todo.
  4. Cuidado para não ultrapassar os limites. Fale apenas o que sentir que está na hora de ser dito. Informação demais, as vezes, podem confundir mais do que ajudar e tem coisa que não adianta explicar porque a pessoa só vai entender quando for o momento certo. Nessas situações você precisa exercitar sua capacidade de saber solicitar os feedbacks e analisar para saber até onde pode ir. Além disso, é sempre bom lembrar que possuímos limitações. Todos nós. E muito do que pensamos ser certo em um dado momento, depois percebemos não ser a verdade completa e algumas vezes até nos descobrimos errados em algumas coisas. Por isso é bom ir devagar e não cair na ilusão de possuir muito mais conhecimento que o outro porque é fácil cair numa armadilha do ego nessas situações. Um bom conselho é só falar sobre aquilo que a própria pessoa estiver puxando. Por mais que achemos que temos muito mais para passar, tudo tem seu tempo certo e a semente não germina no terreno que não foi cuidadosamente preparado. É importante buscar o equilíbrio mesmo no momento de passar informações para o outro. Da mesma forma que negar ou segurar informações pode ser ruim, passar informações demais de uma só vez também pode. Lembre-se: caminho do meio. Algumas coisas só serão compreendidas se forem ditas no momento propício. E só assim serão úteis. Todo o resto é desperdício. Quando o aluno está preparado, ele mesmo é capaz de formular as perguntas corretas e só neste momento as ricas respostas do sábio professor podem abrir caminho para uma correta compreensão. Para ajudar por meio do esclarecimento, é preciso antes conhecer essa verdade e perceber que esse é o caminho natural já que muitas vezes a própria vida é o professor. Aprenda a caminhar junto ao fluxo natural das coisas, de forma fluida, sem apressar, sem se perder. Só assim é possível ajudar verdadeiramente.
  5. Olha, pornografia, em geral está associada a um tipo de energia mais densa a energia sexual e o meio onde se produzem esses filmes não costuma ter ambiente bom. Muitas vezes está associado com prostituição, sexo por dinheiro, desvios sexuais, excessos e as vezes até trafico humano. Sendo assim, as entidades que comumente estão sintonizadas com isso, são espíritos viciosos muito ligados a sensações bem materiais e baixas, vampirismo, violência. Se você criar sintonia com tais tipos de consciências, isso pode te levar a ser vampirizado e sofrer influências no campo das idéias que não sejam lá das melhores. É mais ou menos como se aqui no plano físico você se associasse a marginais, cafetões e pessoas envolvidas com drogas. Não são as melhores companhias, né? A coisa poderia se complicar pra você, e você poderia mesmo acabar se envolvendo com coisas ilegais, baixas, torpes. Olha, há uma série de desequilíbrios possíveis. Basta usar o bom senso para pensar a respeito. O que você pensa ser desequilíbrio do ponto de vista sexual? Vamos pensar em algumas? Idéias que remetam a infidelidade, cobiça ao que pertence ao outro, adultério, sexo em exagero, práticas não saudáveis, pedofilia, escatologias diversas, sexo por dinheiro, fantasias que envolvam ou remetam a desrespeito à mulher, machismo, violência, etc. Não é difícil pensar no que seriam tais idéias desequilibradas. São o oposto do que seria ter uma vida sexual equilibrada com respeito a si mesmo, ao próximo e à saúde.
