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renatoF

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  1. Boa noite, amigos. Abri o tópico e sumi, mas estou voltando pra dar minhas impressões. O diretor da casa sugeriu que eu passasse 6 meses numa reunião "mais leve" só que dentro de 3 semanas mudou de ideia me chamou para ajudar na desobsessão. Então estou lá há pouco mais de 1 mês e tem sido bem interessante, principalmente porque existe uma abertura para falar sobre projeção. Inclusive emprestei minha cópia do Iniciação a viagem Astral ao tal diretor e ele adorou, está recomendando a todo mundo. Os trabalhos lá acontecem da seguinte forma: Chegamos por volta das 19h e as 19:20 existe um momento de passe coletivo para equilibrarmos as energias. As 19:30 iniciamos um estudo de trechos de 2 ou 3 livros, geralmente as obras básicas do espiritismo, que tem um efeito bem interessante na sintonia. A sensação é que o ambiente purifica. As 20:20 apagam-se as luzes e iniciamos a parte mediúnica. O grupo é pequeno, formado por 2 médiuns de incorporação, 2 dialogadores, 1 clarividente e 2 na sustentação energética. Nesse caso, não se trata diretamente com encarnados, a não ser a distância, e os dialogadores tentam instruir os espíritos que se comunicam por psicofonia. Uma clássica reunião espírita. Participo há alguns anos de reuniões mediúnicas, e o modelo é bastante similar. O que se destaca é que a participação é um pouco mais restrita, o que acaba elevando o nível energético do ambiente. Isso permite participação de espíritos mais esclarecidos e também de consciências mais perturbadas. Encerramos as 21h e aguardamos ao novo encontro na próxima semana.
  2. E ai, Caio! Rapaz, pelo que você descreveu, está bastante parecido a dinâmica lá no centro!
  3. É interessante essa questão da "projeção acordado". Me parece o que o espiritismo chama de "médium sonâmbulo" (faltou criatividade a Kardec em alguns momentos hehe). Tenho uma teoria de que todo mundo que tem experiência (mesmo que pouca) com saídas do corpo ou que tem as energias mais ou menos soltas tem um alto potencial para clarevidência. É como se houvesse uma descoincidência momentânea que permitisse interagir com o plano astral. Uma analogia a isso seria os momentos que antecedem a saída do corpo e a volta ao corpo depois de uma projeção, onde estamos descoincididos e temos acesso a plano físico e astral simultaneamente.
  4. Fala, Joe! Obrigado por responder! Como que seria esse "tratamento de transporte"?
  5. Olá, amigos! Ontem fui convidado por um dos diretores da casa espírita que frequento a participar das chamadas reuniões de desobsessão. Disse ele que antes devo passar pelo menos 6 meses num grupo de tratamento a distância, como espécie de treinamento. Então gostaria de abrir esse tópico para abordarmos o tema, trazer conteúdo e indicações de livros, discutir experiências, etc. Alguém aqui já participou de grupos assim? Se sim, como acontece? O que é preciso para saber lidar com a situação de um assédio intenso?
  6. Assisti, Carlos! Bem interessante!
  7. O link não abre aqui, dá um erro. Mas agora já tenho um direcionamento por onde começar a estudar isso. Valeu!
  8. As vezes também tento a técnica 3 do Saulo (é a que mais gosto). Mas deixo baixinho, pra ouvir apenas leves ruídos como guia. Se aumentar o som, acabo focando demais no áudio e isso me atrapalha.
  9. Só pra acrescentar, meu hábito é muito parecido com este. A diferença é que, as vezes, fico esperando os devaneios enquanto me concentro no som da pineal. Nem sempre dá pra ouvir, mas só o ato de tentar serve como uma âncora para impedir que a lucidez se vá. Um segundo passo, é o controle da respiração. Não sei se é psicológico, mas percebo que quando expiro, as energias se afrouxam e quando inspiro, elas ficam mais próximas ao corpo ou estacionadas. Então tento jogar ar pra fora para garantir essa soltura e segurar um pouco a respiração para que o desprendimento não retroceda e se estabilize. Se não der certo de primeira, inspiro lentamente e vou repetindo o processo. Não demorada nada, coisa de alguns segundos estou fora (quando me mantenho lúcido até esse ponto, o duro é chegar lá hehe).
