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Lucita

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Everything posted by Lucita

  1. Bom, vamos por partes. Calma lá, não pareceu que não foi isso o que você quis dizer, porque você disse outra coisa, mas tudo bem. Quando citei a "partícula de Deus" foi apenas como um exemplo, já que já foi falado sobre isso até no Jornal Nacional e alguém pode já ter ouvido falar disso e não de fóton. São coisas que pertencem à mesma categoria, mas não são a mesma coisa. Assim como "pão" e "maçã" pertencem à mesma categoria "alimentos", têm diferenças básicas entre si e até composições diferentes ao mesmo tempo que são a mesma coisa dentro de uma categoria. Essa categoria chamada "bóson" é uma coisa que engloba o elemento chamado "fóton", assim como outros, cada um com sua propriedade. E todos os bósons são partículas fundamentais, ou seja, tudo o resto que existe no universo depende da existência desses bósons pra existir. "Bósons de Higgs" (vulgo "partícula de Deus") influenciam na existência de uma coisa específica, fótons, influenciam em outras. Fóton é a partícula/onda elementar do que conhecemos como eletromagnetismo, bóson de Higgs é a partícula/onda elementar da matéria em si. A luz visível nada mais é do que um espectro eletromagnético, e um bem pequeno, por sinal. As cores são variações desse espectro, convencionalmente vemos 7 cores, daí dá pra perceber o quão pequeno é esse espectro. Outras variações desse espectro que podemos mencionar é o infravermelho, ultravioleta e raios gama. Nós não enxergamos essas coisas a olho nu. Uns são mais, outros menos energizados, mas no final, tudo é "feito" da mesma coisa: fótons. Eles estão em todo o universo, em maior e menor intensidade e vibração. Essa coisa de plêiades é relativamente recente, pelo menos pra mim. Toda essa história de 2012 foi baseada numa profecia Maia distorcida até o limite. Pega essa profecia fora da internet que você não vai ver muita coisa falando de plêiades. Os Maias diziam que do dia 21 de dezembro em diante o planeta estaria recebendo influência energética de Runacku, que é o nome que eles davam ao "ser" que seria o centro da Via Láctea. E que todo esse processo fazia parte da "respiração" de Hunab-Ku (Deus). Ou seja, uma "respiração" é algo que vai e vem, começa e termina e começa de novo... até onde eu sei, a profecia não previa o fim do mundo, mas o fim de um ciclo e a entrada numa era energética que poderia ser usada tanto pra evolução do homem quanto para sua própria destruição pelos seus atos. E que o dia 21/12/12 seria o primeiro dia o novo ciclo, e não o dia do resultado disso tudo. Eu não estou na minha casa nem no meu computador, então não tenho em mãos um dado que eu gostaria, mas há alguns anos (em 2009, se não me engano!) cientistas descobriram que a nossa vibração aumentou drasticamente se comparado a anos atrás. Nós podemos medir a vibração de nossa energia em Hertz, eu não tenho os dados corretos aqui pra passar, mas esses Hertz quase que dobraram se comparados com como isso era quando foi descoberto. Vou ficar devendo essa informação até quando eu voltar pra casa. Em resumo: receber influência de fóton não significa que tem que orbitar Plêiade nenhuma, bem como orbitar Plêiades não significa ser torrado por elas e fóton só "frita" se for em quantidades energéticas altíssimas, o que não é o caso que se refere.
  2. Não entendi direito essa parte. Você poderia explicar melhor, por favor? Digo isso porque, tem muita coisa exotérica baseada em coisa científica sim, apesar que muita não. Por exemplo, essa discussão toda de fóton saiu daí: o fóton é fato científico, a influência dele na matéria também é fato científico. O exoterismo pegou essas duas informações e falou "bom, se tem essa coisa energética que interage com a matéria, e a própria matéria é feita de energia (elétrons; prótons e nêutrons que por sua vez são feitos de outras partículas energéticas, e isso é fato científico) então, se juntarmos um campo energético com partículas energéticas temos tal resultado". É esse tal resultado que é a especulação, pois nada aconteceu nem foi observado ainda, cientificamente. Dizer que esse resultado é algo científico, AHHH BOM, aí sim é forçar a barra.
  3. Fótons são bósons, sim, meu querido. Fótons, glúons e muitas outras partículas conhecidas como elementares. Bósons nada mais são do que o elemento no qual a matéria "se gruda" para existir. Existem bósons dos mais variados tipos, e o fóton é o bóson estudado pelo eletromagnetismo quântico, já que é a partícula/onda elementar do eletromagnetismo. Talvez por isso no texto da nossa colega Karolyn ele é citado como uma fragmentação do elétron, já que o elétron é uma partícula eletromagnética e o fóton é a menor unidade de todas elas. Mas este não é um fórum sobre física, muito menos sobre física quântica. Se tudo fosse comentado em termos técnicos e científicos, sinceramente, ninguém entenderia nada e a discussão não teria sentido de existir. Portanto é normal que se cite coisas de uma maneira mais leiga sobre o assunto, ninguém aqui é cientista PHD em partículas. E mesmo que fosse, os próprios modelos que você cita só existem porque nem o cientista mais top do mundo tem uma resposta pra tudo o que existe. Eles ainda estão procurando por isso, já que existem 3 teorias fundamentais sobre a existência que funcionam muito bem separadas, mas se juntarmos as 3 não forma 1 só, pois elas se contradizem. Ou seja: nós sabemos que existimos porque, bem, olha nós aqui existindo! Mas cientificamente falando, não dá pra provar nossa própria existência com uma só explicação consistente, é preciso juntar 3 explicações diferentes que se contradizem em muitos aspectos. Crenças, em sua essência, servem para preencher essas lacunas que ainda nos são inexplicáveis. Cabe só a cada um decidir o que parece plausível e coerente de acreditar ou não. Conforme a ciência explica coisas novas, algumas crenças se fortalecem e viram fatos, outras simplesmente são desmistificadas e outras simplesmente se transformam. Por exemplo, fala-se de dimensões no âmbito religioso há muito tempo, e recentemente essa palavra anda passando pelos discursos de muitos cientistas por aí... Por outro lado, antigamente acreditava-se que algumas doenças eram causadas por possessão demoníaca, e depois a ciência descobriu vírus e bactérias e que só rezar não evitava nada, o certo mesmo é ter higiene pessoal. Enfim, a própria ciência não se afirma como verdade absoluta, ela mesma tem suas falhas e procura sempre evoluir com o tempo. E estamos falando de ciência, hein! Aquela que se baseia em experimentos, observação e reprodução de resultados prováveis. Se mesmo uma coisa assim tem suas falhas e suas lacunas, imagina só quando se trata de algo como a espiritualidade, evolução, crenças e tantas outras coisas que são muito mais subjetivas e variáveis. O que podemos fazer é sempre buscar por conhecimento e manter a mente aberta. Nenhum extremo é bom, nem a crença cega nem o ceticismo cego. Não importa de onde os fótons vem. Eles estão lá, está comprovado isso, e nós estamos passando por eles. E fótons tem sim a propriedade de alterar as partículas de matéria, sua vibração e consequentemente seu comportamento. Que tipo de alteração é essa e quais as consequências disso, aí sim, é só especulação por enquanto. Por exemplo, se esses fótons fosse super energizados (conhecidos como raios gama), a gente basicamente estaria "frito"
  4. Outra coisa que esqueci de mencionar: O post original da nossa colega Karolyn tem muitos dados comprovadamente científicos, SIM! Essa transição toda, o tempo de órbita dos corpos celestes e tudo mais, tudo isso já foi explicado pela ciência. O que não foi, e que é o assunto de interesse, é que tipo de influência essas coisas todas tem (se é que tem) em nós. Aí sim entra a parte da crença e não da ciência. Como eu disse, que os fótons interagem com e alteram todo o tipo de matéria, isso é comprovado. Mas que tipo de alteração ele faz, sobre expansão de consciência e tudo mais, isso já entra na parte de profecias etc... Eu, particularmente, acredito que o caminho é mais ou menos esse mesmo do post original. As tais profecias podem ser algum tipo de informação que foi passada para nós há muito tempo, quem sabe. Mas como as pessoas eram muito primitivas (e ainda somos...) a informação foi se alterando com o tempo, aumentando uma coisinha aqui, diminuindo outra ali... Mas no fundo, a essência é a mesma: a evolução acontece, de tempos em tempos há algum evento que dá uma "impulsionada" na coisa toda, cada qual de acordo com a necessidade (um explosão, no caso de uma estrela; uma passagem por um lugar energético, no nosso caso) e tudo muda constantemente. Quem está pronto pra próxima fase, experimenta coisas novas e aprende coisas novas, quem não está preparado, volta pra fase de aprender o que ainda não aprendeu e fica lá até estar pronto pra "passar de ano" na escola da vida.