  6. Depende. Qualquer coisa em excesso faz mal, até mesmo água. Se você beber mais de 7 litros de água de uma vez, você morre. Pode acontecer. Se você está assistindo pornografia, vai criar uma sintonia com isso e abrir campo para que consciências que estejam nessa sintonia te acessem. Não necessariamente consciências que tenham ligação com os atores do filme mas isto também pode acontecer. Não conheço o trabalho dele e não sei se isso é fato mas sei que aquilo normalmente chamado de incubus ou sucubus pode designar um espírito vampirizador sexual ou um parasita astral de energia sexual. Se um sucubus é um parasita, qual o mal de se alimentar um parasita? Se você tivesse uma lombriga no seu organismo, qual seria o mal de alimentá-la? Eu acho que a resposta a esta pergunta é meio óbvia pois parasitas não fazem bem ao seu hospedeiro, muito pelo contrário, eles fazem mal. Prejudicam a saúde. Se é um parasita físico como uma lombriga, vai prejudicar mais diretamente o organismo físico, se for um parasita astral como um sucubus vai prejudicar mais diretamente seu organismo energético. Depende. Masturbação é algo normal. Não precisa endemonizar a masturbação. Os problemas geralmente estão mais relacionados com o excesso ou com o tipo de idéias que se mantém durante o ato. Se forem idéias sadias, não há problemas contanto que seja com moderação. Veja resposta do item 2 acima. Mas resumidamente: não é saudável ser vampirizado ou parasitado. Tá de sacanagem, né?... Quando você é parasitado (no físico), em geral, perde fluídos, vitaminas, etc. Quando é parasitado astralmente (vampirizado) perde energia. Não tem essa de "enumerar a quantidade de doenças". Já, mas faz tempo e não me lembro dos detalhes. Novamente a resposta é: depende. Masturbação sadia não gera problemas, masturbação patológica gera problemas. Veja as outras respostas que dei acima. Em geral, é melhor dar uma masturbadinha de vez em quando que ficar cheião de tensão e energia sexual atraindo parasitas astrais. Volto a dizer que só existe problema com a masturbação se for em excesso ou com base em idéias desequilibradas.
  7. O Caibalion é um clássico do hermetismo e é apenas um livro, não há versões distintas, há edições distintas. Algumas possuem informação extra.
  8. A compreensão anula o problema. Você precisa compreender. Perceba que estou falando de compreender e não de entender. Entender é racional, compreender vai um pouco além. O sentimento não entra, você cria ele. Na verdade, não é um sentimento porque estes são mais sutis, é uma emoção. Então você precisa olhar pra dentro de si e entender qual a raiz daquela emoção e quais os seus gatilhos. O que a dispara? Quando você for capaz de entender isso de uma forma tão profunda que seja capaz de analisar todos os ângulos tanto internamente quanto externamente, você terá a compreensão e será capaz de romper o círculo. Todos os nossos defeitos são espécies de automatismos baseados em reações que vamos tendo e repetindo até gravar na nossa psiquê. No início da evolução de nossa consciência esses defeitos têm sua base em nossa reação instintiva mas depois passam a ser mais elaborados e vão surgindo novos defeitos com base nos defeitos anteriores. Nossos atuais defeitos são construções que foram evoluindo no decorrer do tempo desde nossas vidas mais primitivas. A própria vivência pode ser uma ferramenta útil em busca da compreensão. Aprenda a criar gatilhos que te permitam analisar a situação quando ela acontece como se existisse dentro de você um observador imparcial que entrasse em ação quando o problema voltar a acontecer e comece a aprender com ele. Pra isso, você tem que ser capaz de aprender a dar um passo atrás e não se deixar dominar inteiramente pela emoção quando ela surge. E ser capaz de analisar friamente a própria emoção. No momento exato que você conseguir fazer isso, verá que a emoção perderá força e esse será o começo do seu auto domínio. Pode parecer difícil a princípio mas, na verdade, é natural e faz parte da evolução. Vai acontecer caso você se esforce ou não. O que nós queremos aqui é acelerar o processo. Não sei se consegui ser claro o suficiente pois esse é um assunto meio difícil de traduzir em palavras. Uma coisa que pode te ajudar muito neste sentido é a prática de meditação. Porque a meditação é um treino mental capaz de te ampliar essa capacidade de observação que pode lhe permitir enxergar tão profundamente de forma imparcial sem que sua mente racional seja arrastada pelo mar de sensações a que estamos sujeitos a todo instante. E é exatamente esse poder de observação que pode ser a sua maior ferramenta para atingir o seu objetivo: não ser tragada pelo automatismo emotivo do defeito a ser subjugado. Treinando isso, com o tempo, você será capaz de despertar deste automatismo cada vez mais cedo até que, em algum momento, você será capaz de impedir que ele comece. Neste momento, você venceu e aquele defeito foi subjugado.