  10. E ae Sandro? Sei que já fazem 7 anos, mas achou essa pesquisa?
  11. Olá, pessoal! Segue o relato da minha primeira viagem do ano o/ Relato 2018 - 001 14/02/2018 Despertei numa espécie de universidade/hospital, andando pelos corredores, guiado por mentores invisíveis a mim. Era um lugar bem cuidado, limpo, apesar da aparente idade das instalações. Percebia-se o ambiente envelhecido, porém nada faltava (para o atendimento e estudo), e a boa intenção de todos lá dentro criava um clima confortável, me sentia em casa. Sai para rua, ouvindo os guias, e cheguei a uma estrada de barro. Haviam várias casas, uma ao lado da outra, todas com objetivo de tratar da saúde das pessoas. Havia um local de aconselhamento, onde ouvi pessoas lamentando perda de dinheiro, de bens, outros reclamavam o distanciamento dos entes queridos, e ouvindo pacientemente as reclamações estavam senhores e senhoras, com vestes simples. Um senhor vestia uma calça jeans, com cinto e uma camisa listrada. Uma senhora usava um vestido florido. Fiquei pensando com ar de riso: "cadê aquelas roupas brilhantes, brancas e compridas?" Continuei observando o lugar e vi uma casa que atendia pacientes com câncer, outra que tratava de dependência química, e então tive uma visão de cima (acho que passaram pra mim) e vi que todas aquelas casas, e o hospital de onde sai, faziam parte de um complexo, como um bairro inteiro dedicado a saúde em geral. Os mentores me disseram que aquela era uma unidade fundada para receber recém desencarnados, que permaneciam presos as necessidades terrenas. Em geral, eram boas pessoas, com um bom desenvolvimento moral, mas ignorantes da realidade espiritual. Segui andando até uma casa cor-de-rosa que recebia pessoas com câncer. Parei na porta admirado com a decoração. O mentor (agora via a imagem de um jovem adolescente na minha cabeça) me esclareceu que essa era a ala que tratava apenas de mulheres. Disse para eu entrar e prestar auxílio. Nesse momento a lucidez balançou um pouco porque fiquei meio nervoso, sem saber como agir. Senti a mão amiga no meu ombro, restaurando a lucidez perdida. Ele reforçou: "Vamos, vou estar junto. O tratamento aqui é diferente do que imagina, queremos apenas restabelecer o equilíbrio mental das pessoas. Você só precisa dar atenção e conversar, tentando levantar o astral." Uma pessoa se aproximou do portão e parece ter visto minha companhia, abriu-o com um sorriso e esperou eu entrar, sem nada dizer. Sentei de frente a uma senhora que aparentava 75-80 anos, muito simpática. Me apresentei e ela percebeu que eu estava em desdobramento. Quando se deu conta disso, passou a perguntar por seus filhos e netos. Disse que não os conhecia, mas traria informações numa outra oportunidade. Ela se conformou e passou a contar sobre eles. Falou bastante, outras moças chegaram para ouvir as histórias. Interessante é que quanto mais conversavamos, mais crescia em mim uma empatia por ela e pelas pessoas que mencionava, sentia conhecer a todos! O bate-papo seguiu animado, a senhora tinha um baita senso de humor, tanto que acabei voltando pro corpo, acordado por minha própria risada.
  12. EDIT: Está temporariamente suspensa admissão de novos membros. Boa tarde!
  13. Perdão pela demora em responder, amigos. Encaminhei aos administradores os pedidos. Uma boa tarde!
  14. Bom dia, amigos. Sou um dos moderadores do grupo de whatsapp Experiência Astral e gostaríamos de fazer um convite para uma nova fase de nosso projeto. O EA existe há algum tempo e agora com duas moradas: EA Básico e EA Intermediário. Nosso convite é para o EA Básico e se direciona tanto a pessoas que estão iniciando seus estudos e/ou tiveram poucas experiências, quanto aqueles que desejam auxiliar no desenvolvimento de nossos membros. Lá teremos cursos e leitura de livros para que o básico da viagem astral fique bem fundamentado. Caso deseje se juntar a nós, mande seu número por mensagem privada. PS: O ingresso no EA Intermediário é exclusivamente por convite dos moderadores.
  15. Amigo, eu não sabia dessa teoria mas também tenho isso como certo dentro de mim. Aquilo que você chama de grupo carma eu chamava de família. Tive algumas pistas dessa ideia da seguinte forma: 1) minha família (tataravós) por parte de pai (Fernandes Fonseca) e mãe (Carvalho de Rodrigues) vieram de Portugal. 2) Minha mãe tinha uma forte intuição de que teve ao menos 1 vida com o povo Celta, que habitava o norte de Portugal. 3) Ela se divorciou e casou novamente, com um português de sobrenome Rodrigues. 4) Uma cigana portuguesa disse, sem dicas, que eles viveram como casal entre os Celtas há muito tempo atrás. 5) No centro espírita que trabalho, alguns clarividentes relataram um espírito que me acompanha com uma roupagem de Druida, a classe sacerdotal do povo Celta. 6) Druida quer dizer "a sabedoria do Carvalho" (sobrenome de minha família). 7) tive uma projeção onde um espírito me falava, entre outras coisas, sobre essa teoria e montava esse quebra cabeças. Talvez seja um caso de assédio por fascinação (me sinto meio maluco contando isso kkk), mas estou vendo significado nessas aparentes coincidências. Mesmo sem total convicção, acho que esse relato pode contribuir para o assunto. O que acha? Me resta agora fazer uma regressão e ver se surgem mais pistas rs