  5. Na verdade, isso é muito relativo. Entende-se que a comunidade terrestre não é originária desse planeta Terra, e sim de outros planetas. Então, por que com outras comunidades seria diferente? Se for parar pra pensar, tem mesmo mais sentido que sociedades mais evoluídas vivam em sistemas solares mais jovens. Nosso mundo material, de certo modo, gira em torno de metais: e metais só são criados dentro de estrelas super quentes que explodem em supernovas. Os resíduos dessa supernova ficam orbitando o núcleo da antiga estrela até que se aglutinam e formam planetas. Foi assim que nosso sistema solar foi criado, e é por esse motivo que temos metais dos mais variados tipos aqui na Terra. São materiais muito densos, tão densos quanto nosso mundo material nos permite e tanto quanto necessitamos que seja para que a vida se desenvolva aqui. Por exemplo, nosso sangue contém ferro em grande quantidade (relativamente). Eu particularmente não acredito que um corpo humano desenvolvido a uma dimensão maior necessite de tais elementos densos para existir, já que quanto maiores as dimensões, mais sutis são elas e quem habita nelas. Portanto, uma estrela azulada como as estrelas das Plêiades são estrelas que ainda não explodiram e ainda não se transformaram em supernovas. Elas são as estrelas mais quentes do universo, quentes o suficiente para transformar gases leves em metais super pesados. Quando explodirem, espalharem pelo universo todo o material que foi processado dentro delas, esse material todo se aglutinar e formar novos corpos celestes aí, talvez, esse lugar não seja mais adequado para que seres com tal evolução continuem vivendo naquele lugar. Sem contar que algumas estrelas super massivas podem ainda se transformar em Pulsares (estrelas de nêutrons) que são estrelas que esgotaram todo o seu "combustível", explodem em supernovas e o que resta se comprime com tal força que toda a carga energética dos átomos em seu interior se anula, tornando todas as partículas em nêutrons. Essas estrelas geralmente são pequenas, giram em velocidades absurdas (até milhares de vezes por segundo) e têm uma gravidade enorme também, até bilhões de vezes a da Terra. Elas emitem feixes de luz pelos pólos, que nada mais são do que os famigerados fótons. Os fótons são uma coisa muito interessante, pois eles são um elemento da natureza que pode ao mesmo tempo ser uma partícula e uma onda de energia. É um dos tipos de elemento mais básico do universo, do qual todo o resto depende para existir. Alguém já ouviu falar daquela "partícula de Deus" que os cientistas andavam procurando esses tempos? Então, um fóton é algo que pertence à mesma "categoria" dessa partícula de Deus. Uma forma de dizer é que a luz visível é "feita" de fótons. Eles interagem com todo tipo de matéria e energia que existe, sendo responsável por muitas das propriedades da matéria que conhecemos. Portanto, dizer que o cinturão de fótons age diretamente na estrutura molecular e atômica dos nossos corpos não é errado, não. Tudo isso é dado científico que pode ser pesquisado dentro de vários campos da física, desde a física quântica até a astronomia. O fato é que não existe dado científico nenhum sobre a existência de seres diferentes de nós, mas também não há descarte dessa possibilidade. Em qualquer bom livro de física que se leia sobre as condições de vida, o termo usado é "tal ambiente não proporciona condições para a vida como nós conhecemos". Então, nunca se sabe se algum lugar extremamente exótico do universo, como a órbita de um Pulsar (que seria mortal para nós) seja o lar de seres diferentes de nós, mais evoluídos talvez, que necessitam de diferentes tipos de energia para ter suas condições de sobrevivência. Sem contar nas outras dimensões... O universo é um lugar muito louco hehehehe Desculpem o texto enorme, sou fascinada por esse assunto e me empolgo. Quem teve paciência de ler, espero que tenha esclarecido alguma coisa.
  6. Gpcosta, entendi sim, e era exatamente essa a dúvida. O "teste" a que me referi seria algo como uma resposta. Exemplificando: se alguém está em dúvida se está no caminho correto, e pedisse para que isso fosse mostrado a ela, ao invés de a pessoa sonhar com alguém dizendo "sim, você está no caminho certo", ela sonhasse com a situação propriamente dita, e nela visse sua própria atitude diante daquela situação. Por isso a dúvida. Eu sei que os mentores não executam esse tipo de atitude, e por isso mesmo pensei se tal coisa poderia ser a dita "resposta" ou não.
  7. Olá, Cíntia. Então é exatamente aí que está a dúvida. Eu já tinha lido coisas a respeito do fato de assediadores fazerem isso, mas a questão é exatamente o contrário. Digamos que uma pessoa esteja se preparando para fazer algum trabalho em especial, digamos, explorando a clarividência ou qualquer outra coisa, até mesmo a viagem astral em si. Nesses estudos, conta com o auxílio de algum mentor ou amigo espiritual. O "teste" a que me referi, seria no caso desse tal espírito auxiliador fazer alguma coisa de forma que a própria pessoa se deparasse com a sua própria intenção diante daquele fato. Não sei se estou me fazendo entender muito bem, mas isso foi uma pergunta que me fizeram e que eu não soube responder muito bem, e depois até parei pra pensar e ficou essa coisa na minha cabeça, do tipo "poxa, parece mesmo que às vezes acontece isso..." Digamos assim, uma pessoa está tentando desenvolver alguma habilidade como por exemplo a clarividência. De repente um dia ela "sonha" que alguém chega a ela e oferece uma quantia em dinheiro (por exemplo) para que ela use essa sua habilidade de uma forma "não muito boa". E nesse sonho a pessoa diz que não faz isso pois é errado e não é o motivo pelo qual ela está aprendendo tal habilidade. Não sei se me fiz entender muito bem, mas a situação seria mais ou menos essa. Considerando o "orai e vigiai", que tal pessoa pedisse em suas orações que tivesse discernimento para enfrentar da maneira correta as possíveis situações que poderão surgir por ter tal habilidade, seria possível esse tipo de "teste" por parte do próprio espírito auxiliador como forma de mostrar que a pessoa está seguindo o caminho correto?