  9. OI, Ju, tudo bem? Parece que seu post ficou sextuplicado... rs... lembro-me que um tempo atrás o fórum estava com um bug que gerava esse efeito. @sandrofabres, será se o bug de posts repetidos voltou? Bom, Ju, práticas energéticas e ou meditativas tendem a trazer a tona certos "karmas" ou defeitos do passado que ficaram soterrados na sua psiquê. Isso geralmente acontece quando você já está pronta para lidar com isso então é o momento de tentar superar. Conhecer os gatilhos e fazer este trabalho de autoconhecimento e auto ajuste. Portanto, me parece que seja algo normal mas gostaria apenas de fazer alguns comentários afim de tentar trazer maior luz para alguns pontos que, penso que sejam interessantes de olhar mais de perto: Acho que você está no caminho certo aqui. Conheço alguém que passa por situação bem semelhante a sua e me parece que a sua conclusão esteja bem acertada o que é ótimo porque só assim, conhecendo onde está o problema, é que se pode atuar de forma efetiva nele. Eu gostaria entretanto de destacar a importância da busca do equilíbrio para que se possa superar esta presente etapa. Isso é um problema grave e quem age assim, pode chegar a conclusão de que deve mudar isso passando a não guardar nada. Ou seja, há uma tendência de ir de um extremo ao outro e passar a querer "colocar tudo pra fora" a qualquer custo só que esta não é a solução pois não ataca o problema real. É preciso enxergar o problema real. Não se deve deixar o mal entrar. Depois que entrou, despejá-lo de volta naquele que achamos ser sua origem, não é a solução pois, em geral, a origem do mal não está no outro mas em si mesmo. É algo que nós mesmos alimentamos internamente sobre pretexto de ter origem externa. A origem do problema nunca é externa. No máximo, há um estímulo externo. É por isso que eu quis destacar a importância da busca do equilíbrio, pois sempre há o risco de ir de um extremo ao outro do problema e talvez seja isso que você esteja enfrentando agora. Certo mas então ao dizer isso, as vezes as pessoas ficam confusas pensando: ué, mas se eu não devo guardar rancor e ficar remoendo isso, nem devo botar tudo pra fora despejando no outro na hora, o que devo fazer? E é aí que está o segredo da coisa, não ficar em nenhum dos extremos. Encontrar o ponto de equilíbrio. Se existe a necessidade de guardar o rancor (uma forma de negatividade) ou de botar a negatividade pra fora então é porque não se compreendeu que o problema não é nem guardar nem botar pra fora, é ter deixado entrar. O problema deve ser extirpado em sua raiz: não se deve deixar a negatividade entrar. Procure compreender como a raiz do rancor surge, aprofunde sua auto análise e passe a cortar a raiz pois se você conseguir fazer isso, não terá que lidar com a erva daninha que está ali dentro sendo cultivada nem terá que jogá-la pra fora pra cima das outras pessoas. Você passa a ficar imune. Compreender isso é muito difícil para quem passa por essa situação mas esse é o verdadeiro "insight", é aquilo que pode libertar quem passa por esse tipo de problema. É encontrar o equilíbrio. É aprender a não permitir que o fator externo desencadeante encontre eco internamente gerando assim a raiz do problema pois uma vez que o problema exista, você fica entre os dois extremos tendo que guardar, se machucando "internamente", ou botar pra fora machucando o outro "externamente". Eu não estou trazendo aqui a solução para o problema pois isto é pessoal e apenas aquele que passa por esta vivência pode chegar a esta solução mas estou trazendo alguns pontos importantes a se pensar a respeito e espero sinceramente que ajude. Muita paz!
  10. Engraçado, o Waldo comenta sobre o balonamento durante a incorporação mas eu não me lembro de ter sentido isso durante a incorporação de nenhuma entidade. A maior parte das situações que senti isso foi de forma espontânea mesmo. Andando na rua, em casa sentado no sofá lendo ou em algumas outras situações mas também não me lembro de ter sentido isso em decorrência de algum trabalho de manipulação energética consciente. Bom... me parece que você pratica isso com bastante frequência... Sim, eu concordo. Eu tenho certa facilidade de sentir as energias. No final do ano passado e começo deste, eu estive praticando bastante exercícios de movimentação energética mas um pouco antes do meio do ano acabei parando por conta de algumas mudanças profissionais mais drásticas pelas quais estou passando. Assim que minha vida profissional voltar a se estabilizar, devo reorganizar minhas práticas.