  8. Olá, pessoal, td bem? Sempre tive essa dúvida. Nós somos "testados" de alguma forma por alguma entidade ou algum espírito que queira saber se nós já estamos preparados para alguma coisa em especial? Por exemplo, acho que isso deve acontecer com todo mundo: às vezes eu tenho alguns sonhos, daqueles que parece que não são só sonhos, em que alguma pessoa que eu conheço (ou tvz não) me fazem ou falam alguma coisa determinada que eu poderia ter vários tipos de reação, tanto boas quanto ruins. E depois parece que o sonho simplesmente vai "dissolvendo" e acaba. Como se tivesse um objetivo, que fosse chegar àquela ação específica pra ver o que ia acontecer. Isso pode mesmo acontecer ou é só coisa da minha cabeça?
  9. Muito interessante, obrigada por compartilhar. Vou acompanhar o blog, fico no aguardo de novas atualizações.
  10. Amigo, eu já vi esse vídeo e realmente é MUITO BOM! Porém o link que você passou é privado e por isso não dá pra assistir, mas tem o mesmo vídeo em outros canais abertos do Youtube. Áqui está a parte 1 do vídeo que funciona. As outras partes podem ser encontradas clicando nos links do lado direito desse mesmo vídeo. Outra palestra bem legal sobre o assunto, do mesmo pesquisador, é esta a seguir. Não assisti inteira ainda, mas ela parece ser mais recente do que a anterior e pode ter umas coisas a mais também.
  11. Há um canal no Youtube chamado The Real News Network. http://www.youtube.com/user/therealnews?feature=results_main Esse canal é uma iniciativa de alguns jornalistas profissionais e amadores ao redor do mundo que queriam passar à população em geral as notícias de verdade (tradução do nome do canal), ou seja, queriam um meio independente e imparcial de transmitir as notícias como elas realmente acontecem. Qualquer mídia comercial que existe (CNN, FOX news, BBC, "Jornais Nacionais" em geral), como o próprio nome já diz, dependem de patrocínio de grandes emissoras e/ou grandes corporações para existir e para obter lucro, e assim sendo, todo o conteúdo divulgado por elas deve estar dentro dos interesses de tais patrocinadores. O canal The Real News Network não aceita dinheiro, benefício ou influência de qualquer corporação: o dinheiro que precisam para se manterem provém do patrocínio dos próprios telespectadores, e também não é algo obrigatório, qualquer um pode assistir aos vídeos gratuitamente se não puder doar 10 dólares. Dessa forma, divulgam muitas notícias de coisas que nem imaginamos que estão acontecendo no mundo, entrevistam especialistas em diversos assuntos de maneira não tendenciosa nem editam seus relatos de forma a dar a entender o que não disseram. Achei muitíssimo interessante a iniciativa e sempre que posso assisto aos vídeos. O único problema é que está tudo em inglês, então pra entender precisa saber a língua. Quem consegue entender o que está escrito mas não entende só o som da conversa pode acompanhar com as legendas no próprio inglês, que facilita. Eu gostaria de ter tempo disponível para fazer as legendas em português dos vídeos, pois já trabalhei com isso e é algo que eu gosto de fazer, além de proporcionar um meio das pessoas que não entendem inglês de poderem assistir aos vídeos também, mas infelizmente eu não disponho desse tempo no momento... Mas em todo caso, fica aí a dica.
  12. Respeito sua opinião, porém não concordo. Não sou espírita, gosto de muitos ensinamentos da visão espírita mas não sigo nenhuma doutrina, pois acho isso de certa forma limitante. O que realmente acredito é que não existe verdade absoluta, portanto o que pode parecer que é, pode não ser; o que normalmente é de um jeito, pode ter algum caso que é de outro jeito. Vivemos num universo de possibilidades infinitas, e limitar-se a um só tipo de pensamento ou crença pode fazer com que não tenhamos certas experiências que poderiam nos ajudar e, principalmente, pode criar um "cabeçadurismo" em nós de acharmos que estamos sempre só certos, quando não existe alguém que só é certo. Vamos pensar nos mentores, ou qualquer espírito superior que queira ajudar aos humanos com alguma coisa. Em primeiro lugar, se quisermos nos aproximar de um desses e receber seus conselhos, nós mesmos precisamos nos elevar primeiro. Caridade é uma coisa, mas espírito elevado nenhum vem aqui "pegar na mãozinha" de humano nenhum e resolver todos os seus problemas assim "de graça". Se não há o interesse e um grande esforço por parte do humano em melhorar o que precisa, ele simplesmente vai cuidar de um humano que faça juz à ajuda que recebe. Longe de mim querer me comparar a um espírito superior, muito pelo contrário: se nem os espíritos superiores "dão conta" de resolver os problemas dos outros, quem sou eu pra me meter a fazer isso? Aliás, eu estou generalizando aqui de uma forma bem superficial e até meio debochada, é claro que há aqueles que vão lááááá no fundo do poço resgatar aqueles que não tem força mais pra se erguerem sozinhos, mas mesmo assim, nenhum espírito é responsável pela evolução do outro. No caso que relatei aqui quando abri o tópico, eu pensei que eu fosse poder ajudar àquela pessoa, mas não pude. A situação tornou-se tal que tudo virou um grande problema pra mim, e tudo aconteceu em pouquíssimo tempo. Percebi que essa pessoa não queria livrar-se de seu fardo, mas queria alguém pra carregá-lo para si. Bom, eu sou uma mera pessoa humana com o próprio fardo a ser carregado e resolvido, não posso fazer isso por mim e pelos outros, pelo menos não ao ponto em que isso anule minhas forças de resolver os meus próprios problemas externos e internos. Como todo mundo já sabe: cada um é responsável pela própria evolução, por mais que eu queira ajudar a quem precisa, eu não posso zerar completamente a minha própria e nem involuir para me adaptar à outra pessoa. Eu já tive a minha dose de certas experiências na vida e já aprendi alguns "certos" e "errados" que a situação exigia que eu cometesse certos erros que eu já sabia as consquências, e sinceramente não acho que seja egoísmo meu não querer fazer coisas que eu já sei que são erradas por teimosia de outra pessoa. Aliás, posso estar errada, mas acho mesmo que o egoísmo é por parte do outro em querer que eu "me dê mal" por um capricho, teimosia ou orgulho dele. Nada do que eu fazia era suficiente e era sempre como se eu nunca tivesse feito nada. Eu tenho minhas falhas também, e uma delas é não saber ajudar a quem não quer ser ajudado. Mas, como diz o nome do tópico, a pessoa dizia que queria ser ajudada, mas dizer e fazer são duas coisas diferentes. Infelizmente, eu não consegui. Confesso que não gostei muito do seu post de início, mas agora concordo com ele mais do que nunca. Eu também aprendi essa lição agora. Preocupar-se com alguém é uma atitude boa, desde que não seja exagerada. Uma coisa que faça mal a nós mesmos nunca é uma coisa boa, por mais que ela pareça fazer bem a outra pessoa. Como eu vou ajudar alguém a andar se, ao segurar o seu peso, eu mesma não consigo dar um passo? Pois é, amigo. E não só não pode controlar os outros em apontarem isso como também não pode forçá-los a viver a vida incoerente que escolheu para si. Como eu já disse, se a aproximação dessa pessoa se torna algo produtivo no sentido de resolver tais conflitos, ótimo. Mas se isso se torna improdutivo no sentido de ter alguém em quem despejar a própria culpa e os próprios problemas, só existe desvantagem para ambas as partes: quem tenta ajudar e fica "atolado" nos problemas do outro e em quem precisa da ajuda, que não vai aprender a se resolver nunca.