  11. É provável que sim embora o termo "débito carmico" possa não ser tão preciso para descrever isso. Você não necessariamente "deve" a essas pessoas em específico mas, com certeza, deve a si mesmo de alguma forma. Não necessariamente. Pode ser que sim, ou pode ser que você tenha feito algo parecido com outras consciências diferentes mas que possuam contexto similar ao destas consciências da sua atual encarnação e pela lei da atração, vocês acabaram se encontrando (não necessariamente se reencontrando, embora possa ser também). Na verdade, isso não é tão importante. Pode ser sim. Mas também pode não ser. Você apenas estava onde precisava estar e essas pessoas também. Todos são importantes, estejam diretamente relacionados ou não. No final, todos estamos relacionados de uma forma ou de outra. Todos somos um.
  12. Evolução como um todo. Tanto moral, quanto material, quanto intelectual, etc. Tudo importa. Por outro lado, se você pensar um pouco a respeito e considerando que acredite que a sua consciência possui maior duração que o seu corpo material ( e portanto o seu acesso a tudo que for material) é fácil deduzir que a evolução consciencial (moral, intelectual, espiritual, etc.) é mais importante que a material, o que não significa dizer que não seja importante evoluir materialmente, até porque, tudo está muito interligado, né?
  13. É. Isso deve ser uma característica anímica específica. Da mesma forma que tem gente que possui maior facilidade em sentir as energias existe gente que, como você, não possui facilidade nenhuma nisso apesar de você já ter passado por muitas situações em que sentiu coisas diferentes e energias como a coisa de sentir o campo áurico a que você acaba de se referir. Mas isso não é um problema, é apenas uma característica pessoal. Pessoas são diferentes embora sejam iguais... rs Agora, pelo que sei, você não atua com aplicação de Reiki ou outros tipos de passe/manipulação energética de forma muito frequente, né? Caso atuasse, em algum momento, é provável que aconteceria de você sentir esse fenômeno de boloonement localizado, a sensação de "mãozona inflada de balão". Independente de qualquer coisa, pessoas que praticam muita movimentação energética com frequência acabam desenvolvendo maior sensibilidade energética e esse tipo de fenômeno como o balonamento se torna mais comum. Por outro lado há aquelas pessoas que já possuem uma sensibilidade energética maior independente da prática e, de vez em quando, passam por esse tipo de fenômeno de forma mais espontânea.
  14. Se você prestar atenção, vai perceber que uma muleta é um objeto utilizado como uma "ferramenta" para que alguém com dificuldade de locomoção possa obter maior facilidade ao se locomover. O pessoal da projeciologia/conscienciologia costuma usar o termo de forma pejorativa mas se formos parar para pensar, todos possuímos certas "dificuldades". Então que mal há se utilizar de uma ferramenta (ou "muleta" se preferir o termo) para se apoiar enquanto não adquire a segurança ou a capacidade de se "locomover" sozinho? O problema não está no uso de "muletas" mas na dependência patológica. É importante não exagerar em nenhuma abordagem. Ferramentas são úteis. O segredo está no uso equilibrado procurando evitar vícios por apego ou a completa negação da utilidade por medo do vício e do apego. O segredo do sucesso em qualquer coisa reside no equilíbrio. O caminho do meio ainda é o mais sábio.
  15. Engraçado, nunca me projetei de forma lúcida mas já senti o balonamento algumas vezes, inclusive em vigília e andando na rua. Você nunca sentiu a mão ficando "grande" ao aplicar Reiki? Isso é um tipo de balonamento apenas parcial nas paramãos. O balonamento é um fenômeno energético, @Carlosmeneses6, e pelo que percebi dos seus relatos, você possui alguma facilidade e desenvoltura energética. Não é comum que se consiga entrar em EV pela simples vontade como você descreve. Você praticou muita OLVE e outras rotinas energéticas antes de chegar a isso?