  13. Olá a todos. De vez em quando aparece um tópico novo aqui sobre espíritos obsessores. Sempre se fala que as pessoas se deixam aproximar dos tais espíritos obsessores geralmente através de alguma fraqueza e que para se proteger deles devem afastá-los evitando certos comportamentos e atitudes que os fortalecem e os aproximam. Mas e quando os obsessores estão encarnados? Partindo do princípio do entendimendo do que é um obsessor, que seria um assediador, algum espírito que se aproveita de uma fraqueza de uma ou mais pessoas para prejudicá-la(s); ou que acham que tem algum "direito" sobre os outros por amá-los ou odiá-los demais; querem ter posse sobre os outros; obsessores de vício; os que querem apenas se divertir às custas dos outros e mais outros tipos. Não é incomum conhecermos alguém que tem gente assim por perto, ou até mesmo perto de nós próprios. Pode ser um amigo, ex-namorado, parente, chefe, colega de trabalho, até irmão! Como reconhecê-los antes que seja tarde? Como se proteger deles? Como evitá-los? Por que em certas situações eles encarnam como pessoas da família muito próxima de forma que não tem como se afastar definitivamente? Afastar-se é sempre a única solução para evitar o prejuízo na vida do assediado? E quando isso não for possível, ou o simples afastamento físico não for suficiente para que a obsessão pare, o que fazer? Alguma literatura sobre o assunto que possam me indicar? Obrigada. Paz e luz a todos.
  14. Olá, amigo. Bom, eu me considero leiga no assunto, mas sempre foi algo que me interessou e por isso já li muitas coisas sobre isso. Pelo que entendi sobre o que li em diferentes fontes, o ser humano da Terra vive na terceira dimensão, mas tem o "poder" de ir e vir da quarta dimensão quando quiser. A chamada quarta dimensão é o que conhecemos também como o astral. Por isso, partindo desse princípio, quando nos comunicamos com espíritos, quando fazemos viagem astral consciente e até mesmo inconsciente e até quando elevamos nossa consciência a um estado superior estamos "acessando" a quarta dimensão. Apesar disso, não é uma dimensão em que vamos para ficar, nem posso dizer com certeza se quando desencarnamos é lá que habitamos por um tempo, porque isso eu realmente não sei. Já a quinta é uma dimensão "parecida" com a nossa terceira, mas parecida no sentido de vivermos nela, sermos constituídos de material que nos permite habitá-la e não só acessá-la de vez em quando e ir embora depois. Tanto é que na quinta dimensão nossos corpos seriam constituídos de matéria sutil, de luz, enfim... é uma dimensão muito mais espiritual do que física e nossa consciência estaria muitíssimo mais desenvolvida, assim como nossos meios de comunicação, tecnologia, meio de vida, etc. Bom, superficialmente falando, é isso. Como disse, sou leiga no assunto ainda. Também gostaria de saber a opinião de alguém que entende melhor dessas coisas. Paz e luz pra nós todos!
  15. Bom dia, amigos. Eu tenho uma dúvida que tem a ver com essa frase, que acho que todo muno conhece: "faça o que eu digo, não o que eu faço." Acho que todo mundo conhece alguém assim, e na verdade, todo mundo acaba fazendo um pouquinho disso sem querer às vezes também... Bom, a pergunta é a seguinte: eu tenho uma pessoa muito próxima de mim que faz muito isso. Em todos os sentidos, inclusive num sentido mais espiritual. E isso me preocupa bastante. Quando se trata de coisas mundanas, as consequências geralmente vêm "a galope", às vezes não, mas sempre vêm. E infelizmente essa pessoa parece que não aprende com os próprios erros, mesmo quando as consequências são bem ruins. Sempre encontra uma forma de jogar a culpa em alguma coisa que não sejam as suas próprias atitudes. Mas quando se trata de abrir a boca pra falar coisas, fala as coisas mais lindas do mundo... Bom, se o problema fosse só falar uma coisa e fazer outra, até que "tudo bem". Mas me parece que essa pessoa está realmente convencida de que ela está certa, já que as palavras que saem da sua boca não condizem com suas ações; ela acredita que está fazendo tudo certo mesmo. O estranho (pra mim) é que essa pessoa tem um certo conhecimento das coisas espirituais, leis de causa-efeito, reparar os erros do passado, etc. E eu acho estranho porque, exatamente por saber dessas coisas, ela deveria saber do tamanho do problema que está causando a si mesma. Mas não só isso, ela ainda pratica essa "regrinha" quando se trata de assuntos espirituais também. Eu não sou ninguém pra tomar decisões pelo próximo, nem nada disso. E nem é essa minha intenção, jamais. Mas eu gostaria de ajudar essa pessoa de alguma forma, pois é alguém muitíssimo querido pra mim que eu estou vendo se machucar profundamente, e teimando que está certo. Mas claro, não cabe a mim decidir quando nem como essa pessoa tem que aprender essas lições, mas no fundo no fundo eu sinto que eu entrei na vida dessa pessoa pra ser alguém que possa ajudá-la a resolver esse problema. Eu só não sei direito como. Não posso chegar nela e dizer "ei! você diz uma coisa e faz outra, pára com isso que você vai se dar mal, seu mané " Alguém pode me ajudar a como eu posso ajudar alguém, sem interferir onde eu não devo?? Abraços a todos e luz pra vcs, amigos
  16. Muito obrigada a todos que responderam, realmente bastantes coisas ditas aqui eu não tinha ouvido falar ainda. Apesar de não ter conhecimento estudado sobre o assunto, essa relação cármica era uma coisa que eu já havia pensado que podia ser o que acontece. Tem uma coisa sim que me atormenta, e eu já tentei várias maneiras de solucionar até onde minha imaginação permite, e não obtive sucesso ainda. Resumindo bem a história, eu tenho problemas de relacionamento com a minha mãe, não falo direito com ela, cortamos relações há quase 2 anos e ela fica "por trás" forçando algumas situações para que a vontade dela aconteça. Quando eu nasci, ela queria ter tido um menino, por pressão da família tvz, eu não sei. E conforme eu fui crescendo, ela foi tomando um controle da minha vida de tal forma que me fez sofrer bastante por muito tempo. Ela me fazia ser perfeita em tudo: eu tinha que ser a melhor da escola, tanto que comecei a trabalhar como professora aos 13 anos, e eu tinha que ser simplesmente a melhor em tudo, e nunca estava bom, eu só recebia palavras de reprovação e nunca era o suficiente. Qualquer coisa que eu quisesse fazer para mim mesma, como sair com meus amigos pra tomar sorvete na padaria era extremamente reprovado, eu ouvia horas e horas de sermão por coisas extremamente bobas e, além de tudo isso, ela me forçava a ir à igreja dela (evangélica, não das mais radicais, mas ainda assim bem radical). Isso seguiu-se até quando eu fiz 23 anos de idade (hoje estou com 25). E essa "perseguição" que eu disse do tal obcessor começou desde então. Eu não quero dizer que isso seja culpa dela. Aliás, apesar de tudo o que aconteceu, eu não fico culpando ela, nem com raiva dela nem nada. Inclusive já tentei reconciliação várias vezes mas ela sempre dá uma pisada na bola (tipo falar que quer muito que eu me dê mal na vida, pra eu ver o que é bom, pra eu voltar pedindo "arrego" pra ela pq é assim que eu vou pagar pela terrível pessoa que eu sou, etc etc). Então, não consigo ainda conviver com isso. Já tentei tratamento psicológico, mas também não adiantou muito, pq meu problema não é vingança, não é raiva, ou qqr sentimento negativo parecido para com ela, e sim que essa "coisa" me fica sugestionando coisas que ela fazia comigo, que eu tinha que me dar bem, eu tinha que ficar provando que sou melhor que os outros não importa como. Nem que eu tenha que mentir e trapacear, me aproveitar dos mais fracos ou qqr coisa que eu acho eticamente inaceitável (daí um dos conflitos que eu tinha com minha mãe). Como disseram aí, vibrar positivamente ajuda muito mesmo. Demais! Só que eu não consigo ficar assim 24hs por dia 7 dias por semana. Eu fico livre dessa "perseguição" quando estou nesse estado positivo, mas é um desviozinho de atenção de nada que já começa tudo de novo aquele tormento. E não precisa ser grande coisa, é só eu deixar de me concentrar um só dia em vibrações pra me concentrar em estudar pra uma prova por exemplo. Eu já pensei muitas vezes, e muito seriamente até em mudar radicalmente de vida, tipo até mesmo procurando me mudar pra um lugar budista, um retiro, qqr coisa assim. Pra ver se dessa forma eu me afasto de tudo e consigo dedicar minha vida SÓ a isso. Mas eu tenho várias pessoas ao meu redor que dependem de mim de certa forma, eu não posso simplesmente abandoná-las; por isso eu só queria saber como conseguir levar uma vida um pouco menos atormentada sem ter que virar as costas a absolutamente tudo o que eu conheço.
  17. Obrigada, Alisson. Eu já havia lido bastante sobre isso que vc me falou, mas a dúvida ainda persiste. Não é algo "fácil" de apontar como um vício tipo cigarro. Digamos que o caso é mais um estado do que uma ação propriamente dita. Há as tais das "tentações", e mesmo que você prove pra ele que não faz aquilo, que não gosta daquilo e não quer aquilo, diga firmemente que não vai fazer e não faz, que não quer e vira as costas, o que acontece é que ele "se cala", mas não vai embora. Fica um tempo calado e depois de um tempo começa tudo de novo, e mais uma vez você tem que ficar dizendo que não quer, não vai e não gosta. É muito exaustivo! Essas tais "tentações" que eu falei seriam coisas do tipo, "sugestões" de que se vc enganar tal pessoal, ou trapacear, roubar, se aproveitar da situação, esse tipo de coisa, com alegações do tipo "eu sei que vc é assim, eu sei que vc faz isso, vai ser melhor pra vc assim, vc vai se dar bem assim" etc, mesmo vc dizendo "não, não MESMO, vc NÃO sabe quem eu sou, eu NÃo vou fazer, VAI EMBORA, eu NÃO sou isso aí", e vc realmente não fizer e nem sentir vontade de fazer essas coisas, mas pelo contrário, te dar é vontade de ir lá e ajudar aquela pessoa que por inocência tvz pode ser trapaceada por alguém, e vc ir e realmente ajudar e tal... mas o que acontece é que o tal obcessor não se dá por satisfeito, fica só quieto um tempo, mas "em cima" de você, meio até que "pesado", tanto que vc acorda todo dia cansado, exausto e sente dores no corpo, fadiga, falta de pique pra fazer as coisas mais simples do dia... e mesmo assim não sente ainda a mínima vontade de ceder às "facilidades" que seria se optasse por aquelas sugestões... só o que você quer é ter sossego e ser deixado em paz.
  18. A pergunta é essa: como se livrar deles? Você sabe que tem um, sente ele, sonha com ele, até pode vê-lo em suas projeções. Por algum tempo você consegue afastá-lo mas um tempo depois tudo volta. Como livrar-se de um definitivamente?
  19. Olá, pessoal, tudo bem? Eu estava aqui pensando com meus botões e gostaria de compartilhar um pouco dessas coisas com vocês, e poder saber qual a opinião de vocês a respeito do assunto. Estive pensando em humildade. Uma conclusão a que cheguei é que durante a maior parte da minha vida essa palavra sempre teve um significado extremamente difuso, isso é, eu sempre soube que ela estava ligada a alguma ação boa e correta (sob meu ponto de vista) mas a prática dela sempre deixou muitas dúvidas, e em grande parte das vezes, seu significado misturou-se com o de submissão. Hoje eu já tenho mais segurança para com certas atitudes que considero como sendo de uma pessoa humilde, mas mesmo assim, nem de longe sou capaz de saber integralmente do que se trata seu significado na hora de colocar em prática. Eu não sei se as outras pessoas tem a mesma dificuldade que eu, então gostaria da opinião de vocês. O que é ser uma pessoa humilde, ou melhor, como é ser uma pessoa humilde? Em nossa sociedade hoje as coisas estão bem de pernas pro ar, as pessoas estão preocupadíssimas com o que a Angelina Jolie vai fazer amanhã, se o Corinthians vai ganhar o próximo jogo ou se vai ter dinheiro pra comprar uma bolsa nova de R$500 mesmo já tendo outras, e um monte de outras coisas "super importantes" iguais a essas. Considerando que semelhante atrai semelhante, as pessoas que são assim geralmente estão rodeadas de outras pessoas iguais a elas, e quando chega alguém com um ponto de vista diferente, geralmente essa pessoa é vista como "de fora", ou "estranha" ou "não serve pra ser meu amigo". Além disso, uma coisa que eu realmente percebo em quase 100% dos casos é que quando alguém vai dizer que essas coisas não são importantes, o que acontece é que essas pessoas sempre dizem que a vida é difícil demais e elas não aguentam ficar se preocupando com assuntos "difíceis" o tempo todo, que não adianta nada porque elas não podem fazer nada a respeito, e quem se preocupa com assuntos sérios é um chato e/ou sonhador que quer fazer tudo certinho quando isso é impossível. Mas elas não percebem que estão gastando a energia delas com coisas que realmente não vão mudar a realidade, porque são as coisas fúteis, e causam tanto ou até mais preocupação, estresse, nervosismo, ansiedade e medo do que se elas direcionasem essa energia pra lutar contra políticos corruptos (por exemplo!), iria causar algum resultado, mesmo que pequeno. E o que isso tem a ver com humildade? Bom, até que ponto é certo insistir? Até que ponto eu e minha opinião estão "certos" em agir pra lutar a favor daquilo que eu acedito como sendo o bom? Que horas é hora de ficar calado e deixar a pessoa escolher o que fazer, mesmo que isso esteja prejudicando a mim, a ela e a todo mundo? Que horas nesses momentos é meu ego querendo estar certo e que horas é minha vontade de ajudar e deixar tudo melhor pra todo mundo? Afinal de contas, interferir é bom ou ruim? Se Martin Luther King, Jesus, Gandhi, e outros tivessem ficado calados, seria bom? Mas se eu ou qqr outra "pessoa comum" começar a "chutar o balde" e fazer revolução a favor de uma ideia pra melhorar alguma coisa, é ruim ou bom? Isso é ser humilde? Ficar calado é submissão? Uma coisa que eu levo em consideração é algo que eu sempre vejo: "a verdade está dentro de vc", e também "se vc começar a querer procurar a verdade, você vai encontrar, mas se vc não procurar, você não vai encontrar". Será que isso quer dizer que não adianta ficar "batendo em ferro frio" com uma pessoa que não está procurando nada? Além de que, a verdade que você iria apresentar é a sua verdade, nada mais. Então o que a gente faz? Se acomoda e espera pra ver o que vai acontecer, deixa cada um por si e seja o que deus quiser? Reza, medita, faz o que vc entenda como certo de ser "fazer a sua parte" e deixa o mundo pegar fogo? Comodismo X Ego X submissão X humildade X vontade de ajudar = uma dúvida ENORRRRME. E desculpem pelo texto mais enorme ainda, qdo eu começo a pensar numas coisas, eu perco a noção...