  16. Eu também já li sobre este assunto em algum livro, talvez tenha sido no livro entitulado "Segunda morte" do André Luiz Ruiz, ou nos livros do Dr. Inácio. Ainda sobre o tema "Segunda morte", existe alguma confusão sobre o assunto. Alguns chamam de segunda morte o descarte do corpo energético (etérico ) algum tempo após a morte do corpo físico, outros chamam de segunda morte justamente o descarte do corpo astral que, assim como o físico é descartado de tempos em tempos. Isso significa que durante a existência da consciência mundana, esta possui várias encarnações em corpo material e várias em corpo astral mas em frequência menor que o primeiro, ou seja, de x em x desencarnes de corpo material, ocorre um desencarne do corpo astral que, assim como o primeiro, também se deteriora mas em uma janela de tempo muito maior. Assim, da mesma forma que há eventos capases de acelerar o descarte do corpo físico material, há também eventos capases de acelerar ou gerar o descarte do corpo astral. Como os dois corpos (físico/material e astral) possuem características distintas é natural que os eventos aceleradores de seu descarte sejam também de natureza distintas. No caso do corpo astral, um claro fator acelerador de seu descarte é o cultivo de emoções em desequilíbrio, principalmente as mais intensas como o ódio, durante um tempo prolongado. Há alguns relatos de situações que ilustram bem este caso nos livros psicografados pelo dr. Inácio, mostrando relatos onde a consciência em desequilíbrio emocional chega a um ponto de completa desintegração do corpo astral passando assim a um estado ovoide.
  17. Acho que isso não procede não. Depende do tipo de ideia e além disso, os chakras são vórtices de troca energética. As ideias não nascem nos chakras embora possamos receber idéias que não são originalmente nossas. Se você estiver se referindo à palavra ”inspiração" como significando exclusivamente uma idéia captada do exterior, isso pode se dar por meio de qualquer chakra. A depender de onde está o foco da sua consciência naquele momento e de qual o teor energético daquela idéia ou pensamento. Dizer que tal tipo de "inspiração" chega à consciência exclusivamente pelo chakra básico ou pelo coronário é um pensamento errado ou uma conclusão bem incompleta de um assunto muito mais complexo.
  18. Você tem que imaginar que tem uma "massa" de energia subindo e descendo como se você estivesse sentindo ela passando por cada parte do corpo por seu caminho. Você não precisa imaginar uma bola de luz, mas pode, se achar que isso te ajuda a focar o pensamento. Com o tempo e a prática, você consegue mesmo apenas impulsionar a energia com o pensamento porque você pode senti-la mas aí fica mais fácil e não precisa "imaginar" nada, apenas focar na energia subindo e descendo. Enquanto você não chegar nesse nível de percepção ou domínio das energias utilize qualquer recurso mental que você achar que vai te ajudar melhor. Se achar mais fácil pensar numa boa de luz, faça isso, se preferir pensar num anel de luz, serve também, se quiser pensar numa luz sem forma como aquelas representações que se encontra nos vídeos explicativos de EV, também serve. O importante é focar no fato de estar movendo as energias condensadas por todo o corpo de baixo pra cima e de cima pra baixo. Só o fato de pensar, as energias estão lá.
  19. E convém lembrar que a Bíblia é um livro antigo que foi traduzido e retraduzido milhares de vezes por diversas pessoas que não eram isentas. Essas pessoas faziam suas traduções de acordo com suas próprias crenças e conceitos. Além disso, tanto o Grego quanto o Aramaico eram línguas cujas palavras possuíam inúmeras interpretações distintas de acordo com o contexto. Agora, imagina uma pessoa do século 19 ou 20 tentando entender o contexto de um texto escrito há 2000 anos atrás? Obviamente as traduções não são perfeitas. Eu simplesmente não boto minha mão no fogo por um texto escrito há 2000 anos atrás que passou por inúmeras traduções dentro das condições descritas acima e que ainda corre o risco de ter sido manipulado pela igreja católica (lembrando que através dos séculos, muitas alterações foram aprovadas pelos bispos nos inúmeros concílios afora). Esse negócio de "se está escrito na Bíblia é verdade" é conversa pra manipular. Tudo aquilo que leio, prefiro colocar o crivo da razão, comparar fontes, analisar. Se pode ser provado eu quero ver a prova, se não pode, vou analisar a lógica e posso até adotar como verdade pela razão mas vou me reservar o direito de mudar de opinião em face a fatos novos. Não existe nenhum texto verdadeiramente sagrado. Sagrado é a nossa capacidade de discernimento quando dela fazemos bom uso. O resto são coisas do mundo apenas.