  20. Obrigada pelas respostas, pessoal. A intenção inicial do tópico foi esclarecer essa dúvida que eu já tinha há algum tempo, mas especialmente aquele dia que abri este tópico, aconteceu uma coisa que eu fiquei encucada, por isso vim perguntar. Eu estava em casa ouvindo música e escrevendo em um caderno, mas escrevendo coisas minhas mesmo, nada demais. Eu estava beeeem relaxada, "de bem com a vida" e tal... aí de repente comecei a ter umas ideias na cabeça q não pareciam ser minhas, e eu fiquei com a pulga atrás da orelha com isso. Sabe, aquela coisa, por um momento pensei "ah, será q é alguém se comunicando?" aí depois "imagina! c ta ficando doida? acha q a coisa é assim simples, acorda menina" e fiquei um tempo "discutindo com meu pensamento" se sim, se não, enfim, resolvi perguntar. Continuei o que eu estava escrevendo (era uma espécie de um diário), mas só aquilo que eu sabia que era ideia minha mesmo. Até que por um momento, eu queria ver aonde aquilo ia dar, e "me deixei levar" numa frase só. E saiu a frase seguinte: "E então? Você não queria uma aventura? A hora é agora, agora, agora." Enfim, não entendi lhufas, e continuei pensando q eu tava ficando doida ahahaha. Isso pode acontecer mesmo ou é só coisa da minha cabeça? Eu nunquinha mesmo pensei nem em tentar fazer isso, e naquele momento eu estava pensando em tudo que é coisa possível, menos em espíritos e afins. Pode ter sido também algum "zombeteiro", como disse nossa amiga Graciela? Porque eu também não entendi muito bem o sentido dessa frase, que ficou bem fora de contexto com o resto das coisas escritas lá. No mais, a questão era saber se isso sequer é possível ou se é pura imaginação minha. Sou extremamente leiga no assunto, então por isso pensei q a probabilidade de isso acontecer era muito pequena ou nenhuma, e que se algum espírito fosse querer falar alguma coisa não iria ser pra mim. E mesmo que seja, eu não acho que eu deva ficar "mexendo com isso" por minha conta. Eu me sinto um bebezinho engatinhnando nesses assuntos todos, pra chegar um estranho e me oferecer aquela "balinha espiritual" e eu, inocente, achar q tá tudo lindo e maravilhoso, não custa nada. Mas obrigada pelas respostas pessoal já ajudaram bastante.
  21. Eu sempre me perguntei como alguém começa a psicografar mensagens. Explicando melhor, digamos que um espírito queira passar sua mensagem. Ele escolhe uma pessoa e como ele "diz" pra ela "hey, você, senta aí com papel e caneta que eu vou te ditar uma coisa.." Eu sei que não é assim, então queria saber como é. A pessoa se prepara para isso com "antecendência", digo, é como algo que eu escolho pra minha vida e me preparo para isso, ou o espírito escolhe alguém que ele ache em condições para isso "alatoriamente", ou ambas as coisas? E aí como acontece a "descoberta" de que é hora de começar a fazer isso? Eu já ouvi o relato de alguns médiuns explicando como é que acontece a incorporação, o que eles sentem enquanto isso acontece. Mas ainda fico com dúvidas vagando na cabeça. Por exemplo, como um médium sabe o nome do espírito? Ele "sente" esse nome? É como uma "voz do pensamento"? Ou ele simplesmente ouve o espírito dizer com sua voz "emprestada"? No caso da psicografia, como o médium sabe que está escrevendo a mensagem do espírito Fulano de Tal? O que era pra ser só uma pergunta acabou se transformando em um monte, mas que coisa! Bom, mas basicamente a dúvida é essa: Nesse momento de interação do espírito com o médium, como se dá a comunicação entre os dois, antes e durante o momento em que o médium se torna apenas o observador?
  22. Olá, amigos. Tenho duas dicas de vídeos, nem sei se já postaram algum deles aqui, mas eu achei eles muito bons, muito inspiradores e que nos fazem pensar em como fazemos as coisas. O primeiro é o que eu vi primeiro. Chama-se "O segredo da Felicidade". O Segredo da Felicidade "Living Luminaries" Ano de Lançamento: 2007 Elenco: ECKHART TOLLE & MARIANNE WILLIAMSON & DON MIGUEL RUIZ Direção: STRAW WEISMAN Um jovem ator parte sozinho em busca das respostas para encontrar, enfim, a fórmula da felicidade. O que é a felicidade, e como ela pode ser atingida? Nesta jornada pela satisfação plena, ele visita mestres internacionalmente reverenciados em suas respectivas filosofias - que já mudaram as vidas de milhares de pessoas em todo o mundo, compartilham suas idéias únicas e servem para inspirar cada um de nós, ajudando-nos a encontrar nossa própria felicidade. Escritores, filósofos, líderes de diferentes religiões, todos entregando pérolas de sabedoria e apresentando caminhos para que você possa trilhar a sua paz interior. Afinal, o segredo pode estar dentro de você. http://www.youtube.com/watch?v=y1T8gSFOijs O segundo aborda o assunto realidade de uma forma bem diferente do que estamos acostumados, e por mais "assustador" e chato que possa parecer (fala de física quântica, por exemplo) é um video bem light, gostoso de assistir, e eu pelo menos não achei cansativo. What the Bleep Do We Know!? [Tradução literal: "O Que Raio Sabemos Nós!?"] No Brasil ficou: ["Quem Somos Nós?"] Filme de 2004 Obra prima cinematográfica combina documentário, entrevista, e uma narrativa ficcional para conectar a ciência à espiritualidade, baseado nos ensinamentos de JZ Knight/Ramtha. Houve, também, uma versão estendida em 2006 intitulada: "What the Bleep!? Down the Rabbit Hole" tradução literal: "O que acontece!?: Caindo no buraco do coelho" [referencia ao conto: "Alice no País das Maravilhas"] Os tópicos discutidos em What the Bleep Do We Know!? incluem neurologia, Mecânica Quântica, psicologia, epistemologia, ontologia, metafísica, pensamento mágico e espiritualidade. O filme apresenta entrevistas com especialistas em ciência e espiritualidade, intercaladas com a história de uma fotógrafa surda e como ela lida com sua situação. http://www.youtube.com/watch?v=7F6--azHjlc Espero que gostem.
  23. Bianca, menina! Adoro ler o que você escreve Sabem de uma coisa? Algo engraçado aconteceu... depois que eu postei isso aqui, não sei por que, devagarinho uma coisinha foi arrumando aqui, outra ali... Não arrumando na situação em si, mas não sei, eu li e reli tantas vezes essa coisa que eu escrevi (mas tantas mesmo!) que chegou uma hora que parecia que eu estava lendo uma história qualquer, e não uma coisa que eu mesma falei sobre minha própria vida. Engraçado, né? E isso foi me fazendo sentir um pouquiiinho melhor, depois mais um pouquinho, e tal. Não foi uma questão de desabafo, porque, acreditem: eu já desabafei um monte de vezes e nunca tinha ajudado ahaha. Bom, não vou ficar aqui com "lenga-lenga" hoje. Eu poderia falar um tanto de coisa, mas não vou não. Não porque não quero, mas porque sinto que não preciso. O que aconteceu nos últimos dias foi realmente interessante pra mim, isso pra resumir a coisa toda. E obrigada, pessoal, eu sei que tem "dedo" de gente daqui num pouquinho dessas energias boas que eu tenho sentido ultimamente. E Bianca, vocês não estão errados não. Eu é que andava muito impaciente. Eu sei que o melhor no momento é eu ficar longe dela, mas sabe aquela teimosia que leva vc até vc bater a cabeça? Eu sinto que estou pronta pra perdoar, etc etc, mas ela não está pronta ainda pra isso. Eu não sou deus pra estalar os dedos e deixar tudo do jeito que eu queria que fosse, e nem pra enfiar nada goela abaixo de ninguém (e se eu fosse, não faria isso ). Eu tenho que respeitar o tempo dela. Por mais que eu tenha vontade de consertar tudo, tem dia que eu não tenho força nem pra abrir uma garrafa de refrigerante, o que dirá carregar os problemas dos outros nas minhas costas!! E sim, você está coberta de razão. Nada disso que acontece é realmente ruim, na verdade é bom, se olhar de certo lado. Eu preciso aprender aquilo que eu preciso aprender com isso. E vamo que vamo. Eu sempre me achei impaciente demais, e só por vontade é muito difícil mudar algumas coisas em nós mesmos. Essa situação me obriga a ter paciência, porque quanto menos eu tenho, mais dói. Quando a dor é mais difícil do que a força de vontade pra mudar, pimba! Tá feito o caminho mais "fácil" pra essa mudança acontecer. Bom, chega de filosofar por hoje. E chega de "eu, eu, eu", voltemos à programação normal do tópico... --------- Pergunta pra vocês, peras do meu Brasil: - Vocês já se viram numa situação mundana (por exemplo, num emprego que é algo importante) em que a coisa "certa" a fazer é totalmente contra seus princípios, e na verdade não é nada certa, é má, cruel, ou feia, prejudicial, qqr coisa do tipo? Mesmo que essa coisa seja pequena, mas que você tivesse que conviver com ela, e tvz até repeti-la todo santo dia... Como vcs se adaptaram a isso? A pergunta foi vaga, mas pra exemplificar: no começo do ano eu comecei a dar aula num curso de inglês "revolucionário", daqueles com métodos infalíveis, blablablá. Eu estava realmente convencida de que a coisa era boa e funcionava no começo, por isso aceitei o emprego. Mas depois de pouco tempo percebi que tudo era uma grande enganação, os alunos não aprendiam porcaria nenhuma, e diariamente me perguntavam "professora, já faz quase um ano que eu estou aqui e não sei nada ainda, será que até o fim do curso vou aprender?" (detalhe: cursos de 1 ano e meio). A resposta lógica e óbvia é um belo de um NÃO, mas claro que eu não podia dizer isso, meus superiores me instruíam pra dizer cada lorota que eu tinha até vergonha de falar aquelas mentiras cabeludas pros alunos... Nesse caso eu pedi demissão na primeira oportunidade. Aí num outro emprego tinha um "probleminha ético" meio parecido com esse, eu pedi demissão de novo. Agora virei freelancer e tá tudo legal. Num mundo doidão como esse, com essa ética e moralidade tão doidonas quanto, qual é a escapatória de vocês em situações como essas? Tem horas que dá pra "rebolar", mas não é sempre. Eu já fui daquelas de levantar bandeiras revolucionárias e tal, mas eu não posso mudar o mundo sozinha. Então, adaptar-se como? 1-Sendo você-você algumas horas e você-que-todo-mundo-quer-que-você-seja em outras? 2-Cair fora e ser só você-você? 3-Tentar mudar seu "você", mesmo que ache que está mudando pra pior? 4-Outra coisa que eu não faço a menor ideia? Eu estou tentando a segunda opção, mas não sei aonde isso vai dar, então, como dizia um amigo meu: não me segue que eu to perdida! ahahah Abraços, pessoal!
  24. Bianca, seu comentário não foi pesado, pelo menos pra mim, de forma alguma! Eu ando muito depressiva esses últimos tempos, e isso aí que vc falou foi meio que um "chacoalhão" pra me "acordar". Foi meio que um "alôu! vamo acender a luz ae que nesse escuro vc num vai enxergar nada mesmo, menina!". Eu aqui quebrando a cuca pra encontrar a solução pros meus problemas, mas eu percebi que estou procurando "no escuro". Aí num vou encontrar nada mesmo né... ou pior, perigoso eu encontrar mas, mas encontrar batendo a testa ahaha Eu acho que até já postei algo aqui sobre isso, (mas faz tempo e eu nem lembro mais o que falei) e no momento é o que tem tirado a minha paz. Eu sempre tive problemas com meus pais, desde criança. Resumindo MUITO a história: meu pai era alcólatra, bebia e ficava violento. Minha mãe teve uma criação super rígida e fez o mesmo com os filhos. Aliás, fez comigo, que sou a mais velha, a educação do meu irmão já foi bem diferente. Conforme eu ia crescendo, os conceitos e valores que meus pais foram me passando não condiziam exatamente com a realidade. Por exemplo, minha mãe me dizia que todas as pessoas do mundo queriam meu mal, menos ela. Dizia que se eu desobedecesse ela, ela iria morrer, e que se ela morresse, a culpa seria minha (detalhe: eu era criança de +- uns 6 anos de idade). Ela falava que todas as pessoas tinham inveja da gente, que a nossa família era melhor do que as outras, sempre me passou essa ideia de "alguém melhor que alguém" (e o melhor seria ela, a família dela, etc). Isso e outras coisas, ela sempre teve essa ideia de que ela era superior a todos, os filhos dela eram melhores que os filhos dos outros, e que todo mundo tinha inveja dela. Aí imaginem longos e intermináveis detalhes e variantes disso tudo... Bem, fora isso, tinha meu pai. Como eu disse, todo dia bêbado e violento. Até o dia que os dois começaram a participar de uma igreja evangélica. Aí ele parou de beber, mas os problemas não acabaram, só foram substituídos. Eles pegaram todas as coisas que eu tinha da Disney (roupas, livros, filmes) e queimaram pq era do demônio. Eu não podia assistir a certo filme, ler certo livro, ir a certo lugar, ter certa amizade, comer certa coisa.. pq era tudo do demônio. Eles me obrigavam a ir a igreja, e fazer um monte de coisa, acreditar em um monte de coisa que não me fazia sentir bem. Enfim, todo mundo conhece uma história de alguém que tem pais evangélicos que obrigavam a ir na igreja, blablablá... é isso aí. Fooora isso, ainda, ela não me deixava ter amigos. Ninguém era bom suficiente pra ser meu amigo. Eu não podia sair, (sair? ahahaha só se fosse pra ir na casa da minha avó, e olhe lá!), eu