  20. Quando você encherga em espírito (por meio do seu corpo astral) você encherga de todo o corpo e não apenas dos olhos e existem algumas coisas que são diferentes. É possível, por exemplo, você enchergar ampliado como quando se olha através de um binóculos ou de um microscópio. Você também pode enchergar em 360 graus (justamente por enchergar por todo seu corpo e não apenas pelos olhos). Quando se desenvolve a clarividência, se está utilizando desta visão por meio do corpo astral ou do etérico. Isso significa que a pessoa pode enchergar de forma ampliada, ver em 360° ou enchergar através da parede. Quando isso acontece,a pessoa está na verdade, enchergando coisas do plano astral ou etérico e não do físico. Com treino é possível conseguir fazer todas estas coisas por meio da própria vontade. O médium pode, inclusive, focar em enchergar o duplo etérico interno dos órgãos da pessoa para identificar possíveis anormalidades. Resumindo, acho que isso é uma coisa normal do desenvolvimento da clarividência do menino. É provável que ele possua uma mediunidade ostensiva que está começando a se manifestar por meio dessa clarividência espontânea.
  21. Acho que a escolha do sexo faz parte do planejamento reencarnatório que é feito, em geral, pelo próprio indivíduo em conjunto com seus mentores. Você pode escolher vestir uma roupa vermelha e depois se arrepender, né? Eu já expus meu pensamento a este respeito em outros tópicos Ex.:
  22. O fato de você ter alcançado o estado de transe não significa que seu corpo físico esteja perfeitamente relaxado a ponto de te permitir se projetar. Você pode estar em estado de transe mas ter alguma parte do corpo astral ainda presa ao físico e, neste caso, precisar de um relaxamento maior naquele ponto para conseguir se soltar. Outra coisa é que, às vezes, uma certa técnica projetiva pode surtir melhor efeito do que outra em um dado momento. Como nunca se sabe qual técnica vai funcionar melhor em cada momento se utiliza esse recurso de ficar alternando técnicas pra otimizar as chances de êxito. Essa técnica que você está utilizando de se imaginar em outro local é apenas uma das inúmeras técnicas projetivas que existem. Em alguns momentos ela pode funcionar melhor em outros não.
  23. Veja o conteúdo deste tópico: Principalmente os vídeos da Nancy Trivelato sobre estado vibracional.
  24. A literatura espírita de uma forma geral parece sugerir que não. Você vai lembrando das coisas de forma gradual conforme o tempo passa por inúmeros motivos como um encontro com alguma consciência com que partilhou encarnação anterior ou apenas uma necessidade de lidar com algum trauma ou mesmo com ajuda de algum mentor. Acredito que isso também esteja relacionado um pouco com seu nível evolutivo e sutilização. Desta forma, espíritos mais evoluídos que carregam menos matéria densa agregada a seu corpo astral, após o desencarne, se lembram de mais fatos e encarnações que aqueles menos evoluídos e ainda mais densificados. Alguns espíritos são tão evoluídos que após descartarem o corpo físico e o etérico, acabam descartando também o astral. Estes já estão em fase evolutiva em que não precisam mais reencarnar no plano físico e quando o fazem, fazem com objetivo apenas de ajudar aqueles que ainda estão presos a esta realidade. Esses, provavelmente, se lembram de muito mais coisas e muito mais encarnações. Em geral, quanto mais sutilizada a consciência, mais coisas ela será capaz de acessar e isso pode até mesmo acontecer em momentos de "sutilização temporária". A exemplo das retrocognições projetivas. Fenômeno em que a pessoa se projeta em corpo astral ou mental e consegue rememorar fatos de encarnações anteriores. Ou seja, acredito que este assunto tenha lá sua complexidade e que não existe para essa pergunta uma resposta redondinha como um sim ou não. A melhor resposta nesse caso, é um "depende". Pois muitos fatores podem influenciar.
  25. Isso é normal, pode ser que nessas ocasiões você esteja bastante relaxada e tenha conseguido atingir um estado de leve soltura do corpo astral o que te faz ter esse tipo de sensação. Se você se interessa por viagem astral, você pode aproveitar esses momentos pra tentar alguma técnica projetiva e ver se consegue sair do corpo.
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