nunca fui a uma excursão da escola (nem as que valiam nota! ela já foi brigar na escola por causa disso...), nunca fui a festa de aniversário de ninguém, nunca fiz nada. Eu só podia gostar das coisas que ela deixava. Ela é dona de uma escola que é tipo que dá aula particular, cursos particulares e tal. Quando eu estava na 8ª série, (13 anos) ela me fez começar a trabalhar pra ela. Eu comecei a dar aula de português lá (lembra que eu tinha q ser a melhor? então, eu tinha que saber mais português do que a minha professora, senão o pau quebrava em casa) e ela não me pagava nada. E assim, eu fiquei "ajudando" ela durante quase 10 anos da minha vida. Ela não me pagava porque "tudo o que você precisa, eu te dou". Só que ela não comprava roupa pra mim enquanto as minhas não estivessem em estado de decomposição, sapato eu tinha um chinelo, um tênis e uma sandália e só (e isso eu ja tinha mais de 16 anos), eu não saía, não podia comprar as coisas pq o dinheiro em casa nunca dava (pq ela tinha que ter uma casona de 2 andares, um carrão bonitão etc pros outros sentirem inveja dela..), e tinha cuhrrasco em casa todo fim de semana. Mas eu não podia receber um salário pelo meu trabalho, né! Ah, fora o fato de que meu avô tinha me dado um gado do sítio dele qdo eu era criança, e disse q era pra qdo eu ter 18 anos eu vender e usar o dinheiro pra comprar um carro... mas esse dinheiro eu nunca vi nem a cor. Entre taaantas outras coisas que se eu ficar falando aqui vão umas 3 páginas... ela conseguia fazer isso tudo na base da chantagem. Sempre dizendo q se não fizesse ela ia morrer, vira e mexe ela tava "doente" e eu tava fazendo ela ficar pior com meus questionamentos, eu era uma filha ingrata, ela era minha mãe e sabia o melhor pra mim... até que um dia (faz pouco mais de um ano isso) eu estourei e cansei dessa vida de opressão. Eu bati de frente com ela como nunca tinha feito antes, ela começou com aquele chororô de que eu tava deixando ela doente, que eu queria matar ela, mas eu não arredei o pé e fiquei firme até o fim. Resultado, ela me expulsou de casa. Na época eu tentei ir em psicóloga pra tentar reconciliar, ela brigou com a psicóloga, falou q ela tava "enfiando coisa na minha cabeça", aaah um monte de coisa. Ela começou a querer atrapalhar tudo na minha vida. Ela falava pras pessoas que eu tava precisando de tratamento psiquiátrico pq eu tava ficando louca. Ela quis me atrapalhar a arrumar emprego, a ir em médico, tudo que ela imaginava que eu tava fazendo pra melhorar a minha vida, ela ia atrapalhar. Minha tia e minha avó começaram a me ajudar a reconstruir minha vida, ela brigou com as duas (saiu até no tapa com minha tia) e disse que se elas não estivessem me ajudando, uma hora eu ia estar bem na pior mesmo, tipo passando fome, e aí eu voltava pra ela "com o rabinho entre as pernas", mas como elas estavam me ajudando, estavam impedindo isso de acontecer. Isso que é amor de mãe, hein minha gente! Ela disse isso pra minha avó, como se fosse a coisa mais normal do mundo. Como eu disse, isso já faz mais de um ano. Nesse tempo eu casei, tenho minha casa, e estou vivendo minha vida feliz como nunca eu tinha vivido antes. Tive que reaprender muitas coisas, aprender muitas outras que eu tinha aprendido errado, enfim, mas as coisas foram indo e eu sentia que finalmente eu podia respirar. O problema é que ela continua por trás sempre tacando água fria na fogueira, sempre causando conflito na família e tentando ao máximo impedir aquilo que vai contra a vontade dela. Agora ela descobriu o telefone da minha casa, semana passada foi meu aniversário e ela me ligou. Ela nunca tinha vindo aqui, eu quis fazer uma boa coisa e convidei ela. Agora ela está me atormentando. Só ontem ela me ligou 3 vezes. Aí ela fica falando da minha vida pros outros, e não só a verdade... ela inventa coisas a meu respeito e fica contando pras pessoas... ela queria que eu fosse la na escola dela consertar o computador dela (esse foi o "parabéns" que ela me deu qdo veio aqui em casa), ela quer que eu vá na médica dela, efim... 1 ano sem se conversar, ela me causou mal a vida inteira, me fez trabalhar pra ela, e aí na primeira oportunidade o que ela faz? Começa a querer controlar minha vida de novo! Dentro da minha própria casa! E AINDA quer que eu vou lá resolver os problemas dela de graça pra ela não ter que pagar alguém, é mole? Isso, não é de hoje mas ultimamente tem sido pior, é uma coisa que eu sinto que está me impedindo de avançar na vida. Eu tenho súbitos "ataques" de raiva e logo em seguida de depressão, estou me sentindo totalmente fora do eixo. E todo dia tem uma novidade, todo dia ela apronta uma nova, e quando eu estou quaaase conseguindo encontrar a paz, começa tudo de novo. Eu já não estou mais suportando esse tormento, tenho pensado em morte todo dia. Por isso que esse comentário da Bianca foi tão importante pra mim. Ainda não é a resposta que eu preciso encontrar, mas já me ajudou a afastar certas coisas nada boas do pensamento... Agora juntem isso tudo com essas outras coisas doidas que acontecem comigo, eu não me encaixar no perfil "normal" das coisas, questionamentos, "por que tem que ser assim?", meu modo diferente de ver as coisas (isso tudo abordado nesse tópico). Simplesmente eu me sinto uma pera num mundo que só existe maçã. Eu comecei a estudar autoconhecimento, ler alguns livros espíritas e outros de diversos assuntos de busca interior, etc e tal, e eu estava até indo bem. Mas agora eu não estou nem conseguindo dormir. Minha vida está de cabeça pra baixo, tudo o que eu tinha conseguido evoluir, melhorar, aprender a me controlar e ser uma pessoa mais tranquila e serena, parece que eu desaprendi tudo e não consigo fazer mais. Eu não sei mais o que fazer, nem por onde começar. Estou correndo feito desesperada atrás de uma coisa que eu nem sei mais o que é. Eu já tentei a solução "boa" pra isso, que é tentar entender, reconciliar e tudo e tal, mas isso só fez piorar a situação. Quanto mais eu tento me aproximar da minha mãe, mais ela "se acha" a dona do universo e no direito de pisar na minha cara e destruir a minha vida. Meu pai eu nem falo mais nada, pq hj em dia ele me vê e finge que não me conhece. Isso pq ele me deve dinheiro, mas pelo menos ele não está me atormentando (obs: eles estão divorciados). Já a minha mãe, só de pensar nela eu começo a chorar, ela me liga e eu me descontrolo, as vzs até discuto com outras pessoas porque estou transtornada por causa dela. Eu só queria que ela me deixasse em paz, nada mais do que isso. Alguém já passou, ou conhece alguém que passou por uma situação parecida? O que fez? Resolveu? Eu estou totalmente perdida sem saber o que fazer. Ler as coisas aqui no GVA me faz sentir muito bem, sempre tem alguém falando alguma coisa muito legal. E, como eu disse, estou desesperada atrás de uma solução pra esse tormento e não faço nem ideia do que fazer. Desculpem o desabafo, desviei totalmente o assunto do tópico. Mas... agradeço a paciência de quem leu tuuudo isso e chegou até aqui. Não é nada empolgante ficar ouvindo história do problema dos outros, por isso, obrigada.